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	<title>mobilidade urbana Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>mobilidade urbana Archives - SustentArqui</title>
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	<item>
		<title>5 benefícios ambientais do transporte público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental.<br />
Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público</p>
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<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público:</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">1. Menos poluição do ar</mark></strong></h3>



<p>Os veículos normalmente liberam uma libra de CO2 para cada milha percorrida. Ao usar o transporte público, não são apenas as emissões de CO2 de um indivíduo ou de uma família que diminuem, mas também há efeitos positivos em escalas em toda a cidade e em todo o país. </p>



<p>As estimativas mostram que o uso do transporte público nos EUA economiza até 37 milhões de toneladas métricas de CO2 todos os anos. </p>



<p>Através de aumentos moderados de cidadãos optando por transporte público ou bicicletas em vez de veículos particulares, esse número pode aumentar de seis para 14 milhões de toneladas. Isso diminui os poluentes atmosféricos e pode melhorar drasticamente a qualidade do ar, principalmente em ambientes urbanos.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">2. Poluição sonora reduzida</mark></strong></h3>



<p>Para além da redução da poluição atmosférica, a limitação da utilização de viaturas particulares traduz-se também na diminuição da poluição sonora, sobretudo nas vias de tráfego intenso. </p>



<p>Isso é benéfico para nós e para os animais da região, pois ruídos altos e perturbadores podem afetar os ritmos circadianos e o sono, o que, consequentemente, afeta a saúde e o bem-estar geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color"><strong>3. Comunidades mais saudáveis</strong></mark></h3>



<p>Menos poluição atmosférica e sonora são melhores para a saúde e o bem-estar humano, especialmente no que diz respeito a condições crônicas, como doenças respiratórias. </p>



<p>Um ambiente mais limpo também é benéfico para a biodiversidade, particularmente em áreas urbanas onde sua sobrevivência é ameaçada por fatores induzidos pelo homem. </p>



<p>Além disso, menos poluição também permite que as plantas sequestrem grandes quantidades de CO2, o que beneficia ainda mais o planeta.</p>



<p>Ao mudar para o transporte público e/ou modos de transporte não baseados em combustível, como andar de bicicleta ou caminhar, as pessoas também se beneficiam do aumento do exercício. </p>



<p>Quando melhora-se a qualidade do ar, as pessoas também passam mais tempo ao ar livre, o que impacta positivamente o bem-estar físico e mental.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">4. Diminuição do congestionamento do tráfego</mark></strong></h3>



<p>O transporte público pode ajudar a reduzir o congestionamento nas áreas urbanas. Estudos mostram que nos EUA em 2011, o seu uso economizou 865 milhões de horas de viagem. É provável que esses números tenham aumentado nos últimos anos. </p>



<p><strong>O congestionamento não só atrapalha os deslocamentos e prejudica o meio ambiente, mas também custa caro!</strong> Sem o transporte público, os custos de congestionamento em 2011 teriam aumentado de US$ 121 bilhões para US$ 142 bilhões em quase 500 áreas urbanas nos EUA.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">5. Menos dependência de combustível e menos produtos químicos nocivos</mark></strong></h3>



<p>Embora haja uma adoção crescente de energia verde em vários setores, a indústria de transporte depende fortemente de combustíveis. Na verdade, os combustíveis à base de petróleo ainda representam 90% de todos os combustíveis para transporte. </p>



<p>Além disso, menos carros também limitam o uso de anticongelante e outros fluidos, que são prejudiciais ao meio ambiente. Esses poluentes são drasticamente reduzidos através do uso do transporte público.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29398" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO ONIBUS LONDRES" class="wp-image-29398" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">ônibus híbrido em Londres</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="678" height="903" data-id="29396" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO TRAM VIA barcelona" class="wp-image-29396" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tranvia (VLT) em Barcelona</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que precisamos de um melhor planejamento urbano para incentivar o uso do transporte público</h2>



<p>Existem três razões principais: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>.densidade, </li>



<li>.acessibilidade </li>



<li>e caminhabilidade. </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>densidade </strong>de uma cidade afeta diretamente a forma como os serviços de transporte público são fornecidos. </h4>



<p>Por exemplo, em <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a></strong>, 30% das viagens e deslocamentos diários são realizados em transporte público. Por outro lado, em Atlanta, esse número cai para 4%. Como Barcelona é 30 vezes mais densa que Atlanta, é mais fácil fornecer serviços de transporte público confiáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>acessibilidade</strong> é outro fator chave que impacta se o transporte público for utilizado. </h4>



<p>Em uma comparação entre Pequim, Londres e Nova York, embora Pequim tenha a maior densidade populacional no centro da cidade, seu uso de transporte público é significativamente menor do que nas outras duas grandes cidades. </p>



<p>Isso ocorre porque o número de empregos e serviços que podem ser alcançados a uma distância conveniente a pé (aproximadamente 20 minutos) é significativamente menor em Pequim, em comparação com Nova York e Londres. Pequim também tem ruas muito largas, grandes quarteirões e prédios distantes das bordas das ruas, o que também afeta o acesso aos espaços públicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Finalmente, a <strong>caminhabilidade e o ambiente urbano </strong>das cidades são outro componente que impacta a forma como as pessoas se locomovem. </h4>



<p>Estudos mostram que ruas bem conservadas, movimentadas e seguras incentivam os pedestres a se locomover. </p>



<p>Por outro lado, estradas largas, calçadas estreitas ou mal conservadas e menos árvores tornam as ruas menos transitáveis. É neste tipo de ambientes urbanos que as pessoas estão significativamente menos propensas a usar o transporte público, mesmo que esteja localizado a apenas 100 metros de distância de sua casa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="950" height="513" data-id="29399" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png" alt="BRT na Barra da Tijuca - Rio de Janeiro" class="wp-image-29399" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png 950w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-300x162.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-768x415.png 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption class="wp-element-caption">BRT na Barra da Tijuca &#8211; Rio de Janeiro</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Atualmente, as cidades em desenvolvimento estão construindo mais infraestrutura de transporte público para diminuir o uso de veículos particulares. </h4>



<p>Embora esses esforços sejam importantes, os governos também devem entender que fatores pertencentes ao tecido urbano também afetam se e como o transporte público é usado. </p>



<p>Assim, investimentos também devem ser feitos para melhorar os ambientes públicos para incentivar o seu uso, como resultado teremos cidades e comunidades mais saudáveis.</p>



<p><br>Fontes: <a href="https://inhabitat.com/better-public-transport-systems-are-key-for-greener-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inhabitat</a> e <a href="https://transportation.ucla.edu/blog/5-environmental-benefits-sustainable-transportation" rel="sponsored nofollow">UCLA</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" data-id="29395" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png" alt="campanha barcelona transport public tmb" class="wp-image-29395" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-300x198.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-768x507.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1536x1013.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1.png 1816w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Campanha a favor do transporte público em Barcelona &#8211; Imagem: Divulgação TMB &#8211; Cristina Bueno (PTP)</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p><br></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Cidades vão priorizar pedestres e ciclistas pós pandemia</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/cidades-vao-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pos-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 19:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do coronavírus a primeira atitude tomada como medida de segurança foi o isolamento social, que tirou de todos o direito de ir e vir e com isso levantou-se questões importantes sobre urbanismo sustentável e principalmente questões ligadas a mobilidade urbana e formas de deslocamentos seguros Com a flexibilização das medidas de isolamento [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">Com a chegada do coronavírus a primeira atitude tomada como medida de segurança foi o isolamento social, que tirou de todos o direito de ir e vir e com isso levantou-se questões importantes sobre <a rel="noreferrer noopener" href="https://sustentarqui.com.br/noticias/urbanismo-sustentavel/" target="_blank">urbanismo sustentáve</a>l e principalmente questões ligadas a mobilidade urbana e formas de deslocamentos seguros</h4>



<p>Com a flexibilização das medidas de isolamento social em algumas cidades do mundo já estão sendo estudadas estratégias para priorizar pedestres e ciclistas nos deslocamentos, como forma de evitar aglomerações nos transportes públicos e manter o distanciamento seguro recomendado pela OMS. </p>



<p>Além disso com a diminuição do número de automóveis nas ruas o índice de poluição diminuiu consideravelmente o que reforça ainda essa necessidade.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como fica o deslocamento em cidades fora do Brasil</strong></h3>



<p>Cidades como Milão, Paris, Barcelona, Washington, Budapeste e Lisboa já estão se adaptando para priorizar a mobilidade urbana a pé ou por bicicleta. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="295" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA.png" alt="" class="wp-image-24705" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA.png 650w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-300x136.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-24x11.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-36x16.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-48x22.png 48w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption>Proposta de ciclovia em Lisboa &#8211; Imagem: Câmara de Lisboa</figcaption></figure></div>



