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	<title>infraestrutura verde Archives - SustentArqui</title>
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	<title>infraestrutura verde Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Jardins filtrantes em Recife despoluem águas de riacho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia. Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros [&#8230;]</p>
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<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia.</p>



<p>Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros quadrados (m²), em um trecho deste afluente do Capibaribe, que corta o Parque do Caiara, na Iputinga, Zona Oeste da capital pernambucana.</p>



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<p>O projeto dos jardins filtrantes foi implantado pela Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aries), uma organização social de inovação, sem fins lucrativos. A execução foi possível devido à cooperação internacional com a CITInova, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pasta trabalha para que o modelo dos jardins filtrantes em Recife seja reproduzido em outras cidades brasileiras.</strong></h4>



<p>O custo da ação foi de U$$ 1,4 milhão, aproximadamente R$ 7 milhões, financiados pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) mantido com doações de países industrializados e apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>



<p>As obras dos jardins filtrantes em Recife tiveram início em 2022, e o sistema começou a operar, de fato, em fevereiro deste ano. A implantação total do projeto está prevista para abril, com a capacidade de filtragem mantida em cerca de 360 mil litros de água/dia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="754" height="466" data-id="29418" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg" alt="Parque do Caiara" class="wp-image-29418" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="754" height="507" data-id="29417" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg" alt="Parque do Caiara," class="wp-image-29417" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="754" height="491" data-id="29419" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg" alt="Jardins filtrantes em Recife" class="wp-image-29419" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Giselle Cahú Aries/CITinova</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Solução Baseada na Natureza</h2>



<h4 class="wp-block-heading">A tecnologia aplicada nos Jardins Filtrantes em Recife é uma inovação francesa patenteada pela Phytorestore, que utiliza plantas cuidadosamente selecionadas para remover poluentes da água por meio de um processo de fitorremediação. </h4>



<p>Baseada em recursos naturais, com uso basicamente de pedras, areia e plantas aquáticas, por onde fluem as águas.</p>



<p>Primeiramente a absorção dos nutrientes é feita pelas raízes dos vegetais, associada à passagem da água suja por cinco tanques de pedras, com diferentes substratos. Como resultado acontece a remoção e detenção de resíduos sólidos, como metais.</p>



<p>A água então é tratada sem química. Este processo de filtragem, principalmente de esgoto, é contínuo. Ao mesmo tempo em que a água do riacho do Cavouco entra no sistema, há água purificada saindo e sendo devolvida ao Capibaribe.</p>



<p>Para este projeto do riacho do Cavouco foram empregadas 7,5 mil mudas de 36 tipos de macrófitas aquáticas nativas da região – como Heliconia psittacorum, Pontederia cordata, Canna generalis, Thalia geniculata, Echinodorus grandiflorus e Nymphea sp –, plantadas nas pedras dos tanques.</p>



<p><strong>As espécies foram selecionadas considerando a resistência ao clima local e o paisagismo projetado para o Parque do Caiara. Este tipo de vegetação macrófita contribui para a manutenção da biodiversidade e pode servir como indicador da qualidade da água.</strong></p>



<p>A tecnologia é semelhante à empregada na despoluição do rio Sena, da cidade de Paris, na França, que foi visitada por representantes da Aries. Mariana aponta que no Brasil a experiência já desperta interesse, por exemplo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFP) e da cidade de Florianópolis (SC) para futura implantação. “Tem havido muita curiosidade”.</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/despoluicao-rio-tiete-inspirado-rio-sena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia também: Despoluição do Rio Tietê será inspirado no Rio Sena</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados dos Jardins Filtrantes em Recife</h2>



<p>A expectativa da Agência Aries é de que o projeto sustentável possa reduzir entre 90% e 95% a poluição das águas do riacho do Cavouco.</p>



<p>A diretora Mariana conta que testes químicos de monitoramento já estão sendo realizados para aferir a qualidade de amostras da água do riacho. Mas que visualmente, a água cinzenta está dando lugar a um líquido bem menos turvo.</p>



