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	<title>energia renovável Archives - SustentArqui</title>
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	<title>energia renovável Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Aterro sanitário é transformado em usina solar em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba. São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura. A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia [&#8230;]</p>
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<p><strong>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba.</strong> São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura.</p>



<p>A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia limpa. </p>



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<p>A previsão é de uma economia de R$ 2,65 milhões por ano aos cofres do município, o que representa 30% dos gastos de energia de todos os prédios públicos municipais.</p>



<p><strong>“É a contribuição da nossa cidade pelo bem do planeta, contra o aquecimento global”, destacou Rafael Greca, prefeito da cidade. </strong></p>



<p>A Pirâmide Solar, como é chamada, faz parte de um conjunto de iniciativas do <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticiasespeciais/curitiba-mais-energia/24" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curitiba Mais Energia</a>, uma das estratégias da cidade para combater e mitigar as mudanças climáticas, por meio da produção de <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/energia-renovavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energia renovável</a>, o que também resulta em economia aos cofres públicos.</p>



<p>A secretária do Meio Ambiente de Curitiba, Marilza do Carmo Oliveira Dias, reforça que a iniciativa tem impacto positivo em duas grandes questões ambientais. </p>



<p><strong>“Com esse projeto, transformamos um passivo ambiental em usina geradora de energia renovável. E, ainda, estimulamos a população a buscar fontes menos poluentes de energia”</strong>, ressaltou Marilza.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29302" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg" alt="usina solar em curitiba - pirâmide solar " class="wp-image-29302" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1536x1024.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402.jpg 1560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Outras plantas</h3>



<p>O programa Curitiba Mais Energia contempla, ainda, a instalação de painéis no Palácio 29 de Março, no Salão de Atos do Parque Barigui e na Galeria das Quatro Estações, do Jardim Botânico. Além da CGH Nicolau Klüppel, que gera energia a partir da queda d’água do Parque Barigui.</p>



<p>Para a próxima etapa estão em fase inicial mais dois sistemas fotovoltaicos nos telhados dos terminais de ônibus do Santa Cândida (465KWp), em obras, e Boqueirão (512KWp), para iniciar. No Pinheirinho (925KWp), a implantação está em fase final de licitação e deve começar em breve a concorrência para as obras na Rodoferroviária de Curitiba. A estimativa é de uma economia de 60% com todos os projetos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parceria internacional</h3>



<p>Selecionado pela rede de cidades C40 e contemplado com recursos do Cities Finance Facility (CFF) do C40 para elaboração, o projeto da Usina Solar em Curitiba segue as regras de Geração Distribuída da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se de uma concepção do prefeito Rafael Greca que remonta a 2012.</p>



<p>O projeto também é uma colaboração do grupo C40 de Grandes Cidades para a Liderança Climática e da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, que apoia cidades no desenvolvimento de projetos para reduzir as emissões de gases e frear o aumento da temperatura global.</p>



<p>O programa é financiado pelo Ministério Federal Alemão para o Desenvolvimento Econômico e Cooperação (BMZ), pelo Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido (BEIS) e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29322" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg" alt="pirâmide solar" class="wp-image-29322" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios</h3>



<p>Para o diretor comercial do Grupo Bono Energia, Marcelo Abuhamad, empresa responsável pela implantação da pirâmide, o projeto foi um dos maiores desafios enfrentados até hoje.</p>



<p>“Por ser complexo e ser o maior projeto solar da América Latina sobre aterro sanitário, tivemos que contornar diversas questões como a instabilidade do solo e o regime de chuvas”, conta. “Mas conseguimos manter o compromisso com a sustentabilidade e com todas as pessoas envolvidas neste projeto idealizado pelo prefeito Rafael Greca”, completa.</p>



<p>Fontes: Prefeitura de Curitiba e Governo do estado do Paraná</p>
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		<item>
		<title>Marco legal para micro e minigeradores de energia renovável dá mais segurança aos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
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		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando<strong> mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&nbsp;</strong></p>



<p>O projeto de lei que previa esse marco (PL 5.829/2019) foi aprovado em dezembro no Senado e na Câmara dos Deputados. Na ocasião, o relator da matéria no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), afirmou que o<strong> objetivo é dar segurança jurídica às unidades consumidoras da micro e minigeração distribuída.</strong></p>



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<p><strong>A Lei 14.300/2022 permite&nbsp;às unidades consumidoras já existentes — e às que protocolarem solicitação de acesso na distribuidora em 2022 — a continuação, por mais 25 anos, dos benefícios hoje concedidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Essa lei também define as regras que prevalecerão após 2045 e quais serão as normas aplicáveis durante o período de transição.</strong></p>



<p>— <strong>A micro e a minigeração têm muitos méritos, e por isso vêm sendo estimuladas em todo o mundo</strong>. O Brasil não é exceção. A geração de energia elétrica perto do consumo reduz o uso das redes de transmissão e distribuição. Isso significa diminuição da sobrecarga no sistema elétrico, do investimento nessas redes e das perdas técnicas — declarou Marcos Rogério durante a votação do projeto no Senado.</p>



<p>Entre os senadores que apoiam a instituição desse marco legal está Jean Paul Prates (PT-RN). Segundo ele, a geração própria de energia será remunerada pelos benefícios que traz ao meio ambiente e ao sistema elétrico.&nbsp;</p>



<p>— A Aneel deve calcular e determinar, até março, os mecanismos para a consideração desse benefício. E para evitar que ocorra a proliferação e a comercialização de projetos protocolizados dentro do período de isenção, o marco determina uma garantia de fiel cumprimento que é importantíssima: uma garantia de fiel cumprimento equivalente a 2% do valor de novos projetos. <strong>A micro e minigeração finalmente é caracterizada como produção de energia elétrica para consumo próprio e, portanto, deverá ser isenta de ICMS </strong>— ressaltou Jean Paul Prates.</p>



<p>O senador Jaques Wagner (PT-BA), por sua vez, disse que as mudanças promovidas pelo marco legal vão estimular a produção de energia limpa no país.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Créditos</strong></h3>



<p>Marcos Rogério destacou que, nesse sistema, a unidade consumidora com micro ou minigeração pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida — e pode ficar com um crédito a ser utilizado quando seu consumo for superior à geração. Ele acrescenta que <strong>o crédito, com validade de 60 meses</strong>, pode ser usado para abater o montante da energia que foi fornecido pela distribuidora e, assim, reduzir o valor na conta de energia.</p>



<p>Segundo Marcos Rogério, esse tipo de geração de energia já existe em mais de 5.300 cidades brasileiras, o número de unidades consumidoras que participam do sistema já é de mais de 783 mil e a potência instalada ultrapassa 7.136 kW.</p>



<p><strong>— Não há dúvida de que a micro e a minigeração distribuída pode trazer enormes contribuições ao melhor funcionamento do setor elétrico. Pode reduzir o custo da energia para toda a sociedade, tanto no longo quanto no curto prazo. Mas é importante que a expansão se dê de forma sustentável e justa</strong> — observou ele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os mini e microgeradores&nbsp;</strong></h2>