<p>A estratégia mais rápida e fácil para valorizar o transporte ativo são as chamadas ciclovias pop ups, que são ciclovias instalada sem obras, com pinturas no chão ou simplesmente com cones separando a áreas destinadas para cada modal de transporte.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="660" height="325" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA.jpg" alt="pedestres e ciclistas pós pandemia terão proridade" class="wp-image-24706" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA.jpg 660w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-300x148.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-24x12.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-36x18.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-48x24.jpg 48w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption>Simulação da ampliação das calçadas na Via Laietana / Prefeitura de Barcelona</figcaption></figure></div>



<p>Barcelona, Milão, Lisboa e Nova York estão tomando medidas ainda mais ambiciosas que é impedir a circulação de veículos automotivos em grandes vias e centros urbanos, deixando acesso somente para pedestres e ciclistas.</p>



<p>A região da Lombardia no norte da Itália que foi fortemente afetada pela pandemia é uma das regiões com maior índice de poluição, o que confirma um estudo da universidade de Harvard que a má qualidade do ar pode aumentar a probabilidade de morte por Covid-19.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="405" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1024x405.jpg" alt="CICLOVIA EM MILÃO - ANTES E DEPOIS DO CORONAVÍRUS" class="wp-image-24710" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1024x405.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-300x119.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-768x304.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1536x607.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-24x9.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-36x14.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-48x19.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Rua em Milão &#8211; Antes de depois da pandemia &#8211; Imagem: The Guardian</figcaption></figure></div>



<p>Um<a rel="noreferrer noopener" href="https://sustentarqui.com.br/urbanismo-contra-as-epidemias-o-exemplo-de-barcelona/" target="_blank"> planejamento urbano na cidade Barcelona</a> surgiu também no sec. XIX como medida para conter uma epidemia, mas ainda assim, atualmente a cidade sofrerá adaptações para dar cada vez mais espaço e segurança para pedestres e ciclistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Como está acontecendo no Brasil</strong></h3>



<p>No Brasil já têm algumas cidades se mobilizando para tomar as medidas adotadas nesses países.</p>



<p>Em Vitória ao invés de adotar as ciclovias pop ups, em maio a prefeitura resolveu acelerar as obras de ciclovias e ciclorrotas previstas no plano cicloviário da cidade. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="646" height="485" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA.jpg" alt="ciclofaixas em vitória " class="wp-image-24707" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA.jpg 646w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-300x225.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-24x18.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-36x27.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-48x36.jpg 48w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /><figcaption>Foto: Fernando Braga &#8211; Setrans/Prefeitura de Vitória.</figcaption></figure></div>



<p>Em Recife a prefeitura também priorizou as obras de mais 6,5 km de ciclovias, além de medidas na região norte da cidade, em uma área onde há grande concentração de pedestres onde será implantada mais 6 novas faixas de pedestres que serão delimitadas com pinturas no chão, o chamado urbanismo tático.</p>



<p>No caso de Vitória por se tratar de uma ilha, existe uma grande discussão com relação ao deslocamento por bicicleta pelas pontes. A prefeitura argumenta que a região não é segura para o trânsito de ciclistas, já os cicloativistas reivindicam o acesso por bicicleta.</p>



<p><strong>Mais que uma tendência priorizar o transporte ativo nos planejamentos urbanos é a necessidade e uma urgência, além desses modais serem fortemente recomendados pela Organização Mundial da Saúde em tempos pós pandemia por motivos como:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>diminuir poluição;</strong></li><li><strong>manter a população saudável;</strong></li><li><strong>melhorar a imunidade;</strong></li><li><strong>proporcionar distanciamento social; dentre outras vantagens.</strong></li></ul>



<p>No Brasil o desafio é ainda maior já que o uso desses modais ainda são muito embrionários, seja por falta de infraestruturas das cidades, seja por não ter essa cultura incentivada no país.</p>