<p><strong>“Já no primeiro resultado, na entrada do sistema de filtragem, a gente vê, a olho nu, a diferença da qualidade da água. E principalmente na saída, quando essa água volta ao riacho e vai desaguar no [rio] Capibaribe”.</strong></p>



<p>De acordo com Mariana, a oxigenação das águas do Cavouco aumentou com o sistema inovador e, também está mudando o microclima local. “Está cheio de sapos lá, beija-flores, capivaras e peixes. A vida está chegando”.</p>



<p>“O projeto é uma gota no oceano. Mas, é uma gota de contribuição importante porque melhora a qualidade de vida do peixe que está ali, tem capivara, jacaré e vários animais que vivem no local. É um rio urbano e que sofre com as consequências da poluição. Mas, o [Capibaribe] que é tão importante para o Recife ainda é muito poluído”, constata Mariana.</p>



<p>O monitoramento da qualidade dessas águas do riacho vai ser frequente, já que novos sistemas serão instalados nos próximos meses, na entrada e na saída dos jardins filtrantes.</p>



<p>Fontes: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/jardins-filtrantes-despoluem-aguas-de-riacho-que-desagua-no-capibaribe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a> e <a href="https://citinova.mcti.gov.br/jardins-filtrantes-comecam-a-ser-construidos-no-recife/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CITinova</a></p>



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		<title>Guia de infraestrutura verde e azul &#8211; para cidades sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 11:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O objetivo é realizar um passo a passo de como tornar cidades sustentáveis, com foco em melhorar a governança local em relação a: Alimentação, Água e Energia (FWE). </strong></h4>



<p>De acordo com o pesquisador à frente do projeto, José Puppim, a urbanização acelerada sem planejamento, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade podem gerar insegurança alimentar e escassez de água e energia, uma vez que o consumo desses três elementos vai aumentar significativamente nas próximas décadas. </p>



<p>“Esses são alguns dos temas que mais preocupam a população mundial na atualidade e que podem gerar grandes consequências para os próximos anos, principalmente dentro das cidades”, destaca Puppim. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura verde e azul</strong></h2>



<p>José Puppim afirma que antes de se considerar o Guia, é necessário entender o que são essas infraestruturas e por que esses elementos foram selecionados como parâmetros. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura verde </strong>é mais voltada para <a href="https://sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas e agricultura urbanas</a>,<a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/"> <strong>telhados verdes</strong></a>, plantações nas ruas, conservação de áreas etc.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura azul</strong> é voltada para o sistema de águas urbanas, como regiões urbanas alagadas, lagos e lagoas, rios urbanos, ecossistemas da costa a exemplo de mangues e baías, o sistema de drenagem urbano, entre outros”.  </li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="697" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg" alt="Guia de infraestrutura verde e azul CONCEITO" class="wp-image-29219" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-768x522.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1.jpg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O pesquisador também explica a importância dos três sistemas que compõem o projeto: “é estimado um aumento grande no consumo tanto de alimentos, quanto de água e energia para os próximos 50 anos e boa parte desse consumo vem das cidades. </p>



<p>Em termos de governança fica evidente que as cidades costumam ter pouca gestão desses sistemas. Por exemplo, grande parte dos alimentos vem de fora das cidades, a gestão do sistema hídrico costuma ser estadual, enquanto a de energia, federal. </p>



<p>Assim, fica evidente como as cidades possuem pouca governança sobre os sistemas, o que as impedem de governar ‘green and blue infrastructure’”, disse Puppim.  </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Considerando-se os três sistemas, o Guia de Infraestrutura Verde e Azul (GBI, do inglês Green and Blue Infrastructure) propõe melhores práticas de governança em categorias como:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Provisionamento (serviços de água, medicinais, matérias-primas), </li>



<li>Regulação (temperaturas locais, índices de carbono, desperdício de água) </li>



<li>Cultural (recreação, saúde, estética), além de servir de suporte para a preservação de espécies e seus habitats nas cidades.  </li>
</ul>



<p>Os temas que englobam “Food, Water and Energy”, presentes no GBI, estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="595" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg" alt="MANUAL PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS FAPESP " class="wp-image-29220" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-768x446.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1.jpg 1241w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Fruto de pesquisa apoiada pela FAPESP, publicação foi lançada em dezembro, durante a última Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (imagem: reprodução)</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construindo o Guia </strong></h2>



