<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ONU Archives - SustentArqui</title>
	<atom:link href="https://sustentarqui.com.br/tag/onu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://sustentarqui.com.br/tag/onu/</link>
	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Nov 2023 11:18:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>ONU Archives - SustentArqui</title>
	<link>https://sustentarqui.com.br/tag/onu/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Guia para construções resilientes ao clima do PNUMA</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sustentarqui.com.br/?p=27877</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um Guia Prático para Construções Resilientes ao Clima do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) é uma publicação em resposta ao relatório do sobre Mudança do Clima do IPCC, liberado recentemente, que fez o mundo voltar os olhos para as ameaças eminentes e a necessidade de ações. O artigo contém algumas soluções [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/">Guia para construções resilientes ao clima do PNUMA</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um Guia Prático para Construções Resilientes ao Clima do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (<a href="https://www.unep.org/pt-br/sobre-onu-meio-ambiente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PNUMA</a>) é uma publicação em resposta ao relatório do sobre Mudança do Clima do <a href="http://ipcc.ch" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCC</a>, liberado recentemente</strong>, <strong>que fez o mundo voltar os olhos para as ameaças eminentes e a necessidade de ações.</strong></p>



<p>O artigo contém algumas <strong>soluções baseadas na natureza</strong> e voltadas para a infraestrutura que podem se mostrar essenciais para lidar com os efeitos advindos das mudanças climáticas.</p>



<p>&nbsp;</p>
<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p>Desenvolvida pelos maiores especialistas em mudanças climáticas, a compilação de estudos publicada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) indica que<strong> a temperatura média do planeta tende aumentar 1,5 ºC nas próximas duas décadas, trazendo devastação generalizada</strong>. </p>



<p>Muitas das mudanças descritas são sem precedentes. Algumas estão em andamento agora, enquanto outras — como o aumento contínuo do nível do mar — permanecerão &#8220;irreversíveis&#8221; por séculos a milênios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atento à necessidade de agir diante das evidências apresentadas, o PNUMA suscitou o relatório Um Guia Prático para Construções Resilientes ao Clima, que mostra, por exemplo, como edifícios e espaços comunitários podem ser construídos para aumentar a resiliência, especialmente em países em desenvolvimento, onde os assentamentos são em grande parte autoconstruídos. </h4>



<p>O relatório também demonstra como a combinação de soluções de construção &#8216;cinza&#8217; com soluções &#8216;verdes&#8217; baseadas na natureza pode ter resultados promissores.</p>



<p>A última década foi a mais quente da história da humanidade. Incêndios e inundações apocalípticos, ciclones e furacões são cada vez mais o novo normal, e as emissões são 62% mais altas agora do que quando as negociações internacionais sobre o clima começaram em 1990. A evidência é clara. </p>



<p>Estamos em uma corrida contra o tempo para nos adaptarmos a um clima em rápida mudança &#8211; uma das três crises planetárias que enfrentamos junto com a perda de biodiversidade, poluição e resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Impactos Ambientais da Construção Civil:</strong></a></h3>



<p><strong>Responsável por 38% do total das emissões globais de CO2 relacionadas com a energia, a indústria da construção terá um papel importante no cumprimento de nossa meta de limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2 °C. </strong></p>



<p>De acordo com algumas estimativas, investir em infraestrutura mais resiliente também pode economizar para a humanidade impressionantes US$ 4,2 trilhões com os danos causados pelas mudanças climáticas, de acordo com o Banco Mundial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="600" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima.jpeg" alt="Guia Prático para Construções e Comunidades Resilientes ao Clima" class="wp-image-27883" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima.jpeg 900w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-300x200.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-768x512.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-600x400.jpeg 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Legenda: As casas em cúpula à prova de tufões erguidas em Dapitan, nas Filipinas, são um exemplo de infraestrutura resiliente Foto: © rappler.com</span></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira abaixo cinco maneiras de tornar as construções resilientes ao clima com alguns exemplos da região:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Construindo resiliência a ondas de calor</strong></h3>



<p>Estudos mostram que, em 2050, 1,6 bilhão de pessoas que vivem em mais de 970 cidades estarão regularmente expostas a temperaturas altas extremas. Juntamente com o &#8220;<a href="https://sustentarqui.com.br/o-que-sao-ilhas-de-calor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>efeito de ilha de calor urbana</strong></a>&#8220;, que torna as cidades mais quentes do que a área rural circundante, isso coloca os moradores urbanos em alto risco.</p>



<p><strong>Mas a natureza oferece soluções poderosas.</strong> As comunidades podem criar <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas urbanas</a> e espaços verdes</strong> para reduzir as ondas de calor nas cidades, pois as árvores e outras plantas resfriam o ambiente ao redor, oferecendo sombra e liberando água por meio de suas folhas.</p>



<p>Projetos estruturais também podem ajudar a reduzir o calor dentro de edifícios. No Vietnã, os projetos de habitação tradicionais, como a <strong>orientação ideal das construções</strong>, salas altas e grandes aberturas, melhoram a ventilação. Paredes de trombe &#8211; estruturas pesadas de concreto, pedra ou outro material pesado que capturam o calor solar são usadas na China, Chile e Egito. </p>



