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	<title>urbanismo sustentável Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>urbanismo sustentável Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
		<category><![CDATA[soluções baseadas na natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área. Leia também: Manejo sustentável [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/">Leia também:  Manejo sustentável de águas pluviais</a></strong></p>



<p>No trecho entre as ruas Santa Isabel e Cunha Horta,<strong> serão instalados Jardins de Chuva e floreiras, além dos pilares que receberão trepadeiras</strong>. Também haverá espaço para ponto de aluguel de bicicletas. A ciclofaixa da via será mantida. A previsão de duração da obra é de 30 dias.</p>



<p>Na quadra entre as ruas Santa Isabel e Jaguaribe, o projeto prevê ainda um bolsão para taxistas, cuja dimensão será analisada pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os Jardins de Chuva do Minhocão serão ligados à rede de drenagem superficial da Rua Amaral Gurgel.</strong> </h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="605" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Minhocao-com-solucoes-baseadas-na-natureza-1024x605.jpeg" alt="Minhocão com soluções baseadas na natureza" class="wp-image-30394"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem: Prefeitura de SP</mark></figcaption></figure>



<p>Dessa forma, as estruturas vão cumprir a função de aumentar a área permeável da região mesmo localizadas em espaço coberto. As obras foram iniciadas no sábado (7) e são realizadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras.</p>



<p><strong>Atualmente, São Paulo conta com 420 jardins de chuva e a meta da Prefeitura é chegar a mil jardins até 2028.</strong></p>



<p>Essas estruturas são compostas por reservatórios subterrâneos que armazenam a água da chuva, ajudando a desafogar o sistema de escoamento que, normalmente, direcionaria a água para os bueiros.</p>



<p>Esses jardins são formados por três camadas principais: um poço de infiltração com aproximadamente um metro de profundidade, uma estrutura composta por pedras grandes, brita e solo, e, por fim, a camada superficial com flores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criticas a requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</strong></h3>



<p>Depois das polêmicas vagas de estacionamento, a Prefeitura de São Paulo iniciou nesta semana a construção de jardins de chuva embaixo do elevado João Goulart, no Centro da capital paulista.</p>



<p>A nota não explica por que construir jardins de chuva &#8211; áreas permeáveis, com tratamento paisagístico &#8211; sob um viaduto, onde não chove e nem há radiação solar para o desenvolvimento das plantas. O objetivo mais evidente, segundo o site Mobilize, parece ser a criação de barreiras que impeçam a ocupação dos baixos do viaduto pelas barracas, carriolas, colchões e cobertores de pessoas em situação de rua.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Futuro do Minhocão</strong></h3>



<p>Enquanto isso, o futuro do viaduto Presidente João Goulart, o Minhocão, no centro de São Paulo, e os impactos da desativação do elevado foram debatidos nesta quarta-feira (11) em evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo.</p>



<p>No Plano Diretor do município, aprovado em 2024, a desativação do Minhocão está prevista para ocorrer até 2029. Segundo a prefeitura de São Paulo, isso seria possível com a construção de um corredor de 6,9 quilômetros chamado de Boulevard Marquês de São Vicente.</p>



<p>Atualmente, o viaduto funciona como via expressa para veículos apenas nos dias úteis até às 20h. Após esse horário e aos finais de semana e feriados, o Minhocão é fechado para automóveis e aberto para o público das 7h às 22h, funcionando como um espaço para caminhada, corrida e lazer.</p>



<p>Fonte: <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/se/w/prefeitura-inicia-requalifica%C3%A7%C3%A3o-da-amaral-gurgel-sob-o-minhoc%C3%A3o-com-solu%C3%A7%C3%B5es-baseadas-na-natureza">Prefeitura de SP</a>, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/especialistas-debatem-impactos-da-desativacao-do-minhocao-em-sao-paulo">Agencia Brasil</a> e <a href="https://mobilize.org.br/noticias/14354/prefeitura-constroi-jardins-de-chuva-sob-minhocao-de-sp.html">Mobilize</a></p>



<p></p>
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		<title>Programa Cidades Verdes Resilientes promete planejamento aliado à sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas [&#8230;]</p>
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<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas para um planejamento urbano mais resiliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Programa Cidades Verdes Resilientes?</strong></h2>



<p><strong>O Programa Cidades Verdes Resilientes visa aumentar a capacidade de enfrentamento das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima.</strong></p>



<p> A iniciativa envolve ações conjuntas dos Ministérios das Cidades, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A estratégia federal pretende potencializar a atuação dos três órgãos e mobilizar entes subnacionais para cumprir os compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ação interministerial tem por objetivo a construção de uma estratégia federal, bem como mobilizar os entes subnacionais diante dos compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano aliado à sustentabilidade.</strong> </h4>



<p>O programa adotará uma estratégia de governança compartilhada, com revezamento de coordenação entre os três ministérios por meio de um Comitê Gestor interinstitucional. O colegiado será instituído por meio de Portaria Interministerial e incluirá representantes de estados e municípios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="371" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-resilientes-e1720277176884.webp" alt="programa cidades verdes resilientes" class="wp-image-30322"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo</strong></h3>



<p>Atualmente, mais da metade da população mundial habita setores urbanos (ONU, 2015), e, no Brasil, esse número aumenta cada vez mais. Somente em 2023, o Brasil apresentou um recorde em desastres naturais hidrológicos e geológicos, com mais de 1.000 ocorrências e um impacto direto na vida de mais de 500 mil habitantes (MCTI, 2024).</p>



<p>Com isso, torna-se fundamental a ênfase do programa na própria população das cidades brasileiras, em especial nas regiões periféricas, com ação direta voltada à redução das desigualdades considerando sua grande diversidade e relações em termos de gênero, raça, idade, deficiência, renda e geolocalização, além do trabalho direto na diversidade dos recortes territoriais com atuação específica para cidades metropolitanas, médias cidades amazônicas e cidades com alta vulnerabilidade climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ação do Programa Cidades Verdes Resilientes</strong></h3>



<p>O programa conta com a estruturação de abordagens temáticas territoriais prioritárias para articulação nos municípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Áreas verdes urbanas e cobertura vegetal;</strong></li>



<li><strong>Uso e ocupação sustentável do solo;</strong></li>



<li><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/">Infraestrutura verde</a> e Soluções Baseadas na Natureza (SbN);</strong></li>



<li><strong>Eficiência energética e tecnologias de baixo carbono;</strong></li>



<li><strong>Mobilidade sustentável;</strong></li>
</ul>



<p>Onde, para cada abordagem, serão definidas ações dentro das 5 linhas estratégicas: Articulação Institucional, Orientações Técnicas e Normativas (através da construção participativa de um marco normativo), Capacitação, Educação Urbano-Ambiental e Informação, Fomento de projetos e Financiamentos, no intuito de aprimorar a implementação do programa de forma que aumente o engajamento institucional e promova a participação coletiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Participação ativa</strong></h3>



<p>A elaboração da versão final do PCVR conta com a participação ativa e direta de representantes federais, municipais e da sociedade civil em oficinas e fóruns temáticos que visam a construção de conhecimento conjunta a partir das linhas estratégicas.</p>



<p>As ações previstas incluem articulação institucional, capacitações, orientações e normativos, captação de recursos e fomento a projetos de intervenções municipais, com foco em temas como qualidade ambiental urbana, resiliência climática, redução de desigualdades socioambientais e prevenção de desastres climáticos. Os recursos para o programa virão de diversas fontes, incluindo internacionais, e do Orçamento Geral da União (OGU), conforme definido pelo plano de ação do Comitê Gestor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="671" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-1024x671.jpg" alt="cerimônia dia do meio ambiente" class="wp-image-30323"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Cerimônia realizada no Palácio do Planalto em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente marcou o lançamento do Decreto que altera o Programa Cidades Verdes Resilientes. A cerimônia aconteceu nesta quarta-feira (5) e contou com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Jader Filho, das Cidades, e Marina Silva, do Meio Ambiente, entre outras autoridades.</mark></figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/dia-mundial-do-meio-ambiente-2013-ministerio-das-cidades-assina-decreto-do-programa-cidades-verdes-em-cerimonia-no-palacio-do-planalto">Ministério das Cidades</a> e <a href="https://www.andusbrasil.org.br/atuacao/nivel-nacional/fase-2/programa-cidades-verdes-resilientes">Andus</a></p>



<p>Imagem da capa &#8211; <a href="https://www.redus.org.br/programa-cidades-verdes-resilientes">Redus</a></p>
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		<title>Regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos. Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes. O Institute for Global Health (ISGlobal) publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos.</strong></p>



<p>Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes.</p>



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<p>O I<a href="https://www.isglobal.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nstitute for Global Health (ISGlobal)</a> publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra que morar perto de árvores e áreas verdes está correlacionado com melhor saúde mental e menor uso de drogas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">A regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis ​​inclui três pontos:</mark></h2>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">1- Ter 3 árvores decentes visíveis de cada casa</mark></strong></p>



