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	<title>comunidades sustenáveis Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>comunidades sustenáveis Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Moradia Semente Eco Sustentável da ONG TETO é entregue em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
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		<category><![CDATA[Arquitetura Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ONG TETO Brasil, organização com atuação em comunidades precárias, em parceria com as empresas Fuplastic, Amanco Wavin e a ONG Biosaneamento, entrega a primeira Moradia Semente Eco Sustentável. Com a retirada de duas toneladas de lixo da natureza, a casa feita de blocos de plástico reciclado foi erguida em 15 horas. A construção atende [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ONG <a href="https://teto.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TETO Brasil</a>,  organização com atuação em comunidades precárias, em parceria com as empresas Fuplastic, Amanco Wavin e a ONG Biosaneamento, entrega a primeira Moradia Semente Eco Sustentável. </p>



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<p><strong>Com a retirada de duas toneladas de lixo da natureza, a casa feita de blocos de plástico reciclado foi erguida em 15 horas. </strong></p>



<p>A construção atende a uma família da comunidade Porto de Areia, em Carapicuíba (SP), local fundado por catadores de lixo reciclável, onde a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/ong-teto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ONG TETO</strong></a> atua há mais de 7 anos. Esta é a primeira de 1000 moradias que os parceiros querem construir no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1024x683.jpg" alt="casa sustentável ONG TETO" class="wp-image-29533" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Essa moradia é o projeto piloto na versão mais sustentável da Moradia Semente, projeto premiado da TETO Brasil lançado no início deste ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>As Moradias Sementes Eco Sustentável são projetadas para atender famílias em situação de hipervulnerabilidade</strong>, substituindo barracos feitos de lona e madeirite por um abrigo de 27 m², que, além de portas e janelas – em parceria com Esquadrisul – , oferece espaço para três cômodos, incluindo banheiro, instalação hidráulica e instalação elétrica.</h4>



<p>Os blocos de plástico dos quais é feita a Moradia Semente Eco Sustentável foram desenvolvidos pela Fuplastic. </p>



<p>O telhado também é feito de material 100% reciclável, que, neste caso, são caixinhas de leite, de suco e de creme dental. </p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/embalagens-se-transformam-em-telhas-recicladas-para-ong/"><strong>Leia também: Embalagens de suco se transformam em telhas recicladas que serão doadas para ONG</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="706" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-1024x706.jpg" alt="moradia semente eco TETO" class="wp-image-29529" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-1024x706.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-300x207.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-768x529.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Já a entrega contou ainda com uma solução de <a href="https://sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">captação de água da chuva</a>, placas de energia solar e materiais da marca Amanco Wavin que foram utilizados em toda instalação hidráulica (esgoto e água fria), nas calhas de captação de águas pluviais e em toda a linha de eletrodutos rígidos e seus complementares para instalação elétrica.</p>



<p>A <a href="https://associacaobiosaneamento.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ONG Biosaneamento</strong></a> atuou com o fornecimento e instalação de um sistema para tratamento dos esgotos. O sistema é composto de um<a href="https://sustentarqui.com.br/como-fazer-um-biodigestor-passo-a-passo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>biodigestor</strong></a> e uma vala de infiltração do efluente.</p>



<p>“<strong>Proporcionar uma moradia sustentável que assegure conforto e segurança às pessoas em situação de vulnerabilidade é uma iniciativa que temos orgulho de apoiar.</strong> Este trabalho se conecta com os pilares do nosso propósito para melhor saneamento e higiene, contribuindo para a construção de cidades mais resilientes ao clima, a partir de soluções eficientes e inovadoras”. Afirma Glaucia Faria, Gerente de Sustentabilidade da Amanco Wavin.</p>



<p>A construção leva mais segurança e dignidade às famílias de moradores da comunidade. Como é o caso da Rejane Alves de Souza, de 45 anos. Mãe de 9 filhos e avó de 12 netos, que, por conta de uma artrose na lombar, perdeu seu emprego e se viu na necessidade de ir morar em Porto de Areia. </p>



<p>Ela ajudou a construir sua nova moradia junto com a TETO, em busca de mais estabilidade para cuidar da família.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="753" data-id="29531" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-1024x753.jpg" alt="ONG TETO casa sustentável" class="wp-image-29531" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-1024x753.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-300x221.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-768x564.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29530" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-1024x683.jpg" alt="Moradia Semente Eco Sustentável da ONG TETO é entregue em SP" class="wp-image-29530" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">“A Moradia Semente Eco Sustentável é o projeto mais completo e robusto da TETO Brasil. Isso porque, além do impacto social que uma moradia, mesmo que emergencial, sempre tem na vida das pessoas que estão em situação de hipervulnerabilidade, é um projeto com um significativo impacto ambiental. Especialmente importante porque as favelas são os locais mais atingidos pelos efeitos da crise climática, como as inundações e as fortes chuvas”, explica Lucas Borges, gestor da TETO Brasil em São Paulo.</h3>



<p>Ao apoiar o projeto da Moradia Semente Eco Sustentável, voluntários, doadores e parceiros, como a Amanco Wavin, Biosaneamento e a Fuplastic, também ajudam no alcance de 11 dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) pautados pela ONU (Organização das Nações Unidas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Parceria</h2>



<p>A parceria entre a TETO Brasil e Amanco Wavin é consolidada e já beneficiou centenas de famílias por meio do fornecimento de produtos em construções e com a realização de dois voluntariados corporativos presenciais nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Paraná.  Incluindo a construção de 21 sistemas de tratamentos em São Paulo, com aproximadamente 60 pessoas impactadas, de captadores de águas de chuva em comunidade com aproximadamente 850 famílias em Nova Esperança, no Paraná, e a construção de oito banheiros para cinco famílias em Goiânia, além da expansão de rede de distribuição de água com um impacto de mais de 350 pessoas no estado de Minas Gerais, na comunidade de Candeeiro e Vila Esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a TETO Brasil</h2>



<p>Trabalha pela construção de um país justo. Em associação com a organização internacional TECHO, presente em 18 países da América Latina, atua há 15 anos no Brasil, mobilizando voluntários e voluntárias para trabalhar lado a lado de moradores em comunidades precárias de diferentes Estados. O resultado são soluções concretas e emergenciais que proporcionam melhorias nas condições de moradia e habitat destes territórios.</p>



