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	<title>Mobilize Archives - SustentArqui</title>
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	<title>Mobilize Archives - SustentArqui</title>
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		<title>A onda das bicicletas compartilhadas sem estações chega ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 18:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois novos sistemas de bicicletas compartilhadas devem operar em São Paulo a partir de junho. A novidade é boa, mas exige cautela e muito mais e melhores ciclovias. Duas empresas de bicicletas compartilhadas sem estações (dockless) anunciam sua entrada no mercado brasileiro. Ambas pretendem começar por São Paulo, entre junho e julho próximos. A ideia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dois novos sistemas de bicicletas compartilhadas devem operar em São Paulo a partir de junho. A novidade é boa, mas exige cautela e muito mais e melhores ciclovias.</strong></p>
<p>Duas empresas de bicicletas compartilhadas sem estações (dockless) anunciam sua entrada no mercado brasileiro. Ambas pretendem começar por São Paulo, entre junho e julho próximos. A ideia, em princípio, é muito boa, pois oferece mais liberdade ao usuário em seus deslocamentos, especialmente para fazer conexões entre os demais sistemas de transportes.</p>
<p><strong>A Yellow se apresenta como uma empresa brasileira criada por meio de investimentos do app 99 e de ex-sócios da Caloi.</strong> Planejam começar as atividades em julho próximo, com 20 mil bicicletas, inicialmente no centro expandido da cidade. O sistema de liberação, controle e monitoramento estará na própria bicicleta, com acionamento via app.</p>
<p>Outra empresa, a gigante chinesa Mobike, anunciou que estará na capital paulista a partir de junho, com 2 mil bikes e planos de chegar até 100 mil. Chris Martin, vice-presidente da Mobike, explica que a tecnologia é a receita da empresa para enfrentar os problemas de roubos e vandalismo.</p>
<p>As duas iniciativas &#8211; que tendem a replicar-se para outras cidades do Brasil &#8211; poderiam ser recebidas com absoluto otimismo, não fosse o histórico recente dos sistemas de compartilhamento sem estações em outros localidades do mundo, como Paris, onde o sistema dockless não teve sucesso. Na China, existem vários operadoras e mais de 20 milhões de bicicletas circulando nas cidades. Mas, há também as famosas fotos com milhares delas destruídas e abandonadas em grandes depósitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>&#8220;Bagunça urbana&#8221;</h3>
<p>Zé Lobo, diretor da Transporte Ativo, avalia que em princípio, &#8220;quanto mais bicicletas melhor&#8221;. Mas ele sugere atenção para a &#8220;bagunça urbana&#8221; que elas podem causar: &#8220;Será que apenas a demarcação das áreas para estacionar vão solucionar o problema de bicicletas por todos os lados, atrapalhando pedestres, como tem acontecido mundo afora?&#8221;, questiona Zé Lobo.</p>
<p>Lembra também o problema do vandalismo e dos roubos: &#8220;Num país onde se roubam materiais como alumínio, aço, fios de cobre e outros para revenda a peso, as bicicletas dockless podem ser um prato feito. Roubos têm sido problema em outros países, inclusive na China&#8230;por que aqui seria diferente?&#8221;.</p>
<h4>O interessante, acrescenta Zé Lobo, é que há mais de dez anos atrás, o sistema alemão de bicicletas compartilhadas Call a Bike, da empresa de trens DB, sofria exatamente por ser dockless. &#8220;As calçadas ficavam cheias de bicicletas distribuídas de forma desorganizada, atrapalhando a circulação dos pedestres, problema que acabou por ser solucionado com sistemas dotados de estações&#8221;, lembra o diretor da TA.</h4>
<p>Cabe lembrar também as imagens de bicicletas sendo resgatadas do fundo do rio Yarra, em Melbourne, Austrália. E também os relatos de bicicletas “privatizadas” por alguns usuários na Europa e Estados Unidos.</p>
<figure id="attachment_17163" aria-describedby="caption-attachment-17163" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/bicicletas-compartilhadas-sem-estações-1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17163" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/bicicletas-compartilhadas-sem-estações-1.png" alt="bicicletas compartilhadas " width="600" height="313" /></a><figcaption id="caption-attachment-17163" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Bicicletas compartilhadas sem estações amontoadas: cena comum na China</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Zé Lobo avalia que a manutenção adequada é um desafio e que poderá ser o diferencial: &#8220;Com diversos sistemas espalhados pelas ruas, aqueles com melhor manutenção e confiabilidade serão os que irão sobreviver. Torcemos pra que São Paulo e o Brasil adotem e protejam essas bicicletas. Em Washington (EUA) há quatro sistemas: Ofo, Mobike, Lime Bike e Capital Bike Share; e estão se saindo bem. Vamos ver como será por aqui&#8221;, completa Lobo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ciclovias</h3>
<p>No entanto, na visão do Mobilize Brasil, para que as bicicletas e seus usuários possam circular com segurança e conforto, cabe à prefeitura paulistana (e à maioria das prefeituras do país), fazer a manutenção das ciclovias existente, hoje abandonadas, sujas, repletas de buracos, irregularidades e falhas de sinalização. Seduzidos pelo asfalto, prefeitos continuam a ignorar as leis em relação aos sistemas cicloviários, calçadas e toda a infraestrutura voltada à mobilidade ativa. Talvez esteja aqui o maior desafio para a mobilidade sustentável</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/10919/a-invasao-das-bicicletas-sem-estacoes.html" target="_blank" rel="noopener">Mobilize</a></p>