<p>De qualquer maneira não só as cidades como a economia, costumes e cultura precisarão se adaptar ao “novo normal” e será uma excelente oportunidade de priorizarmos cidades mais saudáveis, limpas e ativas.</p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Letícia Figueiredo do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pedarela.com/" target="_blank">Pedarela</a></p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<p>Imagem da capa:&#8221;Corona Piste&#8221; &#8211; Idealizado pela associação Paris en Selle. </p>
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		<title>Projeto de expansão do Impa integra à paisagem e recebe prêmio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 17:46:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[projeto sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de expansão do Impa, Instituto de Matemática Pura e Aplicada, será inaugurado apenas em 2021, mas já recebeu um prêmio de arquitetura. O Instituto está passando por uma ampliação e sua futura sede, vizinha da atual, será uma bela construção com telhados verdes no bairro Jardim Botânico, na rua Barão de Oliveira Castro no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Projeto de expansão do <a href="https://impa.br/" target="_blank" rel="noopener">Impa, Instituto de Matemática Pura e Aplicada</a>, será inaugurado apenas em 2021, mas já recebeu um prêmio de arquitetura.</strong></p>
<p>O Instituto está passando por uma ampliação e sua futura sede, vizinha da atual, será uma bela construção com telhados verdes no bairro Jardim Botânico, na rua Barão de Oliveira Castro no Rio de Janeiro. O terreno foi doado por uma instituição privada e as obras serão financiados pelo governo federal por meio do Ministério da Educação.</p>
<h4>Relacionado: <a href="https://sustentarqui.com.br/construcao/jardim-botanico-rj-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Jardim Botânico RJ tem Centro de Visitantes sustentável</a></h4>
<p>Integrado à paisagem o novo campus terá 8.140 metros quadrados e promete ser um futuro ponto de atração na cidade carioca. Juntamente com instalações para pesquisa, bibliotecas, auditórios e outros espaços acadêmicos, o Impa contará com mais de cem unidades de habitação.</p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/59986AD6-3C97-44E6-8359-026C02B760C9.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17221" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/59986AD6-3C97-44E6-8359-026C02B760C9.jpeg" alt="" width="600" height="276" /></a></p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/8BE3FFB9-4DE4-44BD-B5AC-68E3118CD4C3.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17222" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/8BE3FFB9-4DE4-44BD-B5AC-68E3118CD4C3.jpeg" alt="Projeto de expansão do Impa" width="600" height="229" /></a><br />
Com o objetivo de ser menos disruptivo possível ao ambiente inserido, o projeto assinado pelo escritório Andrade Morettin Arquitetos e Associados visa causar em sua construção o menor número possível de impacto local, tanto a fauna quanto a flora.</p>
<p>As instalações serão leves e os prédios suspensos, para não tocar o solo e o que ligará os dois campos será tanto uma passarela suspensa quanto uma trilha através da Mata Atlântica. Além disso, promete-se uma gestão consciente de energia e água.</p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/3A458060-4EA8-45C9-8555-24D8188207A3.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17226" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/3A458060-4EA8-45C9-8555-24D8188207A3.jpeg" alt="Projeto de expansão do Impa" width="600" height="300" /></a></p>
<h3></h3>
<h3>Por suas características de minimização do impacto da obra no entorno florestal e urbano e pela modulação climática das edificações projetadas, o projeto de expansão do Impa recebeu o prêmio de Reconhecimento 2017 da Fundação Lafarge Holcim de Arquitetura.</h3>
<p><figure id="attachment_17227" aria-describedby="caption-attachment-17227" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #808080;" href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/90557E4D-CB07-430B-8EF0-33F2088BE1DB-e1525712524476.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17227 size-full" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/90557E4D-CB07-430B-8EF0-33F2088BE1DB-e1525712524476.jpeg" alt="Projeto de expansão do Impa" width="600" height="253" /></a><figcaption id="caption-attachment-17227" class="wp-caption-text"></span> <span style="color: #808080;">O desafio dos arquitetos foi implantar o programa em uma área de topografia complexa, densamente arborizada, causando o mínimo impacto possível na paisagem.</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tendência é que mais trabalhos arquitetônicos passem a adquirir esses aspectos e valorizem a paisagem que os cercam.</p>
<p>Enquanto isso esperamos ansiosos até a data de previsão de inauguração em 2021.</p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/1C3327A4-600F-4285-8279-B2EFF02C3A65.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17225" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/1C3327A4-600F-4285-8279-B2EFF02C3A65.jpeg" alt="projeto de expansão do Impa" width="600" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagens Divulgação Andrade Morettin Arquitetos e Associados</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Amanhã é premiado por suas inovações sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edificações com certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[museu sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[edificações certificadas]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Edificações com certificação LEED no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Museu do Amanhã é premiado por ser destaque como construção verde mais Inovadora. Edifício já tinha recebido a certificação LEED Gold de edificação sustentável. O Museu localizado no Rio de Janeiro, ganhou semana passada (dia16) o prêmio internacional Mipim (Mercado Internacional dos Profissionais Imobiliários), superando concorrentes do Reino Unido, da Suécia e da Alemanha. O resultado foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Museu do Amanhã é premiado por ser destaque como construção verde mais Inovadora. Edifício já tinha recebido a certificação LEED Gold de edificação sustentável.</p>
<p><strong>O Museu localizado no Rio de Janeiro, ganhou semana passada (dia16) o <a href="http://www.mipimawards.com/mipimawards2017/en/page/home" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prêmio internacional Mipim</a> (Mercado Internacional dos Profissionais Imobiliários), superando concorrentes do Reino Unido, da Suécia e da Alemanha. O resultado foi divulgado em Cannes, na França.</strong></p>
<p>Para o diretor-geral do museu, Ricardo Piquet, o prêmio é um reconhecimento da conexão entre o conteúdo do Museu do Amanhã, que “trata da sustentabilidade do planeta”, e o fato “de ser um prédio sustentável”.</p>
<figure id="attachment_14510" aria-describedby="caption-attachment-14510" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/museu-do-amanhã-é-premiado.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14510" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/museu-do-amanhã-é-premiado.jpg" alt="museu do amanhã é premiado" width="600" height="550" /></a><figcaption id="caption-attachment-14510" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Imagem: Facebook Museu do Amanhã</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<p>Piquet acentuou que, com o prêmio, a responsabilidade aumenta, na medida em que se tem que preservar os sistemas que foram pensados e projetados para o museu, para dar o caráter sustentável ao prédio.</p>
<p>Entre esses sistemas, ele destacou o de <strong>captação de água da Baía de Guanabara, as placas de energia solar na cobertura,</strong> e o espelho d&#8217;água que reduz a temperatura no entorno do museu.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/primeiro-museu-da-al-com-certificado-leed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado : MAR – Museu de Arte do Rio – é o primeiro museu com certificação LEED da América Latina </a> </span></strong></p>
<p>“Todos os quesitos da sustentabilidade e a relação com o tema propriamente dito, a relação do museu com o meio, com o entorno, com a própria Baía de Guanabara. Esses compromissos serão mais percebidos”, frisou Piquet.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Arquitetura e conteúdo, localização no espaço urbano e integração com meio ambiente, tudo neste museu converge para um despertar de consciência sobre como as escolhas feitas hoje, por cada um de nós, impactam em um amanhã comum”, ressaltou Hugo Barreto, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, instituição responsável pela concepção do Museu do Amanhã.</strong></p>
</blockquote>
<p>O Prêmio Mipim foi criado em 1991. A competição seleciona os mais notáveis projetos já construídos ou em fase de construção em todo o mundo. O Museu do Amanhã concorreu com a sede da Siemens, em Munique, na Alemanha; o edifício residencial 119 Ebury Street, em Londres; e a fábrica da Värtan Bioenergy, em Estocolmo.</p>
<h4>No ano passado, o Museu do Amanhã obteve o Selo Ouro da <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/certificacao-leed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação LEED</a> (Leadership in Energy and Environmental Design &#8211; Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português), concedida pelo Green Building Council, principal instituição americana na chancela de edificações verdes. Foi o primeiro museu brasileiro a obter este reconhecimento no segundo mais alto nível de classificação.</h4>
<figure id="attachment_14512" aria-describedby="caption-attachment-14512" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/museu-do-amanhã-é-premiado-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-14512" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/museu-do-amanhã-é-premiado-2.png" alt="museu do amanhã é premiado 2" width="600" height="222" /></a><figcaption id="caption-attachment-14512" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Cesar Barreto &#8211; via Facebook Museu do Amanhã</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<h3>ALGUMAS INOVAÇÕES SUSTENTÁVEIS DO MUSEU DO AMANHÃ:</h3>
<p><strong>Impactos locais e transporte:</strong></p>
<p>Nesta categoria, buscamos reduzir os impactos que o museu traz para a sua área de implantação, seu entorno. Foram tratados itens como:<br />* o efeito “<strong><a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-sao-ilhas-de-calor/">ilha de calor</a></strong>”: redução do aquecimento que o museu causa em seu microclima;<br />* transportes: incentivo à redução do uso de veículos, utilização de veículos não poluentes, uso de transporte público e de bicicletas;<br />* enchentes: foram adotados recursos para que o museu contribua positivamente para a redução do problema das enchentes na região;<br />* redução da poluição luminosa;<br />* promoção da biodiversidade nos espaços revegetados: utilização de vegetação nativa, adequada ao local e que promova a recuperação da biodiversidade.</p>
<h4>O Museu do Amanhã está localizado em uma área altamente urbanizada, que oferece escolhas inteligentes de transporte. Moradores e visitantes da região terão mais oportunidades de evitar o uso de carro particular e, assim, de contribuir para a redução de emissões de gás carbônico na atmosfera.</h4>
<p>No perímetro do museu, poderão ser utilizados ônibus (Zona Sul, Zona Norte, Zona Oeste e Baixada Fluminense estão nos itinerários de dezenas de linhas urbanas e intermunicipais que integram a rede rodoviária da Praça Mauá); bicicletas (a ciclovia da cidade estará integrada com a ciclovia do museu, o que permitirá aos visitantes e funcionários um acesso fácil e seguro até o edifício); e VLT (o Veículo Leve sobre Trilhos integrará o Centro da cidade e terá uma estação na Praça Mauá).</p>
<p> </p>
<p><strong>Uso racional da água:</strong></p>
<p>&#8211; Uso inteligente da água, interna e externamente: A economia de água é obtida por meio de equipamentos, instalações e acessórios instalados no interior da edificação, além de paisagismo consciente no exterior.</p>
<p>-As <a href="https://sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/">águas pluviais</a> precipitadas na cobertura são captadas para serem reutilizadas para fins não potáveis dentro do museu.</p>
<p>&#8211; <a href="https://sustentarqui.com.br/aguas-cinzas-o-que-sao-e-dicas-de-reuso/"><strong>Águas cinzas</strong></a> provenientes dos chuveiros e lavatórios seguem para a estação de tratamento localizada no subsolo e serão reutilizadas no paisagismo e na lavagem de pisos. Os resultados são ainda maximizados devido ao sistema de troca de calor com a Baía. </p>
<p>&#8211; O grande diferencial é o sistema que “libera” para as águas da Baía de Guanabara, o calor retirado dos ambientes. O nome técnico do recurso é hidrotermia, e já é utilizado em diversos projetos pelo mundo, mas é novo para o Brasil. As águas são retiradas da Baía, recebem o calor do sistema de ar condicionado e são devolvidas novamente ao mar. Todo este processo acontece de maneira a não agredir o meio ambiente. Para respeitar limitações de variação da temperatura das águas, uma nova mistura acontece para resfriar a água antes esta que volte para a Baía no lado nordeste do píer. A utilização da hidrotermia faz com que o museu não precise de torres de arrefecimento no sistema de climatização. Isso quer dizer que são economizados até 4 mil litros de água por hora!</p>
<p> </p>
<p><strong>Energia:</strong></p>
<p>-Energia solar como fonte de energia alternativa e renovável: Na cobertura do museu serão instaladas lamelas móveis que acompanharão o movimento do sol e captarão a energia solar para que esta, convertida em energia elétrica, possa ser utilizada instantaneamente dentro do museu. A produção de energia a partir das células fotovoltaicas suprirá até 9% de toda a energia necessária para a operação do museu.</p>
<p>&#8211; Sistema de ar condicionado altamente eficiente: economizará energia durante seu funcionamento, devido à utilização das águas da Baía de Guanabara como fonte de rejeição de calor. Essa característica proporciona a eliminação de equipamentos que exerceriam esta função e agrega benefícios econômicos e ambientais, como a redução do consumo de energia e a eliminação do uso de água potável em torres de resfriamento.</p>
<p> </p>
<p><strong>Materiais:</strong></p>
<p>&#8211; Materiais reciclados e produtos extraídos, manufaturados e transportados de forma sustentável foram utilizados na cadeia de suprimentos do museu. Os materiais reciclados, por exemplo, reduzem o uso de matéria-prima virgem e o volume de resíduos sólidos gerados.</p>
<p>-Materiais regionais: minimizam a emissão de poluentes na atmosfera, pois são adquiridos de regiões próximas à obra. Já a certificação FSC (Forest Stewardship Council) da madeira utilizada no museu garante o manejo florestal responsável, promovendo uma mudança positiva e duradoura nas florestas e nos povos que nela habitam.</p>
<p> </p>
<p><strong>Ambiente Interno:</strong></p>
<p>Ao tratar de sustentabilidade, tratamos também das pessoas, da nossa qualidade de vida. Ambientes mais saudáveis, limpos e agradáveis contam com uma boa ventilação, temperatura adequada, iluminação natural e vistas livres sempre que possível.</p>
<p>Também fez parte de nossa preocupação a toxidade dos materiais da obra. Uma vez instalados nos ambientes, alguns materiais podem emitir toxinas durantes muitos meses, prejudicando a saúde dos ocupantes. Os materiais empregados respeitam limites seguros de toxinas. Um plano de limpeza “verde” foi elaborado para que, após sua inauguração, sejam utilizados produtos atóxicos e biodegradáveis.</p>
<p> </p>
<p>Sobre a <strong>redução e correta destinação de resíduos</strong> (reciclagem), destaca-se o reaproveitamento de sobras das estacas das fundações para a construção dos barracões da obra. Foram poupadas toneladas de aço com esta ação.</p>
<p> </p>
<p>Fontes: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-03/museu-do-amanha-ganha-na-franca-o-premio-de-construcao-verde-mais" target="_blank" rel="noopener noreferrer">EBC</a> e <a href="http://www.casadofuturo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa do Futuro</a></p>