<p><strong>Telhados verdes e superfícies reflexivas</strong> também podem reduzir as temperaturas dentro e ao redor das construções.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="522" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7-1024x522.jpg" alt="soluções baseadas na natureza" class="wp-image-27887" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7-1024x522.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7-300x153.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7-768x392.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7-600x306.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima7.jpg 1035w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem:</span> <span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Reprodução Youtube UNEP</span></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Construindo resiliência à seca</strong></h3>



<p>A mudança climática está afetando os padrões de precipitação em todo o mundo. Os sistemas de <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coleta e recarga de água da chuva </a></strong>que capturam água nos telhados dos edifícios são comumente usados para armazenar água durante a seca e reduzir o risco de inundações durante chuvas fortes. A água captada pode ser armazenada em tanques e utilizada no interior da construção durante os períodos de estiagem.</p>



<p>Outra maneira econômica e baseada na natureza de lidar com secas e inundações é <strong>plantar árvores ou outra vegetação ao redor dos edifícios</strong>. As raízes das plantas agem como esponjas para recarregar as águas subterrâneas e, durante chuvas fortes, as raízes permitem que a água penetre no solo e reduzem o risco de inundações. </p>



<p>Na China, o Projeto Sponge Cities está testando soluções de eco-engenharia para absorver e reutilizar a água da chuva em mais de 30 metrópoles para <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/10-solucoes-para-diminuir-os-riscos-de-enchentes-nas-cidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduzir os riscos de inundações</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="543" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8-1024x543.jpg" alt="Guia Prático para Construções e Comunidades Resilientes ao Clima" class="wp-image-27888" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8-1024x543.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8-300x159.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8-768x407.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8-600x318.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima8.jpg 1052w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem Reprodução</span></figcaption></figure>



<p>&nbsp;</p>
<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Construindo resiliência à inundações costeiras e ao aumento do nível do mar</strong></h3>



<p>Em 2025, 410 milhões de pessoas nas comunidades costeiras podem correr o risco de inundações costeiras e aumento do nível do mar. </p>



<p>Em Kerala, Índia, casas resistentes a enchentes são construídas sobre pilares para permitir que a água das enchentes flua por baixo. Nas costas da Malásia, edifícios elevados 2 metros acima do solo permitem que o fluxo de água e a vegetação do pântano cresçam embaixo, com casas e áreas públicas conectadas por passagens elevadas.</p>



<p>Uma abordagem proposta em Bangladesh é construir um <strong>edifício multifuncional flutuante</strong> que se apoiaria em pilares com tanques flutuantes que o elevam durante as enchentes. O prédio funcionaria como um centro comunitário e também forneceria abrigo de emergência durante as enchentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="547" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-1024x547.jpg" alt="Abrigo da bondade" class="wp-image-27886" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-1024x547.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-300x160.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-768x410.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-1536x820.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5-600x320.jpg 600w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-5.jpg 1614w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Abrigo da bondade &#8211; Proposta de salão polivalente em Bangladesh, que também funciona como uma emergência levantada abrigo.  (Imagem: GiantGrass, 2011, permissão concedida &#8211; https://www.giantgrass.com/project/shelter-of-kindness-2/)</span></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Construindo resiliência a ciclones e ventos fortes</strong></h3>



<p>Prevê-se que ciclones e tempestades se tornem mais frequentes e fortes com as mudanças climáticas. Eles podem afetar as construções de várias maneiras, como derrubar telhados e danificar as estruturas e fundações. Para mitigar esses danos, as comunidades podem <strong>construir casas redondas </strong>e considerar a orientação aerodinâmica ideal para reduzir a força dos ventos.</p>



<p>O design do telhado também desempenha um papel importante. Conexões fortes entre as fundações e o telhado são essenciais para a construção de casas resistentes ao vento. <strong>Telhados com várias inclinações </strong>podem resistir bem a ventos fortes, e a instalação de poços centrais reduz a força do vento e a pressão no telhado, sugando o ar de fora. </p>



<p>Os telhados que cobrem varandas ou pátios também podem ser projetados para quebrar durante ventos fortes para evitar danos estruturais adicionais às partes essenciais da casa. Isso é chamado de <strong>arquitetura frangível </strong>ou abordagem de &#8220;planejamento para danos&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="815" height="384" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-4.jpg" alt="Construção de telhado para ventos fortes " class="wp-image-27885" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-4.jpg 815w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-4-300x141.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-4-768x362.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Guia-Pratico-para-Construcoes-e-Comunidades-Resilientes-ao-Clima-4-600x283.jpg 600w" sizes="(max-width: 815px) 100vw, 815px" /><figcaption>Construção de telhado para ventos fortes (imagem de: Agarwal, 2007)</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Construindo resiliência ao frio</strong></h3>



<p>A adaptação a climas frios e temperados requer a captura de calor e a minimização da perda de calor. <strong>Isolamentos em telhados, paredes, tetos e janelas</strong> com vidros duplos ajudam a minimizar a perda de calor e levam a construções com maior eficiência energética.</p>



<p>Em regiões mais frias, as <strong>paredes de Trombe</strong> podem absorver calor durante o dia e irradiá-lo à noite quando está mais frio. A água tem alta capacidade de armazenar calor e pode ser usada em “paredes de água” &#8211; que, em vez de concreto, contêm tambores de água para armazenar calor. </p>



