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	<title>Microgeração de energia Archives - SustentArqui</title>
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	<title>Microgeração de energia Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Isenção de ICMS de energias renováveis alcança todos os estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 17:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina. O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina.</strong></p>
<p>O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, por meio da microgeração e minigeração distribuída.</p>
<p>A adesão foi oficializada por meio do Convênio ICMS nº 42/2018, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de maio. <strong>Agora, a medida passará a beneficiar todos os Estados da Federação, abrangendo 100% da população, empresas e produtores rurais do País.</strong></p>
<h3><a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Conheça o passo a passo da instalação fotovoltaica em seu imóvel </a></h3>
<p>“<strong>Trata-se de uma medida estratégica para incentivar a população e as empresas a reduzirem custos de energia elétrica pela geração de sua própria energia limpa</strong>, renovável e sem emissões de gases de efeitos estufa a partir do sol e de outras fontes renováveis. Esta decisão promoverá novos investimentos privados, movimentará a economia dos estados, atrairá mais empresas e gerará novos empregos locais de qualidade em suas regiões”, afirmou o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia,</p>
<p>Na visão de Sauaia, <strong>a adesão dos três estados representa um marco histórico relevante, pois completa a participação de todos os Estados do País ao Convênio ICMS nº 16/2015, medida defendida pela entidade desde a<a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/incentivos-fiscais-para-energia-solar-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> criação do Convênio</a> e que demandou mais de três anos</strong> de trabalho em conjunto com diversos atores governamentais, parlamentares, agentes privados e entidades da sociedade civil até sua concretização.</p>
<h4>Apesar do avanço, o executivo alerta que, devido a ajustes regulatórios ocorridos em 2015 e 2017 na Resolução Normativa nº 482/2012 da Aneel, são necessárias correções ao Convênio ICMS nº 16/2015, para atualizá-lo e padronizá-lo às novas regras em vigor.</h4>
<p>“A Aneel identificou barreiras e <a href="https://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aprimorou a sua Resolução Normativa</a> para este segmento de mercado, abrindo espaço para novos modelos de negócio e novas faixas de potência na geração distribuída. Infelizmente, o Convênio não reflete estas novas condições e está defasado frente à regulamentação da agência, o que provoca uma nova barreira tributária para o avanço das fontes renováveis nos estados”, explicou.</p>
<p>Para superar este desafio, propõe-se duas alternativas: (i) a atualização do Convênio ICMS nº 16/2015; ou (ii) o estabelecimento de um novo Convênio, autorizativo e por adesão, alinhado à regra atual da Aneel e que permita aos estados apoiadores das fontes renováveis corrigir este problema e recuperar a atração de novos investimentos privados e empregos para suas regiões.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2018/05/energias-renovaveis-ganham-isencao-de-icms-em-todo-brasil/34100" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ambiente e Energia</a></p>


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		<title>TSE tem usina solar fotovoltaica na sua cobertura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 12:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi inaugurada recentemente uma usina solar fotovoltaica na cobertura do edifício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com capacidade para gerar cerca de 780 mil watts a partir da luz solar, a usina vai representar uma economia anual de aproximadamente 20% no consumo de energia elétrica, o que significa algo em torno de R$ 970 mil. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Foi inaugurada recentemente uma usina solar fotovoltaica na cobertura do edifício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). </strong><strong>Com capacidade para gerar cerca de 780 mil watts a partir da luz solar, a usina vai representar uma economia anual de aproximadamente 20% no consumo de energia elétrica, o que significa algo em torno de R$ 970 mil.</strong></p>
<p>“O dia de hoje marca uma importante ação de racionalização e qualidade para melhor eficiência do gasto público e da gestão dos processos de trabalho na Justiça Eleitoral e da Administração Pública como um todo”, declarou o presidente do TSE na ocasião da inauguração, ao lembrar que <strong>a captação de energia solar fotovoltaica é um modelo ecologicamente sustentável, que contribuirá para o uso racional de recursos públicos</strong> e para a manutenção de um meio ambiente sadio e equilibrado.</p>
<p><strong>O TSE é o primeiro prédio do Judiciário em Brasília a utilizar a geração de energia com células fotovoltaicas. </strong></p>
<p>A instalação da usina atende à recomendação para adoção de práticas de sustentabilidade prevista nas Resoluções nº 201 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nº 23.474/2016 e nº 23.505/2016 do TSE, sendo esta última a que instituiu o Plano de Logística Sustentável (PLS) do TSE.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tse-usina-solar-1.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16513" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tse-usina-solar-1.jpeg" alt="usina solar fotovoltaica TSE" width="543" height="263" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A usina minigeradora de energia fotovoltaica vai operar com 3.080 módulos de 40 volts de energia cada um, e a estimativa é de que, em menos de sete anos, os custos com a implantação sejam pagos com a economia gerada.</p>
<h2><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-usina-solar-em-predio-federal/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Primeira usina solar em prédio do governo federal </a></h2>
<p>“A usina deve ter uma vida útil de 25 anos, portanto, nós teremos 20 anos de poupança e economia. Em tempos difíceis de orçamento do Judiciário isso faz todo sentido”, finalizou.</p>
<h3>Além da geração de energia, a usina solar fotovoltaica vai favorecer a diminuição do uso do ar-condicionado, uma vez que não haverá mais a incidência do sol na laje nua do teto do Anexo I da Corte. Haverá, portanto, um efeito climatizador natural.</h3>
<p>“Preservar o meio ambiente é uma necessidade e, acima de tudo, uma responsabilidade de todos nós. Por isso, precisamos incentivar a cultura da conservação e da utilização de meios sustentáveis em nossas instituições, a fim de garantir que, no futuro, não nos falte água nem recursos fundamentais à vida”, finalizou o presidente do TSE antes de descerrar a placa de inauguração da usina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte e fotos: <a href="http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2017/Novembro/presidente-do-tse-inaugura-usina-de-energia-sustentavel" target="_blank" rel="noopener">TSE</a></p>
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		<title>O que é a geração distribuída e a diferença entre Micro e Minigeração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 20:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[geração distribuída]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&#160;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com novas regras de aprimoramento em março de 2016, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. A&nbsp;Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, desde quando entrou em vigor, em abril de 2012, com <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novas regras de aprimoramento em março de 2016</a>, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada,e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade..&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, o que é a geração distribuída?</strong></h2>



