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	<title>cidade sustentável Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>cidade sustentável Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Programa Cidades Verdes Resilientes promete planejamento aliado à sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas [&#8230;]</p>
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<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas para um planejamento urbano mais resiliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Programa Cidades Verdes Resilientes?</strong></h2>



<p><strong>O Programa Cidades Verdes Resilientes visa aumentar a capacidade de enfrentamento das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima.</strong></p>



<p> A iniciativa envolve ações conjuntas dos Ministérios das Cidades, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A estratégia federal pretende potencializar a atuação dos três órgãos e mobilizar entes subnacionais para cumprir os compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ação interministerial tem por objetivo a construção de uma estratégia federal, bem como mobilizar os entes subnacionais diante dos compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano aliado à sustentabilidade.</strong> </h4>



<p>O programa adotará uma estratégia de governança compartilhada, com revezamento de coordenação entre os três ministérios por meio de um Comitê Gestor interinstitucional. O colegiado será instituído por meio de Portaria Interministerial e incluirá representantes de estados e municípios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="371" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-resilientes-e1720277176884.webp" alt="programa cidades verdes resilientes" class="wp-image-30322"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo</strong></h3>



<p>Atualmente, mais da metade da população mundial habita setores urbanos (ONU, 2015), e, no Brasil, esse número aumenta cada vez mais. Somente em 2023, o Brasil apresentou um recorde em desastres naturais hidrológicos e geológicos, com mais de 1.000 ocorrências e um impacto direto na vida de mais de 500 mil habitantes (MCTI, 2024).</p>



<p>Com isso, torna-se fundamental a ênfase do programa na própria população das cidades brasileiras, em especial nas regiões periféricas, com ação direta voltada à redução das desigualdades considerando sua grande diversidade e relações em termos de gênero, raça, idade, deficiência, renda e geolocalização, além do trabalho direto na diversidade dos recortes territoriais com atuação específica para cidades metropolitanas, médias cidades amazônicas e cidades com alta vulnerabilidade climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ação do Programa Cidades Verdes Resilientes</strong></h3>



<p>O programa conta com a estruturação de abordagens temáticas territoriais prioritárias para articulação nos municípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Áreas verdes urbanas e cobertura vegetal;</strong></li>



<li><strong>Uso e ocupação sustentável do solo;</strong></li>



<li><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/">Infraestrutura verde</a> e Soluções Baseadas na Natureza (SbN);</strong></li>



<li><strong>Eficiência energética e tecnologias de baixo carbono;</strong></li>



<li><strong>Mobilidade sustentável;</strong></li>
</ul>



<p>Onde, para cada abordagem, serão definidas ações dentro das 5 linhas estratégicas: Articulação Institucional, Orientações Técnicas e Normativas (através da construção participativa de um marco normativo), Capacitação, Educação Urbano-Ambiental e Informação, Fomento de projetos e Financiamentos, no intuito de aprimorar a implementação do programa de forma que aumente o engajamento institucional e promova a participação coletiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Participação ativa</strong></h3>



<p>A elaboração da versão final do PCVR conta com a participação ativa e direta de representantes federais, municipais e da sociedade civil em oficinas e fóruns temáticos que visam a construção de conhecimento conjunta a partir das linhas estratégicas.</p>



<p>As ações previstas incluem articulação institucional, capacitações, orientações e normativos, captação de recursos e fomento a projetos de intervenções municipais, com foco em temas como qualidade ambiental urbana, resiliência climática, redução de desigualdades socioambientais e prevenção de desastres climáticos. Os recursos para o programa virão de diversas fontes, incluindo internacionais, e do Orçamento Geral da União (OGU), conforme definido pelo plano de ação do Comitê Gestor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="671" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-1024x671.jpg" alt="cerimônia dia do meio ambiente" class="wp-image-30323"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Cerimônia realizada no Palácio do Planalto em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente marcou o lançamento do Decreto que altera o Programa Cidades Verdes Resilientes. A cerimônia aconteceu nesta quarta-feira (5) e contou com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Jader Filho, das Cidades, e Marina Silva, do Meio Ambiente, entre outras autoridades.</mark></figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/dia-mundial-do-meio-ambiente-2013-ministerio-das-cidades-assina-decreto-do-programa-cidades-verdes-em-cerimonia-no-palacio-do-planalto">Ministério das Cidades</a> e <a href="https://www.andusbrasil.org.br/atuacao/nivel-nacional/fase-2/programa-cidades-verdes-resilientes">Andus</a></p>



<p>Imagem da capa &#8211; <a href="https://www.redus.org.br/programa-cidades-verdes-resilientes">Redus</a></p>
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		<title>Curitiba ganha o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo 2023</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/curitiba-ganha-o-titulo-de-cidade-mais-inteligente-do-mundo-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 11:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). </strong></p>



<p>As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a Prefeitura incentivando o desenvolvimento socioeconômico da cidade com políticas públicas e programas em todos os setores que promovem a melhora da qualidade de vida dos curitibanos.</p>



<p><br><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/curitiba/">Curitiba </a>é, historicamente, referência em inovação</strong> e, a partir de 2017, com a criação do Vale do Pinhão, estendemos o pensamento inovador para a transformação tecnológica dos serviços públicos e nos tornarmos também referência em cidade inteligente. Para nós, o fomento à sustentabilidade, ao empreendedorismo e ao bem-estar é prioridade dentro de um processo social”, destaca o prefeito Rafael Greca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça as iniciativas que garantiram a Curitiba o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Vale do Pinhão</h3>



<p>Criado em 2017 pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é o movimento que integrou o ecossistema de inovação curitibano. Entre as ações da Prefeitura e da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação no Vale do Pinhão estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O programa Cidade das Startups contribui para o desenvolvimento de suas 604 startups, sendo três delas (Ebanx, Olist e MadeiraMadeira) unicórnios, companhias com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.</li>



<li>Entre os incentivos ao empreendedorismo, estão as capacitações constantes e gratuitas oferecidas pelos programas Bom Negócio e Curitiba Empreendedora e Empreendedora Curitibana.</li>



<li>Os nove Espaços Empreendedor realizam 991 atendimentos diários aos 210 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) formalizados de Curitiba.</li>



<li>Os programas 1º Empregotech e o Empregotech 40+ oferecem formação para o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação (TI).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Pirâmide Solar</h3>



<p>A Pirâmide Solar de Curitiba é a <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aterro-sanitario-e-transformado-em-usina-solar-em-curitiba/">primeira usina fotovoltaica instalada sobre um aterro desativado</a> </strong>da América Latina. Em seis meses de operação, a Pirâmide Solar de Curitiba, no bairro Caximba, gerou 2.048,985 MWh (megawatts/hora), resultando em uma economia de R$1,17 milhão aos cofres públicos municipais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Revolução Digital</h3>



<p>Promovendo a inclusão digital dos curitibanos, o Wi-fi Curitiba oferece internet pública gratuita em 310 pontos da cidade. Também fazem parte dos recursos digitais em favor do cidadão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com o e-Cidadão, base de dados da Prefeitura que, o curitibano tem acesso a 36 aplicações para solicitar serviços digitais da Prefeitura de Curitiba, de forma segura e simples;</li>



<li>Pelo novo site da Prefeitura, o cidadão pode fazer emissão de notas fiscais; consulta e emissão de boletos do IPTU e Dívida Ativa, entre outros;</li>



<li>Pela Agenda Online é outra ferramenta que facilita a vida do curitibano, em que é possível ter hora marcada para serviços presenciais de diversos serviços municipais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Cidade na palma da mão</h3>



<p>Também foram lançados pela Prefeitura, a partir de 2017, aplicativos que vêm levando serviços e informações do município para a palma da mão dos curitibanos, como Saúde Já, Curitiba App, 156 e Nota Curitibana.</p>



<p>No trânsito, o EstaR agora é eletrônico, com a compra de crédito por aplicativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma nova empresa em 2 horas</h3>



<p>Curitiba reduziu, nos últimos anos, o tempo de abertura de uma nova empresa para, em média, duas horas, resultado da integração digital de serviços. Veja outras ações inovadoras que facilitam a vida de quem empreende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curitiba foi a primeira cidade do país a oferecer um coworking público, com as três unidades do Worktiba, que já abrigou 266 empresas em estágio inicial.</li>



<li>A Prefeitura ampliou para 606 atividades inclusas na Lei de Liberdade Econômica, que têm dispensa de alvarás;</li>



<li>A retomada do Tecnoparque reduz o repasse do ISS (Imposto Sobre Serviço) de 5% para 2% para empresas de base tecnológica instaladas em Curitiba para realizarem projetos de inovação;</li>



<li>O Fundo de Aval Garantidor de Curitiba já alavancou R$ 20,2 milhões em empréstimos;</li>



<li>O Invest Curitiba abre portas de oportunidades de investimentos nacionais e internacionais a empresas curitibanas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Gestão moderna e participativa</h3>



