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	<title>Favela sustentável Archives - SustentArqui</title>
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	<title>Favela sustentável Archives - SustentArqui</title>
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		<title>CASACOR SP na favela: projeto inédito leva a mostra de decoração ao Jardim Colombo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 22:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CASACOR SP na favela pela primeira vez, em um projeto permanente assinado pela arquiteta Ester Carro no Jardim Colombo, zona oeste de São Paulo. A morada repaginada ganhou novos ares para abrigar o entregador de delivery Wallece Gonzaga de Souza. A parceria entre a principal mostra de decoração do país e Ester já acontece há [&#8230;]</p>
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<p>CASACOR SP na favela pela primeira vez, em um projeto permanente assinado pela arquiteta <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/ester-carro/"><strong>Ester Carro</strong> </a>no Jardim Colombo, zona oeste de São Paulo. A morada repaginada ganhou novos ares para abrigar o entregador de delivery Wallece Gonzaga de Souza.</p>



<p>A parceria entre a principal mostra de decoração do país e Ester já acontece há alguns anos. Em 2023 a arquiteta projetou <a href="https://sustentarqui.com.br/sustentabilidade-ancestralidade-e-ativismo-social-na-casa-cor-sp/">um ambiente cheio de sustentabilidade a ancestralidade, nomeado “MOTIRÕ</a>. Um estúdio de 34 m², onde apresentou no evento como é possível planejar uma casa digna e sustentável para famílias de baixa renda. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CASACOR SP na favela do Jardim Colombo</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp" alt="CASA COR NA FAVELA - CASA WALACE " class="wp-image-30334" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-768x512.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Dessa vez a arquiteta Ester Carro, ativista e presidente do Instituto Fazendinhando, está à frente da ação inédita da CASACOR São Paulo 2024. Pe<strong>la primeira vez, a mostra tem um espaço permanente, uma casa de verdade, na favela do Jardim Colombo, parte do Complexo de Paraisópolis</strong>, zona oeste de São Paulo, onde o Fazendinhando já realizou a reforma de mais de 280 ambientes da comunidade.</p>



<p><strong>“De presente, o agora”, é o tema deste ano, e Ester, decidiu evidenciar as realidades das pessoas que moram na comunidade. Pois, nada mais ancestral do que fazer uma análise sociológica de um passado desigual para a compreensão das mazelas contemporâneas.</strong> Mas, agora, a arquiteta reverte a história ao empoderar e protagonizar as potências existentes no Jardim Colombo.</p>



<p>Ester fez o projeto de reforma da casa do Wallece Gonzaga de Souza, um entregador de delivery, de 33 anos, que mora em uma área de 7,3 m2 e tem como instrumento de trabalho uma bicicleta.</p>



<p>Sendo entregador de delivery, Ester quis evidenciar a realidade dos trabalhadores que sempre estão servindo outras pessoas e não são humanizados nesta cadeia. Antes da repaginação, a casa do Wallece não tinha cozinha, lavanderia, nem o essencial: um banheiro.</p>



<p>No passado, ele também já foi morador de rua, e se refugiava no Parque Fazendinha, quando ainda era um lixão. A área onde mora foi comprada com o auxílio de sua mãe, Maura, que é diarista, e pediu para a sua empregadora um empréstimo para comprar o espaço, anteriormente, um barzinho.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong>“É uma ação inédita, por ser a primeira vez que o espaço é feito para uma pessoa<br>real, em uma favela e que ficará em pé após a exibição da mostra, deixando um<br>legado real e concreto. Os parceiros e fornecedores abraçaram a novidade e toparam<br>continuar com o fornecimento permanente dos materiais, o apoio deles foi essencial<br>para que Wallece recebesse uma casa reformada e definitiva”, explica Ester Carro.</strong></p></blockquote></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Como presidente do Fazendinhando, Ester teve no apoio da reforma a participação das Fazendeiras, mulheres que receberam capacitação na construção civil, e atuaram na parte da pintura. A casa ganhou uma ampliação vertical de 1,2 m de altura, para abrigar o novo  mobiliário. </h4>



<p>“Fizemos uma cama elevada para ganhar um mezanino e permitir mais espaço. Na parte de baixo, Wallece recebeu um guarda-roupa e um armário de cozinha e, além disso, ganhou uma bancada, uma geladeira, um cooktop, microondas e também um banheiro do outro lado da casa, espaço essencial para dignificar a moradia”, destaca a arquiteta.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30332" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-683x1024.webp" alt="CASA WALACE" class="wp-image-30332" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-683x1024.webp 683w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-200x300.webp 200w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-768x1152.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1.webp 864w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30336" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-683x1024.webp" alt="ARQUITETURA SOCIAL NA FAVELA" class="wp-image-30336" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-683x1024.webp 683w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-200x300.webp 200w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-768x1152.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE.webp 864w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30333" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-30333" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-1024x683.webp 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-768x512.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2.webp 1210w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: André Del Casalle/CASACOR</figcaption></figure>
</figure>



<p>&#8220;Fiquei muito feliz. Recebi uma reforma dentro da minha casa, e eu não tinha banheiro. E uma pessoa sem banheiro fica sem dignidade, né? Tem que ter no mínimo esse ambiente para atender as ecessidades primordiais”, celebra Wallece.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A iluminação e a ventilação também foram modificadas, pois não estavam adequadas ao espaço, e novos revestimentos foram aplicados. </strong></h4>



<p>Wallece também ganhou um grafite de Juninho, artista da região, recebendo uma morada remodelada para ter acesso a um maior conforto e dignidade no seu lar. Na parte externa, o layout ainda apresenta uma pequena horta vertical e o destaque da cor azul.</p>



<p><br>Para Dario Nascimento, proprietário da Rennove, empresa de gerenciamento e execução de obras que está atuando em parceria com CASACOR São Paulo, alinhar o projeto de arquitetura e engenharia foi um desafio devido ao espaço. “Não compatibilizamos nada para ser o melhor possível”, afirma ele, complementando que uma moradia digna proporciona elevação da autoestima, condições estas que todos deveriam ter.</p>



<p><br><strong>A ação da Ester Carro também protagoniza todos os moradores da comunidade, inserindo-os em todos os processos: desde a reforma, a intervenção artística e as fotografias oficiais do ambiente 70o da mostra.</strong></p>



<p>A inauguração da Casa do Wallece acontece no dia 11 de julho, mas para quem estiver passando pelo Conjunto Nacional, na avenida Paulista, poderá conhecer o projeto por meio de uma instalação inserida na saída do trajeto da CASACOR.</p>



<p><strong>A residência dele estará disponível para visitação e visitas guiadas durante o período da CASACOR São Paulo a partir do dia 12 de julho.</strong></p>



<p>Os fornecedores e parceiros aliados no processo foram Tintas Coral, Portinari, Deca, Eternit, Elettromec, Sleep Solutions, Lyor, Papelão Joia e Duratex.</p>



<p>A vidraçaria foi feita por Vitraltec Vidraçaria e Esquadrias, a marcenaria pelo Estúdio Buriti, a marmoraria por JL Mármores e Granitos e a execução de obras pela Rennove Obras e Reformas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30334" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp" alt="CASA COR NA FAVELA - CASA WALACE" class="wp-image-30334" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-768x512.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p><strong>CASACOR apoia o Fazendinhando desde 2020 e agora abraça o desejo de materializar de maneira permanente a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/arquitetura-social/">arquitetura social </a>defendida por Ester Carro na edição de 2024.</strong></p>