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		<title>Movido pela Mente: livro sobre superação e mobilidade sustentável será lançado em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 15:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movido pela Mente é um livro sobre superação e mobilidade sustentável, será lançado em São Paulo dia 4 de dezembro e busca financiamento através de uma campanha de crowdfunding. Imagine um jovem de 28 anos, amante de esportes e aventuras, viajante do mundo, recebendo o diagnóstico de uma doença degenerativa avassaladora, que o condena à morte. O Livro Movido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Movido pela Mente é um livro sobre superação e mobilidade sustentável, será lançado em São Paulo dia 4 de dezembro e busca financiamento através de uma campanha de crowdfunding.</strong></p>
<p>Imagine um jovem de 28 anos, amante de esportes e aventuras, viajante do mundo, recebendo o diagnóstico de uma doença degenerativa avassaladora, que o condena à morte. O Livro Movido pela Mente conta a história de Ricky Ribeiro, sua forte relação com o tema da mobilidade urbana e sua luta contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença que lhe roubou os movimentos.</p>
<p><strong>A publicação está sendo viabilizada em modo cooperativo pela plataforma Benfeitoria e o lançamento acontece dia 4 de dezembro, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo.</strong><br />
Imagine este jovem deixando de andar, comer, falar, até ficar praticamente imóvel em uma cama, ligado a aparelhos, respirando somente por meio de ventilação mecânica. Agora, pense numa mente brilhante por trás disso, uma mente viva, ativa, que não apenas quer viver, mas também transformar o mundo em um lugar melhor e mais acessível, com cidades sustentáveis e projetadas para as pessoas. Pensou?<br />
Então saiba que uma mente ilimitada dentro de um corpo limitado pode tudo. No livro Movido pela Mente, acompanhamos a fascinante história do empreendedor social Ricky Ribeiro, que, mesmo imobilizado, criou o<strong><a href="http://www.mobilize.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mobilize Brasil. </a></strong></p>
<p>Desde as suas primeiras quedas por fraqueza muscular até o fatídico diagnóstico, acompanhamos sua trajetória e a travessia de cada limite imposto pela doença.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/livro-movido-pela-mente.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16365" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/livro-movido-pela-mente.png" alt="Movido pela Mente livro" width="574" height="739" /></a><br />
Onde ele encontrará forças para ir além dos obstáculos que, a cada momento, insistem em impedir o fluxo de sua vida? Esta é uma incrível jornada de superação de limites, em que o amor incondicional de uma família e dos amigos, somado à força de uma mente visionária, pode ultrapassar qualquer obstáculo, até mesmo uma sentença de morte.<br />
Narrado em primeira pessoa por Ricky, em parceria com a escritora Gisele Mirabai, o livro revela sua trajetória desde os tempos em que viajava, praticava esportes e pedalava pelas ruas do mundo. Lugares insólitos, como Japaratinga (AL), Paramaribo (Suriname), Corfu (Grécia), ou cidades bem conhecidas, como Paris, Toronto, Amsterdã, Veneza, Barcelona, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife e São Paulo.</p>
<h3>É também um livro sobre mobilidade urbana sustentável e as experiências de seu autor com trens, ônibus, metrôs, barcos, motocicletas, automóveis, teleféricos, bondes, bicicletas e muitos passeios a pé.</h3>
<p>A publicação está sendo viabilizada de modo cooperativo por meio da plataforma Benfeitoria. Para saber mais e colaborar, acesse a página do projeto e participe da campanha de crowdfunding.<br />
Informações em <strong><a href="https://benfeitoria.com/movidopelamente" target="_blank" rel="noopener noreferrer">benfeitoria.com/movidopelamente</a></strong></p>
<p>A renda das vendas do livro será revertida para o Mobilize Brasil, organização sem fins lucrativos que atua com mobilidade urbana, urbanismo e cultura.</p>
<h4>Serviço:<br />
<strong>Lançamento do livro &#8220;Movido pela Mente&#8221;</strong></h4>
<p>Autores: Ricky Ribeiro e Gisele Mirabai<br />
Páginas: 344<br />
Edição: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/10673/livro-de-ricky-ribeiro-sera-lancado-dia-412-em-sao-paulo.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize Brasil</a><br />
Evento de lançamento:<br />
Dia 4 de dezembro, a partir das 18h<br />
Museu da Casa Brasileira Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705<br />
São Paulo</p>
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		<title>Como fazer uma calçada acessível para todos na prática &#8211; por Mara Gabrilli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 16:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto escrito por Mara Gabrilli para o Mobilize ensina o passo-a-passo de como fazer uma calçada acessível para todos &#8211; na prática. Confira: A calçada é a porta de entrada da nossa casa. É ali que a gente dá boas vindas aos nossos convidados, onde compartilhamos espaço com os vizinhos e também é nesse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O texto escrito por Mara Gabrilli para o Mobilize ensina o passo-a-passo de como fazer uma calçada acessível para todos &#8211; na prática. Confira:</strong></p>



