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	<title>ABNT Archives - SustentArqui</title>
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	<title>ABNT Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Norma técnica da taipa de pilão entra em vigor &#8211; ABNT NBR 17014:2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 20:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[taipa]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tão aguarda norma técnica da taipa de pilão entrou em vigor no dia 6 de janeiro de 2022. A ABNT NBR 17014:2022 estabelece os requisitos e as condições gerais, controle e aceitação desta técnica de construção com terra. Já falamos aqui das diversas vantagens do uso da taipa de pilão na construção, entre elas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A tão aguarda norma técnica da taipa de pilão entrou em vigor no dia 6 de janeiro de 2022. A ABNT NBR 17014:2022 estabelece os requisitos e as condições gerais, controle e aceitação desta técnica de <a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">construção com terra</a>.</p>



<p>Já falamos aqui das diversas vantagens do uso da <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taipa de pilão</a></strong> na construção, entre elas, proporcionar um&nbsp;<strong>ambiente saudáve</strong>l e um excelente isolamento termoacústico. Mas uma das críticas era justamente a falta de normatização.</p>



<p>Pelas diretrizes da ABNT destaca-se a construção de uma norma pautada na participação equilibrada das seguintes Partes Interessadas (PI): (1) Produtor; (2) Consumidor Intermediário; (3) Consumidor Final; (4) Órgãos Técnicos; (5) Fornecedor de Insumos; (6) Órgão regulador/regulamentador/acreditador; (7) Organismo de avaliação da conformidade; (8) Fornecedor do serviço; (9) Empresa de Capacitação; (10) Empresa onde o sistema será implantado; (11) Empresa implantadora do sistema; (12) Pessoas objeto da qualificação; (13) Empresa que fornece a mão de obra; (14) empresa que utiliza a mão de obra.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="978" height="388" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao.jpg" alt="norma técnica da taipa de pilão" class="wp-image-28223" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao.jpg 978w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao-300x119.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao-768x305.jpg 768w" sizes="(max-width: 978px) 100vw, 978px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Histórico da normatização da construção com terra até a Norma técnica da taipa de pilão</strong></h2>



<p>Entre os anos de 1984 e 1989, as 14 normas para solo-cimento, material frequentemente empregado na produção de blocos de terra comprimida, foram as primeiras normas para construção com terra publicadas no Brasil, sob a coordenação do CEPED (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Bahia), IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de S. Paulo) e ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).</p>



<p>Mais especificamente, 5 destas normas que tratam sobre BTC (Bloco de Terra Comprimida), foram revisadas entre 2010-2013, com a colaboração de membros da RTB, os quais fizeram parte do “Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados” (ABNT/CB-18).</p>



<p>No dia 23 de janeiro de 2020, foi publicada mais uma norma, para outra técnica de construção com terra, a “ABNT NBR 16814:2020 – Adobe – Requisitos e métodos de ensaio”. A discussão através da “Comissão de Estudo Construções com terra – CE-002:123.009” (vinculada ao “Comitê Brasileiro da Construção Civil” – ABNT/CB-02), baseada em um texto-base discutido na Rede TerraBrasil, durou 6 anos, sob a coordenação do prof. Obede B. Faria e com auxílio de Normando Perazzo e Célia Neves.</p>



<p>No dia 21 de agosto de 2020, a Comissão foi reativada sob o legado e finalização da coordenação do prof. Obede e o começo dos novos trabalhos para a discussão da proposta do projeto de Norma da Taipa sob coordenação da profa. Ana Paula Milani e continuidade do secretariado de Andrea Naguissa Yuba. E no final de 2021 o projeto da norma foi enviado à consulta nacional. </p>



<p>Agora já podemos comemorar que está em vigor, e pode ser consultada diretamente no<a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?Q=NVE0aHBYNHJDaEo1ZzA3TVFTNXBydkJrUHVYUWZ4LzAvMHo2eWNDQ3dDQT0=" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> site da ABNT</a>.</p>





<p></p>



<p>Fontes: ABNT e <a href="https://redeterrabrasil.net.br/normas-para-construcoes-com-terra-abnt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Terra Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Consulta Pública Projeto de Norma ABNT para Adobe</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/consulta-publica-projeto-de-norma-abnt-para-adobe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 20:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADOBE]]></category>
		<category><![CDATA[construção com terra]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já falamos aqui das diversas vantagens da construção com terra, mas uma das poucas desvantagens é a falta de norma. Entre as inúmeras técnicas de construção com terra encontradas ao redor do mundo, o adobe é uma das técnicas que foi introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses, no século XVI. O adobe caracteriza-se por ser [&#8230;]</p>
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<p>Já falamos aqui das diversas <a rel="noreferrer noopener" aria-label="vantagens da construção com terra (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/" target="_blank"><strong>vantagens da construção com terra</strong></a>, mas uma das poucas desvantagens é a falta de norma.</p>