<p>O estudo que deu origem ao Guia foi iniciado através das seguintes perguntas: </p>



<p><strong>“Onde estamos?” e “Para onde queremos ir e como melhorar a governança das cidades para chegarmos lá?”.</strong> </p>



<p>Primeiro foram identificados os desafios e problemas a serem enfrentados, e a partir daí, foram analisados os impactos que afetam a população, bem como os possíveis parceiros capazes de serem engajados na luta contra esses problemas. </p>



<p>Essa iniciativa tornou possível configurar uma base de ações, que incluiu a criação de diferentes times, estratégias, cenários, identificação de ferramentas, indicadores, recursos etc. </p>



<p> Após as devidas constatações acerca dos desafios e as possíveis formas de serem solucionados, o projeto chegou a sua fase de implementação, que envolve comunicar os respectivos planos, aplicar as soluções propostas, testar alternativas e registrar esse processo passo a passo. </p>



<p>Essa fase envolve o reporte constante de todo o percurso e o monitoramento das ações e resultados por parte dos pesquisadores. </p>



<h5 class="wp-block-heading"></h5>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos  </h2>



<p>O guia é voltado para comunidades, governos, líderes e pesquisadores e utiliza-se da integração do conhecimento sobre os sistemas de alimentos, água e energia, e a sua melhor administração, para evitar desperdícios e gerar políticas públicas. </p>



<h4 class="wp-block-heading">No total, 10 cidades ao redor do mundo foram inicialmente selecionadas pelos pesquisadores para aplicação das diferentes lições em “Food, Water and Energy”. Posteriormente estas lições poderão ser utilizadas por outras cidades com o auxílio do Guia de Infraestrutura Verde e Azul.</h4>



<p> A expectativa é que mais de 30 cidades utilizem o Guia, entre elas, no Brasil, estão São José dos Campos (SP), que está mais imersa na utilização das ferramentas e Florianópolis (SC), que já deu início a um novo programa de segurança alimentar baseado neste estudo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças  </h2>



<p>Puppim relembra que por meio das mudanças climáticas e o crescimento constante da demanda, esses recursos já deixaram cidades reféns em crises de água, energia e alimentos. </p>



<p>Por isso, a ideia deste projeto é entender como uma melhor gestão da Infraestrutura Verde e Azul pode evitar a escassez destes recursos. </p>



<p>“Criamos formas de desenvolver cidades de maneira sustentável nos três fatores, com o intuito de torná-las mais eficientes no consumo de Alimentos, Água e Energia, utilizando modelos que já existem”, destacou o pesquisador ao mencionar que o Guia foi oficialmente lançado no dia 14 de dezembro, após ser apresentado em um evento na CDB COP-15 da ONU.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A elaboração do Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi apoiada pelo JPI Urban Europe e Belmont Forum, programa que congrega 30 financiadores, englobando diversos projetos para tornar cidades sustentáveis, utilizando-se das infraestruturas verde e azul.</h5>



<p>A participação da FGV neste Guia é direcionada para governança, ou seja, focada em entender como os municípios estão lidando com os sistemas de Alimentação, Água e Energia, e como é possível melhorar a gestão desses recursos, a fim de reduzir os riscos de escassez no suprimento e tornar a cidade mais sustentável. </p>



<p>O estudo liderado pela FGV faz parte de um projeto maior, o IFWEN (Iniciativas Inovadoras para Governar Água, Alimentos e Energia em Cidades). Trata-se de um consórcio liderado pela FGV EAESP, que inclui a Universidade de Yale, a Universidade de Estocolmo (Stockholm Resilience Center-SRC), o ICLEI – Governos Locais para Sustentabilidade, a Universidade de Ming-Chuan (Taiwan, China), e a The Nature of the Cities. Ele é financiado por seis agências de pesquisa, incluindo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a National Science Foundation (NSF), entre outras.</p>



<p><strong>Para conferir o guia completo, <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/32062" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse o site</a>.</strong></p>