<p>SERVIÇO — CASACOR São Paulo 2024<br>Onde: Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, 2073<br>Quando: de 21 de maio a 28 de julho de 2024<br></p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Sobre Ester Carro — <a href="https://www.instagram.com/ster.carro/">@ster.carro</a> </strong></h3>



<p>Destaque Forbes Under 30 (2023) na categoria design (arquitetura e urbanismo), doutoranda no programa de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie (PPGAU-FAU Mack), mestra em projeto, produção e gestão do espaço urbano (2019) com ênfase em planejamento urbano pela Fiam-Faam, especialista em Urbanismo Social (2021) pelo Insper e em Habitação e Cidade (2021) pela Escola da Cidade.</p>



<p>Desde 2017 é presidente do Fazendinhando, instituto de transformação territorial, socioambiental e cultural que atua em favelas, em especial no lugar em que nasceu e cresceu, o Jardim Colombo, premiado em 2021 pelo IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil — São Paulo) na categoria de urbanismo, planejamento e cidades e em 2023 com o Prêmio de Responsabilidade Socioambiental da Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo. É também colunista na plataforma Caos Planejado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Fazendinhando</strong> &#8211; <strong><a href="https://www.instagram.com/fazendinhando/">@fazendinhando</a></strong></h3>



<p>O Fazendinhando surgiu no final de 2017 com a missão de transformar um lixão em parque, já que a comunidade não possuía nenhuma área verde comum, dando início à construção do Parque Fazendinha. O parque, ainda em obras, proporciona, além da área de convivência, atividades aos moradores.</p>



<p>Com a chegada da pandemia, as obras e atividades tiveram que parar respeitando o isolamento social e o movimento deu início às ações de suporte às famílias diante da situação de vulnerabilidade de muitas delas. </p>



<p>Foi também em meio a tantos desafios impostos pela pandemia que novos projetos surgiram, como o Fazendeiras, que capacita as mulheres do Jardim Colombo e de outras comunidades para atuação na gastronomia, artesanato e construção civil.</p>



<p>Ainda nessa época, o Fazendolar, que realiza reformas em moradias precárias situadas em territórios periféricos desde 2017, também ganhou força nas reformas, inclusive utilizando a própria casa das Fazendeiras como o aprendizado prático em suas capacitações. </p>



<p>As ações acontecem de forma coletiva, com apoio da sociedade civil, iniciativas privadas e estudantes de diferentes áreas que contribuem efetivamente nos mutirões e/ou doações de materiais de construção civil.</p>



<p>Dessa forma, o movimento Fazendinhando se fortalece e passa a ter três projetos fundamentais: Fazendinha, Fazendeiras e Fazendolar.<br><a href="https://www.fazendinhando.org/">https://www.fazendinhando.org/</a></p>



<p></p>
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		<title>Moradia Semente Eco Sustentável da ONG TETO é entregue em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ONG TETO Brasil, organização com atuação em comunidades precárias, em parceria com as empresas Fuplastic, Amanco Wavin e a ONG Biosaneamento, entrega a primeira Moradia Semente Eco Sustentável. Com a retirada de duas toneladas de lixo da natureza, a casa feita de blocos de plástico reciclado foi erguida em 15 horas. A construção atende [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ONG <a href="https://teto.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TETO Brasil</a>,  organização com atuação em comunidades precárias, em parceria com as empresas Fuplastic, Amanco Wavin e a ONG Biosaneamento, entrega a primeira Moradia Semente Eco Sustentável. </p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<p><strong>Com a retirada de duas toneladas de lixo da natureza, a casa feita de blocos de plástico reciclado foi erguida em 15 horas. </strong></p>



<p>A construção atende a uma família da comunidade Porto de Areia, em Carapicuíba (SP), local fundado por catadores de lixo reciclável, onde a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/ong-teto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ONG TETO</strong></a> atua há mais de 7 anos. Esta é a primeira de 1000 moradias que os parceiros querem construir no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1024x683.jpg" alt="casa sustentável ONG TETO" class="wp-image-29533" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Essa moradia é o projeto piloto na versão mais sustentável da Moradia Semente, projeto premiado da TETO Brasil lançado no início deste ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>As Moradias Sementes Eco Sustentável são projetadas para atender famílias em situação de hipervulnerabilidade</strong>, substituindo barracos feitos de lona e madeirite por um abrigo de 27 m², que, além de portas e janelas – em parceria com Esquadrisul – , oferece espaço para três cômodos, incluindo banheiro, instalação hidráulica e instalação elétrica.</h4>



<p>Os blocos de plástico dos quais é feita a Moradia Semente Eco Sustentável foram desenvolvidos pela Fuplastic. </p>



<p>O telhado também é feito de material 100% reciclável, que, neste caso, são caixinhas de leite, de suco e de creme dental. </p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/embalagens-se-transformam-em-telhas-recicladas-para-ong/"><strong>Leia também: Embalagens de suco se transformam em telhas recicladas que serão doadas para ONG</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="706" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-1024x706.jpg" alt="moradia semente eco TETO" class="wp-image-29529" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-1024x706.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-300x207.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1-768x529.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Já a entrega contou ainda com uma solução de <a href="https://sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">captação de água da chuva</a>, placas de energia solar e materiais da marca Amanco Wavin que foram utilizados em toda instalação hidráulica (esgoto e água fria), nas calhas de captação de águas pluviais e em toda a linha de eletrodutos rígidos e seus complementares para instalação elétrica.</p>



<p>A <a href="https://associacaobiosaneamento.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ONG Biosaneamento</strong></a> atuou com o fornecimento e instalação de um sistema para tratamento dos esgotos. O sistema é composto de um<a href="https://sustentarqui.com.br/como-fazer-um-biodigestor-passo-a-passo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>biodigestor</strong></a> e uma vala de infiltração do efluente.</p>



<p>“<strong>Proporcionar uma moradia sustentável que assegure conforto e segurança às pessoas em situação de vulnerabilidade é uma iniciativa que temos orgulho de apoiar.</strong> Este trabalho se conecta com os pilares do nosso propósito para melhor saneamento e higiene, contribuindo para a construção de cidades mais resilientes ao clima, a partir de soluções eficientes e inovadoras”. Afirma Glaucia Faria, Gerente de Sustentabilidade da Amanco Wavin.</p>



<p>A construção leva mais segurança e dignidade às famílias de moradores da comunidade. Como é o caso da Rejane Alves de Souza, de 45 anos. Mãe de 9 filhos e avó de 12 netos, que, por conta de uma artrose na lombar, perdeu seu emprego e se viu na necessidade de ir morar em Porto de Areia. </p>