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		<title>Mapa Solar do Rio de Janeiro: Aplicativo indica potencial de geração de energia</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/mapa-solar-do-rio-de-janeiro-aplicativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 13:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aplicativo&#160;Mapa Solar do Rio de Janeiro, lançado recentemente pelo&#160;Governo do estado do Rio de Janeiro,&#160;permite identificar o potencial de geração de eletricidade nos telhados da capital fluminense. Foram mapeados 1,5 milhão de telhados,&#160;um&#160;estudo inédito no país que demonstrou que o potencial de geração fotovoltaica nas áreas mapeadas é maior que o consumo residencial da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O aplicativo&nbsp;Mapa Solar do Rio de Janeiro, lançado recentemente pelo&nbsp;Governo do estado do Rio de Janeiro,&nbsp;permite identificar o potencial de geração de eletricidade nos telhados da capital fluminense.</h4>



<p>Foram mapeados 1,5 milhão de telhados,&nbsp;um&nbsp;estudo inédito no país que demonstrou que <strong>o potencial de geração fotovoltaica nas áreas mapeadas é maior que o consumo residencial da capital.</strong> &nbsp;O serviço possibilita visualizar dados como a irradiação solar e a área disponível em cada edifício da cidade.</p>



<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/project-sunroof-do-google/%20" target="_blank" rel="noopener">Relacionado:&nbsp;Google mapeia o potencial de energia solar dos telhados de casas e prédios&nbsp;</a></strong></span></p>



<p>Com o conhecimento do potencial do telhado, por exemplo, é possível calcular a economia na conta de energia com a instalação de um equipamento de energia fotovoltaica em casa. Isso porque, desde 2013, qualquer brasileiro pode conectar à rede elétrica um micro ou minigerador fotovoltaico e receber créditos na conta de luz pela energia excedente produzida, e desde março deste ano, <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">com as novas regras de aprimoramentos na Resolução Normativa nº 482/2012</a>, também é possível a&nbsp;instalação de geração distribuída em condomínios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O aplicativo Mapa Solar do Rio de Janeiro pode ser acessado através do site <a href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/mapasolarrio/" target="_blank" rel="noopener">http://mapasolar.rio</a>.</h2>



<p>O estudo foi criado no âmbito de um projeto de cooperação entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico; a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Governo Federal; o Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio de Janeiro; e a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.</p>



<p>O projeto faz parte do programa <a href="http://www.riocapitaldaenergia.rj.gov.br/site/conteudo/" target="_blank" rel="noopener">Rio Capital da Energia</a>, que tem como&nbsp;objetivo mobilizar a sociedade e promover o debate sobre as fontes renováveis de energia e a eficiência energética, para tornar o Estado do Rio de Janeiro um centro de referência em inovação tecnológica, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.</p>



<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-casa-carioca-com-microgeracao-de-energia-solar-conectada-a-rede/%20" target="_blank" rel="noopener">Veja também:&nbsp;A primeira casa carioca com microgeração de energia solar conectada à rede.&nbsp;</a></strong></span></p>



<p>O Mapa Solar do Rio de Janeiro foi desenvolvido através de uma simulação 3D com base em dados tridimensionais do relevo e das construções,&nbsp;exceto em edificações em áreas de ocupação informal. Para o cálculo, foram escolhidos os dias com maior e menor insolação no ano de 2015.</p>



