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	<title>jardim de chuva Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>jardim de chuva Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área. Leia também: Manejo sustentável [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/">Leia também:  Manejo sustentável de águas pluviais</a></strong></p>



<p>No trecho entre as ruas Santa Isabel e Cunha Horta,<strong> serão instalados Jardins de Chuva e floreiras, além dos pilares que receberão trepadeiras</strong>. Também haverá espaço para ponto de aluguel de bicicletas. A ciclofaixa da via será mantida. A previsão de duração da obra é de 30 dias.</p>



<p>Na quadra entre as ruas Santa Isabel e Jaguaribe, o projeto prevê ainda um bolsão para taxistas, cuja dimensão será analisada pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os Jardins de Chuva do Minhocão serão ligados à rede de drenagem superficial da Rua Amaral Gurgel.</strong> </h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="605" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Minhocao-com-solucoes-baseadas-na-natureza-1024x605.jpeg" alt="Minhocão com soluções baseadas na natureza" class="wp-image-30394"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem: Prefeitura de SP</mark></figcaption></figure>



<p>Dessa forma, as estruturas vão cumprir a função de aumentar a área permeável da região mesmo localizadas em espaço coberto. As obras foram iniciadas no sábado (7) e são realizadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras.</p>



<p><strong>Atualmente, São Paulo conta com 420 jardins de chuva e a meta da Prefeitura é chegar a mil jardins até 2028.</strong></p>



<p>Essas estruturas são compostas por reservatórios subterrâneos que armazenam a água da chuva, ajudando a desafogar o sistema de escoamento que, normalmente, direcionaria a água para os bueiros.</p>



<p>Esses jardins são formados por três camadas principais: um poço de infiltração com aproximadamente um metro de profundidade, uma estrutura composta por pedras grandes, brita e solo, e, por fim, a camada superficial com flores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criticas a requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</strong></h3>



<p>Depois das polêmicas vagas de estacionamento, a Prefeitura de São Paulo iniciou nesta semana a construção de jardins de chuva embaixo do elevado João Goulart, no Centro da capital paulista.</p>



<p>A nota não explica por que construir jardins de chuva &#8211; áreas permeáveis, com tratamento paisagístico &#8211; sob um viaduto, onde não chove e nem há radiação solar para o desenvolvimento das plantas. O objetivo mais evidente, segundo o site Mobilize, parece ser a criação de barreiras que impeçam a ocupação dos baixos do viaduto pelas barracas, carriolas, colchões e cobertores de pessoas em situação de rua.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Futuro do Minhocão</strong></h3>



<p>Enquanto isso, o futuro do viaduto Presidente João Goulart, o Minhocão, no centro de São Paulo, e os impactos da desativação do elevado foram debatidos nesta quarta-feira (11) em evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo.</p>



<p>No Plano Diretor do município, aprovado em 2024, a desativação do Minhocão está prevista para ocorrer até 2029. Segundo a prefeitura de São Paulo, isso seria possível com a construção de um corredor de 6,9 quilômetros chamado de Boulevard Marquês de São Vicente.</p>



<p>Atualmente, o viaduto funciona como via expressa para veículos apenas nos dias úteis até às 20h. Após esse horário e aos finais de semana e feriados, o Minhocão é fechado para automóveis e aberto para o público das 7h às 22h, funcionando como um espaço para caminhada, corrida e lazer.</p>



<p>Fonte: <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/se/w/prefeitura-inicia-requalifica%C3%A7%C3%A3o-da-amaral-gurgel-sob-o-minhoc%C3%A3o-com-solu%C3%A7%C3%B5es-baseadas-na-natureza">Prefeitura de SP</a>, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/especialistas-debatem-impactos-da-desativacao-do-minhocao-em-sao-paulo">Agencia Brasil</a> e <a href="https://mobilize.org.br/noticias/14354/prefeitura-constroi-jardins-de-chuva-sob-minhocao-de-sp.html">Mobilize</a></p>



