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	<title>energia solar Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>energia solar Archives - SustentArqui</title>
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	<item>
		<title>Projeto Bônus Eficiente dará 60% de desconto em sistemas fotovoltaicos em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 20:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Celesc iniciou em Santa Catarina, na segunda-feira, 20 de fevereiro, o cadastramento de interessados em participar do Projeto Bônus Eficiente – Linha Fotovoltaica. Em menos de 24 horas, o cadastro para aderir ao projeto ficou acima de cinco mil clientes interessados. Em algumas regiões, as vagas foram preenchidas em apenas trinta minutos. O cadastro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Celesc iniciou em Santa Catarina, na segunda-feira, 20 de fevereiro, o cadastramento de interessados em participar do Projeto Bônus Eficiente – Linha Fotovoltaica.</p>



<p>Em menos de 24 horas, o cadastro para aderir ao projeto ficou acima de cinco mil clientes interessados. Em algumas regiões, as vagas foram preenchidas em apenas trinta minutos. O cadastro ainda ficará disponível para lista de espera.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O projeto Bônus Eficiente &nbsp;proporcionará a instalação de sistemas fotovoltaicos em mil residências catarinenses com 60% de desconto.</h3>



<p>Os consumidores aprovados no cadastro terão acesso ao sistema fotovoltaico de 2,6kWp, pagando 40% do custo total praticado no mercado, ou seja, em torno de R$ 6.700,00.</p>



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<p>Inédito no Brasil, por suas características, o Bônus Eficiente Linha Fotovoltaica quadruplica o número de residências catarinenses com sistemas fotovoltaicos, aumentando a potência total instalada dos atuais 2,8MW para 5,4 MW.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Projeto Bônus Eficiente Linha Fotovoltaica promoverá um ciclo virtuoso de sustentabilidade em Santa Catarina, promovendo a cultura de eficiência energética associado à a microgeração solar distribuída.</h4>



<p>O benefício principal para o consumidor é a economia na conta de energia elétrica que, após a instalação dos painéis fotovoltaicos, pode chegar a R$ 2 mil por ano. Com isso, o investimento individual no sistema será recuperado em pouco mais de três anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Há ainda outras vantagens:<strong> “O Bônus Fotovoltaico estimula o uso racional da energia elétrica, contribui para reduzir o carregamento do sistema elétrico e aumenta a diversificação da matriz energética brasileira, fortalecendo o uso de uma fonte de energia limpa”</strong></p></blockquote>



<p>O investimento total do projeto é de R$ 17 milhões, somando a contrapartida de R$ 6,7 milhões de quem adquirir o sistema. Ao participar do projeto, cada contemplado terá direito ainda a receber cinco lâmpadas LED.</p>



<p>O processo de instalação será realizado pela Engie Solar, uma subsidiária da Engie, maior geradora privada de energia elétrica do País, e já implantou centenas de sistemas fotovoltaicos em todo o Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos para participar do Projeto Bônus Eficiente Linha Fotovoltaica:</h2>



<p>• Consumidor residencial deve estar adimplente com a Celesc, ou seja, não pode ter dívidas com a Empresa;</p>



<p>• O cadastro (ou inscrição) é realizado via internet. Caso todos os requisitos sejam atendidos, o consumidor entra para a lista de instalação, ficando passível ainda de rejeição caso sua unidade consumidora apresente problemas na inspeção prévia, antes da instalação;</p>



<p>• A residência deve possuir área disponível mínima de 20m² no telhado para instalação, livre de sombreamentos por árvores, prédios vizinhos etc.;</p>



<p>• O telhado deve estar voltado para o Norte (com desvio admitido +/- 30°);</p>



<p>• A inclinação do telhado pode variar de 20° a 35° em relação ao plano horizontal;</p>



<p>• A unidade consumidora deve ter consumo mensal de 350 kWh ou acima, nos últimos 12 meses;</p>



<p>• O consumidor precisa ter disponibilidade de recurso para pagar a contrapartida;</p>



<p>• A unidade consumidora precisa dispor de acesso à rede de internet/WiFi;</p>



<p><strong>Os clientes da Celesc ainda podem se cadastrar pelo site <a href="http://www.bonusfotovoltaico.celesc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ttp://www.bonusfotovoltaico.celesc.com.br/</a> para ficar na lista de espera. </strong></p>



<p>A inscrição é por ordem de acesso, mas no caso de os primeiros que se cadastraram primeiro não cumprirem os pré-requisitos, aqueles em fila espera serão chamados.</p>



<p>Fonte: <a href="http://www.celesc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Celesc</a></p>