<p>. Pesquisas recentes comprovam a importância do verde visível para o bem-estar e a saúde mental.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">2-  Morar em um bairro com pelo menos 30% de cobertura verde </mark></strong></p>



<p>. A pesquisa mostra uma conexão entre a cobertura da copa das árvores e, por exemplo, o resfriamento do ambiente, um melhor ambiente de ar e saúde mental e física. Ao tornar mais verdes os bairros, também incentivamos os residentes a passar mais tempo fora de casa. O que também promove a coesão social.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">3- Estar a menos de 300 metros de um parque ou espaço verde</mark></strong></p>



<p>. As pessoas devem ter acesso, com uma caminhada segura de 5 a 10 minutos, a um espaço verde de alta qualidade. Isso é a recomendação do Escritório Regional Europeu da Organização Mundial da Saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/beneficios-das-arvores-cidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Leia também: Benefícios das árvores para as cidades e pessoas</strong></a></h4>



<p>Playgrounds, ciclovias e parques acessíveis, por exemplo, garantem que as pessoas se encontrem, se movimentem e relaxem mais. Um ambiente de vida saudável também é um ambiente de vida atraente. </p>



<p><strong>A vegetação na cidade não só tem um efeito positivo na saúde, mas também contribui para um clima de vida e negócios atraente. Além disso, oferece oportunidades para reduzir o estresse térmico e as inundações.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg" alt="BarcelonaParc_de_la_Ciutadella" class="wp-image-29526" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"> <mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">BarcelonaParc_de_la_Ciutadella</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estudo feito em Barcelona</strong></h2>



<p>A pesquisa liderada pelo ISGlobal baseou-se em uma amostra de 3.145 habitantes de Barcelona com idades entre 15 e 97 anos, recrutados aleatoriamente.</p>



<p>O estado de saúde mental foi avaliado com o Questionário de Saúde Geral de 12 itens (GHQ-12). Dezoito por cento dos participantes relataram problemas de saúde mental e 8,3% relataram ter visitado um psicólogo no ano anterior. Além disso, 9,4% relataram uso de tranquilizantes ou sedativos e 8,1% relataram ter usado antidepressivos nos últimos dois dias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“O estudo descobriu que há relativamente pouco espaço verde em Barcelona e que a regra <strong>3/30/300</strong> satisfaz apenas uma pequena porcentagem de pessoas, apesar de seus efeitos benéficos para a saúde mental”, explicou o diretor da ISGlobal e principal autora do estudo.</h4>



<p>“Dada a estrutura urbana de Barcelona e sua densidade populacional (16.000 habitantes por quilômetro quadrado), há pouco espaço disponível para parques e espaços abertos. Assim, os espaços passíveis de alteração são as ruas e as coberturas dos edifícios&#8221;</p>



<p>“A questão é até que ponto 30% de cobertura de copa das árvores é viável, especialmente em cidades compactas?”, concluíram os pesquisadores.</p>



<p><strong>Segundo a equipe de pesquisa, estudos semelhantes devem ser realizados em cidades com mais cobertura arbórea do que Barcelona. Já que a falta de espaço verde da cidade, limita a capacidade de avaliar o aspecto da regra 3/30/300.</strong></p>



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<p>Para baixar o estudo completo, acesse <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0013935122017145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esse link</a>.</p>
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		<title>Jardins filtrantes em Recife despoluem águas de riacho</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/jardins-filtrantes-em-recife-despoluem-aguas-de-riacho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Despoluição de rios]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia. Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia.</p>



<p>Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros quadrados (m²), em um trecho deste afluente do Capibaribe, que corta o Parque do Caiara, na Iputinga, Zona Oeste da capital pernambucana.</p>



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<p>O projeto dos jardins filtrantes foi implantado pela Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aries), uma organização social de inovação, sem fins lucrativos. A execução foi possível devido à cooperação internacional com a CITInova, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pasta trabalha para que o modelo dos jardins filtrantes em Recife seja reproduzido em outras cidades brasileiras.</strong></h4>



<p>O custo da ação foi de U$$ 1,4 milhão, aproximadamente R$ 7 milhões, financiados pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) mantido com doações de países industrializados e apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>



<p>As obras dos jardins filtrantes em Recife tiveram início em 2022, e o sistema começou a operar, de fato, em fevereiro deste ano. A implantação total do projeto está prevista para abril, com a capacidade de filtragem mantida em cerca de 360 mil litros de água/dia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="466" data-id="29418" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg" alt="Parque do Caiara" class="wp-image-29418" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="507" data-id="29417" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg" alt="Parque do Caiara," class="wp-image-29417" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="491" data-id="29419" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg" alt="Jardins filtrantes em Recife" class="wp-image-29419" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Giselle Cahú Aries/CITinova</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Solução Baseada na Natureza</h2>



<h4 class="wp-block-heading">A tecnologia aplicada nos Jardins Filtrantes em Recife é uma inovação francesa patenteada pela Phytorestore, que utiliza plantas cuidadosamente selecionadas para remover poluentes da água por meio de um processo de fitorremediação. </h4>



<p>Baseada em recursos naturais, com uso basicamente de pedras, areia e plantas aquáticas, por onde fluem as águas.</p>



<p>Primeiramente a absorção dos nutrientes é feita pelas raízes dos vegetais, associada à passagem da água suja por cinco tanques de pedras, com diferentes substratos. Como resultado acontece a remoção e detenção de resíduos sólidos, como metais.</p>



<p>A água então é tratada sem química. Este processo de filtragem, principalmente de esgoto, é contínuo. Ao mesmo tempo em que a água do riacho do Cavouco entra no sistema, há água purificada saindo e sendo devolvida ao Capibaribe.</p>



<p>Para este projeto do riacho do Cavouco foram empregadas 7,5 mil mudas de 36 tipos de macrófitas aquáticas nativas da região – como Heliconia psittacorum, Pontederia cordata, Canna generalis, Thalia geniculata, Echinodorus grandiflorus e Nymphea sp –, plantadas nas pedras dos tanques.</p>



<p><strong>As espécies foram selecionadas considerando a resistência ao clima local e o paisagismo projetado para o Parque do Caiara. Este tipo de vegetação macrófita contribui para a manutenção da biodiversidade e pode servir como indicador da qualidade da água.</strong></p>



<p>A tecnologia é semelhante à empregada na despoluição do rio Sena, da cidade de Paris, na França, que foi visitada por representantes da Aries. Mariana aponta que no Brasil a experiência já desperta interesse, por exemplo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFP) e da cidade de Florianópolis (SC) para futura implantação. “Tem havido muita curiosidade”.</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/despoluicao-rio-tiete-inspirado-rio-sena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia também: Despoluição do Rio Tietê será inspirado no Rio Sena</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados dos Jardins Filtrantes em Recife</h2>



<p>A expectativa da Agência Aries é de que o projeto sustentável possa reduzir entre 90% e 95% a poluição das águas do riacho do Cavouco.</p>



<p>A diretora Mariana conta que testes químicos de monitoramento já estão sendo realizados para aferir a qualidade de amostras da água do riacho. Mas que visualmente, a água cinzenta está dando lugar a um líquido bem menos turvo.</p>



<p><strong>“Já no primeiro resultado, na entrada do sistema de filtragem, a gente vê, a olho nu, a diferença da qualidade da água. E principalmente na saída, quando essa água volta ao riacho e vai desaguar no [rio] Capibaribe”.</strong></p>



<p>De acordo com Mariana, a oxigenação das águas do Cavouco aumentou com o sistema inovador e, também está mudando o microclima local. “Está cheio de sapos lá, beija-flores, capivaras e peixes. A vida está chegando”.</p>



<p>“O projeto é uma gota no oceano. Mas, é uma gota de contribuição importante porque melhora a qualidade de vida do peixe que está ali, tem capivara, jacaré e vários animais que vivem no local. É um rio urbano e que sofre com as consequências da poluição. Mas, o [Capibaribe] que é tão importante para o Recife ainda é muito poluído”, constata Mariana.</p>



<p>O monitoramento da qualidade dessas águas do riacho vai ser frequente, já que novos sistemas serão instalados nos próximos meses, na entrada e na saída dos jardins filtrantes.</p>



<p>Fontes: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/jardins-filtrantes-despoluem-aguas-de-riacho-que-desagua-no-capibaribe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a> e <a href="https://citinova.mcti.gov.br/jardins-filtrantes-comecam-a-ser-construidos-no-recife/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CITinova</a></p>



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		<title>5 benefícios ambientais do transporte público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental.<br />
Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público:</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">1. Menos poluição do ar</mark></strong></h3>