<p>Com a inédita Parceria Público-Privada (PPP) para a modernização da iluminação pública, Curitiba inovou com a adoção de um novo modelo de gestão que vai renovar os 160 mil pontos de iluminação da cidade.</p>



<p>A cidade também inovou com a criação do Programa Fala Curitiba, que integra a população nas decisões do que é prioridade dos investimentos municipais. O cidadão participa via internet, nas reuniões nos bairros ou nos pontos móveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pioneirismo no 5G</h3>



<p>Curitiba é a cidade com maior uso do 5G no país e uma das primeiras capitais do país a receber, em 2022, o sinal da nova tecnologia de transmissão de dados via internet.</p>



<p>Isso porque Curitiba se antecipou em modernizar as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia celular na cidade, ainda em 2019.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bairro Novo da Caximba</h3>



<p>O projeto do Bairro Novo da Caximba, que está trocando palafitas irregulares por um bairro inteligente para 1.693 famílias em uma Área de Preservação Ambiental, é um dos exemplos do comprometimento da Prefeitura em projetos que visam a recuperação do ambiente urbano, a redução de emissões de gases e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cidade Educadora</h3>



<p>Desde 2017, a Prefeitura está expandindo o acesso ao ensino em tempo integral. Atualmente, são 153 unidades de ensino com essa opção, chegando a 100% das unidades até o final. A cidade também é parte do grupo das Cidades Educadoras.</p>



<p>A Educação também inova no cadastro online para o ingresso de novas crianças na rede municipal de ensino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eletromobilidade</h3>



<p>O transporte público de Curitiba está na fase dos testes dos ônibus elétricos, que vão operar a partir de 2024. A cidade já tem eletromobilidade na frota da Guarda Municipal e em táxis.</p>



<p>A cidade oferta o uso de 500 bicicletas compartilhadas, mecânicas e elétricas, é ativado a partir de aplicativo;</p>



<p>O Projeto Inter 2 aponta para a evolução do transporte público de Curitiba ao requalificar mais de 38 km de percurso do Inter 2 e do Interbairros II, com impacto em 28 bairros da capital com obras de infraestrutura viária e as novas estações, os prismas solares, serão polos inteligentes e de integração do sistema de transporte multimodal de Curitiba (ônibus, bicicleta, patinetes, táxis, transporte por aplicativo).</p>



<p>Com o programa Caminhar Melhor, projeto de requalificação de calçadas, a Prefeitura reafirma a prioridade dada ao pedestre. 100 km de calçadas acessíveis, além de investimento em 400 km em estrutura cicloviária.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura maker</h3>



<p>Nos últimos seis anos, a Prefeitura criou e multiplicou locais que incentivam o pensamento inovador e a cultura maker (do “faça você mesmo”).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Fab Lab do Cajuru é o espaço maker aberto à população para o desenvolvimento de projetos criativos e que já colaborou em 224 projetos.</li>



<li>Curitiba tem outras 33 oficinas de criatividade abertas a estudantes, profissionais da rede municipal de ensino e à comunidade para projetos “mãos na massa”, nos 32 Faróis do Saber e Inovação Laboratório Pedagógico de Inovação.</li>



<li>Os curitibinhas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), contam com os Faróis Móveis, oficinas maker em um carrinho em forma de farol.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Alimentação saudável e para todos</h3>



<p>Desde 2017 Curitiba se destaca por seu compromisso com a segurança alimentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São 35 unidades de Armazéns da Família, que beneficiam 360 mil famílias com a comercialização de alimentos em média 30% mais baratos;</li>



<li>11 Sacolões da Família, com frutas, verduras e legumes com preço de referência a R$ 3,69 o quilo.</li>



<li>5 Restaurantes Populares, que oferecem 4,7 mil refeições diárias a R$3.</li>



<li></li>



<li>A <a href="https://sustentarqui.com.br/fazenda-urbana-em-curitiba-tera-cursos-de-agricultura-urbana-sustentavel/"><strong>Fazenda Urbana do Cajuru</strong></a> é exemplo de cultivo e uso integral dos alimentos, desde o plantio à compostagem. No ano que vem será inaugurada a Fazenda Urbana da CIC.</li>



<li>150 hortas urbanas, locais em que 17,9 mil pessoas cultivam 1.576 toneladas/ano de alimentos frescos e sem agrotóxicos.</li>



<li>5 unidades do programa Mesa Solidária que servem 1,1 mil refeições diárias gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.</li>



<li>1 mil toneladas de produtos arrecadados pelo Banco de Alimentos de Curitiba em 3 anos, repassados a 70 instituições.</li>
</ul>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="533" data-id="30093" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp" alt="FAZENDA URBANA EM CURITIBA" class="wp-image-30093" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fazenda Urbana do Cajuru</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Referência em Smart City</h3>



<p>Desde 2018, Curitiba é palco da versão brasileira Smart City Expo, maior evento mundial sobre cidades inteligentes. Em sua quarta edição, em março deste ano, contou com 15 mil participantes. A próxima edição do <strong><a href="https://smartcityexpocuritiba.com/">Smart City Expo Curitiba</a> será entre 20 e 22 de março de 2024</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde 4.1</h3>



<p>Curitiba, primeira capital do Brasil a oferecer videoconsulta para a covid-19, já havia sido pioneira ao ser a primeira do país a ter prontuário eletrônico integrado, nos anos 1990.</p>



<p>Hoje o SUS Curitibano é vanguarda em serviços que usam a tecnologia em favor do indivíduo, dentro do modelo da Saúde 4.1, como o Aplicativo Saúde Já e a Central Saúde Já, em que o usuário faz teleatendimento ou videochamada, sem sair de casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Capital da sustentabilidade</h3>



<p>No cuidado ao meio ambiente, Curitiba segue também tem ações pioneiras e modelares como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Curitiba Mais Energia populariza o uso de energia renovável com Pirâmide Solar, a instalação dos painéis fotovoltaicos em diversos pontos da cidade e a miniusina hidrelétrica CGH Nicolau Kluppel.</li>



<li></li>



<li>Os programas 100 mil árvores e o Amigo dos Rios contribuem para tornar a capital uma cidade neutra em emissões até 2050.</li>



<li></li>



<li><strong>Os 90 pontos dos Jardins de Mel incentivam a preservação das abelhas nativas sem ferrão, responsáveis por 90% da polinização</strong></li>



<li></li>



<li>A Família Folhas é um dos projetos de Educação Ambiental para a população, que também conta com ações pioneiras de coleta consciente, Lixo que Não é Lixo, Câmbio Verde e Ecocidadão, e 103 pontos de troca do Câmbio Verde beneficiam 5 mil pessoas com 55 toneladas/mês de hortifrútis trocados por material reciclável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Urbanismo Digital</h3>



<p>Hoje, quase 100% dos serviços do Urbanismo em Curitiba são online, como solicitação de alvarás, certidões e licenças para obras e reformas, potencial construtivo, instalação de publicidades, correção e atualização de dados cadastrais; licenças para food truck.</p>



<p>Criada com a mesma tecnologia da Nasa, a plataforma GeoCuritiba agrega aplicativos, painéis, mapas e dados geográficos utilizados na gestão territorial da cidade.</p>



<p>Curitiba está desenvolvendo o Hipervisor, plataforma que vai atuar como &#8220;cérebro inteligente da cidade&#8221; e vai permitir a convergência de dados para monitoramento, análise e prevenção de ocorrências de diferentes áreas na cidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Muralha Digital</h3>



<p>Na área de segurança, a Muralha Digital, programa da Prefeitura é destaque em inovação, ao aliar alia policiamento e tecnologia da informação com a Central de Controle Operacional (CCO) conectada a cerca de 1,9 mil câmeras instaladas em locais estratégicos com fluxo de pessoas, que já reduziram em 40% a criminalidade onde estão dispostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura e esporte</h3>



<p>O Portal curitiba em Movimento simplificou a matrícula em atividades físicas, de esporte e esporte e lazer ofertadas pelo município.</p>



<p>Na Cultura, a capital paranaense foi a primeira a lançar os editais da Lei Paulo Gustavo, com R$14,7 milhões em recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destino Turístico Inteligente (DTI)</h3>



<p>A cidade se destaca como Destino Turístico Inteligente (DTI) e com uma ação inovadora da Prefeitura, Curitiba passou a receber os principais shows internacionais, como Coldplay, Metallica, Paul McCartney. Em 2017, por determinação do prefeito Greca, o Imposto Sobre Serviços (ISS) foi reduzido para eventos, consolidando a cidade na rota de grandes apresentações artísticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Já conhece a Cidade Mais Inteligente do Mundo? Vale a visita 😉</h4>



<p>Fonte: <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/">Prefeitura de Curitiba</a></p>
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		<title>Regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/regra-3-30-300-para-criar-cidades-mais-saudaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos. Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes. O Institute for Global Health (ISGlobal) publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos.</strong></p>



