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	<title>entrevista Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>entrevista Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Johan Van Lengen: Entrevista com o mestre da bioarquitetura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 20:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Johan Van Lengen]]></category>
		<category><![CDATA[Tibá]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Bioarquiteto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevistamos Johan Van Lengen, mestre da bioarquitetura, fundador do Instituto Tibá Rio e autor do livro best -seller Manual do Arquiteto Descalço. Johan Van Lengen nasceu em Amsterdã, na Holanda, mas foi jovem desbravar as Américas, logo após o serviço militar imigrou para o Equador. Começou a faculdade de arquitetura no Canadá e se formou nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Entrevistamos Johan Van Lengen, mestre da bioarquitetura, fundador do Instituto Tibá Rio e autor do livro best -seller <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/manual-do-arquiteto-descalco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Manual do Arquiteto Descalço</a>.</strong></h4>
<p>Johan Van Lengen nasceu em Amsterdã, na Holanda, mas foi jovem desbravar as Américas, logo após o serviço militar imigrou para o Equador.</p>
<p>Começou a faculdade de arquitetura no Canadá e se formou nos Estados Unidos, morou em muitos países, mas foi no México, onde passou muitos anos e teve maior contato com a bioarquitetura, que escreveu o seu livro mais famoso.</p>
<p>Depois de algumas passagens pelo Brasil, Johan resolveu estabelecer aqui a sua residência e há 30 anos, junto com a sua esposa Rose, fundou o <a href="http://www.tibario.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Tibá – Instituto de Tecnologia Intuitiva e Bio-Arquitetura</strong></a> – um centro de ensino para a disseminação de uma vivência mais integrada com a natureza, situado em um belo sítio em Bom Jardim, na região serrana do estado do Rio de Janeiro.</p>
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<p><strong>Fomos conhecer o centro e participar de um curso de bioarquitetura. No final dessa experiência, tivemos a honra de entrevistar o arquiteto, uma pessoa de grande carisma, ótimo senso de humor e muita história para contar.</strong></p>
<h3><a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/curso-de-bioarquitetura-no-tiba/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja como foi nossa experiência no curso de bioarquitetura no Tibá</a></h3>
<p>Na entrevista Johan fala sobre bioarquitetura, tecnologia intuitiva, como foi a sua primeira visita ao Brasil, sua experiência trabalhando com o arquiteto Sergio Bernardes. Também nos contou como foi o começo do centro Tibá e muito mais.</p>
<p>No final seu filho, Marc Van Lengen, comentou sobre os atuais cursos oferecidos no instituto Tibá, além do de bioarquitetura, tem também sobre agrofloresta, PANCs, jardins verticais, tetos verdes, arquitetura orgânica, entre outros. E ainda existem muitas ideias de projetos interessantes para o futuro.</p>
<figure id="attachment_22231" aria-describedby="caption-attachment-22231" style="width: 885px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-22231" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel.jpg" alt="johan van lengen e marc van lengen com a arquiteta Juliana Rangel" width="885" height="539" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel.jpg 885w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-300x183.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-768x468.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-24x15.jpg 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-36x22.jpg 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-48x29.jpg 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/johan-van-lengen-_marc-van-lengen-_juliana-rangel-600x365.jpg 600w" sizes="(max-width: 885px) 100vw, 885px" /><figcaption id="caption-attachment-22231" class="wp-caption-text">Marc van lengen e Johan van lengen com a arquiteta do SustentArqui Juliana Rangel</figcaption></figure>
<h2>Veja o vídeo da entrevista com Johan Van Lengen, o famoso arquiteto descalço:</h2>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KF54-Lkk0fY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Entrevista com o bioarquiteto Michel Habib Ghattas</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/entrevista-com-michel-habib-ghattas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 20:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Bioarquiteto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Michel Habib Ghattas é formado&#160;pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e estudou bioarquitetura no&#160;Instituto TIBÁ, fundado pelo autor do famoso livro Manual do Arquiteto descalço. Foi lá que o&#160;arquiteto teve certeza que a bioconstrução seria o caminho a seguir. Michel atua profissionalmente na área da bioarquitetura e ecologia como transferidor do conhecimento teórico e prático [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Michel Habib Ghattas é formado&nbsp;pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e estudou bioarquitetura no&nbsp;Instituto<a href="http://www.tibario.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> TIBÁ</a>, fundado pelo autor do famoso livro <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/manual-do-arquiteto-descalco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Manual do Arquiteto descalço</a>. Foi lá que o&nbsp;arquiteto teve certeza que a bioconstrução seria o caminho a seguir.</strong></p>
<p>Michel atua profissionalmente na área da bioarquitetura e ecologia como transferidor do conhecimento teórico e prático em cursos, workshops e palestras para estudantes, profissionais e simpatizantes da construção civil, difundindo técnicas construtivas com materiais naturais e sistemas de baixo impacto ambiental. Atualmente desenvolve projetos e atividades em parceria com universidades, institutos e empresas.</p>
<h3><strong>Conversamos com&nbsp;Michel Habib Ghattas sobre suas experiências em construções ecológicas. Veja a seguir:</strong></h3>