<p>A geração distribuída é o sistema que permite o consumidor gerar a própria energia elétrica a partir de pequenos geradores para consumo próprio, seja ela de fontes renováveis como solar e eólica, ou mesmo de combustível fóssil.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens da geração distribuída:</strong></h3>



<p>A presença de pequenos geradores próximos às cargas pode proporcionar diversos benefícios para o sistema elétrico, como por exemplo:</p>



<p><strong>&#8211; Postergação de investimentos em expansão nos sistemas de distribuição e transmissão;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Baixo impacto ambiental;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Melhoria do nível de tensão da rede no período de carga pesada;</strong></p>



<p><strong>&#8211; Diversificação da matriz energética.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas e a micro e minigeração distribuída, muito se ouve falar, mas qual a diferença entre elas?</strong></h3>



<p>A micro e a minigeração distribuída, consistem na produção de energia elétrica a partir de pequenas centrais geradoras que utilizam fontes renováveis de energia elétrica ou cogeração qualificada (aquele que promove aproveitamento), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Microgeração: central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 quilowatts (kW). (Exemplo: uma casa de uma família com dois a três filhos, consome em média de 500 kWh/mês).</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Minigeração: central geradora com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 megawatt (MW) &#8211; fonte hídrica, ou 5 megawatt (MW) &#8211; demais fontes. (Exemplo: uma fábrica ou indústria de médio porte, consome em média 20.000 kWh/mês).</h4>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ENGE-PRO-SOLAR-5.jpg" alt="geração distribuída" class="wp-image-15561"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Imagem: ENEGE-PRO Solar &#8211; Residência com microgeração em Minas Gerais</span></figcaption></figure>



<p>&nbsp;</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Geração de energia renovável e isenção de impostos</strong></h3>



<p><strong>A geração de energia de sistemas de micro e minigeração, através de&nbsp;fontes renováveis, como a solar fotovoltaica, possui isenção de impostos a níveis federal e estadual.</strong></p>



<p>O&nbsp;PIS&nbsp;e&nbsp;COFINS&nbsp;são isentados em todo o país, de acordo com lei aprovada pelo governo. Já o&nbsp;ICMS&nbsp;é atualmente isentado em 20 estados brasileiros mais o distrito federal. Para aqueles estados que não aderiram ao novo Convênio, mantém-se a regra anterior, na qual o ICMS é cobrado sobre todo o consumo, desconsiderando assim a energia injetada na rede pela micro ou minigeração.</p>



<p><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/caderno-tematico-micro-e-minigeracao-distribuida-aneel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Se quiser saber mais, veja a matéria e baixe o caderno Temático da ANEEL</strong></a></p>



<p>Fonte:<a href="http://www.aneel.gov.br/informacoes-tecnicas/-/asset_publisher/CegkWaVJWF5E/content/geracao-distribuida-introduc-1/656827?inheritRedirect=false" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ANEEL</a></p>
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		<title>Primeira usina solar em prédio do governo federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 18:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira usina solar em prédio do governo federal&#160;foi instalada na sede&#160;do Ministério de Minas e Energia (MME) , sendo&#160;o primeiro edifício da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a contar com sistema de geração de energia solar fotovoltaica conectado à rede de distribuição. Com o sistema, inaugurado nesta quinta-feira (17), o local deixará de emitir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A primeira usina solar em prédio do governo federal&nbsp;foi instalada na sede&nbsp;do Ministério de Minas e Energia (MME) , sendo&nbsp;o primeiro edifício da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a contar com sistema de geração de energia solar fotovoltaica conectado à rede de distribuição.</h4>



<p>Com o sistema, inaugurado nesta quinta-feira (17), o local deixará de emitir 6,4 toneladas de CO2 na atmosfera e economizará cerca de R$ 70 mil ao ano.</p>



<p>Em entrevista ao Portal Brasil, o ministro da pasta, Fernando Coelho Filho, destacou que, além da economia de energia, <strong>o sistema instalado simboliza o compromisso do governo brasileiro com a utilização de fontes de energia renováveis</strong>, além da fonte hídrica.</p>