<p>Os edifícios também devem ser orientados para <strong>maximizar a exposição ao sol</strong>, e as superfícies externas das paredes devem ser pintadas de escuro.</p>



<p>Os <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telhados verdes </a></strong>que suportam o crescimento das plantas em telhados são usados em muitas cidades ao redor do mundo e têm demonstrado fornecer isolamento e reduzir a demanda de energia para refrigeração durante o verão e aquecimento durante o inverno.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para baixar o Guia Prático para Edifícios e Comunidades Resilientes ao Clima <a href="https://www.unep.org/pt-br/resources/practical-guide-climate-resilient-buildings" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a></strong></h2>



<p>&nbsp;</p>
<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p><strong>Veja o vídeo com um resumo do guia produzido pelo UNEP:</strong></p>



<div class="embed-container"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qVVwjHqWCl8" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<div>&nbsp;</div>



<p>Fonte: <a href="https://brasil.un.org/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONU</a></p>



<p>Foto da capa: Casa de bambu com telhado de palha na floresta natural, a casa local na região de Vanuatu<br>© iStock.com</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/">Guia para construções resilientes ao clima do PNUMA</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/como-construcoes-sustentaveis-contribuem-para-os-ods-da-onu/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/como-construcoes-sustentaveis-contribuem-para-os-ods-da-onu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 13:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Greenbuilding]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sustentarqui.com.br/?p=21347</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são metas que estabelecem um desafio para a humanidade dissociar o crescimento econômico das mudanças climáticas, da pobreza e da desigualdade. E como construções sustentáveis podem ajudar a a atingir essas metas? Tais metas entraram em vigor no dia primeiro de janeiro de 2016 com a concordância [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/como-construcoes-sustentaveis-contribuem-para-os-ods-da-onu/">Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> Os <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (abre numa nova aba)" href="https://nacoesunidas.org/conheca-os-novos-17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU</a></strong> são metas que estabelecem um desafio para a humanidade dissociar o crescimento econômico das mudanças climáticas, da pobreza e da desigualdade.  E como construções sustentáveis podem ajudar a a atingir essas metas?</p>



<p>Tais metas entraram em vigor no dia primeiro de janeiro de 2016 com a concordância de vários líderes mundiais , e foi um marco importante nos esforços coletivos para “promover a prosperidade enquanto protegemos o planeta”.</p>



<p>Enquanto muitos vêem um edifício como apenas uma estrutura inanimada, nós olhamos para os prédios e vemos a fisicalidade e o processo pelo qual eles são criados – uma oportunidade de não apenas economizar energia, água e emissões de carbono, mas educar, criar empregos, fortalecer comunidades, melhorar a saúde e o bem-estar e muito, muito mais. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A construção sustentável é um verdadeiro catalisador para abordar alguns dos problemas mais prementes do mundo.</strong></h4>



<p>Embora os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam amplos, desde acabar com a fome até promover sociedades pacíficas e inclusivas, cada uma com metas detalhadas a serem alcançadas nos próximos 15 anos, há várias metas nas quais os edifícios sustentáveis podem contribuir – e na verdade já contribuem – de forma significativa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="509" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/como-construções-sustentáveis-contribuem-com-os-ODS-1-1024x509.jpg" alt="Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-21352"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vejamos então como construções sustentáveis podem contribuir para alcançar a maioria dos objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU:</strong></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3.png" alt="Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-21354" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-3-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; <strong>Objetivo 3: BOA SAÚDE E BEM-ESTAR – </strong>Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades</h3>



<p>Hoje temos provas contundentes que sugerem que a maneira como um edifício é projetado pode afetar a saúde e o bem-estar de seus ocupantes. </p>



<p><a href="https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/the-top-10-causes-of-death" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Segundo a Organização Mundial da Saúde (abre numa nova aba)">Segundo a Organização Mundial da Saúde</a>, as doenças pulmonares e respiratórias associadas à baixa qualidade do ambiente interno são três das cinco principais causas de morte. </p>



<p>Mas as características de um edifício sustentável, como iluminação aprimorada, melhor qualidade do ar e vegetação, têm provado impactar positivamente a saúde e o bem-estar, e essa agenda ganhou impulso crescente nos últimos anos. </p>



<p>O projeto global<strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" Better Places for People (abre numa nova aba)" href="https://www.worldgbc.org/better-places-people" target="_blank"> Better Places for People</a></strong> do World Green Building Council está focado na criação de um mundo em que os edifícios não sejam apenas bons para o meio ambiente, mas também ofereçam uma vida mais saudável, mais feliz e mais produtiva. </p>



<p>E a redução das emissões dos edifícios – particularmente nas cidades – pode reduzir a poluição e melhorar a qualidade do ar, beneficiando a saúde dos habitantes das cidades.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4.png" alt="Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-21355" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-4-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 7: ENERGIA ACESSÍVEL E LIMPA – </strong>Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos</h3>



<p>A energia mais barata é a energia que não usamos, e a economia de energia de edifícios sustentáveis e eficientes – sejam prédios de escritórios comerciais ou residências – costuma ser um dos benefícios mais comentados. </p>