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		<title>Piauí terá a maior usina de energia solar da América Latina</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/piaui-maior-usina-de-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 20:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Piaui]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de anunciar ano passado, que a maior usina de energia solar da América Latina seria na Bahia, a empresa italiana de geração de energia, Enel S.p.A, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda, anunciou o início das obras de construção de uma ainda maior em Nova Olinda, no Piauí. Quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de anunciar ano passado, que a maior<a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/a-maior-usina-solar-da-america-latina-ficara-na-bahia/" target="_blank"> usina de energia solar da América Latina seria na Bahia</a>, a empresa italiana de geração de energia, Enel S.p.A, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda, anunciou o início das obras de construção de uma ainda maior em Nova Olinda, no Piauí.</p>
<h3>Quando concluída, será maior usina de energia solar da América Latina, com 292 megawatts em capacidade.</h3>
<p>O investimento total será de US$ 300 milhões (quase 1 bilhão de reais no câmbio atual), como informou a companhia.</p>
<h4><a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/piaui-adocao-de-medidas-sustentaveis-na-construcao/" target="_blank">Relacionado: Piauí obriga a adoção de medidas sustentáveis nas construções</a>.</h4>
<p>A usina será instalada no município de Ribeira do Piauí, localizado a 377 quilômetros de Teresina, na microrregião do Alto Médio Canindé. Depois de construída, a Nova Olinda ocupará uma área de 690 hectares e terá capacidade instalada total de 292 MW.</p>
<p><strong>O empreendimento será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender as necessidades de consumo de energia anual de cerca de 300.000 lares brasileiros</strong>, evitando a emissão de cerca de 350.000 toneladas de gás carbônico (CO2) para a atmosfera.</p>
<p>A unidade de produção será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá para atender a crescente demanda do país por energia.</p>
<p>A Enel ganhou o leilão da energia solar realizado em agosto de 2015. O governador Wellington Dias, antes mesmo do leilão, acompanhou os investimentos em energia no Piauí e realizou viagens à Itália e Alemanha para conhecer projetos e conversar com o empresariado local do setor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essa iniciativa faz parte do nosso projeto de trabalhar muito e produzir o que o Brasil precisa: energia, alimentos, bons serviços e gerar emprego e renda fazendo a economia crescer. O Piauí está pronto para esta tarefa e estamos trabalhando para ampliar investimentos e gerar emprego e renda para a população&#8221;, afirma o chefe do executivo estadual.</p></blockquote>
<p>O gerente da Enel para o Brasil, Carlo Zorzoli, destacou, por meio de nota, que a companhia pretende continuar investindo para crescer de maneira sólida no setor de energia no país. &#8220;O governo brasileiro tem desenvolvido um processo atrativo e bem estruturado de leilões e temos construído o nosso sucesso com base na tecnologia líder de mercado, excelência em financiamento e reputação&#8221;, declarou o gerente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.piaui.pi.gov.br/" target="_blank">Governo do Piauí</a></p>
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		<title>Tocantins Pró-Solar: incentivo a geração e uso de energia solar</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/tocantins-pro-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2017 19:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tocantins Pró-Solar é a política Estadual de Incentivo à Geração e ao Uso da Energia Solar, com finalidade de aproveitar o potencial solar do estado e racionalizar o consumo de energia elétrica, a Lei abrange uso residencial, industrial e agropecuário, nas áreas urbana e rural. Integrando um grande cinturão solar no Brasil e se destacando entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Tocantins Pró-Solar é a política Estadual de Incentivo à Geração e ao Uso da Energia Solar, com finalidade de aproveitar o potencial solar do estado e racionalizar o consumo de energia elétrica, a Lei abrange uso residencial, industrial e agropecuário, nas áreas urbana e rural.</h3>
<p>Integrando um grande cinturão solar no Brasil e se destacando entre os estados com maior irradiação do sol,<strong> o Tocantins tem um alto potencial de geração de energia solar</strong>. Com o objetivo de aproveitar este potencial e incentivar o uso desta energia limpa e renovável, o Governo do Estado instituiu a Política Estadual de Incentivo à Geração e ao Uso da Energia Solar – Pró-Solar. A política será coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).</p>
<h4><a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/programa-palmas-solar/" target="_blank">Relacionado: Programa Palmas Solar – Incentivo fiscal de até 80% para geração energia solar </a></h4>
<p>A lei nº 3.179/2017, que institui a política, traz os instrumentos e objetivos da Pró-Solar, que tem como finalidade aproveitar o potencial do Tocantins e racionalizar o consumo de energia elétrica. São previstos investimentos que englobam o desenvolvimento tecnológico e a geração (fotovoltaica e fototérmica) para comercialização e autoconsumo nas áreas urbanas e rurais, pela iniciativa pública e privada, considerando o uso residencial, comunitário, comercial, industrial e agropecuário.</p>
<p><figure id="attachment_14238" aria-describedby="caption-attachment-14238" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/01/tocantins-pró-solar-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14238 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/01/tocantins-pró-solar-1.jpg" alt="Tocantins Pró-Solar" width="600" height="360" /></a><figcaption id="caption-attachment-14238" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Alcy Monteiro/ Governo do Tocantins</span></figcaption></figure></p>
<p>O diretor de Desenvolvimento Sustentável da Semarh, Jânio Washington, ressalta a importância do Tocantins Pró-Solar para aumentar o uso da energia solar na matriz energética do estado.</p>
<blockquote><p><strong> “Um dos objetivos é estimular a instalação de indústrias produtoras de equipamentos de geração de energia solar no estado, gerando emprego e renda. Além disso, a política pode transformar o Tocantins num referencial de geração de energia solar, já que temos todas as condições pra isso”, afirma.</strong></p></blockquote>
<p>Jânio destaca ainda que <strong>o Governo do Estado seria o primeiro a dar o exemplo</strong>, já que a partir da sanção da lei, “todas as novas obras públicas estaduais deverão prever instalação do sistema de energia solar no projeto de construção. Ou seja, o governo vai dar o exemplo para que as empresas, a iniciativa privada e os consumidores de modo geral também possam fazê-lo”.</p>