<p>Ela ajudou a construir sua nova moradia junto com a TETO, em busca de mais estabilidade para cuidar da família.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="753" data-id="29531" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-1024x753.jpg" alt="ONG TETO casa sustentável" class="wp-image-29531" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-1024x753.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-300x221.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3-768x564.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29530" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-1024x683.jpg" alt="Moradia Semente Eco Sustentável da ONG TETO é entregue em SP" class="wp-image-29530" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Moradia-Semente-Eco-Sustentavel-da-ONG-TETO-e-entregue-em-SP-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">“A Moradia Semente Eco Sustentável é o projeto mais completo e robusto da TETO Brasil. Isso porque, além do impacto social que uma moradia, mesmo que emergencial, sempre tem na vida das pessoas que estão em situação de hipervulnerabilidade, é um projeto com um significativo impacto ambiental. Especialmente importante porque as favelas são os locais mais atingidos pelos efeitos da crise climática, como as inundações e as fortes chuvas”, explica Lucas Borges, gestor da TETO Brasil em São Paulo.</h3>



<p>Ao apoiar o projeto da Moradia Semente Eco Sustentável, voluntários, doadores e parceiros, como a Amanco Wavin, Biosaneamento e a Fuplastic, também ajudam no alcance de 11 dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) pautados pela ONU (Organização das Nações Unidas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Parceria</h2>



<p>A parceria entre a TETO Brasil e Amanco Wavin é consolidada e já beneficiou centenas de famílias por meio do fornecimento de produtos em construções e com a realização de dois voluntariados corporativos presenciais nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Paraná.  Incluindo a construção de 21 sistemas de tratamentos em São Paulo, com aproximadamente 60 pessoas impactadas, de captadores de águas de chuva em comunidade com aproximadamente 850 famílias em Nova Esperança, no Paraná, e a construção de oito banheiros para cinco famílias em Goiânia, além da expansão de rede de distribuição de água com um impacto de mais de 350 pessoas no estado de Minas Gerais, na comunidade de Candeeiro e Vila Esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a TETO Brasil</h2>



<p>Trabalha pela construção de um país justo. Em associação com a organização internacional TECHO, presente em 18 países da América Latina, atua há 15 anos no Brasil, mobilizando voluntários e voluntárias para trabalhar lado a lado de moradores em comunidades precárias de diferentes Estados. O resultado são soluções concretas e emergenciais que proporcionam melhorias nas condições de moradia e habitat destes territórios.</p>



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		<title>PRESERVAR, RECICLAR E ZELAR: A importância de políticas públicas ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ester Carro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas [&#8230;]</p>
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<p><strong>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as</strong> <strong>consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas ambientais que auxiliem em programas de reciclagem e manutenção de áreas urbanas livres.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite>“A cidade segrega e expele – quem ela não quer lá dentro, ela joga para a favela, para a periferia, para as bordas e, lá nas bordas, essa coisa vai se resolver, como se fosse um fermento, vai tendo uma compostagem nas bordas e que não vai virar mangue. Essa cidade é um organismo monstruoso.” Ailton Krenak</cite></blockquote>



<p>Os espaços livres existentes nas favelas de São Paulo, são escassos, geralmente com o solo intraurbano impermeabilizado e elevada densidade construtiva. Apresentam-se com baixa qualidade, ausência de arborização e mobiliário urbano, baixa atratividade de uso, poucas calçadas e, mesmo as existentes, são extremamente pequenas, dificultando o acesso, grande parte das ruas, vielas e lajes. Muitos constituem vazios urbanos degradados, com escassez de opções de lazer e condições precárias de saneamento.</p>



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<p>Existe uma apropriação dos espaços livres públicos restantes, seja dos poucos canteiros ou calçadas, de forma improvisada pelos moradores, servindo como meio de estar e ficar, para atividades do ócio, conversas e troca de relação devido à ausência de qualquer espaço adequado ao convívio.</p>



<p>Na <a href="https://www.fazendinhando.org/jardim-colombo"><strong>Fazendinha,</strong> antigo lixão situada na favela do Jardim Colombo</a> em São Paulo, por exemplo, percebe-se que a participação está mudando a relação dos moradores com o futuro parque; se antes a área era vista por muitos como um lugar de ninguém, passa, agora, a ser vista por cada um como o seu lugar e, as pessoas tenderão a zelar por ele. (figura 01)</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png" alt="A importância de políticas públicas ambientais - Favela fazendinha" class="wp-image-28618" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-300x200.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-768x512.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1536x1024.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 1: Parque Fazendinha, Jardim Colombo, São Paulo – SP &#8211; Fonte: Kamilla Bianca</span></figcaption></figure>



<p>Os espaços vazios são formados por vielas, ruas, áreas verdes, quintais, escadarias, encostas, etc. E os espaços cheios, em sua maioria, ocupados por moradias com uma densidade demográfica alta, ou seja, muitas pessoas por metro quadrado.</p>



<p>O sistema viário é constituído pelos percursos realizados apenas por pedestres, conhecidas como vielas. Essas vielas, muitas vezes em forma de escadarias adentram em locais muito acidentados, difíceis de serem vencidos por outro tipo de locomoção e são, sem exceção, muito estreitas. Quando estão presentes, as calçadas descontínuas, além de disputadas pelo comércio ambulante e pelos veículos.</p>



<p>Percebe-se que os terrenos subutilizados se tornam depósitos de grande quantidade de lixo e entulho; a coleta seletiva da Prefeitura é irregular, bem como a manutenção desses espaços dentro das favelas, o que ocasiona incêndios. </p>



<p>Outro problema gerado pela presença de detritos nos terrenos abandonados ocorre nas épocas de chuva, quando a enxurrada pode carregá-los contribuindo com o entupimento de bueiros e assoreamento do córrego próximo, provocando alagamentos na região.</p>



<p><strong>De acordo com dados do IBGE (2011) os resíduos sólidos representam um dos mais importantes subprodutos da vida nas cidades, destacando-se, junto com os gases do efeito estufa, entre os principais causadores de impactos ambientais oriundos da industrialização e urbanização. </strong></p>



<p>Mais de 3.300 municípios utilizam destinações inadequadas para os resíduos sólidos urbanos, sendo que os vazadouros a céu aberto (“lixões”) são empregados por 50,8% dos municípios no Brasil.</p>



<p>Recentemente o jornal New York Times (2022) publicou uma matéria contextualizando a problemática dos grandes lixões clandestinos e aterros sanitários, dentre eles o Senegal que está inundado com os resíduos plásticos de outros países, assim como com os seus próprios. </p>



<p>Em Mbeubeuss (figura 02), mais de 2.000 catadores de lixo, ganham a vida encontrando, preparando e transportando os resíduos para reciclagem, essa economia informal é que sustenta milhares de famílias senegalesas.</p>



<p>O Senegal é apenas um dos muitos países que tentam limpar, formalizar o sistema de eliminação de resíduos e adotar a reciclagem em maior escala. Até 2023, diz a União Africana, o objetivo é que 50% dos resíduos utilizados nas cidades africanas sejam reciclados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1016" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg" alt="A importância de políticas públicas ambientais - lixão" class="wp-image-28619" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-300x298.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-150x150.jpeg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-768x762.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 2: Aterro sanitário em Mbeubeuss, Senegal &#8211; Foto: Finbarr O´Reilly</span></figcaption></figure>