<p>Os edifícios verdes também usam energia renovável, que pode ser mais barata que as alternativas de combustíveis fósseis. Por exemplo, a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) sugere que os sistemas solares domésticos na África podem fornecer eletricidade aos domicílios por apenas US $ 56 por ano – muito mais barato que a energia do diesel ou do querosene. </p>



<p>A energia renovável também tem o benefício adicional de não produzir emissões de carbono, limitando o impacto no planeta. A eficiência energética associada a fontes renováveis locais também contribuem para a segurança energética.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8.png" alt="" class="wp-image-21357" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-8-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 8: EMPREGO DIGNO E CRESCIMENTO ECONÔMICO</strong> – Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos</h3>



<p>À medida que a demanda por construções sustentáveis cresce globalmente, o mesmo acontece com a força de trabalho necessária para entregá-las, e esse é outro objetivo que a construção sustentável pode contribuir significativamente. </p>



<p><strong>Por exemplo, a indústria de construção sustentável no Canadá <a href="https://www.cagbc.org/News/EN/2016/20160210_News_Release.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="representou quase 300.000 empregos em tempo integral (abre numa nova aba)">representou quase 300.000 empregos em tempo integral</a> em 2014. </strong></p>



<p>Além disso, o ciclo de vida de um edifício sustentável – desde sua concepção até a construção, operação e sua eventual reforma – impacta uma grande variedade de pessoas, proporcionando mais oportunidades de emprego inclusivo.</p>



<p>E alguns GBCs, como da África do Sul, desenvolveram formas de integrar <a rel="noreferrer noopener" aria-label="questões socioeconômicas mais complexas (abre numa nova aba)" href="https://www.worldgbc.org/news-media/socio-economic-framework-rating-tools" target="_blank">questões socioeconômicas mais complexas</a>, como desemprego ou falta de habilidades, em sistemas de certificação de empreendimentos sustentáveis – criando incentivos adicionais para as empresas considerarem esses critérios em seus desenvolvimentos.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9.png" alt="" class="wp-image-21358" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-9-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 9: INDÚSTRIA, INOVAÇÃO E INFRAESTRUTURA – </strong>Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação</h3>



<p>Os edifícios sustentáveis não tratam apenas do aqui e agora. Eles devem ser projetados para garantir sua resiliência e adaptabilidade em face das mudanças climáticas globais. </p>



<p>Isto é extremamente importante nos países em desenvolvimento, muitos dos quais serão particularmente suscetíveis aos efeitos das mudanças climáticas. Mas não se trata apenas de edifícios à prova do futuro, mas dos espaços intermediários – a infra-estrutura que deve ser igualmente sustentável e resiliente a riscos futuros. </p>



<p>Um relatório recente do <a href="https://newclimateeconomy.report/2016/a-roadmap-for-financing-sustainable-infrastructure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="New Climate Economy  (abre numa nova aba)">New Climate Economy </a>descobriu que US $ 90 trilhões de investimentos em todo o mundo são necessários nos próximos 15 anos no setor de infra-estrutura para alcançar um futuro próspero de emissões zero. </p>



<p><strong>E a busca por edifícios que ampliem as fronteiras da sustentabilidade, como os <a rel="noreferrer noopener" aria-label="prédios com emissões zero (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/edificios-de-zero-energia-no-brasil/" target="_blank">prédios com emissões zero</a>, também é um grande motivador para inovação e tecnologia.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11.png" alt="" class="wp-image-21359" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-11-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 11: CIDADES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS</strong> – Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis</h3>



<p>Quase 60% da população mundial viverá em áreas urbanas até 2030 e, portanto, garantir sua sustentabilidade é de suma importância. </p>



<p>Os edifícios são as fundações de uma cidade, e os edifícios sustentáveis são, portanto, fundamentais para sua sustentabilidade a longo prazo. Quer se trate de casas, escritórios, escolas, lojas ou espaços verdes – o ambiente construído contribui para a composição das comunidades, que deve ser sustentável para garantir uma alta qualidade de vida para todos. </p>



<p>De fato, em muitos países, os Green Building Councils foram além da certificação de edifícios verdes únicos e desenvolveram ferramentas que facilitam a formação de bairros e distritos verdes. Outros, como o<a rel="noreferrer noopener" aria-label=" GBC das Filipinas (abre numa nova aba)" href="http://philgbc.org/mandaue-city-awarded-with-the-apec-low-carbon-model-town/" target="_blank"> GBC das Filipinas</a>, ajudaram cidades como Mandaue a desenvolver e implementar políticas que promovam práticas sustentáveis de construção em cidades inteiras.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12.png" alt="" class="wp-image-21360" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-12-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 12: CONSUMO E PRODUÇÃO RESPONSÁVEIS </strong>– Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis</h3>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-de-praticas-sustentaveis/">Rumo a práticas sustentáveis</a>, este objetivo foca na promoção de recursos e eficiência energética, infraestrutura sustentável e acesso a serviços básicos e empregos “verdes”. </p>



<p>A indústria da construção civil tem um papel importante a desempenhar na prevenção de resíduos através da redução, reciclagem e reutilização – princípios de “economia circular”, onde os recursos não são desperdiçados. </p>



