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	<title>materiais sustentáveis Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>materiais sustentáveis Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Material de construção vivo: a inovação suíça que pode transformar a sustentabilidade na construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 09:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor da construção civil é responsável por uma parcela significativa das emissões globais de gases de efeito estufa, principalmente devido ao uso intensivo de concreto, aço e outros materiais de alto impacto ambiental. Diante desse cenário, pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Zurique (ETH Zurich) apresentaram uma inovação que pode mudar o paradigma da [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/">setor da construção civil é responsável por uma parcela significativa das emissões globais de gases de efeito estufa</a>, principalmente devido ao uso intensivo de concreto, aço e outros materiais de alto impacto ambiental. Diante desse cenário, pesquisadores da <strong>Escola Politécnica Federal de Zurique (ETH Zurich)</strong> apresentaram uma inovação que pode mudar o paradigma da construção: um <strong>material de construção vivo</strong>, capaz de <strong>capturar dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera ao longo de sua vida útil</strong>.</p>



<p>A pesquisa ganhou destaque na imprensa europeia após reportagem do <em>El Confidencial</em> e vem sendo confirmada por fontes científicas e institucionais suíças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o material de construção vivo?</strong></h2>



<p>O chamado material &#8220;vivo&#8221; combina um <strong>hidrogel polimérico</strong> com <strong>cianobactérias</strong>, microrganismos fotossintéticos que utilizam luz solar, água e CO₂ para crescer. Integradas ao material, essas bactérias permanecem ativas e permitem que o elemento construtivo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Capture CO₂ diretamente do ar;</li>



<li>Armazene carbono em forma de biomassa e minerais;</li>



<li>Continue biologicamente ativo enquanto houver luz e umidade adequadas.</li>
</ul>



<p>Segundo a <strong>ETH Zurich</strong>, esse processo transforma o material em um <strong>sumidouro ativo de carbono</strong>, algo inédito quando comparado aos materiais tradicionais da construção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o material de construção vivo é produzido</strong></h2>



<p>O material &#8220;vivo&#8221; é fabricado por meio de <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/impressao-3d/">impressão 3D</a></strong>, o que permite controlar com precisão a geometria da peça e criar poros que facilitam a entrada de luz, água e ar — condições essenciais para a sobrevivência das cianobactérias.</p>



<p>De acordo com os pesquisadores, o carbono capturado é armazenado de duas formas:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Na biomassa das próprias cianobactérias</strong>;</li>



<li><strong>Na forma de carbonatos minerais</strong>, gerados como subproduto do metabolismo biológico.</li>
</ol>



<p>Esse duplo mecanismo torna o material particularmente eficiente do ponto de vista climático.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="316" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2026/01/material-de-contrucao-vivo-evolucao-1024x316.jpg" alt="material de construçao vivo" class="wp-image-31292"/><figcaption class="wp-element-caption">Cultivo contínuo por mais de 400 dias: Recém-impresso, a estrutura ainda é macia. Após 30 dias, torna-se autossustentável e adquire uma coloração verde visível. Armazena CO2 continuamente e endurece de dentro para fora. (Escala: 1 cm). (Imagem: Yifan Cui / ETH Zurich)</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aplicações arquitetônicas e testes práticos</strong></h2>



<p>Protótipos do material já foram apresentados em exposições internacionais, como a <strong>Bienal de Arquitetura de Veneza</strong>, onde estruturas feitas com o material demonstraram potencial para capturar até <strong>18 kg de CO₂ por ano</strong>, valor comparável à absorção anual de uma árvore adulta em condições ideais.</p>



<p>As possíveis aplicações incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revestimentos de fachada com captura ativa de carbono;</li>



<li>Elementos arquitetônicos em espaços urbanos;</li>



<li>Componentes construtivos experimentais para projetos de arquitetura regenerativa.</li>
</ul>



<p>Apesar do potencial, os próprios pesquisadores destacam que o material ainda se encontra em <strong>fase experimental</strong>, não substituindo, por enquanto, sistemas estruturais convencionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que essa inovação é relevante?</strong></h2>



<p>Diferentemente de soluções que apenas reduzem emissões, o material vivo propõe uma lógica <strong>regenerativa</strong>: edifícios e infraestruturas que <strong>contribuem ativamente para a mitigação das mudanças climáticas</strong> ao longo do tempo.</p>



<p>Especialistas apontam que, se tecnologias como essa forem combinadas com estratégias de eficiência energética e baixo carbono, a construção civil pode deixar de ser apenas parte do problema e passar a integrar a solução climática.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O material de construção vivo&#8221; desenvolvido na Suíça representa um avanço significativo na interseção entre <strong>biotecnologia, arquitetura e sustentabilidade</strong>. Embora ainda esteja longe de uma aplicação em larga escala, o conceito aponta para um futuro em que edifícios não apenas ocupam espaço, mas <strong>interagem positivamente com o meio ambiente</strong>.</p>



<p>Para profissionais e pesquisadores da construção sustentável, trata-se de uma inovação a ser acompanhada de perto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Fontes consultadas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.elconfidencial.com/tecnologia/2026-01-07/suiza-material-construccion-vivo-1qrt_4279553/">El Confidencial – <em>Suíça afirma ter criado um material de construção “vivo”</em></a></li>



<li><a href="https://ethz.ch/en/news-and-events/eth-news/news/2025/06/a-building-material-that-lives-and-stores-carbon.html">ETH Zurich – <em>A building material that lives and stores carbon</em> (comunicado institucional)</a></li>



<li><a href="https://ecoinventos.com/investigadores-suizos-desarrollan-material-vivo-que-extrae-activamente-el-dioxido-de-carbono-de-la-atmosfera/">EcoInventos – <em>Investigadores suizos desarrollan material vivo que extrae CO₂ de la atmósfera</em></a></li>



<li>Nature Communications – Publicação científica sobre o desenvolvimento do material</li>
</ul>



<p></p>
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		<title>Cimento reciclado promete reduzir emissões sem perder resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento de materiais]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[cimento]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais reciclados]]></category>
		<category><![CDATA[materiais reaproveitados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram um cimento reciclado que se iguala à resistência do cimento Portland e reduz as emissões em 61%. Um método inovador para reciclar resíduos de cimento, transformando resíduos de demolição em uma alternativa sustentável e de baixo carbono ao cimento Portland convencional. Propriedade do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram um cimento reciclado que se iguala à resistência do cimento Portland e reduz as emissões em 61%.</p>



<p>Um método inovador para reciclar resíduos de cimento, transformando resíduos de demolição em uma alternativa sustentável e de baixo carbono ao cimento Portland convencional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Propriedade do cimento reciclado:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cimento reciclado de alta qualidade:</li>



<li>Emissões reduzidas em até 61%.</li>



<li>Utilização de resíduos de construção.</li>



<li>Processo ativado por calor: 500 °C.</li>



<li>Mistura otimizada com cimento Portland moído.</li>



<li>Menor porosidade e maior resistência.</li>



<li>Potencial chave para economia circular.</li>



<li>Desafios regulatórios e logísticos.</li>
</ul>



<p>Uma segunda vida para os resíduos da construção<br>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram uma técnica para reciclar cimento de resíduos de construção e transformá-lo em um material de baixo carbono e alto desempenho. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Este cimento reciclado é comparável em resistência ao cimento Portland tradicional, mas gera uma fração das emissões de CO₂.</strong></h4>



<p>O cimento convencional é responsável por aproximadamente 8% das emissões globais, portanto, encontrar alternativas viáveis ​​tem impacto direto na sustentabilidade do setor da construção, que é <a href="https://sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/">um dos principais responsáveis pelos impactos no meio ambiente no mundo</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aproveitando um enorme fluxo de resíduos</strong></h3>



<p>Em países como os EUA, em 2018, a quantidade de resíduos de construção e demolição foi o dobro da de lixo doméstico. Normalmente, esses materiais acabam em aterros sanitários ou são usados ​​em aplicações de baixa qualidade. Essa nova tecnologia aumenta o valor dos resíduos de cimento, permitindo seu uso em estruturas de alto nível.</p>