<p>A calçada é a porta de entrada da nossa casa. É ali que a gente dá boas vindas aos nossos convidados, onde compartilhamos espaço com os vizinhos e também é nesse pequeno local que podemos demonstrar como respeitamos os pedestres, os outros e até nós mesmos.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<p>Pensando na democratização da cidade, e na liberdade de ir e vir de todos cidadãos, foram criadas normas (definidas pela NBR 9050 – 2015) para que os passeios públicos pudessem cumprir fielmente o seu papel: possibilitar o livre trânsito das pessoas – tenham elas alguma deficiência, mobilidade reduzida ou não.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dimensões</h3>



<p>Se a sua calçada tiver até dois metros de largura, você terá de dividi-la em duas faixas paralelas. Se o seu passeio público tiver mais do que dois metros, então é preciso que tenha três faixas, seguindo as seguintes especificações:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio.jpg" alt="como fazer uma calçada para todos" class="wp-image-16177"/></a></figure></div>



<p><strong>Faixa de serviço:</strong> esse espaço, que precisa ter, no mínimo, 0,70 de correio e lixeiras.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-1.jpg" alt="como fazer uma calçada para todos" class="wp-image-16172"/></a></figure></div>



<p><strong>Faixa livre:</strong> essa é a faixa mais importante, pois é aqui que garantiremos a circulação de todos os pedestres. Ela deve ter, no mínimo, 1,20 m de largura, não apresentar nenhum degrau, nem mesmo um pequeno desnível entre lotes, obstáculo de qualquer natureza ou vegetação. Essa faixa tem de ter superfície regular, firme, contínua e antiderrapante sob qualquer condição, ou seja, não pode ter qualquer faixa de serviço min. 0,70 m faixa de serviço min. 0,70 m faixa de acesso piso tátil direcional faixa de acesso faixa livre.</p>