<h4><strong>&#8211; Você se formou numa tradicional faculdade de arquitetura de São Paulo, a FAAP, em que momento despertou interesse pela bioarquitetura?</strong></h4>
<p>No ultimo ano da faculdade, quando o trabalho final de graduação virou o ponto alto do curso, eu estava interessado em sistemas construtivos e tecnológicos visando a eficiência energética e comecei a me aprofundar em temas como energia fotovoltaica e tratamento de esgoto para reuso das águas, onde o tema sustentabilidade estava sendo exaustivamente disseminado, porém o meu contato com a bioarquitetura e ecologia iniciou após a conclusão da faculdade quando me inscrevi no <strong>&#8220;programa de aprendiz&#8221; do TIBÁ</strong> (Tecnologia Intuitiva e Bio Arquitetura) onde passei um mês vivendo a rotina de uma propriedade rural e aprendendo arquitetura vernacular na prática. Após essa experiência encontrei a bioarquitetura como uma vertente a se seguir.</p>
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<h4><strong>&#8211; Para você, qual a principal vantagem da bioarquitetura?</strong></h4>
<p>As vantagens são inúmeras e atuam na economia, conforto e saúde dos usuários e do planeta. Atualmente entendemos ser um projeto de bioarquitetura quando ele responde a três grandes premissas: o uso do conceito e de sistemas construtivos ecologicamente corretos, culturalmente ricos e com atitudes socialmente justas.</p>
<p><strong>É difícil eleger a principal vantagem, acredito que o maior ganho seja mesmo ambiental. </strong></p>
<p>Uma casa deve atender a um sistema construtivo que utilize materiais naturais e/ou materiais industrializados, levando em consideração o impacto ambiental gerado em todo o seu ciclo de vida, da extração ao descarte.</p>
<p>Essa &#8220;<strong>casa ecológicamente correta</strong>&#8221; é responsável por seu impacto e deverá, ao longo de sua existência, promover a valorização do entorno, além de ser responsável pela geração de sua energia, tratamento de suas águas, lixos além da qualidade do bem viver de seus usuários.</p>
<p>A bioconstrução atua de forma multidisciplinar, agregando o conhecimento empírico popular aos recursos tecnológicos encontrados nas áreas correlatas (Agronomia, Arquitetura, Biologia, Design, Ecologia, Engenharias e Geologia) com grande potencial em sua viabilidade, aplicação e expansão.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/projeto-responsavel-bioarquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Conheça o Projeto Responsável da casa de Michel Habib Ghattas</a></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>&#8211; Qual a maior dificuldade que você enxerga para a maior disseminação desta prática nos dias de hoje? Sendo uma prática milenar, porque não é ensinada nas universidades de arquitetura?</strong></h4>
<p>Os desafios de se trabalhar com esse conceito, são basicamente ignorância cultural, econômica e política. Acredito que o Brasil tenha muito potencial na bioarquitetura, principalmente por estar apto a atender tais, com cultura histórica favorável, abundância de recursos e mão de obra disponível a ser capacitada.</p>
<p>Imagino que esse conceito não é ensinado nas universidades pela falta de interesse e conhecimento dos professores que muitas vezes não valorizam ou desconhecem suas técnicas por não fazer parte de sua realidade profissional.</p>
<p>Os cursos relacionados com a bioarquitetura são oferecidos em universidades no Brasil e exterior como cursos de pós-graduação e com o aumento da demanda novos projetos de mestrado e doutorado têm sido desenvolvido com tal conceito. Nas universidades o papel seria investigar técnicas para a melhoria dos materiais e sistemas construtivos já desenvolvidos de forma artesanal e empírica no passado.</p>
<h4><strong>&#8211; Você acredita que a bioconstrução poderia ser uma boa alternativa para o déficit habitacional, onde as pessoas poderiam construir suas próprias casas com materiais regionais? Existe algum tipo de incentivo governamental a esta prática? Na legislação, por exemplo, a técnica é regulamentada para construções de moradias tipo Minha Casa Minha Vida?</strong></h4>
<p>Com o avanço da tecnologia e o aumento da demanda, o sistema construtivo atual e a utilização dos recursos naturais cresceram de forma desordenada e compulsória. O sistema construtivo praticado hoje se mostra insustentável e incapaz de sanar o atual déficit habitacional. À medida que as pessoas se empoderam das técnicas de bioconstrução naturalmente ela seria replicada pela comunidade, como reflexo do que acorre hoje nos centros urbanos com o sistema construtivo atual.</p>
<p><strong>O incentivo governamental é precário desde a conservação do patrimônio histórico até a disseminação das técnicas e principalmente sobre a educação popular com o intuito de desmistificar os preconceitos em relação as técnicas ecológicas.</strong></p>
<p>Por um lado grandes empresas investem em pesquisa e produção das técnicas altamente lucrativas, independente do impacto causado ao meio ambiente, que vão contra o movimento de pequenas organizações de pesquisa sobre técnicas que utilizem os materiais naturais em seus sistemas construtivos.</p>
<p><strong>Como membro da <a href="http://redeterrabrasil.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rede TerraBrasil</a>, tenho acompanhado o esforço dos profissionais focados na pesquisa, regulamentação e aplicação das técnicas de construção com terra que pela pluralidade dos materiais e suas características regionais é difícil adotar padrões e normas para tais produtos</strong>. Como alternativa estão sendo criadas normas de desempenho para que os mesmo possam ser regulamentados e então enquadrados como opção para instituições financeiras e governamentais.</p>
<p>Acredito que o programa Minha Casa Minha Vida seria um forte candidato a adotar esse tipo de construção com a vantagem de poder incluir a comunidade como mão de obra ativa para valorização do bem construído. Apesar de pessoalmente achar as edificações propostas pelo programa insalubres e precárias, entendo que os modelos aplicados se apoiam em materiais e técnicas normalizadas.</p>