<p>Os veículos normalmente liberam uma libra de CO2 para cada milha percorrida. Ao usar o transporte público, não são apenas as emissões de CO2 de um indivíduo ou de uma família que diminuem, mas também há efeitos positivos em escalas em toda a cidade e em todo o país. </p>



<p>As estimativas mostram que o uso do transporte público nos EUA economiza até 37 milhões de toneladas métricas de CO2 todos os anos. </p>



<p>Através de aumentos moderados de cidadãos optando por transporte público ou bicicletas em vez de veículos particulares, esse número pode aumentar de seis para 14 milhões de toneladas. Isso diminui os poluentes atmosféricos e pode melhorar drasticamente a qualidade do ar, principalmente em ambientes urbanos.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">2. Poluição sonora reduzida</mark></strong></h3>



<p>Para além da redução da poluição atmosférica, a limitação da utilização de viaturas particulares traduz-se também na diminuição da poluição sonora, sobretudo nas vias de tráfego intenso. </p>



<p>Isso é benéfico para nós e para os animais da região, pois ruídos altos e perturbadores podem afetar os ritmos circadianos e o sono, o que, consequentemente, afeta a saúde e o bem-estar geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color"><strong>3. Comunidades mais saudáveis</strong></mark></h3>



<p>Menos poluição atmosférica e sonora são melhores para a saúde e o bem-estar humano, especialmente no que diz respeito a condições crônicas, como doenças respiratórias. </p>



<p>Um ambiente mais limpo também é benéfico para a biodiversidade, particularmente em áreas urbanas onde sua sobrevivência é ameaçada por fatores induzidos pelo homem. </p>



<p>Além disso, menos poluição também permite que as plantas sequestrem grandes quantidades de CO2, o que beneficia ainda mais o planeta.</p>



<p>Ao mudar para o transporte público e/ou modos de transporte não baseados em combustível, como andar de bicicleta ou caminhar, as pessoas também se beneficiam do aumento do exercício. </p>



<p>Quando melhora-se a qualidade do ar, as pessoas também passam mais tempo ao ar livre, o que impacta positivamente o bem-estar físico e mental.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">4. Diminuição do congestionamento do tráfego</mark></strong></h3>



<p>O transporte público pode ajudar a reduzir o congestionamento nas áreas urbanas. Estudos mostram que nos EUA em 2011, o seu uso economizou 865 milhões de horas de viagem. É provável que esses números tenham aumentado nos últimos anos. </p>



<p><strong>O congestionamento não só atrapalha os deslocamentos e prejudica o meio ambiente, mas também custa caro!</strong> Sem o transporte público, os custos de congestionamento em 2011 teriam aumentado de US$ 121 bilhões para US$ 142 bilhões em quase 500 áreas urbanas nos EUA.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">5. Menos dependência de combustível e menos produtos químicos nocivos</mark></strong></h3>



<p>Embora haja uma adoção crescente de energia verde em vários setores, a indústria de transporte depende fortemente de combustíveis. Na verdade, os combustíveis à base de petróleo ainda representam 90% de todos os combustíveis para transporte. </p>



<p>Além disso, menos carros também limitam o uso de anticongelante e outros fluidos, que são prejudiciais ao meio ambiente. Esses poluentes são drasticamente reduzidos através do uso do transporte público.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29398" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO ONIBUS LONDRES" class="wp-image-29398" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">ônibus híbrido em Londres</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29396" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO TRAM VIA barcelona" class="wp-image-29396" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tranvia (VLT) em Barcelona</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que precisamos de um melhor planejamento urbano para incentivar o uso do transporte público</h2>



<p>Existem três razões principais: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>.densidade, </li>



<li>.acessibilidade </li>



<li>e caminhabilidade. </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>densidade </strong>de uma cidade afeta diretamente a forma como os serviços de transporte público são fornecidos. </h4>



<p>Por exemplo, em <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a></strong>, 30% das viagens e deslocamentos diários são realizados em transporte público. Por outro lado, em Atlanta, esse número cai para 4%. Como Barcelona é 30 vezes mais densa que Atlanta, é mais fácil fornecer serviços de transporte público confiáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>acessibilidade</strong> é outro fator chave que impacta se o transporte público for utilizado. </h4>



<p>Em uma comparação entre Pequim, Londres e Nova York, embora Pequim tenha a maior densidade populacional no centro da cidade, seu uso de transporte público é significativamente menor do que nas outras duas grandes cidades. </p>



<p>Isso ocorre porque o número de empregos e serviços que podem ser alcançados a uma distância conveniente a pé (aproximadamente 20 minutos) é significativamente menor em Pequim, em comparação com Nova York e Londres. Pequim também tem ruas muito largas, grandes quarteirões e prédios distantes das bordas das ruas, o que também afeta o acesso aos espaços públicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Finalmente, a <strong>caminhabilidade e o ambiente urbano </strong>das cidades são outro componente que impacta a forma como as pessoas se locomovem. </h4>



<p>Estudos mostram que ruas bem conservadas, movimentadas e seguras incentivam os pedestres a se locomover. </p>



<p>Por outro lado, estradas largas, calçadas estreitas ou mal conservadas e menos árvores tornam as ruas menos transitáveis. É neste tipo de ambientes urbanos que as pessoas estão significativamente menos propensas a usar o transporte público, mesmo que esteja localizado a apenas 100 metros de distância de sua casa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="513" data-id="29399" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png" alt="BRT na Barra da Tijuca - Rio de Janeiro" class="wp-image-29399" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png 950w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-300x162.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-768x415.png 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption class="wp-element-caption">BRT na Barra da Tijuca &#8211; Rio de Janeiro</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Atualmente, as cidades em desenvolvimento estão construindo mais infraestrutura de transporte público para diminuir o uso de veículos particulares. </h4>



<p>Embora esses esforços sejam importantes, os governos também devem entender que fatores pertencentes ao tecido urbano também afetam se e como o transporte público é usado. </p>



<p>Assim, investimentos também devem ser feitos para melhorar os ambientes públicos para incentivar o seu uso, como resultado teremos cidades e comunidades mais saudáveis.</p>



<p><br>Fontes: <a href="https://inhabitat.com/better-public-transport-systems-are-key-for-greener-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inhabitat</a> e <a href="https://transportation.ucla.edu/blog/5-environmental-benefits-sustainable-transportation" rel="sponsored nofollow">UCLA</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" data-id="29395" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png" alt="campanha barcelona transport public tmb" class="wp-image-29395" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-300x198.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-768x507.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1536x1013.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1.png 1816w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Campanha a favor do transporte público em Barcelona &#8211; Imagem: Divulgação TMB &#8211; Cristina Bueno (PTP)</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p><br></p>



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		<title>PRESERVAR, RECICLAR E ZELAR: A importância de políticas públicas ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ester Carro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as</strong> <strong>consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas ambientais que auxiliem em programas de reciclagem e manutenção de áreas urbanas livres.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite>“A cidade segrega e expele – quem ela não quer lá dentro, ela joga para a favela, para a periferia, para as bordas e, lá nas bordas, essa coisa vai se resolver, como se fosse um fermento, vai tendo uma compostagem nas bordas e que não vai virar mangue. Essa cidade é um organismo monstruoso.” Ailton Krenak</cite></blockquote>



<p>Os espaços livres existentes nas favelas de São Paulo, são escassos, geralmente com o solo intraurbano impermeabilizado e elevada densidade construtiva. Apresentam-se com baixa qualidade, ausência de arborização e mobiliário urbano, baixa atratividade de uso, poucas calçadas e, mesmo as existentes, são extremamente pequenas, dificultando o acesso, grande parte das ruas, vielas e lajes. Muitos constituem vazios urbanos degradados, com escassez de opções de lazer e condições precárias de saneamento.</p>



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<p>Existe uma apropriação dos espaços livres públicos restantes, seja dos poucos canteiros ou calçadas, de forma improvisada pelos moradores, servindo como meio de estar e ficar, para atividades do ócio, conversas e troca de relação devido à ausência de qualquer espaço adequado ao convívio.</p>



<p>Na <a href="https://www.fazendinhando.org/jardim-colombo"><strong>Fazendinha,</strong> antigo lixão situada na favela do Jardim Colombo</a> em São Paulo, por exemplo, percebe-se que a participação está mudando a relação dos moradores com o futuro parque; se antes a área era vista por muitos como um lugar de ninguém, passa, agora, a ser vista por cada um como o seu lugar e, as pessoas tenderão a zelar por ele. (figura 01)</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png" alt="A importância de políticas públicas ambientais - Favela fazendinha" class="wp-image-28618" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-300x200.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-768x512.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1536x1024.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 1: Parque Fazendinha, Jardim Colombo, São Paulo – SP &#8211; Fonte: Kamilla Bianca</span></figcaption></figure>



<p>Os espaços vazios são formados por vielas, ruas, áreas verdes, quintais, escadarias, encostas, etc. E os espaços cheios, em sua maioria, ocupados por moradias com uma densidade demográfica alta, ou seja, muitas pessoas por metro quadrado.</p>



