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	<title>Energias renováveis - Artigos - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>Energias renováveis - Artigos - SustentArqui</title>
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		<title>API Solar &#8211; ferramenta do Google para mapear o potencial da energia solar em edifícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 11:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas úteis para projetar sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2015 o Google lançou o Projeto Sunroof, com o objetivo de incentivar o uso da energia solar. Recentemente, com a mesma finalidade, desenvolveram um nova ferramenta - a Google API Solar.</p>
<p>Um serviço, dentro do novo conjunto de APIs ambientais do Google Maps, onde é possível mapear o local ideal para a instalação de painéis solares utilizando Inteligência Artificial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2015 o Google lançou o <a href="https://sustentarqui.com.br/project-sunroof-do-google/">Projeto Sunroof</a>, com o objetivo de incentivar o uso da energia solar. Recentemente, com a mesma finalidade, desenvolveram um nova ferramenta &#8211; a <strong>Google API Solar</strong>.</p>



<p>Um serviço, dentro do novo conjunto de APIs ambientais do Google Maps, onde é possível <strong>mapear o local ideal para a instalação de painéis solares utilizando Inteligência Artificial</strong>.</p>



<p>A <a href="https://storage.googleapis.com/gmp-maps-demos/solar/index.html#intro?locationId=usa">nova API</a> oferece dados sobre mais de 320 milhões de edifícios em 40 países, incluindo EUA, França, Itália, Espanha e Japão. <strong>Ainda não está disponível no Brasil.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="898" height="500" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ferramena-google-api-solar.webp" alt="ferramena google  para mapear energia solar" class="wp-image-29704" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ferramena-google-api-solar.webp 898w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ferramena-google-api-solar-300x167.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ferramena-google-api-solar-768x428.webp 768w" sizes="(max-width: 898px) 100vw, 898px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a API Solar?</strong></h2>



<p>Para desenvolver o API Solar, treinaram um modelo de IA (inteligência artificial) para extrair diretamente informações 3D sobre a <strong>geometria dos telhados, juntamente com detalhes sobre árvores e sombra</strong>, a partir de imagens aéreas.</p>



<p>A API Solar também considera<strong> fatores como padrões meteorológicos históricos, custos de energia</strong> e outros dados de cada região. </p>



<p>Agora, empresas (como as que instalam os painéis) <strong>podem saber a incidência de luz solar nos edifícios e o potencial de redução no consumo de energia</strong>, antes mesmo de visitar a área. </p>



<p>A tecnologia também permite que moradores instalem os painéis de forma mais rápida e simples, contribuindo para deixar a rede de energia mais sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="935" height="939" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/api-solar-simulacao.gif" alt="api solar simulação" class="wp-image-29703"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Crédito: Google</mark></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recursos da ferramenta</strong></h3>



<p>A API oferece vários recursos que beneficiam o mercado solar, sendo dois endpoints distintos, o <strong>buildingInsights e dataLayers.</strong></p>



<p><strong>O endpoint Building Insights fornece detalhes sobre a localização, dimensões e potencial solar de um edifício. </strong></p>



<p>Ele contém informações como o tamanho e a inclinação do telhado e a produção de energia modelada de um conjunto de telhados. </p>



<p>Esta informação pode ser usada para avaliar os benefícios potenciais da instalação de energia solar. Deste modo os profissionais podem ajudar os proprietários de casas e edifícios a explorar e comparar diferentes configurações, até encontrar a mais adequada.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="483" data-id="29729" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/API-solar-google-COMO-FUNCIONA.webp" alt="COMO FUNCIONA O API SOLAR" class="wp-image-29729" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/API-solar-google-COMO-FUNCIONA.webp 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/API-solar-google-COMO-FUNCIONA-300x181.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/API-solar-google-COMO-FUNCIONA-768x464.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="526" data-id="29730" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/solar-API-camadas.webp" alt="APP DO GOOGLE PARA ENERGIA DO SOL" class="wp-image-29730" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/solar-API-camadas.webp 415w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/solar-API-camadas-237x300.webp 237w" sizes="(max-width: 415px) 100vw, 415px" /></figure>
</figure>



<p><strong>O endpoint dataLayers</strong> (<strong>camadas de dados) retorna detalhes mais granulares em relação às informações solares brutas para uma área ao redor de um local. </strong></p>



<p>Os detalhes incluem sombreamento que pode afetar o desempenho do sistema e um modelo de superfície digital do telhado, que pode facilitar o posicionamento e layout detalhado do sistema. </p>



<p>Essas informações podem ser usadas por instaladores para criar propostas personalizadas. Ou por desenvolvedores de SaaS para automatizar o projeto de conjuntos de painéis mais eficientes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Introducing the Solar API" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/V_r2EQRAA3U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Além da Solar API, o</strong> <strong>Google lançou mais duas novas APIs da plataforma Google Maps &#8211; a API de Qualidade do Ar e a API Pólen.</strong></h4>



<p>As três oferecem às empresas acesso a informações ambientais abrangentes e atualizadas, que permitem desenvolver produtos para sustentabilidade e ajudar as pessoas a se adaptar aos efeitos das mudanças climáticas.</p>
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		<title>Aterro sanitário é transformado em usina solar em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
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		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba. São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura. A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba.</strong> São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura.</p>



<p>A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia limpa. </p>



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<p>A previsão é de uma economia de R$ 2,65 milhões por ano aos cofres do município, o que representa 30% dos gastos de energia de todos os prédios públicos municipais.</p>



<p><strong>“É a contribuição da nossa cidade pelo bem do planeta, contra o aquecimento global”, destacou Rafael Greca, prefeito da cidade. </strong></p>



<p>A Pirâmide Solar, como é chamada, faz parte de um conjunto de iniciativas do <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticiasespeciais/curitiba-mais-energia/24" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curitiba Mais Energia</a>, uma das estratégias da cidade para combater e mitigar as mudanças climáticas, por meio da produção de <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/energia-renovavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energia renovável</a>, o que também resulta em economia aos cofres públicos.</p>