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		<title>PRESERVAR, RECICLAR E ZELAR: A importância de políticas públicas ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ester Carro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as</strong> <strong>consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas ambientais que auxiliem em programas de reciclagem e manutenção de áreas urbanas livres.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite>“A cidade segrega e expele – quem ela não quer lá dentro, ela joga para a favela, para a periferia, para as bordas e, lá nas bordas, essa coisa vai se resolver, como se fosse um fermento, vai tendo uma compostagem nas bordas e que não vai virar mangue. Essa cidade é um organismo monstruoso.” Ailton Krenak</cite></blockquote>



<p>Os espaços livres existentes nas favelas de São Paulo, são escassos, geralmente com o solo intraurbano impermeabilizado e elevada densidade construtiva. Apresentam-se com baixa qualidade, ausência de arborização e mobiliário urbano, baixa atratividade de uso, poucas calçadas e, mesmo as existentes, são extremamente pequenas, dificultando o acesso, grande parte das ruas, vielas e lajes. Muitos constituem vazios urbanos degradados, com escassez de opções de lazer e condições precárias de saneamento.</p>



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<p>Existe uma apropriação dos espaços livres públicos restantes, seja dos poucos canteiros ou calçadas, de forma improvisada pelos moradores, servindo como meio de estar e ficar, para atividades do ócio, conversas e troca de relação devido à ausência de qualquer espaço adequado ao convívio.</p>



<p>Na <a href="https://www.fazendinhando.org/jardim-colombo"><strong>Fazendinha,</strong> antigo lixão situada na favela do Jardim Colombo</a> em São Paulo, por exemplo, percebe-se que a participação está mudando a relação dos moradores com o futuro parque; se antes a área era vista por muitos como um lugar de ninguém, passa, agora, a ser vista por cada um como o seu lugar e, as pessoas tenderão a zelar por ele. (figura 01)</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png" alt="A importância de políticas públicas ambientais - Favela fazendinha" class="wp-image-28618" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-300x200.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-768x512.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1536x1024.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 1: Parque Fazendinha, Jardim Colombo, São Paulo – SP &#8211; Fonte: Kamilla Bianca</span></figcaption></figure>



<p>Os espaços vazios são formados por vielas, ruas, áreas verdes, quintais, escadarias, encostas, etc. E os espaços cheios, em sua maioria, ocupados por moradias com uma densidade demográfica alta, ou seja, muitas pessoas por metro quadrado.</p>



<p>O sistema viário é constituído pelos percursos realizados apenas por pedestres, conhecidas como vielas. Essas vielas, muitas vezes em forma de escadarias adentram em locais muito acidentados, difíceis de serem vencidos por outro tipo de locomoção e são, sem exceção, muito estreitas. Quando estão presentes, as calçadas descontínuas, além de disputadas pelo comércio ambulante e pelos veículos.</p>



<p>Percebe-se que os terrenos subutilizados se tornam depósitos de grande quantidade de lixo e entulho; a coleta seletiva da Prefeitura é irregular, bem como a manutenção desses espaços dentro das favelas, o que ocasiona incêndios. </p>



<p>Outro problema gerado pela presença de detritos nos terrenos abandonados ocorre nas épocas de chuva, quando a enxurrada pode carregá-los contribuindo com o entupimento de bueiros e assoreamento do córrego próximo, provocando alagamentos na região.</p>



<p><strong>De acordo com dados do IBGE (2011) os resíduos sólidos representam um dos mais importantes subprodutos da vida nas cidades, destacando-se, junto com os gases do efeito estufa, entre os principais causadores de impactos ambientais oriundos da industrialização e urbanização. </strong></p>



<p>Mais de 3.300 municípios utilizam destinações inadequadas para os resíduos sólidos urbanos, sendo que os vazadouros a céu aberto (“lixões”) são empregados por 50,8% dos municípios no Brasil.</p>



<p>Recentemente o jornal New York Times (2022) publicou uma matéria contextualizando a problemática dos grandes lixões clandestinos e aterros sanitários, dentre eles o Senegal que está inundado com os resíduos plásticos de outros países, assim como com os seus próprios. </p>



<p>Em Mbeubeuss (figura 02), mais de 2.000 catadores de lixo, ganham a vida encontrando, preparando e transportando os resíduos para reciclagem, essa economia informal é que sustenta milhares de famílias senegalesas.</p>



<p>O Senegal é apenas um dos muitos países que tentam limpar, formalizar o sistema de eliminação de resíduos e adotar a reciclagem em maior escala. Até 2023, diz a União Africana, o objetivo é que 50% dos resíduos utilizados nas cidades africanas sejam reciclados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1016" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg" alt="A importância de políticas públicas ambientais - lixão" class="wp-image-28619" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-300x298.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-150x150.jpeg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-768x762.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 2: Aterro sanitário em Mbeubeuss, Senegal &#8211; Foto: Finbarr O´Reilly</span></figcaption></figure>



<p>Nas comunidades indígenas revela-se a importância da demarcação da terra indígena para a preservação dos recursos naturais, da identidade, tradições, culturas, para a cura e a produção de alimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na aldeia Tenondé não tinha mais nada, não tinha milho guarani, não tinha essa diversidade de batatas e agora podemos ter tudo isso e podemos envolver os alunos que estão na aldeia e mostrar a eles que dá para ir à roça, preparar a terra, depois plantar, depois colher, depois comer, porque aqui é o território deles. Temos tempo para ensinar, temos tempo para comer juntos. Tudo isso é importante porque, para nós, o futuro é indígena.</p>



<p>Para a terra indígena quando não tem terra, tudo fica perdido, muitas coisas ruins começam a acontecer na aldeia. O envolvimento dos jovens com drogas e bebida alcoólica é facilitado, assim como a desorganização social e a questão da fome, porque não tem espaço para plantar. Quando temos terra demarcada, o nosso trabalho, a nossa preocupação, é trabalhar pela sustentabilidade, pela autonomia alimentar e, principalmente, pela natureza, pela água limpa, pelos bichos e pelos animais, entre os quais alguns podemos comer de vez em quando e outros, não – enfim, trabalhamos por tudo aquilo que fortalece a concepção de vida guarani nesta terra.” JERÁ GUARANI, Habitar o Antropoceno, p. 12.</p>
</blockquote>