<p>Nas comunidades indígenas revela-se a importância da demarcação da terra indígena para a preservação dos recursos naturais, da identidade, tradições, culturas, para a cura e a produção de alimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na aldeia Tenondé não tinha mais nada, não tinha milho guarani, não tinha essa diversidade de batatas e agora podemos ter tudo isso e podemos envolver os alunos que estão na aldeia e mostrar a eles que dá para ir à roça, preparar a terra, depois plantar, depois colher, depois comer, porque aqui é o território deles. Temos tempo para ensinar, temos tempo para comer juntos. Tudo isso é importante porque, para nós, o futuro é indígena.</p>



<p>Para a terra indígena quando não tem terra, tudo fica perdido, muitas coisas ruins começam a acontecer na aldeia. O envolvimento dos jovens com drogas e bebida alcoólica é facilitado, assim como a desorganização social e a questão da fome, porque não tem espaço para plantar. Quando temos terra demarcada, o nosso trabalho, a nossa preocupação, é trabalhar pela sustentabilidade, pela autonomia alimentar e, principalmente, pela natureza, pela água limpa, pelos bichos e pelos animais, entre os quais alguns podemos comer de vez em quando e outros, não – enfim, trabalhamos por tudo aquilo que fortalece a concepção de vida guarani nesta terra.” JERÁ GUARANI, Habitar o Antropoceno, p. 12.</p>
</blockquote>



<p><br>A legislação ambiental brasileira é uma das mais bem elaboradas, mas com áreas “preservadas” que se encontram sem utilização, fechadas e muitas ao final estão à mercê do mercado imobiliário, com construções para a classe média-alta expandindo-se de maneira inconsequente e indiferente as reais necessidades da sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">É urgente o desenvolvimento de políticas públicas ambientais com planos de lei para a preservação e manutenção das poucas áreas livres urbanas existentes, de territórios indígenas e áreas verdes com ações de recuperação de áreas degradadas.</h2>



<p><br>Destaca-se a importância de planos ou projetos participativos, que tenham como base a parceria e a partilha de poder de decisão, construindo-se coletivamente cronogramas e estratégias de ações combinadas, seguem abaixo algumas diretrizes de conscientização e participação popular:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Envolver os moradores de cada territór</strong>i<strong>o, no desenvolvimento de projetos ambientais </strong>desde o princípio para que participem nos processos de tomada de decisões e melhor gerirem as áreas identificadas e mapeadas por órgãos públicos;</li>



<li><strong>Organizar um grupo da comunidade e selecionar guardiãs</strong> de preferência aqueles que apresentam alta pré-disposição em participar, solicitando a dedicação de no mínimo 6 horas semanais para monitorarem o desenvolvimento das ações;</li>



<li><strong>Realizar oficinas e encontros para debates e discussões</strong> afim de criar elos de confiança e fortalecimento do grupo;</li>



<li><strong>Promover cursos de capacitação de educação ambiental</strong>, jardinagem, manutenção do espaço livre urbano, ferramentas práticas para analisar a qualidade da água, gestão de resíduos, além da criação de jardins flutuantes e hortas comunitárias;</li>



<li><strong>Estimular a relação de proximidade entre a população e os espaços livres</strong>, explorando-se o potencial paisagístico e características da flora que são benéficas à população como sombra, frutos, propriedades medicinais, beleza e convite à brincadeira.<br></li>
</ul>



<p><strong>Preservar a terra é sobreviver, é criar relações comunitárias e participativas, é pensar em outras possibilidades de construir e habitar, é diminuir a segregação que as grandes cidades instauraram, diminuir muros e criar conexões que potencialize a mobilidade e a integração social das áreas levando em consideração as necessidades de cada território.</strong></p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Ester Carro &#8211; Arquiteta e ativista urbana</p>
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		<title>Projeto da nova sede do Instituto Favela da Paz pretende integrar ainda mais a comunidade</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/projeto-da-nova-sede-do-instituto-favela-paz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 12:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura brasileira sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Atelier O´Reilly Architecture & Partners]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto doado para a nova sede do Instituto Favela da Paz pretende decodificar a “caoticidade” do antigo espaço e integrar ainda mais a comunidade. O Instituto tem mais de 25 anos de existência, é um espaço cultural dentro da favela localizada no Jardim Ângela, na região sul da cidade de São Paulo (SP). &#8220;Projetar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Projeto doado para a nova sede do Instituto Favela da Paz pretende decodificar a “caoticidade” do antigo espaço e integrar ainda mais a comunidade.</p>



<p>O Instituto tem mais de 25 anos de existência, é um espaço cultural dentro da favela localizada no Jardim Ângela, na região sul da cidade de São Paulo (SP).</p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Projetar o edifício do Instituto da Favela da Paz, uma causa tão nobre, nos encheu de perspectivas e abriu novos horizontes na arte da arquitetura que tem como objeto central abrigar pessoas em um espaço criado por pessoas. Seres que habitam o mesmo endereço no cosmos.&#8221; Afirma a arquiteta Patrícia O´Reilly, uma das idealizadoras do projeto.</p>
</blockquote>



<p>Para que o projeto fosse completo, ele deveria atender as expectativas deste Instituto tão singular. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Precisávamos ir além e nos interligarmos com aquela realidade. O edifício deveria se conectar com aquela comunidade e ser capaz de dar voz às suas necessidades e anseios para que a transformação tivesse bases sólidas para acontecer.&#8221; completa Patrícia sócia do<a href="https://sustentarqui.com.br/tag/atelier-oreilly-architecture-partners/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Atelier O’Reilly Architecture &amp; Partners</a>.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="987" height="536" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7.jpg" alt="nova sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24568" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7.jpg 987w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-300x163.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-768x417.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-24x13.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-7-48x26.jpg 48w" sizes="(max-width: 987px) 100vw, 987px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="985" height="554" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8.jpg" alt="PROJETO sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24569" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8.jpg 985w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-24x13.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-8-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 985px) 100vw, 985px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="976" height="553" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6.jpg" alt="nova sede do Instituto Favela da Paz" class="wp-image-24566" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6.jpg 976w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-300x170.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-768x435.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-6-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /></figure>



<p>A  missão era trazer para o mundo da arquitetura matérias que somadas ao desenho pudessem fazer nascer o reconhecimento que aquelas pessoas buscavam. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A equipe entrou nos universos da tecnologia, arte e design para projetar de forma não impactante e com zero toxicidade.</strong></h4>



<p>Foi feita uma imersão na comunidade e vivenciado o sonho da integração e regeneração do ser. </p>



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<p>A lição aprendida foi que com nada é possível fazer tudo. Então a equipe com muito respeito ofereceu àquelas pessoas o que receberam, paz e amor. </p>



<p><strong>Projetaram então, para o Instituto o seu micro cosmos, um edifício vivo, povoado por um conteúdo visceral, cultural, tecnológico, gastronômico, ecológico, artístico e funcional.</strong></p>



<p>Criaram arquitetura, arte, mobiliário urbano e design com tecnologia digital para atender aos anseios desse Instituto que pode mudar o mundo interior de cada um de nós.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="653" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-1024x653.jpg" alt="estratégis sustentáveis do projeto" class="wp-image-24574" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-1024x653.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-300x191.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-768x490.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-24x15.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-36x23.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9-48x31.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-9.jpg 1235w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="570" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3.jpg" alt="árvore solar" class="wp-image-24563" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3.jpg 984w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-768x445.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-36x21.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-3-48x28.jpg 48w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></figure>



