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	<title>ZoomBlog, Author at SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>ZoomBlog, Author at SustentArqui</title>
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		<title>Ex of In House: Uma casa escultórica autossuficiente em energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ZoomBlog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 20:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[EXEMPLOS DE CASAS SUSTENTÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex of In House projetada pelo arquiteto Steven Holl, é uma casa escultórica em Nova York autossuficiente em energia e com muita luz natural. “Um edifício deve oferecer mais quando você entra nele do que quando você o vê de fora. ” A frase, do arquiteto norte-americano Steven Holl, se aplica a uma de suas obras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>E<strong>x of In House projetada pelo arquiteto Steven Holl, é uma casa escultórica em Nova York autossuficiente em energia e com muita luz natural.</strong></p>
<p>“Um edifício deve oferecer mais quando você entra nele do que quando você o vê de fora.<strong> ”</strong> A frase, do arquiteto norte-americano Steven Holl, se aplica a uma de suas obras mais recentes, a casa de hóspedes criada para um artista plástico em Rhinebeck, Nova York, nos Estados Unidos.</p>
<h3><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/casa-domo-gira-para-aproveitar-a-luz-do-sol/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: “Casa domo” gira para aproveitar a luz do Sol </a></h3>
<p>Batizada de “ Ex of In House ”, a construção multifacetada surpreende com o seu escultural interior de madeira que parece ter sido talhado, revelando vazios com formas geométricas espaciais como esferas, paralelepípedos e prismas.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ex-of-In-House-9-1.gif"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15265" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ex-of-In-House-9-1.gif" alt="Ex of In House" width="600" height="600" /></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15268" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl.jpg" alt="Ex of In House steve holl" width="600" height="455" /></a></p>
<h3>Criada para cinco hóspedes, mas sem nenhum quarto, a casa de 85m2 é autossuficiente em energia elétrica, que é parcialmente gerada por um filme fotovoltaico aplicado na cobertura. O restante é produzido por um sistema de aproveitamento da energia geotérmica (obtida pelo calor proveniente do solo).</h3>
<p>Graças ao projeto, foi preservada uma grande área florestal que seria dividida em 5 lotes para a construção de casas.</p>
<p> </p>
</p>
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</script></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>“Esta casa, com seus vazios internos e compressões, serve como alternativa às casas modernistas de subúrbio que se espalham pela paisagem”, explica Holl.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15260" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-1.jpg" alt="Ex of In House " width="600" height="748" /></a></p>
<h2><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-3-e1497911327844.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15261" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-3-e1497911327844.jpg" alt="Ex of In House" width="600" height="638" /></a></h2>
<h2>O nome “ Ex of In House ” decorre do projeto de pesquisa do qual a casa faz parte: “Explorations of In”. Iniciado em 2014 pelo escritório de Holl, o trabalho tem o objetivo de explorar e questionar os clichês da linguagem arquitetônica e da prática comercial.</h2>
<p>Na “ Ex of In House”, o hall de acesso de madeira, marcado pelo vazio em forma de esfera, é banhado pela luz natural que penetra o espaço pelas aberturas semicirculares que, aliás, são recorrentes na casa.</p>
<p>Uma claraboia de mesma forma deixa a iluminação natural entrar e percorrer os três níveis que compõem a construção.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-8-e1497911422194.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15264" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-8-e1497911422194.jpg" alt="Ex of In House" width="600" height="687" /></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15262" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-4.jpg" alt="Ex of In House steve holl" width="600" height="583" /></a></p>
<p><strong>O tratamento que a materialidade atípica da casa dá à luz foi previsto por meio de maquetes físicas e aquarelas, que costumam servir como ferramentas de projeto para o arquiteto ao criar suas obras</strong>, onde ele costuma esculpir vazios geométricos conhecidos como “vazios booleanos”, que caracterizam seu trabalho.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15263" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-6.jpg" alt="Ex of In House" width="600" height="443" /></a><br />Esses vazios estão presentes em projetos como, por exemplo, a nova extensão do Museu da cidade de Mumbai, um dos mais antigos da Índia.</p>
<p>Para projetá-lo, seu escritório teve de vencer um concurso onde participaram nomes de peso como Rem Koolhaas e Zaha Hadid.<br />Atrás da escada central fica a cozinha e a sala de jantar, que se abrem para um pátio com piscina.</p>
</p>
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<p>&nbsp;</p>

