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	<title>geração distribuída Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>geração distribuída Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Geração distribuída vai impulsionar o mercado da energia solar no Brasil em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 18:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[geração distribuída]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil deverá ter um salto de 44 por cento na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação, projetou em entrevista à Reuters o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia. A geração distribuída (GD) vai acrescentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deverá ter um salto de 44 por cento na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação, projetou em entrevista à Reuters o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia. A geração distribuída (GD) vai acrescentar 628,5 megawatts (MW) em capacidade solar ao país, um crescimento de 125 por cento, enquanto grandes usinas fotovoltaicas devem somar 383 MW até o final do ano, um avanço de 21 por cento.</p>
<p><strong>O ano também deve marcar uma virada para o mercado solar brasileiro, segundo a entidade, com a expansão puxada pela primeira vez pela chamada geração distribuída —em que placas solares em telhados ou terrenos geram energia para atender à demanda de casas ou de estabelecimentos comerciais e indústrias</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-e-a-geracao-distribuida/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: O que é a geração distribuída e a diferença entre Micro e Minigeração</a></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4>“É uma marca importante para a geração distribuída. Aquela visão do passado de que a GD é cara não se sustenta mais, ela se tornou uma opção acessível, e existem diversas linhas de financiamento. A GD está ganhando participação no mercado brasileiro”, disse o presidente da Absolar.</h4>
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<p>Entre 2017 e 2018, a geração distribuída já havia mostrado ritmo mais forte, com expansão de 172 por cento, contra 86 por cento nas grandes usinas, mas os projetos de GD, menores, adicionaram naquele período 317 MW, contra 828 MW dos empreendimentos de grande porte, viabilizados após leilões de energia do governo.</p>
<h4><strong>Com a disparada das tarifas de energia no Brasil desde 2015 e a redução nos custos de equipamentos fotovoltaicos, os investimentos em GD podem ser recuperados em um período de três a sete anos, de acordo com Sauaia.</strong></h4>
<p>A nova dinâmica é resultado também da recente crise financeira atravessada pelo Brasil, que reduziu a demanda por eletricidade e levou ao cancelamento de um leilão de contratação de usinas renováveis em 2016.</p>
<p>Depois, em 2017 e 2018, as contratações de grandes usinas solares foram retomadas, mas os projetos viabilizados nos últimos leilões têm obrigação contratual de iniciar operação em 2021 e 2022, enquanto a geração distribuída tem continuado a crescer em ritmo acelerado.</p>
<p>“Com isso, esse ano de 2019, e até 2020, serão anos de enorme desafio para a geração centralizada&#8230; A Absolar recomenda que o novo governo estruture um planejamento previsível, com continuidade de contratação, para que o setor consiga se planejar”, disse Sauaia, acrescentando que o cancelamento de leilões em 2016 gerou enorme frustração em investidores.</p>
<p>A Absolar estima que a expansão da fonte neste ano deverá gerar investimentos totais de 5,2 bilhões de reais, com cerca de 3 bilhões de reais para a geração distribuída.</p>
<h3><strong>Apesar da forte expansão, a energia solar ainda tem presença incipiente na matriz elétrica do Brasil, dominada por grandes hidrelétricas. A fonte responde atualmente por cerca de 1 por cento da capacidade instalada no país, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</strong></h3>
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<p>&nbsp;</p>
<h2>INVESTIDORES</h2>
<p>O mercado solar brasileiro é liderado atualmente pela italiana Enel, que possui 703 MW em capacidade em usinas solares em operação no país, seguida pela francesa Engie, com 218 MW e pela Atlas Renewable Energy, da empresa de investimentos britânica Actis, com 174 MW, segundo dados da consultoria ePowerBay.</p>
<p>O ranking poderá ainda em breve ser liderado pela chinesa CGN Energy International, que está em processo de aquisição de 450 MW em usinas solares da Enel, em negócio anunciado na quarta-feira.</p>
<p>A transação, quando concretizada, deve deixar a Enel na vice-liderança.</p>
<p>Também se destacam no setor solar do Brasil a Omega Geração e a francesa EDF (com 160,5 MW cada), a norte-americana AES, com a controlada AES Tietê (150 MW), a norueguesa Scatec (132 megawatts) e a espanhola GPG, da Naturgy (ex-Gas Natural Fenosa, com 120 MW), segundo o ranking da ePowerBay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN1PB20D-OBRBS" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a> Por Luciano Costa</p>
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		<title>O que é a geração distribuída e a diferença entre Micro e Minigeração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 20:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[geração distribuída]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&#160;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com novas regras de aprimoramento em março de 2016, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&nbsp;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novas regras de aprimoramento em março de 2016</a>, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada,e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade..&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, o que é a geração distribuída?</strong></h2>



<p>A geração distribuída é o sistema que permite o consumidor gerar a própria energia elétrica a partir de pequenos geradores para consumo próprio, seja ela de fontes renováveis como solar e eólica, ou mesmo de combustível fóssil.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens da geração distribuída:</strong></h3>



<p>A presença de pequenos geradores próximos às cargas pode proporcionar diversos benefícios para o sistema elétrico, como por exemplo:</p>



<p><strong>&#8211; Postergação de investimentos em expansão nos sistemas de distribuição e transmissão;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Baixo impacto ambiental;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Melhoria do nível de tensão da rede no período de carga pesada;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Diversificação da matriz energética.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas e a micro e minigeração distribuída, muito se ouve falar, mas qual a diferença entre elas?</strong></h3>



<p>A micro e a minigeração distribuída, consistem na produção de energia elétrica a partir de pequenas centrais geradoras que utilizam fontes renováveis de energia elétrica ou cogeração qualificada (aquele que promove aproveitamento), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Microgeração: central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 quilowatts (kW). (Exemplo: uma casa de uma família com dois a três filhos, consome em média de 500 kWh/mês).</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Minigeração: central geradora com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 megawatt (MW) &#8211; fonte hídrica, ou 5 megawatt (MW) &#8211; demais fontes. (Exemplo: uma fábrica ou indústria de médio porte, consome em média 20.000 kWh/mês).</h4>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg" alt="geração distribuída" class="wp-image-15561"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Imagem: ENEGE-PRO Solar &#8211; Residência com microgeração em Minas Gerais</span></figcaption></figure>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Geração de energia renovável e isenção de impostos</strong></h3>



<p><strong>A geração de energia de sistemas de micro e minigeração, através de&nbsp;fontes renováveis, como a solar fotovoltaica, possui isenção de impostos a níveis federal e estadual.</strong></p>



<p>O&nbsp;PIS&nbsp;e&nbsp;COFINS&nbsp;são isentados em todo o país, de acordo com lei aprovada pelo governo. Já o&nbsp;ICMS&nbsp;é atualmente isentado em 20 estados brasileiros mais o distrito federal. Para aqueles estados que não aderiram ao novo Convênio, mantém-se a regra anterior, na qual o ICMS é cobrado sobre todo o consumo, desconsiderando assim a energia injetada na rede pela micro ou minigeração.</p>



<p><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/caderno-tematico-micro-e-minigeracao-distribuida-aneel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Se quiser saber mais, veja a matéria e baixe o caderno Temático da ANEEL</strong></a></p>



<p>Fonte:<a href="http://www.aneel.gov.br/informacoes-tecnicas/-/asset_publisher/CegkWaVJWF5E/content/geracao-distribuida-introduc-1/656827?inheritRedirect=false" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ANEEL</a></p>
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