<p>A secretária do Meio Ambiente de Curitiba, Marilza do Carmo Oliveira Dias, reforça que a iniciativa tem impacto positivo em duas grandes questões ambientais. </p>



<p><strong>“Com esse projeto, transformamos um passivo ambiental em usina geradora de energia renovável. E, ainda, estimulamos a população a buscar fontes menos poluentes de energia”</strong>, ressaltou Marilza.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29302" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg" alt="usina solar em curitiba - pirâmide solar " class="wp-image-29302" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1536x1024.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402.jpg 1560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Outras plantas</h3>



<p>O programa Curitiba Mais Energia contempla, ainda, a instalação de painéis no Palácio 29 de Março, no Salão de Atos do Parque Barigui e na Galeria das Quatro Estações, do Jardim Botânico. Além da CGH Nicolau Klüppel, que gera energia a partir da queda d’água do Parque Barigui.</p>



<p>Para a próxima etapa estão em fase inicial mais dois sistemas fotovoltaicos nos telhados dos terminais de ônibus do Santa Cândida (465KWp), em obras, e Boqueirão (512KWp), para iniciar. No Pinheirinho (925KWp), a implantação está em fase final de licitação e deve começar em breve a concorrência para as obras na Rodoferroviária de Curitiba. A estimativa é de uma economia de 60% com todos os projetos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parceria internacional</h3>



<p>Selecionado pela rede de cidades C40 e contemplado com recursos do Cities Finance Facility (CFF) do C40 para elaboração, o projeto da Usina Solar em Curitiba segue as regras de Geração Distribuída da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se de uma concepção do prefeito Rafael Greca que remonta a 2012.</p>



<p>O projeto também é uma colaboração do grupo C40 de Grandes Cidades para a Liderança Climática e da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, que apoia cidades no desenvolvimento de projetos para reduzir as emissões de gases e frear o aumento da temperatura global.</p>



<p>O programa é financiado pelo Ministério Federal Alemão para o Desenvolvimento Econômico e Cooperação (BMZ), pelo Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido (BEIS) e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29322" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg" alt="pirâmide solar" class="wp-image-29322" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios</h3>



<p>Para o diretor comercial do Grupo Bono Energia, Marcelo Abuhamad, empresa responsável pela implantação da pirâmide, o projeto foi um dos maiores desafios enfrentados até hoje.</p>



<p>“Por ser complexo e ser o maior projeto solar da América Latina sobre aterro sanitário, tivemos que contornar diversas questões como a instabilidade do solo e o regime de chuvas”, conta. “Mas conseguimos manter o compromisso com a sustentabilidade e com todas as pessoas envolvidas neste projeto idealizado pelo prefeito Rafael Greca”, completa.</p>



<p>Fontes: Prefeitura de Curitiba e Governo do estado do Paraná</p>
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		<item>
		<title>Marco legal para micro e minigeradores de energia renovável dá mais segurança aos consumidores</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/marco-legal-para-micro-e-minigeradores-de-energia-renovavel-da-mais-seguranca-aos-consumidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando<strong> mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&nbsp;</strong></p>



<p>O projeto de lei que previa esse marco (PL 5.829/2019) foi aprovado em dezembro no Senado e na Câmara dos Deputados. Na ocasião, o relator da matéria no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), afirmou que o<strong> objetivo é dar segurança jurídica às unidades consumidoras da micro e minigeração distribuída.</strong></p>



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<p><strong>A Lei 14.300/2022 permite&nbsp;às unidades consumidoras já existentes — e às que protocolarem solicitação de acesso na distribuidora em 2022 — a continuação, por mais 25 anos, dos benefícios hoje concedidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Essa lei também define as regras que prevalecerão após 2045 e quais serão as normas aplicáveis durante o período de transição.</strong></p>



<p>— <strong>A micro e a minigeração têm muitos méritos, e por isso vêm sendo estimuladas em todo o mundo</strong>. O Brasil não é exceção. A geração de energia elétrica perto do consumo reduz o uso das redes de transmissão e distribuição. Isso significa diminuição da sobrecarga no sistema elétrico, do investimento nessas redes e das perdas técnicas — declarou Marcos Rogério durante a votação do projeto no Senado.</p>



<p>Entre os senadores que apoiam a instituição desse marco legal está Jean Paul Prates (PT-RN). Segundo ele, a geração própria de energia será remunerada pelos benefícios que traz ao meio ambiente e ao sistema elétrico.&nbsp;</p>



<p>— A Aneel deve calcular e determinar, até março, os mecanismos para a consideração desse benefício. E para evitar que ocorra a proliferação e a comercialização de projetos protocolizados dentro do período de isenção, o marco determina uma garantia de fiel cumprimento que é importantíssima: uma garantia de fiel cumprimento equivalente a 2% do valor de novos projetos. <strong>A micro e minigeração finalmente é caracterizada como produção de energia elétrica para consumo próprio e, portanto, deverá ser isenta de ICMS </strong>— ressaltou Jean Paul Prates.</p>



<p>O senador Jaques Wagner (PT-BA), por sua vez, disse que as mudanças promovidas pelo marco legal vão estimular a produção de energia limpa no país.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Créditos</strong></h3>



<p>Marcos Rogério destacou que, nesse sistema, a unidade consumidora com micro ou minigeração pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida — e pode ficar com um crédito a ser utilizado quando seu consumo for superior à geração. Ele acrescenta que <strong>o crédito, com validade de 60 meses</strong>, pode ser usado para abater o montante da energia que foi fornecido pela distribuidora e, assim, reduzir o valor na conta de energia.</p>



<p>Segundo Marcos Rogério, esse tipo de geração de energia já existe em mais de 5.300 cidades brasileiras, o número de unidades consumidoras que participam do sistema já é de mais de 783 mil e a potência instalada ultrapassa 7.136 kW.</p>