<p>Nosso movimento inclui os principais fabricantes de produtos, como a Shaw Contract, membro do GBC Brasil, que desenvolveram maneiras de gerar produtos – neste caso, carpetes – do que antes era considerado como resíduo, conhecido como abordagem “do berço ao berço”. Isso não só reduz a quantidade de resíduos que vão para o aterro, mas também reduz a quantidade de matérias-primas que estão sendo extraídas da terra. Desde 2006, a Shaw recuperou e reciclou mais de 400 milhões de quilos de carpetes pós-consumo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13.png" alt="" class="wp-image-21361" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-13-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo 13: COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS</strong> – Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos</h3>



<p>Os edifícios são responsáveis por mais de 30% das emissões globais de gases de efeito estufa e, portanto, são um dos principais contribuintes para as mudanças climáticas. </p>



<p><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Saiba mais sobre os impactos Ambientais da Construção Civil (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/" target="_blank">Saiba mais sobre os impactos ambientais da construção civil</a></strong></p>



<p>Mas, da mesma forma, os edifícios verdes têm um enorme potencial para combatê-las, oferecendo uma das maneiras mais econômicas de fazê-lo, por meio de medidas como a eficiência energética. Por exemplo, os edifícios certificados pela Green Star na África do Sul e<a rel="noreferrer noopener" aria-label="conomizam 336 milhões de quilos de emissões de carbono por ano (abre numa nova aba)" href="https://gbcsa.org.za/news_post/green-building-council-celebrates-milestone-200-green-star-sa-certifications/" target="_blank">conomizam 336 milhões de quilos de emissões de carbono por ano</a> – o mesmo que tirar 84.000 carros das ruas – ajudando a limitar os efeitos da mudança climática.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15.png" alt="" class="wp-image-21362" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-15-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo 15: VIDA SOB A TERRA </strong>– Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade</h3>



<p>Os materiais que compõem um edifício são fundamentais para determinar sua sustentabilidade. E assim, a indústria da construção e suas cadeias de suprimentos têm um papel importante a desempenhar no uso de materiais de origem responsável, como a madeira. </p>



<p>As ferramentas de certificação de construção ecológica também reconhecem a necessidade de reduzir o uso da água e o valor da biodiversidade e a importância de garantir sua proteção e incorporá-la ao espaço que constroem durante e após a construção – minimizando danos e projetando formas de melhorar a biodiversidade , como paisagismo com flora local.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17.png" alt="" class="wp-image-21363" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17.png 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17-24x24.png 24w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17-36x36.png 36w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17-48x48.png 48w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/objetivo-17-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>-Objetivo 17: PARCERIAS EM PROL DAS METAS</strong> – Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável</h3>



<p>Historicamente, a indústria da construção civil careceu de uma voz coletiva no cenário mundial nas principais conferências sobre mudanças climáticas e muitas vezes não foi reconhecida pelas enormes oportunidades que apresenta. </p>



<p>Em 2015, um marco significativo foi alcançado quando o WorldGBC, o PNUMA, o governo francês e várias outras organizações se reuniram para sediar o primeiro <a rel="noreferrer noopener" aria-label="“Dia dos Edifícios” como parte da agenda oficial da COP21  (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/cop21-e-as-construcoes-sustentaveis/" target="_blank"><strong>“Dia dos Edifícios” como parte da agenda oficial da COP21 </strong></a>e para lançar a Aliança Global para Construção e Construção. Um ano e meio depois, e nosso movimento já está vendo os benefícios de ter um assento na mesa. </p>



<p>Fortes novas parcerias, como as do World Resources Institute e do Global Environmental Facility, estão garantidas, aumentando nossa capacidade de gerar mudanças e garantindo que estamos construindo as forças um do outro, em vez de reinventar a roda. </p>



<p>As barreiras para um ambiente construído sustentável não são soluções técnicas, mas sim como colaboramos efetivamente, garantindo que nossos esforços coletivos estejam realmente alinhados para alcançar um impacto muito maior.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="543" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/como-residencias-sustentaveis-contribuem-com-os-ods-1024x543.jpg" alt="Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-21365"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="545" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/09/como-escritorios-sustentaveis-contribuem-com-os-ods-1024x545.jpg" alt="Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-21364"/></figure>



<p><strong>Quando se trata dos ODS restantes, os links diretos entre eles e como construções sustentáveis podem ajudar podem ser menos explícitos, mas isso não quer dizer que eles não existam.</strong></p>



<p>Por exemplo, existem várias oportunidades educacionais criadas através do processo de criação de edifícios sustentáveis – a formação de profissionais em questões de sustentabilidade ou técnicas de construção sustentável – e pelos nossos GBCs através dos seus próprios programas educacionais. </p>



<p>A Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconheceu esta oportunidade através da parceria com os Green Building Councils, por exemplo na Zâmbia, para fornecer programas locais de empregos verdes. </p>



<p>E as empresas e organizações responsáveis ​​que trabalham dentro e ao redor da indústria da construção civil estão ajudando a quebrar o sexismo e promover a igualdade de gênero no local de trabalho do prédio sustentável. </p>



