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	<title>cidade inteligente Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>cidade inteligente Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Curitiba ganha o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 11:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a [&#8230;]</p>
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<p><strong>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). </strong></p>



<p>As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a Prefeitura incentivando o desenvolvimento socioeconômico da cidade com políticas públicas e programas em todos os setores que promovem a melhora da qualidade de vida dos curitibanos.</p>



<p><br><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/curitiba/">Curitiba </a>é, historicamente, referência em inovação</strong> e, a partir de 2017, com a criação do Vale do Pinhão, estendemos o pensamento inovador para a transformação tecnológica dos serviços públicos e nos tornarmos também referência em cidade inteligente. Para nós, o fomento à sustentabilidade, ao empreendedorismo e ao bem-estar é prioridade dentro de um processo social”, destaca o prefeito Rafael Greca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça as iniciativas que garantiram a Curitiba o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Vale do Pinhão</h3>



<p>Criado em 2017 pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é o movimento que integrou o ecossistema de inovação curitibano. Entre as ações da Prefeitura e da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação no Vale do Pinhão estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O programa Cidade das Startups contribui para o desenvolvimento de suas 604 startups, sendo três delas (Ebanx, Olist e MadeiraMadeira) unicórnios, companhias com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.</li>



<li>Entre os incentivos ao empreendedorismo, estão as capacitações constantes e gratuitas oferecidas pelos programas Bom Negócio e Curitiba Empreendedora e Empreendedora Curitibana.</li>



<li>Os nove Espaços Empreendedor realizam 991 atendimentos diários aos 210 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) formalizados de Curitiba.</li>



<li>Os programas 1º Empregotech e o Empregotech 40+ oferecem formação para o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação (TI).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Pirâmide Solar</h3>



<p>A Pirâmide Solar de Curitiba é a <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aterro-sanitario-e-transformado-em-usina-solar-em-curitiba/">primeira usina fotovoltaica instalada sobre um aterro desativado</a> </strong>da América Latina. Em seis meses de operação, a Pirâmide Solar de Curitiba, no bairro Caximba, gerou 2.048,985 MWh (megawatts/hora), resultando em uma economia de R$1,17 milhão aos cofres públicos municipais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Revolução Digital</h3>



<p>Promovendo a inclusão digital dos curitibanos, o Wi-fi Curitiba oferece internet pública gratuita em 310 pontos da cidade. Também fazem parte dos recursos digitais em favor do cidadão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com o e-Cidadão, base de dados da Prefeitura que, o curitibano tem acesso a 36 aplicações para solicitar serviços digitais da Prefeitura de Curitiba, de forma segura e simples;</li>



<li>Pelo novo site da Prefeitura, o cidadão pode fazer emissão de notas fiscais; consulta e emissão de boletos do IPTU e Dívida Ativa, entre outros;</li>



<li>Pela Agenda Online é outra ferramenta que facilita a vida do curitibano, em que é possível ter hora marcada para serviços presenciais de diversos serviços municipais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Cidade na palma da mão</h3>



<p>Também foram lançados pela Prefeitura, a partir de 2017, aplicativos que vêm levando serviços e informações do município para a palma da mão dos curitibanos, como Saúde Já, Curitiba App, 156 e Nota Curitibana.</p>



<p>No trânsito, o EstaR agora é eletrônico, com a compra de crédito por aplicativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma nova empresa em 2 horas</h3>



<p>Curitiba reduziu, nos últimos anos, o tempo de abertura de uma nova empresa para, em média, duas horas, resultado da integração digital de serviços. Veja outras ações inovadoras que facilitam a vida de quem empreende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curitiba foi a primeira cidade do país a oferecer um coworking público, com as três unidades do Worktiba, que já abrigou 266 empresas em estágio inicial.</li>



<li>A Prefeitura ampliou para 606 atividades inclusas na Lei de Liberdade Econômica, que têm dispensa de alvarás;</li>



<li>A retomada do Tecnoparque reduz o repasse do ISS (Imposto Sobre Serviço) de 5% para 2% para empresas de base tecnológica instaladas em Curitiba para realizarem projetos de inovação;</li>



<li>O Fundo de Aval Garantidor de Curitiba já alavancou R$ 20,2 milhões em empréstimos;</li>



<li>O Invest Curitiba abre portas de oportunidades de investimentos nacionais e internacionais a empresas curitibanas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Gestão moderna e participativa</h3>



<p>Com a inédita Parceria Público-Privada (PPP) para a modernização da iluminação pública, Curitiba inovou com a adoção de um novo modelo de gestão que vai renovar os 160 mil pontos de iluminação da cidade.</p>



<p>A cidade também inovou com a criação do Programa Fala Curitiba, que integra a população nas decisões do que é prioridade dos investimentos municipais. O cidadão participa via internet, nas reuniões nos bairros ou nos pontos móveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pioneirismo no 5G</h3>



<p>Curitiba é a cidade com maior uso do 5G no país e uma das primeiras capitais do país a receber, em 2022, o sinal da nova tecnologia de transmissão de dados via internet.</p>