<p>Siga com a gente e descubra <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-de-praticas-sustentaveis/">30 práticas sustentáveis</a>!</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original <a href="https://agencia.fapesp.br/guia-aponta-caminhos-para-tornar-as-cidades-mais-sustentaveis/40644/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Paredes vivas podem reduzir a perda de calor dos edifícios em mais de 30%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 11:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com uma nova pesquisa, a reforma de um edifício existente com a implementação de paredes vivas ou verdes pode reduzir a quantidade de calor perdido através de sua estrutura em mais de 30%.</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-em-mais-de-30/">Paredes vivas podem reduzir a perda de calor dos edifícios em mais de 30%</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Já falamos aqui das diversas <a href="https://sustentarqui.com.br/jardins-verticais-vantagens-e-aplicacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vantagens dos jardins verticais</a>, como a purificação do ar e a redução de ruído, mas uma nova pesquisa comprovou que a reforma de um edifício existente com a implementação de paredes vivas ou verdes pode reduzir a quantidade de calor perdido através de sua estrutura em mais de 30%.</p>



<p>O estudo, conduzido na <a href="https://www.plymouth.ac.uk/news/living-walls-can-reduce-heat-lost-from-buildings-by-over-30-study-shows" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Plymouth</a>, centrou-se no Sustainability Hub &#8211; um edifício anterior aos anos 1970 no campus da universidade &#8211; e comparou a eficácia com que duas seções de suas paredes retinham o calor.</p>



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<p>Apesar de estar na mesma orientação, virado a poente, em uma dessas seções foi implementada um sistema de duas subparedes paralelas divididas por uma câmara de ar, a parede adicional contém uma camada dupla de feltros com bolsas para plantação de espécies resistentes ao inverno..</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="651" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1-1024x651.jpg" alt="Paredes vivas podem reduzir a perda de calor dos edifícios" data-id="28151" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28151" class="wp-image-28151" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1-1024x651.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1-300x191.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1-768x488.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1-1536x976.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-1.jpg 1722w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="484" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-1024x484.jpg" alt="" data-id="28152" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-scaled.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28152" class="wp-image-28152" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-1024x484.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-300x142.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-768x363.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-1536x726.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Paredes-vivas-podem-reduzir-a-perda-de-calor-dos-edificios-2-2048x968.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="990" height="1024" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe-990x1024.jpg" alt="paredes vivas detalhe" data-id="28150" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28150" class="wp-image-28150" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe-990x1024.jpg 990w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe-290x300.jpg 290w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe-768x794.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredes-vivas-detalhe-1485x1536.jpg 1485w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /></figure></li></ul></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Após cinco semanas de medições, os pesquisadores descobriram que a quantidade de calor perdido através da parede reformada com a fachada viva foi 31,4% menor do que a da estrutura original.</h2>



<p>Eles também descobriram que as temperaturas diurnas dentro da seção recém-coberta permaneciam mais estáveis ​​do que a área com alvenaria exposta, o que significa que menos energia era necessária para aquecê-la.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O estudo é um dos primeiros a determinar a influência térmica dos sistemas de paredes vivas em edifícios existentes em cenários temperados e foi conduzido por acadêmicos associados ao Instituto de Terra Sustentável da Universidade.</h4>



<p></p>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="634" height="934" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/635AAE23-0FB5-4A9C-8730-74D75AD0A238.jpeg" alt="Paredes vivas" class="wp-image-28137" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/635AAE23-0FB5-4A9C-8730-74D75AD0A238.jpeg 634w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/635AAE23-0FB5-4A9C-8730-74D75AD0A238-204x300.jpeg 204w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">O Sustainability Hub da University of Plymouth foi reformado com uma fachada externa de parede viva, composta por um sistema de folha de tecido de feltro flexível com bolsos que permitem o solo e o plantio. Crédito: University of Plymouth</span></figcaption></figure></div>



<p>No entanto, com os edifícios sendo responsáveis ​​diretamente por 17% das emissões de gases de efeito estufa do Reino Unido &#8211; e o aquecimento dos ambientes internos sendo responsável por mais de 60% de toda a energia usada em edifícios &#8211; essas novas descobertas podem ser uma virada de jogo para ajudar o Reino Unido a atingir seus compromissos líquidos de zero.</p>