<p><strong>— Não há dúvida de que a micro e a minigeração distribuída pode trazer enormes contribuições ao melhor funcionamento do setor elétrico. Pode reduzir o custo da energia para toda a sociedade, tanto no longo quanto no curto prazo. Mas é importante que a expansão se dê de forma sustentável e justa</strong> — observou ele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os mini e microgeradores&nbsp;</strong></h2>



<p>O texto define que microgeradores são aqueles que geram até 75 kW de energia por meio de fontes renováveis (como a fotovoltaica, a eólica e a de biomassa, entre outras) em suas unidades consumidoras (como telhados, terrenos, condomínios e sítios). E define que minigeradores são os que geram mais de 75 kW até 10 MW por meio de fontes renováveis.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a Resolução Normativa nº 482/2012 que facilitou as regras de micro e minigeração de energia no país</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transição</strong></h3>



<p>A Lei 14.300/2022 estabelece uma etapa de transição para a cobrança de tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte de micro e minigeradores. <strong>Até 2045, micro e minigeradores existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença — se esta for positiva — entre o consumido e o gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre hoje.</strong></p>



<p>A regra também valerá para consumidores que pedirem acesso à distribuidora em 2022, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Além disso, o marco legal permite a participação no SCEE de empreendimentos criados para esse fim que tenham o objetivo de atender várias unidades consumidoras (como condomínios).</p>



<p>Há uma transição de 7 a 9 anos no pagamento dos encargos de distribuição por aqueles que começarem a geração após 12 meses da nova lei. Esses pagamentos são relativos à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, da depreciação dos equipamentos da rede e do custo da operação e manutenção do serviço.</p>



<p>Para as unidades que protocolarem as solicitações de acesso entre o 13º e o 18º mês a partir da publicação da lei, o texto prevê que essas novas regras entrarão em vigor a partir de 2031. Há ainda benefícios para cooperativas de natureza rural.</p>



<p>Fica proibida a divisão da central geradora em unidades de menor porte, visando se enquadrar em limites de potência para micro ou minigeração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Programa social</h3>



<p><strong>A Lei</strong> <strong>14.300/2022 também cria o Programa de Energia Renovável Social (PERS), destinado a financiar a instalação de geração fotovoltaica e outras fontes renováveis para consumidores de baixa renda.&nbsp;Os recursos devem ter origem no Programa de Eficiência Energética (PEE).</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobrecontratação involuntária</strong></h3>



<p>A lei prevê que as distribuidoras de energia poderão considerar a energia inserida no sistema pelos micro e minigeradores como sobrecontratação involuntária para fins de revisão tarifária extraordinária. Também prevê que, mesmo que um micro ou minigerador consuma muito pouco em um determinado mês, ele ainda pagará um valor mínimo (para minigeradores, vale a demanda contratada).</p>



<p><strong>Bandeiras tarifárias<br>A lei também prevê que as bandeiras tarifárias incidirão somente sobre o consumo a ser faturado, e não sobre a energia excedente usada para compensar o consumo.</strong></p>



<p>As bandeiras tarifárias (verde, amarela e vermelha 1 e 2) são acréscimos na conta de luz quando a energia fica mais cara — devido, principalmente, à necessidade de acionar termelétricas movidas a combustível fóssil para suprir a demanda.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Iluminação pública</strong></h3>



<p>Além disso, a lei permite a participação das instalações de iluminação pública no&nbsp;Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), devendo a rede de um município ser considerada como unidade consumidora.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vetos presidenciais do marco legal para micro e minigeradores de energia renovável</h3>



<p>Ao sancionar esse marco legal, a Presidência da República vetou dois artigos da nova lei.</p>



<p>Foi vetado o item que classificava como micro ou minigerador as unidades flutuantes de geração fotovoltaica instaladas sobre lâminas d’água. O governo federal alegou que essa medida resultaria em custos extras de R$ 7 bilhões, que, segundo o Executivo, seriam repassados de grandes investidores aos consumidores.</p>



<p>Também foi vetada a inclusão de projetos de minigeração distribuída no Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Segundo o governo federal, estender essa política de benefícios fiscais à minigeração não é adequado porque o Reidi tem foco em projetos de infraestrutura que tendem a proporcionar aumentos de produtividade econômica &#8220;significativamente maiores que aqueles proporcionados pelos minigeradores&#8221;. O governo também alega que, na prática, isso seria uma nova renúncia fiscal, para a qual não haveria estudos de impacto fiscal ou medidas compensatórias, o que iria contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000).</p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/01/07/sancionado-marco-legal-para-quem-gera-a-propria-energia">Agência Senado</a></p>



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		<title>Telha de plástico reciclado que gera energia através do grafeno é promessa de empresa brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 17:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[grafeno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa brasileira que aposta por sustentabilidade e inovação desenvolveu um modelo de telha de plástico reciclado que gera energia solar com a utilização do grafeno, material que é fino como carbono. &#160; Segundo a empresa, as telhas podem gerar até 30 KW mês por unidade, isso quer dizer que com apenas 4 unidades uma residência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Empresa brasileira que aposta por sustentabilidade e inovação desenvolveu um modelo de telha de plástico reciclado que gera energia solar com a utilização do <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/grafeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grafeno</a>, material que é fino como carbono.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Segundo a empresa, as telhas podem gerar até 30 KW mês por unidade</strong>, isso quer dizer que com apenas 4 unidades uma residência poderia ser auto suficiente, com o custo de apenas 35% superior ao da Telha Colonial Plástica comum. Acima deste número de telhas será possível vender o excesso para as concessionárias de energia.</p>