<p>O sistema viário é constituído pelos percursos realizados apenas por pedestres, conhecidas como vielas. Essas vielas, muitas vezes em forma de escadarias adentram em locais muito acidentados, difíceis de serem vencidos por outro tipo de locomoção e são, sem exceção, muito estreitas. Quando estão presentes, as calçadas descontínuas, além de disputadas pelo comércio ambulante e pelos veículos.</p>



<p>Percebe-se que os terrenos subutilizados se tornam depósitos de grande quantidade de lixo e entulho; a coleta seletiva da Prefeitura é irregular, bem como a manutenção desses espaços dentro das favelas, o que ocasiona incêndios. </p>



<p>Outro problema gerado pela presença de detritos nos terrenos abandonados ocorre nas épocas de chuva, quando a enxurrada pode carregá-los contribuindo com o entupimento de bueiros e assoreamento do córrego próximo, provocando alagamentos na região.</p>



<p><strong>De acordo com dados do IBGE (2011) os resíduos sólidos representam um dos mais importantes subprodutos da vida nas cidades, destacando-se, junto com os gases do efeito estufa, entre os principais causadores de impactos ambientais oriundos da industrialização e urbanização. </strong></p>



<p>Mais de 3.300 municípios utilizam destinações inadequadas para os resíduos sólidos urbanos, sendo que os vazadouros a céu aberto (“lixões”) são empregados por 50,8% dos municípios no Brasil.</p>



<p>Recentemente o jornal New York Times (2022) publicou uma matéria contextualizando a problemática dos grandes lixões clandestinos e aterros sanitários, dentre eles o Senegal que está inundado com os resíduos plásticos de outros países, assim como com os seus próprios. </p>



<p>Em Mbeubeuss (figura 02), mais de 2.000 catadores de lixo, ganham a vida encontrando, preparando e transportando os resíduos para reciclagem, essa economia informal é que sustenta milhares de famílias senegalesas.</p>



<p>O Senegal é apenas um dos muitos países que tentam limpar, formalizar o sistema de eliminação de resíduos e adotar a reciclagem em maior escala. Até 2023, diz a União Africana, o objetivo é que 50% dos resíduos utilizados nas cidades africanas sejam reciclados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1016" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg" alt="A importância de políticas públicas ambientais - lixão" class="wp-image-28619" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-300x298.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-150x150.jpeg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-768x762.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 2: Aterro sanitário em Mbeubeuss, Senegal &#8211; Foto: Finbarr O´Reilly</span></figcaption></figure>



<p>Nas comunidades indígenas revela-se a importância da demarcação da terra indígena para a preservação dos recursos naturais, da identidade, tradições, culturas, para a cura e a produção de alimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na aldeia Tenondé não tinha mais nada, não tinha milho guarani, não tinha essa diversidade de batatas e agora podemos ter tudo isso e podemos envolver os alunos que estão na aldeia e mostrar a eles que dá para ir à roça, preparar a terra, depois plantar, depois colher, depois comer, porque aqui é o território deles. Temos tempo para ensinar, temos tempo para comer juntos. Tudo isso é importante porque, para nós, o futuro é indígena.</p>



<p>Para a terra indígena quando não tem terra, tudo fica perdido, muitas coisas ruins começam a acontecer na aldeia. O envolvimento dos jovens com drogas e bebida alcoólica é facilitado, assim como a desorganização social e a questão da fome, porque não tem espaço para plantar. Quando temos terra demarcada, o nosso trabalho, a nossa preocupação, é trabalhar pela sustentabilidade, pela autonomia alimentar e, principalmente, pela natureza, pela água limpa, pelos bichos e pelos animais, entre os quais alguns podemos comer de vez em quando e outros, não – enfim, trabalhamos por tudo aquilo que fortalece a concepção de vida guarani nesta terra.” JERÁ GUARANI, Habitar o Antropoceno, p. 12.</p>
</blockquote>



<p><br>A legislação ambiental brasileira é uma das mais bem elaboradas, mas com áreas “preservadas” que se encontram sem utilização, fechadas e muitas ao final estão à mercê do mercado imobiliário, com construções para a classe média-alta expandindo-se de maneira inconsequente e indiferente as reais necessidades da sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">É urgente o desenvolvimento de políticas públicas ambientais com planos de lei para a preservação e manutenção das poucas áreas livres urbanas existentes, de territórios indígenas e áreas verdes com ações de recuperação de áreas degradadas.</h2>



<p><br>Destaca-se a importância de planos ou projetos participativos, que tenham como base a parceria e a partilha de poder de decisão, construindo-se coletivamente cronogramas e estratégias de ações combinadas, seguem abaixo algumas diretrizes de conscientização e participação popular:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Envolver os moradores de cada territór</strong>i<strong>o, no desenvolvimento de projetos ambientais </strong>desde o princípio para que participem nos processos de tomada de decisões e melhor gerirem as áreas identificadas e mapeadas por órgãos públicos;</li>



<li><strong>Organizar um grupo da comunidade e selecionar guardiãs</strong> de preferência aqueles que apresentam alta pré-disposição em participar, solicitando a dedicação de no mínimo 6 horas semanais para monitorarem o desenvolvimento das ações;</li>



<li><strong>Realizar oficinas e encontros para debates e discussões</strong> afim de criar elos de confiança e fortalecimento do grupo;</li>



<li><strong>Promover cursos de capacitação de educação ambiental</strong>, jardinagem, manutenção do espaço livre urbano, ferramentas práticas para analisar a qualidade da água, gestão de resíduos, além da criação de jardins flutuantes e hortas comunitárias;</li>



<li><strong>Estimular a relação de proximidade entre a população e os espaços livres</strong>, explorando-se o potencial paisagístico e características da flora que são benéficas à população como sombra, frutos, propriedades medicinais, beleza e convite à brincadeira.<br></li>
</ul>



<p><strong>Preservar a terra é sobreviver, é criar relações comunitárias e participativas, é pensar em outras possibilidades de construir e habitar, é diminuir a segregação que as grandes cidades instauraram, diminuir muros e criar conexões que potencialize a mobilidade e a integração social das áreas levando em consideração as necessidades de cada território.</strong></p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Ester Carro &#8211; Arquiteta e ativista urbana</p>
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		<title>Rio de janeiro lança Distrito de Baixa Emissão no Centro para melhorar a qualidade de vida da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 20:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, lançou, nesta quarta-feira (29/6), o Distrito de Baixa Emissão, no Centro da cidade, uma área delimitada com o objetivo de implementar ações para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de seguir rumo ao compromisso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, lançou, nesta quarta-feira (29/6), o Distrito de Baixa Emissão, no Centro da cidade, uma área delimitada com o objetivo de implementar ações para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de seguir rumo ao <a href="https://sustentarqui.com.br/rio-se-compromete-a-reduzir-emissao-de-gases-do-efeito-estufa-na-c40/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compromisso de desenvolvimento sustentável </a>e melhorar a qualidade do ar e a saúde dos cariocas.</p>



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<p>Atualmente, mais de 30 cidades no mundo assinaram esse compromisso e, no Brasil, o Rio de Janeiro foi a primeira. O lançamento marca o Mês do Meio Ambiente, programado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com a realização de intervenções temporárias para que pedestres e ciclistas usufruam dos benefícios das vias.</p>



<p>– Criar esse distrito de baixa emissão de gases é mais um desafio que a Prefeitura tem nesses próximos anos. É um trabalho muito complexo, mas acreditamos que, até 2024, já tenhamos concluído a primeira fase do Distrito – afirmou o prefeito em exercício e secretário municipal de Meio Ambiente, Nilton Caldeira.</p>



<p><strong>No Distrito serão priorizadas soluções para impulsionar o desenvolvimento sustentável e o cumprimento da agenda climática, ajudando a construir uma cidade ambientalmente responsável.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1024x682.jpeg" alt="Distrito de Baixa Emissão no Centro do Rio de Janeiro" class="wp-image-28602" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1024x682.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-300x200.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-768x512.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1536x1023.jpeg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>– Lançamos hoje a pedra fundamental do distrito neutro. É um projeto grande, que vai até 2030, e em que são mobilizados diferentes órgãos da Prefeitura para trabalhar nesta redução de gases de efeito estufa na região central da cidade – disse o subsecretário de Planejamento e Acompanhamento de Resultados da Secretaria de Fazenda e Planejamento, Jean Caris.</p>



<p>De acordo com o decreto, a regulamentação do Distrito está alinhada ao <a href="https://sustentarqui.com.br/prefeitura-do-rio-plano-de-mobilidade-urbana-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática da Cidade do Rio de Janeiro (PDS). </a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A iniciativa também integra o Programa Reviver Centro, que tem como objetivos a melhoria dos espaços públicos e a promoção do uso residencial.</h2>