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<h4><strong>&#8211; Você acha que existe preconceito em relação a qualidade das construções naturais?</strong></h4>
<p>Com certeza, assim como as agencias financiadoras e seguradoras condenam casas pré fabricadas de madeira que foram amplamente comercializadas no passado e seguem edificadas e em uso até hoje, as construções ecológicas seguem técnicas milenares de construção que devido ao uso de materiais naturais, muitas vezes bruto ou manufaturado de forma artesanal sofre do mesmo preconceito que somado ao marketing das grandes industrias se fortalece cada vez mais. Podemos observar isso desde a história dos &#8220;Três Porquinhos&#8221; onde a única moradia segura era a de tijolo.</p>
<p>Apesar do preconceito social sobre essas técnicas, no Brasil o mercado está favorável, com cada vez mais pessoas interessadas em cuidar do meio ambiente e que inspiram mais pessoas a acreditarem no potencial da bioarquitetura como uma tendência a ser aplicada para o bem de todos.</p>
<h4><strong>-Você construiu a sua<a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/projeto-responsavel-bioarquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> própria casa ecológica</a>. Qual foi o preço final do m2? Foi mais caro que uma construção tradicional?</strong></h4>
<p>Economicamente esse sistema construtivo se nivela com os sistemas atuais de construção, porém adota outra logística de distribuição de recursos, utilizando materiais locais econômicos que acabam revertendo os altos custos de transporte, logística e tributos em incentivo à valorização da mão de obra local e o crescimento sócio econômico regional.</p>
<p>Acredito que temos que analisar o custo de uma obra sob diversos aspectos. Na maioria das vezes, um sistema tecnológico aliado a ecologia está no mercado a custos elevados. Em contrapartida a ecologia combinada com o artesanato, feito por uma mão de obra capacitada, é alcançada muitas vezes com economia financeira. Em uma construção, grande parte do investimento se destina a fase dos acabamentos e em função da oscilação do mercado os custos são variáveis com materiais de mesma função e qualidade. Só como exemplo, o valor dos revestimentos pode variar de R$ 15,00 a R$ 300,00 por metro quadrado.</p>
<p>Outro fator que é pertinente à economia do empreendimento, porém equivalente entre os sistemas construtivos ecológicos ou atuais, é o projeto que a partir de seus desafios e inovações pode aumentar ambos os custos. O trabalho de um profissional especializado no projeto, que pense sobre toda a sua logística construtiva e de manutenção, pode fazer toda a diferença na economia final.</p>
<p><strong>Em minha experiência profissional, uma casa de bioarquitetura, com equivalência na metragem e nos padrões de acabamento, tem o mesmo custo final.</strong> Porém cada sistema pode variar seu custo. Para elucidar com o sistema atual de construção, uma residência de mesmo tamanho de alto padrão e uma popular são edificadas com os mesmos materiais como cimento, cal, gesso, tijolos cerâmicos e de concreto, tubulações de PVC, entre outros. Diferente da mão de obra e dos materiais de acabamentos que oscilam seu custo em função de qualidade, segurança e responsabilidade profissional.</p>
<p>Para essa casa em questão o custo foi de R$ 1.800,00 R$/m² incluindo toda a parte de gerenciamento, mão de obra, materiais e serviços terceirizados.</p>
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<h4><strong>&#8211; Falando como usuário, não como arquiteto, qual a maior vantagem de morar numa casa ecológica?</strong></h4>
<p>Como usuário dessa construção, posso observar vantagens técnicas como exemplo do conforto ambiental da construção, que propicia uma salubridade do ambiente construído em função da regularidade de temperatura e umidade interna, refletindo diretamente na questão energética e portanto econômica, dispensando sistemas e energia para climatização do ambiente.</p>
<p>Por outro lado, acredito que a maior vantagem é o prazer de habitar uma construção que dia a dia me encanta com seus detalhes, onde cada material utilizado tem sua história e procedência conhecida, tornando a construção única e relevante na vida do morador e sua cultura, além de servir como exemplo positivo para a disseminação do conceito da bioarquitetura.</p>
<figure id="attachment_12283" aria-describedby="caption-attachment-12283" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/michel-habib-e1464215089489.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-12283 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/michel-habib-e1464215089489.jpg" alt=" Michel Habib Ghattas" width="600" height="281"></a><figcaption id="caption-attachment-12283" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução Facebook Michel Habib</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo avalia a Saúde, Bem-estar e Produtividade nos Escritórios</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/saude-bem-estar-e-produtividade-nos-escritorios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biofilia]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[green building]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[GBCBrasil]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar dos ocupantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente o GBC Brasil organizou a maior feira especializada em construção sustentável da América Latina, a Expo Green Building Brasil 2015. Na ocasião foi apresentado, na&#160;Conferência internacional, um estudo sobre&#160;o tema “Saúde, Bem-estar e Produtividade nos Escritórios”. Fizeram parte da apresentação: Eleonora Zioni da Asclépio Consultoria, José Modica da Petrobras S/A e Maíra Macedo GBC [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Recentemente o GBC Brasil organizou a maior feira especializada em construção sustentável da América Latina, a <a href="http://sustentarqui.com.br/agenda/6a-greenbuilding-brasil-conferencia-internacional-e-expo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Expo Green Building Brasil 2015</a>. Na ocasião foi apresentado, na&nbsp;Conferência internacional, um estudo sobre&nbsp;o tema “Saúde, Bem-estar e Produtividade nos Escritórios”.</strong></p>