<p><strong>Resultados surpreendentes: até 80% de material reciclado</strong></p>



<p>Testes mostraram que misturas contendo até 80% de cimento reciclado termoativado alcançaram propriedades mecânicas semelhantes às do cimento Portland puro, com reduções de emissões entre 198 e 320 kg de CO₂ por tonelada — até 40% menos do que outras alternativas de baixo carbono, como o LC3 (cimento de argila calcinada e calcário).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="440" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado.jpg" alt="cimento reciclado" class="wp-image-30343" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado-300x129.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado-768x330.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Termoativação: chave do processo</strong></h3>



<p>O método consiste em:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Moer o concreto demolido até virar um pó fino.</li>



<li>Aquecer a 500 °C, temperatura suficiente para restaurar a reatividade do cimento sem decompor os carbonatos (evitando emissões extras).</li>



<li>Misturar com pequenas quantidades de cimento Portland moído ou calcário, o que melhora a densidade do material e reduz a demanda de água, aumentando assim sua resistência.</li>
</ol>



<p>Essa abordagem evita o uso exclusivo de cimento termoativado, que por si só tem uma área superficial específica muito alta, resultando em alta porosidade e menor resistência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Barreiras à implementação em larga escala</strong></h3>



<p>Apesar do potencial, a equipe aponta vários desafios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Classificação eficiente de resíduos para utilização como matéria-prima.</li>



<li>Necessidade de infraestrutura especializada em reciclagem.</li>



<li>Atualização dos padrões de construção, que ainda são baseados em fórmulas fixas e não em desempenho técnico.</li>



<li>Aplicabilidade em cidades maduras, onde há um fluxo constante de materiais de edifícios antigos.</li>
</ul>



<p><br>Já estão sendo tomadas medidas nessa direção. Alguns países da Europa e da América Latina começaram a implementar padrões baseados em desempenho, facilitando o uso de materiais inovadores como esses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Potencial desta tecnologia</strong></h3>



<p>Transformar resíduos em recursos úteis é um dos pilares da economia circular. Essa tecnologia não apenas reduz as emissões como também reutiliza materiais locais, reduzindo o impacto do transporte e estendendo a vida útil dos recursos já extraídos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Além do mais o cimento reciclado:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contribui para a descarbonização de um dos setores mais poluentes do mundo.</li>



<li>Permite o desenvolvimento de infraestrutura mais verde e responsável.</li>



<li>Representa uma solução viável para países com grande volume de edifícios antigos.</li>



<li>Pode inspirar novos modelos de construção, baseados em ciclos fechados de uso de materiais.</li>
</ul>



<p><br><strong>Esse tipo de inovação abre caminho para uma construção verdadeiramente sustentável, resiliente e eficiente</strong>.</p>



<p>Fontes: <a href="https://ecoinventos.com/cemento-reciclado-que-iguala-la-resistencia-del-cemento-portland/">Ecoinventos </a>e <a href="https://engineering.princeton.edu/news/2025/03/18/recycled-cements-drive-down-emissions-without-slacking-strength">princeton.edu</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Proibição ao uso de pedra artificial na Austrália em prol da saúde dos trabalhadores</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/proibicao-ao-uso-de-pedra-artificial-na-australia-em-prol-da-saude-dos-trabalhadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 13:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Austrália surpreendeu o mundo ao tomar uma medida histórica, proibindo a pedra artificial, tornando-se o primeiro país a adotar tal postura. A decisão foi tomada após um alarmante aumento nos casos de doenças entre os trabalhadores que lidam com esse material. O que é a pedra artificial? A pedra artificial, conhecida também como pedra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Austrália surpreendeu o mundo ao tomar uma medida histórica, proibindo a pedra artificial, tornando-se o primeiro país a adotar tal postura. A decisão foi tomada após um alarmante aumento nos casos de doenças entre os trabalhadores que lidam com esse material.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a pedra artificial?</strong></h2>



<p>A pedra artificial, conhecida também como pedra sintéticas de quartzo, é um material industrializado considerado uma alternativa à mármores e granitos para bancadas de cozinha e banheiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por quê a proibição?</strong></h2>



<p>A proibição é o resultado de uma campanha de anos, conduzida por médicos, sindicatos e trabalhadores envolvidos no seu corte e manuseamento.</p>



<p>Em uma reunião intensa entre ministros federais e estaduais do local de trabalho da Austrália, ocorrida recentemente, ficou acordado que a proibição entrará em vigor em todo o país a partir de 1º de julho de 2024. </p>



<p>O perigo associado à pedra artificial foi destaca-se pelos crescentes casos de silicose, uma doença pulmonar fatal, entre os trabalhadores que manipulam esse material, devido a poeira produzida durante o polimento, lixamento e moagem.</p>



<p><strong>Apelidado de &#8216;o amianto da década de 2020&#8217;</strong>, esse produto perigoso agora será banido de todos os locais de trabalho na Austrália, conforme afirmou a ministra de relações industriais de Queensland, Grace Grace, em um comunicado apaixonado após a reunião.</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/uso-do-amianto-proibido-no-brasil/">Leia também: O uso do amianto está proibido em todo Brasil desde 2017</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">O governo federal também sinalizou uma proibição alfandegária à pedra artificial, proibindo efetivamente a importação do produto.</h4>



<p>Esta proibição crucial vem como resposta a um relatório que não encontrou nenhum nível seguro de sílica na pedra artificial. A silicose, causada pela inalação de partículas de sílica, é uma condição devastadora que afeta a qualidade de vida, manifestando-se em sintomas como falta de ar, tosse e fraqueza.</p>



<p><strong>Embora a sílica também seja encontrada em pedras naturais, como mármore e granito, ela está em quantidades menores do que em pedras artificiais feitas com quartzo, que podem conter até 97% de sílica, de acordo com o Safe Work Australia.</strong></p>



<p>A decisão de proibir totalmente a pedra artificial reflete a urgência de proteger os trabalhadores de futuras gerações contra os riscos associados a esse material. Empresas como Caesarstone, embora discordem da decisão, estão comprometidas em fornecer alternativas seguras aos consumidores australianos.</p>



<p><strong>Essa ação ressoa como um passo significativo na busca pela segurança e bem-estar dos trabalhadores, reforçando o compromisso da Austrália em priorizar a saúde de sua força de trabalho.</strong></p>



<p>Os detalhes finais da proibição serão delineados em uma próxima reunião em março de 2024, sinalizando um comprometimento contínuo com a segurança e o cuidado com aqueles que constroem o futuro do país.&#8221;</p>



<p>Os ministros irão considerar numa outra reunião em março de 2024 se será necessário haver um período de transição para pedras artificiais encomendadas antes de quarta-feira. Mas, entretanto, instaram as empresas e os consumidores a não celebrarem quaisquer novos contratos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem tem a pedra artificial em casa precisa se preocupar?</strong></h3>



<p>Não existe nenhum estudo que as pedras artificiais causem danos à saúdes, quando já instaladas. O perigo detectado é na manipulação constante do material. Sugere-se muito cuidado na hora de removê-las ou reformá-las. </p>



<p>Mais informações neste<a href="https://www.dewr.gov.au/work-health-and-safety-and-workplace-relations-ministers-meeting-13-december-2023-online-version"> link </a></p>



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		<item>
		<title>Centro de aprendizado de arquitetura em Londres é construído com materiais ecológicos</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-londres-e-construido-com-materiais-ecologicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 21:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Design e Interior Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[decoraçao sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[design de interior sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[interior sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[ecodesing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os amantes da arquitetura têm um novo lugar para se reunir em Londres, graças à recente conclusão do Clore Learning Center na sede da RIBA (Royal Institute of British Architects). O centro de aprendizado de arquitetura projetado pelo escritório Hayhurst &#38; Co, oferece um novo destino ao público com uma variedade de exibições interativas para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Os amantes da arquitetura têm um novo lugar para se reunir em Londres, graças à recente conclusão do Clore Learning Center na sede da RIBA (Royal Institute of British Architects). </h4>