<p></p>
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		<title>Encontro &#8211; Jardins de chuva nas cidades: teoria e visita técnica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma imersão sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras em programas que integram drenagem e planejamento urbano, vai acontecer em um encontro com grandes especialistas. O evento contará uma mesa redonda no dia 01/12, gratuita e aberta ao público. E em março acontecerá um workshop com técnicos e projetistas e visitas técnicas [&#8230;]</p>
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<p><strong>Uma imersão sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras em programas que integram drenagem e planejamento urbano, vai acontecer em um encontro com grandes especialistas. </strong></p>



<p>O evento contará uma mesa redonda no dia 01/12, gratuita e aberta ao público. E em março acontecerá um workshop com técnicos e projetistas e visitas técnicas guiadas a três jardins de chuva da cidade.</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/programa-gentileza-urbana-troca-o-cinza-pelo-verde-em-sampa/">Leia também: Programa Gentileza Urbana troca o cinza pelo verde em Sa</a><a href="https://sustentarqui.com.br/programa-gentileza-urbana-troca-o-cinza-pelo-verde-em-sampa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mpa</a></p>



<p>No primeiro dia (01/12) a mesa redonda ampliará o diálogo sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras. Os palestrantes compartilharão suas experiências e irão convidar o público a fazer uma reflexão de como podemos integrar drenagem ao planejamento urbano de nossas cidades. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Essa noite também contará com o lançamento do “Guia Prático de Jardins de Chuva nas Cidades”, uma produção da S.O.S Mata Atlântica e Instituto Nova Água.</h2>



<p>Em março, será realizado um workshop na parte da manhã onde os participantes irão se aprofundar na teoria e prática de como projetar um jardim de chuva, com o apoio de profissionais com experiências diversas, e que apoiarão a assimilação do conteúdo com uma dinâmica em grupo para aplicar o conhecimento adquirido durante o curso. </p>



<p><strong>No período da tarde o workshop terá continuidade por uma visita técnica guiada à 3 jardins de chuva implantados na cidade, acompanhado pelos projetistas e responsáveis pela implantação dos jardins.</strong></p>



<p>Para participar do Workshop e visita técnica no dia é necessário fazer a inscrição do curso. Lembrando que o traslado da visita técnica está incluso ao custo do ingresso.</p>



<p><strong>LINK PARA INSCRIÇÕES : <a href="https://www.sympla.com.br/jardins-de-chuva-nas-cidades-teoria-visita-e-reflexoes__2245354" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/</a>jardins-de-chuva-nas-cidades-teoria-visita-e-reflexoes__2245354</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="768" height="768" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO.webp" alt="jardins de chuva nas cidades ATUALIZAÇÃO" class="wp-image-30156" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO.webp 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO-300x300.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO-150x150.webp 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>O evento será presencial, oferecido em português, e contará com a participação online de palestrantes internacionais.</p>



<p><strong>Data: 01 de dezembro</strong> <strong>de 2023 e 24 de Março de 2024</strong></p>



<p><strong>Local: Escola da Cidade – Rua General Jardim, 65 – Vila Buarque – São Paulo</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confira a programação a seguir:</strong></h3>



<p>DIA 01/12/2023 – MESA REDONDA E LANÇAMENTO – Evento aberto ao público</p>



<p>18:00 – 18:10 – Boas-vindas com Thais Pimenta (mediadora) – Arquiteta Paisagista e Urbanista, Fluxus Design Ecológico</p>



<p>Bloco 1: Apresentações</p>



<p>18:10 – 18:30 – Lançamento: Guia Prático de Jardins de Chuva nas Cidades – César Pegoraro (SOS Mata Atlântica).</p>



<p>18:30 – 18:50 – Isaac Henriques de Medeiros – Diretor de Análise de Licenciamentos Urbanísticos Especiais Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.</p>



<p>18:50 – 19:10 – Lígia Pinheiro – Diretora de Estudos Ambientais e Planejamento Territorial SVMA Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>