<p>Fizeram parte da apresentação: Eleonora Zioni da Asclépio Consultoria, José Modica da Petrobras S/A e Maíra Macedo GBC Brasil.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/11094757_10153519100466740_6533448048931197102_n.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/11094757_10153519100466740_6533448048931197102_n-e1440831837959.jpg" alt="palestra sobre produtividade nos escritórios" class="wp-image-9616"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Maíra Macedo, José Modica e Eleonora Zioni.</span></figcaption></figure></div>



<p>O estudo de caso que está sendo realizado no Brasil, é&nbsp;baseado no relatório inédito do <a href="http://www.worldgbc.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WGBC</a>, que garante&nbsp;que as vantagens&nbsp;das construções&nbsp;sustentáveis vão além dos benefícios&nbsp;econômicos&nbsp;e ao meio ambiente, comprovando que também afeta diretamente na melhoria do&nbsp;rendimento dos funcionários.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O relatório&nbsp;do WGBC&nbsp;revelou os seguintes fatores em relação a produtividade nos escritórios:</h3>



<p><strong>1. Qualidade do ar&nbsp;interno&nbsp;</strong>&#8211; Baixa concentração de CO2&nbsp;e de&nbsp;poluentes e altas taxas de ventilação&nbsp;podem elevar a melhoria da produtividade nos escritórios&nbsp;de 8 a 11%.</p>