<p>Entre as inúmeras técnicas de construção com terra encontradas ao redor do mundo, o adobe é uma das técnicas que foi introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses, no século XVI.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O adobe caracteriza-se por ser composto de solo areno argiloso, em estado plástico firme (barro), moldado em formas, desmoldado logo em seguida e colocado para secar naturalmente, para produção de elementos de alvenaria (blocos ou tijolos).</strong></h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="850" height="407" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1.jpg" alt="Exemplo de tijolos de adobe - NORMA ABNT" class="wp-image-21915" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1.jpg 850w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-300x144.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-768x368.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-24x11.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-36x17.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-48x23.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/tijolos-de-adobe-1-600x287.jpg 600w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /><figcaption>Exemplo de tijolos de adobe</figcaption></figure></div>



<p>Em outros países, existem algumas normas para construção com adobes, porém de difícil adaptação à realidade brasileira, porque são países com considerável vulnerabilidade sísmica e/ou solos muito diversos dos encontrados no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Agora  finalmente o projeto de Norma para Adobe entrou em Consulta Nacional, graças a um trabalho voluntário da <strong>Rede Terra Brasil</strong>  que vem articulando  há 7 anos, de forma coletiva, a elaboração e aprovação da norma.</h4>



<p>O Projeto visa estabelecer requisitos para a PRODUÇÃO DE ADOBE E EXECUÇÃO DA ALVENARIA, além dos métodos de ensaio para sua caracterização física e mecânica.<br> </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O projeto da norma está em Consulta Nacional, com a identificação  PROJETO ABNT NBR 16814 &#8211; Adobe &#8211; Requisitos e métodos de ensaio. Para votar basta cadastrar-se no site: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="https://www.abntonline.com.br/consultanacional/ (abre numa nova aba)" href="https://www.abntonline.com.br/consultanacional/" target="_blank">https://www.abntonline.com.br/consultanacional/</a> e buscar pelo número do projeto.</strong>                                                          </h3>



<p></p>



<p></p>



<p><a href="https://www.abntonline.com.br/consultanacional/files/fb338b806c404ba93316e30b7f90d7e1.pdf"><strong>Leia o projeto da norma na íntegra.</strong></a></p>