<p><strong>Veja o vídeo da&nbsp;animação em 3D da Zona Sul do Rio com potencial de energia solar nos telhados:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Energia Solar: 3D do Rio de Janeiro" width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/Vc2bJSAfsvw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<title>Jardim Botânico RJ tem Centro de Visitantes sustentável</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/jardim-botanico-rj-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 20:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[retrofit sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[reforma sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é aniversário do Jardim Botânico do Rio de janeiro, que completa 208 anos. Há exatos dois anos foi inaugurado o novo Centro de Visitantes do parque, onde a reforma seguiu os conceitos da arquitetura sustentável. A construção que abriga o Centro data de 1576, uma das construções mais antigas da zona sul do Rio e que antigamente funcionava como sede [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Hoje é aniversário do Jardim Botânico do Rio de janeiro, que completa 208 anos. Há exatos dois anos foi inaugurado o novo Centro de Visitantes do parque, onde a reforma seguiu os <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/arquitetura-ecologica-x-arquitetura-sustentavel/" target="_blank">conceitos da arquitetura sustentável.</a></h4>
<p>A construção que abriga o Centro data de 1576, uma das construções mais antigas da zona sul do Rio e que antigamente funcionava como sede do antigo Engenho da Nossa Senhora da Conceição da Lagoa. A reforma teve como objetivo diminuir os impactos socioambientais, alinhado com a meta de transformar o <a href="http://jbrj.gov.br/" target="_blank">JBRJ</a> no Jardim mais sustentável do país.</p>
<p>Devido a antiguidade da construção, todo o projeto teve de ser aprovado pelo IPHAN. Dentro das possibilidades de alterações, foram adotados procedimentos ecoeficientes, como a aplicação de <strong>materiais e sistemas sustentáveis,</strong> um sistema de geração de <strong>energia eólica</strong> e outro de <strong>energia solar</strong>. Além disso aproveitou-se o máximo o uso de <strong>iluminação natural</strong> e o espaço foi adaptado para atender às demandas do público portador de deficiência.</p>
<p>O projeto do retrofit verde e a consultoria sustentável foram conduzidos pela arquiteta <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-da-certificacao-breeam/" target="_blank">Viviane Cunha, pioneira na implantação da certificação BREEAM</a> na América Latina. Foram seguidas todas as diretrizes para a obtenção do selo, medidas que proporcionaram maior eficiência energética e melhor utilização dos materiais ao projeto. Ao termino da construção, não foi levado adiante a ideia de certificar a reforma, mas as metas de sustentabilidade foram alcançadas.</p>
<p><figure id="attachment_12368" aria-describedby="caption-attachment-12368" style="width: 600px" class="wp-caption alignleft"><a style="color: #999999;" href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/jardim-botanico-interior.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12368 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/jardim-botanico-interior.jpg" alt="Jardim Botânico RJ interior" width="600" height="450" /></a><figcaption id="caption-attachment-12368" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">As madeiras utilizadas na reforma têm certificação ambiental.</span></figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_12369" aria-describedby="caption-attachment-12369" style="width: 600px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/jardim-botanico-visitantes-ban-e1465851344636.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12369 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/jardim-botanico-visitantes-ban-e1465851344636.png" alt="Jardim Botânico RJ interior" width="600" height="397" /></a><figcaption id="caption-attachment-12369" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">No banheiro foram utilizadas pastilhas mais ecológicas e equipamentos que garantem a economia de água.</span></figcaption></figure></p>
<p>Foi instalado um novo sistema de <strong>tratamento de esgoto</strong> que permite que mais de 80% do material esgotado seja reutilizado. Um<strong> sistema de simulação computacional</strong>  avalia os sistemas de iluminação e condicionamento de ar, o que ajuda a medir o desempenho energético e térmico da construção.</p>
<p>Além dos aspectos sustentáveis, o Centro de Visitantes do Jardim Botânico usou a inovação para construir uma relação interativa com o público. Uma linha do tempo conta a história desta construção de 1576 até hoje e holografias produzidas com tecnologia de última geração e projeção de vídeos sobre superfícies variadas surpreendem os visitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagens cedidas pela arquiteta Viviane Cunha.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Planetário do RJ recebe etiqueta A do Procel</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/planetario-do-rj-recebe-etiqueta-a-do-procel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 19:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Procel]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[edificações certificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Selos verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Planetário é o primeiro órgão da Prefeitura do Rio de Janeiro a conquistar a etiqueta A do Procel. Além de promover a Astronomia e Ciências Afins, a instituição também se preocupa em tornar o seu espaço em um ambiente sustentável, seguindo as diretrizes e dimensões presentes em seu Plano Estratégico 2013-2022. Por meio de parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A Fundação Planetário é o primeiro órgão da Prefeitura do Rio de Janeiro a conquistar a etiqueta A do Procel.</h2>
<p>Além de promover a Astronomia e Ciências Afins, a instituição também se preocupa em tornar o seu espaço em um ambiente sustentável, seguindo as diretrizes e dimensões presentes em seu Plano Estratégico 2013-2022. Por meio de parceria firmada em 2012 com a Light, a Fundação Planetário vem desenvolvendo projetos que visam atingir maior nível de eficiência energética.</p>
<p>E as ações vêm rendendo frutos. Com apoio da<a href="https://www.giz.de/en/worldwide/12055.html" target="_blank"> agência GIZ</a> (Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável) e por meio da parceria com a Light no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL, <strong>a Fundação Planetário conquistou a Etiqueta Classe A em <a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/etiqueta-de-eficiencia-energetica-sera-requisito-obrigatorio-para-edificios-publicos-federais/" target="_blank">eficiência energética para edificações públicas</a>, no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem de Edificações (<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/selo-procel-edificacoes/" target="_blank">PBE Edifica</a>), coordenado pelo Inmetro e pela Eletrobras, pelos projetos de melhorias na envoltória e no sistema de iluminação da Unidade Gávea.</strong></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/etiqueta-de-eficiencia-energetica-sera-requisito-obrigatorio-para-edificios-publicos-federais/%20" target="_blank">Relacionado:Etiqueta de eficiência energética será requisito obrigatório para edifícios públicos federais </a></p>
<h5>O Rio de Janeiro faz parte das cidades líderes no compromisso ambiental, C40 – rede de metrópoles comprometidas com o combate às mudanças climáticas. E a Fundação é o primeiro órgão da Prefeitura do Rio a obter a etiqueta.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“A instituição, através dos seus projetos de caráter sustentável, sela seu compromisso com o Plano Estratégico 2017-2020 da Prefeitura do Rio, que visa, dentre outros temas, uma <strong>cidade verde, sustentável e resiliente</strong>”, conta Tanize Richa, Presidente da Fundação Planetário.</p></blockquote>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/04/planetario-rj.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11331" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/04/planetario-rj.jpg" alt="Planetário do RJ recebe etiqueta A do Procel" width="600" height="332" /></a></p>
<h3></h3>
<h3>Projetos contemplados na Etiqueta A do Procel</h3>
<p>O projeto do sistema de iluminação consiste em substituir todas as 1.457 lâmpadas do prédio por lâmpadas LED, que consomem menos energia e oferecem maior durabilidade. A medida acarretará a redução de 35.429W de potência instalada.</p>
<h4>Já a reforma da envoltória prevê, entre outras medidas, a sobre o acesso ao Museu do Universo. Serão instalados 180 painéis compostos por células fotovoltaicas entre placas de vidro, que captarão a energia solar, transformando-a em energia elétrica para uso do prédio, além de atenuarem o ingresso de radiação solar no interior do prédio, diminuindo a demanda de ar condicionado. A transparência dos painéis assegurará o ingresso de luz natural e manterá a comunicação visual do visitante com o exterior.</h4>
<p><a href="Relacionado: Selo%20Procel Edificações: Certificado de Eficiência Energética em Edificações ">Relacionado: Selo Procel Edificações: Certificado de Eficiência Energética em Edificações </a></p>
<p>A energia elétrica a ser gerada pelo sistema fotovoltaico, estimada em 37.014 kWh/ano, será equivalente ao consumo anual da Nave-Escola, uma das atrações do Museu. A demonstração do balanço entre a geração de energia elétrica fotovoltaica e o consumo energético de um setor específico do Museu será um dos recursos didáticos a serem explorados na Exposição “Sala do Sol”, a ser instalada futuramente no último andar do Museu. O objetivo será difundir a ideia do consumo consciente de energia para um público de 200 mil visitantes por ano, principalmente, crianças e jovens de escolas que visitam a instituição diariamente. Durante a visita, será possível conhecer um pouco mais sobre o funcionamento da tecnologia.</p>
<p>O objetivo é que até 2017 todas as fases do projeto sejam concluídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte e imagens: <a href="http://www.planetariodorio.com.br/index.php/noticias/item/6305-planetario-eficiencia-energetica" target="_blank">Planetário do Rio de Janeiro</a></p>
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		<title>Sustentabilidade será destaque no Museu do Amanhã</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/sustentabilidade-sera-destaque-no-museu-do-amanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2015 19:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[edificações certificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Edificações com certificação LEED no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[edificações com certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[museu sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Calatrava]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Museu do Amanhã faz parte do projeto de requalificação da Região Portuária do Rio de Janeiro.São cerca de 30 mil metros quadrados de área externa, com jardins, espelho d’água, ciclovia e área de lazer, o&#160;prédio em si tem 15 mil metros quadrados de área construída&#160;e está&#160;quase pronto para a inauguração, que acontecerá dia 19 de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;Museu do Amanhã faz parte do projeto de requalificação da Região Portuária do Rio de Janeiro.São cerca de 30 mil metros quadrados de área externa, com jardins, espelho d’água, ciclovia e área de lazer, o&nbsp;prédio em si tem 15 mil metros quadrados de área construída&nbsp;e está&nbsp;quase pronto para a inauguração, que acontecerá dia 19 de dezembro de 2015.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-rio-de-janeiro-e1449596793459.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10625 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-rio-de-janeiro-e1449596793459.jpg" alt="museu do amanhã rio de janeiro" width="600" height="400"></a></p>
<p>O projeto foi concebido pelo renomado arquiteto espanhol <a href="http://www.calatrava.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Santiago Calatrava</a>,&nbsp;gerenciado pelo escritório <a href="http://www.rra.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ruy Resende</a>, e teve consultoria de sustentabilidade&nbsp;da empresa carioca,&nbsp;<a href="http://www.casadofuturo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa do Futuro</a>, com vistas à obtenção da<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/selos-para-contrucao-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> certificação LEED</a> (Liderança em Energia e Projeto Ambiental) – nível ouro,&nbsp;que&nbsp;deve ser chancelada no primeiro trimestre de 2016.</p>
<h3>Em um museu onde se busca entender as possibilidades de futuro, a questão ambiental torna-se protagonista. O Museu do Amanhã, desde suas fases iniciais de projeto, tem a sustentabilidade como uma de suas prioridades.</h3>
<p>A complexidade das formas arquitetônicas e a alta tecnologia empregada no edifício não criaram barreiras à sustentabilidade – ao contrário, tornaram-se aliadas. A movimentação da cobertura permite maximizar a eficiência da produção energética nos painéis solares, além de produzir mais sombras e reduzir seu aquecimento.</p>