<p>Quando o nível da rua é menor que o do prédio temos um PROBLEMA, pois o cadeirante tem que fazer um esforço enorme para atravessar uma calçada com inclinação maior que 2% piso tátil direcional</p>



<p><strong>Faixa de acesso:</strong> essa terceira faixa é dispensável em calçadas com menos de 2 m. Essa área é aquela em frente ao seu imóvel ou terreno, e pode receber vegetação, toldos, propaganda e mobiliário móvel como mesas de bar e floreiras, desde que não impeçam o acesso aos imóveis. Serve ainda para acomodar a rampa de acesso aos lotes lindeiros sob autorização do município para edificações já construídas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-2.jpg" alt="acessibilidade para cadeirante" class="wp-image-16173"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">E se a minha calçada tiver menos que dois metros? O que fazer?</h3>



<p>O ideal é que a calçada tenha essa medida. Se não, é preciso que a Prefeitura faça uma avaliação técnica e adeque o passeio dentro das normas. Temos sempre de pensar que o importante é ter a faixa livre, que é a de circulação, dentro dos padrões definidos. Várias propostas podem existir, dentre elas está a ampliação da calçada com a faixa verde. Mas ela deve ter segregadores: piso antiderrapante, e inclinação transversal de no máximo 3%.</p>



<p>Outra solução está na instalação de <strong><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/be-a-ba-do-parklet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">parklets</a></strong> em pontos de estrangulamento, entre demais projetos de aumento de calçadas, especialmente nas esquinas para redução do percurso da travessia – e sempre com rebaixamento de calçada para que todos possam atravessar! Podemos usar, ainda, faixa de travessia elevada. É muito confortável e uma ótima solução para calçadas estreitas, como são as calçadas do Patrimônio Histórico, feito em Salvador, no Pelourinho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é preciso privilegiar nas três faixas?</h3>



<p><strong>Uma informação é muito importante: a faixa livre não deve ter inclinação superior a 3%.</strong> Isso mesmo, ali, onde circulam as pessoas, e os cadeirantes em especial, é imprescindível que o piso seja quase totalmente horizontal.</p>



<p>É comum acontecer de as pessoas, para adequar a entrada dos carros, fazerem uma forte inclinação para que o carro entre na garagem sem nenhum problema. Assim, a calçada – que deveria servir para o pedestre – acaba virando uma rampa de veículo. Imagine algum cadeirante tentando passar por ali? Impossível. Afinal, essa calçada virou passeio para carro, não passeio público.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Se a casa é na esquina. O que fazer?</h3>



<p>Além das especificações anteriores, as esquinas têm um item a mais: os rebaixamentos de calçada para a travessia de pedestres. Além, claro, de serem pontos de intensa circulação, por isso devem estar livres de obstáculos. Observe as seguintes especificações:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-3.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-3.jpg" alt="corte calçada " class="wp-image-16174"/></a></figure></div>



<p>Os rebaixamentos de calçada para travessia devem ter inclinação constante e não superior a 8,33%, ou seja, para uma guia de 15 cm de altura o comprimento da rampa central será de no mínimo 1,80 m e também devem ter esta inclinação nas abas laterais (8,33%). A largura mínima do rebaixamento é de 1,50 m.</p>



<p>O rebaixamento não pode diminuir a faixa livre de circulação, de no mínimo 1,20m. Dois itens importantes: não pode ter desnível no final do rebaixamento para o leito carroçável e a sarjeta não pode ficar muito inclinada formando uma cunha, que vai prender as rodinhas da cadeira de rodas e carrinhos de bebê!</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-4.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-4.jpg" alt="Como fazer uma calçada acessível para todos" class="wp-image-16175"/></a></figure></div>



<p><br>O mobiliário de grande porte, como bancas de jornais, tem de ficar a 15 metros das esquinas e os mobiliários de médio e pequeno porte – como telefones, lixeiras, entre outros, precisam ficar a 5 metros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bom, mas o que fazer com a entrada de carro?</h3>