<p><br>A legislação ambiental brasileira é uma das mais bem elaboradas, mas com áreas “preservadas” que se encontram sem utilização, fechadas e muitas ao final estão à mercê do mercado imobiliário, com construções para a classe média-alta expandindo-se de maneira inconsequente e indiferente as reais necessidades da sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">É urgente o desenvolvimento de políticas públicas ambientais com planos de lei para a preservação e manutenção das poucas áreas livres urbanas existentes, de territórios indígenas e áreas verdes com ações de recuperação de áreas degradadas.</h2>



<p><br>Destaca-se a importância de planos ou projetos participativos, que tenham como base a parceria e a partilha de poder de decisão, construindo-se coletivamente cronogramas e estratégias de ações combinadas, seguem abaixo algumas diretrizes de conscientização e participação popular:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Envolver os moradores de cada territór</strong>i<strong>o, no desenvolvimento de projetos ambientais </strong>desde o princípio para que participem nos processos de tomada de decisões e melhor gerirem as áreas identificadas e mapeadas por órgãos públicos;</li>



<li><strong>Organizar um grupo da comunidade e selecionar guardiãs</strong> de preferência aqueles que apresentam alta pré-disposição em participar, solicitando a dedicação de no mínimo 6 horas semanais para monitorarem o desenvolvimento das ações;</li>



<li><strong>Realizar oficinas e encontros para debates e discussões</strong> afim de criar elos de confiança e fortalecimento do grupo;</li>



<li><strong>Promover cursos de capacitação de educação ambiental</strong>, jardinagem, manutenção do espaço livre urbano, ferramentas práticas para analisar a qualidade da água, gestão de resíduos, além da criação de jardins flutuantes e hortas comunitárias;</li>



<li><strong>Estimular a relação de proximidade entre a população e os espaços livres</strong>, explorando-se o potencial paisagístico e características da flora que são benéficas à população como sombra, frutos, propriedades medicinais, beleza e convite à brincadeira.<br></li>
</ul>



<p><strong>Preservar a terra é sobreviver, é criar relações comunitárias e participativas, é pensar em outras possibilidades de construir e habitar, é diminuir a segregação que as grandes cidades instauraram, diminuir muros e criar conexões que potencialize a mobilidade e a integração social das áreas levando em consideração as necessidades de cada território.</strong></p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Ester Carro &#8211; Arquiteta e ativista urbana</p>
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		<title>Projeto da nova sede do Instituto Favela da Paz pretende integrar ainda mais a comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 12:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura brasileira sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Atelier O´Reilly Architecture & Partners]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto doado para a nova sede do Instituto Favela da Paz pretende decodificar a “caoticidade” do antigo espaço e integrar ainda mais a comunidade. O Instituto tem mais de 25 anos de existência, é um espaço cultural dentro da favela localizada no Jardim Ângela, na região sul da cidade de São Paulo (SP). &#8220;Projetar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Projeto doado para a nova sede do Instituto Favela da Paz pretende decodificar a “caoticidade” do antigo espaço e integrar ainda mais a comunidade.</p>



<p>O Instituto tem mais de 25 anos de existência, é um espaço cultural dentro da favela localizada no Jardim Ângela, na região sul da cidade de São Paulo (SP).</p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Projetar o edifício do Instituto da Favela da Paz, uma causa tão nobre, nos encheu de perspectivas e abriu novos horizontes na arte da arquitetura que tem como objeto central abrigar pessoas em um espaço criado por pessoas. Seres que habitam o mesmo endereço no cosmos.&#8221; Afirma a arquiteta Patrícia O´Reilly, uma das idealizadoras do projeto.</p>
</blockquote>



<p>Para que o projeto fosse completo, ele deveria atender as expectativas deste Instituto tão singular. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Precisávamos ir além e nos interligarmos com aquela realidade. O edifício deveria se conectar com aquela comunidade e ser capaz de dar voz às suas necessidades e anseios para que a transformação tivesse bases sólidas para acontecer.&#8221; completa Patrícia sócia do<a href="https://sustentarqui.com.br/tag/atelier-oreilly-architecture-partners/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Atelier O’Reilly Architecture &amp; Partners</a>.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="987" height="536" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7.jpg" alt="nova sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24568" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7.jpg 987w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-300x163.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-768x417.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-24x13.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-48x26.jpg 48w" sizes="(max-width: 987px) 100vw, 987px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="985" height="554" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8.jpg" alt="PROJETO sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24569" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8.jpg 985w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-24x13.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 985px) 100vw, 985px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="976" height="553" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6.jpg" alt="nova sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24566" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6.jpg 976w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-300x170.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-768x435.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /></figure>



<p>A  missão era trazer para o mundo da arquitetura matérias que somadas ao desenho pudessem fazer nascer o reconhecimento que aquelas pessoas buscavam. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A equipe entrou nos universos da tecnologia, arte e design para projetar de forma não impactante e com zero toxicidade.</strong></h4>



<p>Foi feita uma imersão na comunidade e vivenciado o sonho da integração e regeneração do ser. </p>



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<p>A lição aprendida foi que com nada é possível fazer tudo. Então a equipe com muito respeito ofereceu àquelas pessoas o que receberam, paz e amor. </p>



<p><strong>Projetaram então, para o Instituto o seu micro cosmos, um edifício vivo, povoado por um conteúdo visceral, cultural, tecnológico, gastronômico, ecológico, artístico e funcional.</strong></p>



<p>Criaram arquitetura, arte, mobiliário urbano e design com tecnologia digital para atender aos anseios desse Instituto que pode mudar o mundo interior de cada um de nós.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="653" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-1024x653.jpg" alt="estratégis sustentáveis do projeto" class="wp-image-24574" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-1024x653.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-300x191.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-768x490.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-24x15.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-36x23.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-48x31.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9.jpg 1235w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="570" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3.jpg" alt="árvore solar" class="wp-image-24563" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3.jpg 984w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-768x445.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-36x21.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-48x28.jpg 48w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></figure>