<p>O centro de aprendizado de arquitetura projetado pelo escritório <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Hayhurst &amp; Co (abre numa nova aba)" href="http://hayhurstand.co.uk/" target="_blank">Hayhurst &amp; Co</a>, oferece um novo destino ao público com uma variedade de exibições interativas para todos, desde crianças e famílias até alunos. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1.jpg" alt="clore Learning Center na sede da RIBA (Royal Institute of British Architects). " class="wp-image-22146" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-1-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5.jpg" alt="Centro de aprendizado de arquitetura em Londres é construído com materiais ecológicos" class="wp-image-22148" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-5-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3.jpg" alt="" class="wp-image-22147" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-3-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Além de seu programa educacional criativo, o espaço também é uma inspiração para o design sustentável, foram utilizados materiais ecológicos, como bambu e embalagens de iogurte recicladas.</strong></h3>



<p>Desenvolvido com as contribuições de Price e Myers, Max Fordham e Jack Wates, design de iluminação, o Clore Learning Center é o resultado da proposta vencedora de Hayhurst and Co em um concurso de design organizado pela RIBA em 2017. </p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Os arquitetos se inspiraram no design do novo design lúdico. espaço da visão do arquiteto Gray Wornum para a sede original da RIBA, um edifício listado como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Listed_building" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Grade II  (abre numa nova aba)">Grade II </a>*. </p>



<p>Localizado no quarto andar da sede, o Clore Learning Center inclui um estúdio dedicado, sala de estudos, terraço e área de exibição interativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: O que é uma decoração sustentável? (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/decoracao-sustentavel-dicas-e-exemplos/" target="_blank"><strong>Relacionado: O que é uma decoração sustentável?</strong></a></h4>



<p>&#8220;O design da Hayhurst &amp; Co convida os visitantes a explorar seu &#8216;senso de espaço&#8217; e desenvolver uma compreensão da arquitetura que nos cerca todos os dias&#8221;, disse Hayhurst &amp; Co. “Concebidos como uma série de intervenções simples, agradáveis ​​e adaptáveis ​​que permitem uma experiência de aprendizado interativa, os espaços promovem um entendimento da arquitetura através do aprendizado ativo: observação, teste, criação e compartilhamento.”</p>



<h3 class="wp-block-heading">A sustentabilidade também foi um dos principais impulsionadores do design do projeto do centro de aprendizado de arquitetura.  </h3>



<p>Em vez de madeira, os arquitetos optaram pelo uso do bambu de rápido crescimento e embalagens de iogurte recicladas &#8211; deixando visíveis algumas tampas e etiquetas &#8211; como materiais primários para o mobiliário de interiores. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6.jpg" alt="Centro de aprendizado de arquitetura em Londres é construído com materiais ecológicos" class="wp-image-22149" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-6-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres.jpg" alt="" class="wp-image-22150" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<p>Um sistema de ventilação mecânica ajuda a fornecer um suprimento constante de ar fresco.</p>



<p>A <strong>iluminação natural</strong> é maximizada e complementada com LEDs de baixo consumo de energia que podem ser dimerizados e alterados dependendo da ocasião. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="889" height="711" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2.jpg" alt="" class="wp-image-22145" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2.jpg 889w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-300x240.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-768x614.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-24x19.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-36x29.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-48x38.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Centro-de-aprendizado-de-arquitetura-em-Londres-2-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /><figcaption>.</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Inhabitat (abre numa nova aba)" href="https://inhabitat.com/new-architecture-learning-center-in-london-is-built-with-bamboo-and-recycled-yogurt-pots/" target="_blank">Inhabitat</a></p>



<p>Fotos: Kilian O’Sullivan via Hayhurst &amp; Co</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Material feito de cascas de batata &#8211; uma opção sustentável ao MDF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 20:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Design e Interior Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos dos materiais típicos utilizados na construção &#8211; como o MDF &#8211; contêm materiais tóxicos e formaldeído, além de terem uma vida útil extremamente curta e um impacto ambiental negativo. Mas agora há uma nova opção um material feito de cascas de batata! Os designers londrinos Rowan Minkley e Robert Nicoll, assim como o pesquisador [&#8230;]</p>
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<p><strong>Muitos dos materiais típicos utilizados na construção &#8211; como o MDF &#8211; contêm materiais tóxicos e formaldeído, além de terem uma vida útil extremamente curta e um impacto ambiental negativo. Mas agora há uma nova opção um material feito de cascas de batata!</strong></p>



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<p>Os designers londrinos Rowan Minkley e Robert Nicoll, assim como o pesquisador Greg Cooper, desenvolveram o <a href="https://www.chipsboard.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Chip [s] Board</em></strong></a>, que é uma alternativa biodegradável ao MDF que é feito a partir de resíduos de batata industriais não alimentícios.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="300" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIAL-SUSTENTAVEL-e1547581599497.jpg" alt="Material feito de cascas DE BATATA" class="wp-image-18989"/></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIAL-SUSTENTAVEL-2-1024x768.jpg" alt="material feito de CASCAS DE BATATA " class="wp-image-18995"/></figure></div>



<p>Esta ideia inovadora para um novo material de construção é livre de resinas e produtos químicos tóxicos e é livre de formaldeído. Se nós usarmos da mesma maneira que usamos o MDF, ele não terá o mesmo impacto negativo no meio ambiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Minkley, Nicoll e Cooper queriam combinar a questão do desperdício de materiais com o problema do desperdício de alimentos, e o resultado é um substituto sustentável do MDF- um material feito de cascas de batata. </strong></h3>



<p>Eles coletaram as cascas dos fabricantes e colocaram em diferentes processos de refinamento para criar um agente de ligação. Este agente é então aplicado a fibras como cascas de batata, bambu, lúpulo de cerveja e madeira reciclada.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="356" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-1024x356.jpg" alt="Material feito de cascas DE BATATA" class="wp-image-18987" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-1024x356.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-300x104.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-768x267.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-24x8.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-36x13.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-48x17.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL-600x208.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIA-SUSTENTAVEL.jpg 1580w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Em seguida, a equipe forma o <em>Chip [s] Board</em>&nbsp;, composto em uma folha que pode ser processada em diferentes produtos, como móveis e materiais de construção. Uma vez que esses produtos atinjam o fim de sua vida útil, eles podem ser biodegradados em fertilizantes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="645" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CASCAS-DE-BATATA-MATERIAL-SUSTENTAVEL-3-1024x645.jpg" alt="material feito de CASCAS DE BATATA " class="wp-image-18994"/></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/couro-ecologico-de-vinho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Couro ecológico feito com resíduos de vinho ganha prêmio internacional</a></strong></h4>



<p>Os detalhes sobre a fabricação do <em>Chip [s] Board</em> não foram divulgados, porque Minkley e a Nicoll pediram uma patente em seu processo de fabricação. No entanto, eles revelaram que o processo de prensagem imita as condições encontradas na fabricação de MDF, mas substituem as resinas baseadas em formaldeído por ligantes biodegradáveis ​​derivados de resíduos.</p>



<p>De acordo com a equipe de design, o desenvolvimento do <em>Chip [s] Board</em> envolveu muitas tentativas e erros, algumas técnicas de hackers e adivinhações, mas tudo isso permitiu que eles desenvolvessem quadros fortes e úteis. Eles também estão desenvolvendo outros materiais sustentáveis, que chamaram a atenção da indústria da moda.</p>



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</script></p>



<p>Fonte: <a href="https://inhabitat.com/potato-peels-offer-a-sustainable-alternative-to-traditional-building-materials/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inhabitat</a></p>



<p>Imagens:Chip[s] Board</p>
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		<title>Couro ecológico feito com resíduos de vinho ganha prêmio internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 18:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Design e Interior Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[acabamentos ecológicos]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Couro ecológico feito de resíduos que a&#160;uva deixada no processo de fabricação do vinho&#160;recebeu o prêmio Global Change Award 2017 da Fundação H &#38; M, em Estocolmo, na Suécia. A novidade&#160;vem do&#160;país que é o maior&#160;produtor de vinho do mundo, a Itália. E combina duas das grandes excelências do local; o design e a viticultura. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Couro ecológico feito de resíduos que a&nbsp;uva deixada no processo de fabricação do vinho&nbsp;recebeu o prêmio <a href="https://globalchangeaward.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Global Change Award</a> 2017 da Fundação H &amp; M, em Estocolmo, na Suécia.</strong></p>



<p>A novidade&nbsp;vem do&nbsp;país que é o maior&nbsp;produtor de vinho do mundo, a Itália. E combina duas das grandes excelências do local; o design e a viticultura.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho.jpg" alt="couro ecológico vinho" class="wp-image-15311"/></a></figure>