<p>Isso porque Curitiba se antecipou em modernizar as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia celular na cidade, ainda em 2019.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bairro Novo da Caximba</h3>



<p>O projeto do Bairro Novo da Caximba, que está trocando palafitas irregulares por um bairro inteligente para 1.693 famílias em uma Área de Preservação Ambiental, é um dos exemplos do comprometimento da Prefeitura em projetos que visam a recuperação do ambiente urbano, a redução de emissões de gases e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cidade Educadora</h3>



<p>Desde 2017, a Prefeitura está expandindo o acesso ao ensino em tempo integral. Atualmente, são 153 unidades de ensino com essa opção, chegando a 100% das unidades até o final. A cidade também é parte do grupo das Cidades Educadoras.</p>



<p>A Educação também inova no cadastro online para o ingresso de novas crianças na rede municipal de ensino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eletromobilidade</h3>



<p>O transporte público de Curitiba está na fase dos testes dos ônibus elétricos, que vão operar a partir de 2024. A cidade já tem eletromobilidade na frota da Guarda Municipal e em táxis.</p>



<p>A cidade oferta o uso de 500 bicicletas compartilhadas, mecânicas e elétricas, é ativado a partir de aplicativo;</p>



<p>O Projeto Inter 2 aponta para a evolução do transporte público de Curitiba ao requalificar mais de 38 km de percurso do Inter 2 e do Interbairros II, com impacto em 28 bairros da capital com obras de infraestrutura viária e as novas estações, os prismas solares, serão polos inteligentes e de integração do sistema de transporte multimodal de Curitiba (ônibus, bicicleta, patinetes, táxis, transporte por aplicativo).</p>



<p>Com o programa Caminhar Melhor, projeto de requalificação de calçadas, a Prefeitura reafirma a prioridade dada ao pedestre. 100 km de calçadas acessíveis, além de investimento em 400 km em estrutura cicloviária.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura maker</h3>



<p>Nos últimos seis anos, a Prefeitura criou e multiplicou locais que incentivam o pensamento inovador e a cultura maker (do “faça você mesmo”).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Fab Lab do Cajuru é o espaço maker aberto à população para o desenvolvimento de projetos criativos e que já colaborou em 224 projetos.</li>



<li>Curitiba tem outras 33 oficinas de criatividade abertas a estudantes, profissionais da rede municipal de ensino e à comunidade para projetos “mãos na massa”, nos 32 Faróis do Saber e Inovação Laboratório Pedagógico de Inovação.</li>



<li>Os curitibinhas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), contam com os Faróis Móveis, oficinas maker em um carrinho em forma de farol.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Alimentação saudável e para todos</h3>



<p>Desde 2017 Curitiba se destaca por seu compromisso com a segurança alimentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São 35 unidades de Armazéns da Família, que beneficiam 360 mil famílias com a comercialização de alimentos em média 30% mais baratos;</li>



<li>11 Sacolões da Família, com frutas, verduras e legumes com preço de referência a R$ 3,69 o quilo.</li>



<li>5 Restaurantes Populares, que oferecem 4,7 mil refeições diárias a R$3.</li>



<li></li>



<li>A <a href="https://sustentarqui.com.br/fazenda-urbana-em-curitiba-tera-cursos-de-agricultura-urbana-sustentavel/"><strong>Fazenda Urbana do Cajuru</strong></a> é exemplo de cultivo e uso integral dos alimentos, desde o plantio à compostagem. No ano que vem será inaugurada a Fazenda Urbana da CIC.</li>



<li>150 hortas urbanas, locais em que 17,9 mil pessoas cultivam 1.576 toneladas/ano de alimentos frescos e sem agrotóxicos.</li>



<li>5 unidades do programa Mesa Solidária que servem 1,1 mil refeições diárias gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.</li>



<li>1 mil toneladas de produtos arrecadados pelo Banco de Alimentos de Curitiba em 3 anos, repassados a 70 instituições.</li>
</ul>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="533" data-id="30093" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp" alt="FAZENDA URBANA EM CURITIBA" class="wp-image-30093" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fazenda Urbana do Cajuru</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Referência em Smart City</h3>



<p>Desde 2018, Curitiba é palco da versão brasileira Smart City Expo, maior evento mundial sobre cidades inteligentes. Em sua quarta edição, em março deste ano, contou com 15 mil participantes. A próxima edição do <strong><a href="https://smartcityexpocuritiba.com/">Smart City Expo Curitiba</a> será entre 20 e 22 de março de 2024</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde 4.1</h3>



<p>Curitiba, primeira capital do Brasil a oferecer videoconsulta para a covid-19, já havia sido pioneira ao ser a primeira do país a ter prontuário eletrônico integrado, nos anos 1990.</p>



<p>Hoje o SUS Curitibano é vanguarda em serviços que usam a tecnologia em favor do indivíduo, dentro do modelo da Saúde 4.1, como o Aplicativo Saúde Já e a Central Saúde Já, em que o usuário faz teleatendimento ou videochamada, sem sair de casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Capital da sustentabilidade</h3>