<p>A casa é integrada ao entorno por meio de grandes aberturas como o grande vão circular se estende por três planos (duas paredes e o piso), provocando no usuário a sensação de estar imerso na floresta.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-planta-e1497911664646.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15267" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-planta-e1497911664646.jpg" alt="Ex of In House steve holl " width="500" height="618" /></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-planta-1-e1497911929413.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15266" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ex-of-in-house-new-york-steve-holl-planta-1-e1497911929413.jpg" alt="Ex of In House steve holl" width="400" height="300" /></a></p>
<h4> </h4>
<h4> </h4>
<h4>Ficha técnica:<br />Ex of In House<br />Rhinebeck (NY), EUA<br />Ano de projeto: 2014<br />Ano de construção: 2016<br />Arquitetura: Steven Holl Architects</h4>
<p><a href="http://www.stevenholl.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Steven Holl</em></strong></a></p>
<p><em>Steven Holl nasceu em Bremerton, Washington (EUA), em 1947. Formou-se em arquitetura pela Universidade de Washington e fez pós-graduação na Architectural Associacion de Londres (AA). Fundou o próprio escritório, Steven Holl Architects, em Nova York, em 1976. É vencedor de prêmios como o Praemium Imperiale (2014), o Premio de Arquitetura Cooper Hewitt (2002) e a Medalla Alvar Aalto (1998). Dentre suas obras, destacam-se a Texas Sterro House (EUA), o Museu de Arte Contemporânea de Helsinki (Finlândia), o complexo residencial Makuhari (Japão), o Museu do Oceano de Biarritz (França) e o Museu de Arte Nelson-Atkins (EUA) e a ampliação da Biblioteca Americana em Berlim (Alemanha).</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://zoom.blog.br/casa-escultorica-de-steven-holl-e-autossuficiente-em-energia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ZoomBlog</a></p>
<p>Imagens: Paul Warchol</p>

</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto agrega soluções da arquitetura sustentável</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/nova-sede-da-energisa-arquitetura-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ZoomBlog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 19:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;FGMF projeta edifício leve e dinâmico que agrega soluções da arquitetura sustentável. Uma delas é o uso intenso da iluminação natural, o que exigiu do projeto controle da incidência solar através de brises que “tecem” fachadas suaves e, ao mesmo tempo, dinâmicas. Presas em tirantes, aproximadamente 1400 chapas de alumínio brancas flutuam ao redor do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>&nbsp;FGMF projeta edifício leve e dinâmico que agrega soluções da <a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-e-arquitetura-sustentavel-e-quais-suas-vantagens/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arquitetura sustentável</a>.</strong></p>



<p>Uma delas é o uso intenso da<strong> iluminação natural</strong>, o que exigiu do projeto controle da incidência solar através de brises que “tecem” fachadas suaves e, ao mesmo tempo, dinâmicas. Presas em tirantes, aproximadamente 1400 chapas de alumínio brancas flutuam ao redor do grande prisma retangular suspenso sobre pilotis.</p>



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<p>O projeto foi finalista do “Prêmio de Arquitetura-Habitat Sustentável”, da Saint Gobain, e rendeu ao FGMF o “Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa” na categoria Escritórios Predial -Projeto de 2016. Foi feito para a concorrência da nova sede de uma companhia de energia, mas não foi o vencedor.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além do aproveitamento da iluminação natural, o projeto, prevê o <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reaproveitamento da água de chuva</a> captada pela <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cobertura verde</a>, que também incorpora placas fotovoltaicas para a geração de energia elétrica destinada aos equipamentos de iluminação de baixo consumo.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-2.jpg" alt="projeto sustentável proposta" class="wp-image-14999"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-1.jpg" alt="Projeto agrega solução sustentável" class="wp-image-14998"/></a></figure></div>



<p>Ora na horizontal, ora na vertical, as placas de alumínio (60cm x 30cm) são sustentadas por tirantes presos nas lajes inferior e na de cobertura.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Queríamos passar a impressão de uma distribuição randômica e aleatória destas placas. Mas, a cada 10 metros, há uma repetição de um conjunto de placas ou módulos, explica o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, um dos sócios do FGMF, juntamente com os arquitetos Fernando Forte e Lourenço Gimenes.</p></blockquote>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa.jpg" alt="proposta para nova sede da energisa arquitetura sustentável" class="wp-image-15005"/></a></figure></div>



