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	<title>Tibete Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>Tibete Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Arquitetura Vernácula no Tibete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2014 13:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura ecológica]]></category>
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		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O edifício foi construído com técnicas vernaculares locais. As paredes de pedra interiores foram pintadas com pigmentos coloridos de minerais locais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Arquitetura Vernácula no Tibet. Este centro de visitantes, projeto do escritório de arquitetura chinês&nbsp;Standardarchitecture-Zhaoyang Studio,&nbsp;foi construído com técnicas locais. </strong></p>



<p>As paredes interiores de pedra foram pintadas com pigmentos coloridos&nbsp;de minerais locais.</p>



<p>Chamado de ´Niyang Rio Visitor Center´, o edifício contém uma bilheteria, um vestiário e um banheiro.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-4.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-4.jpg" alt="Arquitetura Vernácula no Tibete" class="wp-image-2195"/></a><figcaption> Foto: Chen Su </figcaption></figure></div>



<p></p>



<p><strong>O texto abaixo é de autoria dos arquitetos :</strong></p>



<p>´Niyang Rio Visitor Center´<br>Mirui Road é uma estrada turística que liga o Tibete a província de Sichuan e se desenvolve ao longo do rio Niyang. O terreno situado as margens da estrada, onde pode-se apreciar a paisagem do rio, fica a 20 km de distância do Brahmaptra Canyon. Daze foi a vila escolhida para ser a entrada desta atração turística.</p>



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<p>Havia pouco espaço sobrando para o desenvolvimento desta aldeia, por isso, a praia fluvial perto da estrada foi a única escolha para o local do centro turístico..</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-1.jpg" alt="Arquitetura Vernácula na China" class="wp-image-2198"/></a><figcaption>Foto: Chen Su</figcaption></figure></div>



<p>A estrada separa a praia fluvial das montanha próximas. Estabelecer uma relação entre o edifício e seu entorno era a nossa principal preocupação.</p>



<p>O limite exterior do edifício é uma consequência dos limites das condições do local. O espaço público interno é &#8221; esculpido &#8221; a partir do volume de forma irregular. O pátio central conecta quatro aberturas, respondendo às orientações e a circulação.</p>



<p>A massa à esquerda acomoda as três principais funções do interior -a bilheteria, um vestiário e os sanitários. Este plano aparentemente arbitrário é moldado pelo programa e pelas condições do local.</p>



<p>O caráter geométrico do volume e do espaço formam um diálogo com a paisagem circundante.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="450" height="450" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet.jpg" alt="arquitetura vernacular no tibete" class="wp-image-21582" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet.jpg 450w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-24x24.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-36x36.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-48x48.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/arquitetura-vernacula-no-tibet-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></figure></div>



<p><strong>A construção deste edifício adotou técnicas da <a href="https://sustentarqui.com.br/arquitetura-vernacular-o-que-e-e-exemplos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arquitetura vernacular</a> do Tibete. </strong></p>



<p>No topo da fundação de concreto foi erguida uma parede estrutural de 600 milímetros de espessura. </p>



<p>A maioria das aberturas tem reentrâncias profundas. As paredes de 400 milímetros de espessura nas laterais das aberturas funcionam como apoio, aumentando a estabilidade estrutural global e também reduzindo o vão interior.</p>



<p>As vigas dos maiores&nbsp;vãos são feitas a partir de pequenos troncos unidos. Uma camada de&nbsp;150 milímetros&nbsp;de argila &#8220;Aga&#8221; &nbsp;cobre a &nbsp;toda a membrana.</p>



<p>A argila &#8220;Aga&#8221;&nbsp;é um material impermeabilizante vernáculo, ela endurece quando adicionada com água e funciona como uma camada de impermeabilização e isolamento térmico . </p>



<p>A sua plasticidade permite que as calhas sejam moldadas.A drenagem do telhado é feita com estas calhas e drenos de tubos de aço.<span style="line-height: 1.714285714; font-size: 1rem;">&nbsp;</span></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-2.jpg" alt="Arquitetura Vernácula" class="wp-image-2199"/></a><figcaption>Foto: Chen Su</figcaption></figure></div>



<p><strong>A cor é um elemento fundamental na cultura visual do Tibet. Nós introduzimos cor&nbsp;na instalação interior do espaço público. Os pigmentos minerais locais estão diretamente pintados nas superfícies da pedra</strong> .</p>



<p>As transições de cores destaca as transições geométricas do espaço. Desde o amanhecer até o anoitecer, a luz do sol muda de direção, altitude e ângulo , penetrando através das diferentes aberturas.</p>



<p>Ao passar pelo prédio, as pessoas percebem a constante mudança da combinação das cores, de ponto de vista diferente e em momentos distintos.</p>



<p>Não há simbolismo cultural neste conceito cor. Estas cores são abstratas. Elas multiplicam a experiência espacial e também funcionam como um espetáculo de cores independentes do conceito de arquitetura.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-14.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-14.jpg" alt="Arquitetura Vernácula no Tibete" class="wp-image-2193"/></a><figcaption>Foto: Chen Su</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-12.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/01/dzn_Niyang-River-Visitor-Center-by-Standardarchitecture-Zhaoyang-Studio-12.jpg" alt="Arquitetura Vernácula no Tibete" class="wp-image-2192"/></a><figcaption>Foto: Chen Su</figcaption></figure></div>



<p>Fonte:<a href="http://www.dezeen.com/2010/03/19/niyang-river-visitor-center-by-standardarchitecture-zhaoyang-studio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Dezeen</a></p>



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