<p>Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes.</p>



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<p>O I<a href="https://www.isglobal.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nstitute for Global Health (ISGlobal)</a> publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra que morar perto de árvores e áreas verdes está correlacionado com melhor saúde mental e menor uso de drogas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">A regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis ​​inclui três pontos:</mark></h2>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">1- Ter 3 árvores decentes visíveis de cada casa</mark></strong></p>



<p>. Pesquisas recentes comprovam a importância do verde visível para o bem-estar e a saúde mental.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">2-  Morar em um bairro com pelo menos 30% de cobertura verde </mark></strong></p>



<p>. A pesquisa mostra uma conexão entre a cobertura da copa das árvores e, por exemplo, o resfriamento do ambiente, um melhor ambiente de ar e saúde mental e física. Ao tornar mais verdes os bairros, também incentivamos os residentes a passar mais tempo fora de casa. O que também promove a coesão social.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">3- Estar a menos de 300 metros de um parque ou espaço verde</mark></strong></p>



<p>. As pessoas devem ter acesso, com uma caminhada segura de 5 a 10 minutos, a um espaço verde de alta qualidade. Isso é a recomendação do Escritório Regional Europeu da Organização Mundial da Saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/beneficios-das-arvores-cidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Leia também: Benefícios das árvores para as cidades e pessoas</strong></a></h4>



<p>Playgrounds, ciclovias e parques acessíveis, por exemplo, garantem que as pessoas se encontrem, se movimentem e relaxem mais. Um ambiente de vida saudável também é um ambiente de vida atraente. </p>



<p><strong>A vegetação na cidade não só tem um efeito positivo na saúde, mas também contribui para um clima de vida e negócios atraente. Além disso, oferece oportunidades para reduzir o estresse térmico e as inundações.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg" alt="BarcelonaParc_de_la_Ciutadella" class="wp-image-29526" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"> <mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">BarcelonaParc_de_la_Ciutadella</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estudo feito em Barcelona</strong></h2>



<p>A pesquisa liderada pelo ISGlobal baseou-se em uma amostra de 3.145 habitantes de Barcelona com idades entre 15 e 97 anos, recrutados aleatoriamente.</p>



<p>O estado de saúde mental foi avaliado com o Questionário de Saúde Geral de 12 itens (GHQ-12). Dezoito por cento dos participantes relataram problemas de saúde mental e 8,3% relataram ter visitado um psicólogo no ano anterior. Além disso, 9,4% relataram uso de tranquilizantes ou sedativos e 8,1% relataram ter usado antidepressivos nos últimos dois dias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“O estudo descobriu que há relativamente pouco espaço verde em Barcelona e que a regra <strong>3/30/300</strong> satisfaz apenas uma pequena porcentagem de pessoas, apesar de seus efeitos benéficos para a saúde mental”, explicou o diretor da ISGlobal e principal autora do estudo.</h4>



<p>“Dada a estrutura urbana de Barcelona e sua densidade populacional (16.000 habitantes por quilômetro quadrado), há pouco espaço disponível para parques e espaços abertos. Assim, os espaços passíveis de alteração são as ruas e as coberturas dos edifícios&#8221;</p>



<p>“A questão é até que ponto 30% de cobertura de copa das árvores é viável, especialmente em cidades compactas?”, concluíram os pesquisadores.</p>



<p><strong>Segundo a equipe de pesquisa, estudos semelhantes devem ser realizados em cidades com mais cobertura arbórea do que Barcelona. Já que a falta de espaço verde da cidade, limita a capacidade de avaliar o aspecto da regra 3/30/300.</strong></p>



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<p>Para baixar o estudo completo, acesse <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0013935122017145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esse link</a>.</p>
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		<title>Guia de infraestrutura verde e azul &#8211; para cidades sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 11:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[GUIA]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O objetivo é realizar um passo a passo de como tornar cidades sustentáveis, com foco em melhorar a governança local em relação a: Alimentação, Água e Energia (FWE). </strong></h4>



<p>De acordo com o pesquisador à frente do projeto, José Puppim, a urbanização acelerada sem planejamento, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade podem gerar insegurança alimentar e escassez de água e energia, uma vez que o consumo desses três elementos vai aumentar significativamente nas próximas décadas. </p>



<p>“Esses são alguns dos temas que mais preocupam a população mundial na atualidade e que podem gerar grandes consequências para os próximos anos, principalmente dentro das cidades”, destaca Puppim. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura verde e azul</strong></h2>



<p>José Puppim afirma que antes de se considerar o Guia, é necessário entender o que são essas infraestruturas e por que esses elementos foram selecionados como parâmetros. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura verde </strong>é mais voltada para <a href="https://sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas e agricultura urbanas</a>,<a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/"> <strong>telhados verdes</strong></a>, plantações nas ruas, conservação de áreas etc.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura azul</strong> é voltada para o sistema de águas urbanas, como regiões urbanas alagadas, lagos e lagoas, rios urbanos, ecossistemas da costa a exemplo de mangues e baías, o sistema de drenagem urbano, entre outros”.  </li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="697" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg" alt="Guia de infraestrutura verde e azul CONCEITO" class="wp-image-29219" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-768x522.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1.jpg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O pesquisador também explica a importância dos três sistemas que compõem o projeto: “é estimado um aumento grande no consumo tanto de alimentos, quanto de água e energia para os próximos 50 anos e boa parte desse consumo vem das cidades. </p>



<p>Em termos de governança fica evidente que as cidades costumam ter pouca gestão desses sistemas. Por exemplo, grande parte dos alimentos vem de fora das cidades, a gestão do sistema hídrico costuma ser estadual, enquanto a de energia, federal. </p>



<p>Assim, fica evidente como as cidades possuem pouca governança sobre os sistemas, o que as impedem de governar ‘green and blue infrastructure’”, disse Puppim.  </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Considerando-se os três sistemas, o Guia de Infraestrutura Verde e Azul (GBI, do inglês Green and Blue Infrastructure) propõe melhores práticas de governança em categorias como:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Provisionamento (serviços de água, medicinais, matérias-primas), </li>



<li>Regulação (temperaturas locais, índices de carbono, desperdício de água) </li>



<li>Cultural (recreação, saúde, estética), além de servir de suporte para a preservação de espécies e seus habitats nas cidades.  </li>
</ul>



<p>Os temas que englobam “Food, Water and Energy”, presentes no GBI, estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="595" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg" alt="MANUAL PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS FAPESP " class="wp-image-29220" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-768x446.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1.jpg 1241w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Fruto de pesquisa apoiada pela FAPESP, publicação foi lançada em dezembro, durante a última Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (imagem: reprodução)</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construindo o Guia </strong></h2>



<p>O estudo que deu origem ao Guia foi iniciado através das seguintes perguntas: </p>



<p><strong>“Onde estamos?” e “Para onde queremos ir e como melhorar a governança das cidades para chegarmos lá?”.</strong> </p>



<p>Primeiro foram identificados os desafios e problemas a serem enfrentados, e a partir daí, foram analisados os impactos que afetam a população, bem como os possíveis parceiros capazes de serem engajados na luta contra esses problemas. </p>



<p>Essa iniciativa tornou possível configurar uma base de ações, que incluiu a criação de diferentes times, estratégias, cenários, identificação de ferramentas, indicadores, recursos etc. </p>



<p> Após as devidas constatações acerca dos desafios e as possíveis formas de serem solucionados, o projeto chegou a sua fase de implementação, que envolve comunicar os respectivos planos, aplicar as soluções propostas, testar alternativas e registrar esse processo passo a passo. </p>



<p>Essa fase envolve o reporte constante de todo o percurso e o monitoramento das ações e resultados por parte dos pesquisadores. </p>



<h5 class="wp-block-heading"></h5>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos  </h2>



<p>O guia é voltado para comunidades, governos, líderes e pesquisadores e utiliza-se da integração do conhecimento sobre os sistemas de alimentos, água e energia, e a sua melhor administração, para evitar desperdícios e gerar políticas públicas. </p>



<h4 class="wp-block-heading">No total, 10 cidades ao redor do mundo foram inicialmente selecionadas pelos pesquisadores para aplicação das diferentes lições em “Food, Water and Energy”. Posteriormente estas lições poderão ser utilizadas por outras cidades com o auxílio do Guia de Infraestrutura Verde e Azul.</h4>



<p> A expectativa é que mais de 30 cidades utilizem o Guia, entre elas, no Brasil, estão São José dos Campos (SP), que está mais imersa na utilização das ferramentas e Florianópolis (SC), que já deu início a um novo programa de segurança alimentar baseado neste estudo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças  </h2>



<p>Puppim relembra que por meio das mudanças climáticas e o crescimento constante da demanda, esses recursos já deixaram cidades reféns em crises de água, energia e alimentos. </p>