<p>No cuidado ao meio ambiente, Curitiba segue também tem ações pioneiras e modelares como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Curitiba Mais Energia populariza o uso de energia renovável com Pirâmide Solar, a instalação dos painéis fotovoltaicos em diversos pontos da cidade e a miniusina hidrelétrica CGH Nicolau Kluppel.</li>



<li></li>



<li>Os programas 100 mil árvores e o Amigo dos Rios contribuem para tornar a capital uma cidade neutra em emissões até 2050.</li>



<li></li>



<li><strong>Os 90 pontos dos Jardins de Mel incentivam a preservação das abelhas nativas sem ferrão, responsáveis por 90% da polinização</strong></li>



<li></li>



<li>A Família Folhas é um dos projetos de Educação Ambiental para a população, que também conta com ações pioneiras de coleta consciente, Lixo que Não é Lixo, Câmbio Verde e Ecocidadão, e 103 pontos de troca do Câmbio Verde beneficiam 5 mil pessoas com 55 toneladas/mês de hortifrútis trocados por material reciclável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Urbanismo Digital</h3>



<p>Hoje, quase 100% dos serviços do Urbanismo em Curitiba são online, como solicitação de alvarás, certidões e licenças para obras e reformas, potencial construtivo, instalação de publicidades, correção e atualização de dados cadastrais; licenças para food truck.</p>



<p>Criada com a mesma tecnologia da Nasa, a plataforma GeoCuritiba agrega aplicativos, painéis, mapas e dados geográficos utilizados na gestão territorial da cidade.</p>



<p>Curitiba está desenvolvendo o Hipervisor, plataforma que vai atuar como &#8220;cérebro inteligente da cidade&#8221; e vai permitir a convergência de dados para monitoramento, análise e prevenção de ocorrências de diferentes áreas na cidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Muralha Digital</h3>



<p>Na área de segurança, a Muralha Digital, programa da Prefeitura é destaque em inovação, ao aliar alia policiamento e tecnologia da informação com a Central de Controle Operacional (CCO) conectada a cerca de 1,9 mil câmeras instaladas em locais estratégicos com fluxo de pessoas, que já reduziram em 40% a criminalidade onde estão dispostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura e esporte</h3>



<p>O Portal curitiba em Movimento simplificou a matrícula em atividades físicas, de esporte e esporte e lazer ofertadas pelo município.</p>



<p>Na Cultura, a capital paranaense foi a primeira a lançar os editais da Lei Paulo Gustavo, com R$14,7 milhões em recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destino Turístico Inteligente (DTI)</h3>



<p>A cidade se destaca como Destino Turístico Inteligente (DTI) e com uma ação inovadora da Prefeitura, Curitiba passou a receber os principais shows internacionais, como Coldplay, Metallica, Paul McCartney. Em 2017, por determinação do prefeito Greca, o Imposto Sobre Serviços (ISS) foi reduzido para eventos, consolidando a cidade na rota de grandes apresentações artísticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Já conhece a Cidade Mais Inteligente do Mundo? Vale a visita 😉</h4>



<p>Fonte: <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/">Prefeitura de Curitiba</a></p>
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		<title>Cidades inteligentes podem oferecer soluções em uma pandemia?</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/cidades-inteligentes-podem-oferecer-solucoes-em-uma-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 14:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[arquitetura no combate a pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de crises como a pandemia global em que vivemos, as soluções desenvolvidas pelas cidades inteligentes, seus agentes e especialistas de todo o mundo precisam ser compartilhadas cada vez mais. Resiliência, digitalização, acesso a dados e conexões emocionais são alguns dos tópicos que fazem com que uma cidade seja considerada “smart”. “O papel do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em tempos de crises como a pandemia global em que vivemos, as soluções desenvolvidas pelas cidades inteligentes, seus agentes e especialistas de todo o mundo precisam ser compartilhadas cada vez mais. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Resiliência, digitalização, acesso a dados e conexões emocionais são alguns dos tópicos que fazem com que uma cidade seja considerada “smart”. </strong></h4>



<p>“O papel do ecossistema de inovação, e da relação entre governança e iniciativa privada, é fomentar essa troca de experiências nos âmbitos da cidadania, tecnologia, meio ambiente e soluções para o bem-estar e a saúde coletivas”, enfatiza Beto Marcelino, sócio diretor do iCities, empresa que realiza anualmente a edição brasileira do maior evento de cidades inteligentes do mundo, o Smart City Expo Curitiba. </p>



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<p><strong>Para auxiliar nesse compartilhamento de iniciativas, o iCities reúne a seguir algumas ideias que podem ser colocadas em prática a médio prazo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Criando conexões emocionais</strong></h2>



<p>Fugindo do conceito de que inovação esteja ligada estritamente à tecnologia, Marcos Batista, diretor de inovação do Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul (SP), defende soluções à brasileira. </p>



