Um Jardim de algas, criado pelo The Cloud Collective para um festival de verão em Genebra, mostrou que mesmo em um ambiente urbano poluído como um viaduto, pode-se produzir biomassa para gerar energia.
O “jardim” se alimenta das emissões de CO2 dos carros que passam abaixo dele e da luz solar. Bombas e filtros regulam o sistema, como é demontrado na figura.
A instalação foi um dos 13 jardins produzidos para o festival “Genève: Villes et Champs”. O festival centra-se na co-habitação do urbano e do natural dentro do contexto da expansão urbana de Genebra.
Um sistema de tubos transparentes ligado ao viaduto que também faz o papel de proteção dos ciclista e pedestres.
Uma estrutura de aço suporta todos os equipamentos secundários, tais como bombas, filtros e painéis solares, e também funciona como um marcador do tráfego dos carros que passam debaixo.
Painéis didáticos fornecem informações detalhadas sobre o projeto para pedestres e ciclistas na ponte.
O projeto anuncia um futuro possível para a agricultura urbana: um futuro que inclui a produção de combustível e alimentos, a conservação de zonas verdes e a redefinição da infra-estrutura existente.
Não sendo exatamente um jardim comum, os criadores justificaram a escolha do viaduto, um local completamente fora de sintonia da ideia do jardim de algas como um refúgio tranquilo e natural, para demonstrar que mesmo nestes locais é possível a produção de alimentos e biomassa.
Imagens: Divulgação The Cloud Collective