<p><br>O edifício já existia, era a casa do pai de Claudinho e Fabio, que aos 9 anos de idade militavam pela paz na favela, e buscavam através da música pacificar o seu entorno.</p>



<p>Cresceram junto com a casa que ia subindo os níveis para abrigar os projetos de música, alimentação vegana, tecnologia e esporte. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="986" height="556" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5.jpg" alt="INTERIOR PROJETO SUSTENTÁVEL FAVELA " class="wp-image-24565" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5.jpg 986w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-768x433.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-5-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="986" height="559" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4.jpg" alt="INTERIOR PROJETO SUSTENTÁVEL FAVELA PAZ" class="wp-image-24564" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4.jpg 986w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-300x170.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-768x435.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/nova-sede-do-Instituto-Favela-Paz-_-4-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></figure>



<p>Eles fizeram shows, o que ganhavam investiam nos próprios projetos e cada cômodo da casa foi abrigando cada vez mais pessoas ansiosas por saber, por crescer, por aprender e por ser. </p>



<p>Hoje, este edifício onde tudo começou já não tem capacidade para atender toda a comunidade e precisa de mais, precisam voar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O projeto arquitetônico da nova sede do Instituto Favela da Paz em um terreno também doado, faz uma decodificação da “caoticidade” da realidade da casa onde hoje é o lar de todos e também o Instituto.</h4>



<p>Ele preserva a organização arquitetônica existente e de forma livre conecta oito volumes construídos em madeira desordenados através de passarelas que sobem e descem e oferecem em seu uso os programas, que desenvolvem neste núcleo de metamorfoses interpessoais, que é o Instituto Favela da Paz.</p>



<p><strong>O projeto atualmente busca parceiros de materiais e patrocínios para viabilizar a construção.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="296" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1024x296.png" alt="creditos projeto sustentável" class="wp-image-24586" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1024x296.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-300x87.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-768x222.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-1536x445.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-2048x593.png 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-24x7.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-36x10.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/05/creditos-finais-48x14.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Texto e imagens cortesia <a href="http://atelieroreilly.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atelier O’Reilly</a></p>



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		<title>Favela orgânica publica receitas ao ar livre nos muros da comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 23:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Hortas Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O favela orgânica é um projeto com uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e hortas em pequenos espaços. Uma iniciativa pioneira que teve origem em 2011 nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro comandado pelo olhar sensível e de Regina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a aria-label="favela orgânic (abre numa nova aba)" href="http://favelaorganica.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">favela orgânic</a>a é um projeto com uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-para-montar-uma-horta-em-casa/">hortas em pequenos espaços</a>.</p>



<p>Uma iniciativa pioneira que teve origem em 2011 nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro comandado pelo olhar sensível e de Regina Tchelly.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="780" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina.jpg" alt="Favela orgânica regina" class="wp-image-21850" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina.jpg 780w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-regina-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></figure>



<p>Regina nasceu no interior da Paraíba, e mudou-se para o Rio de Janeiro em 2001. Autodidata, a paraibana, que cresceu assistindo seus pais e vizinhos aproveitando os alimentos na cozinha, passou anos, literalmente, cozinhando a ideia de fazer algo a mais com esse dom de transformar alimentos. </p>



<p>“Um dia quis tirar esse projeto dos meus sonhos e concretizá-lo, juntei algumas mães da comunidade, fizemos uma vaquinha de R$140 e realizei a minha primeira oficina. E não parei mais!”, relembra Regina Tchelly.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segundo Regina Tchelly, a grande importância do projeto Favela Orgânica é poder transformar o olhar e mostrar novos paladares às pessoas, fazendo uma boa ação para a natureza, para o bolso, para a saúde e para o mundo.</strong></h4>



<p>Tchelly tinha a ideia de publicar um livro com suas receitas desde 2013, mas com dificuldade de patrocínio decidiu democratizar o conhecimento e junto com amigos começou a pintar os muros da comunidade com desenhos de suas receitas, dando origem ao projeto <strong>“Receitas ao ar livre”.</strong></p>



<p>Segundo declaração do secretário da Associação dos Moradores da Babilônia ao Jornal O Globo, os muros onde estão os desenhos também necessitavam de uma reforma. De acordo com Adriano Paraíso, as paredes em que estão as receitas eram um lugar de despejo de lixo e entulho, o que, disse Paraíso, é frequente em outras comunidades da cidade. As pinturas, contou ele, deram outra finalidade àquele espaço, que agora não serve mais como área de descarte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muito mais que gastronomia consciente o projeto Favela Orgânica também é sobre gentileza urbana. </strong></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="853" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1.jpg" alt="receitas ao ar livre na favela" class="wp-image-21852" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1.jpg 853w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-1-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="853" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2.jpg" alt="" class="wp-image-21853" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2.jpg 853w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/favela-orgânica-2-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O Favela Orgânica lançou uma campanha de crowdfunding na plataforma Benfeitoria para poder continuar esse lindo trabalho na Babilônia e no Chapéu Mangueira. <a aria-label="Saiba como ajudar clicando aqui (abre numa nova aba)" href="https://benfeitoria.com/favelaorganica" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saiba como ajudar clicando aqui</strong></a>, e assistindo ao vídeo abaixo:</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Favela Orgânica: Ciclo do alimento e ciclo da vida" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/bpCaHSbkbmo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Fotos Facebook Favela Orgânica</p>



<h3 class="wp-block-heading">Veja também a entrevista que fizemos com a Regina Tchelly:</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRANSFORMAÇÃO SOCIAL NA FAVELA - Bate papo com REGINA TCHELLY do Favela Orgânica" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/229UxUDj31Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-video"></figure>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Horta na Laje:  Projeto incentiva produção sustentável de alimentos em Paraisópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 20:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Hortas Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais famosa favela da capital paulista vai ficar mais verde! Recentemente foi inaugurado o Projeto Horta na Laje em&#160;Paraisópolis, que incentiva o plantio de alimentos pelos moradores.&#160; A iniciativa conta com o apoio da Associação das Mulheres de Paraisópolis, do Instituto Escola do Povo e da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A mais famosa favela da capital paulista vai ficar mais verde! Recentemente foi inaugurado o Projeto Horta na Laje em&nbsp;Paraisópolis, que incentiva o plantio de alimentos pelos moradores.&nbsp;</strong></p>



<p>A iniciativa conta com o apoio da Associação das Mulheres de Paraisópolis, do Instituto Escola do Povo e da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, em parceria com o INSTITUTO STOP HUNGER, e prevê a capacitação e o <strong>empoderamento de jovens e mulheres</strong> em técnicas de plantio no vaso, para que possam desenvolvê-las em suas casas, com o objetivo de garantir uma <strong>alimentação mais saudável</strong> para consumo e a segurança alimentar das famílias da comunidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/10-hortas-urbanas-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;10 Hortas urbanas que fazem parte da cidade de São Paulo&nbsp;</a></h4>



<p>Mais do que trabalhar no combate à fome e à má nutrição, o projeto HORTA NA LAJE pretende dar a oportunidade para que as pessoas desenvolvam habilidades para plantar, cuidar e semear horta em vaso e/ou em espaços adaptados, estimulando através da educação ambiental, a criação de pequenos espaços verdes dentro das lajes, de interação e de lazer.</p>