<p>Na entrada de veículos pode-se inclinar transversalmente a faixa de serviço com até 20% de inclinação e ainda ter um pequeno desnível de 5 cm que o carro sobe. Caso seja ladeira, pode comodar na faixa de acesso com autorização da Prefeitura, mas a faixa livre tem de ser observada com cuidado e seguir a inclinação transversal de até 3% e a longitudinal deve seguir a mesma inclinação do leito carroçável.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-5.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-5.jpg" alt="Como fazer uma calçada acessível para todos" class="wp-image-16176"/></a></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Para mais informações de como fazer uma calçada para todos, baixe&nbsp;a <a href="http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/cartilha-calcada-cidada-2016.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cartilha do Mobilize</a>.</h4>



<p>Fonte e imagens: <a href="http://www.mobilize.org.br/blogs/o-direito-de-ir-e-vir/index.php/sem-categoria/como-fazer-um-passeio-para-todos-na-pratica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a></p>
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		<title>Grupos de caronas são alternativas para a diminuição do tráfego</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/grupos-de-caronas-diminuicao-do-trafego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfany Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 20:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de ocupação dos automóveis particulares no Brasil varia em torno de 1,5 pessoa/carro, o que, na prática, significam muitos carros nas ruas e impactos proporcionais a essa opção de transporte, e os grupos de caronas podem ser uma das soluções para esse problema! Um carro em movimento emite gases e partículas poluentes, aquece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A taxa de ocupação dos automóveis particulares no Brasil varia em torno de 1,5 pessoa/carro, o que, na prática, significam muitos carros nas ruas e impactos proporcionais a essa opção de transporte, e os grupos de caronas podem ser uma das soluções para esse problema!</h4>



<p>Um carro em movimento emite gases e partículas poluentes, aquece o ambiente, ocupa muito espaço na via, além de exigir grandes espaços para estacionamentos. Estima-se que os carros ocupam 1/3 das grandes cidades. Além disso, um carro tem de 50 a 100 cavalos de potência e pesa, na maioria das vezes, mais de 1000 kg. Isso tudo para transportar uma pessoa!</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/grupos-de-caronas.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/grupos-de-caronas.jpg" alt="grupos de caronas" class="wp-image-11802"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: 88 milhas</span></figcaption></figure>



<p>A partir disso, <strong>surgiram os sistemas de caronas, que antes era apenas algo informal entre amigos e agora possui o apoio de plataformas eletrônicas, sites e aplicativos para funcionarem efetivamente</strong> e atingirem um maior número de pessoas. Esses sistemas fazem com que pessoas que trabalham, estudam ou moram em um mesmo local, localizem umas às outras e organizem grupos de caronas. Além de ser econômico, o sistema diminui o número de carros nas ruas, e, consequentemente, contribui para a melhora do trânsito e dos danos ambientais.</p>



<p>Em países como os Estados Unidos, os grupos de caronas recebem incentivos desde a Segunda Guerra Mundial, no intuito de economizar combustível. <strong>Na Noruega e no Canadá, empresas incentivam as caronas entre os funcionários com vagas preferenciais de estacionamento e bonificações salariais,</strong> além disso, há faixas exclusivas nas vias de muito tráfego para veículos com mais de dois passageiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">No Brasil, já existem alguns grupos de caronas, e o mais antigo é o <strong><a href="http://www.caronabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronas Brasil</a></strong>, criado em 2008. Aplicativos como o <strong><a href="http://www.bynd.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Byng</a></strong>, o<strong><a href="http://www.mobiag.com/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mobiag</a>, <a href="http://www.caronetas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronetas</a> e <a href="http://www.caronas.net.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronas.Me</a></strong> também já alcançaram sucesso. Algumas empresas tem o seu próprio sistema de caronas, como a <a href="http://www.viapool.com/pt/services-carpooling.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Viapool</a>. Grupos informais&nbsp;em redes sociais&nbsp; no Facebook e Whatssap ainda existem e acabam impulsionando para que mais pessoas se tornem adeptas às caronas.</h3>