<p>A tecnologia de grafeno pode ser utilizada em qualquer telha, levando energia elétrica de forma acessível, rápida e inteligente, mesmo com tempo nublado ou chuvoso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="574" height="784" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Telha-de-plastico-reciclado-que-gera-energia-atraves-do-grafeno-1.png" alt="Telha de plástico reciclado que gera energia através do grafeno  " class="wp-image-27733" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Telha-de-plastico-reciclado-que-gera-energia-atraves-do-grafeno-1.png 574w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Telha-de-plastico-reciclado-que-gera-energia-atraves-do-grafeno-1-220x300.png 220w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Telha de plástico reciclado</strong></h2>



<p>A Telite, empresa de Leonardo Retto, começou em 2013 como um negócio familiar. Por se tratar de uma pequena cidade no interior do Rio de Janeiro, os limites de crédito eram baixos e logo o empresário sentiu a necessidade de buscar investidores.</p>



<p>Após encerrar as operações em uma fábrica de telhas de fibra de vidro, que havia fundado com seu pai, Leonardo passou a estudar sobre inovação e sustentabilidade. Suas pesquisas o levaram à elaboração de <strong>um produto fabricado a partir de insumos descartáveis, que entram em um processo de reciclagem</strong>, como garrafas, embalagens e diversas variedades de materiais plásticos.</p>



<p>No mesmo ano, a Telite recebeu um aporte financeiro de R﹩ 700 mil feito por acionistas da Gávea Angels. Em seguida, iniciou o processo de produção da <strong>Telha Colonial Plástica, que utiliza 100% de resíduos plásticos retirados do meio ambiente, cerca de 150 toneladas por mês.</strong></p>



<p>A telha é desenvolvida em PEAD, polietileno de alta densidade que é um polímero da família das poliolefinas. Devido às suas propriedades mecânicas e térmicas, esse material atende segmentos de infraestrutura com <strong>alta durabilidade e facilidade na instalação.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafios</strong></h2>



<p><strong>Apesar de ser uma promessa animadora, a empresa ainda enfrenta alguns desafios para lançar o produto no mercado</strong>. O primeiro é encontrar um fornecedor seguro de grafeno, a extração do material ainda é muito cara, no Brasil.  Depois disso será necessário uma rodada com investidores para captar fundos para começar a produção em larga escala.</p>



<p>Outro passo a ser concluído é a<strong><a href="http://www.inmetro.gov.br/prodcert/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> certificação do Inmetro</a></strong>, algo que deve ser concluído entre junho e julho, segundo a empresa. Depois disso a ideia é testar a eficácia da telha em regiões diferentes, com climas distintos, antes de lançá-la ao mercado.</p>



<p>Mas de acordo com a empresa, as telhas de plástico reciclado devem ser colocadas à venda ainda em 2021. Vamos aguardar!</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Textos e imagens &#8211; divulgação Telite </p>
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		<title>Pavimento solar que gera energia elétrica está em teste em Barcelona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 16:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em Barcelona, na Plaça de las Glòries. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. &#160; O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a>, na <em>Plaça de las Glòries</em>. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. </p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na autogeração e autoconsumo, para um futuro mais sustentável.</p>



<p>A instalação vai gerar 7.560 kWh / ano, consumo anual de três residências, que serão monitorados em tempo real para controlar a eficiência do sistema.</p>



<p>Uma comissão avaliará os resultados e analisará a conveniência de reproduzir a fórmula em outras partes da cidade.</p>



<p>A viabilidade do projeto será avaliada após seis meses, se o resultado for positivo, a medida será implantada em outras áreas da cidade. </p>



<p>O desgaste terá que ser avaliado porque, obviamente, não é o mesmo que colocar painéis fotovoltaicos em um telhado, mesmo que sejam muito resistentes. Na França foi testada uma estrada solar que não teve muito êxito, mas o desgaste era muito maior por causa do peso dos veículos. Já na Holanda a tecnologia foi instalada em uma ciclovia e teve os resultados melhores que o esperado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="428" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg" alt="pavimento solar barcelona" class="wp-image-27608" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg 760w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o pavimento solar?</strong></h2>



<p>O pavimento é constituído de um vidro altamente resistente e antideslizante conectado a módulos fotovoltaicos e fiação que irá descarregar a energia para a rede geral.</p>



<p>O piso terá duplo uso, pois manterá sua função de espaço de tráfego, ou seja, pode ser percorrido ou circulado por cima.</p>



<p>A instalação terá uma potência de 9 kWp, irá gerar uma energia de 6,7 kWh e será ligada em modo de autoconsumo num ponto de Bicing (bicicleta compartilhada) da praça. Com essa área de superfície e energia, a energia gerada significará uma economia equivalente a cerca de 2.722 kg de dióxido de carbono por ano.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="428" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg" alt="piso fotovoltaico" class="wp-image-27610" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg 760w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por um futuro mais sustentável</strong></h3>



<p>A iniciativa responde ao objetivo global da cidade de mudar o modelo energético para contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa, 50% em 2030 em relação a 1992, e para a cidade ser neutra em carbono em 2050.</p>



<p>A cidade financiou a instalação com 30.000 euros, sendo o restante pago pelo fabricante. </p>



<p>Recentemente, com o mesmo objetivo de criar uma cidade mais sustentável e contribuir para a adaptação dos efeitos causados ​​pelas mudanças climáticas, a prefeitura promoveu um <a href="https://sustentarqui.com.br/concurso-de-telhados-verdes-em-barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concurso de Telhados Verdes</a> onde os projetos vencedores receberão uma doação de 75% do valor do conjunto de ações e estudos técnicos necessários e até um limite de 100.000 euros para cada cobertura verde.</p>



<p>&nbsp;</p>
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</script></p>



<p>Fonte e crédito das imagens: <a href="https://www.barcelona.cat/infobarcelona/es/un-pavimento-solar-generara-energia-electrica-en-la-plaza-de-las-glorias_1062953.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Barcelona</a></p>
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		<title>Edifícios novos em SP deverão ter pontos de carga para veículos elétricos</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/edificios-novos-em-sp-deverao-ter-pontos-de-carga-para-veiculos-eletricos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 11:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[carros elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de hoje, dia 31, os edifícios novos em construção na cidade de São Paulo serão obrigados a instalar pontos de recarga para carros elétricos e híbridos plug-in. A regra valerá para os novos projetos condominiais protocolados a partir da vigência da Lei Municipal 17.336/2020. A lei foi sancionada pelo prefeito Bruno Covas em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de hoje, dia 31, os edifícios novos em construção na cidade de São Paulo serão obrigados a instalar pontos de recarga para carros elétricos e híbridos plug-in.</p>