<p><strong>A ideia é fazer de Paraisópolis um modelo de comunidade sustentável, referência nacional no campo de produção e disseminação de conhecimentos ligados à inovação social e sustentabilidade, </strong>mediante a realização de iniciativas que garantam integração entre as gerações, autonomia, empoderamento, auto realização e participação ativa de comunidades em seu contexto socioeconômico e cultural.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/5-exemplos-de-hortas-urbanas-pelo-mundo/">Veja também:&nbsp;Conheça cinco hortas urbanas inspiradoras pelo mundo</a></h4>



<p>A ação propõe estimular a consciência cívica e a responsabilidade social dos cidadãos, assim como subsidiá-los com fundamentação teórica e conhecimentos técnicos, a fim de capacitá-los como agentes multiplicadores e facilitadores de controle socioambiental, tendo como modelo e inspiração o Programa Hortaliças.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outro benefício&nbsp;<span style="font-size: 1rem;">do projeto Horta na Laje, dentro da vertente ambiental, é a absorção da radiação ultravioleta, dióxido de carbono e a redução do impacto da água de chuva e seu escorrimento superficial, assim como promoção da natureza dentro da comunidade.</span></h4>



<p>O Instituto STOP Hunger tem em sua missão se tornar uma força de liderança no combate à fome e à má nutrição, no país, e busca com esse projeto expandir o <strong>Programa Hortaliças</strong> criado da parceria com a UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” – UNESP.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Veja o vídeo que conta um pouco mais sobre o Projeto Horta na Laje:</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/3Ky_-EmywE0?si=6O-DzWH2NMXDoYTm
</div></figure>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="http://paraisopolis.org/projeto-leva-hortas-para-lajes-de-paraisopolis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">paraisopolis.org&nbsp;</a>e <a href="http://br.stop-hunger.org/home/nossas-acoes/horta-na-laje.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stop Hunger</a></p>
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		<title>Proposta de estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/proposta-de-estrategias-de-conforto-ambiental-em-favelas-e-premiada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 16:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Social]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta do arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro sobre&#160;estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada no LafargeHolcim Forum Student Poster Competition. A&#160;proposta de requalificação dos interstícios urbanos da Favela de Paraisópolis (São Paulo), desenvolvida como pesquisa de mestrado na FAUUSP e na Architectural Association Graduate School (Londres), sob orientação da Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Proposta do arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro sobre&nbsp;estratégias de conforto ambiental em favelas é premiada no LafargeHolcim Forum Student Poster Competition.</strong></p>



<p>A&nbsp;proposta de requalificação dos interstícios urbanos da Favela de Paraisópolis (São Paulo), desenvolvida como pesquisa de mestrado na <a href="http://www.fau.usp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAUUSP</a> e na <a href="http://www.aaschool.ac.uk/STUDY/GRADUATE/graduate.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Architectural Association Graduate School</a> (Londres), sob orientação da Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves, e financiamento da <a href="http://www.fapesp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAPESP</a>,&nbsp;obteve a primeira colocação do prêmio,&nbsp;o evento foi realizado de 7 a 9 de abril em Detroit, nos Estados Unidos, pela <a href="https://www.lafargeholcim-foundation.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LafargeHolcim Foundation</a>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/eduardo-pizarro.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/eduardo-pizarro.png" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas" class="wp-image-12262"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: LafargeHolcim Foundation.</span></figcaption></figure>



<p>Sol intenso ou excesso de sombra. Muito frio ou muito calor. Vento forte ou sem ventilação: os moradores de favelas precisam, muitas vezes, conviver com extremos climáticos. Mas ao realizar uma pesquisa em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, o arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro desenvolveu algumas estratégias que podem trazer maior conforto ambiental aos moradores.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Quando baseada em estudos técnicos e ambientais, a forma de assentar tijolos e blocos traz mais ventilação ao ambiente e protege da incidência direta do sol, o que leva ao aumento da qualidade ambiental no espaço interno das residências. Para uma fachada oeste, por exemplo, o morador pode utilizar um determinado tipo de assentamento e um certo tipo de tijolo. Ao mesmo tempo, as fachadas das construções podem estimular uma série de atividades no espaço externo, como um banco retrátil, ou uma estante de compartilhamento de objetos pela comunidade “, explica Pizarro.</strong></p>
</blockquote>



<p>O arquiteto se baseou em materiais já utilizados pelos moradores, como tijolo maciço, bloco cerâmico vazado e blocos de concreto. Ele publicou, no jornal que circula na favela, um texto com <strong>“12 Passos” para os moradores aplicarem alguns desses conceitos na prática</strong>, mas uma ideia futura é produzir uma cartilha.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-tijolos.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-tijolos.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas tijolos" class="wp-image-12256"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Tipo de tijolo e o modo de assentamento podem trazer mais conforto ambiental. Foto: Eduardo Pimentel Pizarro</span></figcaption></figure>



<p>A outra proposta, um pouco mais complexa, sugere o uso de vãos livres para melhorar a circulação do fluxo de ar, além de manter a população no local sem alterar seu modo de vida. </p>



<p>Mas demandaria investimento no reforço das estruturas das construções e a gestão participativa dos moradores e do poder público. Pizarro explica que a grande maioria dos prédios tem 3 ou 4 andares. Cada pavimento, usos e acessos são independentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“A proposta é criar vãos livres em alguns pavimentos para a passagem de ventilação, acesso ao sol e criação de espaços públicos. Seria preciso deslocar os moradores ou para o andar de cima ou para a construção ao lado e tirar todas as paredes daquele pavimento”, sugere.</strong></p>
</blockquote>



<p>Segundo Pizarro, essa estratégia é uma forma de trazer mais conforto ambiental à favela, mantendo a população no local e com o mesmo modo de vida. “Alguns estudos mostram que muitos moradores, ao se mudarem para prédios de projetos de urbanização, não se acostumam e acabam retornando”, justifica.</p>



<p>O arquiteto lembra que, em Paraisópolis, apesar de ter sido iniciado um processo de regularização fundiária, as pessoas não têm a posse formal da terra e sim o usufruto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Podemos considerar esse fato como uma oportunidade para, diante de uma intervenção governamental, repensar a favela de forma participativa, envolvendo toda a população e o poder público para os benefícios serem coletivos.”</strong></p>
</blockquote>



<p>Essas são algumas das estratégias que o arquiteto desenvolveu em sua dissertação de mestrado, com método de pesquisa inédito no país, Interstícios e interfaces urbanos como oportunidades latentes: o caso da Favela de Paraisópolis, São Paulo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Interstícios urbanos</h3>



<p>A pesquisa partiu do conceito de “interstícios urbanos”. A expressão vem do inglês “spaces in-between the buildings”: trata-se de tudo aquilo que está entre os edifícios e construções, como calçadas, ruas, praças, quintais, etc.</p>



<p>O objetivo foi entender os espaços invisíveis de Paraisópolis e como esses interstícios podem ser articulados para constituir uma infraestrutura que traga benefícios ambientais, urbanos e sociais para a comunidade.</p>