<p>Com 2,3 Km², o Distrito, delimitado por este programa, fica localizado entre a Avenida Beira Mar e a Avenida Marechal Floriano, e entre o Campo de Santana e a Orla Conde. A implantação do Distrito de Baixa Emissão no Centro será feita em fases até 2030.</p>



<p>A primeira fase, iniciada agora, consiste na requalificação de 35 mil metros quadrados de área pública no Centro, no início do monitoramento da qualidade do ar e de GEE, e será finalizada em 2024. </p>



<p>Além disso, estão sendo desenvolvidas outras ações, como: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>implantação de ciclovias, </li><li>elaboração do plano de mobilidade limpa, </li><li>aumento de áreas verdes, </li><li>projetos educativos para engajamento da população </li><li>início da circulação de caminhões elétricos de coleta de resíduos.</li></ul>



<p>Esta iniciativa também está alinhada com a campanha global Cidades Pedaláveis, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP), da qual o município do Rio participa como uma das cidades líderes. </p>



<p>O objetivo da campanha é ampliar e unificar importantes iniciativas ligadas à mobilidade por bicicleta, para garantir que esta se consolide como opção de transporte seguro, acessível e com emissão zero. </p>



<p>Para isto, as cidades líderes devem se empenhar em projetar e instalar infraestrutura, adotar políticas e destinar recursos para que as pessoas vivam perto de estruturas cicloviárias. Ao final do evento, um grupo de pessoas participou de uma bicicletada, num circuito de dois quilômetros pela área do Distrito.</p>



<p><strong>A ideia é ter uma cidade mais cooperativa, moderna e preparada para a liderança no enfrentamento às desigualdades, à mudança do clima e outros grandes desafios atuais. </strong></p>



<p>Para que o Distrito fosse criado, foram estudados casos de outros locais no mundo, como Londres e Medellín, também desenvolvidos em áreas centrais da cidade.</p>



<p>A implementação do Distrito será coordenada pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, tendo como órgãos centrais parceiros as secretarias de Planejamento Urbano, de Transporte, de Infraestrutura, de Meio Ambiente e o Instituto Pereira Passos. Além disso, outros órgãos também participarão das ações, como a CET-Rio e a Comlurb. O projeto também conta com o apoio de instituições externas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira algumas ações da 1ª fase</h2>



<p>Secretaria de Fazenda e Planejamento: Lançamento do decreto de regulamentação do DBE-Centro e licitação para locação de 30 carros elétricos e 10 de representação para frota municipal.</p>



<p>Secretarias de Planejamento Urbano e de Infraestrutura: áreas de requalificação urbana da primeira fase.</p>



<p>CET-Rio: Diversas ciclovias serão implantadas de 2022 a 2024. Existiam 3,2 km na área correspondente ao distrito e, neste ano, foram feitos mais 2,3 km, totalizando 5,5 km. Outros 1,9 km serão implementados até 2024.</p>



<p>Secretaria de Transporte: Plano de mobilidade limpa, que contempla, por exemplo, eixos estratégicos como políticas de gestão da circulação e estacionamento, transporte público zero emissões e mobilidade não-motorizada (pedestres e ciclistas).</p>



<p>Secretaria de Meio Ambiente e Fundação Parques e Jardins: Plano de monitoramento da qualidade do ar, aumento de vegetação e ações de educação ambiental.</p>



<p>Comlurb: Coleta de baixa emissão de resíduos através do uso de veículos elétricos.</p>



<p>Instituto Pereira Passos e Secretaria de Meio Ambiente: Plano de Monitoramento de GEE.</p>



<p></p>



<p><strong>Rio tem papel fundamental na agenda sustentável nos últimos anos.</strong> <strong>A cidade do Rio ganhou um protagonismo na agenda climática nas últimas décadas recebendo eventos como a Cúpula da Terra, em 1992; e a Rio+20, em 2021, um evento que marcou a agenda da economia verde e do desenvolvimento sustentável. </strong></p>



<p>Em março deste ano, foi realizado o evento de lançamento Rio+30 Cidades, conferência focada em discutir o futuro das cidades, que será realizada em outubro. O evento marcará os 30 anos da realização da Rio 92, a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, um marco nas discussões globais ambientais. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O Distrito de Baixa Emissão será um dos projetos apresentados na Rio+30 Cidades.</h2>



<p>O <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/prefeitura-do-rio-plano-de-mobilidade-urbana-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática da Prefeitura</a> </strong>foi baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – ONU Habitat, incluindo os seus <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). </a></p>



<p></p>



<p>É resultado de um processo participativo, que contou com o engajamento de cariocas que querem um futuro melhor para a cidade e entendem que as responsabilidades são compartilhadas.</p>



<p></p>



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<p>Fonte: Alexandre Macieira/ <a href="https://prefeitura.rio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura do Rio</a></p>
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		<title>Bairro &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; recebe certificação LEED inédita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2022 19:31:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bairro sustentável &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; localizado na Costa Esmeralda, no litoral de Santa Catarina, foi o primeiro no mundo a obter a certificação LEED for Communities: Plan and Design nível Platinum – o mais elevado do selo, que é referência mundial em sustentabilidade. Inspirado em tendências mundiais de planejamento urbano que privilegiam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bairro sustentável &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; localizado na Costa Esmeralda, no litoral de Santa Catarina, foi o primeiro no mundo a obter a  <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">certificação  LEED</a> for Communities: Plan and Design <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/leed-platinum/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nível Platinum</a> – o mais elevado do selo,  que é referência mundial em sustentabilidade.</strong></p>



<p>Inspirado em tendências mundiais de planejamento urbano que privilegiam as relações humanas, une espaços de moradia, trabalho, educação, lazer e cultura apoiados por uma infraestrutura de alta tecnologia. </p>



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</script></p>



<p>O Vivapark Porto Belo, projeto de Jaime Lerner juntamente com paisagismo de Juliana Castro, contará com uma área verde de mais de 138 mil m2 .</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1024x576.jpg" alt="Bairro sustentável - projeto de Jaime Lerner - VivaPark" data-id="28374" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28374" class="wp-image-28374" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1024x576.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1536x864.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="554" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-1024x554.jpg" alt="Bairro sustentável - projeto de Jaime Lerner - VivaPark" data-id="28370" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28370" class="wp-image-28370" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-1024x554.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-300x162.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-768x415.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark.jpg 1093w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul></figure>



<p>O empreendimento   Vivapark Porto Belo, da empresa catarinense Vokkan , possui padrão internacional de sustentabilidade por meio da certificação LEED for Communities, principal sistema global de avaliação de qualidade de vida em uma comunidade, e alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. </p>



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<p></p>



<p><strong>A conquista catarinense coloca o mercado imobiliário brasileiro em um novo contexto e consolida o projeto como um case de sucesso a ser seguido no País e no mundo. </strong></p>



<p>“Ao nosso lado estão projetos como Milano Porta Nuova, bairro onde está localizado o famoso edifício<a href="https://sustentarqui.com.br/bosque-vertical-em-milao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Bosco Verticale</a> na Itália, ou o distrito aeroportuário de Atlanta, nos Estados Unidos” afirma Roderjan Volaco, CEO da Vokkan.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1024x576.jpg" alt="urbanismo sustentável em Santa Catarina" class="wp-image-28360" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1024x576.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1536x864.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://horadeportobelosc.com.br/2022/04/07/projeto-quer-criar-banco-de-materiais-de-construcao-em-balneario-camboriu/"></a></h3>



<p>“Com essa conquista, o Vivapark presenteia todos os profissionais e empresas que atuam no movimento de Green Building destacando Brasil no cenário internacional, visto que a certificação LEED está presente em 180 países”, diz Felipe Faria, CEO do Green Building Council Brasil, e complementa, “<strong>o Vivapark comprova que podemos alinhar desenvolvimento econômico e qualidade de vida com responsabilidade ambiental</strong>. No empreendimento, a cultura da sustentabilidade e qualidade de vida estão enraizadas e seguramente beneficiará seus moradores, e os demais públicos relacionados”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong>“Vivapark é um chamado para viver este espaço, viver bem, onde a sustentabilidade e o encontro entre as pessoas acontecem de maneira bem feita.” </strong></p><cite><strong>Jaime Lerner</strong></cite></blockquote></figure>



<p>No empreendimento, a cultura da sustentabilidade e qualidade de vida estão enraizadas e seguramente beneficiará seus moradores, e os demais públicos relacionados”. Para obter a certificação, foram analisados 36 quesitos. Ao final do processo de avaliação, o Vivapark Porto Belo atingiu 87 pontos dos 110 possíveis.</p>