<p>O projeto é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o MME e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) para a instalação do primeiro sistema da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, conectado à rede de distribuição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compromisso</h2>



<p>A instalação do sistema vai ao encontro do compromisso assumido na <a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/cop21-paises-assinam-acordo-em-paris/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COP 21</a>, quando o País se comprometeu a expandir o uso doméstico de energia gerada por fontes renováveis, além da energia hídrica, para ao menos 23% da matriz elétrica, até 2030.</p>



<p>O ministro enfatizou que &#8220;o presidente Michel Temer depositou na ONU o compromisso do Brasil, assumido na COP 21, de poder ampliar as matrizes energéticas renováveis além da fonte hídrica. O MME, responsável pela edição de políticas do setor, já gera parte da sua energia de forma sustentável e renovável”, comemorou.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Funcionamento da Primeira usina solar em prédio do governo federal</h2>



<p>O sistema de geração distribuída solar fotovoltaica está instalado no telhado do edifício-sede do MME, dessa forma, será possível compensar parte da eletricidade consumida por meio de geração própria.</p>



<p>Foram instalados 154 painéis solares (1,0 x 1,64 m), sem a alocação de recursos do orçamento do governo federal. O investimento, estimado em de R$ 400 mil, foi viabilizado pela Absolar e seus associados.</p>



<p>Considerando a vida útil do sistema, superior a 25 anos, um total de 161 toneladas de CO2 deixará de ser emitido pelo sistema. Isso equivale a uma área de floresta de 3 mil m² ou cerca de 900 mil quilômetros rodados por carros de passeio das ruas do País.</p>



<p>A energia que venha a sobrar (por exemplo, o que for gerado nos finais de semana e feriados) será entregue à Companhia Energética de Brasília (CEB), e esse crédito poderá ser utilizado em até 60 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/ministerio-do-meio-ambiente-recebe-o-selo-procel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Edifício do Ministério do Meio Ambiente recebe o Selo Procel</a></span></h3>



<h2 class="wp-block-heading">Incentivo</h2>



<p>A geração distribuída já é regulada no País, e o consumidor de energia elétrica pode fazer essa opção e solicitar a sua conexão à rede. <strong>A energia gerada pelo sistema fotovoltaico é de 20% a 30% mais econômica que a comprada em baixa tensão do sistema elétrico.</strong></p>



<p>“É uma tendência natural no mundo todo. A instalação no ministério dá ao consumidor a confiança e o conhecimento necessários para que ele possa também adotar o mesmo tipo de sistema na sua casa ou na sua empresa”, declarou o presidente da Absolar.</p>



<p>Fonte: <a href="http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2016/11/minas-e-energia-inaugura-1-usina-solar-em-predio-do-governo-federal" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal Brasil</a>, com informações do MME</p>



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		<item>
		<title>FNE SOL financiará minigeração de energias renováveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/fne-sol-minigeracao-de-energias-renovaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 19:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Nordeste, através da linha de crédito FNE SOL, vai financiar a micro e minigeração de energias renováveis para empresas em até 100%, com prazo de pagamento de até 12 anos. Empresas de todos os portes e setores que quiserem gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis (fotovoltaica, eólica ou biomassa) agora contam com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O Banco do Nordeste, através da linha de crédito FNE SOL, vai financiar a micro e minigeração de energias renováveis para empresas em até 100%, com prazo de pagamento de até 12 anos.</h3>
<p>Empresas de todos os portes e setores que quiserem gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis (fotovoltaica, eólica ou biomassa) agora contam com mais uma opção de financiamento, por meio do FNE SOL, programa do Banco do Nordeste. O projeto de financiamento está em consonância com o <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/vitorias-rumo-a-um-brasil-com-mais-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD)</a>, lançado pelo Ministério de Minas e Energia em dezembro de 2015, para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia (em especial a solar fotovoltaica).</p>
<figure id="attachment_12399" aria-describedby="caption-attachment-12399" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/minigeração-de-energias-renováveis-e1466093462172.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12399" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/minigeração-de-energias-renováveis-e1466093462172.png" alt="minigeração de energias renováveis" width="600" height="213" /></a><figcaption id="caption-attachment-12399" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Portal Brasil</span></figcaption></figure>
<p>A nova linha de crédito utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e tem prazo de pagamento de até 12 anos, com um ano de carência. O investimento pode ser financiado em até 100%.</p>
<p>Com incentivos do ProGD, a previsão é que ate 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residência, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (48 TWh produzidos) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Com isso, o Brasil pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.</p>
<h4><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://sustentarqui.com.br/tag/microgeracao-de-energia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Saiba mais sobre micro e minigeração de energias renováveis no Brasil e seus incentivos.</a></span></h4>
<p>O crédito do Banco do Nordeste é destinado a empresas agroindustriais, industriais, comerciais e de prestação de serviços, além de produtores rurais, cooperativas e associações beneficiadas ou não com recursos do FNE.</p>
<p>Regiões que o Banco do Nordeste (BNB) atende com o FNE Sol: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Os juros são entre 6,5% e 11% ao ano, de acordo com o porte do cliente.</p>
<h2>Micro e minigeração de energias renováveis</h2>
<p>A <strong>Microgeração de Energia Distribuída</strong> é caracterizada por uma central geradora de energia elétrica, com <strong>potência instalada menor ou igual a 100 kW</strong> e que utilize fontes de energia renovável, como a energia solar fotovoltaica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.</p>
<p>Já a <strong>minigeração de energias renováveis distribuída</strong> engloba os mesmos tipos de centrais geradoras com potência instalada superior <strong>a 75 kW e menor ou igual a 5 MW</strong> (com exceção da fonte hidráulica, cuja potencia deve ser menor ou igual a 3 MW).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mme.gov.br/web/guest/pagina-inicial/outras-noticas/-/asset_publisher/32hLrOzMKwWb/content/banco-do-nordeste-cria-linha-de-credito-para-projetos-de-micro-e-minigeracao?redirect=http%3A%2F%2Fwww.mme.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Fpagina-inicial%2Foutras-noticas%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_32hLrOzMKwWb%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MME</a></p>