<p>A invenção do arquiteto de milão, Gianpiero Tessitore, foi premiada com&nbsp;mais de 1 milhão de reais.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O couro ecológico&nbsp;dispensa a morte de animais para fabricação, não utiliza petróleo, nem produtos poluentes, e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.</h3>



<p>O Wineleather® é um material vegetal produzido através de um processamento específico de fibras e óleos contidos no bagaço de uva, que é uma matéria-prima totalmente natural, composta por peles de uva, talos e sementes obtidas na fabricação de vinhos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/mobiliario-decoracao/brasileira-faz-sucesso-com-projetos-de-ecodesign/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Brasileira faz sucesso com mesa feita de garrafas de vinho.</a></h4>



<p>A empresa&nbsp;<a href="http://www.vegealeather.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VEGEA Vegetal Leather</a>&nbsp;responsável pelo novo&nbsp;produto, fundada em janeiro de 2016, tem como objetivo produzir materiais inovadores baseados em princípios éticos como a sustentabilidade, a proteção da saúde dos trabalhadores e dos consumidores, a responsabilidade social e o total respeito pelo meio ambiente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-2.jpg" alt="couro ecologico vinho" class="wp-image-15307"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-4.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-4.jpg" alt="couro ecologico vinho" class="wp-image-15309"/></a></figure>



<p>Normalmente, são produzidos anualmente 26 bilhões de litros de vinho,&nbsp;que formam&nbsp;quase sete bilhões de quilogramas de bagaço de uva. A ideia é que todo estes resíduos possam ser&nbsp;transformados em uma matéria-prima de alto valor agregado e que potencialmente podem produzir até três bilhões de metros quadrados de couro de vinho todos os anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como o couro ecológico de vinho é, além de amigo do meio ambiente, um material de aparência sofisticada, a&nbsp;empresa pretende&nbsp;atuar em&nbsp;todos os segmentos da indústria do couro, desde vestuário até mobiliário.</h4>



<p>Já podemos ter aquele lindo sofá de couro, sem culpa!</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-3.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/couro-ecologico-vinho-3.jpg" alt="couro ecológico vinho" class="wp-image-15308"/></a></figure>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script><br />
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</script><br>&nbsp;</p>



<p>Fotos: Divulgação&nbsp;VEGEA</p>
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		<title>3ª FECONATI- Feira Internacional da Construção Sustentável</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/3a-feconati-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 03:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano a FECONATI- Feira Internacional da Construção Sustentável se consolida como uma das mais importantes feiras deste setor &#8211; e apresenta soluções e inovações a um mercado altamente potencial que busca produtos e tecnologias para minimizar os impactos na natureza. A Edição de 2016 está com data marcada e acontecerá entre os dias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A cada ano a FECONATI- Feira Internacional da Construção Sustentável se consolida como uma das mais importantes feiras deste setor &#8211; e apresenta soluções e inovações a um mercado altamente potencial que busca produtos e tecnologias para minimizar os impactos na natureza.</h3>
<p>A Edição de 2016 está com data marcada e acontecerá entre os dias 01 a 04 de junho durante a semana do Meio Ambiente. A feira será na Estação Atibaia, em Atibaia, interior de São Paulo, numa área para exposição totalmente integrado à natureza. Um dos grandes diferenciais da FECONATI é acontecer, ao contrário das feiras convencionais em pavilhões fechados, em áreas externas onde é possível demonstrar apresentações técnicas de produtos para energias renováveis e construções sustentáveis.</p>
<p>A Feira contará com a presença de fabricantes de todo país, que estarão expondo produtos e soluções para economia de água, uso de energias renováveis e materiais alternativos para construção civil.</p>
<p>Seguindo a formatação das edições passadas, a edição de 2016 continuará com o ciclo de palestras diárias, organizadas pelo grupo Perfil, com temas atuais sobre sustentabilidade e inovações do setor coordenadas por profissionais altamente capacitados.</p>
<p>Para a organização da FECONATI investir em construção sustentável traz benefícios na redução do consumo de água e energia, custo operacional mais baixo para o Meio Ambiente, para a saúde e para os setores corporativos valorizando sua produtividade.</p>
<p>O uso racional dos recursos naturais e materiais sustentáveis são pilares que vieram para ficar e serão essenciais para manter a vida no Planeta em harmonia atendendo a demanda do crescimento populacional.</p>
<h4><strong>Serviços:</strong><br />
Terceira Edição FECONATI – Feira Internacional da Construção Sustentável<br />
Data: 01 a 04 de junho de 2016<br />
Horário: Das 10h às 20h<br />
Local: Estação Atibaia<br />
Endereço: Avenida Jerônimo de Camargo, 6308 &#8211; Atibaia &#8211; SP, 12944-000(próximo a rod. Fernão Dias, atrás do Hotel Bourbon)<br />
A Entrada para A FECONATI é gratuita basta realizar o credenciamento diretamente no site.</h4>
<p><a href="http://www.feconati.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.feconati.com.br</a></p>
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		<title>Mostra &#8220;Casas – a morada das almas&#8221; apresenta técnicas brasileiras de bioconstrução</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/mostra-casas-a-morada-das-almas-apresenta-tecnicas-brasileiras-de-bioconstrucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 16:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição &#8220;Casas – a morada das almas&#8221; acontece entre 18 de junho e 23 de agosto, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, apresentando técnicas ancestrais de bioconstrução no Brasil. Fruto de dez anos de pesquisa da fotógrafa Zaida Siqueira na documentação de técnicas construtivas ancestrais utilizadas nas diferentes regiões do Brasil. Com curadoria de Maria Lucia Montes, a mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A exposição<strong> &#8220;Casas – a morada das almas&#8221; </strong>acontece entre 18 de junho e 23 de agosto, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, apresentando técnicas ancestrais de bioconstrução no Brasil.</h4>
<p>Fruto de dez anos de pesquisa da fotógrafa Zaida Siqueira na documentação de técnicas construtivas ancestrais utilizadas nas diferentes regiões do Brasil. Com curadoria de Maria Lucia Montes, a mostra tem patrocínio da AkzoNobel e apoio da Atlas Cerâmica e Cromex.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-8.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9108 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-8.jpg" alt="Mostra &quot;Casas – a morada das almas&quot;" width="600" height="400" /></a></p>
<p><strong>&#8220;Casas – a morada das almas&#8221; apresenta fórmulas tradicionais de edificaçã</strong>o, suas variações e adaptações. No desenvolvimento deste projeto, Zaida Siqueira percorreu 20 estados brasileiros registrando a sabedoria do homem ao lidar com a natureza para edificar sua casa, manuseando a terra, as pedras e a madeira. Ao estabelecer semelhanças de acordo com características climáticas e de solo, ela observou os aspectos da flora e da fauna.</p>
<p>As influências culturais também aparecem em seu trabalho, como em <strong>malocas</strong> (tipo de cabana comunitária utilizada pelos nativos da região amazônica) das terras indígenas de Mato Grosso. No interior de São Paulo e Minas Gerais, estados que viveram o apogeu da cultura do café, há registros de casarões de taipa e pau a pique. Na capital paulista, a construção do Pátio do Colégio, por exemplo, empregou essas duas técnicas na edificação das paredes.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-10.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9109 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-10.jpg" alt="Mostra &quot;Casas – a morada das almas&quot;" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A exposição é composta por setenta e duas fotografias, revelando aspectos curiosos da construção das casas brasileiras como o uso de elementos como cupinzeiros socados e açúcar mascavo; seis instalações criadas pelo engenheiro civil Felipe Pinheiro, nas quais pedaços de muros semi-prontos ilustram a estrutura interior das construções; duas maquetes, uma de edificação de palafita no Acre e outra feita em pau a pique, do Casarão do Chá, em Mogi das Cruzes, que evidencia o emprego de troncos em curva, comum nos portais de entrada das antigas residências de reis no Japão; e seis arquivos audiovisuais que integram a série documental de episódios “Habitar Habitat”, produzida em 2013 por Paulo Markun e dirigida por Sérgio Roizenblit, abordando habitações brasileiras que trazem de volta a taipa de pilão, o pau a pique, o adobe, palhoças, palafitas e trançados para cobertura vegetal, feitos com materiais como bambu e palha.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-23.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9110 aligncenter" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/07/MORADA_DA_ALMA-23.jpg" alt="Mostra &quot;Casas – a morada das almas&quot;" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Segundo Zaida Siqueira, a proposta da pesquisa que embasou a exposição é resgatar técnicas ancestrais e analisar seu emprego nas edificações contemporâneas. “Na <strong>taipa</strong>, a parede é feita de terra pura, socada entre guias de madeira preenchidas; no <strong>pau a pique</strong>, o trançado de bambu recebe pedaços de pau e barro; da cidade de Souzas, interior de SP, há o registro de uma obra recente do engenheiro criador dos objetos para a mostra, que utilizou estrume para dar liga à massa do <strong>adobe</strong>: tijolo grande de barro enformado, seco no sol, feito a partir de areia, terra local e palha de arroz”, revela a fotógrafa.</p>
<blockquote>
<h4>“A pesquisa revelou que essas técnicas estão sendo retomadas na bioconstrução, pois são sustentáveis e apresentam bons resultados acústicos e térmicos, além da qualidade ecológica. Essas edificações geram menos impacto durante a construção e podem ser reabsorvidas pela natureza”, complementa Zaida.</h4>
</blockquote>
<p>Para Heder Frigo, diretor AkzoNobel Brasil, patrocinadora da exposição, valorizar o que já foi feito nas casas brasileiras é uma forma de aprimorar conceitos mais modernos na arquitetura atual. “O conceito de casa como resgate de cultura, sociedade e meio ambiente reforça nossa estratégia de Cidades Humanas”, comenta.</p>
<p><strong>Sobre Zaida Siqueira:</strong><br />
Há 15 anos, a jornalista e fotógrafa paulistana Zaida Siqueira busca registros do cotidiano, estabelecendo pontes entre o ancestral e o contemporâneo. Sua obra resulta de intensa e ampla pesquisa das tradições e suas atuais aplicações na vida do homem, no ambiente rural e urbano, resgatando e valorizando esses conhecimentos. Aos 53 anos, ela já desenvolveu pesquisas em diversos estados brasileiros, também em comunidades indígenas, publicou seis livros e fez cinco exposições, sendo &#8220;Casas – a morada das almas&#8221;, seu sexto projeto.</p>
<p>Serviço: EXPOSIÇÃO “CASAS – A MORADA DAS ALMAS”</p>
<p>Data: 18 de junho a 23 de agosto,<br />
Local: Museu da Casa Brasileira (MCB) – Avenida Faria Lima, 2.705 – São Paulo (SP)<br />
Mais informações 11 3026.3913; agendamento@mcb.org.br; <a href="http://www.mcb.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.mcb.org.br</a></p>
<p>Fonte e Imagens: <a href="http://www.mcb.org.br/programacao/exposicoes/casas-a-morada-das-almas">MCB</a></p>
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		<title>Materiais para construção sustentável: critérios para o LEED V4</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/materiais-para-construcao-sustentavel-criterios-para-o-leed-v4/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2015 14:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escolha de materiais para construção sustentável&#160;é uma difícil tarefa.&#160;Para atingir este objetivo, geralmente ouvimos de diversas fontes que é correto utilização de materiais locais, madeira certificada, materiais facilmente renováveis como o bambu, além dos diversos materiais ditos sustentáveis que são apresentados diariamente no mercado. No entanto o fator sustentável nesse quesito é tão amplo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A escolha de materiais para <a href="https://sustentarqui.com.br/conceitos-da-construcao-sustentavel/">construção sustentável</a>&nbsp;é uma difícil tarefa.&nbsp;Para atingir este objetivo, geralmente ouvimos de diversas fontes que é correto utilização de materiais locais, madeira certificada, materiais facilmente renováveis como o bambu, além dos diversos materiais ditos sustentáveis que são apresentados diariamente no mercado.</strong></p>