<p><strong>“Além de conquistar o nível mais elevado de certificação, o Vivapark Porto Belo chegou no mais alto score já registrado no mundo até hoje nessa tipologia. Para possibilitar isso, o projeto precisa comprovar o seu compromisso com a qualidade de vida, sustentabilidade e eficiência através de diferenciais como uma elevada taxa de áreas verdes por habitante, conectividade entre todos os pontos do bairro, mobilidade urbana, baixas emissões de gases do efeito estufa e gestão excelente dos recursos hídricos”, afirma Eduardo Mattos, sócio da Forte, consultoria responsável pelo processo de certificação.</strong></p>



<p>Entre os itens avaliados, destacam-se: Qualidade de Vida e Inovação, onde o Vivapark atingiu a pontuação máxima; Processos Integrados, com quatro pontos dos cinco possíveis e Sistemas Naturais e Ecologia, 11 pontos dos 13 possíveis. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="Saiba como funciona a certificação LEED" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relacionado: Saiba como funciona a certificação LEED</a></h3>



<p><strong>Outro item de destaque foi a qualificação obtida em Transporte e Uso da Terra, 16 pontos dos 18 possíveis e nota máxima nos subquesitos Transporte Misto e Walkability – ou seja, o maior protagonismo para pedestres nas vias de circulação, um dos pilares do projeto urbanístico assinado pelo arquiteto Jaime Lerner. </strong></p>



<p>O Vivapark Porto Belo também obteve pontuações elevadas em critérios como Eficiência Hídrica, com 5 pontos dos 12 possíveis; Energia Limpa, 25 de 31; Recursos Materiais, 7 de 11; e Prioridade Regional, 3 de 4.</p>



<p>Em todo o mundo, apenas 103 projetos estão em processo de certificação LEED na categoria Cities &amp; Communities. De todos os projetos avaliados, apenas oito possuem a certificação recém-obtida pelo empreendimento, o que dá a dimensão do patamar atingido pelo bairro parque a nível global de sustentabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre Jaime Lerner</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-1024x682.jpg" alt="jaime lerner arquiteto e urbanista" class="wp-image-28382" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-1024x682.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-768x511.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner.jpg 1290w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">PHOTO: HEULER ANDREY/AGENCE FRANCE-PRESSE/GETTY IMAGES </span></figcaption></figure></div>



<p>Jaime Lerner era arquiteto e urbanista e foi três vezes prefeito da Cidade de Curitiba, onde liderou a revolução urbana que fez da cidade referencia nacional e internacional em planejamento urbano, principalmente em transporte, meio ambiente, programas sociais e projetos urbanísticos. </p>



<p><strong>Pelo reconhecimento de sua obra recebeu diversos prêmios e títulos internacionais com destaque para o Prêmio Máximo das Nações Unidas para o Meio Ambiente</strong> (1990), UNICEF Criança e Paz (1996), o 2001 World Technology Award for Transportantion, o 2002 Sir Robert Mathew Prize for the Improvement of Quality of Human Settlements, pela União Internacional dos Arquitetos, e o Premio Volvo Environment Prize 2004. </p>



<p><strong>Em 2010 foi nominado pela revista Time um dos 25 Pensadores mais Influentes do mundo</strong> e em 2011, em reconhecimento por sua liderança, visão e contribuição no campo da mobilidade urbana sustentável ele recebeu o prêmio Leadership in Transport Award, agraciado pelo International Transport Forum at the OECD.</p>



<p></p>



<p>Fotos e imagens: Divulgação</p>



<p>Fontes: <a href="https://www.jaimelerner.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">JLAA</a> , <a href="https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/bairro-planejado-projetado-por-jaime-lerner-e-o-1o-do-mundo-a-conquistar-selo-de-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gazeta do Povo</a>, <a href="https://jornalfolhalitoral.com.br/vokkan-empreendimento-catarinense-vivapark-porto-belo-vira-case-mundial-em-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Folha Litoral</a></p>



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		<item>
		<title>Bairro flutuante sustentável em Amsterdã projetado para enfrentar desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 10:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Amsterdã]]></category>
		<category><![CDATA[bairro sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este bairro flutuante e sustentável em Amsterdã pode ajudar a enfrentar os desafios de alta densidade da cidade e do nível do mar. A densidade populacional e as mudanças climáticas estão aumentando o interesse em opções alternativas de construções. Com as cidades ficando sem espaço e o aumento do nível do mar previsto para colocar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este bairro flutuante e sustentável em <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/amsterda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amsterdã</a> pode ajudar a enfrentar os desafios de alta densidade da cidade e do nível do mar.</p>



<p>A densidade populacional e as mudanças climáticas estão aumentando o interesse em opções alternativas de construções.</p>



<p>Com as cidades ficando sem espaço e o aumento do nível do mar previsto para colocar 800 milhões de moradores em risco até 2050, talvez alguns de nós tenham que se acostumar a viver na água.</p>



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<p>Uma nação que está se adaptando a esse desafio é a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/holanda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Holanda</a>, onde mais de um quarto do país já está abaixo do nível do mar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em Amsterdã, foi criado um bairro flutuante visionário chamado <a href="https://schoonschipamsterdam.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Schoonschip</a> &#8211; traduzido do holandês seria algo como “navio limpo”.</strong></h3>



<p>O Schoonschip foi construído em um modelo de <strong>comunidade circular</strong>, que repensa como organizamos nossas cidades, tanto social quanto espacialmente, para enfrentar as raízes sistêmicas das mudanças climáticas e criar uma comunidade conectada com <strong>fortes valores sociais</strong>.</p>



<p><a href="Amsterdã adota modelo de economia circular (Donut)" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Relacionado: Amsterdã adota modelo de economia circular (Donut)</strong></a></p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="370" height="555" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip2_AlanJensen.jpg" alt="bairro flutuante Schoonschip" data-id="27446" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip2_AlanJensen.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27446" class="wp-image-27446" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip2_AlanJensen.jpg 370w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip2_AlanJensen-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="370" height="555" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip3_AlanJensen.jpg" alt="bairro sustentável Schoonschip" data-id="27447" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip3_AlanJensen.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27447" class="wp-image-27447" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip3_AlanJensen.jpg 370w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip3_AlanJensen-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen.jpg" alt="bairro sustentável Schoonschip" data-id="27448" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27448" class="wp-image-27448" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen.jpg 1000w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-Schoonschip4_AlanJensen-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Fotos: Alan Jensen</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>O projeto é pequeno. Pouco mais de 100 residentes vivem em 46 casas sustentáveis, na comunidade que foi projetada para ser autossuficiente, com impacto mínimo na natureza.</p>



<p>Os idealizadores do Schoonschip contrataram a <a href="http://www.spaceandmatter.nl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Space &amp; Matter</a>, que juntamente com uma equipe de consultores multidisciplinares e os moradores desenvolveram o plano urbanístico e um cais inteligente, que liga cada casa ao bairro, e com as necessárias infra-estruturas técnicas de que necessitam. </p>



<p>Logo cada morador projetou sua própria casa junto com um arquiteto de sua escolha, garantindo ao bairro um aspecto único com grande diversidade de materiais, estilos e tipos de construção.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="736" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-1024x736.jpg" alt="bairro flutuante e sustentável em Amsterdã infografico SUSTENTABILIDADE" class="wp-image-27437" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-1024x736.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-300x216.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-768x552.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-1536x1103.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-2048x1471.jpg 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-infografico-SUSTENTABILIDADE-600x431.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Crédito Metabolic</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algumas soluções sustentáveis do Schoonschip</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>As casas são muito bem isoladas</strong> e não estão conectadas à rede de gás natural.</li><li>As <strong>bombas de calor fornecem aquecimento</strong> que extraem da água do canal (aquathermie) e usam o calor solar passivo sempre que possível.</li><li>A água da torneira é aquecida por meio de caldeiras solares e bombas de calor; <strong>todos os chuveiros estão equipados com instalação para recuperação de calor</strong>.</li><li><strong>Geração da própria eletricidade</strong> com painéis solares fotovoltaicos. Cada casa tem uma grande bateria na qual os excedentes temporários podem ser armazenados.</li><li>Todas<strong> as casas estão conectadas a uma rede de energia inteligente e compartilhada</strong>. Com 46 residências, existe apenas uma ligação à rede nacional de energia.</li><li>Há um <strong>fluxo separado para a descarga de<a href="https://sustentarqui.com.br/aguas-cinzas-o-que-sao-e-dicas-de-reuso/"> água cinza</a> (da máquina de lavar louça, máquina de lavar) e água preta</strong> (do banheiro). Em um piloto em colaboração com Waternet, a água preta será transportada para uma biorrefinaria para fermentá-la e convertê-la em energia.</li><li>Todas as casas têm um <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telhado verde</a></strong> que cobre pelo menos 1/3 da área do telhado.</li><li>C<strong>ompartilhamento de carros elétricos</strong>, bicicletas elétricas de carga e e-bikes.</li><li><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/saiba-como-escolher-um-material-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Materiais sustentáveis</a> ​​e instalações sustentáveis</strong> ​​foram usados ​​sempre que possível. </li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="815" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter-1024x815.jpg" alt="comunidade sustentável em Amsterdã space matter" class="wp-image-27436" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter-1024x815.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter-300x239.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter-768x611.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter-600x478.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-space-matter.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Crédito Space &amp; Matter</figcaption></figure></div>