<p>&#8220;Nossas cidades serão conhecidas pelo tamanho, pelos problemas que resolvem, transformações que promovem e esperanças que recuperam. Inovação é criar um propósito bem definido e uma conexão emocional. Isso pode ocorrer, por exemplo, ao se elaborar uma identidade (por meio do branding) e uma missão para o município, como é o caso dos destinos turísticos&#8221;, explica Batista.</p>



<p><strong>A comunicação entre o poder público e os cidadãos amplia o engajamento popular em projetos colaborativos. </strong></p>



<p>&#8220;Cidades que oferecem seus serviços de forma esporádica estão fadadas a morrer. Com a transformação digital e a tecnologia surgem outras interações, como responder aos desejos das pessoas com velocidade, flexibilidade e precisão. Outras formas de inovar passam por oferecer serviços de curadoria e o coach comportamental, que vão mais na linha de incentivar e engajar cidadãos em ações&#8221;, resume.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acesso a dados e produção alimentar</strong></h2>



<p>Especialista na transformação de líderes e de organizações com base na convergência de estratégia, tecnologia e venture capital, Francisco Milagres considera que o acesso às redes de dados e privacidade traz grandes desafios e oportunidades.</p>



<p>&#8220;O desafio é preparar e treinar as pessoas para que consigam ter acesso a esses dados e desenvolver inteligência e informação. Por outro lado, é preciso que governos e empresas também saibam como tabular e disponibilizar estes dados de forma ética e eficiente&#8221;, aponta o consultor, que é embaixador da plataforma OpenExO (consultoria de gerenciamento, um ecossistema de transformação global que conecta profissionais e ajuda instituições de todo o mundo a transformar suas realidades).</p>



<p><strong>Além da questão de acesso a dados, os especialistas concordam sobre como a tecnologia pode ajudar em momentos de crise, quando líderes a colocam em prática em áreas fundamentais como a produção alimentar. </strong></p>



<p>&#8220;É preciso entender que quando falamos em sensores, internet das coisas, drones, isso também é aplicável ao campo, de forma a aumentar a produtividade de nossa cadeia alimentar. Hoje se fala muito em fazendas verticais, que aproximam o produtor das cidades e reduzem os impactos logísticos desse negócio&#8221;, pontua Milagres.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Digitalização imprescindível</strong></h2>



<p>Depois da quarentena e do isolamento social promovidos pela crise no novo Coronavírus, as relações de trabalho não serão mais as mesmas: a digitalização é imprescindível e imperativa para pessoas e empresas. </p>



<p>Essa é a análise do espanhol Josep Piqué, presidente da TechNova Barcelona e um dos idealizadores do 22@Barcelona, distrito de inovação que virou case mundial de transformação urbana.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="640" height="405" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405.jpg" alt="Cidades inteligentes 22@ Barcelona" class="wp-image-24480" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405.jpg 640w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405-300x190.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405-24x15.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405-36x23.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/04/22@Barcelona405-48x30.jpg 48w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption>22@ Barcelona</figcaption></figure></div>



<p>“A digitalização é fundamental para que cidades sejam mais inteligentes e resilientes, principalmente em momentos de crises como a que estamos vivendo. <strong>A vida pós Covid-19 é muito mais smart</strong>”, ressalta. Para Piqué, os ecossistemas de inovação existentes pelo mundo precisam se articular através do compartilhamento de uma agenda de desafios, no qual cada agente – governo, empresas, academia – trata de uma demanda específica. “Os desafios podem ser sanitários, econômicos, sociais, urbanos. O ecossistema toma sentido quando compartilha os desafios entre si. Isso nos ajuda a entender quem faz o quê, porque ninguém pode fazer tudo”, endossa o especialista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futurismo é agora</strong></h2>



<p>Quando se fala em cidades inteligentes, há quem pense que se trata de uma ideia futurista e de promessas que não saem do papel. Mas a pesquisadora Ana Carolina Benelli, consultora do Instituto de Tecnologia e Sociedade, mostra o contrário: o futurismo é agora. </p>



<p>“Há uma série de projetos que representam o conceito de cidades integradas, tecnológicas e resilientes. De<strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/hortas-comunitarias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" hortas comunitárias  (abre numa nova aba)"> hortas comunitárias </a></strong>a modelos de gestão da informação nos setores públicos, é possível fazer com que os projetos atendam as expectativas dos cidadãos, indo além da prestação de contas. Temos que partir para o empoderamento de grupos da sociedade para tomada de decisões e formulações de políticas públicas”, defende.</p>



<p><strong>Segundo ela, o melhor exemplo sobre o engajamento cívico e protagonismo cidadão será visto em nossas comunidades após a pandemia da Covid-19. </strong></p>



<p>“A governança de como tratamos essa situação é o que fará a diferença. Como vamos usar esses aprendizados para lidar com uma próxima emergência? Como internalizar essas informações que estamos recebendo e transformar num conhecimento útil para a criação de políticas públicas, melhorias e ações de desenvolvimento territorial no nosso próprio bairro? Isso é o que torna uma cidade inteligente.&#8221;</p>



