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	<title>GUIA Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>GUIA Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Como projetar com taipa de pilão &#8211; Guia de boas práticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[taipa]]></category>
		<category><![CDATA[GUIA]]></category>
		<category><![CDATA[taipa de pilão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Guia de boas práticas — Como projetar com taipa de pilão” foi desenvolvido pela TAIPAL Brasil, empresa com mais de 20 anos de experiência em construção com terra. Elaborado por seus sócios-fundadores, Márcio V. Hoffmann e André Falleiros Heise, o guia aborda a importância da busca por soluções sustentáveis, lembra a história da arquitetura [&#8230;]</p>
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<p><strong>O “Guia de boas práticas — Como projetar com <a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/">taipa de pilão</a>” foi desenvolvido pela TAIPAL Brasil, empresa com mais de 20 anos de experiência em construção com terra.</strong></p>



<p>Elaborado por seus sócios-fundadores, Márcio V. Hoffmann e André Falleiros Heise, o guia aborda a importância da busca por soluções sustentáveis, lembra a história da arquitetura de terra e propõe uma série de desenhos e detalhes técnicos. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O objetivo do “Guia de boas práticas — Como projetar com taipa de pilão” é oferecer soluções que aumentem o desempenho da técnica, melhorem a produtividade e reduzam tanto a necessidade de manutenção quanto os custos de execução.</h2>



<p>O prefácio é de Yopanan Rebello, engenheiro, professor e autor de diversas obras na área de estruturas, além de fundador da Ycon Engenharia, com ampla atuação em projetos significativos da arquitetura brasileira.</p>



<p>A publicação foi pensada para auxiliar arquitetos, engenheiros e projetistas no entendimento do sistema construtivo da taipa de pilão, promovendo seu uso com segurança, eficiência e beleza. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="417" height="534" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/09/como-projetar-com-taipa-de-pilao-desenho.png" alt="como projetar com taipa de pilao - desenho" class="wp-image-31115" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/09/como-projetar-com-taipa-de-pilao-desenho.png 417w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/09/como-projetar-com-taipa-de-pilao-desenho-234x300.png 234w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></figure>



<p>Em janeiro de 2022 entrou em vigor a <a href="https://sustentarqui.com.br/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao-entra-em-vigor-abnt-nbr-170142022/">A ABNT NBR 17014:2022</a> que estabeleceu os requisitos e as condições gerais, controle desta técnica de <a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/">construção com terra.</a>. Desde então, há mais aceitaçao do uso da taipa de pilão no Brasil, vista não somente como uma técnica de antigamente, mas dando lugar ao aparecimento de mais construçoes modernas com esse sistema construtivo. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Sendo assim, aprender como projetar com taipa de pilão se torna um grande diferencial para arquitetos que buscam ofrecer projetos mais sustentáveis e saudáveis aos seus clientes.</h3>



<p><a href="https://taipal.com.br/download-guia-de-boas-praticas/"><strong>Clique aqui para baixar o Guia</strong></a></p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Guia de boas práticas  &#8211; Como projetar em taipa de pilão:</strong></h4>



<p><strong>Caderno de diretrizes realizado pela<br>empresa TAIPAL Brasil</strong>:<br>Márcio V. Hoffmann<br>André Falleiros Heise<br><strong>Diagramação</strong>:<br>André Falleiros Heise<br>Matheus Sperandio Lima<br><strong>Desenhos técnicos</strong>:<br>Márcio V. Hoffmann<br>Matheus Sperandio Lima<br>Rodrigo Rocha<br><strong>Ilustrações</strong>:<br>Bruno Brizotti<br><strong>Prefácio</strong>:<br>Yopanan C.P. Rebello</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Veja nosso bate papo sustentável sobre Construçao com Terra no Brasil com o André Falleiros Heise, um dos sócios da Taipal Brasil:</strong></h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CONSTRUÇÃO COM TERRA NO BRASIL - Bate papo com André Heise" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/Lx5GjXW_f7w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Guia de infraestrutura verde e azul &#8211; para cidades sustentáveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 11:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
		<category><![CDATA[GUIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O objetivo é realizar um passo a passo de como tornar cidades sustentáveis, com foco em melhorar a governança local em relação a: Alimentação, Água e Energia (FWE). </strong></h4>



<p>De acordo com o pesquisador à frente do projeto, José Puppim, a urbanização acelerada sem planejamento, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade podem gerar insegurança alimentar e escassez de água e energia, uma vez que o consumo desses três elementos vai aumentar significativamente nas próximas décadas. </p>



<p>“Esses são alguns dos temas que mais preocupam a população mundial na atualidade e que podem gerar grandes consequências para os próximos anos, principalmente dentro das cidades”, destaca Puppim. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura verde e azul</strong></h2>



<p>José Puppim afirma que antes de se considerar o Guia, é necessário entender o que são essas infraestruturas e por que esses elementos foram selecionados como parâmetros. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura verde </strong>é mais voltada para <a href="https://sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas e agricultura urbanas</a>,<a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/"> <strong>telhados verdes</strong></a>, plantações nas ruas, conservação de áreas etc.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura azul</strong> é voltada para o sistema de águas urbanas, como regiões urbanas alagadas, lagos e lagoas, rios urbanos, ecossistemas da costa a exemplo de mangues e baías, o sistema de drenagem urbano, entre outros”.  </li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="697" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg" alt="Guia de infraestrutura verde e azul CONCEITO" class="wp-image-29219" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-768x522.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1.jpg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O pesquisador também explica a importância dos três sistemas que compõem o projeto: “é estimado um aumento grande no consumo tanto de alimentos, quanto de água e energia para os próximos 50 anos e boa parte desse consumo vem das cidades. </p>