<p>A regra valerá para os novos projetos condominiais protocolados a partir da vigência da Lei Municipal 17.336/2020. </p>



<p>A lei foi sancionada pelo prefeito Bruno Covas em março de 2020 e entra em vigor neste mês de abril.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O texto não define quantos pontos de recarga devem ser implantados nos edifícios novos, mas estabelece que as instalações terão de obedecer às normas técnicas brasileiras.</strong> </h3>



<p><strong>Outra obrigatoriedade é a medição individualizada,</strong> com cobrança da energia consumida por cada usuário de carros elétricos que utiliza o ponto de recarga, de acordo com as tarifas praticadas pelas concessionárias fornecedoras de eletricidade. </p>



<p>Essa modalidade é possível com o uso de aplicativos que identificam o usuário e direcionam as cobranças para contas específicas.</p>



<p>A norma não se aplica a &#8220;empreendimentos resultantes de programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos públicos, desde que comprovada a impossibilidade técnica ou econômica. </p>



<p>O texto legal também não faz nenhuma referência a pontos de carga para bicicletas, triciclos, quadriciclos e outros veículos elétricos leves.</p>



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</script></p>



<p>Leia o texto original da <a href="http://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/lei-17336-de-30-de-marco-de-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 17336</a></p>



<p>Via <a href="https://www.mobilize.org.br/noticias/12559/em-sp-edificios-novos-deverao-ter-pontos-de-carga-para-veiculos-eletricos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Mobilize</a> Crédito foto: Divulgação Zletric</p>
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		<title>Maior fachada de vidro com filmes solares do mundo instalada em Goiás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 19:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maior fachada de vidro com filmes solares do mundo foi instalada pelo Grupo Caoa em seu Centro de Pesquisas e Eficiência Energética (CPEE) localizado no interior da fábrica de Anápolis (GO). Os vidros da fachada do edifício receberam filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV), em uma superfície de 850 m2 que gera energia elétrica renovável com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A maior fachada de vidro com filmes solares do mundo foi instalada pelo Grupo Caoa em seu Centro de Pesquisas e Eficiência Energética (CPEE) localizado no interior da fábrica de Anápolis (GO).</p>



<p>Os vidros da fachada do edifício receberam filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV), em uma superfície de 850 m2 que gera energia elétrica renovável com a incidência de radiação solar, suficiente para fornecer toda a energia mensal consumida em todas as estações de trabalho do prédio.</p>



<p>A instalação foi realizada pela SolarVolt, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções e projetos de energia solar fotovoltaica</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é OPV?</strong></h2>



<p><strong>Do inglês organic photovoltaic (OPV), é um filme fotovoltaico orgânico considerado uma tecnologia de células solares de terceira geração. </strong></p>



<p>Devido à sua versatilidade, permite a geração de energia em qualquer superfície, desde fachadas de vidro de edifícios inteligentes até veículos e mobiliário urbano.</p>



<p>O produto instalado no edifício em Goiás é da empresa brasileira Sunew, que segundo eles, possui uma cadeia de produção totalmente sustentável.</p>



<p>Usando uma tecnologia inovadora, a eficiência do OPV da empresa cresce com o aumento da temperatura externa, o que o torna ideal para áreas expostas à forte radiação solar, independente do posicionamento em direção ao sol.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-1024x1024.jpg" alt="Maior fachada de vidro com filmes solares OPV do mundo" class="wp-image-27035" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-1024x1024.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-300x300.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-150x150.jpg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-768x768.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-600x600.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo-100x100.jpg 100w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maior-fachada-de-vidro-com-filmes-solares-OPV-do-mundo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“Os benefícios são inúmeros, tanto para o meio ambiente como para a empresa. A instalação do OPV na fachada do prédio contribui para suprir grande parte da demanda por energia elétrica e, assim, potencializar a eficiência energética e contribuir com a redução da pegada de carbono”, destaca Tiago Alves, CEO da Sunew.</p>



<p>“Temos feito grandes avanços nos estudos de biocombustíveis no CPEE e agora com a parceria com a Sunew e Solar Volt agregamos mais uma frente importantíssima na busca por soluções inovadoras na linha de pesquisa de células fotovoltaicas de baixo peso e alta capacidade. Esta é mais uma ação que reforça o nosso compromisso com a busca da sustentabilidade através da pesquisa e inovação realizada no Brasil, em um momento em que a indústria automobilística ingressa em uma fase de transformação tecnológica sem precedentes”, afirmou Marcio Alfonso, diretor técnico da planta e CEO da montadora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além de ser a maior fachada de vidro com filmes solares do mundo é a segunda maior instalação de OPV do planeta.</h4>



<p>&nbsp;</p>
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</script></p>



<p>Fotos Divulgação</p>



<p>Leia também: <a href="https://sustentarqui.com.br/integracao-da-energia-solar-eletrica-na-arquitetura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Integração da energia solar elétrica na arquitetura</a></p>
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		<title>Telha solar brasileira recebe aprovação para produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 09:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[telha solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano passado a empresa Eternit apresentou ao mercado o lançamento da primeira telha solar brasileira. Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país. Trata-se de uma telha de concreto que produz [&#8230;]</p>
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<p>Ano passado a empresa Eternit a<a href="https://sustentarqui.com.br/primeira-telha-fotovoltaica-brasileira-eternit-solar/">presentou ao mercado o lançamento da primeira telha</a> solar brasileira.</p>