<p>19:10 – 19:30 – Luiz Fernando Orsini Yazaki – Consultor Ministério das Cidades.</p>



<p>Bloco 2: Mesa redonda – “Jardins de chuva nas cidades brasileiras – de experiências locais à planos integrados”.</p>



<p>19:30 – 20:15 – Mesa redonda com palestrantes e participantes</p>



<p>20:15 – 20:30 – Encerramento</p>



<p>DIA 24/03/2024 – WORKSHOP E VISITA TÉCNICA – Participação mediante inscrição, com custo de transporte da visita técnica já incluso</p>



<p>09:00 – 09:15 – Boas-vindas – Thais Pimenta – Arquiteta Paisagista e Urbanista, Fluxus Design Ecológico</p>



<p>09:15 – 09:45 – Guilherme Castagna – Diretor Executivo, Fluxus Design Ecológico (Brasil/Portugal)</p>



<p>09:45 – 10:15 – Cintia Dotto – Líder em Manejo Integrado das Águas, Prefeitura de Melbourne (Austrália)</p>



<p>10:15 – 10:45 – Fernando Sassioto – Arquiteto e Urbanista, Fluxus / OS3 Arquitetura  &#8211; Nik Sabey – Ambientalista, Novas Árvores </p>



<p>10:45 – 11:00 – Coffee Break</p>



<p>11:00 – 11:45 – Dinâmica prática em grupo</p>



<p>11:45 – 12:15 – Encerramento com apresentações dos grupos</p>



<p>12:15 – 13:45 – Almoço</p>



<p>13:45 – 17:00 – Visita técnica de 3 jardins de chuva com a condução dos projetistas responsáveis, Fernando Sassioto e Nik Sabey, e suporte de Thais Pimenta.</p>



<p>17:00 – Happy hour (Local a decidir)</p>



<p><strong>Esse evento é uma produção da <a href="https://fluxus.eco.br/">Fluxus Design Ecológico</a> em parceira com <a href="https://os3.arq.br/">OS3 Arquitetura</a>, <a href="https://novasarvoresporai.com.br/">Novas Árvores por aí</a>, Plataforma Arquitetura e Biosfera da Escola da Cidade e SOS Mata Atlântica.</strong></p>



<p></p>



<p>Crédito: Fluxus Design Ecológico</p>
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		<title>Programa Gentileza Urbana  troca o cinza pelo verde em Sampa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 12:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Gentileza Urbana procura criar pequenos espaços nas ruas e avenidas do Centro de São Paulo para ampliar as possibilidades de estar, lazer, permeabilidade e biodiversidade. O projeto foi lançado em maio de 2019, idealizado por uma equipe de profissionais que atua na Subprefeitura da Sé. &#160; O ‘cinza’ urbano que predomina no centro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa Gentileza Urbana procura criar pequenos espaços nas ruas e avenidas do Centro de São Paulo para ampliar as possibilidades de estar, lazer, permeabilidade e biodiversidade.</p>



<p>O projeto foi lançado em maio de 2019, idealizado por uma equipe de profissionais que atua na Subprefeitura da Sé. </p>



<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>O ‘cinza’ urbano que predomina no centro da cidade de São Paulo está sendo, aos poucos, quebrado.</strong></p>



<p> A região que compreende oito distritos, cerca de 600 mil moradores fixos e um fluxo médio diário que alcança 4 milhões de pessoas está mais ‘verde’ e sustentável aos olhos da população e mais funcional quando falamos em meio ambiente. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A iniciativa foi vencedora do Prêmio FNA 2020.</strong></h3>