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<p>Segundo os consultores da Casa do Futuro, foi difícil conseguir fazer com que a modelagem energética computacional “entendesse” tamanha inteligência. Mas o&nbsp;Brasil tem profissionais capacitados para resolver questões técnicas de alta complexidade,&nbsp;as equipes de projeto do Museu do Amanhã são todas locais, com raras exceções.</p>
<p>Outro desafio foi encontrar espaço para tantas áreas técnicas, necessárias para que todos estes recursos funcionassem, mas acabou sendo tudo resolvido no subsolo do museu. Um lugar não menos fascinante do que as áreas de exposição! Pelo menos na opinião daqueles que apreciam a arquitetura e engenharia.</p>
<h4>Foram tratadas questões relacionadas ao transporte; gerenciamento das águas (enchentes); tratamento e colaboração com a limpeza das águas da Baía de Guanabara; utilização de materiais ambientalmente amigáveis e renováveis; gestão energética extremamente eficiente; redução do consumo de água; entre outras. Difícil&nbsp;descrever todos os itens e soluções trabalhadas, o trabalho foi extremamente longo e minucioso.</h4>
<h4>Na área da sustentabilidade ambiental, tudo foi levantado e o que foi possível realizar foi feito.</h4>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-sustentabilidade-e1449596673466.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10626 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-sustentabilidade-e1449596673466.jpg" alt="museu do amanhã sustentabilidade" width="600" height="400"></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-calatrava-e1449578617202.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10623 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-calatrava-e1449578617202.jpg" alt="sustentabilidade - museu do amanhã calatrava" width="600" height="400"></a></p>
<h2>ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE ADOTADAS NO MUSEU DO AMANHÃ:</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Impactos locais e transporte:</strong></span></p>
<p>Nesta categoria, buscamos reduzir os impactos que o museu traz para a sua área de implantação, seu entorno. Foram tratados itens como:<br />
* o efeito <strong>“ilha de calor”: redução</strong> do aquecimento que o museu causa em seu microclima;<br />
* <strong>transportes</strong>: incentivo à redução do uso de veículos, utilização de veículos não poluentes, uso de transporte público e de bicicletas;<br />
* <strong>enchentes</strong>: foram adotados recursos para que o museu contribua positivamente para a redução do problema das enchentes na região;<br />
* <strong>redução da poluição luminosa</strong>;<br />
*<strong> promoção da biodiversidade</strong> nos espaços revegetados: utilização de vegetação nativa, adequada ao local e que promova a recuperação da biodiversidade.</p>
<p>O Museu do Amanhã está localizado em uma área altamente urbanizada, que oferece escolhas inteligentes de transporte. Moradores e visitantes da região terão mais oportunidades de evitar o uso de carro particular e, assim, de contribuir para a redução de emissões de gás carbônico na atmosfera.</p>
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</script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No perímetro do museu, poderão ser utilizados ônibus (Zona Sul, Zona Norte, Zona Oeste e Baixada Fluminense estão nos itinerários de dezenas de linhas urbanas e intermunicipais que integram a rede rodoviária da Praça Mauá); bicicletas (a ciclovia da cidade estará integrada com a ciclovia do museu, o que permitirá aos visitantes e funcionários um acesso fácil e seguro até o edifício); e VLT (o Veículo Leve sobre Trilhos integrará o Centro da cidade e terá uma estação na Praça Mauá).</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-cidade-olímpica-e1449578697302.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10624 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-cidade-olímpica-e1449578697302.jpg" alt="museu do amanhã cidade olímpica" width="600" height="400"></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Uso racional da água:</strong></span></p>
<p>&#8211; <strong>Uso inteligente da água, interna e externamente</strong>: A economia de água é obtida por meio de equipamentos, instalações e acessórios instalados no interior da edificação, além de paisagismo consciente no exterior.</p>
<p>&#8211;<strong>As águas pluviais precipitadas na cobertura são captadas para serem reutilizadas</strong> para fins não potáveis dentro do museu.</p>
<p>&#8211; <strong>Águas cinzas provenientes dos chuveiros e lavatórios seguem para a estação de tratamento localizada no subsolo e serão reutilizadas</strong> no paisagismo e na lavagem de pisos. Os resultados são ainda maximizados devido ao sistema de troca de calor com a Baía. Somente com esta ação, são economizados até 4 mil litros de água por hora!</p>
<p>&#8211; <strong>O&nbsp;grande diferencial é o sistema que “libera” para as águas da Baía de Guanabara</strong>, o calor retirado dos ambientes. O nome técnico do recurso é<strong> hidrotermia,</strong> e já é utilizado em diversos projetos pelo mundo, mas é novo para o Brasil. As águas são retiradas da Baía, recebem o calor do sistema de ar condicionado e são devolvidas novamente ao mar. Todo este processo acontece de maneira a não agredir o meio ambiente. Para respeitar limitações de variação da temperatura das águas, uma nova mistura acontece para resfriar a água antes esta que volte para a Baía no lado nordeste do píer. A utilização da hidrotermia faz com que o museu não precise de torres de arrefecimento no sistema de climatização. Isso quer dizer que são economizados até 4 mil litros de água por hora!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Energia:</strong></span></p>
<p><strong>-Energia solar como fonte de energia alternativa e renovável:</strong> Na cobertura do museu serão instaladas lamelas móveis que acompanharão o movimento do sol e captarão a energia solar para que esta, convertida em energia elétrica, possa ser utilizada instantaneamente dentro do museu. A produção de energia a partir das células fotovoltaicas suprirá até 9% de toda a energia necessária para a operação do museu.</p>
<p>&#8211; <strong>Sistema de ar condicionado altamente eficiente</strong>:&nbsp;economizará energia durante seu funcionamento, devido à utilização das águas da Baía de Guanabara como fonte de rejeição de calor. Essa característica proporciona a eliminação de equipamentos que exerceriam esta função e agrega benefícios econômicos e ambientais, como a redução do consumo de energia e a eliminação do uso de água potável em torres de resfriamento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Materiais:</strong></span></p>
<p>&#8211; &nbsp;<strong>Materiais reciclados e produtos extraídos, manufaturados e transportados de forma sustentável</strong>&nbsp;foram utilizados&nbsp;na&nbsp;cadeia de suprimentos&nbsp;do museu. Os materiais reciclados, por exemplo, reduzem o uso de matéria-prima virgem e o volume de resíduos sólidos gerados.</p>
<p><strong>-Materiais regionais</strong>: minimizam a emissão de poluentes na atmosfera, pois são adquiridos de regiões próximas à obra. Já a certificação<a href="https://br.fsc.org/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong> FSC</strong></a> (Forest Stewardship Council) da madeira utilizada no museu garante o manejo florestal responsável, promovendo uma mudança positiva e duradoura nas florestas e nos povos que nela habitam.</p>
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<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ambiente Interno:</strong></span></p>
<p>Ao tratar de sustentabilidade, tratamos também das pessoas, da nossa qualidade de vida. Ambientes mais saudáveis, limpos e agradáveis contam com uma <strong>boa ventilação, temperatura adequada, iluminação natural e vistas livres sempre que possível</strong>.</p>
<p>Também fez parte de nossa<strong> preocupação a toxidade dos materiais da obra</strong>. Uma vez instalados nos ambientes, alguns materiais podem emitir toxinas durantes muitos meses, prejudicando a saúde dos ocupantes. Os materiais empregados respeitam limites seguros de toxinas. Um plano de limpeza “verde” foi elaborado para que, após sua inauguração, sejam utilizados produtos atóxicos e biodegradáveis.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-teatro-e1449598225820.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10634 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-teatro-e1449598225820.jpg" alt="museu do amanhã teatro" width="600" height="400"></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-sustentável-e1449578803401.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10627 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/museu-do-amanhã-sustentável-e1449578803401.jpg" alt="museu do amanhã sustentável" width="600" height="400"></a></p>
<p>Sobre a redução e correta destinação de resíduos (reciclagem), destaca-se&nbsp;o reaproveitamento de sobras das estacas das fundações para a construção dos barracões da obra. Foram poupadas toneladas de aço com esta ação.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.casadofuturo.com/blog/museu-do-amanha-mda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa do Futuro</a> &#8211; Fotos: <a href="https://www.facebook.com/CidadeOlimpica/photos_stream" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook/CidadeOlímpica</a></p>
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		<title>UFRJ inaugura estacionamento com painéis solares</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/ufrj-inaugura-estacionamento-com-paineis-solares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 15:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugura hoje&#160;um grande estacionamento com painéis solares conectados à rede da Light, no&#160;campus da Ilha do Fundão,&#160;tornando a faculdade uma geradora de energia. O&#160;projeto faz parte das primeiras iniciativas que serão financiadas pelo Fundo Verde. O Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="listacor4">
<h4>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugura hoje&nbsp;um grande estacionamento com painéis solares conectados à rede da Light, no&nbsp;campus da Ilha do Fundão,&nbsp;tornando a faculdade uma geradora de energia. O&nbsp;projeto faz parte das primeiras iniciativas que serão financiadas pelo <a href="http://www.fundoverde.ufrj.br/index.php/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundo Verde</a>.</h4>
<p>O Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da UFRJ tem como objetivo transformar o campus da Ilha do Fundão em um polo de <strong>projetos de desenvolvimento sustentáveis</strong>, instituído pelo Decreto 43.903/12, o fundo foi aprovado pelas secretarias de Ambiente, de Fazenda e de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços. Em experiência pioneira do país, o Governo do Estado abre mão de receber o ICMS da conta de luz da UFRJ e converte, anualmente, R$ 7 milhões de impostos para projetos ecológicos da universidade.</p>
<p>O uso da energia solar, além de trazer economia, também resulta em benefício para reduzir o aquecimento global. Com os painéis, aproximadamente 70 toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixarão de ser emitidas por ano na atmosfera.</p>
<p>Batizado de &#8220;<strong>árvores solares</strong>&#8220;, o projeto é&nbsp;um estacionamento coberto por painéis solares no campus do Fundão&nbsp;com&nbsp;414 painéis fotovoltaicos, instalados em uma área de pouco mais de 650 metros quadrados, capaz de abrigar 65 veículos. O investimento no projeto foi de R$ 1,6 milhão. A capacidade de geração elétrica da planta é&nbsp;de&nbsp;140 mil kWh por ano , o que&nbsp;seria capaz de abastecer cerca de 70 residências mensalmente.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/estacionamento-solar-ufrj-2-e1439911615495.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9479 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/estacionamento-solar-ufrj-2-e1439911615495.jpg" alt="estacionamento com painéis solares UFRJ" width="600" height="450"></a></p>
<p>&#8211; Vamos deixar os carros na sombra e, ao mesmo tempo, gerar energia para diminuir o consumo tradicional. O fato da instalação ser na parte de baixo também vai dar visibilidade ao projeto &#8211; disse Edson Watanabe, vice-diretor da Coppe/UFRJ e conselheiro do Fundo Verde.</p>
<p>De acordo com o secretário de Ambiente, Carlos Minc, o recuso também será utilizado para investir em planos de mobilidade sustentável da UFRJ, que incluem o carro elétrico, o ônibus de hidrogênio e o Maglev &#8211; trem de levitação que fará percurso de um quilômetro entre a Engenharia e o Hospital Universitário.</p>
<p>&#8211; Todas as boas ideias precisam de sustentabilidade econômica para não ficarem só nas cabeças dos pesquisadores. A universidade terá R$ 7 milhões por ano para que ideias maravilhosas sejam executadas. Esse dinheiro vai realizar sonhos, que servirão de exemplos para os alunos. Serão projetos sustentáveis que depois retornarão para nós &#8211; disse Minc.</p>
<p>.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.rj.gov.br/web/imprensa/exibeconteudo?article-id=1745702" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> rj.gov.br</a>&nbsp;e <a href="http://www.planeta.coppe.ufrj.br/artigo.php?artigo=2013" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Planeta Coppe</a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>