<p><strong>Quase 50% dos GBCs Estabelecidos são liderados por mulheres, e a iniciativa <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Women4Climate (abre numa nova aba)" href="https://www.c40.org/press_releases/press-release-women4climate-why-women-are-critical-in-efforts-to-save-our-planet" target="_blank">Women4Climate</a> também destaca o papel que as mulheres estão desempenhando na ação climática.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/mulheres-que-sao-destaque-na-construcao-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: 10 mulheres que são destaque no mercado da construção sustentável no Brasil (abre numa nova aba)">Relacionado: 10 mulheres que são destaque no mercado da construção sustentável no Brasil</a></strong></h4>



<p>Na Austrália, com a revisão do Green Star, o Green Building Council da Austrália está procurando auxiliar incorporadores e proprietários a reportar critérios específicos contra 16 dos 17 SDGs – demonstrando o quão relevantes eles são para o nosso setor.</p>



<p>Por todas estas razões, acreditamos que o movimento de construção sustentável significará um progresso significativo na dissociação do crescimento econômico das mudanças climáticas, pobreza e desigualdade, ajudando a alcançar as metas e criando um mundo mais verde que todos podemos nos orgulhar de chamar de lar.</p>



<p></p>



<p>Por Dominika Czerwinska, diretora do <a rel="noreferrer noopener" aria-label="WorldGBC (abre numa nova aba)" href="https://www.worldgbc.org/news-media/green-building-improving-lives-billions-helping-achieve-un-sustainable-development-goals" target="_blank">WorldGBC</a>, originalmente publicado em worldgbc.org &#8211; Via <a rel="noreferrer noopener" aria-label="GBC Brasil (abre numa nova aba)" href="https://www.gbcbrasil.org.br/a-contribuicao-das-construcoes-sustentaveis-para-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/" target="_blank">GBC Brasil</a></p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/como-construcoes-sustentaveis-contribuem-para-os-ods-da-onu/">Como construções sustentáveis contribuem para os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/como-construcoes-sustentaveis-contribuem-para-os-ods-da-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assembleia ONU-Habitat discute inovação para tornar cidades mais sustentáveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/assembleia-onu-habitat-discute-inovacao/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/assembleia-onu-habitat-discute-inovacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2019 21:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sustentarqui.com.br/?p=20660</guid>

					<description><![CDATA[<p>Iniciou hoje (27), em Nairóbi, a Primeira Assembleia ONU-Habitat, uma reunião mundial em que as decisões mais importantes tomadas e resoluções sobre a agenda global sobre assentamentos humanos e urbanização será aprovado, analisando tendências, normas e padrões globais na urbanização sustentável para desenhar um roteiro global em questões urbanas. O objetivo é criar cidades mais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/assembleia-onu-habitat-discute-inovacao/">Assembleia ONU-Habitat discute inovação para tornar cidades mais sustentáveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Iniciou hoje (27), em Nairóbi, a Primeira Assembleia ONU-Habitat, uma reunião mundial em que as decisões mais importantes tomadas e resoluções sobre a agenda global sobre assentamentos humanos e urbanização será aprovado, analisando tendências, normas e padrões globais na urbanização sustentável para desenhar um roteiro global em questões urbanas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O objetivo é criar cidades mais sustentáveis, seguras, igualitárias e resistentes.</strong></h3>



<p>O tema do encontro é “<strong>Inovação para a melhoria da qualidade de vida nas cidades e comunidades</strong>”. O encontro do principal órgão deliberativo da organização terá a participação de 3 mil delegados, quatro chefes de Estado, mais de 40 ministros e representantes de 116 países.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p>O evento terá duração de cinco dias e será concluído com a publicação de uma declaração ministerial, na sexta-feira (31). Além de representantes de governos nacionais e locais, o encontro terá a participação de representantes da sociedade civil, organizações não governamentais, empresas, academia e outras agências do Sistema ONU.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana (abre numa nova aba)" href="https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/" target="_blank"><strong>Relacionado: Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana</strong></a></p>



<p>Criada por meio de uma resolução aprovada em dezembro de 2018 pela Assembleia Geral da ONU, a Assembleia do ONU-HABITAT se reunirá a cada quatro anos com o objetivo de fortalecer seu mandato. </p>



<p>Formada por representantes dos 193 Estados-membros das Nações Unidas que se encontrarão em Nairóbi para elaborar uma agenda global de urbanização, aprovar resoluções e fornecer orientação estratégica para o trabalho do ONU-HABITAT.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ONU-Nairobi-1024x768.jpg" alt="ONU Nairobi" class="wp-image-20662"/><figcaption>Vista aérea de Nairóbi, capital do Quênia. Foto: Wikimedia Commons</figcaption></figure>



<p>O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, fará a abertura oficial do evento. Ele retornará na quarta-feira (29) para participar do Diálogo Estratégico de Alto Nível com outros chefes de Estado e de governo, incluindo o presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit, e os primeiros-ministros de Fiji, Frank Bainimarama, e do Iêmen, Ahmed ben Dagher.</p>



<p>Haverá também uma mesa-redonda ministerial sobre mobilização de compromissos para a Cúpula sobre Ação Climática do secretário-geral das Nações Unidas de 2019, uma Conferência de Doadores e Parcerias em apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Nova Agenda Urbana, um Fórum dos Governos Locais e Regionais e um café da manhã sobre gênero.</p>