<p><br>O edifício já existia, era a casa do pai de Claudinho e Fabio, que aos 9 anos de idade militavam pela paz na favela, e buscavam através da música pacificar o seu entorno.</p>



<p>Cresceram junto com a casa que ia subindo os níveis para abrigar os projetos de música, alimentação vegana, tecnologia e esporte. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="986" height="556" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5.jpg" alt="INTERIOR PROJETO SUSTENTÁVEL FAVELA " class="wp-image-24565" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5.jpg 986w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-768x433.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="986" height="559" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4.jpg" alt="INTERIOR PROJETO SUSTENTÁVEL FAVELA PAZ" class="wp-image-24564" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4.jpg 986w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-300x170.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-768x435.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></figure>



<p>Eles fizeram shows, o que ganhavam investiam nos próprios projetos e cada cômodo da casa foi abrigando cada vez mais pessoas ansiosas por saber, por crescer, por aprender e por ser. </p>



<p>Hoje, este edifício onde tudo começou já não tem capacidade para atender toda a comunidade e precisa de mais, precisam voar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O projeto arquitetônico da nova sede do Instituto Favela da Paz em um terreno também doado, faz uma decodificação da “caoticidade” da realidade da casa onde hoje é o lar de todos e também o Instituto.</h4>



<p>Ele preserva a organização arquitetônica existente e de forma livre conecta oito volumes construídos em madeira desordenados através de passarelas que sobem e descem e oferecem em seu uso os programas, que desenvolvem neste núcleo de metamorfoses interpessoais, que é o Instituto Favela da Paz.</p>



<p><strong>O projeto atualmente busca parceiros de materiais e patrocínios para viabilizar a construção.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="296" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1024x296.png" alt="creditos projeto sustentável" class="wp-image-24586" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1024x296.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-300x87.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-768x222.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1536x445.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-2048x593.png 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-24x7.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-36x10.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-48x14.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Texto e imagens cortesia <a href="http://atelieroreilly.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atelier O’Reilly</a></p>



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		<title>Favela orgânica publica receitas ao ar livre nos muros da comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 23:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Hortas Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O favela orgânica é um projeto com uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e hortas em pequenos espaços. Uma iniciativa pioneira que teve origem em 2011 nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro comandado pelo olhar sensível e de Regina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a aria-label="favela orgânic (abre numa nova aba)" href="http://favelaorganica.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">favela orgânic</a>a é um projeto com uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-para-montar-uma-horta-em-casa/">hortas em pequenos espaços</a>.</p>



<p>Uma iniciativa pioneira que teve origem em 2011 nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro comandado pelo olhar sensível e de Regina Tchelly.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="780" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina.jpg" alt="Favela orgânica regina" class="wp-image-21850" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina.jpg 780w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></figure>



<p>Regina nasceu no interior da Paraíba, e mudou-se para o Rio de Janeiro em 2001. Autodidata, a paraibana, que cresceu assistindo seus pais e vizinhos aproveitando os alimentos na cozinha, passou anos, literalmente, cozinhando a ideia de fazer algo a mais com esse dom de transformar alimentos. </p>



<p>“Um dia quis tirar esse projeto dos meus sonhos e concretizá-lo, juntei algumas mães da comunidade, fizemos uma vaquinha de R$140 e realizei a minha primeira oficina. E não parei mais!”, relembra Regina Tchelly.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segundo Regina Tchelly, a grande importância do projeto Favela Orgânica é poder transformar o olhar e mostrar novos paladares às pessoas, fazendo uma boa ação para a natureza, para o bolso, para a saúde e para o mundo.</strong></h4>



<p>Tchelly tinha a ideia de publicar um livro com suas receitas desde 2013, mas com dificuldade de patrocínio decidiu democratizar o conhecimento e junto com amigos começou a pintar os muros da comunidade com desenhos de suas receitas, dando origem ao projeto <strong>“Receitas ao ar livre”.</strong></p>



<p>Segundo declaração do secretário da Associação dos Moradores da Babilônia ao Jornal O Globo, os muros onde estão os desenhos também necessitavam de uma reforma. De acordo com Adriano Paraíso, as paredes em que estão as receitas eram um lugar de despejo de lixo e entulho, o que, disse Paraíso, é frequente em outras comunidades da cidade. As pinturas, contou ele, deram outra finalidade àquele espaço, que agora não serve mais como área de descarte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muito mais que gastronomia consciente o projeto Favela Orgânica também é sobre gentileza urbana. </strong></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="853" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1.jpg" alt="receitas ao ar livre na favela" class="wp-image-21852" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1.jpg 853w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="853" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2.jpg" alt="" class="wp-image-21853" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2.jpg 853w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O Favela Orgânica lançou uma campanha de crowdfunding na plataforma Benfeitoria para poder continuar esse lindo trabalho na Babilônia e no Chapéu Mangueira. <a aria-label="Saiba como ajudar clicando aqui (abre numa nova aba)" href="https://benfeitoria.com/favelaorganica" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saiba como ajudar clicando aqui</strong></a>, e assistindo ao vídeo abaixo:</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Favela Orgânica: Ciclo do alimento e ciclo da vida" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/bpCaHSbkbmo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Fotos Facebook Favela Orgânica</p>



<h3 class="wp-block-heading">Veja também a entrevista que fizemos com a Regina Tchelly:</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRANSFORMAÇÃO SOCIAL NA FAVELA - Bate papo com REGINA TCHELLY do Favela Orgânica" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/229UxUDj31Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-video"></figure>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça a Ecovila Damanhur na Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 19:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[itália]]></category>
		<category><![CDATA[ecovila]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ecovila é uma comunidade urbana ou rural em que se vive um estilo de vida regido por práticas sustentáveis. Entre elas está a produção local e consumo de orgânicos, utilização de energia renovável, construções ecológicas, economia auto sustentável, educação e saúde integrada. Em meio a discussões sobre o planeta, escassez de recursos, crises na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Uma ecovila é uma comunidade urbana ou rural em que se vive um estilo de vida regido por práticas sustentáveis.</strong> Entre elas está a produção local e consumo de orgânicos, utilização de energia renovável, construções ecológicas, economia auto sustentável, educação e saúde integrada.</p>