<p>Dr. Matthew Fox, um pesquisador em<a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-e-arquitetura-sustentavel-e-quais-suas-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> arquitetura sustentável </a>e principal autor do estudo, disse: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Na Inglaterra, aproximadamente 57% de todos os edifícios foram construídos antes de 1964. Embora os regulamentos tenham mudado mais recentemente para melhorar o desempenho térmico de novas construções, é o nosso <strong>edifícios existentes que requerem mais energia para aquecer e contribuem significativamente para as emissões de carbono. </strong>Portanto, é essencial que comecemos a melhorar o desempenho térmico desses edifícios existentes, se o Reino Unido quiser atingir sua meta de emissão líquida zero de carbono até 2050 e ajudar a reduzir a probabilidade de escassez de combustível devido ao aumento dos preços da energia. &#8220;</p></blockquote>



<p>A Universidade é mundialmente conhecida por sua pesquisa em tecnologias de construção sustentável, e as descobertas deste estudo já estão sendo levadas adiante como parte do Centro de Sustentabilidade da Universidade: projeto Devon de Baixo Carbono.</p>



<p>Apoiado por um investimento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), o programa de £ 2,6 milhões de três anos está explorando soluções de baixo carbono por meio de pesquisa e apoio a empresas locais.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="640" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/B01D505B-2B98-43C8-8795-DE88042CB64A.jpeg" alt="" data-id="28142" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/B01D505B-2B98-43C8-8795-DE88042CB64A.jpeg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28142" class="wp-image-28142" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/B01D505B-2B98-43C8-8795-DE88042CB64A.jpeg 640w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/B01D505B-2B98-43C8-8795-DE88042CB64A-300x300.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/B01D505B-2B98-43C8-8795-DE88042CB64A-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="640" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/044F0B20-513A-4DCB-8B54-18C802B2AFD0.jpeg" alt="" data-id="28143" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/044F0B20-513A-4DCB-8B54-18C802B2AFD0.jpeg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28143" class="wp-image-28143" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/044F0B20-513A-4DCB-8B54-18C802B2AFD0.jpeg 640w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/044F0B20-513A-4DCB-8B54-18C802B2AFD0-300x300.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/044F0B20-513A-4DCB-8B54-18C802B2AFD0-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="640" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/E1E1B580-C7CB-4873-8A99-38A98B93E54E.jpeg" alt="" data-id="28144" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/E1E1B580-C7CB-4873-8A99-38A98B93E54E.jpeg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28144" class="wp-image-28144" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/E1E1B580-C7CB-4873-8A99-38A98B93E54E.jpeg 640w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/E1E1B580-C7CB-4873-8A99-38A98B93E54E-300x300.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/E1E1B580-C7CB-4873-8A99-38A98B93E54E-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="640" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/426E5EF1-D059-4EA7-9C80-C3790C61A5D8.jpeg" alt="" data-id="28141" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/426E5EF1-D059-4EA7-9C80-C3790C61A5D8.jpeg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28141" class="wp-image-28141" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/426E5EF1-D059-4EA7-9C80-C3790C61A5D8.jpeg 640w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/426E5EF1-D059-4EA7-9C80-C3790C61A5D8-300x300.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/12/426E5EF1-D059-4EA7-9C80-C3790C61A5D8-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Especificamente, este aspecto do projeto busca otimizar o desempenho e a sustentabilidade das paredes externas em projetos de edifícios sustentáveis ​​por meio de pesquisas sobre propriedades térmicas e sequestro de carbono, oferecidos por diferentes tipos de plantas e solos.</p>