<p>Com o aval do subprefeito Roberto Arantes, o arquiteto e urbanista André Tostes Graziano, o biólogo Rodrigo Soares Silva e o engenheiro Remy Silva, deram início ao trabalho de intervenção em pontos sensíveis da capital paulista – detectados pelo histórico acúmulo de água da chuva que por muitas vezes gera transtornos a pedestres e a motoristas. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="724" data-id="27110" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-1024x724.jpg" alt="Programa-Gentileza-Urbana_equipe" class="wp-image-27110" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-1024x724.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-300x212.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-768x543.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-1536x1086.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe-600x424.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Programa-Gentileza-Urbana_equipe.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipe do Gentileza Urbana: Rodrigo Silva, Roberto Arantes, Remy Silva e André Graziano</figcaption></figure>
</figure>



<p>Vale lembrar que a região da é reconhecida como a menos arborizada da cidade de São Paulo por conta do seu caráter histórico de ocupação.</p>



<p></p>



<p>A primeira ação, com o apoio da equipe de obras da Subprefeitura da Sé, foi a criação de Bosques de Conservação Urbanos – considerados pela subprefeitura uma nova unidade de conservação municipal.</p>



<p> Foi na região da Avenida do Estado, no Parque Dom Pedro, com a implantação de dois bosques que levam o nome de pássaros: Maritacas e Bem-te-vi. No Maritacas, por exemplo, toda a topografia foi refeita em uma área de 3.600 metros quadrados junto a alça de acesso ao viaduto. </p>



<p>O projeto buscou manter a água da chuva ali mesmo, sem escorrer para outros pontos. Ou seja, o que o bosque recebe de contribuição de chuva que fica no local. No Bem-te-vi, além da mesma proposta, foram plantadas 1.400 mudas de árvores, numa iniciativa que teve o Governo do Estado como parceiro. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="27117" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-1024x576.jpg" alt="programa gentileza urbana mudas" class="wp-image-27117" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-1024x576.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-1536x864.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-2048x1152.jpg 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-mudas-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>“As intervenções consistem na revitalização dos espaços, com o uso de bastante verde, onde predominam também aspectos como humanização, sustentabilidade e atratividade”, destaca Graziano. </p>



<p>Segundo ele, em todas as obras, vão sendo aplicados, paralelamente, conceitos considerados complementares, que são acessibilidade, dinamismo, paisagismo. </p>



<p>“Não é só quebrar o chão e abrir área para conseguir a infiltração da água. A proposta é já que vamos fazer isso, que seja o melhor projeto paisagístico possível, com muita biodiversidade”, afirma o arquiteto e urbanista, cuja equipe começa a ganhar fama de ‘quebra asfalto”.</p>



<p>No Bem-te-vi, foram plantadas 1.400 mudas de árvores, numa iniciativa que teve o Governo do Estado como parceiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cada intervenção do Programa Gentileza Urbana gera outra Gentileza Urbana por parte da população. O que começou de forma tímida ganha cada vez mais visibilidade e apoio da comunidade. </strong></h4>



<p>É comum o retorno positivo da população – o que se dá principalmente por meio de associações de bairros e jornais de bairros. O próprio subprefeito, Roberto Arantes, é um dos maiores incentivadores do projeto, tanto que acompanha pessoalmente muitas vezes as equipes nas obras da região central.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="453" data-id="27111" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-1024x453.jpg" alt="programa gentleza urbana Jardim-de-Chuva" class="wp-image-27111" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-1024x453.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-300x133.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-768x340.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-1536x679.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-2048x906.jpg 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-da-Travessa-Grassi-600x265.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Um dos modelos de jardins de chuva implantados</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>O entorno dos bosques implantados na região do Parque Dom Pedro ainda recebeu modelos de<strong> jardins de chuva e de biovaletas</strong> para coletar água da chuva dentro do foco de se buscar a permeabilidade do local. </p>



<p>As ações de colheitas de água pluvial têm sido implantadas em todos os distritos da região central, no entanto, o primeiro grande sistema de chuvas foi feito na região do Pacaembu, na Rua Major Natanael, que liga a Avenida Doutor Arnaldo ao Estádio do Pacaembu, com forte declividade. </p>