<p>Em meio a discussões sobre o planeta, escassez de recursos, crises na economia e alterações climáticas, o estudo de estilos de vida alternativos e que trazem soluções para as preocupações anteriores se torna essencial. Não só é possível construir estruturas auto-suficientes como já existem exemplos bem sucedidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Na Itália existe a ecovila <a href="http://www.damanhur.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Damanhur</a>, no Vale Valchiusella, reconhecida como modelo de sociedade sustentável em 2005 pelo Fórum Global de Assentamentos Humanos das Nações Unidas.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur.jpg" alt="ecovila damanhur" class="wp-image-17050"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-2-e1522783235355.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-2-e1522783235355.jpg" alt="ecovila damanhur" class="wp-image-17062"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-1.png"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-1.png" alt="ecovila damanhur " class="wp-image-17054"/></a></figure></div>



<p>Sua construção foi possível porque seu grupo de fundadores decidiram compartilhar suas economias pessoais para que fossem erguidas as primeiras casas.</p>



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<p>Atualmente Damanhur conta com áreas florestais, áreas para agricultura e pecuária, estruturas habitacionais compartilhadas, áreas industriais e de atividades econômicas, escolas e outros espaços divididos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-horta.jpeg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-horta.jpeg" alt="ecovila damanhur horta" class="wp-image-17060"/></a></figure></div>



<p>A diversidade de atividades e serviços trazidos pelos menos mil moradores permite que a vila tenha um rendimento equivalente a 25 milhões de dólares anuais. Tudo isso na moeda local, o Crédito.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-credito.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-credito.jpg" alt="ecovila damanhur credito" class="wp-image-17052"/></a></figure></div>



<p>O regime de construção é colaborativo, são organizados mutirões, e assim nascem casas em que cabem 25 habitantes, templos e salões para turistas. Cada casa é uma comunidade e todas juntas formam uma federação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Damanhur significa “Cidade de Luz” e foi nomeada em homenagem a uma antiga cidade egípcia. Seus propósitos espirituais andam lado a lado com a pesquisa por novas tecnologias verdes.</strong></h3>



<p>Estufas e fazendas garantem a produção de alimentos tanto para consumo interno quanto para a venda em pequenos mercados para turistas e visitantes da ecovila. <strong>Boa parte da energia é alimentada por painéis fotovoltaicos, muitas das casas são sustentáveis e até se encontram carros elétricos.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-carro-eletrico.png"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur-carro-eletrico.png" alt="ecovila damanhur carro eletrico" class="wp-image-17051"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur130.jpeg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/ecovila-damanhur130.jpeg" alt="ecovila damanhur1" class="wp-image-17063"/></a></figure></div>



<p>Seus 520 hectares podem ser encontrados nos Alpes piemonteses e serve de exemplo de construção comunitária e sustentável. Percebe-se que a Federação Damanhur não abre mão da tecnologia, mas busca alternativas mais ecológicas e de menor impacto ao ambiente.</p>



<p>Fotos divulgação Ecovila Damanhur</p>



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		<title>Proposta de estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/proposta-de-estrategias-de-conforto-ambiental-em-favelas-e-premiada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 16:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Social]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta do arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro sobre&#160;estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada no LafargeHolcim Forum Student Poster Competition. A&#160;proposta de requalificação dos interstícios urbanos da Favela de Paraisópolis (São Paulo), desenvolvida como pesquisa de mestrado na FAUUSP e na Architectural Association Graduate School (Londres), sob orientação da Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Proposta do arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro sobre&nbsp;estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada no LafargeHolcim Forum Student Poster Competition.</strong></p>



<p>A&nbsp;proposta de requalificação dos interstícios urbanos da Favela de Paraisópolis (São Paulo), desenvolvida como pesquisa de mestrado na <a href="http://www.fau.usp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAUUSP</a> e na <a href="http://www.aaschool.ac.uk/STUDY/GRADUATE/graduate.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Architectural Association Graduate School</a> (Londres), sob orientação da Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves, e financiamento da <a href="http://www.fapesp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAPESP</a>,&nbsp;obteve a primeira colocação do prêmio,&nbsp;o evento foi realizado de 7 a 9 de abril em Detroit, nos Estados Unidos, pela <a href="https://www.lafargeholcim-foundation.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LafargeHolcim Foundation</a>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/eduardo-pizarro.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/eduardo-pizarro.png" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas" class="wp-image-12262"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: LafargeHolcim Foundation.</span></figcaption></figure>



<p>Sol intenso ou excesso de sombra. Muito frio ou muito calor. Vento forte ou sem ventilação: os moradores de favelas precisam, muitas vezes, conviver com extremos climáticos. Mas ao realizar uma pesquisa em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, o arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro desenvolveu algumas estratégias que podem trazer maior conforto ambiental aos moradores.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Quando baseada em estudos técnicos e ambientais, a forma de assentar tijolos e blocos traz mais ventilação ao ambiente e protege da incidência direta do sol, o que leva ao aumento da qualidade ambiental no espaço interno das residências. Para uma fachada oeste, por exemplo, o morador pode utilizar um determinado tipo de assentamento e um certo tipo de tijolo. Ao mesmo tempo, as fachadas das construções podem estimular uma série de atividades no espaço externo, como um banco retrátil, ou uma estante de compartilhamento de objetos pela comunidade “, explica Pizarro.</strong></p>
</blockquote>



<p>O arquiteto se baseou em materiais já utilizados pelos moradores, como tijolo maciço, bloco cerâmico vazado e blocos de concreto. Ele publicou, no jornal que circula na favela, um texto com <strong>“12 Passos” para os moradores aplicarem alguns desses conceitos na prática</strong>, mas uma ideia futura é produzir uma cartilha.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-tijolos.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-tijolos.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas tijolos" class="wp-image-12256"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Tipo de tijolo e o modo de assentamento podem trazer mais conforto ambiental. Foto: Eduardo Pimentel Pizarro</span></figcaption></figure>



<p>A outra proposta, um pouco mais complexa, sugere o uso de vãos livres para melhorar a circulação do fluxo de ar, além de manter a população no local sem alterar seu modo de vida. </p>