<p><strong>2. Conforto térmico&nbsp;&#8211;&nbsp;&nbsp;</strong>Tem um impacto significativo sobre a satisfação no local de trabalho; a pesquisa revela que graus moderados de controle individual sobre a temperatura podem melhorar&nbsp;consideravelmente a produção dos funcionários.</p>



<p><strong>3. Iluminação e vistas&nbsp;&#8211;&nbsp;</strong>&nbsp;Uma boa iluminação é fundamental para a satisfação do ocupante.&nbsp;Pode ser difícil separar os benefícios de luz dos benefícios das vistas de fora da janela. Vários estudos na última década têm estimado ganhos de produtividade como resultado da proximidade de janelas,, particularmente quando a vista oferece uma conexão com a natureza.</p>



<p><strong>4.<a href="https://sustentarqui.com.br/biofilia-na-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Biofilia</a> &#8211;&nbsp;</strong>&nbsp;A &nbsp;sugestão de que temos uma ligação instintiva com a natureza, é um tema crescente na pesquisa. A compreensão científica do impacto positivo que&nbsp;espaços verdes trazem para&nbsp;a saúde mental, tem implicações para os envolvidos&nbsp;em&nbsp;projetos de escritórios, assim como&nbsp;para os&nbsp;planejadores urbanos.</p>



<p><strong>5. Ruído e acústica&nbsp;&#8211;&nbsp;</strong>&nbsp;É&nbsp;praticamente impossível ser produtivo&nbsp;em um escritório barulhento. O ruído&nbsp;provoca&nbsp;uma distração indesejada e pode ser a principal causa de insatisfação entre os ocupantes.</p>



<p><strong>6. Layout interno- </strong>A&nbsp;forma como o interior de um escritório é configurado, como densidade,&nbsp;circulações, espaço social e estação de trabalho, possui um impacto significativo sobre a concentração.</p>



<p><strong>6. Percepção&nbsp;&#8211;&nbsp;</strong>&nbsp;A percepção é&nbsp;algo altamente subjetivo, pode ser&nbsp;experimentado de forma diferente por pessoas de diferentes idades, sexo e cultura. A&nbsp;investigação em torno desta categoria é vista como superficial por alguns, mas deve ser levado a sério pois possui&nbsp;um potencial impacto sobre o bem-estar,&nbsp;tanto para ocupante quanto para clientes visitantes.&nbsp;trabalham com cores, formas e texturas no ambiente de trabalho.</p>



<p><strong>7. Projeto ativo&nbsp;&#8211;&nbsp;</strong>&nbsp;Um caminho garantido para a melhoria da saúde é o exercício. Isso pode ser incentivado por um projeto ativo no interior do edifício, com acesso a serviços e comodidades como academias, local&nbsp;para bicicletas e espaços verdes, alguns dos quais podem estar dentro das do prédio ou na sua vizinhança local.&nbsp;Uma&nbsp;pesquisa&nbsp;indicou&nbsp;que&nbsp;quem vai de bicicleta para o trabalho, apresenta&nbsp;um menor número de dias doentes.</p>



<p><strong>8. Comodidades e localização&nbsp;&#8211;</strong>&nbsp;A disponibilidade de locais&nbsp;de amenidades e serviços são cada vez mais reconhecidos na pesquisa como sendo importante para os ocupantes. Creches próximas, por exemplo, pode ser a diferença entre trabalhar e não trabalhar em um determinado dia. Ainda são&nbsp;poucos os estudos sobre este tema, mas eles indicam que o impacto financeiro para os empregadores tem sido significativo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/produtividade-nos-escritórios-e1441050222195.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/produtividade-nos-escritórios-e1441050222195.png" alt="produtividade nos escritórios" class="wp-image-9621"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Gráfico demonstra que os custos com funcionários representam em média 90% do orçamento das empresas &#8211; Através destes números é possível ter uma ideia de quanto se pode economizar investindo na melhoria do bem-estar dos trabalhadores &#8211; Crédito da imagem:: GBC Brasil</span></figcaption></figure></div>



<p>Na mesma palestra&nbsp;foi apresentado o&nbsp;<a href="http://www.wellcertified.com/certification" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Well Building Standard</a>, certificação internacional que analisa&nbsp;o bem-estar do&nbsp;ocupante do edifício, com uma&nbsp;abordagem holística para a saúde no ambiente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_4094-e1440762300151.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_4094-e1440762300151.jpg" alt="produtividade nos escritórios " class="wp-image-9608"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Arquiteta Maíra macedo, do GBC Brasil, durante a sua apresentação.</span></figcaption></figure></div>