<p><strong>Em quase três mil metros quadrados foram implantados 13 jardins de chuva de diferentes dimensões. </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-1024x1024.jpg" alt="jardim de chuva antes e depois" class="wp-image-27114" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-1024x1024.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-1536x1536.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois-100x100.jpg 100w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentleza-urbana-Jardim-de-Chuva-antes-e-depois.jpg 1890w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em um ano de implantação, o sistema apresentou capacidade de retenção de água equivalente a 5% do piscinão do Pacaembu.</p>



<p> “Nenhum grama de terra saiu do lugar, mesmo com as fortes chuvas recentes na cidade. Isso mostra que a vegetação tem se apropriado dessa água e a devolvido nesta primavera, em forma de flores e vida”, comemora Graziano, salientando que o projeto é desenvolvido em áreas de diferentes tamanhos, de “minúsculas a gigantescas”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Programa Gentileza Urbana ainda reserva uma ação totalmente inovadora no Brasil, que são as chamadas Vagas Verdes. A modalidade consiste na remoção do espaço ocupado por um carro estacionado para ser transformado em um jardim que coleta água da chuva – permitindo o plantio de árvores e até mesmo mobiliários como bancos e mesa de jogos.</strong></h3>



<p> Além da escolha do local que respeita diversos critérios técnicos para não entrar em conflito com outras instâncias municipais, o projeto ainda recebe pedidos de moradores interessados em transformar vagas em jardins.</p>



<p> “Fizemos um chamamento para saber quem tinha interesse nas Vagas Verdes. De imediato recebemos 36 retornos positivos”, relata Graziano.</p>



<p>Além do projeto em si, que transforma o local num espaço agradável e de convivência, o programa Gentileza Urbana produz algo que muitas vezes supera o projeto em si. </p>



<p><strong>“A comunidade passa a fazer parte disso tudo. Cuida para que não seja depredado. São ações gentis ao ponto de as pessoas começarem a responder a elas e à cidade fazendo parte desses processos”, define o arquiteto.</strong></p>



<p>A proposta agora é fazer com que as ações do Gentileza Urbana se tornem políticas públicas permanentes, independentemente de governos que assumam a cidade. </p>



<p>Enquanto isso não acontece, as ‘gentilezas’ continuam e devem chegar no final do ano com mais de 10 mil metros quadrados de jardins de chuva implantados – um volume que supera o plano da cidade de Nova York para 2021, além de mais 10 mil metros quadrados de bosques de conservação urbanos. </p>



<p>As Vagas Verdes devem somar 22 pontos até o final de 2020, ocupando espaços que variam de 10 a 25 metros quadrados.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="888" height="633" data-id="27115" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-vaga-verde.jpg" alt="vaga verde são paulo" class="wp-image-27115" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-vaga-verde.jpg 888w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-vaga-verde-300x214.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-vaga-verde-768x547.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/12/programa-gentileza-urbana-vaga-verde-600x428.jpg 600w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vaga verde</figcaption></figure>
</figure>



<p>Imagens de Carol Prado / Subprefeitura da Sé</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.fna.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FNA</a></p>



<p></p>
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		<title>O cinza vai virar verde na Fundição Progresso no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundição Progresso, tradicional centro cultural localizado em um dos bairros mais boêmios do Rio de Janeiro, inicia um processo para torna-se cada vez mais sustentável. O processo faz parte de uma nova filosofia de gestão sustentável e pretende mudar a cara da Lapa, deixando-a mais verde, bonita e integrada. O marco inicial desta nova [&#8230;]</p>
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<p> A Fundição Progresso, tradicional centro cultural localizado em um dos bairros mais boêmios do Rio de Janeiro, inicia um processo para torna-se cada vez mais sustentável.</p>



<p>O processo faz parte de uma nova filosofia de gestão sustentável e pretende mudar a cara da Lapa, deixando-a mais verde, bonita e integrada. </p>