<p>O texto define que microgeradores são aqueles que geram até 75 kW de energia por meio de fontes renováveis (como a fotovoltaica, a eólica e a de biomassa, entre outras) em suas unidades consumidoras (como telhados, terrenos, condomínios e sítios). E define que minigeradores são os que geram mais de 75 kW até 10 MW por meio de fontes renováveis.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a Resolução Normativa nº 482/2012 que facilitou as regras de micro e minigeração de energia no país</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transição</strong></h3>



<p>A Lei 14.300/2022 estabelece uma etapa de transição para a cobrança de tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte de micro e minigeradores. <strong>Até 2045, micro e minigeradores existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença — se esta for positiva — entre o consumido e o gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre hoje.</strong></p>



<p>A regra também valerá para consumidores que pedirem acesso à distribuidora em 2022, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Além disso, o marco legal permite a participação no SCEE de empreendimentos criados para esse fim que tenham o objetivo de atender várias unidades consumidoras (como condomínios).</p>



<p>Há uma transição de 7 a 9 anos no pagamento dos encargos de distribuição por aqueles que começarem a geração após 12 meses da nova lei. Esses pagamentos são relativos à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, da depreciação dos equipamentos da rede e do custo da operação e manutenção do serviço.</p>



<p>Para as unidades que protocolarem as solicitações de acesso entre o 13º e o 18º mês a partir da publicação da lei, o texto prevê que essas novas regras entrarão em vigor a partir de 2031. Há ainda benefícios para cooperativas de natureza rural.</p>



<p>Fica proibida a divisão da central geradora em unidades de menor porte, visando se enquadrar em limites de potência para micro ou minigeração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Programa social</h3>



<p><strong>A Lei</strong> <strong>14.300/2022 também cria o Programa de Energia Renovável Social (PERS), destinado a financiar a instalação de geração fotovoltaica e outras fontes renováveis para consumidores de baixa renda.&nbsp;Os recursos devem ter origem no Programa de Eficiência Energética (PEE).</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobrecontratação involuntária</strong></h3>



<p>A lei prevê que as distribuidoras de energia poderão considerar a energia inserida no sistema pelos micro e minigeradores como sobrecontratação involuntária para fins de revisão tarifária extraordinária. Também prevê que, mesmo que um micro ou minigerador consuma muito pouco em um determinado mês, ele ainda pagará um valor mínimo (para minigeradores, vale a demanda contratada).</p>



<p><strong>Bandeiras tarifárias<br>A lei também prevê que as bandeiras tarifárias incidirão somente sobre o consumo a ser faturado, e não sobre a energia excedente usada para compensar o consumo.</strong></p>



<p>As bandeiras tarifárias (verde, amarela e vermelha 1 e 2) são acréscimos na conta de luz quando a energia fica mais cara — devido, principalmente, à necessidade de acionar termelétricas movidas a combustível fóssil para suprir a demanda.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Iluminação pública</strong></h3>



<p>Além disso, a lei permite a participação das instalações de iluminação pública no&nbsp;Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), devendo a rede de um município ser considerada como unidade consumidora.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vetos presidenciais do marco legal para micro e minigeradores de energia renovável</h3>



<p>Ao sancionar esse marco legal, a Presidência da República vetou dois artigos da nova lei.</p>



<p>Foi vetado o item que classificava como micro ou minigerador as unidades flutuantes de geração fotovoltaica instaladas sobre lâminas d’água. O governo federal alegou que essa medida resultaria em custos extras de R$ 7 bilhões, que, segundo o Executivo, seriam repassados de grandes investidores aos consumidores.</p>



<p>Também foi vetada a inclusão de projetos de minigeração distribuída no Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Segundo o governo federal, estender essa política de benefícios fiscais à minigeração não é adequado porque o Reidi tem foco em projetos de infraestrutura que tendem a proporcionar aumentos de produtividade econômica &#8220;significativamente maiores que aqueles proporcionados pelos minigeradores&#8221;. O governo também alega que, na prática, isso seria uma nova renúncia fiscal, para a qual não haveria estudos de impacto fiscal ou medidas compensatórias, o que iria contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000).</p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/01/07/sancionado-marco-legal-para-quem-gera-a-propria-energia">Agência Senado</a></p>



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		<title>Pavimento solar que gera energia elétrica está em teste em Barcelona</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/pavimento-solar-que-gera-energia-em-barcelona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 16:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em Barcelona, na Plaça de las Glòries. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. &#160; O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a>, na <em>Plaça de las Glòries</em>. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. </p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na autogeração e autoconsumo, para um futuro mais sustentável.</p>



<p>A instalação vai gerar 7.560 kWh / ano, consumo anual de três residências, que serão monitorados em tempo real para controlar a eficiência do sistema.</p>



<p>Uma comissão avaliará os resultados e analisará a conveniência de reproduzir a fórmula em outras partes da cidade.</p>



<p>A viabilidade do projeto será avaliada após seis meses, se o resultado for positivo, a medida será implantada em outras áreas da cidade. </p>



<p>O desgaste terá que ser avaliado porque, obviamente, não é o mesmo que colocar painéis fotovoltaicos em um telhado, mesmo que sejam muito resistentes. Na França foi testada uma estrada solar que não teve muito êxito, mas o desgaste era muito maior por causa do peso dos veículos. Já na Holanda a tecnologia foi instalada em uma ciclovia e teve os resultados melhores que o esperado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="760" height="428" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg" alt="pavimento solar barcelona" class="wp-image-27608" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg 760w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o pavimento solar?</strong></h2>



<p>O pavimento é constituído de um vidro altamente resistente e antideslizante conectado a módulos fotovoltaicos e fiação que irá descarregar a energia para a rede geral.</p>



<p>O piso terá duplo uso, pois manterá sua função de espaço de tráfego, ou seja, pode ser percorrido ou circulado por cima.</p>



<p>A instalação terá uma potência de 9 kWp, irá gerar uma energia de 6,7 kWh e será ligada em modo de autoconsumo num ponto de Bicing (bicicleta compartilhada) da praça. Com essa área de superfície e energia, a energia gerada significará uma economia equivalente a cerca de 2.722 kg de dióxido de carbono por ano.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="428" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg" alt="piso fotovoltaico" class="wp-image-27610" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg 760w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por um futuro mais sustentável</strong></h3>



<p>A iniciativa responde ao objetivo global da cidade de mudar o modelo energético para contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa, 50% em 2030 em relação a 1992, e para a cidade ser neutra em carbono em 2050.</p>



<p>A cidade financiou a instalação com 30.000 euros, sendo o restante pago pelo fabricante. </p>



<p>Recentemente, com o mesmo objetivo de criar uma cidade mais sustentável e contribuir para a adaptação dos efeitos causados ​​pelas mudanças climáticas, a prefeitura promoveu um <a href="https://sustentarqui.com.br/concurso-de-telhados-verdes-em-barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concurso de Telhados Verdes</a> onde os projetos vencedores receberão uma doação de 75% do valor do conjunto de ações e estudos técnicos necessários e até um limite de 100.000 euros para cada cobertura verde.</p>