<p>A política prevê ainda prioridade na celebração de convênios com o Estado, para a construção de prédios públicos e conjuntos habitacionais, para os municípios que disponham de legislação promotora de uso de energia solar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Atualmente, o Tocantins já oferece incentivos para geração e uso de energia solar instituídos por meio de dois decretos (2.912 e 5.338). Tais incentivos incluem isenção de ICMS na compra de equipamentos de energia fotovoltaica e fototérmica para empresas instaladas no estado até 2021 e a título de compensação de energia solar gerada.</h4>
<p>“A Semarh, em parceria com a Sefaz, estuda outros incentivos para a atração de indústrias, que sejam tributários ou de geração de crédito, para que o setor se desenvolva e estimule o crescimento de toda a cadeia produtiva”, pontua o diretor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Objetivos do Milênio</h2>
<p>Com a implantação da lei, o Tocantins caminha para atingir um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), por ocasião da Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que prevê assegurar, até 2030, o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia. Com este passo, o Governo do Estado fomenta o investimento em infraestrutura e em tecnologias de energia limpa.</p>
<p><strong>A energia de fontes renováveis – vento, água, solar, biomas e energia geotermal – é inexaurível e limpa. A energia renovável, atualmente, constitui 15% do conjunto global de energia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Camila Mitye / <a href="http://to.gov.br/noticia/2017/1/24/tocantins-institui-a-pro-solar-que--incentiva--geracao-e-uso-de-energia-solar/" target="_blank">Governo do Tocantins</a></p>
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		<item>
		<title>Bahia terá laboratório de certificação de painéis fotovoltaicos</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/laboratorio-de-certificacao-de-paineis-fotovoltaicos-bahia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfany Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 17:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[painel fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[painel solar]]></category>
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		<category><![CDATA[equipamentos para energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boas novas para a Bahia e para o nordeste! A Coelba, uma das distribuidoras do grupo Neoenergia, iniciou as obras do Laboratório de Certificação de Painéis Fotovoltaicos, que funcionará em uma área de 600 m², no Parque Tecnológico da Bahia. O empreendimento será o primeiro do tipo no Nordeste, e um dos quatro no Brasil. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Boas novas para a Bahia e para o nordeste! A <a href="http://www.coelba.com.br/Pages/Default.aspx" target="_blank">Coelba</a>, uma das distribuidoras do grupo Neoenergia, iniciou as obras do Laboratório de Certificação de Painéis Fotovoltaicos, que funcionará em uma área de 600 m², no Parque Tecnológico da Bahia.</h4>
<p>O empreendimento será o primeiro do tipo no Nordeste, e um dos quatro no Brasil. Fruto de convênios da Coelba com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti) e com a Universidade Federal da Bahia (UFBA),<strong> o projeto faz jus ao potencial solar gigantesco do nordeste</strong>, sendo o laboratório uma grande evolução para o uso da energia solar.</p>
<p>O estado da Bahia, que já recebia grandes investimentos em energia eólica, têm mais uma vez uma grande chance de crescer na busca e produção de fontes energéticas renováveis e corretas ecologicamente. <strong>Estão sendo investidos mais de quatro milhões, através do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Neoenergia, o qual foi aprovado pela ANEEL.</strong> O laboratório também irá realizar trabalhos em conjunto com outros laboratórios e empresas do Centro Tecnológico e, após o terceiro ano de funcionamento, a Coelba doará o dinheiro ao Parque.</p>
<p>O espaço ficará pronto até o final de junho e, partir daí, os equipamentos começarão a ser adquiridos. Entre eles, <strong>simuladores solares, câmaras climáticas e equipamentos de medição</strong>. O passo seguinte é o reconhecimento formal pelo Inmetro de que o laboratório de certificação de painéis fotovoltaicos está apto para funcionar.</p>
<p>Serão aplicadas normais internacionais para energia solar e calibração de fontes de luz e sensores. Além disso, programas de capacitação e avaliação de novas tecnologias de painéis solares fotovoltaicos serão desenvolvidos. <strong>A estrutura ficará à disposição dos fabricantes que queriam vender as placas nacionalmente, sobretudo porque, para a realização da venda, é preciso passar pelo processo de certificação.</strong>  De acordo com José Antônio Brito &#8211; um dos gestores da Coelba &#8211; em entrevista à revista Primeira Página, &#8220;a geração de energia solar em grande escala está a ponto de se tornar realidade&#8221;.</p>
<p>A Coelba, por sua vez, já possui experiência com o uso de sistemas solares fotovoltaicos, haja vista o programa <strong>Luz para Todos e a inauguração do primeiro sistema solar fotovoltaico em um estádio da América Latina.</strong> Por isso, o laboratório de certificação de painéis fotovoltaicos tem dezenas de pontos a seu favor e promete ser um grande avanço e conquista na geração de energia solar para o nordeste e para o Brasil.</p>
<h4>E já que estamos falando em Bahia, você sabia que a maior usina solar ficará no estado? <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/a-maior-usina-solar-da-america-latina-ficara-na-bahia/" target="_blank">Veja mais.</a></h4>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Equipamentos para energia solar recebem incentivo do BNDES</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/equipamentos-para-energia-solar-bndes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfany Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 21:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos para energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boas novas para o Brasil! Um total de 20 equipamentos para energia solar, produzidos por 17 fabricantes, já estão credenciados na linha da Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A intenção do banco é incentivar gradativamente a presença da energia solar na matriz energética brasileira. Dentre os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Boas novas para o Brasil! Um total de 20 equipamentos para energia solar, produzidos por 17 fabricantes, já estão credenciados na linha da Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<a href="http://www.bndes.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">BNDES</a>). A intenção do banco é incentivar gradativamente a presença da energia solar na matriz energética brasileira.</h4>
<p>Dentre os credenciados, cinco correspondem a indústrias nacionais que produzem no Brasil os painéis fotovoltaicos para geração solar; outros cinco são para fornecedores de sistema fotovoltaicos; sete são para a fabricação de inversores; dois para a fabricação dos <em>trackers</em>, equipamentos para energia solar que direcionam o painel fotovoltaico para que ele acompanhe o movimento do sol e otimize a irradiação solar; e um para a caixa de conexão central, a <em>stringbox</em>.</p>