<p>O marco inicial desta nova etapa do centro cultural aconteceu no domingo passado (7), chamado o <strong>Dia da QuebrAção</strong>. Uma calçada na frente do espaço começou a ser removida para dar espaço a um Jardim de Chuva.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="470" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj.jpg" alt="fundição progresso sustentável" class="wp-image-20815" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj.jpg 700w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-300x201.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-24x16.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-36x24.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-48x32.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-600x403.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Perfeito Fortuna (esq) participa da Quebração da calçada da Fundição. Em seu lugar, surgirá uma área verde de 200 metros quadrados &#8211; Divulgação</figcaption></figure></div>



<p>O evento reuniu arquitetos, urbanistas, agroecologistas, paisagistas e os artistas do Céu na Terra, que abençoaram o momento simbólico com uma apresentação de Bumba Meu Boi.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Jardins de Chuva são sistemas de biorretenção de águas pluviais, que ajudam a minimizar o impacto das chuvas fortes e serão de grande ajuda para evitar os recorrentes alagamentos na região da Lapa. E também funcionam como regulador térmico, ajudando a suportar ondas de calor. </strong></h4>



<p><strong>No lugar do cinza do concreto, até setembro surgirá um espaço verde de 200 metros quadrados. </strong>A fachada leste da Fundição ganhará uma grade-escultura de ferro de 93 metros, feita artesanalmente na serralheria da Fundição, que deixará à mostra para a cidade os efeitos práticos desta mudança radical a favor da sustentabilidade. </p>



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<p>&#8220;A Fundição não é só uma casa de shows. A gente fomenta alegria, capacita as pessoas. Mas sempre cuidamos do lado de dentro da Fundição. Agora, vamos cuidar também do lado de fora com uma obra de fachada, mas cheia de conteúdo.<strong> Vamos fazer essa mudança e comunicá-la, com cursos, oficinas, para que a cidade também possa se transformar</strong>&#8220;, explicou o ator e produtor cultural Perfeito Fortuna, que este ano completa duas décadas à frente da Fundição.</p>



<p>Para Cecilia Herzog, paisagista urbana, mestre em Urbanismo e especialista em Preservação Ambiental das Cidades, a construção do Jardim de Chuva da Fundição é um marco. &#8220;A partir de agora, aqui existirá um exemplo de alternativa para a cidade. O paradigma do século 21 e trazer de volta a natureza para o convívio urbano, e humildemente aprender com ela&#8221;, disse Cecília. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Com o Jardim de Chuva, a Fundição Progresso cuida de todo o entorno. É pra gente, pros passarinhos, pros polinizadores. Utilizamos a tecnologia da natureza a serviço da cidade&#8221;, contou Daniel Gabrielli, do coletivo Organicidade, coletivo idealizador do novo espaço. </strong></h4>



<p>O arquiteto Pierre André Martin, que ministrou uma oficina colaborativa ao lado de Cecília Herzog para definir o modelo do Jardim de Chuva, faz coro. &#8220;Este é um gesto muito nobre. Vamos trazer vida de volta onde não tinha. O homem comeu a floresta para trazer a cidade, e agora traz de volta a floresta para comer a cidade&#8221;, brincou. </p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Pierre-André Martin defende o paisagismo ecológico (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/pierre-andre-martin-defende-o-paisagismo-ecologico/" target="_blank"><strong>Relacionado: Pierre-André Martin defende o paisagismo ecológico</strong></a></p>



<p>Fabiana Carvalho, arquiteta responsável pela obra, ressaltou seu caráter colaborativo e educativo. &#8220;Estamos acostumados a trabalhar com a cultura da barreira. Aqui, escolhemos trabalhar com a cultura do permeável, é um laboratório vivo construído a muitas mãos, de diversas áreas&#8221;, disse.</p>



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<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="O Dia (abre numa nova aba)" href="https://odia.ig.com.br/diversao/2019/07/5661737--dia-da-quebracao--marca-inicio-de-projeto-sustentavel-na-fundicao-progresso.html" target="_blank">O Dia</a></p>



<p>Imagem da capa: Projeto da nova praça na Lapa | Divulgação</p>
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