<p>Mas demandaria investimento no reforço das estruturas das construções e a gestão participativa dos moradores e do poder público. Pizarro explica que a grande maioria dos prédios tem 3 ou 4 andares. Cada pavimento, usos e acessos são independentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“A proposta é criar vãos livres em alguns pavimentos para a passagem de ventilação, acesso ao sol e criação de espaços públicos. Seria preciso deslocar os moradores ou para o andar de cima ou para a construção ao lado e tirar todas as paredes daquele pavimento”, sugere.</strong></p>
</blockquote>



<p>Segundo Pizarro, essa estratégia é uma forma de trazer mais conforto ambiental à favela, mantendo a população no local e com o mesmo modo de vida. “Alguns estudos mostram que muitos moradores, ao se mudarem para prédios de projetos de urbanização, não se acostumam e acabam retornando”, justifica.</p>



<p>O arquiteto lembra que, em Paraisópolis, apesar de ter sido iniciado um processo de regularização fundiária, as pessoas não têm a posse formal da terra e sim o usufruto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Podemos considerar esse fato como uma oportunidade para, diante de uma intervenção governamental, repensar a favela de forma participativa, envolvendo toda a população e o poder público para os benefícios serem coletivos.”</strong></p>
</blockquote>



<p>Essas são algumas das estratégias que o arquiteto desenvolveu em sua dissertação de mestrado, com método de pesquisa inédito no país, Interstícios e interfaces urbanos como oportunidades latentes: o caso da Favela de Paraisópolis, São Paulo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Interstícios urbanos</h3>



<p>A pesquisa partiu do conceito de “interstícios urbanos”. A expressão vem do inglês “spaces in-between the buildings”: trata-se de tudo aquilo que está entre os edifícios e construções, como calçadas, ruas, praças, quintais, etc.</p>



<p>O objetivo foi entender os espaços invisíveis de Paraisópolis e como esses interstícios podem ser articulados para constituir uma infraestrutura que traga benefícios ambientais, urbanos e sociais para a comunidade.</p>



<p>O objetivo final da pesquisa era o de, efetivamente, oferecer respostas propositivas à melhoria da realidade de favelas consolidadas, como é o caso de Paraisópolis.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-ventilacao.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-ventilacao.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas ventilacao" class="wp-image-12257"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Simulação do fluxo de vento: em azul locais menos ventilados; em vermelho, com mais vento. Foto: Eduardo Pimentel Pizarro</span></figcaption></figure>



<p>Entre 2013 e 2014, o arquiteto realizou visitas de campo, onde observou esses interstícios. Ele mediu temperatura, umidade e velocidade do vento em diversos pontos externos e em algumas casas (sala e quarto).</p>



<p>Na etapa analítica, e com a ajuda de softwares, ele obteve algumas simulações do que poderia ser feito para diminuir a temperatura e trazer mais conforto ambiental.</p>



<p>Para o arquiteto é preciso olhar para a favela buscando lições que poderiam ser aplicadas na cidade como um todo, mas não de modo romântico, e sim como o início de uma forma de discussão de propostas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“É possível pensar em outras formas de intervenção que não sejam os predinhos de classe média, que se costuma fazer. Seria interessante algo mais sistêmico, que não reproduza os pontos negativos do restante da cidade”, finaliza Pizarro.</strong></p>
</blockquote>



<p>A favela de Paraisópolis tem cerca de 80 hectares e, segundo as lideranças locais, possui cerca de 100 mil habitantes.</p>



<p>Mais informações: email eduardo.pizarro@usp.br, com Eduardo Pizarro</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full wp-image-22344"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="869" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2.jpg" alt="proposta de estratégias de conforto na favela2" class="wp-image-22344" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2.jpg 1280w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-1024x695.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-768x521.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-24x16.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-36x24.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-48x33.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-600x407.jpg 600w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Perspectiva da proposta</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter wp-image-22343 size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="741" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas" class="wp-image-22343" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1.jpg 1280w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-1024x593.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-768x445.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-36x21.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-48x28.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-600x347.jpg 600w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">corte da proposta</figcaption></figure>



<p>Fonte: <a href="http://jornal.usp.br/ciencias/arquiteto-desenvolve-estrategias-para-levar-maior-conforto-ambiental-a-favelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal USP</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comunidade carioca recebe geração de energia solar</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/comunidade-carioca-recebe-geracao-de-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 18:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&#160;energia solar como&#160;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar. As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&#160;promover a transição de energia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O&nbsp;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&nbsp;energia solar como&nbsp;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos<a href="https://www.facebook.com/Revolusolar/?fref=nf" target="_blank" rel="noopener"> RevoluSolar</a>.</h3>



<p>As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&nbsp;promover a transição de energia renovável para a favela.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando vim para o Brasil, vi tanto sol e tantos recursos naturais e procurei cooperativas de produção de energia renovável e não achei. Na Bélgica, somos mais de 50 mil famílias e [o sistema de cooperativas] funciona. Agora, começamos aqui no Brasil a primeira cooperativa de energia renovável&#8221;, diz o presidente da RevoluSolar, Pol Dhuyvetter, que também é dono de uma pousada e de um restaurante. Ele é belga e está há sete anos no Brasil.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10965"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Reprodução Facebook Revolusolar</span></figcaption></figure>



<p><strong>De acordo com Dhuyvetter, o objetivo para 2016 é instalar painéis em 1% das residências da Babilônia, que tem pouco mais de mil casas. Por enquanto, além das duas já instaladas, há cinco interessados na fila. Para ele, o investimento pode ser grande no início, mas compensa muito a longo prazo com o retorno do valor pago em no máximo seis anos</strong>.</p>



<p>“A primeira coisa que fazemos é ver a conta de luz para dimensionar a instalação. Na nossa moradia que tem um bar, um restaurante e uma pousada, precisamos de 24 painéis. Nosso consumo no último mês foi quase R$ 1 mil. Nós colocamos 12 painéis, que custaram R$ 21 mil, e vão suprir a metade do consumo, mais ou menos 150 kW por mês. <strong>A estimativa é que, no máximo em seis anos, temos o retorno do investimento,</strong> talvez antes. E depois temos luz de graça por 19 anos, dentro da estimativa de duração de 25 anos de uma instalação solar. Então, a estimativa de lucro é de R$ 129 mil em 25 anos. Pode ser mais se o preço da luz subir”.</p>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10962"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Divulgação</span></figcaption></figure>