<p><strong>Os brises flutuantes controlam a incidência de luz solar sem bloquear a vista do entorno</strong>, que é emoldurada pelos caixilhos retangulares de vidro com 2m de largura e altura variável (3m ou 3,5m).</p>



<p>A independência entre estrutura metálica e vedação deu aos arquitetos liberdade para compor e diversificar o interior da construção, que é enriquecida pelos blocos, passarelas e mezaninos recortados que valorizam o percurso do usuário.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-7.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-7.jpg" alt="Projeto agrega soluções da arquitetura sustentável" class="wp-image-15003"/></a></figure></div>



<p>A inserção de parte do programa de necessidades em blocos, no pavimento superior, criou uma variação formal que quebra a monotonia espacial, assim como a diversificação dos materiais que os compõem (vidro, madeira e aço corten).</p>



<p>Os guarda-corpos de vidro das passarelas e mezaninos interferem minimamente no conjunto.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-3.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-3.jpg" alt="Projeto agrega soluções da arquitetura sustentável" class="wp-image-15000"/></a></figure></div>



<p>O projeto tira proveito do <strong>efeito chaminé para promover a <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ventilação natural</a></strong>. Além de liberar o térreo para a circulação de pessoas e veículos, o pilotis favorece a entrada de ar natural que sobe pelos vãos internos.</p>



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<p>As grandes aberturas em diferentes níveis geram um fluxo de ar ascendente que é liberado pela cobertura e aberturas na fachada posterior.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-6.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-6.jpg" alt="Projeto agrega soluções da arquitetura sustentável" class="wp-image-15002"/></a><figcaption>.</figcaption></figure></div>



<p>A adoção de sistemas construtivos industrializados e racionalização da obra<strong> reduzem a geração de resíduos no canteiro, diminuindo o desperdício de material e o impacto ambiental da obra</strong>. </p>



<p>Outras vantagens oferecidas pela escolha de componentes pré-fabricados para erguer o prédio, segundo os arquitetos, é o controle de qualidade e aumento da durabilidade da construção.</p>



<p>Para o FGMF, o maior desafio do projeto foi atender às necessidades específicas de cada área da empresa, criando um conjunto harmônico que deverá se tornar uma nova referência urbana para a cidade de Cataguases.</p>



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<p>Questionado se o projeto havia sido desenvolvido para receber a <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">certificação LEED</a>, Marcondes afirmou que não. </p>



<p>“Os conceitos e decisões de projeto tornam o edifício mais correto do ponto de vista ambiental. Para nós, mais importante do que conseguir a certificação é fazer um edifício com um projeto responsável que funcione, consumindo o mínimo de recursos naturais”, finaliza o arquiteto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Veja as soluções de arquitetura sustentável que foram agregadas no projeto<strong>:</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-5-e1495649340546.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-5-e1495649340546.png" alt="nova sede da energisa arquitetura sustentável" class="wp-image-14997"/></a><figcaption>,</figcaption></figure></div>



<p><strong>Ficha técnica:</strong><br>Projeto para concorrência da Nova Sede da Energisa<br>Cataguases (MG), Brasil<br>Ano de projeto: 2015<br>Arquitetos: <a href="http://www.fgmf.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGMF</a><br>Equipe: Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz (arquitetos autores), Luciana Bacin (arquitetos coordenadores), Ana Meirelles, Caroline Endo, Rodrigo Moura, Gabriel Mota, Luiz Falavigna (arquitetos colaboradores) e Nara Diniz (estagiária)<br>Área do terreno: 14.000m2<br>Área construída: 5.300m2</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-8.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/nova-sede-da-energisa-8.jpg" alt="equipe de arquitetos" class="wp-image-15004"/></a><figcaption><em><span style="color: #999999;">Da esquerda para a direita, os arquitetos Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes e Fernando Forte</span></em></figcaption></figure></div>



<p>Fonte: <a href="http://zoom.blog.br/atirantados-brises-flutuam-em-edificio-projetado-por-fgmf/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ZoomBlog </a>por Valentina Figuerola</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Errata: A matéria foi editada dia 25/05/2017, para corrigir que o projeto participou da concorrência da Nova Sede da Energisa, mas não foi o vencedor, e não será executado.</li></ol>



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