<p>Entrevistamos a <strong>Arquiteta Maíra Macedo</strong>, coordenadora de Relações Institucionais e Governamentais do GBC Brasil, para entender melhor o relatório do WGBC, o estudo que está sendo realizado no Brasil e a certificação apresentada :</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pesquisa&nbsp;que está sendo realizada por vocês nos edifícios brasileiros, está&nbsp;baseada no&nbsp;</strong><strong>relatório feito&nbsp;pelo WGBC&nbsp;, houve alguma adaptação no estudo para se adequar a realidade nacional</strong><strong>?</strong></h4>



<p>&#8211; Sim, no nosso estudo, incluímos&nbsp;a categoria&nbsp;transporte.Considerando, por exemplo, uma metrópole como São Paulo, o deslocamento realizado pelos trabalhadores da residência ao local de trabalho, pode afetar diretamente no seu bem-estar. Um ocupante&nbsp;que gasta duas horas&nbsp;de&nbsp;deslocamento, provavelmente terá diferente percepção do local de trabalho que o que mora próximo e vai a pé. Essa categoria pode ser mensurada, quando estes dois ocupantes estão em&nbsp;situação semelhante de conforto e&nbsp;apresentam diferentes graus de satisfação</p>



<p>Além disso o questionário que está sendo aplicado no nosso estudo foi todo desenvolvido pelos pesquisadores brasileiros, elaborado baseado no resultado do relatório do WGBC e nas normas ISO.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A&nbsp;importância da <a href="https://sustentarqui.com.br/biofilia-na-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">biofilia</a> no rendimento dos trabalhadores, foi um dos enfoques apresentado no estudo. Tendo em vista que muitos edifícios comerciais brasileiros são em pequenas salas, viradas para empenas de construções vizinhas ou mesmo para janelas do edifício ao lado, como trabalhar com a biofilia nessa situação?&nbsp;</strong></h4>



<p>&#8211; A Biofilia está relacionada a respostas fisiológicas de como a experiências do contato com a natureza são processadas em diferentes partes do cérebro e outras partes do corpo humano, tais como: a frequência cardíaca, pressão arterial e hormônios do estresse . Pesquisas comprovam resultados diferenciados no cérebro que se relacionam com a experiência do ser humano em contato com a natureza real e artificial (o contato com a natureza real é melhor). Embora ainda haja muito a aprender, há evidências claras de que essas experiências com a natureza podem ajudar a redução &nbsp;do estresse, melhorar função e aumentar a criatividade cognitiva dos ocupantes de um edifício.</p>



<p>No caso de um &nbsp;edifício comercial não tenham a possibilidade de vistas externas para a natureza e se não houver natureza no entorno é possível implementar este contato dentro do próprio escritório, através de um jardim de inverno, ou mesmo com vasos com plantação de espécies reais.</p>



<p>Uma empresa multinacional que visitei recentemente estimula que os seus ocupantes passem ½ hora do seu dia em uma praça que está localizada nas proximidades da empresa. Este é um exemplo de uma possível solução caso não haja vistas) ou plantas dentro do escritório, o importante é que o contato com a natureza seja estimulado de alguma forma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Para vocês pesquisadores, qual é a expectativa para os resultados?</strong></h4>



<p class="ecxMsoNormal">&#8211; O trabalho que estamos desenvolvendo para o Brasil, com o apoio do <a href="http://www.ipt.br/institucional" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IPT</a> é um longo estudo e envolve algumas etapas. Realizamos a primeira etapa através de questionário para os ocupantes de Edificações Certificadas LEED CI, agora demos início à segunda etapa, na qual <strong>qualquer escritório do Brasil independente de ter obtido qualquer tipo de Certificação poderá participar.</strong></p>



<p class="ecxMsoNormal">Os participantes levam em torno de 15 minutos para responder o questionário, esta é a métrica perceptiva da Pesquisa. Com as respostas temos uma avaliação &nbsp;da satisfação dos ocupantes com relação ao seu ambiente de trabalho e a sua percepção dos seguintes fatores: Qualidade do ar e da ventilação, conforto térmico, iluminação, qualidade acústica, ocupação de espaços e ergonomia, áreas verdes e vistas, aspecto e percepções, localização e transporte e facilidades e conveniências.</p>