<p>Cabe ao BNDES verificar se o fabricante está dentro das exigências do chamado &#8220;conteúdo nacional mínimo&#8221;. Sem isso, os equipamentos para energia solar não podem receber o financiamento. Um dos fabricantes de painéis solares que já estão participando do credenciamento, tem a capacidade de fornecer energia a sistemas de grande porte. Outros quatro são voltados para sistemas de pequeno porte, como placas solares em residências e pequenos comércios.</p>
<p class="para para_Corpo"><strong><span class="char char_$ID/[No_character_style]">Mais quatro fabricantes de painéis fotovoltaicos estão em processo de credenciamento com o BNDES, sendo três brasileiros e um estrangeiro. Quando instaladas suas unidades, terão capacidade de produzir um gigawatt anualmente.</span></strong></p>
<p>Outros projetos em fase de consulta já estão no BNDES, e a estimativa é de que o fluxo aumente consideravelmente até o final de 2016. O Governo Federal, como forma de incentivo, já realizou <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-energia-solar-e-eolica-na-matriz-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">três leilões &#8211; um em 2014 e dois em 2015 </a>&#8211; para comprar energia solar, e outros dois devem ocorrer em 2016. A expectativa do banco é que a energia solar no Brasil trace o mesmo caminho da energia eólica, a qual já representa 6% da matriz energética brasileira, incentivo que o BNDES também pretende aumentar cada vez mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil lança projeto inédito de usina solar flutuante em hidrelétricas</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/brasil-usina-solar-flutuante-em-hidreletricas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 20:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro projeto de exploração de energia solar em lagos de usinas hidrelétricas com uso de flutuadores, inicia nesta sexta-feira (4/3), na usina hidrelétrica de Balbina, no Amazonas. No dia 11/3 será lançado o protótipo similar na Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia. A cerimônia de lançamento do projeto contará com a presença do ministro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O primeiro projeto de exploração de energia solar em lagos de usinas hidrelétricas com uso de flutuadores, inicia nesta sexta-feira (4/3), na usina hidrelétrica de Balbina, no Amazonas.</h3>
<p>No dia 11/3 será lançado o protótipo similar na Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia. A cerimônia de lançamento do projeto contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e de dirigentes do setor elétrico e das empresas envolvidas, além de pesquisadores responsáveis pelo estudo.</p>
<p>No lançamento, será apresentado protótipo com cerca de 60 m² de área, em funcionamento, permitindo a visualização do sistema. Nas semanas seguintes serão aprofundados os estudos da área dos lagos para a ampliação dos sistemas, que na primeira fase terão capacidade de 1 MWp (1Megawatt pico, equivalente à geração de 1 MW no momento de maior insolação), com área equivalente a cinco campos de futebol, e posteriormente serão ampliados para 5 MWp, com superfície igual à de cinco campos.</p>
<p>Os projetos serão realizados com recursos destinados a ações de Pesquisa &amp; Desenvolvimento pelas empresas, com previsão de investimentos de quase R$ 100 milhões (R$ 49,964 milhões da Eletronorte e R$ 49,942 milhões da Chesf), em ações previstas até janeiro de 2019, para gerar 10 MWp de energia elétrica. A escolha das duas usinas deve-se ao fato de estarem em áreas de regimes climáticos diferentes, o que permitirá acompanhar o desempenho dos sistemas nas diversas condições de tempo.</p>
<h4>Este será o primeiro estudo sobre a instalação usina solar flutuante instalado no lago de usinas hidrelétricas no mundo, que permite aproveitar as sub-estações e as linhas de transmissão das hidrelétricas e a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios, evitando desapropriação de terras. Projetos similares já foram iniciados em outros países, mas em reservatórios comuns de água, não em hidrelétricas.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cronograma de ações</strong></p>
<p>O cronograma de implantação e pesquisa prevê o início da execução dos projetos em 04 de março de 2016 (Balbina) e 11 de março de 2016 (Sobradinho). A entrega das Plantas Piloto em Balbina e Sobradinho está prevista para agosto de 2016, com geração de 1 MWp em cada unidade. Em outubro de 2017, serão entregues as Plantas Piloto nas duas usinas, com geração de outros 4 MWp em cada unidade (8 MW no total, que se somarão aos 2 MWp das plantas piloto). O encerramento do projeto e apresentação dos resultados está prevista para janeiro de 2019.</p>
<h3>A pesquisa e o projeto da usina solar flutuante</h3>
<p>O projeto de pesquisa analisará o grau de eficiência da interação de uma usina solar em conjunto com a operação de usinas hidrelétricas. A pesquisa focará fatores como a radiação solar incidente no local; produção e transporte de energia; instalação e fixação no fundo dos reservatórios; a complementariedade da energia gerada; e o escoamento desta energia. Os resultados dos projetos permitirão avaliar a eficácia da produção média de energia solar nesses locais.</p>
<p>As entidades que participarão do projeto são <a href="http://sunlution.com.br/" target="_blank">Sunlution</a>, <a href="http://www.weg.net/br" target="_blank">WEG</a>, Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE (<a href="http://fade.org.br/" target="_blank">FADE</a>), Universidade Federal de Pernambuco (<a href="https://www.ufpe.br/ufpenova/" target="_blank">UFPE</a>), Fundação de Apoio Rio Solimões (<a href="http://www.riosolimoes.org.br/portal/site.php" target="_blank">UNISOL</a>) e Universidade Federal do Amazonas (<a href="http://www.ufam.edu.br/" target="_blank">UFAM</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.mme.gov.br/web/guest/pagina-inicial/outras-noticas/-/asset_publisher/32hLrOzMKwWb/content/brasil-lanca-projeto-inedito-no-mundo-de-geracao-solar-em-hidreletricas-com-uso-de-flutuadores?redirect=http%3A%2F%2Fwww.mme.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Fpagina-inicial%2Foutras-noticas%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_32hLrOzMKwWb%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D3" target="_blank">MME</a></p>
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		<title>Comunidade carioca recebe geração de energia solar</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/comunidade-carioca-recebe-geracao-de-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 18:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&#160;energia solar como&#160;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar. As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&#160;promover a transição de energia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O&nbsp;Morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, recebeu equipamentos para geração de&nbsp;energia solar como&nbsp;resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos<a href="https://www.facebook.com/Revolusolar/?fref=nf" target="_blank" rel="noopener"> RevoluSolar</a>.</h3>