<p>O Dr. Thomas Murphy, um dos autores do estudo acrescentou: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Com uma população urbana em expansão, a <strong>&#8216;infraestrutura verde&#8217;</strong> é uma solução potencial baseada na natureza que oferece uma oportunidade de enfrentar a mudança climática , poluição do ar e perda de biodiversidade, facilitando o crescimento econômico com baixo teor de carbono. <strong>As paredes vivas podem oferecer melhor qualidade do ar, redução de ruído e saúde e bem-estar elevados. Nossa pesquisa sugere que as paredes vivas também podem fornecer economias significativas de energia para ajudar a reduzir a pegada de carbono de edifícios existentes.</strong> Otimizando ainda mais esses sistemas de parede viva, no entanto, agora é necessário para ajudar a maximizar os benefícios ambientais e reduzir alguns dos custos de sustentabilidade.</p></blockquote>



<p>&#8220;A pesquisa é descrita em artigo publicado recentemente na revista <a href="https://bdaa.com.au/living-walls-found-to-lower-heat-loss-in-aged-buildings/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Building and Environment.</a></p>



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			</item>
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		<title>Manejo sustentável de águas pluviais</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 16:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[reuso da água da chuva]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo de águas pluviais é frequentemente chamado de drenagem, e consiste tradicionalmente em drenar o escoamento superficial gerado depois de uma chuva, AFASTANDO da fonte com o principal objetivo de evitar danos a propriedade causados por inundações. Nessa visão água, que é um recurso essencial na nossa vida, se transforma em resíduo. “A chuva [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O manejo de águas pluviais é frequentemente chamado de drenagem, e consiste tradicionalmente em drenar o escoamento superficial gerado depois de uma chuva, AFASTANDO da fonte com o principal objetivo de evitar danos a propriedade causados por inundações. </p>



<p>Nessa visão água, que é um recurso essencial na nossa vida, se transforma em resíduo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>“A chuva é um recurso, não um resíduo”</strong></h3>



<p>E esse é o primeiro paradigma que devemos romper. </p>



<p>É primordial que manejo das águas pluviais deve considere a água da chuva como um recurso, que pode ser utilizado para diminuir o consumo de água potável, pode irrigar jardins e hortas, recarregar o aquífero e facilitar o fenômeno de evapotranspiração, importante para a regulação da temperatura. </p>



<p>Dando correta importância aos prejuízos humanos e econômicos causados pelas inundações, mas não é simplesmente afastando essa água que resolvemos o problema, inclusive nos grandes centros urbanos sabemos que esse tipo de conceito de gestão é inviável.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>“A água da chuva lava as cidades”</strong></h3>



<p>A poluição das águas é um outro problema relacionado ao modo tradicional de lidar com as águas pluviais. </p>



<p>O escoamento superficial lava as superfícies da área urbana resultando em uma alta carga de poluentes e normalmente chegam aos rios e córregos sem nenhum tipo de tratamento. </p>



<p>Utilizar sistemas de manejo que filtrem essa água na fonte, como a pavimentação permeável, incentivar as soluções baseadas na natureza (nature-based solutions), que a vegetação no tratamento dessa água ajuda a reduzir a carga de poluentes sem saturar as estacoes de tratamento de esgoto tradicionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>“Manejo sustentável de águas pluviais”</strong></h2>



<p>Os sistemas de manejo sustentável de águas pluviais atuam na quantidade de escoamento superficial atuando na redução de volume e vazão, atuando na qualidade através da remoção de poluentes e oferecendo uma serie de oportunidades de valorizar o projeto:<strong> educação, segurança, recreação, relações publicas e riqueza estética. </strong></p>



<p>Nesse contexto a água da chuva e sua gestão se torna uma característica importante na qualidade do projeto, ao invés de ser rapidamente conduzida através de uma tubulação subterrânea fora do lote.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Existe uma serie de sistemas construtivos que atendem essas características, e podem ser divididos entre infraestruturas cinzas e verdes:</strong></h4>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>&#8211; INFRAESTRUTURA CINZA</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Condutores: tubos, canais, barragens</li>



<li>Controle de fluxo: entrada, divisores de fluxo, extravasador</li>



<li>Reservatórios: cisternas<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; INFRAESTRUTURA VERDE</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Filtração através de plantas</li>