<p><strong>Schoonschip não é apenas sustentável no sentido ecológico, mas também social: os moradores trabalham juntos para realizar e melhorar sua área residencial e coordenar seus planos.</strong></p>



<p>A associação de moradores coopera com empresas inovadoras e compartilha suas experiências. O projeto do bairro flutuante é um código aberto, as informações estão compiladas nesse site &#8211; <strong><a href="https://greenprint.schoonschipamsterdam.org/">Greenprint</a> </strong>(está em inglês, mas vale muito a pena conferir).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://greenprint.schoonschipamsterdam.org/"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="510" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-1024x510.jpg" alt=" sustentávelvila em Amsterdã greenprint" class="wp-image-27428" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-1024x510.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-300x150.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-768x383.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-1536x766.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-2048x1021.jpg 2048w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-greenprint-600x299.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Bairro flutuante</strong></h2>



<p>Comunidades flutuantes não são novas &#8211; elas existem há gerações em algumas partes do mundo. Os exemplos incluem o povo Uros, que vive em ilhas flutuantes de junco no Lago Titicaca, Peru, e o povo Bajau do Sudeste Asiático, que vive em pequenas casas flutuantes na costa da Indonésia, Malásia e Filipinas.</p>



<p>Em tempos mais recentes, o interesse pela vida na água tem crescido à medida que o mundo busca soluções para as pressões duplas da densidade populacional e das mudanças climáticas que fazem com que o nível do mar suba.</p>



<p>Projetos em outras partes do mundo incluem residências aquáticas modulares sendo desenvolvidas pela firma de arquitetura britânica Grimshaw e pelo fabricante holandês Concrete Valley.</p>



<p>Eles ficam em uma estrutura de pontão flutuante que sobe com o nível da água para manter a casa segura no caso de uma maré ou inundação.</p>



<p>Na Dinamarca, contêineres de transporte em fim de vida foram usados ​​para criar acomodações flutuantes para estudantes em um projeto da firma de arquitetura Urban Rigger.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafios Urbanos</strong></h2>



<p>Mais de 570 cidades costeiras de baixa altitude serão ameaçadas por aumentos do nível do mar de pelo menos meio metro, até 2050, de acordo com C40 Cities, uma rede dedicada a encontrar soluções para as mudanças climáticas.</p>



<p>Mas o problema se estende muito além das cidades, para nações insulares, incluindo Kiribati no Pacífico, onde 81% das famílias foram afetadas pelo aumento do nível do mar na década entre 2006 e 2016. Aqui, a migração é considerada a principal solução.</p>



<p><strong>À medida que as pessoas se mudam para as cidades para viver e trabalhar, espera-se que quase 70% da população mundial viva em áreas urbanas até 2050, contra 55% atualmente.</strong></p>



<p>Muitas cidades estão procurando por mais espaço no subsolo. Por exemplo, a capital da Finlândia, Helsinque, criou uma série de instalações subterrâneas, incluindo instalações esportivas e um abrigo de emergência, enquanto Montreal, no Canadá, tem uma ‘cidade subterrânea’ incluindo lojas e hotéis sob suas ruas.</p>



<p><a href="https://unhabitat.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UN-Habitat</a>, o programa das Nações Unidas para assentamentos humanos e desenvolvimento urbano sustentável, e<strong>stima que até 2030, três bilhões de pessoas, cerca de 40% da população mundial, precisarão de acesso a moradia adequada</strong>. Isso se traduz em uma demanda por 96.000 novas unidades habitacionais acessíveis e acessíveis todos os dias.</p>



<p>Construir casas na água e no subsolo pode ser parte da solução.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="463" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-1024x463.jpg" alt="bairro flutuante e sustentável em Amsterdã vista aérea" data-id="27440" class="wp-image-27440" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-1024x463.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-300x136.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-768x347.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-1536x694.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea-600x271.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-vista-aerea.jpg 1836w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Vista aérea Schoonschip &#8211; Foto: Jan Willem Sieburgh</figcaption></figure></li></ul></figure>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-1.jpg" alt="bairro flutuante e sustentável em Amsterdã" data-id="27452" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-1.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/bairro-flutuante-sustentavel-em-amsterda-projetado-para-enfrentar-desafios/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-amsterda-1/" class="wp-image-27452" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-1.jpg 750w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Foto: Isabel Nabuurs</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-2.jpg" alt="comunidade sustentável em Amsterdã" data-id="27453" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-2.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/bairro-flutuante-sustentavel-em-amsterda-projetado-para-enfrentar-desafios/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-amsterda-2/" class="wp-image-27453" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-2.jpg 750w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-2-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bairro-flutuante-e-sustentavel-em-Amsterda-2-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Foto: Isabel Nabuurs</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>Fonte: <a href="https://www.weforum.org/agenda/2021/02/netherlands-floating-village-schoonschip-density/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">World Economic Forum</a>, Space &amp; Matter e schoonschipamsterdam.org</p>



<p>Foto da capa: Isabel Nabuurs</p>



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		<title>Champs-Élysées vai ficar mais verde e acessível a pedestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 20:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma da avenidas mais famosas do mundo, a Champs-Élysées em Paris, vai se transformar em um &#8220;jardim extraordinário”, segundo as palavras da prefeita da cidade Anne Higaldo. O projeto elaborado pelo estúdio francês PCA-Stream, propõe fechar metade da avenida de oito faixas ao tráfego, introduzindo áreas verdes e espaços de convivência. &#160; A ideia é [&#8230;]</p>
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<p>Uma da avenidas mais famosas do mundo, a Champs-Élysées em Paris, vai se transformar em um &#8220;<strong>jardim extraordinário</strong>”, segundo as palavras da prefeita da cidade Anne Higaldo.</p>



<p>O projeto elaborado pelo estúdio francês <a href="https://www.pca-stream.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PCA-Stream</a>, propõe fechar metade da avenida de oito faixas ao tráfego, introduzindo áreas verdes e espaços de convivência.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>A ideia é transformá-la em um espaço coletivo para experimentar o desenvolvimento de uma <strong>cidade sustentável</strong>, desejável e inclusiva até 2030 por meio do foco em quatro estratégicas principais: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>reduzir o impacto das mobilidades urbanas, </li><li>repensar a natureza como um ecossistema, </li><li>buscar novos usos </li><li>e o uso de dados para medição e regulação.</li></ul>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="528" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg" alt="paris verde" data-id="27331" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27331" class="wp-image-27331" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-300x198.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-768x507.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-600x396.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="445" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg" alt="" data-id="27332" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27332" class="wp-image-27332" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-300x167.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-768x427.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-600x334.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg" alt="Champs-Élysées sustentável" data-id="27333" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27333" class="wp-image-27333" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Champs-Élysées foi planejada por André Le Nôtre em 1667 como uma extensão dos jardins do Palácio das Tulherias, mas agora é uma das ruas comerciais mais famosas do mundo.</p>



<p>Porém nos últimos anos, o distrito foi invadido pelo turismo e carros. De acordo com o PCA-Stream, <strong>uma média de 3.000 veículos passam pela artéria a cada hora, resultando em níveis de dióxido de nitrogênio</strong> que são o dobro do limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde.</p>



<p>Isso fez com que muitos moradores locais não frequentassem o local e gerou campanhas pedindo seu redesenho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho colaborativo para a transformação da Champs-Élysées</strong></h2>



<p>Um grupo local que existe para desenvolver a área desde 2018, o comitê dos Champs-Élysées, liderou esse movimento e trabalhou junto com o PCA-Stream na proposta.</p>



<p>O escritório intensificou sua pesquisa em <strong>metabolismo urbano</strong>, por meio de uma análise da história do território e de seu diagnóstico, traçando um paralelo entre a condição local da icônica avenida parisiense e, de forma mais ampla, a do planeta. </p>



<p>As perspectivas futuras da avenida não são relevantes apenas para os parisienses, pois visam remediar o desapontamento por ela, mas também para o futuro de nossa condição urbana.</p>



<p><strong>O grupo afirmou que a &#8220;avenida mítica perdeu o seu esplendor nos últimos trinta anos&#8221; e que a sua renovação será &#8220;um dos projetos urbanos emblemáticos desta década&#8221;.</strong></p>



<p>A maior parte da reforma está prevista para ser concluída em 2030, mas o redesenho da Place de la Concorde será concluído mais cedo, a tempo para os Jogos Olímpicos de 2024.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="646" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg" alt="Champs-Élysées vai ficar mais verde" data-id="27337" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27337" class="wp-image-27337" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-300x242.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-768x620.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-600x485.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg" alt="Champs-Élysées vai ficar mais verde" data-id="27330" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=27330" class="wp-image-27330" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure>