<p>Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de<a href="https://sustentarqui.com.br/telha-solar-tesla/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade</strong></a>, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país.</p>



<p>Trata-se de uma telha de concreto que produz energia elétrica a partir de células fotovoltaicas, sem necessidade de painéis solares adicionais. </p>



<p>Essa é a tecnologia que recebeu<strong> aval e registro do <a href="https://www.gov.br/inmetro/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INMETRO</a></strong> e chegará ao Brasil. </p>



<p><strong>A telha BIG-F10 é a primeira no país deste tipo.</strong></p>



<p>A produção das peças será feita pela Tégula Solar, empresa que pertence a empresa.</p>



<p> Segundo o grupo, a fábrica da Tégula em Atibaia já adaptou sua infraestrutura para a produção das telhas.</p>



<p>&#8220;Somos a única companhia brasileira a produzir localmente um produto revolucionário que irá ajudar a diminuir o consumo de energia tradicional de forma ecológica, ao mesmo tempo em que promove eficiência no uso&#8221;, afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo, em nota.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A primeira telha solar brasileira deve chegar ao mercado brasileiro em 2021.</strong></h3>



<p>Cada telha solar, cujo tamanho é de 36,5 cm por 47,5 cm, tem potência de 9,16 watts, o que se reflete em uma capacidade média mensal de produzir 1,15 Quilowatts hora (Kwh) por mês. </p>



<p>A empresa estima que o uso da tecnologia possa reduzir o custo de um sistema solar em até 20%. Com isso, o <strong>retorno esperado para o investimento é de 3 a 5 anos. </strong></p>



<p>A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 Kilowatts hora por mês (kWh/mês). O consumo médio residencial de energia elétrica no Brasil é de 152,2 kWh/mês.</p>



<p>Sendo assim em uma residência pequena, serão necessárias cerca de 150 telhas; casas de alto padrão devem utilizar até 600 unidades, como estimativa. <strong>O restante do telhado pode ser feito com telhas comuns.</strong></p>



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<p>Fonte: <a href="https://epocanegocios.globo.com/Sustentabilidade/Financas-Sustentaveis/noticia/2020/09/eternit-recebe-aprovacao-para-produzir-telha-que-capta-energia-solar-no-brasil.html">Época Negócios</a> Foto da capa: Eternit/Divulgação</p>
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		<title>Árvore Solar brasileira ganha prêmio internacional de inovação</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/arvore-solar-brasileira-ganha-premio-internacional-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 13:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Árvore Solar brasileira, desenvolvida pela startup Fly to the Sun, foi selecionada como um dos 450 melhores projetos colaborativos sustentáveis no mundo. Na era da tecnologia e da inovação, as criações que se destacam são aquelas que consideram um conjunto de aspectos, entre eles, a diminuição dos impactos ambientais. Com essa perspectiva, a Árvore Solar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Árvore Solar brasileira, desenvolvida pela startup <a href="http://flyingtothesun.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Fly to the Sun (abre numa nova aba)">Fly to the Sun</a>, foi selecionada como um dos 450 melhores projetos colaborativos sustentáveis no mundo.</p>



<p>Na era da tecnologia e da inovação, as criações que se destacam são aquelas que consideram um conjunto de aspectos, entre eles, a diminuição dos impactos ambientais. </p>



<p>Com essa perspectiva, a Árvore Solar Sustentável, desenvolvida no Rio de Janeiro,foi selecionada  pelo prêmio asiático de inovação JEC Awards Innovation 2019. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Capaz de gerar iluminação para espaços urbanos, a árvore solar chamada “Smart Station” também provê energia para recarregar celulares, patinetes, bicicletas, além de rotear Wifi e está apta para interagir com o público por meio de um aplicativo. </h3>



<p>O projeto recebeu no dia 14 de novembro, o prêmio em uma cerimônia na Coreia do Sul, na Ásia. </p>



<p>Como primeiro produto da linha Smart, a árvore solar é a materialização das propostas de unir  tecnologia e a preservação do ambiente, priorizando a utilização de matéria prima retornável, como filmes fotovoltaicos orgânicos e resinas recicláveis de ultima geração. </p>



<p>A Smart Station é fruto do trabalho em equipe de Daniel Plitz, Yago Santos, Elson Teófilo, Joana Recalde, coordenados pela designer Venétia Santos, doutora em Ergonomia e Engenharia de Produção pelo Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM-Paris) e pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). </p>



<p><strong>Além de Smart Station, a equipe já criou bolsas, coberturas para praia, aeroportos e meeting points de shopping; e sapatos solares, recicláveis e compostáveis, todos decorrentes das pesquisas nacionais e parcerias internacionais. </strong></p>



<p>Venétia comanda a startup Fly to the Sun, nascida há um ano com foco em desenvolver produtos sustentáveis e adaptados para cidades inteligentes. A professora  acredita na utilização das novas tecnologias para melhor aproveitamento dos recursos naturais e enfatiza o objetivo de buscar gerar o mínimo de impactos negativos no meio ambiente.</p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Faperj (abre numa nova aba)" href="http://www.faperj.br/index.php?id=3882.2.4" target="_blank">Faperj</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mudança nas regras da energia solar: Proposta da Aneel pode reduzir potencial de economia do brasileiro</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/mudanca-nas-regras-da-energia-solar-proposta-da-aneel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 19:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança nas regras da energia solar, para a geração distribuída, proposta pela ANEEL pode causar um enorme retrocesso ao Brasil. A proposta apresentada dia 15/10 pela Agência Nacional de Energia Elétrica pode inviabilizar a modalidade que permitiu aos brasileiros gerar e consumir a própria eletricidade em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais. Segundo análise da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mudança nas regras da energia solar, para a <a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-e-a-geracao-distribuida/"><strong>geração distribuída</strong></a>, proposta pela ANEEL pode causar um enorme retrocesso ao Brasil. </p>



