O avanço do setor na Europa tem sido considerável e atinge cada vez mais recordes de energias renováveis.

Em Portugal, A ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável anunciou que, durante mais de quatro dias chuvosos, o consumo de eletricidade do país foi assegurado por fontes renováveis, ultrapassando um “recorde nacional”.

A ZERO, juntamente com a APREN ( Associação Portuguesa de Energias Renováveis) afirmam que durante 107 horas seguidas toda a eletricidade foi gerada por fontes renováveis.

Contudo, as fontes de produção de eletricidade renovável e a capacidade de gestão da rede elétrica portuguesa ultrapassaram vários obstáculos para isso.

O país tende a continuar incentivando esse tipo de energia, aproveitando chuva, vento e sol em várias épocas do ano e, sendo assim, pode contribuir para, dentre outras coisas, as  reduções das emissões de gases com efeito de estufa, causadoras do aquecimento global e alterações climáticas.

A Alemanha já bateu vários recordes de energias renováveis. Na semana de 10 a 15 de maio, vários temporais passaram pelo país e, por isso, as centrais de energia renovável começaram a funcionar em tempo recorde.

Em decorrência do aumento da eletricidade produzida através das centrais eólicas e das barragens, a rede energética nacional começou a acumular potência a um ritmo imparável. Quando foi atingido o ponto máximo de produção diária, as centrais pararam de produzir. No entanto, as centrais nucleares e de carvão não pararam a tempo e por isso foi produzida muita eletricidade; sem alternativa para escoar o excesso, os produtores foram obrigados a oferecer energia, o que permitiu a alguns consumidores gastar eletricidade de forma gratuita.

Relacionado: Munique será a primeira grande cidade a ser abastecida 100% por energias renováveis.

O objetivo da Alemanha é obter 100% da eletricidade consumida em todo o seu território a partir de centrais renováveis até ao final de 2050, assim como reduzir os níveis de emissões de CO2 em 40% até 2020.

 Veja também:

Incentivo ao uso de energias alternativas em edifícios é aprovado pela CDU 

Apple, Facebook e Google querem energias renováveis