<p><strong>Outros 50 eventos ocorrerão paralelamente, abordando temas como habitação social, economia azul, cidades somalis habitáveis, cidades seguras para meninas e mulheres, ação climática e tecnologia de ponta, bem como eventos de imprensa sobre deslocamento urbano.</strong></p>



<p>Serão realizados diálogos com jovens, treinamento de mídia sobre realidade virtual, um “hackathon”, recepções e shows. A Assembleia ONU-HABITAT também contará com uma exposição especial sobre o 10º Fórum Urbano Mundial do ano que vem em Abu Dhabi.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<h4 class="wp-block-heading">“A Assembleia ONU-HABITAT oferece uma oportunidade fantástica para que todos nós possamos inspirar uns aos outros com novas ideias e exemplos de como temos usado a inovação para maximizar as oportunidades oferecidas pela urbanização e superar os desafios”, disse a diretora-executiva do ONU-HABITAT, Maimunah Mohd Sharif.</h4>



<p>O <a href="https://nacoesunidas.org/agencia/onuhabitat/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ONU-HABITAT (abre numa nova aba)">ONU-HABITAT</a> (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos) é a agência das Nações Unidas para urbanização sustentável e assentamentos humanos, tendo sua sede em Nairóbi e programas em cerca de 90 países.</p>



<p></p>



<p>Fonte:<a href="https://nacoesunidas.org/assembleia-do-onu-habitat-discute-inovacao-para-melhorar-qualidade-de-vida-nas-cidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" Nações unidas (abre numa nova aba)"> Nações unidas</a></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/assembleia-onu-habitat-discute-inovacao/">Assembleia ONU-Habitat discute inovação para tornar cidades mais sustentáveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/assembleia-onu-habitat-discute-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vila ecológica inspirada nos objetivos globais da ONU</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/vila-ecologica-copenhague-onu/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/vila-ecologica-copenhague-onu/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 16:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhague]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sustentarqui.com.br/?p=19220</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dois escritórios de arquitetura se uniram para criar uma vila ecológica inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), no sul de Copenhague, na Dinamarca, . Com 35 mil metros quadrados e 400 residências, o empreendimento deve começar a sair do papel ao final do ano. A UN17 Village será o lar [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/vila-ecologica-copenhague-onu/">Vila ecológica inspirada nos objetivos globais da ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Dois escritórios de arquitetura se uniram para criar uma vila ecológica inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), no sul de Copenhague, na Dinamarca, . Com 35 mil metros quadrados e 400 residências, o empreendimento deve começar a sair do papel ao final do ano. A UN17 Village será o lar de 830 pessoas, incluindo idosos e crianças. O relato é da ONU Meio Ambiente.</strong></p>



<p>Concebida pelas empresas Lendager Group e Årstiderne Arkitekter, a vila sustentável prevê a construção de cinco quarteirões de moradias, que serão erguidos com concreto, madeira e vidro reciclados.</p>



<p>&nbsp;</p>
<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p>O objetivo dos dinamarqueses é estabelecer novos parâmetros de sustentabilidade na construção civil. A expectativa é de que o condomínio seja concluído em 2023, embora o início das obras em 2019 possa ser adiado para o início do ano que vem, devido a condições climáticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Parece oportuno que essa vila ecológica esteja sendo levada adiante em Copenhague. Em 2014, a cidade recebeu o título de Capital Europeia Verde. O município almeja neutralizar suas emissões líquidas de carbono até 2025.</strong></h4>



<p>Um conjunto de prédios da UN17 Village foi projetado para produzir mais energia do que o necessário, a fim de distribuir a corrente elétrica e aquecimento para outros edifícios. O complexo como um todo, incluindo os apartamentos individuais, está sendo pensado para ter resiliência às mudanças climáticas, com áreas verdes que vão compensar a perda de vegetação e de biodiversidade associada ao crescimento urbano.</p>



<div class="wp-block-image wp-image-19222 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="394" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Vila-ecológica-na-Dinamarca-será-inspirada-nos-17-Objetivos-de-Desenvolvimento-Sustentável-da-ONU-2-e1549467977318.jpg" alt="" class="wp-image-19222"/><figcaption>Vila ecológica na Dinamarca será inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.</figcaption></figure></div>



<p>Estruturas de coleta da chuva permitirão reaproveitar 1,5 milhão de litros de água por ano. A água será tratada e poderá ser usada no banho e em lavabos. O aquecimento da água será feito por meio de energia geotérmica e painéis solares. Cada prédio terá um jardim no telhado.</p>



<p>“Os prédios são projetados para limitar o consumo de energia e produzir e reciclar energia”, explica Anders Lendager, CEO do Lendager Group. “Focar no acesso universal à energia, numa maior eficiência e no uso de (fontes) renováveis é crucial para criar resiliência a problemas ambientais como as mudanças climáticas.”</p>



<p>A vila sustentável terá 3 mil metros quadrados de áreas comuns para os residentes e outras pessoas, além de um centro de conferências e um restaurante orgânico. </p>



<p><strong>Estufas, hortas e instalações para o compartilhamento de alimentos vão produzir comida suficiente para o fornecimento de 30 mil refeições por ano.</strong></p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><script><br />
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p>“As safras serão servidas no restaurante local, que também ajudará a distribuir as sobras de graça. Também queremos integrar um sistema para lidar com resíduos alimentares, oferecendo uma área determinada onde as pessoas possam compartilhar e recolher excedentes de comida de graça. A produção de vegetais reduz custos de transporte e emissões, mas também desempenha um papel importante na consolidação de comunidades e na educação”, explica Lendager.</p>