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		<title>Caderno temático “Micro e Minigeração Distribuída&#8221; &#8211; ANEEL</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/caderno-tematico-micro-e-minigeracao-distribuida-aneel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 19:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do caderno temático “Micro e Minigeração Distribuída&#8221; está disponível no portal da ANEEL, elaborado numa parceria entre a SCR e a SRD. O&#160;sistema de micro e minigeração regulamentado pela Resolução Normativa nº 482/2012,permite que o consumidor gere energia elétrica, para consumo próprio, a partir de pequenos geradores de fontes renováveis (como eólica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A segunda edição do caderno temático “Micro e Minigeração Distribuída&#8221; está disponível no portal da ANEEL, elaborado numa parceria entre a SCR e a SRD.</h2>



<p>O&nbsp;sistema de micro e minigeração regulamentado pela Resolução Normativa nº 482/2012,permite que o consumidor gere energia elétrica, para consumo próprio, a partir de pequenos geradores de fontes renováveis (como eólica ou solar) ou mesmo combustíveis fósseis.</p>



<p>Após a <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aprovação das alterações na Resolução</a>, que entre&nbsp;as principais mudanças foi a possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios,&nbsp;e&nbsp;o Lançamento do Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), houve <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/residencias-microgeradoras-de-energia-quadriplicaram-em-2015/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">um rápido crescimento nos projetos&nbsp;de residências microgeradoras de energia renovável</a>&nbsp;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/telhados-serao-protagonista-da-energia-solar-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:Telhados serão protagonistas da energia solar no Brasil&nbsp;</a></h4>



<p>Os Cadernos Temáticos ANEEL são publicações de natureza técnica que buscam traduzir em linguagem mais acessível à população temas tratados pela Agência.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://www.aneel.gov.br/documents/656877/14913578/Caderno+tematico+Micro+e+Minigera%C3%A7%C3%A3o+Distribuida+-+2+edicao/716e8bb2-83b8-48e9-b4c8-a66d7f655161" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/aneel-geração-de-energia-distribuída-capa.png" alt="ANEEL caderno-temático-Micro-e-Minigeração-Distribuída" class="wp-image-12343"/></a><figcaption>i<span style="color: #999999;">magem: Divulgação</span></figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aneel.gov.br/publicacoes/-/asset_publisher/RZHMABCrjxNd/document/id/14942010?inheritRedirect=false&amp;redirect=http%3A%2F%2Fwww.aneel.gov.br%2Fpublicacoes%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_RZHMABCrjxNd%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Baixe aqui o&nbsp;Caderno tematico Micro e Minigeração Distribuida &#8211; 2 edição</a></span></h2>



<p>Fonte:<a href="http://www.aneel.gov.br/publicacoes/-/asset_publisher/RZHMABCrjxNd/document/id/14942010?inheritRedirect=false&amp;redirect=http%3A%2F%2Fwww.aneel.gov.br%2Fpublicacoes%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_RZHMABCrjxNd%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Aneel</a></p>