<p></p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o <a href="https://www.smartcityexpocuritiba.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Smart City Expo Curitiba 2020 (abre numa nova aba)">Smart City Expo Curitiba 2020</a></strong></h4>



<p>O Smart City Expo Curitiba 2020 é chancelado pela FIRA Barcelona, consórcio público espanhol formado pela Prefeitura de Barcelona, Governo da Catalunha e Câmara de Comércio de Barcelona, e que é o organizador do Smart City Expo World Congress, maior evento sobre cidades inteligentes do mundo. No Brasil, o evento é organizado pelo iCities, empresa curitibana especializada em soluções inteligentes, e tem o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba.</p>



<p>O tema do evento, que será sediado no Centro de Eventos Positivo (antigo Expo Barigui) é “Smart Cities in Action”. O evento foi adiado, com reservas de datas para novembro e dezembro. Os ingressos continuarão válidos até a próxima data. iCities, Fira Barcelona e a Prefeitura de Curitiba mantém um estreito contato com as autoridades sanitárias para acompanhar a evolução do COVID-19 e dos protocolos estabelecidos, de acordo com as diretrizes das autoridades brasileiras e da Organização Mundial da Saúde (OMS).  </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o iCities</strong></h4>



<p>O iCities foi fundado em 2011 com a visão de que as cidades devem ter papel muito mais proativo no desenvolvimento da sociedade. </p>



<p>Dentre os projetos de maior relevância da empresa estão a vinda e organização do maior congresso do tema de smart cities de Barcelona para Curitiba – o Smart City Expo Curitiba. </p>