<li>Reservatório de retenção seco</li>



<li>Reservatório de retenção (pond)</li>



<li>Wetland</li>



<li>Bacia e trincheira de infiltração</li>



<li>Jardim da chuva</li>



<li>Biovaleta</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/DSC00247-scaled-e1591807020161.jpg" alt="Reservatório de Detenção - manejo sustentável de águas pluviais" class="wp-image-24739"/><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#5c7655" class="has-inline-color">Reservatório de Detenção &#8211; Hannover &#8211; Alemanha. Foto: Juliana Rangel</span></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="801" height="448" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias.jpg" alt="manejo sustentável de águas pluviais" class="wp-image-24733" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias.jpg 801w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias-300x168.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias-768x430.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias-24x13.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Jardim-de-Chuva-–-Largo-das-Araucárias-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 801px) 100vw, 801px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#5c7655" class="has-inline-color">Exemplo de Jardim de Chuva – Largo das Araucárias &#8211; SP. &#8211; Fluxus Soluções Ecológicas</span><br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP.jpg" alt="jardim de Chuva grajaú SP" class="wp-image-24738" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP-24x14.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP-36x20.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/jardim-de-Chuva-grajaú-SP-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#5c7655" class="has-inline-color">Projeto Jardim de Chuva Grajaú &#8211; SP: arquiteto Fernando Babler Sassioto.</span></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O projeto “ideal” observa e tenta ao máximo respeitar o percurso natural da água da chuva no lote. Não utiliza apenas uma solução, mas um leque de soluções combinadas, distribuindo e espalhando a gestão da água em toda a área do terreno. </h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usa o paisagismo e limita a utilização de tubos. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tira inspiração na natureza, aumentando ao máximo a interceptação da água da chuva pela vegetação, em modo que chuvas de pequena altura não cheguem a produzir escoamento superficial. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Facilita a infiltração utilizando pequenas áreas de retenção como planters e jardins de chuva. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenta resolver maiores volumes privilegiando a utilização de reservatórios de retenção e poços de infiltração, se o terreno permite. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Considera se possível a captação e reutilização da água da chuva reduzindo assim o consumo de água potável para fins não potáveis. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Durante a concepção do projeto parte do conceito que a água que chega no terreno através da chuva é um RECURSO que deve ser utilizado e valorizado e não um resíduo a ser afastado.</li>
</ul>



<p>NOTA: Quem quiser saber mais sobre o tema eu recomendo consultar o SUDs Manual, que pode ser baixado gratuitamente<a href="http://www.hrwallingford.com.cn/pdfs/news/CIRIA%20report%20C753%20The%20SuDS%20Manual-v2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> nesse link</a>.</p>



<p></p>



<p><strong>Texto enviado pela engenheira <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.linkedin.com/in/mariana-marchioni/" target="_blank">Mariana Marchioni</a> </strong>&#8211; Pesquisadora no Politecnico di Milano na Seção de Ciência e Engenharia da Água (SIA) do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental (DICA). Atua como consultora e projetista na área de drenagem urbana, principalmente com os pavimentos permeáveis.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://sustentarqui.com.br/10-solucoes-para-diminuir-os-riscos-de-enchentes-nas-cidades/" target="_blank">Leia também: 10 soluções para diminuir os riscos de enchentes nas cidades</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Veja o vídeo da palestra que a Mariana deu sobre o tema Manejo sustentável de águas pluviais:</strong></h3>



<div class="embed-container"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xLg7llysGv0" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>




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		<title>O cinza vai virar verde na Fundição Progresso no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundição Progresso, tradicional centro cultural localizado em um dos bairros mais boêmios do Rio de Janeiro, inicia um processo para torna-se cada vez mais sustentável. O processo faz parte de uma nova filosofia de gestão sustentável e pretende mudar a cara da Lapa, deixando-a mais verde, bonita e integrada. O marco inicial desta nova [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> A Fundição Progresso, tradicional centro cultural localizado em um dos bairros mais boêmios do Rio de Janeiro, inicia um processo para torna-se cada vez mais sustentável.</p>



<p>O processo faz parte de uma nova filosofia de gestão sustentável e pretende mudar a cara da Lapa, deixando-a mais verde, bonita e integrada. </p>