<p class="ecxMsoNormal">Posteriormente em uma próxima etapa o IPT fará medições em alguns dos escritórios a serem selecionados, os resultados serão as métricas físicas deste estudo. Os interessados em participar deste trabalho podem entrar em contato com o GBC Brasil através do meu e-mail: <strong>mairamacedo@gbcbrasil.org.br</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Na sua palestra foi dada uma introdução sobre o WELL Building Standard, poderia falar um pouco mais sobre essa certificação?</strong></h4>



<p>O WELL Building Standard é uma Certificação Internacional que foi desenvolvida para trabalhar em conjunto com a <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Certificação LEED</strong></a>. Enquanto o LEED certifica o empreendimentos, o WELL está focado no bem-estar dos ocupantes destas edificações e avalia 7 conceitos: Ar, Água, Nutrição, Iluminação, Fitness, Conforto e Mente. A <a href="https://sustentarqui.com.br/a-certificacao-well-e-o-case-setri/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Certificação WELL </strong></a>também passa por avaliação por terceira parte pelo GBCI, que é o mesmo órgão que faz a avaliação de terceira parte do LEED.</p>



<p>Atualmente existem 7 projetos certificados e 84 projetos registrados no WELL (em processo de Certificação), sendo que em termos de registros há 50% nos EUA e 50% em países como Inglaterra, China, Índia e Austrália. Qualquer projeto que queira se registrar no Brasil já poderá&nbsp; fazê-lo através do<a href="https://projects.wellcertified.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> WELL Online</a>.</p>