<p>&nbsp;</p>
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</script></p>



<p>Fonte e crédito das imagens: <a href="https://www.barcelona.cat/infobarcelona/es/un-pavimento-solar-generara-energia-electrica-en-la-plaza-de-las-glorias_1062953.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Barcelona</a></p>
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		<title>BNDES expande financiamento de energia renovável para pessoa física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jun 2018 20:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças que permitirão a pessoas físicas terem acesso a uma linha de financiamento de energia renovável, para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, com placas fotovoltaicas e aerogeradores. A mudança ocorre no âmbito do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças que permitirão a pessoas físicas terem acesso a uma linha de financiamento de energia renovável, para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, com placas fotovoltaicas e aerogeradores.</strong></p>
<p>A mudança ocorre no âmbito do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, do <strong><a href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima" target="_blank" rel="noopener">Fundo Clima</a>,</strong> um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima destinado a apoiar a implantação de empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos e o desenvolvimento tecnológico relacionados à redução de emissões de gases do efeito estufa e à adaptação às mudanças do clima.</p>
<h4><a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/isencao-de-icms-de-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Isenção de ICMS de energias renováveis alcança todos os estados </a></h4>
<p>Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos. Em comunicado à imprensa, o BNDES diz que a medida permitirá aos consumidores reduzirem gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Por tabela, a geração distribuída de energia reduz a pressão sobre o sistema elétrico nacional e o risco de interrupção do fornecimento de energia.</p>
<h3>Itens financiáveis</h3>
<p>Segundo comunicado da instituição de fomento, podem ser financiados itens novos e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados (CFI) do BNDES, como máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o<strong> selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de eficiência energética, serão aceitos apenas os de classificação A ou B)</strong>; sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Condições de financiamento de energia renovável</h3>
<p>Os limites do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário.</p>
<p>O custo financeiro do Fundo Clima é reduzido tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais): para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano.</p>
<p>A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% ao ano.</p>
<p>O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://exame.abril.com.br/economia/bndes-anuncia-financiamento-de-energia-solar-para-pessoa-fisica/" target="_blank" rel="noopener">Exame</a></p>
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		<title>Isenção de ICMS de energias renováveis alcança todos os estados</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/isencao-de-icms-de-energias-renovaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 17:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina. O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina.</strong></p>
<p>O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, por meio da microgeração e minigeração distribuída.</p>
<p>A adesão foi oficializada por meio do Convênio ICMS nº 42/2018, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de maio. <strong>Agora, a medida passará a beneficiar todos os Estados da Federação, abrangendo 100% da população, empresas e produtores rurais do País.</strong></p>
<h3><a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Conheça o passo a passo da instalação fotovoltaica em seu imóvel </a></h3>
<p>“<strong>Trata-se de uma medida estratégica para incentivar a população e as empresas a reduzirem custos de energia elétrica pela geração de sua própria energia limpa</strong>, renovável e sem emissões de gases de efeitos estufa a partir do sol e de outras fontes renováveis. Esta decisão promoverá novos investimentos privados, movimentará a economia dos estados, atrairá mais empresas e gerará novos empregos locais de qualidade em suas regiões”, afirmou o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia,</p>
<p>Na visão de Sauaia, <strong>a adesão dos três estados representa um marco histórico relevante, pois completa a participação de todos os Estados do País ao Convênio ICMS nº 16/2015, medida defendida pela entidade desde a<a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/incentivos-fiscais-para-energia-solar-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> criação do Convênio</a> e que demandou mais de três anos</strong> de trabalho em conjunto com diversos atores governamentais, parlamentares, agentes privados e entidades da sociedade civil até sua concretização.</p>
<h4>Apesar do avanço, o executivo alerta que, devido a ajustes regulatórios ocorridos em 2015 e 2017 na Resolução Normativa nº 482/2012 da Aneel, são necessárias correções ao Convênio ICMS nº 16/2015, para atualizá-lo e padronizá-lo às novas regras em vigor.</h4>
<p>“A Aneel identificou barreiras e <a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aprimorou a sua Resolução Normativa</a> para este segmento de mercado, abrindo espaço para novos modelos de negócio e novas faixas de potência na geração distribuída. Infelizmente, o Convênio não reflete estas novas condições e está defasado frente à regulamentação da agência, o que provoca uma nova barreira tributária para o avanço das fontes renováveis nos estados”, explicou.</p>
<p>Para superar este desafio, propõe-se duas alternativas: (i) a atualização do Convênio ICMS nº 16/2015; ou (ii) o estabelecimento de um novo Convênio, autorizativo e por adesão, alinhado à regra atual da Aneel e que permita aos estados apoiadores das fontes renováveis corrigir este problema e recuperar a atração de novos investimentos privados e empregos para suas regiões.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2018/05/energias-renovaveis-ganham-isencao-de-icms-em-todo-brasil/34100" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ambiente e Energia</a></p>