<p>Por isso, a ideia deste projeto é entender como uma melhor gestão da Infraestrutura Verde e Azul pode evitar a escassez destes recursos. </p>



<p>“Criamos formas de desenvolver cidades de maneira sustentável nos três fatores, com o intuito de torná-las mais eficientes no consumo de Alimentos, Água e Energia, utilizando modelos que já existem”, destacou o pesquisador ao mencionar que o Guia foi oficialmente lançado no dia 14 de dezembro, após ser apresentado em um evento na CDB COP-15 da ONU.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A elaboração do Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi apoiada pelo JPI Urban Europe e Belmont Forum, programa que congrega 30 financiadores, englobando diversos projetos para tornar cidades sustentáveis, utilizando-se das infraestruturas verde e azul.</h5>



<p>A participação da FGV neste Guia é direcionada para governança, ou seja, focada em entender como os municípios estão lidando com os sistemas de Alimentação, Água e Energia, e como é possível melhorar a gestão desses recursos, a fim de reduzir os riscos de escassez no suprimento e tornar a cidade mais sustentável. </p>



<p>O estudo liderado pela FGV faz parte de um projeto maior, o IFWEN (Iniciativas Inovadoras para Governar Água, Alimentos e Energia em Cidades). Trata-se de um consórcio liderado pela FGV EAESP, que inclui a Universidade de Yale, a Universidade de Estocolmo (Stockholm Resilience Center-SRC), o ICLEI – Governos Locais para Sustentabilidade, a Universidade de Ming-Chuan (Taiwan, China), e a The Nature of the Cities. Ele é financiado por seis agências de pesquisa, incluindo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a National Science Foundation (NSF), entre outras.</p>



<p><strong>Para conferir o guia completo, <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/32062" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse o site</a>.</strong></p>



<p>Siga com a gente e descubra <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-de-praticas-sustentaveis/">30 práticas sustentáveis</a>!</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original <a href="https://agencia.fapesp.br/guia-aponta-caminhos-para-tornar-as-cidades-mais-sustentaveis/40644/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Psicologia ambiental pode ser aliada para cidades mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 11:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A PSICOLOGIA AMBIENTAL E A CIDADE A psicologia ambiental se dedica ao estudo da subjetividade humana dentro do espaço, analisando circunstâncias constitutivas da interdisciplinaridade entre o ambiente construído e o seu efeito psicológico e psicossomático sobre o usuário. Ao estudar a cidade, é de fundamental importância enxergar o homem enquanto usuário do espaço em sociedade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>A PSICOLOGIA AMBIENTAL E A CIDADE</strong></h2>



<p>A psicologia ambiental se dedica ao estudo da subjetividade humana dentro do espaço, analisando circunstâncias constitutivas da interdisciplinaridade entre o ambiente construído e o seu efeito psicológico e psicossomático sobre o usuário.</p>



<p><strong>Ao estudar a cidade, é de fundamental importância enxergar o homem enquanto usuário do espaço em sociedade e fazer uma análise crítica da vida cotidiana em que as cidades estão estruturando para a vida do ser humano contemporâneo.</strong></p>



<p>O meio urbano está a todo o tempo interferindo no intelecto de seus usuários, se habitamos uma cidade desconexa, caótica e com pouca presença da natureza, teremos consequências psicológicas dessa interação.</p>



<p>Por isso, é importante buscar uma compreensão dessa interação e analisar quais os prováveis agentes que estão atuando para uma possível interferência de uma vida saudável e satisfeita por parte dos cidadãos dos grandes aglomerados urbanos.</p>



<p></p>



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<h3 class="wp-block-heading"> </h3>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O HUMANO E O URBANO</strong></h3>



<p>Associa-se o urbano como uma concentração de serviços e de atividades, estas que impulsionam as pessoas a estarem sempre em movimento e a estar sempre ativas e produtivas dentro desse espaço. </p>



<p>O sistema social, por sua vez, demanda e induz aos usuários esse tipo de comportamento para ser enquadrado em uma vida social tida como realizada e de sucesso.</p>



<p><strong> No entanto, a exigência por cumprir com uma rotina intensa de atividades e deslocamentos dentro de uma estrutura cada vez mais artificial, pode estar trazendo consequências negativas para a vida das pessoas e o planejamento urbano precisa se atentar a essas questões, afim de encontrar soluções mitigadoras.</strong></p>



<p> Segundo Eric Klinenberg, pesquisador da Universidade de Nova York, a<br> população mundial encontra-se no processo de transição entre o conceito de coletivismo e os princípios de individualismo. </p>



<p>Compartilha-se ambientes com muitas pessoas diferentes todos os dias, ou até mesmo com as mesmas pessoas, cumpre-se uma ordem social de boa convivência, porém, as relações se mostram cada vez mais rasas.</p>



<p> Vive-se segundo as regras sociais, porém não se observa a construção de um senso de companheirismo, o isolamento aparenta estar presente em espaços com grandes aglomerados de pessoas, onde cada qual com o seu interesse e com o seu grupo social, não se sente à vontade para interagir entre si com facilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"> <strong>A NATUREZA INTRÍNSECA DO HOMO SAPIENS</strong></h3>



<p>A estrutura urbana está provocando efeitos na saúde vital das pessoas, a estrutura urbana polui os rios que fornece água para o seu próprio consumo e poluem o próprio ar que respira, manifestando um contrassenso da percepção do tipo de relação que a cidade tem com o humano, pois sua estrutura física causa sérios danos para a própria vida de quem o usa. </p>



<p>Deve-se reconstituir o ambiente urbano de maneira a retomar características naturais do meio, e refazer o modelo de vida urbana de modo a retomar uma relação intrínseca do homem e do seu habitat natural, a natureza.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A PSIQUE URBANA &#8211; QUE TAL UM REFÚGIO NO PARQUE?</strong></h3>



<p>Esse pensamento dentro de um contexto Urbano-Social, sendo este Cidade-<br>Pessoa, se materializa nos espaços tidos como comuns aos moradores das cidades, embasando os espaços de convivência como sendo uma possibilidade de contribuição da psicologia ambiental para o bem estar da população.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A psicologia ambiental pode se aliar a arquitetura e ao urbanismo trazendo elementos para o cotidiano urbano que cuidam, acolhem, relaxam e traz uma outra perspectiva de sensações a fim de amenizar as consequências e disfunções colaterais do ambiente artificial que as cidades se tornaram.</h4>



<p>A sinergia territorial que um parque urbano pode proporcionar aos moradores de um bairro pode atuar como um elemento que contraste com a vida agitada das cidades, criando um espaço de fuga, de consciência ambiental e de reaproximação com a natureza.</p>



<p>Trazendo elementos, geometrias, materiais, luz, cores, equipamentos, mobiliários urbanos, que inspirem uma interiorização das pessoas, atuando como um elemento para a mediação existencial.</p>



<p><strong>Atentar-se aos problemas essencialmente humano é um papel fundamental do planejamento urbano. </strong></p>



<p>O planejar cidades para pessoas requer um entendimento além da forma e da função, além da preocupação com o fim dos recursos naturais, o planejamento urbano precisa de um entendimento sobre a psique das pessoas, precisa entender como elas estão se sentindo, buscar compreender as verdadeiras necessidades, e atuar para supri-las.</p>



<p>Como sintetiza PALLASMA, no livro Os olhos da pele: “A arquitetura não pode se reduzir a um elemento da funcionalidade, do conforto corporal e do prazer sensorial sem perder sua tarefa de mediação existencial”. (2011, Pág.59)</p>



<p><br>Artigo enviado pela arquiteta Itália Cecília Melo, membro do escritório Itália Arquitetura &#8211; mídia social: @arq.italia</p>