<p>O objetivo final da pesquisa era o de, efetivamente, oferecer respostas propositivas à melhoria da realidade de favelas consolidadas, como é o caso de Paraisópolis.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-ventilacao.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/estratégias-de-conforto-ambiental-em-favelas-ventilacao.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas ventilacao" class="wp-image-12257"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Simulação do fluxo de vento: em azul locais menos ventilados; em vermelho, com mais vento. Foto: Eduardo Pimentel Pizarro</span></figcaption></figure>



<p>Entre 2013 e 2014, o arquiteto realizou visitas de campo, onde observou esses interstícios. Ele mediu temperatura, umidade e velocidade do vento em diversos pontos externos e em algumas casas (sala e quarto).</p>



<p>Na etapa analítica, e com a ajuda de softwares, ele obteve algumas simulações do que poderia ser feito para diminuir a temperatura e trazer mais conforto ambiental.</p>



<p>Para o arquiteto é preciso olhar para a favela buscando lições que poderiam ser aplicadas na cidade como um todo, mas não de modo romântico, e sim como o início de uma forma de discussão de propostas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“É possível pensar em outras formas de intervenção que não sejam os predinhos de classe média, que se costuma fazer. Seria interessante algo mais sistêmico, que não reproduza os pontos negativos do restante da cidade”, finaliza Pizarro.</strong></p>
</blockquote>



<p>A favela de Paraisópolis tem cerca de 80 hectares e, segundo as lideranças locais, possui cerca de 100 mil habitantes.</p>



<p>Mais informações: email eduardo.pizarro@usp.br, com Eduardo Pizarro</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full wp-image-22344"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="869" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2.jpg" alt="proposta de estratégias de conforto na favela2" class="wp-image-22344" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2.jpg 1280w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-1024x695.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-768x521.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-24x16.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-36x24.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-48x33.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela2-600x407.jpg 600w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Perspectiva da proposta</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter wp-image-22343 size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="741" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1.jpg" alt="estratégias de conforto ambiental em favelas" class="wp-image-22343" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1.jpg 1280w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-1024x593.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-768x445.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-36x21.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-48x28.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/proposta-de-estratégias-de-conforto-na-favela1-600x347.jpg 600w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">corte da proposta</figcaption></figure>



<p>Fonte: <a href="http://jornal.usp.br/ciencias/arquiteto-desenvolve-estrategias-para-levar-maior-conforto-ambiental-a-favelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal USP</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comunidade carioca recebe geração de energia solar</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/comunidade-carioca-recebe-geracao-de-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 18:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&#160;energia solar como&#160;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar. As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&#160;promover a transição de energia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O&nbsp;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&nbsp;energia solar como&nbsp;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos<a href="https://www.facebook.com/Revolusolar/?fref=nf" target="_blank" rel="noopener"> RevoluSolar</a>.</h3>



<p>As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&nbsp;promover a transição de energia renovável para a favela.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando vim para o Brasil, vi tanto sol e tantos recursos naturais e procurei cooperativas de produção de energia renovável e não achei. Na Bélgica, somos mais de 50 mil famílias e [o sistema de cooperativas] funciona. Agora, começamos aqui no Brasil a primeira cooperativa de energia renovável&#8221;, diz o presidente da RevoluSolar, Pol Dhuyvetter, que também é dono de uma pousada e de um restaurante. Ele é belga e está há sete anos no Brasil.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10965"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Reprodução Facebook Revolusolar</span></figcaption></figure>



<p><strong>De acordo com Dhuyvetter, o objetivo para 2016 é instalar painéis em 1% das residências da Babilônia, que tem pouco mais de mil casas. Por enquanto, além das duas já instaladas, há cinco interessados na fila. Para ele, o investimento pode ser grande no início, mas compensa muito a longo prazo com o retorno do valor pago em no máximo seis anos</strong>.</p>



<p>“A primeira coisa que fazemos é ver a conta de luz para dimensionar a instalação. Na nossa moradia que tem um bar, um restaurante e uma pousada, precisamos de 24 painéis. Nosso consumo no último mês foi quase R$ 1 mil. Nós colocamos 12 painéis, que custaram R$ 21 mil, e vão suprir a metade do consumo, mais ou menos 150 kW por mês. <strong>A estimativa é que, no máximo em seis anos, temos o retorno do investimento,</strong> talvez antes. E depois temos luz de graça por 19 anos, dentro da estimativa de duração de 25 anos de uma instalação solar. Então, a estimativa de lucro é de R$ 129 mil em 25 anos. Pode ser mais se o preço da luz subir”.</p>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10962"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Divulgação</span></figcaption></figure>



<p><span style="color: #000000;">&nbsp;</span></p>



<p><span style="color: #000000;">Fonte: <a style="color: #000000;" href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/02/energia-solar-e-destaque-em-comunidade-carioca" target="_blank" rel="noopener">Portal Brasil</a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Containers para reurbanização de uma favela</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/containers-para-reurbanizacao-de-uma-favela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2015 15:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[container]]></category>
		<category><![CDATA[construção com container]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escritório indiano propõe arranha-céu de containers para reurbanização da maior favela da Índia. A SuperSkyCrapers, instituição que promove concursos na área de arquitetura e design urbano, propôs em 2015 um desafio para promover soluções de moradias na maior favela da Ásia, a&#160;Dharavi. Localizada na cidade de Mumbai, na Índia, é considerada uma minicidade, com cerca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Escritório indiano propõe arranha-céu de containers para reurbanização da maior favela da Índia.</em></strong></p>



<p>A <a href="http://www.superskyscrapers.com/viewResultslist.asp?sid=50281" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SuperSkyCrapers</a>, instituição que promove concursos na área de arquitetura e design urbano, propôs em 2015 um desafio para promover soluções de moradias na maior favela da Ásia, a&nbsp;Dharavi. Localizada na cidade de Mumbai, na Índia, é considerada uma minicidade, com cerca de&nbsp;100 mil fábricas de fundo de quintal&nbsp;que geram mais de meio milhão de dólares por ano.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-3-e1451400421595.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-3-e1451400421595.jpg" alt="Containers para reurbanização de uma favela" class="wp-image-10749"/></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">A competição dentre outras coisas, exigia que todas as propostas deveriam utilizar containers em sua estrutura.</h3>



<p>Os containers são utilizados em embarcações aquáticas e fazem parte da logística de transporte de cargas em todo mundo. Muito presentes nas construções de hoje em dia, os containers são opções para uma obra sustentável pela reutilização do material, desde que tratados termicamente.</p>



<p><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">Algumas obras são conhecidas por serem feitas em containers como, por exemplo:</span><a style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;" href="//sustentarqui.com.br/construcao/construcao-em-container-para-moradia-de-estudantes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Moradia de estudantes</a><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">,</span><a style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;" href="http://sustentarqui.com.br/construcao/cidade-do-container-no-rio-de-janeiro/%20" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Cidade do Container</a><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">, </span><a style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;" href="//sustentarqui.com.br/construcao/casa-manifesto-conteineres-materiais-reciclados/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa Manifesto</a><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">,&nbsp;</span><a style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;" href="http://sustentarqui.com.br/construcao/container-city-um-lugar-reciclado/&nbsp;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Container City</a><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">.</span></p>



<p><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">O projeto vencedor foi do escritório indiano </span><a style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;" href="http://www.ganti-associates.com/project/international-competition-container-skyscraper/&nbsp;%20" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ganti &amp; Associates</a><span style="line-height: 1.71429; font-size: 1rem;">, com uma abordagem diferente levando em conta a consideração do fato de que containers podem ser empilhados até 10 vezes sem acréscimo estrutural.</span></p>