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		<title>Energia solar agregou mais capacidade de geração elétrica que combustíveis fósseis em 2017</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/energia-solar-mais-capacidade-de-geracao-eletrica-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 20:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o relatório “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018”, publicado pela ONU Meio Ambiente, o setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017. A energia solar atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o relatório “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018”, publicado pela ONU Meio Ambiente, o setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017.</p>
<p>A energia solar atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano anterior, e mais que qualquer outra tecnologia.</p>
<p>A força impulsionadora por trás da onda de investimento solar do ano passado foi a China, que agregou 53 GW — mais da metade do total — e investiu 86,5 bilhões de dólares, um aumento de 58% em relação ao ano anterior.</p>
<h4>O setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017, assim como os investimentos globais, informou relatório “<strong><a href="https://www.unenvironment.org/es/news-and-stories/comunicado-de-prensa/la-energia-solar-agrego-mas-capacidad-de-generacion-electrica" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018</a></strong>“, publicado pela ONU Meio Ambiente nesta quinta-feira (5).</h4>
<p>O mundo instalou um recorde de 98 gigawatts (GW) de nova capacidade solar, um aporte mais alto que o das demais tecnologias. As outras fontes renováveis agregaram 59 GW em conjunto, as usinas de carvão, 35 GW, as de gás, 38 GW, as de petróleo, 3 GW, e a energia nucelar contribuiu com 11 GW de capacidade de geração.</p>
<h3>A energia solar também atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano anterior, e mais que qualquer outra tecnologia.</h3>
<p>Recebeu 57% do investimento total do ano para todas as energias renováveis, excluindo as grandes hidrelétricas — 279,8 bilhões de dólares — e obteve mais investimentos para nova capacidade de geração que o carvão e o gás, com estimados 103 bilhões de dólares.</p>
<h4><a href="https://sustentarqui.com.br/noticias/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia&nbsp;</a></h4>
<p>O relatório foi publicado pela ONU Meio Ambiente em colaboração com a Escola de Finanças e Administração de Frankfurt e a empresa de dados Bloomberg New Energy Finance. De acordo com o documento, os custos decrescentes da eletricidade solar e, em certa medida, da energia eólica continuam impulsionando o aumento dos investimentos.</p>
<h4>O ano passado foi o oitavo consecutivo no qual o investimento mundial em energias renováveis excedeu 200 bilhões de dólares. Desde 2004, o mundo investiu 2,9 trilhões nessas fontes de energia.</h4>
<blockquote><p>“O aumento extraordinário do investimento solar mostra como o mapa de energia global está mudando e, o que é mais importante, quais são os benefícios econômicos dessa mudança”, disse Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente.</p>
<p><strong>“Os investimentos em energias renováveis atraem mais pessoas para a economia, oferecem mais empregos, trabalhos de melhor qualidade e empregos mais bem remunerados. A energia limpa também significa menos poluição, o que significa um desenvolvimento mais saudável e feliz.”</strong></p></blockquote>
<p>Em geral, a China foi o maior país investidor de energias renováveis, com um recorde de 126,6 bilhões de dólares, 31% mais que em 2016. Também houve amplos incrementos no investimento de Austrália (147%, para 8,5 bilhões de dólares), México (810%, para 6 bilhões de dólares) e Suécia (127%, para 3,7 bilhões de dólares).</p>
<p>No ano passado, encomendou-se um recorde de 157 GW de energia renovável, frente aos 143 GW de 2016, superando amplamente os 70 GW de capacidade geradora agregada de combustíveis fósseis (depois do ajuste pelo fechamento de algumas usinas existentes).</p>
<blockquote><p><strong>“O mundo agregou mais capacidade solar que as usinas de carbono, gás ou nucleares combinadas”</strong>, disse Nils Stieglitz, presidente da Escola de Finanças e Administração de Frankfurt. “Isso mostra para onde nos dirigimos. As energias renováveis ainda estão longe de atender a maior parte da demanda elétrica, mas isso significa que ainda temos um longo caminho a percorrer”.</p></blockquote>
<p>Alguns grandes mercados, no entanto, viram diminuições no investimento em energias renováveis. Nos Estados Unidos, o investimento caiu 6%, chegando a 40,5 bilhões de dólares. Na Europa, houve uma queda de 36%, para 40,9 bilhões de dólares, com grandes reduções no Reino Unido (65%, para 7,6 bilhões de dólares) e Alemanha (35%, para 10,4 bilhões de dólares). O investimento no Japão caiu 28%, para 13,4 bilhões de dólares.</p>
<p>Angus McCrone, editor-chefe da Bloomberg New Energy Finance e principal autor do relatório, afirma que nos países em que houve um investimento menor geralmente ocorreu uma mistura entre mudanças no apoio a políticas, o calendário de financiamento de grandes projetos, como os de energia eólica marinha, e menores custos de capital por megawatt.</p>
<p><strong>Os investimentos mundiais em energias renováveis entre 2007 e 2017 (2,7 trilhões de dólares) aumentaram de 5,2% para 12,1% a proporção mundial de eletricidade gerada por energia eólica, solar, geotérmica, marinha, de biomassa ou por conversão de resíduos em energia, e de pequenas centrais hidrelétricas.</strong></p>
<p>O nível atual de eletricidade gerada pelas energias renováveis corresponde a aproximadamente 1,8 gigatoneladas de emissões de dióxido de carbono, o que equivale às emissões produzidas por todo o sistema de transportes dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/energia-solar-agregou-mais-capacidade-de-geracao-eletrica-que-combustiveis-fosseis-em-2017/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>
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		<title>Energia Solar Fotovoltaica e Energia Solar térmica: Quais são as diferenças?</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/energia-solar-fotovoltaica-termica-diferencas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 21:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala em uso da energia solar em edificações, mas existem duas tecnologias mais usadas para captar e transformar a energia do sol; a&#160;energia solar fotovoltaica e a energia solar térmica. Entenda as diferenças: Energia Solar Fotovoltaica O termo fotovoltaico é formado a partir de duas palavras: foto, que em grego significa “luz”, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Muito se fala em uso da energia solar em edificações, mas existem duas tecnologias mais usadas para captar e transformar a energia do sol; a&nbsp;energia solar fotovoltaica e a energia solar térmica. Entenda as diferenças:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Energia Solar Fotovoltaica</strong></h2>



<p>O termo fotovoltaico é formado a partir de duas palavras: foto, que em grego significa “luz”, e voltaica, que vem da palavra “volt”, a unidade para medir o potencial elétrico.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Sebrae-JULIANO-DUARTE-usinas-MT.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Sebrae-JULIANO-DUARTE-usinas-MT.jpg" alt="energia solar fotovoltaica no Centro Sebrae de Sustentabilidade" class="wp-image-12232"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Energia solar fotovoltaica no Centro Sebrae de Sustentabilidade &#8211; Foto: Juliano Duarte</span></figcaption></figure></div>



<p><strong>A energia solar fotovoltaica é a obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade</strong>, através de células fotovoltaicas, que<span style="font-size: 1rem;">&nbsp;normalmente são constituídas de silício.&nbsp;</span>Esta energia captada passa por equipamentos que transformam essa corrente contínua&nbsp;em energia elétrica de corrente alternada, para que ela fique com as características ideais para o consumo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja&nbsp;o Passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;</a></h3>



<p><strong>O sistema fotovoltaico pode ser On-Grid ou Off-Grid.</strong>&nbsp;No On- Grid o sistema está conectado com&nbsp;a rede pública de energia. Já&nbsp;no sistema Off-Grid não existe essa conexão, a unidade se torna autossuficiente energeticamente, e a energia captada é armazenada em um banco de baterias. É a solução ideal para locais isolados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No Brasil, os principais <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/incentivos-as-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incentivos à energia solar</a> fotovoltaica On- Grid foram a isenção do ICMS sobre a energia excedente do sistema e a Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), <a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">com novas regras de aprimoramento em março de 2016</a>.</h4>



<p>A REN 482/2012 permite que o consumidor brasileiro possa gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis e fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Quando o sistema de geração distribuída gerar mais do que consumir, são disponibilizados créditos de energia, válidos por 60 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/integracao-da-energia-solar-eletrica-na-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Integração dos painéis fotovoltaicos na arquitetura</a></h3>



<p>Para saber o potencial de captação solar da sua edificação, existe uma ferramenta gratuita criada pelo Instituto Ideal e a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, chamada <a href="http://www.americadosol.org/simulador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Simulador Solar</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Energia solar térmica</strong></h2>



<p><strong>A energia solar térmica, também conhecida como aquecimento solar, utiliza a energia sol para aquecer um fluido.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/aquecimento-solar.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/aquecimento-solar.jpg" alt="aquecimento solar" class="wp-image-17079"/></a></figure></div>



<p>É uma tecnologia mais difundida no Brasil, por ter um custo muito mais acessível.</p>



<p>Sua aplicação mais comum é&nbsp;para aquecer a água do banho, dispensando o uso de chuveiros elétricos. Mas também é usada em aquecimento de ambientes, geralmente em países frios, e em processos industriais.</p>



<p>O sistema funciona através de coletores solares que aquece o fluído dos tubos internos, que&nbsp; posteriormente é acumulado em um reservatório térmico, o boiler.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/10-novidades-em-captacao-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também:&nbsp;10 novidades em captação de energia solar&nbsp;</a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças ente Energia solar fotovoltaica&nbsp;e Energia solar térmica:</strong></h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A principal diferença entre as duas tecnologias é que a energia solar fotovoltaica gera eletricidade e a energia solar térmica é destinada ao aquecimento. </strong></h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Potencial da energia solar no Brasil</strong></h3>