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		<title>Mais um passo para a aprovação do uso do FGTS para microgeração de energia limpa</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/uso-do-fgts-para-microgeracao-de-energia-limpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 20:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos à construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um passo foi dado para a aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 371/2015, do senador Ciro Nogueira (PP-PI) que permite o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a aquisição e a instalação de equipamentos de geração elétrica em residências. Nesta quarta-feira (24), teve a aprovação da Comissão de Serviços de Infraestrutura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um passo foi dado <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/fgts-podera-ser-usado-para-quem-gerar-energia-renovavel-em-casa/" target="_blank">para a aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 371/2015, do senador Ciro Nogueira (PP-PI) que permite o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)</a> para a aquisição e a instalação de equipamentos de geração elétrica em residências. Nesta quarta-feira (24), teve a aprovação da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).</p>
<p>Os recursos poderão ser sacados uma vez com essa finalidade. Para sacar, o interessado precisa comprovar pelo menos três anos com carteira assinada. A casa em que os equipamentos serão instalados tem de ser do beneficiado.</p>
<h2> O Projeto de Lei estabelece o benefício do uso do FGTS para microgeração de energia gerada a partir de fontes hidráulica, solar, eólica ou de biomassa. A proposta segue para a análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).</h2>
<p>Segundo o autor, o objetivo é<strong> estimular a eficiência energética por meio de fontes renováveis</strong>. Nos últimos anos, segundo o senador, o Brasil tem sofrido com o desequilíbrio entre oferta e a demanda de energia elétrica, por escassez de chuvas ou por deficiência no planejamento setorial. A solução tem sido acionar as usinas termoelétricas, uma produção mais cara e poluente. Ciro Nogueira disse, ainda, que sabe que alguns setores do governo são contra o acesso ao FGTS para determinadas coisas.</p>
<p>— Esta comissão vai ter o bom senso de saber que um projeto desses visa a gerar energia de forma mais limpa possível, a melhorar a renda dos trabalhadores brasileiros e, principalmente, a fazer jus a um dinheiro que é dele, do trabalhador — afirmou Ciro.</p>
<p>O relator do projeto, Wilder Morais (PP-GO), deu parecer favorável à aprovação e sugeriu apenas aperfeiçoamentos de redação e técnica legislativa. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que votou favorável ao projeto, afirmou que a busca de fontes alternativas de energia é uma preocupação de todos os parlamentares, mas ressaltou o cuidado que se deve ter com o uso dos recursos do FGTS de modo indiscriminado.</p>
<p>— O recurso do FGTS é uma poupança dos trabalhadores, e o volume de recurso está diminuindo. Agora mesmo, nesse programa de governo de financiamento, 80% dos recursos a serem aplicados vêm do FGTS, a menor parte é do Tesouro. E um outro fato a comentar aqui é que a presidente Dilma vetou a utilização de investimento de recursos exatamente onde deveria incentivar: na geração de energia alternativa, que é a eólica e a solar — questionou.</p>
<p><strong>O senador José Pimentel (PT-CE) afirmou que investir na energia eólica e na energia solar é muito importante principalmente para o Nordeste. O senador, que também se preocupa com o uso dos recursos do FGTS, disse ainda que o conselho curador do fundo ajudará a solucionar a questão e manifestou o apoio do governo ao projeto.</strong></p>
<p>— Temos poucos mananciais de água que podem gerar energia, mas temos, nessa chamada energia limpa, um potencial muito forte. Todo o Nordeste tem um potencial de energia eólica muito forte. Hoje o Ceará já produz energia eólica para o seu abastecimento e na proporção do que está sendo investido na região. Logo o Nordeste todo será superavitário na geração de energia — afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/02/24/saque-do-fgts-para-gerar-energia-em-casa-e-aprovado-pela-comissao-de-infraestrutura" target="_blank">Agência Senado</a></p>
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		<title>Residências microgeradoras de energia quadriplicaram em 2015</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/residencias-microgeradoras-de-energia-quadriplicaram-em-2015/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 17:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número de residências microgeradoras de energia renovável quadriplicaram em 2015. A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar. A geração distribuída no Brasil registrou em 2015 o total de 1.307 novas adesões de consumidores, somando uma potência instalada de 16,5 megawatts (MW) e totalizando 1.731 conexões. A geração distribuída é quando o consumidor brasileiro pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Número de residências microgeradoras de energia renovável quadriplicaram em 2015. A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar.</h2>
<p>A geração distribuída no Brasil registrou em 2015 o total de 1.307 novas adesões de consumidores, somando uma potência instalada de 16,5 megawatts (MW) e totalizando 1.731 conexões. A geração distribuída é quando o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis.</p>
<h3>Apenas entre novembro e dezembro, após a aprovação das alterações na <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank">Resolução Normativa Aneel 482/2012</a> e o Lançamento do <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/vitorias-rumo-a-um-brasil-com-mais-energia-solar/" target="_blank">Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (</a>ProGD), houve crescimento de 73% nos projetos, que registravam mil unidades em outubro.</h3>
<p>A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar, com 1.675 adesões, seguida da eólica, com 33 instalações. Atualmente, <strong>o estado que possui mais micro e minigeradores é Minas Gerais, com 333 conexões</strong>. Seguem o Rio de Janeiro, com 203, e o Rio Grande do Sul, com 186.</p>
<p>A geração distribuída tem registrado crescimento expressivo <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-casa-carioca-com-microgeracao-de-energia-solar-conectada-a-rede/" target="_blank">desde as primeiras instalações, em 2012</a>. Naquele ano, eram apenas três projetos registrados, enquanto que em 2013 foram verificados 75. Se comparado com o ano de 2014, quando registrado 424 conexões, o número de adesões quadruplicou em 2015, passando para os atuais 1.731 adesões.</p>