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<p>Fonte da imagem de capa:  TZE/ jazzeco.com</p>
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		<title>Belo Horizonte vence novamente o Desafio das Cidades pelo Planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 14:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo quarto ano consecutivo, a cidade de Belo Horizonte foi escolhida por um júri internacional de especialistas a campeã do Desafio das Cidades pelo Planeta no Brasil Concorrendo com municípios como Campinas, Curitiba, Joinville, Londrina, Niterói, Recife, São José dos Campos, Sorocaba e as finalistas Betim e Fortaleza, BH demonstrou novamente papel de destaque e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pelo quarto ano consecutivo, a cidade de Belo Horizonte foi escolhida por um júri internacional de especialistas a campeã do Desafio das Cidades pelo Planeta no Brasil</strong></p>
<p>Concorrendo com municípios como Campinas, Curitiba, Joinville, Londrina, Niterói, Recife, São José dos Campos, Sorocaba e as finalistas Betim e Fortaleza, BH demonstrou novamente papel de destaque e exemplo em políticas por um futuro de baixo carbono.</p>
<p><figure id="attachment_17857" aria-describedby="caption-attachment-17857" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17857" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1.jpeg" alt="Desafio das Cidades pelo Planeta Belo-Horizonte" width="600" height="450" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1.jpeg 817w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1-300x225.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1-768x576.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1-24x18.jpeg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1-36x27.jpeg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-3-1-48x36.jpeg 48w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-17857" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Praça da Liberdade, Belo Horizonte, Minas Gerais</span></figcaption></figure></p>
<p>Na edição 2017-2018, de forma inédita, o júri optou por conceder uma menção honrosa a Fortaleza, como reconhecimento do esforço da prefeitura em introduzir projetos e ações sustentáveis no Nordeste.</p>
<h3>A capital mineira tem, novamente, motivos para se orgulhar após o fim de mais um ciclo do Desafio das Cidades pelo Planeta, projeto internacional capitaneado pelo WWF com apoio do ICLEI para incentivar e reconhecer esforços de governos locais rumo a um futuro mais verde e justo.</h3>
<p>Belo Horizonte há alguns anos tem atuado nos setores de energia (tentando se consolidar como uma das cidades que mais investem em fontes renováveis), articulação de políticas públicas e privadas com o <a href="https://prefeitura.pbh.gov.br/meio-ambiente/comite-de-mudancas-climaticas" target="_blank" rel="noopener">Comitê Municipal sobre Mudanças Climáticas e Ecoeficiência</a> (CMMCE), Transporte e Gerenciamento de Risco.</p>
<h4><a href="https://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/rio-sampa-bh-ganham-premio-de-transporte-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: BH ganham prêmio internacional de transporte sustentável </a></h4>
<p>Para o painel de especialistas que analisou as ações e o programa de Belo Horizonte na Plataforma de Registro Climático Carbonn, a cidade “<strong>surgiu como a clara vencedora do Brasil devido às suas metas de redução de GEE (Gases de Efeito Estufa),</strong> capacidade de implementação, alocação de orçamento e plano de ação abrangente.</p>
<p><figure id="attachment_17856" aria-describedby="caption-attachment-17856" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-2-2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17856" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-2-2.jpeg" alt="Desafio das Cidades pelo Planeta Belo-Horizonte-" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-17856" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Mirante Mangabeiras, Belo Horizonte, Minas Gerais</span></figcaption></figure></p>
<p>Também se destacou com o engajamento ativo de partes interessadas e forte apoio às opções de mobilidade sustentável dentro da cidade”. O júri apreciou sua ambição e motivação para trazer mudanças reais à capital mineira e aos seus habitantes.</p>
<p><strong>Mas não foi apenas com BH que os especialistas ficaram impressionados. Fortaleza, que relatou 14 projetos e ações no Carbonn</strong> – desde planos para ampliar a malha cicloviária até um programa para incentivar novas construções civis a seguirem padrões sustentáveis, passando pelo replantio de árvores e Plano Municipal de Saneamento Básico – recebeu menção especial.</p>
<p><figure id="attachment_17855" aria-describedby="caption-attachment-17855" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17855" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta-Belo-Horizonte-vence-2-1.jpg" alt="Desafio das Cidades pelo Planeta Belo-Horizonte vence" width="600" height="900" /></a><figcaption id="caption-attachment-17855" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Parque Ecológico do Rio Cocó, um dos maiores parques urbanos da América do Sul e a mais importante área verde e de preservação da cidade de Fortaleza. Foto: © Governo Federal Brasileiro </span></figcaption></figure></p>
<blockquote><p><strong>“A cidade tem um sistema robusto e um plano de ação muito ambicioso. Seu esforço em programas de mobilidade foi muito apreciado”. </strong></p></blockquote>
<p>Faz sentido. No cenário em que o transporte é o maior emissor de gases de efeito estufa nas cidades pelo mundo, Fortaleza criou o Plano de Ações Imediatas em Trânsito e Transporte de Fortaleza (PAITT), conjunto de estratégias que se propõem a melhorar o tráfego e o transporte público na capital cearense no curto e médio prazos. A pretensão, aliás, é de se tornar também a cidade mais pedalável do Brasil.</p>
<p>Agora, os vencedores brasileiros se juntam aos internacionais para servirem ainda mais de exemplos a outras cidades, mostrando na prática que é possível fazer a diferença.</p>
<h4>Confira os membros do júri internacional que ofereceram o quarto título do Desafio das Cidades pelo Planeta no Brasil a Belo Horizonte:</h4>
<p>· Aisa Kacyira, diretora-executiva adjunta e secretária-geral assistente, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat)<br />
· Alexandre Meira da Rosa, vice-presidente para países, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)<br />
· Alice Charles, coordenadora de desenvolvimento urbano e serviços, Fórum Econômico Mundial<br />
· Aromar Revi, diretor, Instituto Indiano de Assentamentos Humanos<br />
· Cornie Huizenga, secretário-geral, Parceria para Transportes Sustentáveis e de Baixo Carbono (SLoCaT)<br />
· Dan Hoornweg, professor, Faculdade de Sistemas de Energia e Engenharia do Instituto de Tecnologia da Universidade de Ontario, Canadá<br />
· David Simon, diretor, Mistra Urban Futures<br />
· Ede Ijjasz-Vasquez, diretor-sênior e coordenador de práticas globais em resiliência social, urbana e rural, Banco Mundial· Gino van Begin, secretário-geral, Governos Locais para a Sustentabilidade (Iclei)<br />
· Kyra Appleby, líder de cidades, Carbon Disclosure Project (CDP)<br />
· Marion Verles, CEO, Gold Standard<br />
· Martha Delgado, diretora-geral, Secretaria do Convênio Global de Cidades Globais para o Clima<br />
· Qiu Baoxing, ex-vice-ministro, Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano e Rural da China<br />
· Ramiro Fernandez, diretor de mudanças climáticas, Avina<br />
· Seth Schultz, diretor de pesquisa, C40 Cities Climate Leadership Group<br />
· Simon Giles, diretor administrativo e líder de indústria – Global Cities, Accenture<br />
· Vijay Padmanabhan, diretor de desenvolvimento urbano e água, Banco Asiático de Desenvolvimento<br />
· Wee Kean Fong, associado sênior de clima e energia, World Resources Institute (WRI)<br />
· Xolisa Ngwadla, líder de pesquisa, Conselho para Pesquisa Científica e Industrial</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.wwf.org.br/?66683/Belo-Horizonte-vence-novamente-o-Desafio-das-Cidades-pelo-Planeta" target="_blank" rel="noopener">WWF</a></p>
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		<title>Uma das cidades mais sustentáveis do mundo está sendo construída na Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 18:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Foster]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que alternativas sustentáveis são a resposta para o futuro, preservação do planeta e da qualidade de vida não é mais uma dúvida. Em posse desse conhecimento projetos de cidades mais sustentáveis tem ganhado cada vez maiores proporções. Em 2017 foi o lançado um concurso internacional para a honra de projetar a nova capital do estado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Que alternativas sustentáveis são a resposta para o futuro, preservação do planeta e da qualidade de vida não é mais uma dúvida. Em posse desse conhecimento projetos de cidades mais sustentáveis tem ganhado cada vez maiores proporções. </strong></p>



<p>Em 2017 foi o lançado um concurso internacional para a honra de projetar a nova capital do estado de Andhra Padesh, no sudeste da Índia, a cidade de Amaravati, o vencedor foi o escritório <a href="https://www.fosterandpartners.com/" target="_blank" rel="noopener">Foster + Partners</a>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-4.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-4.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo " class="wp-image-17680"/></a></figure>



<p>O projeto envolve a área central da cidade com 217&nbsp;km², que inclui vários edifícios de secretaria, juntamente com dois edifícios principais: Assembleia Legislativa e Complexo do Tribunal Superior.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O famoso arquiteto britânico Norman Foster já se encontrou com o Primeiro Ministro para supervisionar o início das obras daquela que promete ser uma das cidades mais sustentáveis do mundo.</h3>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-5.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-5.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17681"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-6.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-6.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17682"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-8.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-8.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17684"/></a></figure>



<p>A proposta prioriza a otimização de recursos através o uso inteligente do espaço, antevendo menores impactos ao ambiente desde sua construção até o fim de sua vida útil.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-9.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-9.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17685"/></a></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O planejamento da cidade prevê trajetos com muita sombra para incentivar a locomoção a pé e por consequência a redução do uso de automóveis movidos a combustíveis fósseis.</h4>



<p>O projeto do complexo governamental de 5,5 km de extensão e 1 km de largura, possui mais de 60% de área verde ou água. A cidade será abastecida com muita água potável devido à sua localização estratégica nas margens do rio Krishna.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/vauban-exemplo-de-bairro-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado:&nbsp;Vauban: exemplo de bairro sustentável</a></h4>



<p>Táxis aquáticos serão utilizados como meio de transporte, e também serão incluídas rotas para carros elétricos pela capital, que ficará situada à margem do rio Krishna e que contará com 13 praças.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17686"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-1.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-1.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17677"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-7.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Amaravati-uma-das-cidades-mais-sustentáveis-do-mundo-7.jpg" alt="Amaravati uma das cidades mais sustentáveis do mundo" class="wp-image-17683"/></a></figure>