<p>No entanto o fator sustentável nesse quesito é tão amplo, que envolve tantas variáveis, que possuímos pouquíssima garantia de que muitos desses materiais realmente empregam os princípios ‘verdes’ que vendem.</p>



<p>Por exemplo, o bambu que chega ao consumidor levantando a bandeira da sustentabilidade pode empregar uma mão-de-obra quase escrava na manufatura ou mesmo utilizar uma técnica de extração prejudicial ao meio-ambiente.</p>



<p>Ou talvez aquela <a href="https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/68/35/c0/6835c060b8286d8d33d4862b55c3f1f4.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cadeira linda de papelão</a> projetada por Frank Gehry, que apesar de possuir um valor histórico já conhecido, pode durar tão pouco que é preferível a aquisição de uma cadeira metálica que possua um ciclo de vida mais longo. Como medir de forma coerente e garantir os objetivos?</p>



<p><strong>Por este motivo que <a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/leed-v4-nova-versao-da-certificacao-sustentavel-e-suas-atualizacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">a nova versão do sistema LEED, a V4</a>, evoluiu drasticamente toda a categoria de Materiais e Recursos para a obtenção da certificação, criando um incentivo na utilização de materiais com certificações ambientais já existentes no mercado internacional.</strong></p>



<p>Se na versão de 2009 a pontuação era obtida com a utilização de materiais regionais (provenientes de um raio de até 800km do local de obra), com conteúdo reciclável (pós ou pré-consumidor) ou facilmente renováveis (que são repostos pela natureza em no máximo 10 anos) – agora é necessário demonstrar uma prova mais convincente: a <strong>certificação de terceiros</strong> sobre seus ingredientes, demonstrar sua origem, a forma de extração e como ela é descartada no final do processo, conforme o cumprimento de diversas normas ISO .</p>



<p>A ideia não é acusar ou desmerecer os fornecedores, mas sim recompensar aqueles que vem realizando um bom trabalho em diversos níveis da cadeia produtiva. E diversas siglas importantes com 3 letrinhas surgem para aprendermos – como os <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.environdec.com/" target="_blank">EPD</a>s, <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.environdec.com/" target="_blank">HPD</a>, CSR, <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.epa.gov/nrmrl/std/lca/lca.html" target="_blank">LCA</a>, BODs, <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.c2ccertified.org/" target="_blank">C2C</a> – e nos acostumarmos, pois elas se tornarão cada vez mais comuns nos próximos anos.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O sistema de créditos apresenta 3 formas principais de apresentar materiais para construção para a obtenção de créditos, que serão apresentados de forma rápida:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1- DIVULGAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DE PRODUTOS DA CONSTRUÇÃO- DECLARAÇÃO DE PRODUTOS AMBIENTAIS</strong></h3>



<p>A intenção é encorajar a seleção de produtos cujos fabricantes tenham prova de melhores ciclos de vida ambientais. Aqui entram as certificações ambientais como a ISO 14044, 14025, 14044, 15804 ou ISO 21930 e os EPDs ou programas aprovados pelo USGBC. Existem dois pontos que podem ser adquiridos:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opção 1. Declaração de Produtos Ambientais (EPD):</strong></h4>



<p>Um EPD é um meio padronizado de comunicação dos impactos ambientais, assim como o potencial de aquecimento global e a utilização de recursos energéticos de um produto ou sistema. </p>



<p>Os materiais podem contar como 1/4, 1/2 ou produto inteiro para o crédito caso possuam avaliações distintas. A mais rigorosa, e naturalmente a que mais conta para crédito, são os EPDs de produto específico Tipo III- Produtos com certificação de terceiros, incluindo verificação externa em que o fabricante é explicitamente reconhecido como participante pelo operador do programa.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-Declaração-ambiental-epd1-e1427082935109.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-Declaração-ambiental-epd1-e1427082935109.jpg" alt="EPD" class="wp-image-7760"/></a><figcaption>.</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opção 2. Otimização de Múltiplos Atributos</strong></h4>



<p>A proposta é utilizar produtos avaliados conforme abaixo:<br>· Potencial de aquecimento global (gases de efeito estufa);<br>· Esgotamento da camada de Ozônio;<br>· Acidificação de terra e fontes d’agua;<br>· Eutrofização;<br>· Formação do ozônio trofosfrico;<br>· Esgotamento de recursos de energia não renováveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2- OTIMIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PRODUTOS DA CONSTRUÇÃO- ORIGEM DE MATÉRIAS-PRIMAS</strong></h3>