<p>Não deixe de pensar sobre o assunto e, quem sabe,&nbsp;aderir a um desses sistemas&nbsp;de caronas!&nbsp;O seu bolso e o planeta agradecem!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ah, e já que estamos falando em mobilidade urbana, dá uma olhada nessas outras<a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/solucoes-sustentaveis-para-a-crise-da-mobilidade-urbana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> soluções sustentáveis para crise da mobilidade urbana&nbsp;</a>que falamos aqui no SustentArqui.</h4>



<p><a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/9471/seja-racional-va-de-carona.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonte: Mobilize.org</a></p>
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		<title>Aplicativo para melhorar a mobilidade é lançado pelo Mobilize</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/aplicativo-para-melhorar-mobilidade-e-lancado-pelo-mobilize/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2014 20:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
		<category><![CDATA[floresta vertical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicativo para melhorar a mobilidade urbana foi desenvolvido pelo Mobilize em parceria com o Cidadera. A plataforma interativa permite que cidadão denuncie problemas de mobilidade a qualquer hora, em qualquer lugar Falta de sinalização, problemas no transporte coletivo, calçadas irregulares ou obstruídas, e a falta de ciclovias são apenas alguns dos problemas que poderão ser reportados na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Aplicativo para melhorar a mobilidade urbana foi desenvolvido pelo Mobilize em parceria com o Cidadera. A plataforma interativa permite que cidadão denuncie problemas de mobilidade a qualquer hora, em qualquer lugar</h4>
<p>Falta de sinalização, problemas no transporte coletivo, calçadas irregulares ou obstruídas, e a falta de ciclovias são apenas alguns dos problemas que poderão ser reportados na plataforma gratuita Mobilize &#8211; Cidadera, que o Mobilize Brasil está lançando neste final de ano.</p>
<p>O sistema foi desenvolvido por estudantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP) e tem foco em pedestres, ciclistas e usuários do transporte coletivo. A ferramenta já está disponível no portal Mobilize Brasil, no endereço <a href="http://www.mobilize.org.br/mobilize-se/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.mobilize.org.br/mobilize-se</a></p>
<p><figure id="attachment_6599" aria-describedby="caption-attachment-6599" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/12/mobilize-e-cidadera-lancam-plataforma-colaborativa-para-melhorar-a-mob1-e1418764422961.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6599" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/12/mobilize-e-cidadera-lancam-plataforma-colaborativa-para-melhorar-a-mob1-e1418764422961.jpg" alt="Aplicativo para melhorar a mobilidade" width="600" height="270" /></a><figcaption id="caption-attachment-6599" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Pagina do aplicativo Mobilize-se: um mapa dos problemas de mobilidade</span></figcaption></figure></p>
<p><strong>Como funciona:</strong><br />
O funcionamento é bem simples: se você perceber que falta uma faixa de pedestres em um cruzamento, se algum objeto está obstruindo a calçada, ou notar que a ciclovia está esburacada, basta acessar o Mobilize do seu celular, tablet ou computador e registrar sua manifestação, se possível com imagens do local.</p>
<p>O sistema irá lançar a ocorrência em um mapa do Google, deixando a reclamação disponível online para acesso público, com a possibilidade de inserção de novas fotos e comentários. Periodicamente, essas informações serão encaminhadas às prefeituras de cada município.</p>
<p>Ao longo do tempo, a ferramenta irá gerar um banco de dados com as manifestações, especialmente aquelas relacionadas à mobilidade urbana, tudo visível no próprio mapa interativo.</p>
<p>Assim que for inserida no sistema, a reclamação aparece com o status ‘não resolvido’, e poderá ser alterada para ‘resolvido’, caso tenha sido atendida.</p>
<p>A ideia é pressionar o poder público para a solução desses problemas apontados pelos cidadãos que circulam pela cidade a pé, de bicicleta, de metrô ou de ônibus.</p>