<p>Para explorar mais a fundo a sustentabilidade, a energia solar será difundida por toda a cidade</p>



<p>O novo complexo da cidade deverá estar completo dentro de 25 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o vídeo do projeto de Amaravati,&nbsp;uma das cidades mais sustentáveis do mundo:</h2>



<div class="embed-container"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4-UudJ7rtUU?si=an9ik7PElgZhSAt_" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>



<p>Imagens via&nbsp;<a href="https://www.fosterandpartners.com/" target="_blank" rel="noopener">Foster + Partners</a>.</p>
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		<title>Savona, a primeira cidade certificada LEED na Europa</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/savona-a-primeira-cidade-certificada-leed-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 19:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O US Green Building Council ( USGBC ) e a Green Business Certification Inc. ( GBCI ), a organização que certifica os projetos LEED globalmente, anunciaram que Savona é a primeira cidade certificada LEED na Europa. Savona obteve o nível Gold do programa USGBC LEED for Cities . O LEED for Cities é um sistema [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O US Green Building Council ( USGBC ) e a Green Business Certification Inc. ( GBCI ), a organização que certifica os projetos LEED globalmente, anunciaram que Savona é a primeira cidade certificada LEED na Europa. Savona obteve o nível Gold do programa USGBC LEED for Cities .</strong></p>
<p>O <a href="https://www.usgbc.org/leed/rating-systems/leed-for-cities" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED for Cities</a> é um sistema de certificação que lida com as intervenções de planejamento, crescimento e desenvolvimento das cidades, com o objetivo de melhorar a vida dos cidadãos em todo o mundo.</p>
<p>O programa combina aspectos de sustentabilidade ambiental e bem-estar social com análises municipais, fazendo referência ao protocolo <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/infografico-tudo-que-voce-queria-saber-sobre-o-leed-em-ingles/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a>, o sistema de certificação mais difundido no mundo para edifícios verdes.</p>
<blockquote>
<h4>&#8220;Estamos orgulhosos de ser a primeira cidade certificada LEED na Europa&#8221;, declarou o prefeito de Savona Ilaria Caprioglio . &#8220;Nosso compromisso é criar um ambiente urbano sustentável e resiliente e uma sociedade segura e justa. Acreditamos que o LEED for Cities é uma ferramenta útil para aumentar a conscientização sobre o desempenho efetivo e o desempenho futuro das cidades e apoiar os formuladores de políticas. &#8220;</h4>
</blockquote>
<p>O LEED for Cities oferece às cidades uma estrutura para medir e gerenciar o desempenho do consumo de água, uso de energia, bem-estar social, geração de resíduos e avaliação da usabilidade dos serviços de transporte público.</p>
<p>A política energética Savona tenciona tomar uma sugestão do modelo virtuoso da Universidade de Gênova, Campus Universitário de Savona, que desenvolveu o inteligente Microgrid Poligeração (SPM) em conjunto com o Edifício Energy Smart , um sistema inteligente que pode lidar eficientemente a energia produzida internamente, equilibrando geração e cargas, com consequente economia econômica e reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista das emissões de CO2. São ferramentas muito importantes para os gestores municipais, que orientam sua transformação para um centro urbano de baixo impacto ambiental.</p>
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</script></p>
<p><strong>No que diz respeito ao bem-estar social, a cidade tem provado garantir segurança e saúde aos seus cidadãos</strong>, graças aos parâmetros aéreos de alta qualidade, que demonstram a ausência de condições de risco para os grupos mais vulneráveis ​​da população, implementando ações para mitigar a poluição urbana.</p>
<p>Além disso, a polícia local destacou que o nível de criminalidade na cidade é próximo de zero, tornando Savona uma cidade segura e habitável, sem emergências sociais específicas.</p>
<p><figure id="attachment_17342" aria-describedby="caption-attachment-17342" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/savona-e1527102690997.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17342 size-full" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/05/savona-e1527102690997.jpg" alt="Savona, a primeira cidade certificada LEED na Europa" width="600" height="450" /></a><figcaption id="caption-attachment-17342" class="wp-caption-text">Savona, a primeira cidade certificada LEED na Europa</figcaption></figure></p>
<p><strong>&#8220;Na visão do GBCI Europe e USGBC, dentro de uma geração, edifícios e sociedade serão capazes de regenerar e manter a saúde e a vitalidade de todos os seres vivos&#8221;</strong>, disse Kay Killmann , diretor do GBCI Europe.</p>
<p>&#8220;E sabemos que, para alcançar um futuro sustentável para todos, a próxima geração de construção sustentável deve se concentrar no desenvolvimento de cidades inteligentes e comunidades resilientes. <strong>Savona é agora a primeira cidade LEED na Europa e, como tal, apoia políticas de desenvolvimento em igualdade, segurança e saúde</strong>; lança plataformas interoperáveis ​​e tecnologias avançadas que melhoram o desempenho da cidade; e no planejamento urbano, gestão e desenvolvimento, leva em conta conceitos como o bem-estar social &#8220;.</p>
<p>Hoje, as cidades enfrentam muitos desafios: os cidadãos exigem mais transparência e informação sobre os locais onde vivem, trabalham, aprendem e brincam. Agora, mais do que nunca, os governos locais são laboratórios de inovação e estão empenhados na busca de soluções inovadoras para problemas sociais &#8220;.</p>
<h3><strong>As cidades que buscam a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/certificacao-leed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação LEED</a> são avaliadas em 14 parâmetros, incluindo energia, resíduos, água, transporte, educação, saúde, segurança e equidade social.</strong></h3>
<p>As cidades enviam dados usando o Arc , a plataforma online que registra o desempenho e gera uma pontuação de desempenho entre 0 e 100, refletindo os resultados das estratégias adotadas.</p>
<p><strong>Savona agora se junta a outras cidades certificadas pelo LEED, como Washington DC e Phoenix, no Arizona.</strong></p>
<p>&#8220;A avaliação da sustentabilidade dos edifícios está dando importantes saltos em qualidade e escala&#8221;, diz Giuliano Dall&#8217;Ò , presidente do GBC Italia. &#8220;A transição de protocolos de construção para protocolos comunitários já havia começado com o protocolo LEED for Neighborhood Development.</p>
<p>Com o protocolo LEED for Cities, no entanto, notamos uma aceleração real e estamos realmente orgulhosos de que uma das primeiras cidades certificadas em escala mundial, e a primeira cidade européia, seja uma cidade italiana: Savona.</p>
<p>Um agradecimento especial vai para a prefeita Ilaria Caprioglio que, graças a sua determinação, mostrou como é possível realizar projetos que parecem impossíveis: um exemplo concreto de boa política &#8220;.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Acredito firmemente que a sustentabilidade é o principal pilar para a construção de um novo modelo de desenvolvimento para os nossos territórios, incluindo turismo, economia verde e azul, indústrias de alta tecnologia e saúde, bem-estar e atividades. esportes &#8220;, disse o prof. Federico Delfino , Presidente da Universidade de Gênova, Campus de Savona.</strong></p></blockquote>
<p>&#8220;Estamos muito felizes que a cidade de Savona tenha alcançado esse reconhecimento significativo&#8221;, disse Neil Palomba , diretor administrativo da Costa Crociere. &#8220;A decisão de trabalhar de forma estruturada no desempenho ambiental e social está perfeitamente alinhada com nossa estratégia de sustentabilidade e relacionamento com o território, focada na criação de valor compartilhado. O Memorando de Entendimento assinado com a cidade, o porto de origem de Costa, segue exatamente nessa direção.</p>
<p><strong>A <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a>® for Cities será um estímulo adicional para realizar juntos projetos que apóiem ​​o crescimento e o desenvolvimento sustentável da cidade &#8220;</strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://gbcitalia.org/web/guest/-/savona-prima-citta-certificata-leed-in-europa-" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Itália</a></p>
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		<title>Como ter uma casa em container em seis etapas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 17:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[container]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante em bambu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como ter uma casa em container em seis etapas&#160;de contratação do serviço, explicado por uma especialista nesse tipo de construção. Segundo ela, o processo de conclusão da obra leva de 60 a 90 dias dependendo do projeto arquitetônico As construções em container têm se tornado uma alternativa mais econômica e sustentável de obra comparado com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como ter uma casa em container em seis etapas&nbsp;de contratação do serviço, explicado por uma especialista nesse tipo de construção. Segundo ela, o processo de conclusão da obra leva de 60 a 90 dias dependendo do projeto arquitetônico</strong></p>
<p>As construções em container têm se tornado uma alternativa mais econômica e sustentável de obra comparado com a alvenaria, dependendo do caso. Tendência na Europa e no Japão, o modelo de edificação chegou ao Brasil no início dos anos 2000, no mesmo período quando arquitetos e engenheiros na Inglaterra decidiram adaptar o material para projetos residenciais.</p>
<p><strong> A durabilidade pode alcançar até 90 anos com as manutenções básicas.</strong></p>
<p>Para se ter uma casa ou comércio em container, é necessários passar por seis etapas. Todo o processo pode levar de 60 a 90 dias, dependendo do projeto arquitetônico. A rapidez na entrega da obra é uma das<strong><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/construcao-em-conteiner/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> vantagens de uma construção com esse perfil</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como ter uma casa em container em seis etapas:</h2>
<h3>1. Visita ao terreno</h3>