<p><strong>A proposta apresentada dia 15/10 pela Agência Nacional de Energia Elétrica pode inviabilizar a modalidade que permitiu aos brasileiros gerar e consumir a própria eletricidade em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais.</strong></p>



<p>Segundo análise da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), com base em documentos publicados pela agência reguladora sobre a <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Resolução Normativa nº 482/2012 (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank"><strong>Resolução Normativa nº 482/2012</strong></a>, que traz como proposta a chamada “Alternativa 5”, tanto para geração distribuída remota quanto para a local, a proposta traz um grande desequilíbrio para o consumidor e para as empresas do setor, e favorece os monopólios da distribuição de energia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A mudança nas regras da energia solar proposta pela Aneel pode reduzir em mais de 60% a economia do cidadão que investe na geração de sua própria energia elétrica limpa e renovável. </strong></h3>



<p>“A proposta apresentada pela Aneel surpreendeu o setor e está visivelmente desbalanceada e desfavorável para a geração distribuída no Brasil. A agência desconsiderou <strong>diversos benefícios da geração distribuída solar fotovoltaica aos consumidores e à sociedade brasileira, no setor elétrico, na economia e ao meio ambiente, dentre eles a postergação de investimentos em transmissão e distribuição de eletricidade, o alívio nas redes pelo efeito vizinhança, a geração de empregos, a diversificação da matriz elétrica e a redução de emissões de gases de efeito estufa e poluentes, entre diversos outros</strong>”, explica o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Outro ponto de alerta é a proposta de reduzir o prazo de vigência das regras, de 25 anos para 10 anos, para quem já investiu na geração distribuída. </p>



<p><strong>Pela nova proposta da Aneel, consumidores com geração distribuída em operação teriam as condições mantidas apenas até 2030. </strong></p>



<p>Para a ABSOLAR, a proposta decepciona e vai na contramão do espírito de segurança jurídica e regulatória do setor. “A ABSOLAR defende que a agência honre o compromisso assumido em inúmeras ocasiões por seus dirigentes, de manter as atuais regras por pelo menos 25 anos para os consumidores que acreditaram na geração distribuída e investiram pela regulamentação vigente”, comenta a vice-presidente de geração distribuída da ABSOLAR, Bárbara Rubim. “Quaisquer mudanças devem ser previstas em cronograma claro e não podem prejudicar investimentos já realizados sob as regras atuais, honrando a previsibilidade jurídica e regulatória que é pilar estrutural do setor elétrico brasileiro”, recomenda Rubim.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Atualmente, a geração distribuída solar fotovoltaica é ínfima e está muito abaixo das potencialidades do Brasil.</strong> Dos mais de 84,2 milhões de consumidores cativos brasileiros, menos de 146 mil (0,18%) possuem a tecnologia. </h4>



<p>“Por isso, defendemos que a transição do modelo seja gradual e ao longo de um período planejado, com a mudança começando a partir de um gatilho de atendimento da demanda de energia elétrica de pelo menos 5%, conforme boas práticas internacionais”, acrescenta Bárbara.</p>



<p>A ABSOLAR  lançou a campanha &#8220;BRASIL, DEIXE A ENERGIA SOLAR CRESCER&#8221;, um movimento para mostrar ao País tudo o que temos a ganhar com essa fonte de energia limpa e renovável. Veja o vídeo abaixo:</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/yy25hOfOyUE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p></p>



<p>Por outro lado a Aneel defende que na regra atual, quando a compensação de energia se dá na baixa tensão, quem possui geração distribuída (GD) deixa de pagar todas as componentes da tarifa de fornecimento sobre a parcela de energia consumida que é compensada pela energia injetada.</p>



<p>As alterações ao sistema de compensação propostas, segundo a agência, visam o equilíbrio da regra para que os custos referentes ao uso da rede de distribuição e os encargos sejam pagos pelos consumidores que possuem geração distribuída. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="725" height="1024" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-725x1024.png" alt="Proposta da Aneel para Mudança nas regras da energia solar" class="wp-image-21866" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-725x1024.png 725w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-212x300.png 212w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-17x24.png 17w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-25x36.png 25w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-34x48.png 34w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-600x848.png 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar.png 750w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></figure></div>



<p>A revisão da norma em 2019 foi prevista em 2015, quando da publicação da resolução 687/2015, que alterou a resolução 482/2012.</p>



<p>A ANEEL abriu uma consulta pública em continuidade para receber contribuições à proposta de revisão. Será realizada ainda audiência pública (sessão presencial) na sede da Agência em Brasília, no dia 7/11/2019.</p>



<p><strong>Os interessados em participar da consulta pública devem encaminhar entre o dia 17/10/2019 e 30/11/2019 contribuições ao e-mail cp025_2019@aneel.gov.br</strong> ou por correspondência para o endereço da Agência: SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70830-100), em Brasília-DF.</p>



<p></p>



<p>Fontes: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="ABSolar (abre numa nova aba)" href="http://www.absolar.org.br/noticia/noticias-externas/mudanca-regulatoria-traz-desequilibrio-ao-consumidor-de-energia-solar-da-geracao-distribuida.html" target="_blank">ABSolar</a> e <a href="https://www.aneel.gov.br/">Aneel</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Espírito Santo obriga captação de energia solar em novas edificações estaduais</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/espirito-santo-obriga-captacao-de-energia-solar-em-novas-edificacoes-estaduais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 16:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi assinado nesta segunda-feira (14), o decreto que institui a obrigatoriedade da instalação de equipamentos para captação de energia solar em novas edificações estaduais no Espírito Santo. A norma também se aplica às instalações construídas com recursos do Estado repassados aos municípios por meio de convênios, acordos ou termos de compromisso. “Assinamos esse decreto hoje [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foi assinado nesta segunda-feira (14), o decreto que institui a obrigatoriedade da instalação de equipamentos para captação de energia solar em novas edificações estaduais no Espírito Santo. </strong></p>