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		<title>Especialista em construção sustentável fala sobre suas experiências com LEED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 20:51:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a 6 Expo greenbuilding Brasil entrevistamos uma das principais especialistas em implementação da certificação LEED no mundo e líder da área de Construção da Honeywell Building Solutions, Debra Gondeck-Becker, que esteve pela primeira vez no Brasil para uma apresentação durante o evento. O tema da sua palestra, que ministrou junto com a vice Presidente do USGBC; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5>Durante a <a href="http://sustentarqui.com.br/agenda/6a-greenbuilding-brasil-conferencia-internacional-e-expo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">6 Expo greenbuilding Brasil</a> entrevistamos uma das principais especialistas em implementação da <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a> no mundo e líder da área de Construção da Honeywell Building Solutions, Debra Gondeck-Becker, que esteve pela primeira vez no Brasil para uma apresentação durante o evento.</h5>
<p>O tema da sua palestra, que ministrou junto com a vice Presidente do USGBC; Gretchen Sweeney, e com Anderson Benite; diretor da Unidade de Sustentabilidade do Centro de Tecnologia em Edficações – CTE,  foi <strong>“Nossas experiências com LEED: medidas, gestão e compromisso de alto desempenho&#8221;</strong>. A apresentação aconteceu no dia 11/08, onde Debra abordou a sua experiência no setor em diversas construções em todo o mundo e juntos mostraram a importância de monitorar a operação dos edifícios para alcançar melhores desempenhos.</p>
<p> </p>
<h4>1. De acordo com as suas experiências com LEED em todo o mundo. Como você enxerga o cenário atual nos países em desenvolvimento?</h4>
<p>Acho que há atualmente uma maior adaptação do LEED em alguns dos países emergentes ou em crescimento, como na Índia e no Brasil. A América Latina é uma das regiões de maior crescimento do USGBC, assim como a China e a Índia, que estão entre os top 5 em países com edifícios certificados LEED.</p>
<p>Nesses países há um esforço mais concentrado agora, especialmente olhando para a escassez de recursos, levando em conta que edificações certificadas consomem menos água e energia. É um foco maior agora.</p>
<h4>2. Quais os benefícios que edificações com certificações LEED podem trazer para o Brasil na atual crise hídrica e energética?</h4>
<p>Historicamente os edifícios com certificação LEED usam 30% menos energia e 40% menos água, e essas são as duas das principais crises no Brasil. Isso é bastante significativo e não apenas na construção de novos edifícios de alto desempenho com padrões LEED, que são mais eficientes em termos de energia e mais conscientes em relação ao uso da água, mas também pensando no <em>retrofit</em> nos edifícios existentes.</p>
<p>Durante a apresentação, dei o exemplo de um cliente com um edifício de 25 anos, onde adotamos medidas de conservação de energia e água, e conseguimos uma redução no consumo de energia de 27%, isso em um edifício já certificado como LEED GOLD. Assim, mesmo os edifícios já certificados LEED NC, podem continuar sendo analisados para verificar onde ainda podem ser otimizado através, por exemplo, do LEED Dynamic Plaque, que é uma grande plataforma para acompanhar o desempenho da edificação em termos de energia e uso sustentável da água, bem como os outros fatores.</p>
<h4>3. Além de estratégias passivas de projeto, novas tecnologias são fundamentais para melhorar o desempenho das edificações. Quais são as principais tecnologias que a sua empresa possui para melhorar eficiência dos edifícios?</h4>
<p>O fundamental é a capacidade de tomar todas as tecnologias e aspectos do edifício e reuní-los todos numa só plataforma, integrando todos os diferentes sistemas do edifício permitindo que você aproveite o edifício por inteiro e ajude nas medidas de sustentabilidade, e para isso temos a nossa nova plataforma que se chama <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ngpkTA98PiY" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Command and Control Suite</em></a>.</p>
<p>Uma das perguntas na apresentação era sobre o treinamento dos operadores dos edifícios, e com o <em>Command and Control Suite</em> é muito fácil; trata-se de uma grande tela tátil fácil de se navegar com os dedos. É possível se aprofundar em qualquer dado do edifício e descobrir mais e mais níveis de informação. Também ver alertas ou alarmes onde está acontecendo alguma anormalidade, por exemplo, ver se o nível de CO2 está alto e se a caixa VAV ainda não ligou para limpar o ar. Como gerente do edifício é possível entrar e averiguar o que se passa; verificar se a caixa VAV está operativa, e limpar o ar. Esse é só um exemplo, mas é uma forma holística de trabalhar, que engloba segurança, iluminação, HVAC, energia e é compatível com o LEED Dynamic Plaque que fornece uma interface simples aos ocupantes.</p>
<h4>4. Depois do edifício construído e certificado, qual a importância de acompanhar e medir o desempenho do mesmo em sua operação?</h4>
<p>É essencial acompanhar de perto o edifício pós-construção, pois como vimos hoje na apresentação do Anderson e da Gretchen, mesmo projetando e construindo edifícios de alto desempenho, o jeito que eles operam pode variar muito entre desempenho previsto e o real, e isso precisa ser monitorado.</p>
<p>Para poder monitorar isso é preciso ter as métricas no local e também a capacidade de visualizar todos estes dados. Assim você pode olhar para o seu edifício e perguntar: &#8220;Meu edifício não se comporta como esperado, o que aconteceu?&#8221;. Talvez uma empresa fez um evento durante o final de semana na sala de conferência e deixou ligado o ar condicionado desde então. Ter estas métricas numa plataforma comum é essencial, e tem que ser dinâmico.</p>
<p>Edifícios mudam com a passagem do tempo e também seu uso, número de ocupantes e como eles interagem com o edifício, mas isso é uma grande oportunidade. Se podemos ajudar as pessoas que ocupam o edifício a se comportarem mais sustentavelmente, e serem mais conscientes de como suas atividades têm impacto no edifício, poderemos não só construir edifícios melhores e mais inteligentes, mas tambem gerenciá-los melhor e mais inteligentemente.</p>
<h4>5. Na sua palestra você apresentou o <a href="https://www.leedon.io/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>LEED Dynamic Plaque</em></a>, como essa ferramenta pode ajudar no controle de uma edificação certificada?</h4>
<p>Tem algumas maneiras que o <em>LEED Dynamic Plaque</em> pode ajudar. Primeiro porque possui a capacidade de expor todos dados que temos dos controles do edifício através da nuvem, mostrando as pontuações de desempenho em quase tempo-real nos itens como; energia, água e qualidade de ar dentro do edifício.</p>
<p>Os outros itens são transporte, experiência humana e resíduos que ainda não conseguimos automatizar, mas o <em>LEED Dynamic Plaque</em> fornece uma plataforma onde está facilmente comunicado como o edifício se comporta de forma geral. Penso que a capacidade de relatar isso não somente aos gerentes e técnicos que tradicionalmente gerenciam o edifício, mas também aos ocupantes em geral, dirigindo a consciência, e mudando seu comportamento para que ajam mais sustentavelmente.</p>
<p>Os controles ajudam a gerenciar o edifício e a interface simples estimula o engajamento dos ocupantes, desmistificando a operação do edifício.</p>
<figure id="attachment_9502" aria-describedby="caption-attachment-9502" style="width: 600px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/leed-dynamique-plaque-e1440091140448.png"><img decoding="async" class="wp-image-9502 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/08/leed-dynamique-plaque-e1440091140448.png" alt="LEED Dynamic Plaque" width="600" height="602" /></a><figcaption id="caption-attachment-9502" class="wp-caption-text">LEED Dynamic Plaque</figcaption></figure>
<p> </p>


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