<p>A primeira etapa para uma obra em container é a visita ao terreno em que o material será instalado. Com isso, será analisado o perfil do terreno e do seu entorno para o desenvolvimento do projeto e determinar qual será a logística do descarregamento para a colocação dos containers no local de montagem final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Programa de necessidades</h3>
<p>Neste segundo passo, o cliente fornece as documentações do terreno, como escritura, matrícula, ficha informativa, IPTU, comprovante de endereço e documentos do proprietário. Também é o momento de entender qual é a ideia de investimento da obra e as necessidades em relação ao projeto.</p>
<p>Se for uma residência, quantidade de quartos e banheiros, dimensão dos cômodos e área final imaginada. No caso de um comércio, quais são as áreas comuns necessárias e a metragem.</p>
<blockquote><p>“Claro que ao definir a metragem total para analisarmos a quantia de containers que formarão a edificação, sempre precisaremos analisar em paralelo a legislação de recuos, área máxima de construção permitida no devido terreno e valor aproximado de investimento para o cliente”, explica a especialista em construções em container, Tuani de Miranda.</p></blockquote>
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<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Projeto arquitetônico</h3>
<p>Nesta fase, arquiteto e cliente analisam o programa de necessidades e são colocadas as ideias arquitetônicas na obra. Neste processo, é verificado o Código de Obras da cidade, que estabelece o que é permitido construir na região, e o norte do Sol.</p>
<blockquote><p>“Após a aprovação do projeto pelo cliente, entramos com o pedido de aprovação na Prefeitura e aguardamos ficar pronto. Depois da retirada do Protocolo aprovado podemos dar início à etapa seguinte”, detalha Tuani de Miranda.</p></blockquote>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16343" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container-3.jpg" alt="Como ter uma casa em container " width="600" height="400"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Orçamento da obra</h3>
<p>Todos os itens de mão de obra e materiais que serão utilizados são descritos e separados por etapa de execução. O cliente avalia se está de acordo com cada valor para na sequência iniciar a construção.<strong> É possível começar a obra com um orçamento de R$ 25 mil ou um custo de R$ 1.300 o m².</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Execução da obra</h3>
<p>Com o orçamento aprovado, é feita a compra dos materiais e a contratação da mão de obra, tudo mediante pagamento de cada etapa da construção. As etapas de execução da obra são serralheria, drywall, esquadrias, elétrica, hidráulica e pintura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Montagem final</h3>
<p>Ao concluir a montagem dos módulos de container, cada estrutura é levada separadamente ao terreno, que já deve estar com as bases de fundação instaladas, para a montagem e retoques finais.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16338" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container.jpg" alt="" width="600" height="400"></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16339" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Como-ter-uma-casa-em-container-1.jpg" alt="Como ter uma casa em container" width="600" height="337"></a></p>
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		<title>Espaços abertos trazem conforto a uma casa container na Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 23:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[container]]></category>
		<category><![CDATA[construção com container]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento de materiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espaços abertos e reutilização de materiais, foram as características principais para esta casa container na Indonésia. Reaproveitar o máximo de materiais foi o principal objetivo deste projeto que utilizou 4 containers usados para formar a estrutura da casa e todas as madeiras utilizadas na construção foram recuperadas. Para continuar com o espírito de redução de uso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Espaços abertos e reutilização de materiais, foram as características principais para esta casa container na Indonésia.</p>
<h4>Reaproveitar o máximo de materiais foi o principal objetivo deste projeto que utilizou 4 containers usados para formar a estrutura da casa e todas as madeiras utilizadas na construção foram recuperadas.</h4>
<p>Para continuar com o espírito de redução de uso de materiais, os pisos foram feitos de concreto polido, assim como os móveis de madeira, não receberam acabamentos. As paredes também não foram rebocadas, os tijolos foram apenas pintados, para reduzir a utilização de cimento.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15167" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-1.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A residência, localizada em Bekasi, na Indonésia, foi planejada para um jovem casal e seus dois filhos. São quatro containers sobrepostos e entrecruzados em um terreno de 150m². Os containers, são conectados através de rampa e escada, e formam espaços abertos para ventilação.</p>
<h4>Os arquitetos do  <a href="http://atelierriri.com/4-containers-house/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">atelier Riri</a>, responsáveis pelo projeto, afirmam que esta casa container na Indonésia, representa uma nova definição de casas tropicais contemporâneas, com reaproveitamento de materiais e um toque industrial.</h4>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15171" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-5.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="400" /></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-15172 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-6.jpg" alt="Espaços abertos em uma casa container na Indonésia" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A parte superior foi dedicada ao espaço chamado de passatempo pelos arquitetos, dividido entre a brinquedoteca para as crianças e a sala de relaxamento para os pais.</p>
<p>Um terraço foi instalado para a família desfrutar o ar puro no início da manhã ou no final da tarde.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15170" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-4.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="399" /></a></p>
<p>O primeiro piso ficou com os quartos; que foram feitos em tijolos para melhor conforto térmico; um deles virado para a rua, e os outros dois para os espaços abertos. A cozinha e sala, também ocupam o pavimento térreo.</p>
<h3><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/construcao-em-conteiner/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Construção em contêiner: Vantagens e Desvantagens </a></h3>
<h4>Uma das desvantagens da utilização de containers na construção é que o material é um ótimo condutor de calor e péssimo isolante acústico. Para resolver esse problema várias estratégias foram utilizadas, como a criação de pátios internos para ter uma melhor <strong><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ventilação natural,</a> uso de vegetação e de materiais isolantes térmicos, além do posicionamento estratégico dos cômodos.</strong></h4>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-8.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15174" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-8.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A cobertura é composta por uma camada de “telha de arame&#8221;, para suspender a vegetação e reduzir o calor no interior.</p>
<p>Uma camada de lã de vidro foi utilizada entre a cobertura e o forro de madeira de pinus, reutilizada de outra construção.</p>
<p>A mesma madeira reaproveitada, também foi aplicada em algumas paredes e parte do piso. O jardim no terraço ajudou a criar mais espaços abertos para o conforto dos moradores.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-9.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15175" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-9.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="400" /></a></p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15173" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Espaços-abertos-e-reutilização-de-materiais-7.jpg" alt="Espaços abertos" width="600" height="405" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagens: Teddy Yunantha</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis foi aprovada pela ABNT</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/primeira-norma-tecnica-para-cidades-sustentaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 20:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017 A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017</strong></p>
<p>A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida.</p>
<p>O trabalho de estudo e tradução da norma internacional já existente para esse tema foi feito pela Comissão de Estudos Especial 268 da <a href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABNT</a>, uma comissão espelho da Technical Committee <a href="https://www.iso.org/committee/656906.html" target="_blank" rel="noopener">TC 268 da ISO, a Sustainable cities and communities</a>, que atuou na confecção da norma internacional. A CEE 268 foi coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP, Alex Abiko.</p>
<p>Segundo o professor, trata-se de uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 – Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life. “Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade no que se refere à sustentabilidade.”</p>
<p>A iniciativa de ter uma norma nacional sobre o assunto nasceu das atividades de pesquisa do próprio Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que tem uma linha de estudos em planejamento e engenharia urbanos, e teve colaboração da doutoranda do departamento, a engenheira Iara Negreiros.</p>
<h4>A primeira norma técnica para cidades sustentáveis contém <strong>100 indicadores de sustentabilidade urbana</strong> e trata dos aspectos ambiental, econômico, social e tecnológico, entre outros.</h4>
<blockquote><p>“Esse documento vai ajudar os municípios, governos de Estado, o Ministério das Cidades a medir a sustentabilidade das cidades, mas essas normas não estabelecem padrões”, explica Abiko.</p></blockquote>