<p>A norma também se aplica às instalações construídas com recursos do Estado repassados aos municípios por meio de convênios, acordos ou termos de compromisso. </p>



<p>“Assinamos esse decreto hoje para que possamos aproveitar o crescimento da energia com custo benefício adequado e também para que possamos dar sinais aos projetistas dos futuros prédios públicos. O Governo precisa dar sinais de qual caminho quer seguir. A energia solar está se tornando viável. A energia eólica já se tornou viável e o Nordeste está sendo suprido por ela. Estamos trazendo agora na plataforma de PPPs [Parcerias Público-Privado] a substituição da energia dos prédios públicos através da construção de miniusinas solares”, afirmou governador do Estado do ES, Renato Casagrande.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país (abre numa nova aba)">Relacionado: Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país</a></strong></p>



<p>Ele celebrou ainda o momento atual com o incentivo ao uso de energias renováveis: “Estou feliz com o momento em que vivemos. O mundo exige uma visão diferente de desenvolvimento. Esse mundo novo passa pelo debate da energia. Se a gente sai da dependência do petróleo e vai para uma energia renovável, isso passa por uma decisão política e também uma decisão de viabilidade econômica. A questão ambiental é séria e estamos tendo a oportunidade de criar uma empresa de gás na hora em que o Governo Federal tomou uma decisão correta de baratear o gás. O contrato será moderno e antenado”, disse;</p>



<p>Casagrande aproveitou a ocasião para anunciar que estão sendo realizados estudos para a implantação de ônibus movidos por gás natural e eletricidade. </p>



<p><strong>De acordo com o decreto, a Administração Pública poderá empregar outros meios de utilização da energia solar, quando não for possível a utilização de energia solar através de instalação de placas fotovoltaicas no local da edificação. </strong></p>



<p>Está incluída a possibilidade de uso da modalidade do autoconsumo remoto – quando a energia gerada por um sistema fotovoltaico instalado em um local pode ser utilizada para reduzir a conta de energia de outro local completamente diferente.</p>



<p>Para o diretor geral da Agência de Regulação de Serviços Públicos (ARSP), Munir Abud, o Espírito Santo será o primeiro estado brasileiro a “viver de fato e por completo” o Novo Mercado de Gás com a real possibilidade de queda nos preços, atraindo investidores e movimentando ainda mais a economia local. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segundo ele, o decreto que obriga captação de energia solar em novas edificações estaduais  é um marco na política pública de ampliação da energia fotovoltaica no Estado. “Os prédios a serem construídos deverão ter a estrutura necessária para a instalação do sistema”, explicou.</strong></h4>



<p>Além deste decreto, o Governo do Estado também planeja criar, possivelmente por meio de concessões, parques solares nas Fazendas Experimentais do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). A proposta é que por meio desses parques solares todos os prédios públicos sejam autossuficientes em energia.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Governo ES (abre numa nova aba)" href="https://www.es.gov.br/Noticia/decreto-torna-obrigatoria-a-instalacao-de-energia-solar-em-novas-edificacoes-do-executivo-estadual" target="_blank">Governo ES</a></p>



<p>Foto: ulleo (pixabay.com)</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tesla anuncia opção de alugar painéis solares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 11:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tesla anunciou que está lançando uma nova opção para proprietários de imóveis para alugar painéis solares e todo o sistema de instalação por apenas US $ 50 por mês, sem custos iniciais ou contrato de longo prazo. Também existe a possibilidade de cancelar pagamentos mensais de aluguel a qualquer momento. No entanto, a empresa [&#8230;]</p>
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<p><strong>A Tesla anunciou que está lançando uma nova opção para proprietários de imóveis para alugar painéis solares e todo o sistema de instalação por apenas US $ 50 por mês, sem custos iniciais ou contrato de longo prazo</strong>.</p>



<p>Também existe a possibilidade de cancelar pagamentos mensais de aluguel a qualquer momento. No entanto, a empresa cobrará uma taxa de US $ 1.500 para remover o sistema do seu telhado e devolvê-lo à sua condição original.</p>



<p>Se os clientes venderem suas casas, a Tesla oferece uma opção conveniente de transferência de contrato que pode ser passado para o novo proprietário da casa.</p>



<p>Especialistas dizem que a medida pode ajudar a aumentar a adoção de painéis solares nos Estados Unidos, principalmente entre os proprietários que anteriormente se recusavam a pagar pelos sistemas solares.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Telhado solar da Tesla já está no mercado e com “garantia infinita” (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/telhado-solar-da-tesla-esta-a-venda/" target="_blank"><strong>Relacionado: Telhado solar da Tesla já está no mercado e com “garantia infinita”</strong></a></p>



<p>Atualmente, o programa de aluguel de painéis solares está disponível para locação em seis estados: Arizona, Califórnia, Connecticut, Massachusetts, Nova Jersey e Novo México.</p>



<p>Os painéis da Tesla vêm em três tamanhos, começando em um pequeno painel solar de 3,8 quilowatts a US $ 50 por mês, o que gera uma média de 10 a 14 quilowatts-hora de energia por dia; uma média de 7,6 kWh por US $ 100 por mês, gera entre 19 e 28 kWh por dia; ou a grande opção de 11,4 kWh por US $ 150 por mês, produzindo 29 a 41 kWh por dia. </p>



<p>Uma família  dos EUA usa em média cerca de 28 quilowatts-hora de eletricidade por dia</p>



<h4 class="wp-block-heading">Enquanto a Tesla espera que o negócio de alugar painéis solares seja um grande sucesso, especialistas em energia dizem que é uma forma de impulsionar seus negócios solares em dificuldades. </h4>



<p>No início deste ano, a empresa cortou seus preços de painéis solares e também permitiu que os clientes comprassem sistemas residenciais em incrementos.</p>



<p></p>



<p>Crédito da imagem: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Tesla (abre numa nova aba)" href="https://www.tesla.com/energy/design" target="_blank">Tesla</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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