<p>Além disso, o aplicativo deverá gerar uma grande quantidade de dados, permitindo que a sociedade e as autoridades identifiquem os pontos mais problemáticos de cada cidade. Alguns municípios já mantêm parceria com o Cidadera e utilizam a ferramenta como forma de interagir com a sociedade.</p>
<p><strong>Participe!</strong><br />
<strong> Se você quer ajudar a melhorar a mobilidade urbana em sua cidade, acesse o link <a href="http://www.mobilize.org.br/mobilize-se/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.mobilize.org.br/mobilize-se</a> e registre sua manifestação!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/7368/mobilize-e-cidadera-lancam-aplicativo-para-melhorar-a-mobilidade.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fórum Mobilize &#8211;  Encontro vai debater a mobilidade urbana sustentável</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/forum-mobilize-encontro-vai-debater-mobilidade-urbana-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 22:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fórum Mobilize &#160;que acontecerá dia 5 de setembro em São Paulo, vai debater os recentes ganhos das cidades brasileiras na mobilidade urbana sustentável. Para iniciar as atividades do mês da mobilidade urbana, o Mobilize Brasil realiza o III Fórum Mobilize, encontro que reunirá especialistas para debater o legado da Copa de 2014 e da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O Fórum Mobilize &nbsp;que acontecerá dia 5 de setembro em São Paulo, vai debater os recentes ganhos das cidades brasileiras na mobilidade urbana sustentável.</h4>
<p>Para iniciar as atividades do mês da mobilidade urbana, o Mobilize Brasil realiza o III Fórum Mobilize, encontro que reunirá especialistas para debater o legado da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016 e o potencial desses megaeventos para a transformação das cidades brasileiras.</p>
<p>O encontro é aberto, com vagas limitadas, e acontecerá no Salão Nobre da FGV/EAESP, na rua Itapeva, 432, 4º andar, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no link da FGV.</p>
<p>Além da participação ao vivo, será possível acompanhar os debates em transmissão digital ao vivo no www.mobilize.org.br, graças à parceria com a empresa de tecnologia UCan.</p>
<p>O III Fórum Mobilize contará com a presença de:</p>
<p>Gilberto Dimenstein<br />
Jornalista e escritor com diversas premiações, criador e coordenador do portal Catraca Livre, e comentarista do CBN Mais SP.</p>
<p>Sérgio Myssior<br />
Arquiteto urbanista, diretor da Myr Projetos Sustentáveis, especialista em meio ambiente e urbanismo e comentarista CBN Mais BH.</p>
<p>Lincoln Paiva<br />
Ambientalista, consultor de mobilidade sustentável, presidente do Instituto Mobilidade Verde e autor de projetos urbanos como as &#8220;biciclotecas&#8221; e os &#8220;parklets&#8221;, recém-instalados em São Paulo.</p>
<p>Eduardo Dias<br />
Jornalista, autor do blog Mobilize Europa e coordenador da campanha Sinalize!, do Mobilize Brasil</p>
<p>A mediação será feita pelo jornalista Marcos de Sousa, diretor do Mobilize Brasil e da Mandarim Comunicação.</p>
<p>Serviço:<br />
III Fórum Mobilize &#8211; O legado dos megaeventos e o potencial de transformação das cidades<br />
Dia 5 de setembro, sexta-feira, às 19 horas<br />
Salão Nobre da FGV/EAESP, rua Itapeva, nº 432, 4º andar<br />
São Paulo &#8211; Estação Trianon-Masp do metrô (Linha Verde)<br />
Inscrições gratuitas pelo site: www.gvces.com.br/index.php?r=eventos/confirmacao&amp;id=1129<br />
Mais informações pelo email: mobilize@mobilize.org.b</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Forum-Mobilize-e1409178605521.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5562" title="Forum Mobilize -  mobilidade urbana sustentável" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Forum-Mobilize-e1409178605521.jpg" alt="Forum Mobilize -  mobilidade urbana sustentável" width="600" height="450"></a>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/6909/participe-do-iii-forum-mobilize.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/forum-mobilize-encontro-vai-debater-mobilidade-urbana-sustentavel/">Fórum Mobilize &#8211;  Encontro vai debater a mobilidade urbana sustentável</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
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