<p>As duas primeiras instalações fotovoltaicas na comunidade carioca foram inauguradas na noite deste sábado (30) pela associação criada em outubro que tem como objetivo&nbsp;promover a transição de energia renovável para a favela.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando vim para o Brasil, vi tanto sol e tantos recursos naturais e procurei cooperativas de produção de energia renovável e não achei. Na Bélgica, somos mais de 50 mil famílias e [o sistema de cooperativas] funciona. Agora, começamos aqui no Brasil a primeira cooperativa de energia renovável&#8221;, diz o presidente da RevoluSolar, Pol Dhuyvetter, que também é dono de uma pousada e de um restaurante. Ele é belga e está há sete anos no Brasil.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar-2-e1454437568606.jpg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10965"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Reprodução Facebook Revolusolar</span></figcaption></figure>



<p><strong>De acordo com Dhuyvetter, o objetivo para 2016 é instalar painéis em 1% das residências da Babilônia, que tem pouco mais de mil casas. Por enquanto, além das duas já instaladas, há cinco interessados na fila. Para ele, o investimento pode ser grande no início, mas compensa muito a longo prazo com o retorno do valor pago em no máximo seis anos</strong>.</p>



<p>“A primeira coisa que fazemos é ver a conta de luz para dimensionar a instalação. Na nossa moradia que tem um bar, um restaurante e uma pousada, precisamos de 24 painéis. Nosso consumo no último mês foi quase R$ 1 mil. Nós colocamos 12 painéis, que custaram R$ 21 mil, e vão suprir a metade do consumo, mais ou menos 150 kW por mês. <strong>A estimativa é que, no máximo em seis anos, temos o retorno do investimento,</strong> talvez antes. E depois temos luz de graça por 19 anos, dentro da estimativa de duração de 25 anos de uma instalação solar. Então, a estimativa de lucro é de R$ 129 mil em 25 anos. Pode ser mais se o preço da luz subir”.</p>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comunidade-carioca-energia-solar.jpeg" alt="Comunidade carioca recebe geração de energia solar" class="wp-image-10962"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: Divulgação</span></figcaption></figure>