<p>A intenção é encorajar a seleção de produtos verificados por serem extraídos e armazenados de maneira responsável. Existem dois pontos que podem ser adquiridos:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opção 1.</strong> Relatório de Origem e Extração de Matérias-Primas</h4>



<p>O conceito é utilizar produtos de fabricantes que tenham lançado um relatório público de seus fornecedores de matérias-primas que incluam a localização da extração desses materais, um compromisso de longo prazo para uso do solo ecologicamente responsável, um compromisso em reduzir impactos ambientais da extração e do processo de fabricação, e um compromisso de utilizar padrões aplicáveis ou programas voluntariamente que demonstrem um critério de origem responsável. </p>



<p>Logicamente o que mais conta para crédito são os Relatórios de Sustentabilidade Corporativos (CSR), pois são verificados por terceiros como os EPD`s. Entre os CRS aceitáveis estão:</p>



<p><a href="http://www.globalreporting.org" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Global Reporting Initiative (GRI) Sustainability Report</a><br><a href="http://www.oecd.org/corporate/mne/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD</a>)- Diretrizes para Empresas Multinacionais<br><a href="http://www.pactoglobal.org.br/artigo/72/Campanha-de-comunicacao-do-Comite-Brasileiro-do-Pacto-Global" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Pacto Global das Nações Unidas: Comunicação de Progresso</a><br><a href="http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/[field_generico_imagens-filefield-description]_65.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; ISO 26000: 2010 Guia de Responsabilidade Social</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong> Opção 2. Liderança em Práticas de Extração</strong></h4>



<p>Utilizar produtos que atendam pelo menos um dos critérios responsáveis de extração:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-declaracao-ambiental-fsc.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-declaracao-ambiental-fsc.png" alt="Materiais para construção sustentável" class="wp-image-7753"/></a><figcaption>.</figcaption></figure></div>



<p>&#8211;&nbsp;<a href="http://sustentabilidade.cnseg.org.br/?glossary=responsabilidade-estendida-do-produtor-extended-producer-responsability-rep" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Responsabilidade extendida do produtor:</a> produtos comprados de um produtor que participe em um programa de responsabilidade extendida do produtor ou é diretamente responsável por esta responsabilidade;<br>&#8211; Materiais bio-formados: Devem atender aos padrões do<a href="http://san.ag/web/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Sustainable Agriculture Network</a> e serem legalmente extraídos. Exclua peles de animais;<br>&#8211; Produtos em madeira: Devem ser certificados pelo F<a href="http://br.fsc.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">orest Stewardship Council</a>;<br>&#8211; Reuso de materiais: Incluem produtos recondicionados, recuperados ou reutilizados;<br>&#8211; Conteúdo reciclável: É a soma do pós-consumidor mais metade do pré-consumidor, com base no custo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3- OTIMIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PRODUTOS DA CONSTRUÇÃO- INGREDIENTES DE MATERIAIS:</strong></h3>



<p>A intenção é de encorajar o uso de produtos em que os ingredientes químicos são inventariados utilizando uma metodologia aceitável e por selecionar produtos verificados que minimizam o uso e geração de substâncias prejudiciais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opção 1. Relatório de Ingredientes Materiais</strong></h4>



<p>Utilize produtos que demonstrem um inventário químico de produto de pelo menos 0,1% conforme os programas abaixo:</p>



<p>Um inventário publicamente disponível de todos os ingredientes identificados por nome e um Número de Registro Químico (CARSN);<br>&#8211; Materiais definidos como segredos industriais ou propriedade intelectual podem reter o nome e/ou CARSN mas devem declarar função, quantidade e uma referência Greenscreen;<br>&#8211; <strong>Declaração de Saúde de Produto (HPD):</strong> O produto final possui uma Declaração de Saúde do Produto publicada com declaração completa de riscos conhecidos de acordo com os padrões do Health Product Declaration.<br>&#8211; <strong>Cradle to Cradle<span style="text-decoration: underline;">:</span> </strong>O produto final é certificado como Cradle to Cradle v2 nível básico ou nível Bronze.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-declaracao-ambiental-cradle-to-cradle.bmp"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Materiais-declaracao-ambiental-cradle-to-cradle.bmp" alt="Materiais para construção sustentável - cradle to cradle" class="wp-image-7754"/></a><figcaption>.</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opção 2. Otimização de Ingredientes e Materiais</strong></h4>



<p>Utilize produtos que documentem a otimização dos ingredientes utilizados no projeto:</p>



<p>&#8211;&nbsp;<a href="https://viride.toxservices.com/GS/chemical" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Greenscreen v1.2 benchmark:</a> Produtos que possuam um inventário completo dos ingredientes para 100ppm que não possuam riscos enquadrados em Benchmark 1.<br>&#8211; Certificação Cradle to Cradle: Produtos finais com certificação, que variam em Silver, Platinum e Gold.<br>&#8211; Alternativa Internacional de Submissão –<a href="http://adeptmedia.in/reach-optimization/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> REACH Optimization</a>: Produtos finais e materiais que não possuam substâncias que estejam enquadradas no critério REACH de substâncias de grande preocupação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong> Opção 3. Otimização da cadeia de produto do fabricante</strong></h4>



<p>Utilize produtos que se originem de fabricantes que participem em programas validados de segurança, saúde, dano ou risco com uma documentação mínima de pelo menos 99% (do peso) dos ingredientes utilizados para criar o produto ou material, originados de verificação independente por terceiros com no mínimo:</p>



<p>&#8211; Processos que comuniquem com <strong>transparência ingredientes químicos </strong>junto com a cadeira de fornecimento de acordo com os danos disponíveis, exposição e informações de uso;<br>&#8211; Processos que identifiquem, documentem e comuniquem informação de saúde, segurança ou características ambientais dos ingredientes químicos;<br>&#8211; <strong>Processos que implementem medidas para lidar com a saúde,</strong> segurança e e risco dos ingredientes químicos;<br>&#8211; Processos que<strong> otimizem a saúde, segurança e impactos ambientais</strong> no desenvolvimento e melhoria dos ingredientes químicos;<br>&#8211; Processos que comuniquem, recebam e avaliem a<strong> segurança dos ingredientes químicos </strong>junto com a cadeira de fornecedores;<br>&#8211; <strong>Informações de gerência</strong> (Stewardship) sobre os ingredientes químicos que estejam publicamente disponíveis junto com a cadeia de fornecedores.<br>&#8211; Para atendimento de crédito da maioria das pontuações citadas, <strong>produtos originados (extraídos, fabricados, comprados) em até 100 milhas (160km) </strong>do endereço do projeto constam como 200% do custo base. Obviamente outros programas futuros aprovados pelo USGBC também contarão para cálculo do crédito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>CONCLUSÕES:</strong></h3>



<p>E para os arquitetos que precisam conciliar um bom projeto de arquitetura, o processo como um todo, a satisfação do cliente e ainda encontrar materiais para construção sustentável&nbsp;que cumpram o intuito e que ainda caibam no bolso, como proceder?</p>



<p><strong><a href="&nbsp;Confira%2010 Características importantes para se observar ao escolher materiais sustentáveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Confira 10 Características importantes para se observar ao escolher Materiais para construção sustentável</a></strong></p>



<p>Não é tarefa fácil, principalmente em se tratando de Brasil. Enquanto nos EUA existem<a href="http://www.epa.gov/epawaste/conserve/tools/cpg/directory.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> listagens de fácil acesso a qualquer material desejado</a> ou mesmo os próprios certificados EPD e Cradle to Cradle para aqueles que buscam a <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a></strong> na nova versão, no Brasil existem iniciativas por enquanto muito dispersas ou sem a força de que precisam, muitas originadas de iniciativas particulares ou mesmo por blogs e sites de fabricantes.</p>



<p>Uma grande promessa pode vir do nosso próprio amigo <a href="https://support.google.com/healthymaterials/answer/6080283?hl=en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google com seu projeto Portico</a>, lançado agorinha no início de 2015, que é um banco de dados que permite arquitetos e engenheiros uma consulta ampla e transparente de materiais considerados saudáveis para a construção, por enquanto restrito à obras dos escritórios do Google.</p>