<p>Imagem retirada do projeto da norma</p>



<p>&nbsp;</p> <p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>
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		<item>
		<title>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis foi aprovada pela ABNT</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/primeira-norma-tecnica-para-cidades-sustentaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 20:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017 A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017</strong></p>
<p>A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida.</p>
<p>O trabalho de estudo e tradução da norma internacional já existente para esse tema foi feito pela Comissão de Estudos Especial 268 da <a href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABNT</a>, uma comissão espelho da Technical Committee <a href="https://www.iso.org/committee/656906.html" target="_blank" rel="noopener">TC 268 da ISO, a Sustainable cities and communities</a>, que atuou na confecção da norma internacional. A CEE 268 foi coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP, Alex Abiko.</p>
<p>Segundo o professor, trata-se de uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 – Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life. “Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade no que se refere à sustentabilidade.”</p>
<p>A iniciativa de ter uma norma nacional sobre o assunto nasceu das atividades de pesquisa do próprio Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que tem uma linha de estudos em planejamento e engenharia urbanos, e teve colaboração da doutoranda do departamento, a engenheira Iara Negreiros.</p>
<h4>A primeira norma técnica para cidades sustentáveis contém <strong>100 indicadores de sustentabilidade urbana</strong> e trata dos aspectos ambiental, econômico, social e tecnológico, entre outros.</h4>
<blockquote><p>“Esse documento vai ajudar os municípios, governos de Estado, o Ministério das Cidades a medir a sustentabilidade das cidades, mas essas normas não estabelecem padrões”, explica Abiko.</p></blockquote>
<p>Ou seja, a norma não fala se uma cidade é sustentável ou não, mas estabelece quais requisitos devem ser avaliados para se medir essa sustentabilidade.</p>
<p>Engloba indicadores de diferentes áreas, tais como: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano etc.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Além do setor público, a NBR ISO 37120:2017 também pode ser usada pelas empresas para que atestem, para clientes e governo, o quão sustentável são seus empreendimentos. “Gostaríamos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, afirma Abiko.</p>
<p><figure id="attachment_14635" aria-describedby="caption-attachment-14635" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Primeira-norma-técnica-para-cidades-sustentáveis-ABNT-e1491942214378.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-14635" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Primeira-norma-técnica-para-cidades-sustentáveis-ABNT-e1491942214378.jpg" alt="Primeira norma técnica para cidades sustentáveis ABNT" width="600" height="399" /></a><figcaption id="caption-attachment-14635" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Professor Alex Abiko coordenou o grupo que elaborou a primeira norma técnica para cidades sustentáveis – Foto: Assessoria Poli/US</span></figcaption></figure></p>
<p>A norma nasceu de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber como medir a sustentabilidade das cidades e fomos investigar como isso é feito no mundo. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul, e inclusive alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta foi, então, qual seria o melhor sistema para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta.</p>
<p>Nessa pesquisa pelo melhor sistema, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização, entidade que congrega as associações de padronização/normalização de 162 países do mundo, incluindo o Brasil.</p>
<p>“Ela foi selecionada porque é resultado da discussão e trabalho de uma entidade que reúne quase todos os países do mundo, o que dá muita credibilidade e torna a norma internacional. As outras normas que estudamos trazem elementos que são muito particulares das realidades locais, o que torna mais difícil implementá-las em contextos diferentes, enquanto a ISO sempre busca unir o melhor de todas as normas em uma só”, destaca.</p>
<p>Selecionada a norma ISO, a Comissão 268 passou a trabalhar na tradução do documento. Não bastava apenas traduzir para a língua portuguesa, mas fazer uma avaliação técnico-científica do documento porque, ao mesmo tempo em que não se pode alterar uma norma ISO para adotá-la e ela ser uma norma NBR ISO, é preciso fazer adaptações em itens para que a norma faça sentido ou seja adaptada à realidade brasileira, o que foi feito por meio de notas.</p>
<p>Um exemplo de nota brasileira está na definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos, no Brasil, os termos assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Parcerias</strong></p>
<p>Esse trabalho envolveu diversas instituições e órgãos públicos, tais como a Caixa, Ministério das Cidades, Sabesp, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato da Habitação (Secovi), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), Poli, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), Instituto de Engenharia, entre outras, que compuseram a CEE 268.</p>
<p>As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE 268 são as de Sistemas de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável, cujos trabalhos já estão avançados, as de Cidades Inteligentes e as de Cidades Resilientes, em nível mais preliminar.</p>
<blockquote><p><strong> “É importante participar da discussão de novas normas internacionais desde o início. Se nos aproximamos de outros países e instituições internacionais, podemos colocar nas normas internacionais as questões específicas do Brasil”, conclui Abiko.</strong></p></blockquote>
<p>Fonte: &#8211; <a href="http://jornal.usp.br/universidade/extensao/projetos-de-cidades-sustentaveis-no-brasil-ganham-norma-tecnica/" target="_blank" rel="noopener">Jornal da USP</a> porJanaína Simões/ Assessoria de Comunicação Poli</p>
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			</item>
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		<title>Selo ambiental para pegada de carbono e água de produtos</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/selo-ambiental-pegada-de-carbono/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 20:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Selos e Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi lançado esta semana em São Paulo um novo Selo Ambiental de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos. A ABNT e a Carbon Trust, organização sediada em Londres sem fins lucrativos que aconselha governos e companhias ao redor do mundo, desenvolveram o Sistema Brasileiro de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos, com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Foi lançado esta semana em São Paulo um novo Selo Ambiental de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos.</strong></p>
<p>A <a href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ABNT</a> e a <a href="https://www.carbontrust.com/home/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carbon Trust</a>, organização sediada em Londres sem fins lucrativos que aconselha governos e companhias ao redor do mundo, desenvolveram o<strong> Sistema Brasileiro de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos,</strong> com o objetivo de acelerar a transição para uma economia de baixo carbono. Este projeto foi patrocinado pela Embaixada Britânica no Brasil e desenvolvido em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (<a href="http://mdic.gov.br/sitio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MDIC</a>).</p>
<p>Com base na experiência da Carbon Trust em seu próprio sistema e de outros países, este sistema baseia-se em normas internacionais reconhecidas e foi projetado juntamente com os seus beneficiários finais – as indústrias brasileiras contando com um grupo de empresas; <strong>muitas delas ligadas ao setor da construção</strong>; de 7 setores industriais:<strong> aço, alimentos, alumínio, cimento, tecidos, químicos e vidros</strong>.</p>
<h4>A Pegada de Carbono de um produto mostra a quantidade de gases de efeito estufa emitida durante a fabricação de um produto; e um resumo de quais componentes (materiais de entrada, resíduos e emissões por processo) contribuem mais para o total da pegada. Munido desta informação, empresas e governos podem tomar decisões para encontrar formas eficazes de otimizar processos e consequentemente reduzir as emissões.</h4>
<p>O selo ambiental apoia os esforços do Brasil para fomentar uma economia sustentável, alinhado com a Política Nacional de Mudanças Climáticas e com o Plano Indústria.</p>
<p>Como a matriz energética brasileira tem uma participação importante de energia renovável, os indicadores tendem a ser relativamente favoráveis na comparação internacional permitindo que a indústria brasileira tire partido de uma vantagem competitiva natural do País.</p>
<p>A ABNT sendo a gestora do Sistema e, trazendo esse conhecimento inédito ao Brasil, coloca à disposição das empresas de todos os setores e portes, mais um serviço com a marca de excelência ABNT.</p>
<p>A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores.</p>
<p>A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social.</p>
<p><strong>Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.</strong></p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ABNT</a></p>


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