<p>O iCities também trabalha com consultoria para projetos de smart city para municípios de todo o país.</p>
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		<title>Primeira cidade inteligente no Brasil com habitações sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 20:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[smart city]]></category>
		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[cidade inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira cidade inteligente no Brasil  que tem em seu projeto habitações sociais está em construção no Ceará. O Laguna Residencial Ecopark é uma iniciativa de organizações que compartilham esforços para gerar impacto social e tecnológico. A cidade abrigará 25.000 moradores em um área com forte déficit habitacional, no distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A primeira cidade inteligente no Brasil  que tem em seu projeto habitações sociais está em construção no Ceará. O Laguna Residencial Ecopark é uma iniciativa de organizações que compartilham esforços para gerar impacto social e tecnológico.</h2>
<p>A cidade abrigará 25.000 moradores em um área com forte déficit habitacional, no distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará. A região está em processo de valorização devido ao crescimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que deve se tornar o segundo porto em movimentação de cargas, depois do Porto de Santos, até 2025.</p>
<p>Desenvolvida pela empresa brasileira SG DESENVOLVIMENTO, a ideia de Social Smart City foi desenvolvida pela<a href="http://www.planetsmartcity.com/" target="_blank" rel="noopener"> Planet, The Smart City</a>, empresa italiana que desenvolve soluções tecnológicas para o crescimento econômico e sustentável das cidades inteligentes. Para buscar e desenvolver tais tecnologias, foi realizado um concurso em Israel, em parceria com a <a href="http://en.startau.co.il/" target="_blank" rel="noopener">StarTAU</a> e a Universidade de Tel Aviv para investir em startups que possuam ideias inovadoras para o futuro das cidades inteligentes.</p>
<h4><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/cidade-inteligente-e-sustentavel-fujisawa/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: O Exemplo da Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa </a></span></h4>
<p>Uma cidade inteligente reúne uma série de tecnologias que fornecem uma melhor gestão de recursos em um ambiente urbano, permitindo<strong> o uso responsável dos recursos naturais</strong>: mais serviços, mais oportunidades e uma melhor qualidade de vida. Tais inovações estão se tornando cada vez mais utilizadas no mundo afora, mas o custo alto muitas vezes é um empecilho, por isso geralmente não são adotadas em bairros populares. O Laguna Ecopark será a primeira Social Smart City do Brasil, e servirá de exemplo para outras cidades sustentáveis.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cidade-inteligente-casas.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11309" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cidade-inteligente-casas.jpg" alt="cidade inteligente no Brasil" width="600" height="386" /></a></p>
<p>O espaço permitirá que todos possam viver em uma região altamente tecnológica, com Wi-Fi grátis em diversas áreas do empreendimento, aplicativos específicos para moradores, compartilhamento de bicicletas e carros.</p>
<h4>Soluções sustentáveis como reaproveitamento de águas residuais, controle automatizado da iluminação pública e equipamentos esportivos especiais localizados em praças que geram energia também serão os diferenciais do projeto.</h4>
<p>Além de tecnologias inovadoras, os programas sociais também terão destaques. Será dado atenção especial à educação dos jovens e à saúde, através de cursos de alfabetização digital, hortas compartilhadas.prevenção médica, culinária e nutrição.</p>
<h3>As cidades inteligentes a longo prazo proporcionam um menor custo de manutenção, redução do consumo de energia, diminuição dos custos sociais, aumento da socialização e maior segurança.</h3>
<p>A previsão de entrega da 1ª fase do empreendimento será 1 de dezembro de 2017.<br />
Os lotes custam a partir de R$ 24.300,00, que podem ser pagos em 120 vezes, corrigidos pelo INCC e, após a entrega, pelo IGPM.<br />
.</p>
<p>Imagens: <a href="http://www.planetsmartcity.com/" target="_blank" rel="noopener">Planet Idea</a></p>
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		<title>Primeiro sistema de compartilhamento de bicicletas elétricas do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 18:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[cidade inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro sistema de compartilhamento de bicicletas elétricas do Brasil&#160;funciona desde fevereiro deste ano em&#160;São Luiz do Paraitinga-SP, a iniciativa é da Elektro, distribuidora de energia da região. O projeto Elektro Bike&#160;faz parte do Projeto Cidade Inteligente da Elektro e conta com uma estação com 10 bicicletas, sendo 7 elétricas que ficam&#160;disponíveis para a população [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>O primeiro sistema de compartilhamento de bicicletas elétricas do Brasil&nbsp;funciona desde fevereiro deste ano em&nbsp;São Luiz do Paraitinga-SP, a iniciativa é da Elektro, distribuidora de energia da região.</h4>
<p>O projeto <strong>Elektro Bike</strong>&nbsp;faz parte do <a href="http://cidadeinteligente.elektro.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Cidade Inteligente</a> da Elektro e conta com uma estação com 10 bicicletas, sendo 7 elétricas que ficam&nbsp;disponíveis para a população e turistas.&nbsp;As bicicletas elétricas têm autonomia para rodar até 40 quilômetros&nbsp;e&nbsp;podem chegar até 25 km/h.</p>
<p>Para ter acesso ao compartilhamento, a pessoa deve ser maior de 18 anos de idade e estar inscrita no CPF, o registro é feito no&nbsp;site:&nbsp;<a href="elektrobike.compartibike.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">elektrobike.compartibike.com.br</a>.&nbsp;A&nbsp;taxa de cadastro&nbsp;é&nbsp;no valor de R$ 1,00 (um real), por meio de cartão de crédito.&nbsp;O usuário poderá usar a bicicleta por 2 horas, após&nbsp;esse período será cobrada&nbsp;uma multa de R$10,00 (dez Reais) por hora. Ultrapassando o período de 48 horas terá que pagar o valor da bicicleta, de R$ 4.000,00&nbsp;.</p>
<p><strong>Além das bicicletas, o projeto contempla um&nbsp;protótipo de ônibus elétrico, medidores de energia inteligentes e a substituição das&nbsp;atuais lâmpadas de vapor por lâmpadas de LED&nbsp;que têm&nbsp;uma vida útil maior&nbsp;e&nbsp;também fazem parte de um sistema de controle inteligente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Veja no vídeo o Projeto de Cidade Inteligente de&nbsp;São Luiz do Paraitinga:</h2>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/02beXn06qEs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A&nbsp;companhia também criou o “<strong>Espaço da Energia Inteligente</strong>” onde são oferecidas dicas de economia de energia, demonstração de automação residencial e também a exposição de equipamentos utilizados no projeto, como: medidores inteligentes, placas solares e bicicletas elétricas.</p>
<p>O Espaço está localizado na Rua 31 de Março, nº 13, na Praça do Coretinho e está aberto para visita de terça a sexta-feira, das 9h às 19h e no final de semana, das 9h às 15h. Os conceitos de consumo eficiente e consciente de energia estarão disponíveis também aos turistas e estudantes das escolas da região.</p>
<p><strong><span id="E121" class="qowt-font11-Arial">Espera-se que o sucesso deste projeto piloto, facilite&nbsp;</span><span id="E122" class="qowt-font11-Arial">o caminho para novos sistemas de compartilhamento de bicicletas elétricas em outras cidades</span><span id="E123" class="qowt-font11-Arial"> brasileiras.</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="E148"><strong><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/novidades-nos-sistemas-de-compartilhamentos-de-bicicletas-publicas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Confira as novidades dos&nbsp;sistemas de compartilhamento de bicicletas no mundo.</a></strong></p>
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		<title>O Exemplo da Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2015 17:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[cidade inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fujisawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, foi construída em uma área de um antigo complexo de fabricas da Panasonic, junto com outras 8 empresas&#160;e&#160;funciona de forma inteligente e sustentável. O intuito do projeto é mostrar como uma cidade pode ser verde, quando se reúnem várias tecnologias para trabalhar em harmonia. As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fujisawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, foi construída em uma área de um antigo complexo de fabricas da Panasonic, junto com outras 8 empresas&nbsp;e&nbsp;funciona de forma inteligente e sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O intuito do projeto é mostrar como uma cidade pode ser verde, quando se reúnem várias tecnologias para trabalhar em harmonia.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-2.jpg" alt="cidade sustentável 2" class="wp-image-8337"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">As construções sustentáveis&nbsp;em&nbsp;Fujisawa:</h3>



<p>O projeto das casas foi pensado para melhor uso da<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ventilação</a> e luz natural, além disso o revestimento externo é feito com um material onde a sujeira não gruda, evitando desperdiço de água para limpeza. </p>