<p>Os fabricantes podem também disponibilizar seu próprio material, obter o resultado e caso ele não seja o almejado pode sofrer melhorias para próximas avaliações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Podemos considerar que a transparência dos materiais para construção sustentável&nbsp;ainda estão em uma etapa de infância, e precisam evoluir muito.</h4>



<p>O próprio sistema LEED considera o sistema de crédito que mais enfrentou diversas mudanças durante o desenvolvimento dos créditos para a versão 4, e diversas formas de declarações ambientais podem ser desenvolvidas nos próximos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ou seja, se hoje a certificação na nova versão pode ser um caminho tortuoso, na medida em que os produtos forem sendo cadastrados e certificados, o futuro tende a ser muito facilitado e transparente na escolha de bons materiais para construção.</strong></h4>



<p>Conhece algum material nacional que possua EPDs, HPDs ou outras certificações ambientais? Contribua conosco!</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<p>Matéria enviada por Filipe Boni, arquiteto, LEED AP BD+C e sócio diretor do 2030 Studio&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><a href="http://sustentarqui.com.br/produtos-e-materiais-sustentaveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Visite nosso guia de materiais e faça seus comentários nos produtos.</a></strong></h3>
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		<title>Financiamento para edificações sustentáveis será tema de Fórum em SP</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/financiamento-para-edificacoes-sera-tema-de-forum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 17:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Acontece em São Paulo no dia 30 de março o III Seminário do Fórum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável, o tema abordado nesta edição é o &#8220;Financiamento para edificações sustentáveis&#8221;. Contextualização: O tema Sustentabilidade já é realidade no setor imobiliário e na construção civil. Os empreendimentos procuram inserir requisitos de sustentabilidade em seus projetos, materiais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4> Acontece em São Paulo no dia 30 de março o III Seminário do Fórum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável, o tema abordado nesta edição é o &#8220;Financiamento para edificações sustentáveis&#8221;.</h4>
<p><strong>Contextualização:</strong></p>
<p>O tema Sustentabilidade já é realidade no setor imobiliário e na construção civil. Os empreendimentos procuram inserir requisitos de sustentabilidade em seus projetos, materiais e sistemas, execução da obra e no uso e operação. No entanto, alguns gargalos são identificados e há a necessidade de buscar alternativas que viabilizem as práticas de sustentabilidade em um maior número de empreendimentos. Há necessidade de aprimoramento das linhas de financiamento concedidas por instituições financeiras para a incorporação de aspectos de sustentabilidade aos novos empreendimentos, por parte das incorporadoras, e edificações existentes, por parte dos condomínios.</p>
<p><strong>Objetivos:</strong></p>
<p>Discutir incentivos para a adoção de práticas sustentáveis na construção civil, na fabricação de materiais e sistemas construtivos, na execução de obras e na pós-ocupação (usuário final). Identificar ações que possam ser implantadas pelos agentes financiadores e gestão pública.</p>
<p><strong>Público Alvo </strong></p>
<p>Incorporadores, construtores, agências de fomento e inovação, órgãos de governo, gestores públicos, fabricante, fornecedores, instaladores, arquitetos, engenheiros, projetistas, profissionais interessados, educadores e estudantes.</p>
<p><strong>O Fórum</strong></p>
<p>O Fórum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável (FDUCS) é uma articulação permanente de órgãos públicos e de entidades privadas que têm como objetivo fomentar a adoção de tecnologias que, dentre outros exemplos, resultem em comportamentos e estilos de vida nas construções que promovam a conservação e o reuso da água – incluindo chuva -, a economia de energia, a adequada gestão de resíduos e o conforto térmico, de modo a contribuir para a integração urbana, a resiliência climática, e para o desenvolvimento ambientalmente sustentável do país.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/cbcs3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7846 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/03/cbcs3.png" alt="Financiamento para edificações sustentáveis" width="400" height="431" /></a></p>
<p><strong>Serviços:</strong></p>
<p>III Seminário do Fórum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável<br />
Data: 30 de Março de 2015 &#8211; Horário: 8h30 às 12h<br />
Local: SindusConSP<br />
Endereço:Rua Dona Veridiana, 55 -Santa Cecília – São Paulo/SP</p>
<p><a href="http://www.uninove.br/marketing/III_sustentavel/index.html" target="_blank" rel="noopener">Inscrições gratuitas online</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Feicon Batimat 2015 &#8211; Salão Internacional da Construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 17:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Feicon Batimat 2015 &#8211; 21 Salão Internacional da Construção &#8211; acontecerá, em São Paulo, nos dias 10 a 14 de marco no Anhembi. Considerado um  evento referência para o setor da construção civil na América Latina, apresenta-se como um encontro ideal para a geração de negócios das grandes marcas com os seus principais revendedores e distribuidores, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A Feicon Batimat 2015 &#8211; 21 Salão Internacional da Construção &#8211; acontecerá, em São Paulo, nos dias 10 a 14 de marco no Anhembi. Considerado um  evento referência para o setor da construção civil na América Latina, apresenta-se como um encontro ideal para a geração de negócios das grandes marcas com os seus principais revendedores e distribuidores, para apresentação de lançamentos, produtos e novas tecnologias.</h4>
<p>Simultaneamente ao evento, acontecerá um Ciclo de Palestras, promovendo seminários que  reúnem profissionais de renome nacional e internacional em apresentações técnicas, palestras, painéis de debates e estudos de casos.</p>
<h3>Destacamos algumas palestras sobre a sustentabilidade na construção civil que acontecerão na Feicon Batimat 2015:</h3>
<p><strong>Introdução ao PBE-Edifica &#8211; Curso Técnico 1 / Fundação Vanzolini</strong><br />
10 mar 2015, 14:00 &#8211; 17:50<br />
Palestrante: Nelson Solano , Diretor, GEROS ARQUITETURA EIRELE FAVORITOS</p>
<p><strong>Seminário PINI: Uso Racional de Água e Energias Renovavéis na Construção Civil</strong><br />
11 mar 2015, 09:00 &#8211; 18:00</p>
<p><strong>Sustentabilidade na Construção Civil</strong><br />
11 mar 2015, 09:10</p>
<p><strong>Resiliência no Ambiente Urbano</strong><br />
11 mar 2015, 10:30 &#8211; 11:20</p>
<p><strong>Conservação e Reutilização das Águas</strong><br />
11 mar 2015, 11:20 &#8211; 12:10</p>
<p><strong>Redução de Custos com Mais Eficiência na Edificação</strong><br />
11 mar 2015, 13:40 &#8211; 14:30</p>
<p><strong>Introdução ao RGMAT: ACV e EPD &#8211; Curso Técnico 2 / Fundação Vanzolini</strong><br />
11 mar 2015, 14:00 &#8211; 17:50</p>
<p><strong>Monitoramento e Desperdício de Água nas Redes</strong><br />
11 mar 2015, 14:30 &#8211; 15:20,</p>
<p><strong>Retrofit de Instalações</strong><br />
11 mar 2015, 15:40 &#8211; 16:40, Hotel Holiday Inn</p>
<p><strong>Energia Fotovoltaica</strong><br />
11 mar 2015, 16:40 &#8211; 17:40</p>
<p><strong>O Fluxo do Projeto em BIM: Building Information Modeling &#8211; Guia AsBEA &#8211; Boas Práticas em BIM</strong><br />
12 mar 2015, 09:30 &#8211; 10:10</p>
<p><strong>Estudo de Caso 01 &#8211; SIP &#8211; Construção Estrutural com Painéis Termo Isolantes</strong><br />
13 mar 2015, 10:50 &#8211; 11:10, Hotel Holiday Inn</p>
<p><strong>Estudo de Caso 02 &#8211; STEEL FRAMING na Habitação Social</strong><br />
13 mar 2015, 11:10 &#8211; 11:30</p>
<p><strong>Seminário Normas de Desempenho</strong><br />
13 mar 2015, 14:00 &#8211; 18:00<br />
<strong><a href="http://www.feicon.com.br/Planejador/Conferencia/#search=rpp%3D64" target="_blank" rel="noopener">Confira a programação completa</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INFORMAÇÕES GERAIS:</strong></p>
<p>Data: 10 a 14 de Março de 2015<br />
Horário: terça a sexta das 11h às 20h e sábado das 9h às 17h<br />
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo/SP – Brasil</p>
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		<item>