<p>O Brasil tem um enorme potencial para aproveitar a energia do sol. Diariamente incide entre 4.444 Wh/m² a 5.483 Wh/m² no país,&nbsp;segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar.</p>



<p>Isso quer dizer que, o local com menos incidência solar no Brasil é melhor do que o local mais ensolarado da Alemanha, um dos pioneiros no uso dessa energia.</p>



<p>Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo, material principal das células fotovoltaicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os sistemas de energia solar térmico e fotovoltaico são ótimos investimentos tanto para o consumidor, que economiza na conta de luz, como para o planeta, por se tratar de uma captação de energia renovável e mais limpa.</h4>



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		<title>Bons ventos sopram no país &#8211; Brasil sobe no ranking de energia eólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 20:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil sobe no ranking de energia eólica com ventos entre os melhores do mundo. País ultrapassou Canadá e ocupa agora a oitava posição no Ranking Mundial de capacidade instalada de energia eólica elaborado pelo GWEC – Global Wind Energy Council. O Brasil subiu mais uma posição no Ranking de capacidade instalada de energia eólica elaborado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasil sobe no ranking de energia eólica com ventos entre os melhores do mundo.</strong></p>
<p>País ultrapassou Canadá e ocupa agora a oitava posição no Ranking Mundial de capacidade instalada de energia eólica elaborado pelo <a href="http://gwec.net/" target="_blank" rel="noopener">GWEC</a> – Global Wind Energy Council.</p>
<h3>O Brasil subiu mais uma posição no Ranking de capacidade instalada de energia eólica elaborado pelo GWEC – Global World Energy Council e agora ocupa o oitavo lugar.</h3>
<p>O dado foi divulgado no “GLOBAL WIND STATISTICS 2017”, documento anual com dados mundiais de energia eólica que mostra que, em 2017, foram adicionados 52,57 GW de potência eólica à produção mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada. O gráfico abaixo mostra o crescimento mundial desde 2001:</p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/energia-eolica-grafico-e1519249948768.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16794" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/energia-eolica-grafico-e1519249948768.png" alt="" width="600" height="213" /></a></p>
<p>Na mensagem divulgada pelo GWEC junto com o relatório, a organização avalia como tem se dado o crescimento da energia eólica no mundo. “<strong>A energia eólica é a tecnologia com preços mais competitivos em muitos mercados pelo mundo</strong>, se não for na maioria deles, e o surgimento dos parques híbridos com energia eólica e solar, um gerenciamento de grid mais eficiente e tecnologias de armazenamento cada vez mais acessíveis começam a pintar uma imagem do que será um setor de energia completamente livre de fósseis”, avalia Steve Sawyer, Secretário Geral do GWEC.</p>
<h3><a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/como-produzir-energia-com-microgeradores-eolicos/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Veja como produzir energia eólica com microgeradores </a></h3>
<h4>No Ranking de energia eólica dos dez países com mais capacidade instalada total, o Brasil subiu uma posição e aparece agora em oitavo na lista dos maiores países, com 12,76 GW, ultrapassando o Canadá, que está com 12,39 GW.</h4>
<p>“O Brasil vem galgando posições no Ranking Mundial de Capacidade Instalada Total de Energia Eólica de forma consistente. Em 2015, nós entramos no Ranking em 10º lugar e, desde então, subimos uma posição por ano”, explica Élbia Gannoum, Presidente da <a href="http://www.abeeolica.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABEEólica</a> (Associação Brasileira de Energia Eólica).</p>
<p>Veja, abaixo, os Rankings completos:</p>
<p><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/energia-eolica-grafico1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16795" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/energia-eolica-grafico1.png" alt="Brasil sobe no ranking de energia eólica" width="600" height="468" /></a></p>
<p>“Temos hoje uma capacidade instalada que está quase chegando aos 13 GW, com <strong>mais de 500 parques eólicos e chegamos a abastecer 11% do País e mais de 60% do Nordeste, na época que chamamos de “safra dos ventos”</strong>, que vai mais ou menos de junho a novembro. Nos últimos anos, e especialmente no ano passado, as eólicas salvaram o Nordeste de um racionamento em tempos de reservatórios baixos e com bandeira vermelha.</p>
<h3><strong>O Brasil tem um dos melhores ventos do mundo do mundo para produção de energia eólica e nosso fator de capacidade, que é a medida de produtividade do setor, passa do dobro da média mundial.</strong></h3>
<p>Além disso, temos uma cadeia produtiva 80% nacionalizada, que <strong>investe e gera empregos aqui</strong>. No ano passado, por exemplo, foram cerca de 30 mil postos de trabalho. Todos estes dados são prova de um setor que vem mostrando sua maturidade. Até 2020, considerando apenas os contratos assinados e leilões já realizados, vamos chegar a 18,63 GW. Com novos leilões, esse número ainda vai crescer. Importante lembrar que, hoje, as eólicas são a opção mais competitiva de contratação, conforme resultado do último leilão, realizado em dezembro de 2017”, analisa Elbia.</p>
<p>“<strong>Além disso, as eólicas têm outros benefícios, que podemos resumir da seguinte forma: é renovável; não polui; possui baixíssimo impacto ambiental; contribui para que o Brasil cumpra o Acordo do Clima; não emite CO2 em sua operação</strong>; <a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/energia-eolica-e-fonte-energetica-mais-barata-mundo/" target="_blank" rel="noopener">tem um dos melhores custos benefícios na tarifa de energia</a>; permite que os proprietários de terras onde estão os aerogeradores tenham outras atividades na mesma terra; gera renda por meio do pagamento de arrendamentos; promove a fixação do homem no campo com desenvolvimento sustentável; gera empregos que vão desde a fábrica até as regiões mais remotas onde estão os parques e incentivam o turismo ao promover desenvolvimento regional”, finaliza Elbia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para acessar os dados completos do relatório do GWEC, clique no link: <a href="http://gwec.net/wp-content/uploads/vip/GWEC_PRstats2017_EN-003_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener">http://gwec.net/wp-content/uploads/vip/GWEC_PRstats2017_EN-003_FINAL.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.abeeolica.org.br/noticias/brasil-sobe-mais-uma-posicao-no-ranking-mundial-de-capacidade-instalada-de-energia-eolica/" target="_blank" rel="noopener">Abeeolica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/tipos-de-energias-limpas-existentes/" target="_blank" rel="noopener">Conheça as vantagens e desvantagens das energias limpas. </a></h3>
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		<title>Bandeira vermelha: é hora de gerar sua própria energia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielle Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 22:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mais recente anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicado no dia 24 de outubro de 2017, foi sobre a proposta para os novos valores das bandeiras tarifárias de energia, que são taxas extras cobradas a partir do momento que os custos na geração de energia aumentam. A partir de novembro, o patamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O mais recente anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicado no dia 24 de outubro de 2017, foi sobre a proposta para os novos valores das bandeiras tarifárias de energia, que são taxas extras cobradas a partir do momento que os custos na geração de energia aumentam.</h4>