<p>Ou seja, a norma não fala se uma cidade é sustentável ou não, mas estabelece quais requisitos devem ser avaliados para se medir essa sustentabilidade.</p>
<p>Engloba indicadores de diferentes áreas, tais como: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano etc.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Além do setor público, a NBR ISO 37120:2017 também pode ser usada pelas empresas para que atestem, para clientes e governo, o quão sustentável são seus empreendimentos. “Gostaríamos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, afirma Abiko.</p>
<p><figure id="attachment_14635" aria-describedby="caption-attachment-14635" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Primeira-norma-técnica-para-cidades-sustentáveis-ABNT-e1491942214378.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14635" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Primeira-norma-técnica-para-cidades-sustentáveis-ABNT-e1491942214378.jpg" alt="Primeira norma técnica para cidades sustentáveis ABNT" width="600" height="399" /></a><figcaption id="caption-attachment-14635" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Professor Alex Abiko coordenou o grupo que elaborou a primeira norma técnica para cidades sustentáveis – Foto: Assessoria Poli/US</span></figcaption></figure></p>
<p>A norma nasceu de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber como medir a sustentabilidade das cidades e fomos investigar como isso é feito no mundo. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul, e inclusive alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta foi, então, qual seria o melhor sistema para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta.</p>
<p>Nessa pesquisa pelo melhor sistema, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização, entidade que congrega as associações de padronização/normalização de 162 países do mundo, incluindo o Brasil.</p>
<p>“Ela foi selecionada porque é resultado da discussão e trabalho de uma entidade que reúne quase todos os países do mundo, o que dá muita credibilidade e torna a norma internacional. As outras normas que estudamos trazem elementos que são muito particulares das realidades locais, o que torna mais difícil implementá-las em contextos diferentes, enquanto a ISO sempre busca unir o melhor de todas as normas em uma só”, destaca.</p>
<p>Selecionada a norma ISO, a Comissão 268 passou a trabalhar na tradução do documento. Não bastava apenas traduzir para a língua portuguesa, mas fazer uma avaliação técnico-científica do documento porque, ao mesmo tempo em que não se pode alterar uma norma ISO para adotá-la e ela ser uma norma NBR ISO, é preciso fazer adaptações em itens para que a norma faça sentido ou seja adaptada à realidade brasileira, o que foi feito por meio de notas.</p>
<p>Um exemplo de nota brasileira está na definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos, no Brasil, os termos assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Parcerias</strong></p>
<p>Esse trabalho envolveu diversas instituições e órgãos públicos, tais como a Caixa, Ministério das Cidades, Sabesp, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato da Habitação (Secovi), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), Poli, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), Instituto de Engenharia, entre outras, que compuseram a CEE 268.</p>
<p>As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE 268 são as de Sistemas de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável, cujos trabalhos já estão avançados, as de Cidades Inteligentes e as de Cidades Resilientes, em nível mais preliminar.</p>
<blockquote><p><strong> “É importante participar da discussão de novas normas internacionais desde o início. Se nos aproximamos de outros países e instituições internacionais, podemos colocar nas normas internacionais as questões específicas do Brasil”, conclui Abiko.</strong></p></blockquote>
<p>Fonte: &#8211; <a href="http://jornal.usp.br/universidade/extensao/projetos-de-cidades-sustentaveis-no-brasil-ganham-norma-tecnica/" target="_blank" rel="noopener">Jornal da USP</a> porJanaína Simões/ Assessoria de Comunicação Poli</p>
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		<title>CURB: Ferramenta ajuda cidades a serem mais sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 14:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CURB é uma ferramenta lançada pelo Banco Mundial para ajudar cidades na busca por desenvolvimento sustentável. A iniciativa do Banco Mundial e parceiros simula implementação de projetos que buscam soluções mais limpas para problemas urbanos, tendo em vista que os centros urbanos são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de gases causadores do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>CURB é uma ferramenta lançada pelo Banco Mundial para ajudar cidades na busca por desenvolvimento sustentável.</h2>
<p>A iniciativa do <a href="http://www.worldbank.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco Mundial</a> e parceiros simula implementação de projetos que buscam soluções mais limpas para problemas urbanos, tendo em vista que os centros urbanos são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, e as populações vulneráveis desses&nbsp;centros serão algumas das mais afetadas pelas mudanças do clima,</p>
<p>Para ajudar municípios a encontrar alternativas de desenvolvimento mais limpas, o organismo financeiro e parceiros lançaram em setembro, durante a <a href="http://www.climateweeknyc.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Semana Climática de Nova York</a>, uma ferramenta que ajuda gestores a planejar projetos urbanísticos sustentáveis. Chamada <strong>“Ação Climática para a Sustentabilidade Urbana”, a<a href="http://www.worldbank.org/en/topic/urbandevelopment/brief/the-curb-tool-climate-action-for-urban-sustainability" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> CURB</a></strong> é uma plataforma quer suprir lacunas de informações sobre as cidades e fornecer soluções realistas.</p>
<h4>“A CURB oferece análises adaptadas que podem ajudar as autoridades urbanas a mais facilmente identificar, priorizar e planejar formas econômicas e eficientes para reduzir as emissões”, explicou o gerente de políticas climáticas do Banco Mundial e responsável pela concepção da ferramenta, Stephen Hammer.</h4>
<p>A partir de uma base de dados, a plataforma estima o custo, viabilidade e impacto de diversas ações para combater as mudanças do clima. O sistema é capaz de avaliar sistemas de transporte e projetos de adaptação de edifícios, além de levar em conta mudanças tecnológicas e políticas nas simulações de diferentes cenários urbanos.</p>
<p>A CURB também calcula retornos de investimento, o que pode ajudar as cidades a criar empregos, melhorar a própria subsistência e aumentar a resiliência a riscos climáticos, especialmente para as pessoas de baixa renda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Argentina é pioneira no uso da CURB</h3>
<p>Buenos Aires foi a primeira cidade da América Latina a testar a iniciativa do Banco Mundial, que está ajudando a capital da Argentina a avançar seu plano atual de preparação para as mudanças do clima.</p>
<p>“Os gráficos de fácil utilização, projeções financeiras e outras características da CURB podem ajudar os planejadores urbanos a melhorar a comunicação e a coordenação no governo da cidade”, afirmou a assessora em sustentabilidade do governo municipal, Inés Lockhart. “Essa ferramenta é perfeita para ajudar a cidade a analisar novas ações potenciais de uma forma mais eficiente.”</p>
<p>Tal como em muitas outras cidades grandes, Buenos Aires tinha um problema de congestionamento gigantesco. Apesar do sistema sofisticado de transporte público, os usuários costumavam passar horas no tráfego devido ao número elevado de veículos nas ruas. Isso afetava diretamente a vida dos motoristas, reduzia a eficiência da cidade e contribuía para aumentar as taxas de emissões de CO2.</p>
<p>Para enfrentar os desafios do clima e da eficiência, Buenos Aires adotou medidas como a criação do sistema de Transporte Rápido por Ônibus (BRT) e um programa de uso compartilhado de bicicletas. Embora a cidade tenha conseguido realizações monumentais nos últimos anos, ainda resta muito para reduzir a pegada de carbono e atingir as metas climáticas.</p>
<h3>Dados inexistentes? Isso não é problema</h3>
<p>Um dos destaques da CURB são os dados substitutos: se a cidade carecer de informações, o sistema permite aos usuários utilizar dados de municípios ou países semelhantes. O objetivo é permitir que todos os centros urbanos possam utilizar a ferramenta, independentemente do tamanho ou nível de renda.</p>
<p>“Trata-se de uma das muitas características do projeto que atendem à necessidade de tornar todos os aspectos da ferramenta prontamente acessíveis a seu público-alvo principal: funcionários do governo local”, afirmou o especialista urbano do Banco Mundial, Silpa Kaza.</p>
<p>Além de Buenos Aires, mais de 100 cidades de diferentes partes do planeta – incluindo Joanesburgo, Bangalore e Chennai – estão usando ou se comprometeram a usar a CURB, que será alimentada com informações dos governos municipais. A plataforma é desenvolvida em parceria com o Grupo C40 de Liderança Climática das Cidades e o Grupo de Prefeitos, que devem difundir a CURB pelo mundo.</p>
<h5>Entenda como funciona a CURB no vídeo abaixo (em inglês):</h5>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wwVySQ9PwA0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A CURB é um produto do trabalho da Força-Tarefa do Banco Mundial para Catalisar a Ação Climática, em parceria com o Grupo C40 de Liderança Climática das Cidades (C40), AECOM Consulting e Grupo de Prefeitos. Essa iniciativa acompanha o relatório de 2012 do Banco Mundial <a href="https://openknowledge.worldbank.org/handle/10986/11860" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;Turn Down the Heat&#8221; </a>(Reduzir o Calor), que adverte para os riscos de um mundo 4°C mais quente.</p>
<p>Para saber mais sobe a CURB, visite <a href="http://www.worldbank.org/curb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.worldbank.org/curb</a> (em inglês)</p>
<p>Fonte:<a href="https://nacoesunidas.org/banco-mundial-lanca-ferramenta-para-ajudar-cidades-na-busca-por-desenvolvimento-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a>&nbsp;e <a href="http://www.worldbank.org/pt/news/feature/2016/09/22/new-data-driven-planning-tool-helps-cities-advance-climate-action" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco Mundial</a></p>


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