<p>A proposta apresenta um edifício de 33 andares com 100 metros de altura composto por uma série de conjuntos autoportantes de containers apoiados por vigas metálicas a cada dez andares, e assim o módulo se repete verticalmente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-2-e1451400409304.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-2-e1451400409304.jpg" alt="Containers" class="wp-image-10748"/></a></figure>



<p>As escadas e elevadores localizam-se no centro da edificação e as unidades estão destruídas simetricamente em sua volta. As molduras das estruturas servem como dutos para os sistemas elétricos e hidráulicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os corredores possuem elementos vazados feitos de argila cozida, produzidos pela própria comunidade, aproveitando a ventilação e luz natural. O edificio também possui painéis solares&nbsp;e turbinas&nbsp;eólicas para geração de energia renovável.</h4>



<p>Jardins e espaços comunitários estão previstos para interação entre as pessoas, com o intuito de não perder o senso de comunidade.</p>



<p><strong>O júri observou os quesitos de sustentabilidade, circulação harmoniosa dos moradores, uso racional de energia e a criação de um ambiente bem iluminado e ventilado.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-e1451400438691.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Container-e1451400438691.jpg" alt="Arranha céu de Containers" class="wp-image-10750"/></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Veja algumas vantagens e desvantagens de construções em containers <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/construcao-em-conteiner/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</h3>



<p>Imagens:&nbsp;<a href="http://www.ganti-associates.com/project/international-competition-container-skyscraper/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ganti Associates</a></p>



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		<title>Comunidades sustentáveis &#8211; o exemplo do Morar Carioca Verde</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/comunidades-sustentaveis-o-exemplo-morar-carioca-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 21:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Casa Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pilares da sustentabilidade é a preocupação social, um exemplo de aplicação desse conceito em construção e urbanismo é o projeto Morar Carioca Verde&#160;executado nas comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira, que recebeu o&#160;Selo Casa Azul – Nível Ouro e o prêmio Melhores Práticas em Gestão Local, também&#160;concedido pela Caixa Econômica Federal. O projeto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um dos pilares da sustentabilidade é a preocupação social, um exemplo de aplicação desse conceito em construção e urbanismo é o projeto Morar Carioca Verde&nbsp;executado nas comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira, que recebeu o&nbsp;<a href="http://www.caixa.gov.br/sustentabilidade/produtos-servicos/selo-casa-azul/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Selo Casa Azul</a> – Nível Ouro e o prêmio Melhores Práticas em Gestão Local, também&nbsp;concedido pela Caixa Econômica Federal.</strong></p>



<p>O projeto, concluído em 2012, possui 16 unidades habitacionais e foi o segundo de habitação de interesse social a receber o “Selo Casa Azul”, antecedido pelo projeto dos Condomínios E e G do ao Complexo Paraisópolis (SP), integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (Urbanização de Favelas).&gt;</p>



<p>Segundo o presidente da CAIXA, Jorge Hereda, a prefeitura municipal tem papel importante na execução de projetos sustentáveis. Para conceder o Selo, a CAIXA analisou critérios que buscam destacar e reconhecer as iniciativas voltadas para as construções sustentáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dos itens analisados, o projeto do Chapéu Mangueira atendeu a 32 critérios da metodologia do Selo Casa Azul, obtendo assim a classificação Ouro, a mais elevada.&nbsp;<a href="http://downloads.caixa.gov.br/_arquivos/sustent/selo_casa_azul/Ficha_Selo_Chapeu_Mangueira_Babilonia.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></strong></h4>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-e1413925642320.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-e1413925642320.jpg" alt="Comunidades sustentáveis - Morar Verde Carioca" class="wp-image-6075" title="Comunidades sustentáveis - Morar Verde Carioca"/></a></figure>



<p class="has-text-align-center"></p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;</h3>



<h2 class="wp-block-heading"><span style="font-size: 1.142857143rem; line-height: 1.846153846;"><strong>Comunidades sustentáveis &#8211; Complexo Chapéu Mangueira e Babilônia:</strong><br></span></h2>



<p><strong>Para atendimento da categoria Qualidade Urbana</strong>, o projeto foi inserido em área dotada de serviços e infraestrutura, garantindo à população o acesso fácil ao comércio, escolas, transporte público, áreas de lazer, atendimento de saúde e segurança, etc. Além disso, foram realizadas obras de melhorias no entorno e recuperação de áreas ambientalmente e socialmente degradadas.</p>



<p><strong>No quesito Projeto e Conforto,</strong> a proposta utilizou materiais que garantem condições favoráveis de isolamento e ventilação, além de projeto de paisagismo, local para coleta seletiva, espaços para lazer e convívio social, aproveitando a declividade do terreno.&nbsp;Já no critério Eficiência Energética, está prevista a entrega das unidades habitacionais com lâmpadas econômicas, uso de dispositivos economizadores de energia nas áreas comuns e medição individualizada de gás para garantir a gestão do consumo.</p>



<p><strong>Visando a Conservação dos Recursos Materiais,</strong> o projeto foi elaborado dentro dos conceitos da coordenação modular, evitando o desperdício de materiais de construção. <strong>Para a redução do consumo e a gestão de água,</strong> a proposta prevê a medição individualizada de água e a utilização de bacia sanitária com duplo acionamento, além de arejadores nas torneiras e reguladores de vazão. Essas medidas podem reduzir em até 30% o consumo de água no empreendimento.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca3-e1413927536266.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca3-e1413927536266.jpg" alt="Morar Verde Carioca - SustentArqui" class="wp-image-6086"/></a></figure>



<p>Pacificadas com a presença de uma UPP, as duas comunidades foram escolhidas como projeto-piloto porque estão em área de encosta e de proteção ambiental.</p>



<p>O trabalho foi realizado em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (<a href="https://cebds.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CEBDS</a>) e com a <a href="https://nacoesunidas.org/agencia/onuhabitat/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU-Habitat</a>, a proposta da Prefeitura é que as práticas de sustentabilidade adotadas na Babilônia e no Chapéu Mangueira sejam aplicadas em larga escala em outras áreas carentes beneficiadas pelo Programa Morar Carioca, que tem o objetivo de urbanizar todas as comunidades do Rio até 2020.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-2-e1413925672709.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Morar-Verde-Carioca-2-e1413925672709.jpg" alt="Morar Verde Carioca" class="wp-image-6074"/></a></figure>



<p>O Morar Carioca Verde apesar de muito premiado, vem recebendo críticas pela sua descontinuidade.&nbsp;Esperamos que ações de sustentabilidade como essa, em comunidades de baixa renda, sejam realmente replicadas de acordo com o que foi prometido como parte do legado social das olimpíadas. Depois de construídas também devem ser mantidas e fiscalizadas.</p>



<p>Informações: <a href="http://www1.caixa.gov.br/imprensa/noticias/asp/popup_box.asp?codigo=6912006#" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caixa </a>&nbsp;&#8211; Fotos: <a href="http://www.cidadeolimpica.com.br/galeria/morar-carioca-verde-no-morro-da-babilonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cidade Olímpica</a></p>



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