<p><span style="color: #000000;">&nbsp;</span></p>



<p><span style="color: #000000;">Fonte: <a style="color: #000000;" href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/02/energia-solar-e-destaque-em-comunidade-carioca" target="_blank" rel="noopener">Portal Brasil</a></span></p>
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		<title>Residências microgeradoras de energia quadriplicaram em 2015</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/residencias-microgeradoras-de-energia-quadriplicaram-em-2015/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 17:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número de residências microgeradoras de energia renovável quadriplicaram em 2015. A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar. A geração distribuída no Brasil registrou em 2015 o total de 1.307 novas adesões de consumidores, somando uma potência instalada de 16,5 megawatts (MW) e totalizando 1.731 conexões. A geração distribuída é quando o consumidor brasileiro pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Número de residências microgeradoras de energia renovável quadriplicaram em 2015. A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar.</h2>
<p>A geração distribuída no Brasil registrou em 2015 o total de 1.307 novas adesões de consumidores, somando uma potência instalada de 16,5 megawatts (MW) e totalizando 1.731 conexões. A geração distribuída é quando o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis.</p>
<h3>Apenas entre novembro e dezembro, após a aprovação das alterações na <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank">Resolução Normativa Aneel 482/2012</a> e o Lançamento do <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/vitorias-rumo-a-um-brasil-com-mais-energia-solar/" target="_blank">Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (</a>ProGD), houve crescimento de 73% nos projetos, que registravam mil unidades em outubro.</h3>
<p>A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar, com 1.675 adesões, seguida da eólica, com 33 instalações. Atualmente, <strong>o estado que possui mais micro e minigeradores é Minas Gerais, com 333 conexões</strong>. Seguem o Rio de Janeiro, com 203, e o Rio Grande do Sul, com 186.</p>
<p>A geração distribuída tem registrado crescimento expressivo <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-casa-carioca-com-microgeracao-de-energia-solar-conectada-a-rede/" target="_blank">desde as primeiras instalações, em 2012</a>. Naquele ano, eram apenas três projetos registrados, enquanto que em 2013 foram verificados 75. Se comparado com o ano de 2014, quando registrado 424 conexões, o número de adesões quadruplicou em 2015, passando para os atuais 1.731 adesões.</p>
<p><figure id="attachment_10343" aria-describedby="caption-attachment-10343" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/11/CasaCariocaSolar.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-10343 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/11/CasaCariocaSolar.jpg" alt="Residências microgeradoras de energia quadriplicaram" width="353" height="235" /></a><figcaption id="caption-attachment-10343" class="wp-caption-text"><span style="color: #808080;">Primeira casa carioca com microgeração de energia solar conectada à rede.</span></figcaption></figure></p>
<p>Com o aprimoramento na Resolução Normativa nº 482/2012, que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica e permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, são estimadas 1.230.000 unidades de micro e minigeração até 2024, o que representaria 4.500 MW de capacidade. As novas regras começam a valer a partir de 1º de março de 2016.</p>
<p>Para aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia, o Ministério de Minas e Energia (MME), lançou em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).</p>
<p>Com investimentos de pouco mais de R$ 100 bilhões até 2030, o Programa prevê que 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residências, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (cerca de 48 TWh produzidos anualmente) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração anual da Usina Hidrelétrica de Itaipu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/01/residencias-que-produzem-sua-propria-energia-eletrica-quadruplica-em-2015" target="_blank">Portal Brasil</a>, Ministério de Minas e Energia e <a href="http://www.aneel.gov.br/" target="_blank">Aneel</a></p>
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		<title>UFSCar inova com energia fotovoltaica</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/ufscar-inova-com-energia-fotovoltaica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 12:24:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
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		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campus da UFSCar em Araras, São Paulo, inova instalando placas fotovoltaicas que suprem a energia consumida anualmente no prédio do Programa de Melhoramento Genético de Cana-de-Açúcar (PMGCA), no Centro de Ciências Agrárias (CCA). O prédio conta desde junho de 2015 com um parque de energia fotovoltaica, formado por quatro módulos, sendo que cada um tem 20 painéis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Campus da UFSCar em Araras, São Paulo, inova instalando placas fotovoltaicas que suprem a energia consumida anualmente no prédio do Programa de Melhoramento Genético de Cana-de-Açúcar (PMGCA), no Centro de Ciências Agrárias (CCA).</em></h3>
<p>O prédio conta desde junho de 2015 com um parque de energia fotovoltaica, formado por quatro módulos, sendo que cada um tem 20 painéis de captação de energia solar de 1000 x 1650 mm. No total são 80 placas que têm potência de gerar 20 Kw de energia elétrica limpa, quantidade suficiente para suprir, na média anual, o consumo do prédio do PMGCA. A estimativa de produção de energia anual é de 28 mil kWh.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/01/03.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10786" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/01/03.jpg" alt="Energia fotovoltaica" width="600" height="450" /></a></p>
<p>O sistema funciona na forma de<strong> geração distribuída</strong>, assim a energia gerada pelo complexo fotovoltaico é injetada na rede elétrica, diminuindo o uso da energia produzida pelas Companhias Elétricas. Caso a energia produzida no campus seja maior que a consumida, esse adicional é creditado na conta de luz. Assim, em fases de baixa produção fotovoltaica, como em períodos noturnos e dias nublados, esses créditos são recuperados.</p>
<p>No mês de outubro, por exemplo, a geração aferida foi de 2,9 MWh, o que corresponde ao consumo médio brasileiro de apenas 36 pessoas durante um mês. Nesse ritmo, espera-se que o sistema, que foi financiado pelo PMGCA, se pague no prazo de aproximadamente<strong> sete anos</strong>, sendo que a vida útil dos painéis é de <strong>mais de duas décadas</strong>.<br />
Segundo João Teles, docente do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) da UFSCar e grande entusiasta do projeto, existem múltiplas vantagens nessa iniciativa.</p>
<blockquote><p><strong>“A ideia da construção desse parque de energia solar agradou a todos por seu aspecto inovador e ao mesmo tempo atual, tendo também um viés educativo. A vantagem de cunho mais prático é a economia de recursos. Mas existe também o aspecto educativo em que a comunidade interna e externa ao campus tem a possibilidade de ver de perto uma instalação de médio porte funcionando em tempo real”, explica o professor.</strong></p></blockquote>