<p>A partir de novembro, o patamar 2 da bandeira vermelha, que é a maior taxa em vigor, passará de R$3,50 para R$5,00 a cada 100 kWh consumidos. Por outro lado, o patamar 1 da mesma bandeira continua em R$3,00 e a bandeira amarela cai de R$2,00 para R$1,00. </p>



<p>Curioso, pois nas vésperas do verão, onde o consumo aumenta de forma significativa devido ao intenso uso de aparelhos de ar condicionado, eu me pergunto qual será a bandeira utilizada nos próximos meses&#8230; Precisa responder?</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/bandeira-vermelha-infografico.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/bandeira-vermelha-infografico.png" alt="bandeira vermelha - infografico" class="wp-image-16264"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Fonte: ANEEL</span></figcaption></figure></div>



<p>Quando usinas térmicas mais caras têm que ser usadas para garantir o suprimento de energia para o país e não haver risco de racionamento, são acionadas as bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que significam um adicional na tarifa de energia dos consumidores. </p>



<p><strong>Para termos uma ideia, a energia proveniente das termelétricas é seis vezes mais cara que a energia proveniente das hidrelétricas.</strong></p>



<p> Outra novidade é que além da expectativa das chuvas e do custo da geração na termelétrica, a partir de agora, também serão levados em consideração para os gatilhos, os níveis dos reservatórios. </p>



<p>Considerando os níveis criticamente baixos dos reservatórios das hidrelétricas, é provável que as bandeiras tarifárias sejam acionadas com mais frequência, aumentando a conta de energia do consumidor final.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por isso, mais do que nunca, é preciso estarmos atentos ao direito que temos de produzir nossa própria energia.</h3>



<p><strong>Desde 2016, a<a rel="noopener noreferrer" href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank"> ANEEL através da REN 687/15</a>, permite que qualquer consumidor gere sua própria energia</strong>, seja em seu telhado ou terreno, seja por geração remota. </p>



<p>Isso quer dizer que, instalando um sistema fotovoltaico, por exemplo, o consumidor tem potencial para produzir a energia que consome, conquistar independência da concessionária que o atende e, melhor, ter liberdade em relação aos aumentos constantes da tarifa e suas bandeiras.</p>



<p>Um estudo de viabilidade para cada caso levará em consideração algumas variáveis como área disponível, orientação solar, sombreamentos, etc. Empresas especializadas do setor, na maioria das vezes, realizam esses estudos sem custo inicial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/como-alcancar-sua-independencia-energetica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Como alcançar sua independência energética</a></h3>



<p><strong>Apesar da matriz energética brasileira mostrar que a energia fotovoltaica representa menos de 0,02%, o mercado de energia fotovoltaica no Brasil tem crescido rapidamente.</strong> </p>



<p>Uma prova disso é que o preço de um sistema reduziu cerca de 30% neste ano e o payback desse investimento já gira em torno de 5 anos. Considerando a durabilidade das placas, de 25 anos, é possível ter energia barata durante bastante tempo.</p>



<p>Uma energia limpa e de fonte gratuita, em um país com um potencial enorme para geração. Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, o país recebe mais de 3 mil horas de luz do sol ao ano, o que corresponde a uma incidência solar diária de até 6.300 Wh/m². </p>



<p><strong>Na Alemanha, líder mundial em energia solar, a incidência de luz solar cai 40% em sua região de maior potencial quando comparado ao Brasil.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/energia-solar-e1432148402191.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/05/energia-solar-e1432148402191.jpg" alt="incentivos fiscais para energia solar" class="wp-image-8481"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Foto: Bernd Sieker &#8211; Creative Commons license</span></figcaption></figure></div>



<p>A Resenha Energética Brasileira de 2017 mostra que 85,8% dos consumidores de energia elétrica no Brasil são residenciais. Estamos falando de cerca de<b> 6 milhões de telhados com alto potencial de geração de energia.</b> Por outro lado, somente três em cada dez brasileiros sabe que é possível gerar sua própria energia em casa através de fontes renováveis.</p>



<p>Então, vamos compartilhar! Sem entrarmos no mérito ambiental, apesar de que isso me motiva muito, vamos ficar atentos à oportunidade real que temos de economia doméstica. Simples assim!</p>



<p>Matéria enviada pela <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.linkedin.com/in/danielle-garcia-19533625/" target="_blank"><strong>arquiteta Danielle Garcia</strong> </a>&#8211; LEED AP BD+C, consultora de sustentabilidade para casas e edifícios.</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é a geração distribuída e a diferença entre Micro e Minigeração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 20:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[geração distribuída]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&#160;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com novas regras de aprimoramento em março de 2016, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&nbsp;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novas regras de aprimoramento em março de 2016</a>, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada,e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade..&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, o que é a geração distribuída?</strong></h2>



<p>A geração distribuída é o sistema que permite o consumidor gerar a própria energia elétrica a partir de pequenos geradores para consumo próprio, seja ela de fontes renováveis como solar e eólica, ou mesmo de combustível fóssil.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens da geração distribuída:</strong></h3>



<p>A presença de pequenos geradores próximos às cargas pode proporcionar diversos benefícios para o sistema elétrico, como por exemplo:</p>



<p><strong>&#8211; Postergação de investimentos em expansão nos sistemas de distribuição e transmissão;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Baixo impacto ambiental;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Melhoria do nível de tensão da rede no período de carga pesada;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Diversificação da matriz energética.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas e a micro e minigeração distribuída, muito se ouve falar, mas qual a diferença entre elas?</strong></h3>



<p>A micro e a minigeração distribuída, consistem na produção de energia elétrica a partir de pequenas centrais geradoras que utilizam fontes renováveis de energia elétrica ou cogeração qualificada (aquele que promove aproveitamento), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Microgeração: central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 quilowatts (kW). (Exemplo: uma casa de uma família com dois a três filhos, consome em média de 500 kWh/mês).</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Minigeração: central geradora com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 megawatt (MW) &#8211; fonte hídrica, ou 5 megawatt (MW) &#8211; demais fontes. (Exemplo: uma fábrica ou indústria de médio porte, consome em média 20.000 kWh/mês).</h4>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg" alt="geração distribuída" class="wp-image-15561"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Imagem: ENEGE-PRO Solar &#8211; Residência com microgeração em Minas Gerais</span></figcaption></figure>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Geração de energia renovável e isenção de impostos</strong></h3>



<p><strong>A geração de energia de sistemas de micro e minigeração, através de&nbsp;fontes renováveis, como a solar fotovoltaica, possui isenção de impostos a níveis federal e estadual.</strong></p>



<p>O&nbsp;PIS&nbsp;e&nbsp;COFINS&nbsp;são isentados em todo o país, de acordo com lei aprovada pelo governo. Já o&nbsp;ICMS&nbsp;é atualmente isentado em 20 estados brasileiros mais o distrito federal. Para aqueles estados que não aderiram ao novo Convênio, mantém-se a regra anterior, na qual o ICMS é cobrado sobre todo o consumo, desconsiderando assim a energia injetada na rede pela micro ou minigeração.</p>