<p>As unidades possuem modernos painéis solares, além de fornecem energia para a casa, o sistema armazena energia em uma bateria para uso posterior.</p>



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<p>Também possui um sistema de gerenciamento de energia inteligente, que permite diagnosticar os maiores consumos e melhorar o uso do recurso, por exemplo. </p>



<p>Os moradores, através do uso de um aplicativo, podem desligar um eletrodoméstico em um clique no celular.</p>



<p>Cada casa de 130m² é vendida entre US$ 500 mil e US$ 600, valor cerca de 10% mais caro que as casas convencionais da região.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-9.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-9.jpg" alt="cidade sustentável 9" class="wp-image-8345"/></a></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;</h2>



<h2 class="wp-block-heading">A Cidade Inteligente e&nbsp;Sustentável:</h2>



<p>No total a cidade possui 200.000m², com 600 casas, 400 apartamentos, lojas, serviços de educação e saúde além de uma estrutura que favorece o convívio comunitário dos cerca de três mil habitantes.</p>



<p>Um sistema de&nbsp;monitoramento permite que os moradores acompanhem a produção e consumo de energia, até os filhos brincando no parquinho os pais podem acompanhar pela televisão de casa.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-12.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-12.jpg" alt="Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa" class="wp-image-8351"/></a></figure></div>



<p>Sensores em rede controlam a iluminação pública, garantindo que a energia não seja desperdiçada. E para economizar água, utilizam o sistema de&nbsp;<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">captação de água de chuva</a>.</p>



<p>Ao longo das estradas principais existe plantio de arvores e parques chamado de “eixo verde”.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-11.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-11.jpg" alt="cidade sustentável 11" class="wp-image-8347"/></a></figure></div>



<p>A infraestrutura de transporte oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos e bicicletas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-7.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-7.jpg" alt="cidade sustentável 7" class="wp-image-8343"/></a></figure></div>



<p>A cidade começou a receber os novos moradores em março de 2014, e terminará de preencher as casas até 2018.</p>



<h4 class="wp-block-heading">&nbsp;As novas soluções tecnológicas e a arquitetura sustentável utilizadas na cidade buscam reduzir em 70% a emissão de CO2 e economizar 30% no consumo de água.</h4>



<p>Fujisawa é apenas um modelo que a Panasonic esta utilizando como teste,&nbsp;e servirá para outras grandes comunidades do Japão e do mundo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">&nbsp;</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-4.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-4.jpg" alt="cidade sustentável 4" class="wp-image-8340"/></a></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">&nbsp;<a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-10.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8346 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-10.jpg" alt="cidade sustentável 10" width="590" height="442"></a></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-3.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cidade-sustentável-3.jpg" alt="cidade sustentável 3" class="wp-image-8338"/></a></figure></div>



<p>Imagens: <a href="http://fujisawasst.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fujisawasst.com</a></p>



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		<title>Como construir cidades mais resilientes com o uso da tecnologia</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/como-construir-cidades-mais-resilientes-com-o-uso-da-tecnologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 23:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;palavra resiliência vem de um termo da física, literalmente&#160;significa a capacidade de um corpo voltar ao seu estado natural depois de uma adversidade. Como&#160;princípio da sustentabilidade, diz respeito a capacidade de pessoas, comunidade e sistemas se reinventarem frente a situações inesperadas, como por exemplo o aquecimento global. Desde smartphones até a inspiração em cupinzeiros, as cidades estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;palavra resiliência vem de um termo da física, literalmente&nbsp;significa a capacidade de um corpo voltar ao seu estado natural depois de uma adversidade. Como&nbsp;princípio da sustentabilidade, diz respeito a capacidade de pessoas, comunidade e sistemas se reinventarem frente a situações inesperadas, como por exemplo o aquecimento global.</p>



<p>Desde smartphones até a inspiração em cupinzeiros, as cidades estão usando todos os tipos de recursos e novas maneiras de torná-las mais resilientes.</p>



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<h4 class="wp-block-heading">Abaixo, confira exemplos de como construir cidades mais resilientes com o uso da tecnologia de&nbsp;quatro maneiras:</h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Análise de dados</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-e1426544694624.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-e1426544694624.jpg" alt="analise de dados das cidades" class="wp-image-7652"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Visualização de dados de redes sociais (Imagem: Luc Legay/Flickr)</span></figcaption></figure></div>



<p>As cidades têm acesso a muitos dados, e ao longo dos últimos anos tem sido possível observar, em diversas partes do mundo, uma tendência de criação de novas estratégias para usar melhor esses dados. Em lugar de investir na coleta de novos dados, focar os investimentos na união dos diversos conjuntos de dados já existentes a fim de analisar como se relacionam uns com os outros e criar soluções inteligentes a partir daí.</p>