<p>O parque também é considerado inovador, pois pela primeira vez no Brasil, uma <strong>estrutura pultrudada</strong>, que é constituída de plástico reforçado com fibras de vidro, foi utilizada na construção de um centro fotovoltaico. Essas estruturas são previamente montadas ou cortadas e perfuradas, facilitando sua instalação e permitindo uma obra limpa, ou seja, <strong>sem resíduos e desperdício de material</strong>. A leveza do material também facilita o transporte e sua montagem.<br />
A estrutura ainda exige pouca manutenção, tem alto desempenho mecânico e químico, e é imune à corrosão, característica de extrema importância já que o ela fica exposta ao mau tempo. A resistência a raios ultravioletas também garante longa durabilidade. Além disso, o material pultrudado é cada vez mais especificado para a área elétrica por ser isolante elétrico. Essa outra característica protege o parque fotovoltaico contra raios e confere maior segurança aos trabalhadores do setor e pessoas que circulam nas proximidades de sua instalação.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/01/02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10785" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/01/02.jpg" alt="Energia fotovoltaica" width="600" height="450" /></a><br />
A proatividade e pioneirismo do CCA nessa área ficam ainda mais em evidência quando, segundo divulgação realizada pelo Ministério de Minas e Energia, em parceria com o Ministério da Educação, em breve pretende-se lançar um programa de geração solar distribuídas nas Universidades Federais. Está em estudo a construção de coberturas com painéis de geração de energia pela luz do sol nos <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/ufrj-inaugura-estacionamento-com-paineis-solares/" target="_blank">estacionamentos das Universidades</a>, o que reduzirá o consumo da rede e poderá até torna-las autossuficientes em eletricidade, ou mesmo fornecedoras de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN). A ação se insere em diversas medidas de eficiência energética que estão sendo planejadas pelo Ministério de Minas e Energia. Devem participar do programa também o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério de Ciência e Tecnologia.</p>
<h4>A utilização da energia solar é uma alternativa que consiste numa fonte energética renovável e limpa, que não agride o meio ambiente e não emite poluente. Esta aposta também <a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/vitorias-rumo-a-um-brasil-com-mais-energia-solar/" target="_blank">está crescendo no Brasil</a> para o consumidor final, graças ao PL do Sol que é um projeto de lei que prevê isenções de tributos, tornando seu acesso 20% mais barato.</h4>
<p>Fonte:<a href="http://www.brasilengenharia.com/portal/cursos/14833-campus-araras-da-ufscar-inova-e-conta-com-parque-de-energia-fotovoltaica" target="_blank"> Brasil engenharia</a></p>
<p>Imagens: Carolina Carettin/CCS-UFSCar</p>
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		<title>Mais energia solar e eólica na matriz brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2015 14:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais energia solar e eólica  &#8211; A passos lentos, o Brasil ruma à expansão da energia limpa. Recente leilão de renováveis traz 1,4 GW para a matriz energética. Aconteceu nesta sexta-feira (13/11) mais um leilão de energia e dessa vez, focado nas fontes renováveis solar e eólica. A contratação total foi de 1,4 GW. Disso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Mais energia solar e eólica  &#8211; A passos lentos, o Brasil ruma à expansão da energia limpa. Recente leilão de renováveis traz 1,4 GW para a matriz energética.</h2>
<p>Aconteceu nesta sexta-feira (13/11) mais um leilão de energia e dessa vez, focado nas fontes renováveis solar e eólica. A contratação total foi de 1,4 GW. Disso, 929,34 MW são de projetos fotovoltaicos, contratados a um preço médio de R$297,75. Somado ao que foi vendido no último leilão exclusivo para a fonte, em agosto, ultrapassou-se a marca dos 1,7 GW – metade da contratação de energia renovável de 2015.</p>
<p>Esses projetos serão essenciais para suprir a futura demanda de eletricidade, principalmente durante o verão, quando ela é maior. Mesmo que a passos lentos, parece que o Brasil está no caminho certo para a expansão da energia solar e para o desenvolvimento de uma indústria nacional da fonte.</p>
<h4>Para continuar nessa direção, contudo, é preciso que o Governo conceda mais incentivos, tanto para a forma centralizada, quanto na forma descentralizada das fontes fotovoltaicas. Afinal, o<a href="http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/telhados-serao-protagonista-da-energia-solar-no-brasil/" target="_blank"> maior potencial para desenvolver a energia solar está bem em nossos telhados</a>, mas segue despercebido pelo Governo Federal.</h4>
<p>Já a energia dos ventos saiu do leilão com 498,2 MW contratados a um preço médio de 204,66 R$/MWh. Foram 18 projetos, sendo 16 deles na Bahia. Os outros dois estão no Maranhão e no Rio Grande do Norte. A fonte fechará o ano de 2015 com a contratação de 40 projetos. Isso soma 1,12 GW de energia.</p>
<p>A indústria eólica segue em expansão no Brasil e as perspectivas no médio e longo prazo são muito otimistas. No entanto, desde os últimos leilões, os projetos de energia dos ventos estão enfrentado dificuldades por conta de uma alteração na regra de contratação. A nova norma obriga que os projetos eólicos garantam o acesso às linhas de transmissão – hoje um gargalo no país. O Governo precisa ajustar esse problema o quanto antes. Assim, a energia eólica poderá se expandir em ritmo mais acelerado.</p>
<p>Dois mil e quinze é o ano em que nações do mundo todo irão fechar um novo acordo climático e o Brasil já se comprometeu com uma meta de redução de emissões. É também o momento em que o país ainda enfrenta as consequências de um forte crise hídrica e do setor elétrico. <strong>As fontes solar e eólica são essenciais para ajudar o governo brasileiro a cumprir bem seu papel de casa</strong> – gerar energia para a sociedade com menos impacto ambiental. Isso porque são complementares às hidrelétricas e ainda auxiliam a reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. Mas, para tudo isso, o Governo precisa colaborar e garantir uma maior contratação dessas fontes nos próximos anos.</p>
<p>Que novos leilões de renováveis venham em 2016!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Mais-sol-e-vento-na-energia-brasileira/" target="_blank">Greenpeace</a></p>
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		<title>Google mapeia o potencial de energia solar dos telhados de casas e prédios</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/project-sunroof-do-google/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 00:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas úteis para projetar sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer saber quanto você pode economizar usando painéis solares na sua casa? Pergunta para o Google. O projeto da empresa, chamado Project Sunroof, estreou hoje com a intenção de ajudar a diminuir o consumo de energia vinda de combustíveis fósseis, através do Google Maps, e mostrar as vantagens de instalar painéis solares nos telhados. Casas e prédios foram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quer saber quanto você pode economizar usando painéis solares na sua casa? Pergunta para o Google.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O projeto da empresa, chamado <em>Project Sunroof</em>, estreou hoje com a intenção de ajudar a diminuir o consumo de energia vinda de combustíveis fósseis, através do Google Maps, e mostrar as vantagens de instalar painéis solares nos telhados.<a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/google-project-sunroof.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="486" class="aligncenter wp-image-9467" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/google-project-sunroof.jpg" alt="google project sunroof"></a></h4>