<p><span style="color: #000000;">&nbsp;</span></p>



<p><span style="color: #000000;">Fonte: <a style="color: #000000;" href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/02/energia-solar-e-destaque-em-comunidade-carioca" target="_blank" rel="noopener">Portal Brasil</a></span></p>
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		<title>Casais de amigos constroem vila sustentável para morarem juntos</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/amigos-controem-vila-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2015 23:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro famílias amigas há 20 anos compraram um terreno com a&#160;ideia de morarem mais próximos e junto à&#160;natureza. Com a ajuda do arquiteto Matt Garcia construíram uma vila sustentável em frente ao Rio Llano no Texas, onde sonham em envelhecer juntos. Inspirados nos projetos sustentáveis e compactos, optaram por construir quatro cabanas individuais simples, confortáveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Quatro famílias amigas há 20 anos compraram um terreno com a&nbsp;ideia de morarem mais próximos e junto à&nbsp;natureza. </h4>



<p>Com a ajuda do arquiteto <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.mattgarciadesign.com/" target="_blank">Matt Garcia</a> construíram uma vila sustentável em frente ao Rio Llano no Texas, onde sonham em envelhecer juntos.</p>



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<p>Inspirados nos projetos sustentáveis e compactos, optaram por construir quatro cabanas individuais simples, confortáveis e de baixo impacto ambiental, mais uma&nbsp;área&nbsp;comum&nbsp;com&nbsp;espaço para cozinhar, jantar, realizarem as atividades em grupo e &nbsp;acomodar os possíveis&nbsp;hóspedes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-e1432586738342.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-e1432586738342.jpg" alt="vila sustentável" class="wp-image-8530"/></a></figure></div>



<p>As casas que custaramaproximadamente US $ 40.000 cada, tem 35 metros quadrados e&nbsp;foram customizadas internamente para atender os desejos de seus donos, todas têm um layout de estúdio de planta aberta com bastante iluminação natural e&nbsp;vistas para o rio</p>



<p>O <strong>isolamento térmico</strong> foi pensado para resistir bem ao&nbsp;clima árido texano, o revestimento de metal galvanizado reflete o sol quente do&nbsp;verão e junto com a ajuda de uma&nbsp;espuma isolante mantém as casas&nbsp;frescas, evitando o uso de climatização artificial.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-e1432586976369.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-e1432586976369.jpg" alt="vila sustentável-matt-garcia" class="wp-image-8531"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-15-e1432586921469.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-15-e1432586921469.jpg" alt="vila sustentável-matt-garcia" class="wp-image-8541"/></a></figure></div>



<p><strong>O telhado foi projetado com a inclinação adequada para coletar as águas da chuva e direcionar para&nbsp;cisternas adjacentes a cada cabana, que conseguem armazenar quase&nbsp;5&nbsp;mil litros de água.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-4-e1432587006916.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-4-e1432587006916.jpg" alt="vila sustentável-matt-garcia" class="wp-image-8534"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-13-e1432587064711.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-13-e1432587064711.jpg" alt="vila sustentável- captação de água da chuva" class="wp-image-8540"/></a></figure></div>



<p>Os revestimentos&nbsp;também seguiram o&nbsp;conceito sustentável, o&nbsp;piso de concreto polido e as paredes de madeira compensada,&nbsp;além de&nbsp;componentes estruturais são&nbsp;acabamentos atraentes o que torna desnecessário o uso de acabamentos adicionais.</p>



<p>Até os detalhes foram pensados, como nos banheiros que possuem&nbsp;ganchos e suportes para tolha e papel higiênico feitos de&nbsp;tubos de aço reaproveitados.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentávelmatt-garcia-6-e1432587126379.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentávelmatt-garcia-6-e1432587126379.jpg" alt="comunidade sustentável de amigos" class="wp-image-8536"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-12-e1432587190463.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-12-e1432587190463.jpg" alt="interior sustentável-matt-garcia" class="wp-image-8539"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-11-e1432587217920.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-11-e1432587217920.jpg" alt="interior sustentável" class="wp-image-8538"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-16-e1432587237943.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-16-e1432587237943.jpg" alt="projeto sustentávell de matt-garcia" class="wp-image-8542"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-18-e1432587171224.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-18-e1432587171224.jpg" alt="banheiro sustentável" class="wp-image-8543"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-3-e1432587257430.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/vila-sustentável-matt-garcia-3-e1432587257430.jpg" alt="móveis com tubos de aço reaproveitados." class="wp-image-8533"/></a></figure></div>



<p>Fotos: Alex Stross /Matt Garcia Design</p>



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		<title>Comunidades sustentáveis &#8211; o exemplo do Morar Carioca Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 21:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Casa Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pilares da sustentabilidade é a preocupação social, um exemplo de aplicação desse conceito em construção e urbanismo é o projeto Morar Carioca Verde&#160;executado nas comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira, que recebeu o&#160;Selo Casa Azul – Nível Ouro e o prêmio Melhores Práticas em Gestão Local, também&#160;concedido pela Caixa Econômica Federal. O projeto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um dos pilares da sustentabilidade é a preocupação social, um exemplo de aplicação desse conceito em construção e urbanismo é o projeto Morar Carioca Verde&nbsp;executado nas comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira, que recebeu o&nbsp;<a href="http://www.caixa.gov.br/sustentabilidade/produtos-servicos/selo-casa-azul/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Selo Casa Azul</a> – Nível Ouro e o prêmio Melhores Práticas em Gestão Local, também&nbsp;concedido pela Caixa Econômica Federal.</strong></p>



<p>O projeto, concluído em 2012, possui 16 unidades habitacionais e foi o segundo de habitação de interesse social a receber o “Selo Casa Azul”, antecedido pelo projeto dos Condomínios E e G do ao Complexo Paraisópolis (SP), integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (Urbanização de Favelas).&gt;</p>