<p>O marco inicial desta nova etapa do centro cultural aconteceu no domingo passado (7), chamado o <strong>Dia da QuebrAção</strong>. Uma calçada na frente do espaço começou a ser removida para dar espaço a um Jardim de Chuva.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="470" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj.jpg" alt="fundição progresso sustentável" class="wp-image-20815" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj.jpg 700w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-300x201.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-24x16.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-36x24.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-48x32.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/07/jardim-de-chuva-na-fundição-progresso-rj-600x403.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Perfeito Fortuna (esq) participa da Quebração da calçada da Fundição. Em seu lugar, surgirá uma área verde de 200 metros quadrados &#8211; Divulgação</figcaption></figure></div>



<p>O evento reuniu arquitetos, urbanistas, agroecologistas, paisagistas e os artistas do Céu na Terra, que abençoaram o momento simbólico com uma apresentação de Bumba Meu Boi.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Jardins de Chuva são sistemas de biorretenção de águas pluviais, que ajudam a minimizar o impacto das chuvas fortes e serão de grande ajuda para evitar os recorrentes alagamentos na região da Lapa. E também funcionam como regulador térmico, ajudando a suportar ondas de calor. </strong></h4>



<p><strong>No lugar do cinza do concreto, até setembro surgirá um espaço verde de 200 metros quadrados. </strong>A fachada leste da Fundição ganhará uma grade-escultura de ferro de 93 metros, feita artesanalmente na serralheria da Fundição, que deixará à mostra para a cidade os efeitos práticos desta mudança radical a favor da sustentabilidade. </p>



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<p>&#8220;A Fundição não é só uma casa de shows. A gente fomenta alegria, capacita as pessoas. Mas sempre cuidamos do lado de dentro da Fundição. Agora, vamos cuidar também do lado de fora com uma obra de fachada, mas cheia de conteúdo.<strong> Vamos fazer essa mudança e comunicá-la, com cursos, oficinas, para que a cidade também possa se transformar</strong>&#8220;, explicou o ator e produtor cultural Perfeito Fortuna, que este ano completa duas décadas à frente da Fundição.</p>



<p>Para Cecilia Herzog, paisagista urbana, mestre em Urbanismo e especialista em Preservação Ambiental das Cidades, a construção do Jardim de Chuva da Fundição é um marco. &#8220;A partir de agora, aqui existirá um exemplo de alternativa para a cidade. O paradigma do século 21 e trazer de volta a natureza para o convívio urbano, e humildemente aprender com ela&#8221;, disse Cecília. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Com o Jardim de Chuva, a Fundição Progresso cuida de todo o entorno. É pra gente, pros passarinhos, pros polinizadores. Utilizamos a tecnologia da natureza a serviço da cidade&#8221;, contou Daniel Gabrielli, do coletivo Organicidade, coletivo idealizador do novo espaço. </strong></h4>



<p>O arquiteto Pierre André Martin, que ministrou uma oficina colaborativa ao lado de Cecília Herzog para definir o modelo do Jardim de Chuva, faz coro. &#8220;Este é um gesto muito nobre. Vamos trazer vida de volta onde não tinha. O homem comeu a floresta para trazer a cidade, e agora traz de volta a floresta para comer a cidade&#8221;, brincou. </p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Pierre-André Martin defende o paisagismo ecológico (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/pierre-andre-martin-defende-o-paisagismo-ecologico/" target="_blank"><strong>Relacionado: Pierre-André Martin defende o paisagismo ecológico</strong></a></p>



<p>Fabiana Carvalho, arquiteta responsável pela obra, ressaltou seu caráter colaborativo e educativo. &#8220;Estamos acostumados a trabalhar com a cultura da barreira. Aqui, escolhemos trabalhar com a cultura do permeável, é um laboratório vivo construído a muitas mãos, de diversas áreas&#8221;, disse.</p>



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<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="O Dia (abre numa nova aba)" href="https://odia.ig.com.br/diversao/2019/07/5661737--dia-da-quebracao--marca-inicio-de-projeto-sustentavel-na-fundicao-progresso.html" target="_blank">O Dia</a></p>



<p>Imagem da capa: Projeto da nova praça na Lapa | Divulgação</p>
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