<p>Casas e prédios foram mapeados para estimar quanta luz solar recebem em suas coberturas, tendo em conta parâmetros como o angulo do telhado, a meteorologia e inclusive os obstáculos como chaminés e árvores, para calcular quantos painéis seriam necessários e o quanto se poderia economizar na sua conta de luz, com uma boa precisão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/google-project-sunroof-02.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/google-project-sunroof-02.jpg" alt="google project sunroof" class="wp-image-9469"/></a></figure>



<p>O projeto por enquanto só está disponível em pequenas áreas urbanas, como em&nbsp;Boston, São Francisco, e Fresno mas a ideia é estender para outros locais do país em breve. Os outros países terão que esperar um pouco mais para desfrutar da ferramenta, pois ainda não há previsão para a implantação do&nbsp;<em>Project Sunroof </em>fora dos Estados Unidos.</p>



<p>A ferramenta também bota os usuários em contato com os instaladores locais de sistemas fotovoltaicos, o que provavelmente será a maneira de viabilizar economicamente o projeto, pois estas empresas devem pagar ao Google para aparecerem na plataforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;Veja o vídeo do&nbsp;<em>Project Sunroof:</em><br><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_BXf_h8tEes" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></h2>



<p>Fonte e imagens: <a href="http://www.treehugger.com/solar-technology/googles-project-sunroof-aims-make-it-easier-you-put-solar-panels-your-roof.html" target="_blank" rel="noopener">Treehugger</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/google-maps-para-ciclistas-com-ciclovias/" target="_blank" rel="noopener">Veja também o projeto do Google Maps para mapear ciclovias.</a></h3>
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		<title>Novos incentivos fiscais para energia solar no Brasil</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/incentivos-fiscais-para-energia-solar-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 19:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos à construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente novos incentivos fiscais para energia solar foram aprovados no Brasil, confira: 1 &#8211; Isenção do ICMS para micro geração de energia: Em abril, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a a isenção do ICMS para fotovoltaicas no caso de microgeração de energia solar, consumidores que produzem energia e enviam à rede elétrica de abastecimento. A decisão torna [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Recentemente novos incentivos fiscais para energia solar foram aprovados no Brasil, confira:</h4>
<h2>1 &#8211; Isenção do ICMS para micro geração de energia:</h2>
<p>Em abril, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a a isenção do ICMS para fotovoltaicas no caso de microgeração de energia solar, consumidores que produzem energia e enviam à rede elétrica de abastecimento.</p>
<p>A decisão torna oficial os descontos já concedidos por São Paulo, Pernambuco e Goiás e permite que mais estados optem pela isenção, incentivando a geração de energia descentralizada.</p>
<p>Em 2013, o estado de Minas Gerais já havia, por conta própria, eliminado o ICMS da geração de energia solar, porém por um período de cinco anos. Já o convênio do Confaz – do qual fazem parte SP, PE e GO &#8211; permite uma isenção a todos estados que assim desejarem e não têm período determinado.</p>
<p>Segundo o presidente da ABSolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Rodrigo Lopes Sauaia<strong>, a mudança ainda depende da boa vontade dos governos estaduais.</strong> O governante que decidir não aderir deixará de incentivar a geração de energia limpa e decentralizada, o fomento de novas empresas, novos empregos, novos negócios e o incremento da economia local, a decisão é um sinal de sensibilização dos governos sobre o potencial da microgeração de energia e uma possível resposta aos desafios que o setor tem enfrentado recentemente.</p>
<p><strong>A alteração na forma de incidência do ICMS sobre a conta de luz do brasileiro é importante para o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica porque, da forma como é hoje, o imposto faz com que os ganhos do cidadão que já faz uso da possibilidade de gerar sua própria energia sejam reduzidos em cerca de 20%.</strong></p>
<p><figure id="attachment_1418" aria-describedby="caption-attachment-1418" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/11/CasaCariocaSolar.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1418" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/11/CasaCariocaSolar.jpg" alt="microgeração de energia solar no brasil" width="353" height="235" /></a><figcaption id="caption-attachment-1418" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Casa com mictogeração de energia solar no RJ &#8211; Foto: Divulgação</span></figcaption></figure></p>
<h2>2 &#8211; Isenção de impostos para painéis fotovoltaicos fabricados no país:</h2>
<p>A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou no dia 13 de maio de 2015, o projeto que isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de PIS/Pasep e da Cofins painéis fotovoltaicos e outros componentes dessa modalidade de energia renovável, fabricados no país.</p>
<p>O autor da proposta (PLS 167/2013), senador Wilder Morais (DEM-GO), também prevê isenção do Imposto de Importação para componentes fabricados em outros países, até que haja similar nacional equivalente ao importado, em padrão de qualidade, conteúdo técnico, preço e capacidade produtiva.</p>
<p>Conforme observa o autor, <strong>o alto preço dos painéis solares no Brasil representa um obstáculo ao maior aproveitamento da energia solar no país.</strong> Ele afirma que a disseminação de células fotovoltaicas em telhados de casas e fachadas de edifícios na Europa decorre de incentivos tributários inseridos na legislação dos países da União Europeia.</p>
<p>O relator da matéria na CI, senador Blairo Maggi (PR-MT), também avalia que o potencial brasileiro de uso de energia solar está subaproveitado e acredita que a redução de custos, a partir da desoneração proposta, dinamizará a produção alternativa de energia no país.</p>
<p>Ele informa que o setor estima um aumento do consumo de energia elétrica em torno de 46% até 2023, especialmente na indústria, sendo urgente a necessidade de incentivo a novas fontes.</p>
<p>A renúncia de receita estimada pelo Ministério da Fazenda, disse, caso as desonerações previstas no projeto sejam adotadas, ficará entre R$ 15 milhões e R$ 18 milhões anuais, o que torna a proposta exequível, na opinião de Blairo.</p>
<p><strong>A proposta ainda segue  para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes: <a href="http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/?45522/Gerao-de-energia-solar-ganha-fora-aps-iseno-de-ICMS-aprovada-pelos-estados" target="_blank">WWF,</a>  <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/ICMS-para-solar-o-dilema-do-copo-meio-cheio/" target="_blank">Greenpeace</a> e <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/05/13/ci-aprova-isencao-de-impostos-para-paineis-de-energia-solar" target="_blank">Agência Senado</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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