<p>Segundo o presidente da CAIXA, Jorge Hereda, a prefeitura municipal tem papel importante na execução de projetos sustentáveis. Para conceder o Selo, a CAIXA analisou critérios que buscam destacar e reconhecer as iniciativas voltadas para as construções sustentáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dos itens analisados, o projeto do Chapéu Mangueira atendeu a 32 critérios da metodologia do Selo Casa Azul, obtendo assim a classificação Ouro, a mais elevada.&nbsp;<a href="http://downloads.caixa.gov.br/_arquivos/sustent/selo_casa_azul/Ficha_Selo_Chapeu_Mangueira_Babilonia.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></strong></h4>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-e1413925642320.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-e1413925642320.jpg" alt="Comunidades sustentáveis - Morar Verde Carioca" class="wp-image-6075" title="Comunidades sustentáveis - Morar Verde Carioca"/></a></figure>



<p class="has-text-align-center"></p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;</h3>



<h2 class="wp-block-heading"><span style="font-size: 1.142857143rem; line-height: 1.846153846;"><strong>Comunidades sustentáveis &#8211; Complexo Chapéu Mangueira e Babilônia:</strong><br></span></h2>



<p><strong>Para atendimento da categoria Qualidade Urbana</strong>, o projeto foi inserido em área dotada de serviços e infraestrutura, garantindo à população o acesso fácil ao comércio, escolas, transporte público, áreas de lazer, atendimento de saúde e segurança, etc. Além disso, foram realizadas obras de melhorias no entorno e recuperação de áreas ambientalmente e socialmente degradadas.</p>



<p><strong>No quesito Projeto e Conforto,</strong> a proposta utilizou materiais que garantem condições favoráveis de isolamento e ventilação, além de projeto de paisagismo, local para coleta seletiva, espaços para lazer e convívio social, aproveitando a declividade do terreno.&nbsp;Já no critério Eficiência Energética, está prevista a entrega das unidades habitacionais com lâmpadas econômicas, uso de dispositivos economizadores de energia nas áreas comuns e medição individualizada de gás para garantir a gestão do consumo.</p>



<p><strong>Visando a Conservação dos Recursos Materiais,</strong> o projeto foi elaborado dentro dos conceitos da coordenação modular, evitando o desperdício de materiais de construção. <strong>Para a redução do consumo e a gestão de água,</strong> a proposta prevê a medição individualizada de água e a utilização de bacia sanitária com duplo acionamento, além de arejadores nas torneiras e reguladores de vazão. Essas medidas podem reduzir em até 30% o consumo de água no empreendimento.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca3-e1413927536266.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca3-e1413927536266.jpg" alt="Morar Verde Carioca - SustentArqui" class="wp-image-6086"/></a></figure>



<p>Pacificadas com a presença de uma UPP, as duas comunidades foram escolhidas como projeto-piloto porque estão em área de encosta e de proteção ambiental.</p>



<p>O trabalho foi realizado em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (<a href="https://cebds.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CEBDS</a>) e com a <a href="https://nacoesunidas.org/agencia/onuhabitat/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU-Habitat</a>, a proposta da Prefeitura é que as práticas de sustentabilidade adotadas na Babilônia e no Chapéu Mangueira sejam aplicadas em larga escala em outras áreas carentes beneficiadas pelo Programa Morar Carioca, que tem o objetivo de urbanizar todas as comunidades do Rio até 2020.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-2-e1413925672709.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-2-e1413925672709.jpg" alt="Morar Verde Carioca" class="wp-image-6074"/></a></figure>



<p>O Morar Carioca Verde apesar de muito premiado, vem recebendo críticas pela sua descontinuidade.&nbsp;Esperamos que ações de sustentabilidade como essa, em comunidades de baixa renda, sejam realmente replicadas de acordo com o que foi prometido como parte do legado social das olimpíadas. Depois de construídas também devem ser mantidas e fiscalizadas.</p>



<p>Informações: <a href="http://www1.caixa.gov.br/imprensa/noticias/asp/popup_box.asp?codigo=6912006#" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caixa </a>&nbsp;&#8211; Fotos: <a href="http://www.cidadeolimpica.com.br/galeria/morar-carioca-verde-no-morro-da-babilonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cidade Olímpica</a></p>



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		<title>Comunidade Sustentável em Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2013 08:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Dubai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dubai, a cidade conhecida pelos seus modernos arranha-ceús, está construindo uma comunidade sustentável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Dubai, a cidade conhecida pelos seus modernos arranha-ceús, está construindo uma comunidade sustentável, a <a href="http://www.diamond-developers.ae/thesustainablecity/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Sustainable City</a>.</h4>
<p>O projeto conta com tecnologias avançadas, energia solar, incentivos à reciclagem. Mas também preza o social, será construído um instituto de pesquisa em engenharia sustentável, e uma “escola verde”.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai_2-e1424526704585.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7281" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai_2-e1424526704585.jpg" alt="comunidade sustentavel em Dubai" width="600" height="349"></a><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai-e1424526783484.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7279" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai-e1424526783484.jpg" alt="comunidade sustentável" width="600" height="453"></a></p>
<h4>A comunidade sustentável foi projetada pleo escritório <a href="http://www.baharash.com/blog/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Baharash Architecture</a>&nbsp;e tem previsão para ser finalizada&nbsp;em 2016.</h4>
<p>A cidade vai cobrir 46 hectares com 550 vilas residenciais, fazendas orgânicas, estabelecimentos de ensino, e 600.000 metros quadrados de painéis solares. Cada casa dentro da cidade será equipada com painéis solares, que fornecerão aos residentes 60% das suas necessidades energéticas.</p>
<p>O projeto também contará com um sistema inteligente de água que irá reduzir a demanda de água dos edifícios em 30%. As&nbsp;águas cinzas e residuais serão usadas ​​para irrigar as plantas de&nbsp;toda a cidade, e haverá também um sistema de reciclagem de resíduos e 20 fazendas orgânicas.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai_1-e1424527837931.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7280" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comunidade-sustentavel-em-Dubai_1-e1424527837931.jpg" alt="comunidade sustentável em Dubai" width="600" height="449"></a></p>
<p>Fonte e Imagens: <a href="http://inhabitat.com/dubais-sustainable-city-will-be-powered-by-600000-square-feet-of-solar-cells/baharash-architecture-dubai-sustainable-city-project-6/?extend=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inhabitat</a></p>
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