<p><figure id="attachment_10343" aria-describedby="caption-attachment-10343" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/11/CasaCariocaSolar.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-10343 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/11/CasaCariocaSolar.jpg" alt="Residências microgeradoras de energia quadriplicaram" width="353" height="235" /></a><figcaption id="caption-attachment-10343" class="wp-caption-text"><span style="color: #808080;">Primeira casa carioca com microgeração de energia solar conectada à rede.</span></figcaption></figure></p>
<p>Com o aprimoramento na Resolução Normativa nº 482/2012, que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica e permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, são estimadas 1.230.000 unidades de micro e minigeração até 2024, o que representaria 4.500 MW de capacidade. As novas regras começam a valer a partir de 1º de março de 2016.</p>
<p>Para aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia, o Ministério de Minas e Energia (MME), lançou em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).</p>
<p>Com investimentos de pouco mais de R$ 100 bilhões até 2030, o Programa prevê que 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residências, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (cerca de 48 TWh produzidos anualmente) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração anual da Usina Hidrelétrica de Itaipu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/01/residencias-que-produzem-sua-propria-energia-eletrica-quadruplica-em-2015" target="_blank">Portal Brasil</a>, Ministério de Minas e Energia e <a href="http://www.aneel.gov.br/" target="_blank">Aneel</a></p>
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		<title>Vitórias rumo a um Brasil com mais energia solar</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/vitorias-rumo-a-um-brasil-com-mais-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2015 21:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vitórias rumo a um Brasil com mais energia solar: Hoje foi aprovado na Comissão de Minas e Energia o PL do Sol, que poderá reduzir os impostos dos sistemas fotovoltaicos, e também, medidas que irão incentivar a adoção de sistemas de energia solar em escolas do país. E ontem o&#160;Governo lançou um programa para estimular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Vitórias rumo a um Brasil com mais energia solar: Hoje foi aprovado na Comissão de Minas e Energia o PL do Sol, que poderá reduzir os impostos dos sistemas fotovoltaicos, e também, medidas que irão incentivar a adoção de sistemas de energia solar em escolas do país. E ontem o&nbsp;Governo lançou um programa para estimular a geração de energia pelos consumidores</h4>
<p><strong>O&nbsp;PL do Sol é um projeto de lei que prevê isenções de tributos em alguns componentes dos sistemas fotovoltaicos, tornando seu acesso 20% mais barato para o consumidor final.</strong> Além disso, o projeto também <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/fgts-podera-ser-usado-para-quem-gerar-energia-renovavel-em-casa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prevê a liberação do uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o cidadão que tenha interesse em gerar sua própria eletricidade a partir do sol </a>e economizar na conta de luz. Se for aprovado e virar lei, o PL será um passo importante para a disseminação da energia solar no Brasil, afinal, o sistema se tornará muito mais acessível a todos os brasileiros.O próximo passo agora é a aprovação do PL do Sol na Comissão de Finanças e Tributação.</p>
<p>Hoje também foi aprovado no plenário da Câmara dos Deputados o Plano Plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentários, instrumentos que definem como será o orçamento federal nos próximos três anos. Os projetos foram aprovados com emendas que criam <strong>dotações para a energia solar em prédios públicos, principalmente em escolas</strong>. &nbsp;Agora, os projetos seguem para sanção da Presidenta Dilma Rousseff.</p>
<h2>Governo&nbsp;lançou Programa de Geração Distribuída com destaque para energia solar</h2>
<p>A geração de energia solar pelos próprios consumidores deverá movimentar mais de R$ 100 bilhões em investimentos até 2030. A estimativa é do <a href="http://www.mme.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério de Minas e Energia</a>, que lançou ontem&nbsp;(15) o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), que tem como <strong>objetivo estimular e ampliar a geração distribuída com fontes renováveis em residências, indústria, comércio, além de universidades e hospitais.</strong></p>
<p>Com a geração distribuída, os consumidores que instalarem equipamentos para gerar a energia para seu próprio consumo, com placas solares, por exemplo, podem vender o excedente para a distribuidora de energia local. Os créditos podem ser utilizados em até cinco anos para diminuir a conta de luz em outros meses, quando o consumo for maior. O consumidor também poderá usar o crédito para abater a fatura de outros imóveis sob sua titularidade.</p>
<p>Os condomínios que quiserem instalar equipamentos para gerar a sua própria energia poderão repartir a energia entre os condôminos. Outra possibilidade é a formação de consórcios ou cooperativas para a instalação de sistemas de geração distribuída. O ministério estima, até 2030, a adesão de 2,7 milhões de unidades consumidoras e a geração de 48 milhões de mwh, que é a metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu.</p>
<p>Para o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, “O Brasil tem uma característica que é única: os nossos ventos e a nossa irradiação solar acontecem exatamente no período seco, não no período úmido. Então o nosso balanço energético será complementar”.</p>
<p><strong>O consumidor que optar pela instalação de equipamentos para geração de energia distribuída terá isenção de ICMS sobre a energia que for fornecida para a rede da distribuidora. A energia que for lançada na rede pelo consumidor também ficará isenta de Pis/Pasep e Cofins.</strong></p>
<p>Os bens de capital destinados à produção de equipamentos de geração solar terão a alíquota do Imposto de Importação reduzida de 14% para 2% até o fim de 2016. Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<a href="http://www.bndes.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BNDES</a>) vai apoiar os projetos de eficiência energética e de geração distribuída em escolas e hospitais públicos com recursos a taxas diferenciadas.</p>