<p>Em termos de governança fica evidente que as cidades costumam ter pouca gestão desses sistemas. Por exemplo, grande parte dos alimentos vem de fora das cidades, a gestão do sistema hídrico costuma ser estadual, enquanto a de energia, federal. </p>



<p>Assim, fica evidente como as cidades possuem pouca governança sobre os sistemas, o que as impedem de governar ‘green and blue infrastructure’”, disse Puppim.  </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Considerando-se os três sistemas, o Guia de Infraestrutura Verde e Azul (GBI, do inglês Green and Blue Infrastructure) propõe melhores práticas de governança em categorias como:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Provisionamento (serviços de água, medicinais, matérias-primas), </li>



<li>Regulação (temperaturas locais, índices de carbono, desperdício de água) </li>



<li>Cultural (recreação, saúde, estética), além de servir de suporte para a preservação de espécies e seus habitats nas cidades.  </li>
</ul>



<p>Os temas que englobam “Food, Water and Energy”, presentes no GBI, estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="595" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg" alt="MANUAL PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS FAPESP " class="wp-image-29220" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-768x446.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1.jpg 1241w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Fruto de pesquisa apoiada pela FAPESP, publicação foi lançada em dezembro, durante a última Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (imagem: reprodução)</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construindo o Guia </strong></h2>



<p>O estudo que deu origem ao Guia foi iniciado através das seguintes perguntas: </p>



<p><strong>“Onde estamos?” e “Para onde queremos ir e como melhorar a governança das cidades para chegarmos lá?”.</strong> </p>



<p>Primeiro foram identificados os desafios e problemas a serem enfrentados, e a partir daí, foram analisados os impactos que afetam a população, bem como os possíveis parceiros capazes de serem engajados na luta contra esses problemas. </p>



<p>Essa iniciativa tornou possível configurar uma base de ações, que incluiu a criação de diferentes times, estratégias, cenários, identificação de ferramentas, indicadores, recursos etc. </p>



<p> Após as devidas constatações acerca dos desafios e as possíveis formas de serem solucionados, o projeto chegou a sua fase de implementação, que envolve comunicar os respectivos planos, aplicar as soluções propostas, testar alternativas e registrar esse processo passo a passo. </p>



<p>Essa fase envolve o reporte constante de todo o percurso e o monitoramento das ações e resultados por parte dos pesquisadores. </p>



<h5 class="wp-block-heading"></h5>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos  </h2>



<p>O guia é voltado para comunidades, governos, líderes e pesquisadores e utiliza-se da integração do conhecimento sobre os sistemas de alimentos, água e energia, e a sua melhor administração, para evitar desperdícios e gerar políticas públicas. </p>



<h4 class="wp-block-heading">No total, 10 cidades ao redor do mundo foram inicialmente selecionadas pelos pesquisadores para aplicação das diferentes lições em “Food, Water and Energy”. Posteriormente estas lições poderão ser utilizadas por outras cidades com o auxílio do Guia de Infraestrutura Verde e Azul.</h4>



<p> A expectativa é que mais de 30 cidades utilizem o Guia, entre elas, no Brasil, estão São José dos Campos (SP), que está mais imersa na utilização das ferramentas e Florianópolis (SC), que já deu início a um novo programa de segurança alimentar baseado neste estudo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças  </h2>



<p>Puppim relembra que por meio das mudanças climáticas e o crescimento constante da demanda, esses recursos já deixaram cidades reféns em crises de água, energia e alimentos. </p>



<p>Por isso, a ideia deste projeto é entender como uma melhor gestão da Infraestrutura Verde e Azul pode evitar a escassez destes recursos. </p>



<p>“Criamos formas de desenvolver cidades de maneira sustentável nos três fatores, com o intuito de torná-las mais eficientes no consumo de Alimentos, Água e Energia, utilizando modelos que já existem”, destacou o pesquisador ao mencionar que o Guia foi oficialmente lançado no dia 14 de dezembro, após ser apresentado em um evento na CDB COP-15 da ONU.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A elaboração do Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi apoiada pelo JPI Urban Europe e Belmont Forum, programa que congrega 30 financiadores, englobando diversos projetos para tornar cidades sustentáveis, utilizando-se das infraestruturas verde e azul.</h5>



<p>A participação da FGV neste Guia é direcionada para governança, ou seja, focada em entender como os municípios estão lidando com os sistemas de Alimentação, Água e Energia, e como é possível melhorar a gestão desses recursos, a fim de reduzir os riscos de escassez no suprimento e tornar a cidade mais sustentável. </p>



<p>O estudo liderado pela FGV faz parte de um projeto maior, o IFWEN (Iniciativas Inovadoras para Governar Água, Alimentos e Energia em Cidades). Trata-se de um consórcio liderado pela FGV EAESP, que inclui a Universidade de Yale, a Universidade de Estocolmo (Stockholm Resilience Center-SRC), o ICLEI – Governos Locais para Sustentabilidade, a Universidade de Ming-Chuan (Taiwan, China), e a The Nature of the Cities. Ele é financiado por seis agências de pesquisa, incluindo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a National Science Foundation (NSF), entre outras.</p>



<p><strong>Para conferir o guia completo, <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/32062" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse o site</a>.</strong></p>



<p>Siga com a gente e descubra <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-de-praticas-sustentaveis/">30 práticas sustentáveis</a>!</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original <a href="https://agencia.fapesp.br/guia-aponta-caminhos-para-tornar-as-cidades-mais-sustentaveis/40644/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>&nbsp;</p>
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