<p>&nbsp;</p>
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</script></p>



<p>Imagens divulgação @PCA-Stream</p>
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		<title>Fortaleza Mais Verde: projeto pretende expandir área verde na cidade</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/fortaleza-mais-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa “Fortaleza Mais Verde” foi lançado nesta segunda-feira, 3, pelo prefeito da cidade. A iniciativa visa expandir as áreas verdes por meio da implantação de corredores verdes cicloviários e da preservação de microparques urbanos da Capital. O projeto-piloto deverá ser iniciado ainda ao longo do mês de agosto, transformando, gradativamente, o cenário paisagístico de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa “<strong>Fortaleza Mais Verde</strong>” foi  lançado nesta segunda-feira, 3, pelo prefeito da cidade. A iniciativa visa expandir as áreas verdes por meio da implantação de corredores verdes cicloviários e da preservação de microparques urbanos da Capital.</p>



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<p>O projeto-piloto deverá ser iniciado ainda ao longo do mês de agosto, transformando, gradativamente, o cenário paisagístico de múltiplos territórios.</p>



<p>O projeto será realizado pela Secretaria Municipal da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), por meio do Plano de Ações Imediatas de Transporte e Trânsito de Fortaleza (PAITT), em parceria com a Autarquia de Urbanismo e Paisagismo de Fortaleza (UrbFor).</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/cidades-vao-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pos-pandemia/">Leia também: Cidades vão priorizar pedestres e ciclistas pós pandemia</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saiba como vai funcionar o projeto Fortaleza Mais Verde:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclo mais verde:</h3>



<p>Essa primeira etapa vai implantar três mil árvores por mês em um corredor cicloviário da Cidade. </p>



<p><strong>O objetivo, de acordo com Luis Alberto, é arborizar ciclovias e ciclofaixas, criar conforto térmico para quem pedala</strong> e, entre outros, estimular o hábito de andar de bicicleta entre os moradores da Capital.</p>



<p>Cada corredor vai ganhar<strong> árvores nativas</strong>, sendo batizado com o nome de uma delas. </p>



<p>Já neste mês será realizada a primeira implantação e, até o final deste ano, cinco corredores devem ser contemplados- mudando ainda a estética da Cidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclofaixa dos oiti:</h3>



<p>O primeiro corredor a ser beneficiado será o da avenida Rogaciano leite. Entre outras árvores que serão implantadas no local, está aquela que deve batizar a ciclofaixa &#8211; a oiti, estrutura que pode atingir entre oito e quinze metros de altura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclofaixa dos Ipês:</h3>



<p>Já em setembro serão implantadas árvores no corredor da avenida Domingos Olímpio. Para batismo, foi escolhido a especie ipê, conhecida pelos cachos de flores de cores intensas e pelo grande porte que tem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclofaixa das aroeiras:</h3>



<p>Em outubro, será a vez da ciclofaixa localizada na avenida Urucutuba, no bairro Bom Jardim, ser beneficiada. Entre as espécimes implatadas no local, devem estar as árvores conhecidas como aroeiras- que chegam a ter um porte médio e foram escolhidas para darem nome ao local.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclovia das mungubas:</h3>



<p>O penúltimo projeto será destinado a avenida Castelo Branco. Acontecendo em novembro, a implantação vai contar &#8211; entre outras, com as árvores tropicais chamadas de mungubas, que batizam o corredor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ciclofaixa da sibipiruna:</h3>



<p>A sibipurina é uma árvore que pode chegar a ter 28 metros de altura. Ela foi escolhida como uma das espécimes que devem ser implantadas em dezembro deste ano, no último corredor prestigiado, o da avenida Santos Dumont &#8211; que vai passar a ter o nome da espécime.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Micro parques urbanos:</h3>



<p>A segunda parte do projeto busca &#8220;transformar pequenas áreas verdes em bosques a serem usados pela comunidade&#8221;. </p>



<p>Com inicio em setembro, será realizado um projeto piloto em uma área verde localizada na avenida Francisco Sá, próximo ao bairro Barra do Ceará. De acordo com Luis, existem pelo menos 300 espaços em Fortaleza que podem ser reaproveitados, havendo possibilidade de uma ampliação do programa.</p>



<p>Assim como o projeto piloto, as outras áreas escolhidas podem receber &#8211; entre outros, calçadas, vias de acesso, mobiliário urbano e hortas medicinais.</p>



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<p>Fontes: <a href="https://www.fortaleza.ce.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Fortaleza</a> e <a href="https://www.opovo.com.br/noticias/fortaleza/2020/08/03/fortaleza-mais-verde---roberto-claudio-lanca-projeto-que-pretende-expandir-area-verde-da-capital.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O povo</a></p>
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		<title>Viaduto verde para trânsito de micos-leões dourados foi inaugurado no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 11:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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<p><strong>Um viaduto verde para a travessia dos micos-leões-dourados que vivem na Reserva Biológica de Poço das Antas acaba de ser inaugurado no km 218 da BR-101, em Silva Jardim, no Rio de janeiro.</strong></p>



<p>A inauguração aconteceu no dia 2 de agosto, coincidindo com o dia do Mico-Leão-Dourado, espécie que está em risco de extinção e que é endêmica do Rio de Janeiro.</p>



<p>É um primeiro passo para conectar esses animais que vivem na Reserva Biológica de Poço das Antas com outros remanescentes da espécie que habitam a faixa de Mata Atlântica do Rio de Janeiro foi dado ontem (2), com a inauguração de primeiro viaduto vegetado sobre a BR-101. </p>



<p>Esse é o primeiro dos dois viadutos previstos para o local, como contrapartida para a duplicação da via.<strong> As mudas de <a href="https://sustentarqui.com.br/utilize-plantas-nativas-no-paisagismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espécies nativas</a> da Mata Atlântica foram plantadas recentemente.</strong></p>



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<p>Segundo o presidente do conselho da organização não governamental Associação Mico-Leão-Dourado e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Carlos Ramon Ruiz, com a duplicação da BR-101, feita recentemente pela concessionária que administra a via, a Reserva de Poço das Antas ficou completamente isolada do restante da Mata Atlântica.</p>



<p><strong>As passagens subterrâneas, que existem sob a rodovia, não funcionam para o trânsito de micos-leões.</strong></p>



<p>Com isso, a população de micos-leões da reserva perdeu a possibilidade de se comunicar e se misturar com outros animais da mesma espécie que vivem do outro lado da rodovia. O resultado é a pouca variabilidade genética da população futura.</p>



<p>“Se ficarem isolados, será difícil manter essa população viável eternamente. Teríamos que ficar fazendo manejos, tirando e colocando animais [de outras localidades] dentro da reserva”, explica Ruiz.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="432" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio.jpeg" alt="viaduto verde para mico leão dourado" class="wp-image-25696" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio-300x169.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio-24x14.jpeg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio-36x20.jpeg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/08/viaduto-verde-para-mico-leão-dourado-no-rio-48x27.jpeg 48w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Foto: Divulgação/Arteris Fluminense</span></figcaption></figure></div>



<p>A prova de que uma população isolada e sem diversidade genética tem problemas para se manter viável em longo prazo foi um surto de febre amarela, ocorrido em 2016 no estado do Rio. </p>



<p>Com a doença, a população de micos de Poço das Antas foi dizimada, passando de 300 indivíduos, para cerca de 30 a 40, de acordo com Ruiz. Para repovoar o local, foi necessário trazer animais de outros locais, depois do surto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Segundo o pesquisador, os micos devem demorar alguns anos até começar a usar o viaduto verde.</strong> </h3>



<p>“Se esse plantio funcionar bem, em quatro anos deve ter vegetação suficientemente alta e contínua para os micos e outros animais atravessarem o viaduto”.</p>



<p>Há ainda outra questão a ser resolvida. Entre o viaduto e a reserva, há uma faixa de cerca de 25 metros, por onde passam gasodutos da Petrobras. </p>



<p>Já há conversas com a estatal sobre como ligar o viaduto à área florestada da reserva e uma das ideias é plantar árvores em ambas as margens da faixa de gasodutos e conectar as copas dessas plantas com pontes de cordas e madeira.</p>



<p>O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é uma espécie endêmica da bacia do Rio São João, no interior do estado do Rio de Janeiro, e, ameaçado de extinção, se tornou um símbolo da luta pela preservação da Mata Atlântica.</p>



<p>Criada em 1974, Poço das Antas foi a primeira reserva biológica do país com o objetivo de preservar a Mata Atlântica e proteger espécies como o mico-leão e a preguiça-de-coleira.</p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/viaduto-vegetado-para-transito-de-micos-leoes-e-inaugurado-no-rio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a></p>



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