<p><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/caderno-tematico-micro-e-minigeracao-distribuida-aneel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Se quiser saber mais, veja a matéria e baixe o caderno Temático da ANEEL</strong></a></p>



<p>Fonte:<a href="http://www.aneel.gov.br/informacoes-tecnicas/-/asset_publisher/CegkWaVJWF5E/content/geracao-distribuida-introduc-1/656827?inheritRedirect=false" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ANEEL</a></p>
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		<title>Passo a passo da instalação fotovoltaica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[passo a passo da instalação fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça o&#160;passo a passo da instalação fotovoltaica&#160;e os procedimentos a serem feitos, seja em um imóvel comercial ou um residencial. A energia fotovoltaica é um dos melhores investimentos para se fazer hoje em dia. Possui inúmeras vantagens, as principais são: financeira, por deixar de pagar contas de luz abusivas, e ecológica pois é uma energia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Conheça o&nbsp;passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;e os procedimentos a serem feitos, seja em um imóvel comercial ou um residencial.</strong></p>



<p>A energia fotovoltaica é um dos melhores investimentos para se fazer hoje em dia. Possui inúmeras vantagens, as principais são: financeira, por deixar de pagar contas de luz abusivas, e ecológica pois é uma energia extremamente limpa e inesgotável.</p>



<p>Atualmente a maior fonte de energia do país, são as hidrelétricas. Com a escassez de água dos rios, a conta de luz tem aumento no mínimo 8% ao&nbsp;ano, segundo estatísticas informadas&nbsp;pela ANEEL e previsões do IGPM e IRT.&nbsp;<strong>Já o sol é inesgotável e a energia não agride o meio ambiente.</strong></p>



<p>Com a <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução Normativa nº 687/2015</a>, que facilitou&nbsp;a instalação fotovoltaica em todo país,&nbsp;somente o ano passado a produção distribuída – feita pelo próprio consumidor, indústria e comércio – cresceu 300% no Brasil.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-6.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-6.jpg" alt="Passo a passo da instalação fotovoltaica" class="wp-image-15366"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Divulgação ENGE-PRO Solar</span></figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Além das vantagens financeira e ecológica citadas a cima, seguem outros benefícios em uma instalação fotovoltaica:</strong></h4>



<p><strong>&#8211; Economia:</strong> 100% do valor investido pode ser recuperado entre 4 e 6 anos;</p>



<p><strong>&#8211; Rendimento:</strong> aplicação superior a poupança e até mesmo a Selic;</p>



<p><strong>&#8211; Valorização do imóvel:</strong> destaque no mercado imobiliário, para imóveis com sistema de energia solar fotovoltaica;</p>



<p><strong>&#8211; Não-polui:</strong> reduz a taxa de emissão de CO², combate o efeito estufa e os danos causados no meio ambiente;</p>



<p><strong>&#8211; Fácil instalação:</strong> interfere muito pouco na instalação existente, podendo aumentar as placas conforme a demanda;</p>



<p><strong>&#8211; Manutenção:</strong> mínima; praticamente não existe manutenção para o sistema instalado;</p>



<h4 class="wp-block-heading">&nbsp;</h4>



<h4 class="wp-block-heading">A <a href="http://enge-pro.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ENGE-PRO Solar</strong></a> alerta para que toda&nbsp;instalação possua todos esses benefícios, e para não haver arrependimentos futuros, contrate sempre uma empresa séria, com qualidade técnica para que possa dimensionar, projetar e executar uma instalação perfeita, com os melhores equipamentos do mercado mundial.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-9.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-9.jpg" alt="Passo a passo da instalação fotovoltaica" class="wp-image-15367"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Divulgação ENGE-PRO Solar</span></figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça&nbsp;o passo a passo da instalação fotovoltaica em seu imóvel:</h2>



<p><strong>1º) Pesquisar uma empresa especializada presente no mercado</strong>, de preferência com outras instalações concluídas, que forneça um orçamento claro, um projeto adequado e uma instalação limpa;</p>



<p><strong>2º) Enviar sua conta de luz para a empresa especializada,</strong> onde ela irá analisar e dimensionar o quanto de kWp deverá ser instalado;</p>



<p>Na própria conta através do endereço podemos verificar a localização geográfica, tipo de telhado e quantas placas deverão ser instaladas. Com isso você terá um pré-orçamento do seu investimento.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-2.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-SOLAR-2.png" alt="Passo a passo da instalação fotovoltaica" class="wp-image-15364"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Divulgação ENGE-PRO Solar</span></figcaption></figure></div>



<p><strong>3º) </strong>Com o pré-orçamento em mãos, <strong>examine se a viabilidade financeira</strong> é possível para realizar essa instalação;</p>



<p><strong>4º)</strong> Uma vez aprovado o pré-orçamento, a empresa especializada irá realizar uma visita técnica, para examinar o local de instalação e localizar o <strong>posicionamento ideal para obter melhor eficiência na geração;</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-1.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-1.png" alt="Passo a passo da instalação fotovoltaica" class="wp-image-15370"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Divulgação ENGE-PRO Solar</span></figcaption></figure></div>



<p><strong>5º)</strong> Validado o orçamento e definida a instalação, será elaborado um<strong> contrato entre as partes</strong>;</p>



<p><strong>6º)</strong> Contrato assinado, a empresa contratada irá realizar o projeto e elaborar toda documentação necessária de homologação e a aprovação junto a concessionária de energia local, para o acesso da mini ou microgeração geração fotovoltaica que será instalada. <strong>Pela norma da ANEEL a concessionária tem até 15 dias para a aprovação;</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Observação: Nesse momento se o cliente possuir outro empreendimento, com a conta de luz no mesmo nome e CPF ou CNPJ, a geração pode alimentar as duas ou mais contas. Então caso o cliente tenha interesse, deverá ser informado a empresa contratada para que possa elaborar a documentação necessária na concessionária.</strong></h4>



<p><strong>7º)</strong> Assim que aprovado o projeto na concessionária, a empresa pode começar a instalação do sistema. Serão instalados os <strong>painéis solares, string box e inversor para conectar no quadro de energia local;</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/ENGE-PRO-1-575x1024.jpg" alt="Passo a passo da instalação fotovoltaica" class="wp-image-15369"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Divulgação ENGE-PRO Solar</span></figcaption></figure></div>



<p><strong>8º)</strong> Depois de perfeitamente instalado o sistema, a empresa deve contatar <strong>a concessionária de energia local, que irá realizar uma vistoriar no sistema instalado</strong> (mais um motivo para que tenha certeza que a empresa contratada é séria e de ótima qualidade técnica) e verificar se está de acordo com as exigências estabelecidas. O prazo para aprovação final pela concessionária é de até 7 dias;</p>



<p><strong>9º)</strong> Estando tudo okay, a concessionária irá trocar o antigo medidor de energia e instalar um novo que contabiliza a energia injetada na rede, e a energia consumida;</p>



<p><strong>10º)</strong> <strong>O último passo é o cliente estar satisfeito, gerando sua própria energia e receber sua primeira conta, pagando apenas a taxa mínima e nunca mais se preocupar com aumentos na sua conta de luz.</strong></p>