<p>Outras medidas previstas no programa são a criação e expansão de linhas de crédito e financiamento de projetos de sistemas de geração distribuída; o incentivo à industria de componentes e equipamentos e o fomento à capacitação e formação de profissionais para atuar no setor. Também está prevista a capacitação e formação de recursos humanos para atuar na cadeia produtiva das energias renováveis.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Dezembro-um-mes-de-vitorias-rumo-a-um-Brasil-mais-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Greenpeace</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-12/governo-lanca-programa-para-estimular-geracao-de-energia-pelos-consumidores" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2015 20:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) votou no dia&#160;24/11 alterações que facilitam&#160;as regras de micro e minigeração de energia no país.&#160;Entre as principais&#160;mudanças&#160;a&#160;possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios. Segundo as novas regras de&#160;aprimoramentos na Resolução Normativa nº 482/2012 , que começam a valer a partir de 1º de março de 2016, será permitido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A&nbsp;Agência Nacional de Energia Elétrica (<a href="http://www.aneel.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aneel</a>) votou no dia&nbsp;24/11 alterações que facilitam&nbsp;as regras de micro e minigeração de energia no país.&nbsp;Entre as principais&nbsp;mu</strong>danças&nbsp;a&nbsp;possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios.</p>
<p>Segundo as novas regras de&nbsp;aprimoramentos na Resolução Normativa nº 482/2012 , que <strong>começam a valer a partir de 1º de março de 2016</strong>, será permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.</p>
<p>A resolução validada oferece uma série de benefícios aos brasileiros. Entre os principais pontos alterados está a permissão para que moradores de um mesmo condomínio se organizem e instalem um sistema de energia solar, de forma a abater parte da conta de luz de suas residências. O mesmo vale para um grupo de pessoas que more em uma área próxima e queira aproveitar a luz do sol em painéis compartilhados. <strong>Antes, para ter compensações na conta de luz de sua casa, era preciso ter um painel instalado em seu próprio telhado.</strong></p>
<h3>Com essas alterações, a Aneel prevê que o país chegue a 1,2 milhão de sistemas conectados à rede elétrica até 2024.</h3>
<p>Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor. O prazo de validade dos créditos gerados na micro e minigeração foi expandido de 36 para 60 meses, garantindo o benefício por mais tempo e o prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.</p>
<p>De acordo com dados do próprio governo, se todo o potencial dos telhados de todas as casas brasileiras fosse aproveitado, geraríamos eletricidade suficiente para abastecer 2,3 vezes o consumo do setor residencial.</p>
<h4>Essa decisão&nbsp;traz novos incentivos&nbsp;para a micro e minigeração de energia no Brasil e&nbsp;também&nbsp;atrairá novos investimentos para o&nbsp;país, inclusive de fabricantes de equipamentos de energias renováveis.</h4>
<p>Fontes:&nbsp;<a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Esta-mais-facil-para-cada-brasileiro-gerar-sua-propria-energia-eletrica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Greenpeace</a>&nbsp;e <a href="http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=8955&amp;id_area=90" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aneel</a></p>
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		<title>FGTS poderá ser usado para quem gerar energia renovável em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 19:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de lei estabelece a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para o trabalhador (FGTS) para a&#160;aquisição e a instalação de equipamentos para a geração&#160;de&#160;energia renovável em casa. O&#160;projeto (PLS) 371/2015&#160;que&#160;autoriza o uso do recurso para o trabalhador que quiser gerar energia para a sua residência,&#160;determina que a energia deve ser gerada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Projeto de lei estabelece a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para o trabalhador (FGTS) para a&nbsp;aquisição e a instalação de equipamentos para a geração&nbsp;de&nbsp;energia renovável em casa.</h3>
<p>O&nbsp;projeto (PLS) 371/2015&nbsp;que&nbsp;autoriza o uso do recurso para o trabalhador que quiser gerar energia para a sua residência,&nbsp;<strong>determina que a energia deve ser gerada a partir de fontes hidráulica, solar, eólica ou biomassa.</strong> Para o saque dos recursos, por uma única vez dentro dessa modalidade de aplicação, o interessado terá de comprovar pelo menos três anos de carteira assinada.</p>
<p>Ciro salienta que o objetivo é <strong>estimular a eficiência energética, por meio de fontes renováveis</strong>. Nos últimos anos, observa, o Brasil tem sofrido com o desequilíbrio entre oferta e a demanda de energia elétrica, por escassez de chuvas ou por deficiência no planejamento setorial. A solução tem sido acionar as usinas termoelétricas, uma produção mais cara e poluente.</p>
<p>O relator do projeto, Wilder Morais (PP-GO), é favorável. Ele observa que aumentar a oferta de energia com eficiência é &#8220;um alvo desejável, sobretudo quando se sabe que a escassez de água será sempre uma ameaça e que os combustíveis fósseis serão sempre poluidores e caros”.</p>
<p>Wilder Morais sugeriu apenas aperfeiçoamentos de redação e técnica legislativa ao projeto, que altera a Lei 8.036/1990, norma que dispõe sobre o FGTS. O projeto será depois avaliado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/10/26/fgts-pode-passar-a-ser-liberado-para-quem-gerar-energia-em-casa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Senado</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_10343" aria-describedby="caption-attachment-10343" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-casa-carioca-com-microgeracao-de-energia-solar-conectada-a-rede/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10343" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/11/CasaCariocaSolar.jpg" alt="energia renovável em casa" width="353" height="235"></a><figcaption id="caption-attachment-10343" class="wp-caption-text"><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-casa-carioca-com-microgeracao-de-energia-solar-conectada-a-rede/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #999999;">Primeira casa carioca com microgeração de energia solar conectada à rede.</span></a></figcaption></figure>