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		<title>Estabike &#8211; Projeto da Prefeitura do Rio para incentivar o uso da bicicleta</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/estabike-prefeitura-do-rio-vai-incentivar-o-uso-da-bicicleta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2015 19:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto da&#160;prefeitura do Rio para incentivar o uso de bicicletas nos deslocamentos urbanos, prevê a&#160;instalação de 30 estações de apoio a ciclistas com&#160;bicicletários, vestiário com&#160;chuveiros, guarda-volumes e oficinas, o projeto foi batizado de Estabike Foi publicado no Diário Oficial do Município pela&#160;Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas&#160;ontem&#160;(20/05), o edital para implantação, manutenção e operação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Projeto da&nbsp;prefeitura do Rio para incentivar o uso de bicicletas nos deslocamentos urbanos, prevê a&nbsp;instalação de 30 estações de apoio a ciclistas com&nbsp;bicicletários, vestiário com&nbsp;chuveiros, guarda-volumes e oficinas, o projeto foi batizado de Estabike</h4>
<p>Foi publicado no Diário Oficial do Município pela&nbsp;Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas&nbsp;ontem&nbsp;(20/05), o edital para implantação, manutenção e operação de 30 estações para usuários de bicicleta. Elas serão instaladas em locais estratégicos para incentivar o uso das bikes e modernizar o transporte urbano na cidade. Essas estações vão oferecer um conjunto de serviços e facilidades aos ciclistas: estacionamento privativo, ponto de recarga para bikes elétricas, oficina para pequenos reparos, banheiros, chuveiros e guarda-volumes.</p>
<p>Estão previstos três modelos de estações: pequeno (14,81 m2), médio (29,62 m²) e grande (56,90 m2) que funcionarão das 6h às 23h diariamente. O concessionário deverá manter uma central de atendimento telefônico, permitir cadastro via internet e mapeamento dos serviços como quantidade de vagas e serviços disponíveis em cada estação em tempo real. Aplicativo para celular também vai informar a localização de cada estação e descrever os serviços.</p>
<p><figure id="attachment_8493" aria-describedby="caption-attachment-8493" style="width: 600px" class="wp-caption alignleft"><a style="color: #999999;" href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Estabike-Rio-e1432236028816.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8493" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Estabike-Rio-e1432236028816.jpg" alt="Estabike Rio" width="600" height="408"></a><figcaption id="caption-attachment-8493" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Imagem: Divulgação</span></figcaption></figure></p>
<p>O cronograma de implantação prevê que as 10 primeiras sejam instaladas em até um ano. Em 18 meses, as 10 seguintes e, em 24 meses, as últimas 10 deverão ser concluídas.</p>
<h3>Confira os locais em que o Estabike vai instalar estações:</h3>
<p>1 Barra da Tijuca Praça na Av. das Américas prox. ao número 909</p>
<p>2 Barra da Tijuca Av. das Américas (canteiro central prox. ao Colégio Anglicano)</p>
<p>3 Barra da Tijuca Av. das Américas (em frente ao Lemond)</p>
<p>4 Barra da Tijuca New York City Center</p>
<p>5 Bonsucesso Praça 19 de Novembro</p>
<p>6 Botafogo Praia de Botafogo (estacionamento no canteiro central em frente ao Botafogo Praia Shopping)</p>
<p>7 Centro Av. Presidente Vargas (estacionamento ao lado da estação de metrô)</p>
<p>8 Centro Av. Presidente Vargas, 736</p>
<p>9 Centro Av. República do Chile (calçada entre o edifício da Petrobrás e a Catedral do Rio)</p>
<p>10 Centro Av. República do Chile</p>
<p>11 Centro Praça Senador Salgado Filho (vagas de carro na parte posterior da praça)</p>
<p>12 Centro Rua Visconde da Gávea (vagas de carro esquina com a Av. Marechal Floriano)</p>
<p>13 Centro Rodoviária 2, ao lado da Via Binária do Porto</p>
<p>14 Copacabana Rua Siqueira Campos</p>
<p>15 Del Castilho Av. Dom Hélder Câmara, 3168 (Nova América)</p>
<p>16 Del Castilho Av. Dom Hélder Câmara (Norte Shopping)</p>
<p>17 Estácio Praça Largo do Estácio</p>
<p>18 Gávea PUC (canteiro em frente ao Planetário)</p>
<p>19 Glória Praça entre a R. da Glória e Av. Augusto Severo</p>
<p>20 Higienópolis Praça Santa Mariana</p>
<p>21 Ilha do Governador Rua Gaspar Magalhães</p>
<p>22 Ilha do Governador Rua Cambaúba próximo ao número 366</p>
<p>23 Ilha do Governador Rua Cambaúba próximo ao número 1177</p>
<p>24 Ilha do Governador Rua Teodoro Braga (Shopping Ilha Plaza)</p>
<p>25 Ilha do Governador Rua Eduardo Nadruz (Portuguesa)</p>
<p>26 Maria da Graça Estação de Metrô</p>
<p>27 São Cristóvão Praça Floriano</p>
<p>28 Vila da Penha Rua Ibiapina (esq. com a Rua Monsenhor Alves Rocha)</p>
<p>29 Vila da Penha Colégio Nossa Senhora da Penha</p>
<p>30 Vila da Penha Rua Bento Cardoso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=5369231" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Prefeitura do Rio</a></p>
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		<title>Paradas Cariocas: Os &#8220;Parklets&#8221; do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/paradas-cariocas-os-parklets-do-rj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 23:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[parklet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa semana o prefeito Eduardo Paes assinou o decreto que regulamenta o programa Paradas Cariocas, a iniciativa permite a criação de plataformas niveladas em vagas de estacionamento que ampliarão o passeio público, espaço conhecido como &#8220;Parklets&#8221;. O programa será implementado pela Prefeitura do Rio, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), e  visa valorizar a cultura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Essa semana o prefeito Eduardo Paes assinou o decreto que regulamenta o programa Paradas Cariocas, a iniciativa permite a criação de plataformas niveladas em vagas de estacionamento que ampliarão o passeio público, espaço conhecido como &#8220;Parklets&#8221;.</h4>
<p>O programa será implementado pela Prefeitura do Rio, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), e  visa valorizar a cultura do encontro, do convívio entre as pessoas e a confraternização no espaço público, características do modo de vida urbano dos cariocas.</p>
<p>O Paradas Cariocas valoriza o patrimônio cultural e segue modelos de sucesso realizados em outras cidades, como São Paulo, Boston  e São Francisco, nos Estados Unidos, onde a novidade apareceu em 2005 e virou política pública a partir de 2009.</p>
<p><figure id="attachment_8155" aria-describedby="caption-attachment-8155" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Parklet-paradas-cariocas-e1429226603222.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8155" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Parklet-paradas-cariocas-e1429226603222.jpg" alt="paradas cariocas - parklet" width="600" height="450" /></a><figcaption id="caption-attachment-8155" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: flirck San Francisco Planning Department</span></figcaption></figure></p>
<p>Os espaços possibilitarão diversos usos, como a instalação de mobiliário urbano, realização de manifestações artísticas e outras ocupações, sempre voltadas para o uso público e que atendam a demanda dos bairros. O objetivo é estimular iniciativas artísticas e criativas na cidade que se apropriem do espaço ocupado hoje por automóveis, além de estimular a presença das pessoas no ambiente público.</p>
<h3>Regras para a instalação de uma Parada Carioca:</h3>
<p>&#8211; Deverá ser respeitado o limite máximo de 15% de vagas suprimidas numa mesma via.</p>
<p>&#8211; Os &#8220;parklets&#8221; cariocas só poderão ser construídos em ruas cuja velocidade máxima é de 50 km/h.</p>
<p>&#8211; A autorização poderá ser requerida tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, que serão os responsáveis pela instalação, manutenção e remoção das plataformas, como também com todos os custos necessários para a implantação.</p>
<p>&#8211; O proponente deverá dar entrada no processo na subprefeitura da região desejada, que concederá a autorização válida por um ano, podendo ser prorrogada. O IRPH acompanhará toda a análise do projeto. Caso o solicitante não seja o proprietário do imóvel em frente à Parada Carioca, deverá ter a autorização do dono do imóvel.</p>
<p>&#8211; Após a autorização, os proponentes deverão executar a instalação da plataforma em até 30 dias a partir do início das obras.</p>
<p>&#8211; Apesar de as paradas cariocas terem um responsável, o seu uso deverá atender às demandas da população em geral e o uso do espaço será público, sendo acessível a todos os tipos de pessoas nos mais variados horários.</p>
<p>&#8211; Não serão aceitos a instalação de comércios, nem a instalação de mesas e cadeiras como continuidade do espaço de bares e comércios. As calçadas em frente às paradas cariocas deverão continuar livres para a passagem de pedestres.</p>
<p>&#8211; Durante a avaliação das propostas de instalação, <strong>será levada em consideração a utilização de <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/saiba-como-escolher-um-material-sustentavel/" target="_blank">materiais sustentáveis</a> </strong>e de projetos criativos.</p>
<p>&#8211; Poderá ser utilizada a utilização de bancos, mesas, cadeiras, jardineiras, guarda-sóis e aparelhos de exercícios físicos, bicicletários e pequenas hortas.</p>
<p>&#8211; Também não será aceita a instalação de comércio, nem a instalação de mesas e cadeiras como continuidade do espaço de bares e estabelecimentos comerciais. As mesas e cadeiras, quando instaladas, não poderão ter a mesma identidade visual do bar ou restaurante em frente.</p>
<p>&#8211; Os projetos deverão seguir as normas técnicas de acessibilidade da Prefeitura do Rio.</p>
<p>&#8211; As Paradas Cariocas ficarão disponíveis para a sociedade 24 horas por dia nos sete dias da semana. Esta informação deverá ser exposta em placa no local.</p>
<p>&#8211; O projeto deverá respeitar a distância mínima de 40 centímetros em relação ao limite das vagas de estacionamentos adjacentes e à pista para os carros.</p>
<p>&#8211; As Paradas Cariocas não poderão ser instaladas em esquinas e não podem obstruir rampas de acessos de pessoas com deficiências, faixas de travessia de pedestres, paradas de ônibus, pontos de táxi, equipamentos de combate a incêndio, nem acarretar a supressão de vagas especiais de estacionamento para idosos e deficientes físicos. A plataforma deverá ser nivelada o mais próximo possível da calçada para permitir o acesso de pessoas com deficiência.</p>
<p>&#8211; Também não será permitida a instalação em locais onde existam faixas exclusivas de ônibus, ciclovias ou ciclofaixas. As paradas não poderão prejudicar a perfeita drenagem da rua e não podem obstruir ralos e bueiros.</p>
<p>&#8211; As Paradas Cariocas deverão possuir algum tipo de proteção, como guarda-corpo e vasos com vegetação, com pelo menos 80 centímetros de altura, para ficarem visíveis aos veículos e, dessa forma, garantir a segurança dos usuários.</p>
<p>&#8211; As Paradas Cariocas não poderão conter elementos publicitários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto tem tudo para dar certo, tendo em vista a tradicional maneira do carioca de viver as suas ruas. São Paulo teve o primeiro modelo instalado no Brasil, em 2012, durante a Virada Sustentável.  A ideia tem sido disseminada pelo <a href="https://institutomobilidadeverde.wordpress.com/" target="_blank">Instituto Mobilidade Verde,</a>  um grupo formado por uma ONG, construtora de Mobiliário Urbano e três escritórios de arquitetura e design, que foi responsável pela construção dos primeiros parklets na America Latina, tendo pesquisado, planejado e implementado os 6 primeiros Parklets da cidade.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Parklet-mobilidade-verde-e1429225644941.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8154 alignleft" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Parklet-mobilidade-verde-e1429225644941.jpg" alt="paradas cariocas - parklet" width="600" height="173" /></a></p>
<p><span style="color: #999999;">Parklet em São Paulo &#8211; Crédito: Instituto Mobilidade Verde</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=5298038" target="_blank">Prefeitura do Rio de Janeiro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prefeitura do Rio lança Plano de Mobilidade Urbana Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 14:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Rio de Janeiro (PMUS) foi desenvolvido pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e conta com uma plataforma online para colaboração da população. O plano orienta os investimentos públicos em infraestruturas de transportes da cidade por dez anos, a partir de 2016 e deverá integrar modais motorizados [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Rio de Janeiro (PMUS) foi desenvolvido pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e conta com uma plataforma online para colaboração da população.</h4>