<p>Mesmo depois de instalado a <a href="http://enge-pro.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ENGE-PRO Solar</strong> </a>monitora online todas as instalações feitas, e caso tenha alguma perda de geração nós entramos em contato em minutos para resolver qualquer problema o mais rápido possível.</p>



<p>A <a href="http://enge-pro.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ENGE-PRO Solar</strong> </a>possui uma equipe com mais de 38 anos de experiência no setor energético. A prioridade da empresa é a transparência com seus clientes, passando confiança, tranquilidade e satisfação em seus trabalhos realizados.</p>



<p><strong>(Matéria enviada por <a href="https://www.linkedin.com/in/rafael-lemos-02971766/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rafael Lemos</a>, Engenheiro, Sócio Diretor da ENGE-PRO Solar. A empresa atende a região Sudeste do país.)</strong></p>



<p><strong>Contato: <a href="enge-pro@enge-pro.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">enge-pro@enge-pro.com</a></strong></p>



<p><strong>Telefones: São Paulo &#8211; (17) 99151-4439</strong></p>



<p><strong>Minas Gerais &#8211; (32) 98867-0015</strong></p>



<p><strong>Rio de Janeiro &#8211; (22) 98844-8077</strong></p>
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		<title>Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 11:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campo de refugiados na Jordânia é o primeiro no mundo a ser abastecido com energia solar. Parceria entre a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e a Fundação IKEA, que disponibilizou 8,75 milhões de euros, possibilitou&#160;a construção de uma usina solar de dois megawatts em um campo de refugiados na Jordânia. A central foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Campo de refugiados na Jordânia é o primeiro no mundo a ser abastecido com energia solar.</p>
<h4>Parceria entre a Agência das Nações Unidas para Refugiados (<a href="http://www.acnur.org/portugues/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ACNUR</a>) e a <a href="http://www.ikeafoundation.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação IKEA</a>, que disponibilizou 8,75 milhões de euros, possibilitou&nbsp;a construção de uma usina solar de dois megawatts em um campo de refugiados na Jordânia.</h4>
<p>A central foi inaugurada em maio (17) pelo organismo da ONU e beneficiará 20 mil refugiados.</p>
<p>As placas fotovoltaicas instaladas nas proximidades do acampamento, em Azraq, permitirão ao ACNUR economizar 1,5 milhão de dólares por ano. Antes da usina, os abrigos de Azraq estavam conectados à rede regular de eletricidade.</p>
<p><strong>Com a energia solar, a agência da ONU espera reinvestir o dinheiro em outras iniciativas para atender as necessidades dos refugiados. O projeto também evitará o lançamento na atmosfera de 2.370 toneladas de gás carbônico.</strong></p>
<p>Até o princípio de 2018, a central será expandida para chegar às residências de todos os 36 mil moradores de Azraq.</p>
<p>A nova rede de energia vai transformar a vida dos sírios que enfrentam circunstâncias difíceis no campo de refugiados na Jordânia,&nbsp;localizado no norte do deserto. Nos últimos dois anos, os residentes do acampamento dependiam de lanternas solares portáteis para iluminar suas casas e não tinham meios de conservar comida ou refrigerar seus abrigos no calor extremo. Apenas no início de 2017, a rede elétrica foi conectada ao local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_15094" aria-describedby="caption-attachment-15094" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-15094 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-1.jpg" alt="campo de refugiados na Jordânia com energia solar" width="600" height="336"></a><figcaption id="caption-attachment-15094" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Refugiados sírios têm benefícios com a abertura da instalação solar no campo de acolhimento de Azraq, na Jordânia. Foto: Fundação IKEA/Vingaland AB</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fatima, uma mãe solteira de 52 anos que veio da área rural de Damasco, está no campo desde 2015 com seus dois filhos adultos. “Na Síria, estávamos acostumados a um estilo de vida particular, e fomos separados disso no momento em que nos tornamos refugiados”, conta. “Quem está acostumado a ter eletricidade não tem ideia do quão difícil é viver sem.”</p>
<p>A refugiada e os filhos já investiram em uma geladeira de segunda mão, em uma máquina de lavar e em ventiladores elétricos, que dividem entre três abrigos. “Antes disso, quando cozinhávamos uma refeição, tínhamos que jogar fora os restos porque não havia como guardá-los”, explica Fatima.</p>
<p>“Quando ficávamos com muito calor, tínhamos que jogar água nas nossas roupas para poder se esfriar. Agora podemos ouvir música e tomar um copo de água gelada, e a nossa rotina não acaba quando o sol se põe”, acrescenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Construção da usina solar deu emprego para refugiados</h2>
<p>A construção da instalação solar também foi uma oportunidade de gerar renda e oferecer treinamento para mais de 50 refugiados no campo. Eles foram empregados sob supervisão da companhia solar jordaniana Mustakbal, para ajudar a erguer a central.</p>
<p>Mohammad, de 20 anos, é do subúrbio de Ghouta, em Damasco, e veio para Azraq em março de 2014. Ele foi forçado a sair da escola aos 14 anos, depois que o conflito na Síria estourou. Atualmente, o jovem frequenta o sétimo ano.</p>
<p>Apesar de não ter qualificações, o refugiado recebeu treinamento metalúrgico no acampamento e foi um dos escolhidos para montar as estruturas que dão apoio aos painéis solares, além de ajudar também na instalação dos circuitos eletrônicos. Como resultado, ele ganhou uma experiência profissional que já o ajudou a encontrar trabalhos ocasionais fora do campo.</p>
<figure id="attachment_15098" aria-describedby="caption-attachment-15098" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-15098" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-2.jpg" alt="campo de refugiados na Jordânia com energia solar" width="600" height="337"></a><figcaption id="caption-attachment-15098" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Fundação IKEA</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Não tive a oportunidade de terminar minha educação por causa da guerra e do exílio, mas isto me deu uma habilidade prática que poderei, com sorte, usar no futuro”, afirma Mohammad. “Se voltarmos para a Síria, a infraestrutura estará destruída, mas esta é a tecnologia que podemos usar para reconstruí-la.”</p>
<p><strong>A instalação solar de Azraq é conectada com a rede nacional, o que significa que qualquer eletricidade gerada que não for usada pode voltar para a rede sem custo, apoiando as necessidades de energia do país de acolhimento.</strong></p>
<p>“Iluminar o campo não é apenas uma conquista simbólica, mas fornece também um ambiente mais seguro a todos os residentes do campo, cria oportunidades de subsistência e dá oportunidade para as crianças de estudar depois que escurece. Acima de tudo, permite aos residentes do campo a ter vidas mais dignas”, explica a vice-chefe do ACNUR, Kelly T. Clements.</p>
<p>Para o representante da agência da ONU na Jordânia, Stefano Severe, “o estabelecimento das placas de energia solar é um exemplo notável de cooperação entre um governo acolhedor, uma organização privada e o ACNUR”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="https://nacoesunidas.org/campo-de-refugiados-na-jordania-se-torna-o-primeiro-no-mundo-a-funcionar-com-energia-limpa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>


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