<h4 class="wp-block-heading">São Paulo, por exemplo, inovou com a criação do <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.mobi-lab.info/sobre-o-mobilab/" target="_blank">MobiLab</a> . O trânsito da cidade gera 30 milhões de dados diariamente; no MobiLab, empreendedores e pesquisadores partem desses dados para criar aplicativos, tecnologias e soluções inteligentes para os problemas de mobilidade na cidade. </h4>



<p>Já Nova Orleans, nos Estados Unidos, está usando dados já existentes sobre os crimes na cidade, como os locais em que ocorrem com mais frequência e onde há mais e menos movimento de pessoas, para identificar tendências e investir no que for necessário – iluminação pública, policiamento, etc. Dessa forma, agindo com precisão a partir de dados previamente analisados, as cidades podem reduzir os custos e aumentar a eficiência na gestão de seus recursos financeiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Tecnologia para melhorar a eficiência operacional</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-bcn-e1426545348393.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-bcn-e1426545348393.jpg" alt="Barcelona" class="wp-image-7649"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Plaça Catalunya, em Barcelona, cidade que aplica os princípios da Internet das Coisas para se tornar mais eficiente e resiliente (Foto: MorBCN/Flickr)</span></figcaption></figure></div>



<p>Integrando novas possibilidades tecnológicas como a Internet das Coisas (<a rel="noopener noreferrer" href="http://share.cisco.com/assets/images/Internet_of_Things_Infographic.jpg" target="_blank">Internet of Things</a>) ao desenvolvimento de novos sensores, as cidades estão descobrindo novas maneiras de colocar os dados mais relevantes nas mãos dos tomadores de decisão. </p>



<p>Barcelona está usando a Internet das Coisas para conectar ônibus e pontos de ônibus, carros e estacionamentos, sensores na iluminação das ruas. Tudo de forma integrada, em uma dinâmica que torna o dia a dia das pessoas e a gestão dos recursos ambos mais eficientes. </p>



<p>Os benefícios são quase imediatos: melhor distribuição dos ônibus, que chegam aonde as pessoas precisam; mais eficiência na coleta de lixo; menos emissões de carbono; serviços de emergência mais eficazes e um meio urbano menos estressante para as pessoas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Materiais e projetos inovadores</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-materiais-e1426545578265.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-materiais-e1426545578265.jpg" alt="como construir cidades mais resilientes materiais - edifícios sustentáveis" class="wp-image-7650"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Eastgate Centre: usa apenas 10% da energia de um sistema de resfriamento convencional</span></figcaption></figure></div>



<p>Os <a rel="noopener noreferrer" href="http://sustentarqui.com.br/dicas/saiba-como-escolher-um-material-sustentavel/" target="_blank">materiais usados na construção</a> de infraestrutura em uma cidade ocupam uma posição central no que diz respeito a reduzir os desperdícios, melhorar a eficiência e criar estruturas urbanas mais resilientes. </p>



<p>Baseadas no conceito de biomimetismo (em inglês, biomimicry), que prega a criação de produtos, projetos, ideias de design, tecnologia e materiais a partir da natureza, as cidades podem reduzir o desperdício de energia e aumentar a durabilidade das coisas.</p>



<p>Em Harare, no Zimbábue, o shopping Eastgate Centre usa apenas 10% da energia de um sistema de resfriamento convencional. A explicação está em seu projeto, inspirado nos cupinzeiros, que mantêm uma temperatura amena mesmo durante o verão graças aos bolsões de ar que conduzem a ventilação natural.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Novos métodos de comunicação para promover a participação popular</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-mo-e1426545811469.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/como-construir-cidades-mais-resilientes-mo-e1426545811469.jpg" alt="como construir cidades mais resilientes  " class="wp-image-7651"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Foto: Adam Fagen/Flickr</span></figcaption></figure></div>



<p>Smartphones, uma das ferramentas mais empoderadoras e úteis para engajar as pessoas. Com as potencialidades oferecidas pelos celulares, são múltiplos os usos que as cidades podem fazer deles para aumentar a resiliência. </p>



<p>Os smartphones podem ser um canal de comunicação para as pessoas relatarem problemas ou realizarem denúncias; podem tornar as cidades mais seguras; agilizar a comunicação entre a administração municipal e os moradores durante fenômenos naturais extremos que possam oferecer riscos à população; e podem ainda impulsionar iniciativas focadas no empoderamento dos cidadãos.</p>



<p><strong> Utilizando a tecnologia de maneira de inovadora, as cidades se fortalecem. E, ao dar voz para as pessoas, garantem mais eficiência para os investimentos. O benefício é duplo: ao mesmo tempo aumentar a resiliência e melhorar a vida das pessoas.</strong><br>Fonte: &nbsp;<a href="http://thecityfixbrasil.com/2015/03/10/quatro-maneiras-de-usar-tecnologia-para-criar-cidades-mais-resilientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The City Fix Brasil </a>&nbsp;por&nbsp;Priscila Kichler Pacheco&nbsp;e&nbsp;<a href="http://www.100resilientcities.org/blog/entry/four-ways-cities-are-using-innovative-technology-to-build-resilience#/-_Yz5jJmg%2FNCd1PWI%3D/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">100 Resilient Cities</a></p>



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