		<title>Futuro das construções sustentáveis no Brasil será discutido durante evento em São Paulo/SP</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/futuro-das-construcoes-sustentaveis-brasil-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 00:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[green building]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>5ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional e Expo &#8211; reunirá empresas e principais nomes desse segmento para debater os avanços das construções sustentáveis no Brasil e no mundo Em tempos de debates relacionados ao meio ambiente, o Brasil segue a tendência mundial de desenvolvimento tecnológico em busca de produtos que tenham foco em construções [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>5ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional e Expo &#8211; reunirá empresas e principais nomes desse segmento para debater os avanços das construções sustentáveis no Brasil e no mundo</h4>
<p>Em tempos de debates relacionados ao meio ambiente, o Brasil segue a tendência mundial de desenvolvimento tecnológico em busca de produtos que tenham foco em construções sustentáveis, com melhor custo-benefício e eficiência térmica/energética. De acordo com o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), o país ocupa atualmente a quarta posição no ranking mundial de edificações registradas na certificação LEED, presente em 143 países, atrás de Estados Unidos, China e Emirados Árabes, com perspectivas de, no curto prazo, melhorar ainda mais a sua posição. Com este cenário ao fundo, será realizada a 5ª edição da Greenbuilding Brasil &#8211; Conferência Internacional e Expo – o evento da construção sustentável da América Latina, entre os dias 5 e 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP.</p>
<p>Esta edição reunirá empresas e importantes nomes da indústria da construção civil sustentável, além de promover a capacitação profissional por meio de cursos e sessões educacionais com vistas ao desenvolvimento econômico deste setor. Em paralelo ao evento, será realizado o Congresso Mundial do World Green Building Council, que reunirá os principais líderes globais que atuam diretamente nas questões ligadas às construções sustentáveis.</p>
<p>Com base no balanço recente divulgado pelo GBC Brasil – organização que concede a certificação LEED no país &#8211; até o terceiro trimestre de 2014, o Brasil contabiliza 873 edificações registradas. Desse total, 158 já receberam a certificação. O LEED é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, com o propósito de incentivar a transformação da indústria da construção desde as fases de projetos, a obra em si e a operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade.</p>
<p>Para que um imóvel garanta a certificação é necessário cumprir pré-requisitos e sugestões de práticas de green building, que são creditados ao projeto quando conseguem atingir as recomendações estabelecidas. O nível da certificação é definido conforme a quantidade de pontos adquiridos na avaliação, podendo variar de 40 pontos (nível certificado) a 110 pontos, (nível platina). “Para ter-se uma ideia, a soma de toda a área já registrada no Brasil representa 34 milhões de m² construídos”, ressalta Felipe Faria, diretor geral do Green Building Council Brasil.</p>
<p>No restante do mundo, dos 59.212 edifícios registrados até agora, 21.500 já receberam certificação. Os números representam cerca de 10,2 bilhões de metros quadrados construídos, que podem gerar, dependendo das características do projeto, uma redução no consumo de 40% de água e 30% de energia elétrica. Deste total de pedidos de certificação, cerca de 40% dos projetos estão fora dos Estados Unidos e concentram-se, sobretudo, em países como China, Emirados Árabes, Brasil, Canadá, Índia, México, Alemanha, Turquia e Chile.</p>
<p>De acordo com estudo feito pela consultoria Ernest Young, em parceria com o GBC Brasil e divulgado em 2013, a participação das construções verdes no PIB da construção no Brasil chegou aos 10% e deve crescer. “Com o aumento gradativo nos pedidos de certificação que o país apresenta ano a ano, a tendência é que num futuro breve possamos equiparar-nos aos líderes desse segmento em termos de participação. Só em 2013, o GBC Brasil quantificou dois novos registros a cada três dias úteis no ano, sendo quatro certificações por mês”, afirma Faria.</p>
<p><strong>O evento</strong></p>
<p>De olho no desenvolvimento do mercado das construções sustentáveis, a 5ª edição da Greenbuilding Brasil &#8211; Conferência Internacional e Expo &#8211; tem a expectativa de reunir cerca de 10.000 visitantes, 1.600 congressistas e 120 empresas expositoras – nacionais e internacionais – distribuídas em um espaço de mais de 8 mil metros quadrados.</p>
<p>A 5ª Greenbuilding Brasil receberá em seus três dias de realização um público qualificado, composto por tomadores de decisão da indústria da construção sustentável, diretores de empresas, arquitetos, construtoras e contratantes, engenheiros, prestadores de serviço, líderes de Green Building, entidades governamentais, arquitetos, instituições financeiras, associações e instituições das áreas socioambientais, desenvolvimento sustentável, habitação, planejamento urbano, energia, água, entre outros.</p>
<p>“A Greenbuilding Brasil consolida-se a cada ano como referência neste segmento, com conteúdo técnico qualificado e soluções que contribuem fortemente para o desenvolvimento das construções sustentáveis no Brasil e na América Latina”, afirma Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, empresa organizadora do evento.</p>
<p>Entre as empresa confirmadas para esta edição estão a Armacell, Axion, Bayer, Bosch, Bragenix, Chevrolet, Citibank, Carrier, Conforlab, CTE (Centro de Tecnologia de Edificações), Cushman &amp; Wakefield, Daikin, Deca, Docol, Ecoquest, Envec, Fademac, LCP Construções, Libercon, Lutron, Midea, Novelis do Brasil, Otis, Remaster, Robert, Solutia, Tarket, Trane, entre outras empresas e entidades do setor.</p>
<p>O programa de conferências desta edição contará com a presença do presidente da república, Fernando Henrique Cardoso, que falará aos presentes sobre as projeções para o futuro do desenvolvimento social, político e econômico voltados às construções sustentáveis. Também serão discutidos temas importantes como o gerenciamento de sustentabilidade em edifícios históricos; Códigos, normas e selos verdes para edifícios sustentáveis; A gestão do uso da água como ferramenta para redução da pegada hídrica; Edificações sustentáveis e sua operação, manutenção e M&amp;V; entre outros. Confira a programação completa do programa de conferências em <a href="http://www.expogbcbrasil.org.br/agenda-da-conferencia/" target="_blank">http://www.expogbcbrasil.org.br/agenda-da-conferencia/</a>.</p>
<p>De acordo com Felipe Faria, “a realização de cursos, palestras e conferências focados no aperfeiçoamento e assimilação de conceitos é fundamental para disseminar cada vez mais este mercado, certo que um dos principais atributos do movimento de green building vem sendo a elevação do padrão técnico do mercado, ao ponto que a capacitação neste sentido oferece muitas oportunidades profissionais”, ressalta.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/header-expogbc-20141.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-4534" alt="construções sustentáveis no Brasil" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/header-expogbc-20141.jpg" width="720" height="144" /></a></p>
<p><strong>Patrocinadores e apoiadores</strong></p>
<p>A edição deste ano conta com o patrocínio de importantes empresas, tais como a Bayer, Chevrolet, Citibank, CTE, Cushman &amp; Wakefield, Daikin, Deca, Docol, Libercon, Midea Carrier, Otis, Robert Bosch, Tarkett, Trane além de apoios de importantes instituições, como a Abrava, AHRI, AsBea, Associação Grama Legal, CAU/SP, CEBDS, ICLEI, Instituto Ideal, Instituto ETHOS e Secovi.</p>
<p><strong> A SustentArqui apoia a 5ª Greenbuilding Brasil 2014 como apoio de mídia</strong>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
5ª Greenbuilding Brasil &#8211; Conferência Internacional e Expo<br />
Data: 5 a 7 de agosto de 2014<br />
Horário de exposição: 10h – 20h<br />
Horário do congresso: 9h – 19h<br />
Local: Transamerica Expo Center<br />
Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo<br />
Mais informações: <a href="http://www.expogbcbrasil.org.br/." target="_blank">http://www.expogbcbrasil.org.br/</a><br />
<strong>Informações à imprensa:</strong><br />
M.Free Comunicação<br />
Tel: (11) 3171-2024. r 2<br />
Paulo Tonon, Marcio Freitas</p>
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