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<p>O plano orienta os investimentos públicos em infraestruturas de transportes da cidade por dez anos, a partir de 2016 e deverá integrar modais motorizados e não motorizados em um sistema coeso e sustentável, priorizando o transporte público, o deslocamento a pé e por bicicleta e considerando emissões de gases do efeito estufa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Plataforma Interativa</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/pmus-desafio-agora-e1427380005219.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/pmus-desafio-agora-e1427380005219.png" alt="Plano de Mobilidade Urbana Sustentável" class="wp-image-7841"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Imagem: http://desafioagorario.crowdicity.com/#</span></figcaption></figure></div>



<p>Paralelamente às atividades do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, a Prefeitura lançou um novo <a href="https://desafioagorario.crowdicity.com/#" target="_blank" rel="noopener">Desafio Ágora Rio</a>, dessa vez com o tema mobilidade, que servirá de um espaço qualificado para o debate e proposição sobre o tema.</p>



<p>No site do <a href="http://www.pmus.com.br/" target="_blank" rel="noopener">PMUS</a>, os cidadãos e cidadãs poderão sugerir novas rotas para BRTs, ciclovias e apontar áreas em que a passagem de automóveis não é recomendada, entre outras demandas. Além disso, serão realizados encontros em datas e locais ainda a serem divulgados para que o poder público apresente o desenvolvimento do plano e possa captar os desejos da população.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mapa de Demandas Interativo</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://mapeando.rio.gov.br/#/" rel="noopener"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/PMUS-Mapa-de-demanda-e1427318450575.png" alt="Mapa de Demandas - Plano de Mobilidade Urbana Sustentável " class="wp-image-7829"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Mapa de Demandas &#8211; Site: http://www.pmus.com.br/</span></figcaption></figure></div>



<p>O <a href="http://mapeando.rio.gov.br/#/" target="_blank" rel="noopener">Mapa de Demandas</a> é uma plataforma digital para que a população possa registrar demandas por mobilidade e fazer outras sugestões, tudo isso em um mapa interativo da cidade.</p>



<p>Dentre as possibilidades no mapa, os cidadãos e cidadãs poderão sugerir novas rotas cicloviárias pela cidade, identificar pontos da cidade onde a calçada é menos acessível ou sugerir o fechamento de determinadas ruas apenas para pedestres.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mapa de&nbsp;Informações da Mobilidade da Cidade</h3>



<p>Um mapa resume como ficará a rede de transportes da cidade com todos os modais entregues:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/PMUS-Mapa-de-informações-e1427319740390.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/PMUS-Mapa-de-informações-e1427319740390.png" alt="Plano de Mobilidade Urbana Sustentável" class="wp-image-7830"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Mapa – Site: http://www.pmus.com.br/</span></figcaption></figure></div>



<p>O trabalho utiliza os dados do Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana (PDTU-2013), com foco na cidade do Rio de Janeiro. Ao final de dez meses, será elaborado um documento com as principais conclusões e propostas do estudo para os cenários de 2021 e 2026 (com diferentes graus de investimento). Todas as medidas estarão em acordo com as recomendações do Plano Diretor da Cidade do Rio de Janeiro (Lei Complementar 111/11), da Política Municipal de Mudanças Climáticas (Lei 5.248/11) e da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).</p>



<p>Mais informações na plataforma online do <a href="http://www.pmus.com.br/" target="_blank" rel="noopener">PMUS</a></p>
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