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		<item>
		<title>Novos incentivos fiscais para energia solar no Brasil</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/incentivos-fiscais-para-energia-solar-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 19:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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		<category><![CDATA[incentivos à construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente novos incentivos fiscais para energia solar foram aprovados no Brasil, confira: 1 &#8211; Isenção do ICMS para micro geração de energia: Em abril, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a a isenção do ICMS para fotovoltaicas no caso de microgeração de energia solar, consumidores que produzem energia e enviam à rede elétrica de abastecimento. A decisão torna [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Recentemente novos incentivos fiscais para energia solar foram aprovados no Brasil, confira:</h4>
<h2>1 &#8211; Isenção do ICMS para micro geração de energia:</h2>
<p>Em abril, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a a isenção do ICMS para fotovoltaicas no caso de microgeração de energia solar, consumidores que produzem energia e enviam à rede elétrica de abastecimento.</p>
<p>A decisão torna oficial os descontos já concedidos por São Paulo, Pernambuco e Goiás e permite que mais estados optem pela isenção, incentivando a geração de energia descentralizada.</p>
<p>Em 2013, o estado de Minas Gerais já havia, por conta própria, eliminado o ICMS da geração de energia solar, porém por um período de cinco anos. Já o convênio do Confaz – do qual fazem parte SP, PE e GO &#8211; permite uma isenção a todos estados que assim desejarem e não têm período determinado.</p>
<p>Segundo o presidente da ABSolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Rodrigo Lopes Sauaia<strong>, a mudança ainda depende da boa vontade dos governos estaduais.</strong> O governante que decidir não aderir deixará de incentivar a geração de energia limpa e decentralizada, o fomento de novas empresas, novos empregos, novos negócios e o incremento da economia local, a decisão é um sinal de sensibilização dos governos sobre o potencial da microgeração de energia e uma possível resposta aos desafios que o setor tem enfrentado recentemente.</p>
<p><strong>A alteração na forma de incidência do ICMS sobre a conta de luz do brasileiro é importante para o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica porque, da forma como é hoje, o imposto faz com que os ganhos do cidadão que já faz uso da possibilidade de gerar sua própria energia sejam reduzidos em cerca de 20%.</strong></p>
<p><figure id="attachment_1418" aria-describedby="caption-attachment-1418" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/11/CasaCariocaSolar.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1418" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/11/CasaCariocaSolar.jpg" alt="microgeração de energia solar no brasil" width="353" height="235" /></a><figcaption id="caption-attachment-1418" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Casa com mictogeração de energia solar no RJ &#8211; Foto: Divulgação</span></figcaption></figure></p>
<h2>2 &#8211; Isenção de impostos para painéis fotovoltaicos fabricados no país:</h2>
<p>A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou no dia 13 de maio de 2015, o projeto que isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de PIS/Pasep e da Cofins painéis fotovoltaicos e outros componentes dessa modalidade de energia renovável, fabricados no país.</p>
<p>O autor da proposta (PLS 167/2013), senador Wilder Morais (DEM-GO), também prevê isenção do Imposto de Importação para componentes fabricados em outros países, até que haja similar nacional equivalente ao importado, em padrão de qualidade, conteúdo técnico, preço e capacidade produtiva.</p>
<p>Conforme observa o autor, <strong>o alto preço dos painéis solares no Brasil representa um obstáculo ao maior aproveitamento da energia solar no país.</strong> Ele afirma que a disseminação de células fotovoltaicas em telhados de casas e fachadas de edifícios na Europa decorre de incentivos tributários inseridos na legislação dos países da União Europeia.</p>
<p>O relator da matéria na CI, senador Blairo Maggi (PR-MT), também avalia que o potencial brasileiro de uso de energia solar está subaproveitado e acredita que a redução de custos, a partir da desoneração proposta, dinamizará a produção alternativa de energia no país.</p>
<p>Ele informa que o setor estima um aumento do consumo de energia elétrica em torno de 46% até 2023, especialmente na indústria, sendo urgente a necessidade de incentivo a novas fontes.</p>
<p>A renúncia de receita estimada pelo Ministério da Fazenda, disse, caso as desonerações previstas no projeto sejam adotadas, ficará entre R$ 15 milhões e R$ 18 milhões anuais, o que torna a proposta exequível, na opinião de Blairo.</p>
<p><strong>A proposta ainda segue  para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes: <a href="http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/?45522/Gerao-de-energia-solar-ganha-fora-aps-iseno-de-ICMS-aprovada-pelos-estados" target="_blank">WWF,</a>  <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/ICMS-para-solar-o-dilema-do-copo-meio-cheio/" target="_blank">Greenpeace</a> e <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/05/13/ci-aprova-isencao-de-impostos-para-paineis-de-energia-solar" target="_blank">Agência Senado</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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