<p>“Sessenta porcento das moradias necessárias até 2030 globalmente ainda não foram construídas. A UN17 Village mostra como podemos apoiar as populações em crescimento sem comprometer a sustentabilidade”, acrescenta o arquiteto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/certificacoes-ambientais-agenda-2030/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Como as certificações ambientais podem contribuir para a AGENDA 2030</a></strong></h4>



<p>Como parte de seu compromisso em enfrentar a pobreza, os escritórios responsáveis pelo empreendimento vão oferecer cem vagas de trabalho para profissionais sem capacitação. </p>



<p>Os arquitetos vão chamar as empreiteiras e construtoras a incluir esses indivíduos em suas equipes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="387" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Vila-ecológica-na-Dinamarca-será-inspirada-nos-17-Objetivos-de-Desenvolvimento-Sustentável-da-ONU-1-e1549468043856.jpg" alt="Vila ecológica na Dinamarca será inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU" class="wp-image-19221"/></figure></div>



<p>As empresas Lendager Group e Årstiderne Arkitekter foram as vencedoras de uma competição que elegeu o melhor projeto para a ecovila inspirada nos ODS.</p>



<p>“Em termos de escala, o bairro é particularmente adequado para ser um laboratório de inovação e para entregar uma prova de conceito”, afirma a chefe da Unidade de Cidades da ONU Meio Ambiente, Martina Otto.</p>



<p>A especialista aponta que a agência das Nações Unidas trabalha para ampliar o alcance de inciativas exemplares, como a UN17 Village. </p>



<p>“Na ONU Meio Ambiente, apoiamos políticas e soluções técnicas que incentivem uma maior integração entre setores que são normalmente planejados, projetados e operados isoladamente”, completa Martina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cidades pela regeneração dos ecossistemas</strong></h2>



<p>Anders Lendager acredita que as cidades têm um papel central na regeneração de recursos hídricos e energéticos, da biodiversidade e da humanidade.</p>



<p>“A mudança real no setor de construção civil ainda está por vir, mas a hora da virada está próxima”, afirma o arquiteto. “Precisamos usar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a economia circular, o upcycling, etc. como ferramentas para criar edifícios e cidades regeneradoras, que devolvam e restaurem o que destruímos ao longo das décadas passadas.”</p>



<p>A mais recente análise da ONU Meio Ambiente Emissions Gap Report mostra que as emissões de gás carbônico aumentaram no mundo em 2017, após um hiato de três anos. Apenas 57 países estão no caminho certo para superar as suas lacunas de emissões — isto é, a diferença entre os seus atuais níveis de emissões e os níveis que eles precisam alcançar para conter as mudanças climáticas.</p>



<p>&nbsp;</p>
<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>



<p>As cidades e os assentamentos urbanos têm de estar no centro dos esforços para cortar emissões. Até 2050, dois terços da população mundial deverá viver nas cidades. As áreas urbanas já respondem por 70% das emissões de gases do efeito estufa.</p>



<p>A vila sustentável -UN17 Village- é o tipo de solução que a ONU Meio Ambiente espera ver e estimular na próxima Assembleia Ambiental da ONU, a UNEA, que acontece em março em Nairóbi, no Quênia. Em 2019, o encontro tem o lema “pensar além dos padrões predominantes de consumo e produção e viver dentro dos limites sustentáveis”.</p>



<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/arquitetos-dinamarqueses-vao-construir-vila-ecologica-inspirada-nos-objetivos-globais-da-onu/?fbclid=IwAR0eO7g6rvx4ijjLd4s4c24G705mzf5-io9rpbLneROh-2fXj-DkeysInNc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU BR</a></p>



<p>Imagens: <a href="https://lendager.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lendager Group</a></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/vila-ecologica-copenhague-onu/">Vila ecológica inspirada nos objetivos globais da ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/vila-ecologica-copenhague-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 11:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2017/06/01/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Campo de refugiados na Jordânia é o primeiro no mundo a ser abastecido com energia solar. Parceria entre a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e a Fundação IKEA, que disponibilizou 8,75 milhões de euros, possibilitou&#160;a construção de uma usina solar de dois megawatts em um campo de refugiados na Jordânia. A central foi [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/">Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Campo de refugiados na Jordânia é o primeiro no mundo a ser abastecido com energia solar.</p>
<h4>Parceria entre a Agência das Nações Unidas para Refugiados (<a href="http://www.acnur.org/portugues/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ACNUR</a>) e a <a href="http://www.ikeafoundation.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação IKEA</a>, que disponibilizou 8,75 milhões de euros, possibilitou&nbsp;a construção de uma usina solar de dois megawatts em um campo de refugiados na Jordânia.</h4>
<p>A central foi inaugurada em maio (17) pelo organismo da ONU e beneficiará 20 mil refugiados.</p>
<p>As placas fotovoltaicas instaladas nas proximidades do acampamento, em Azraq, permitirão ao ACNUR economizar 1,5 milhão de dólares por ano. Antes da usina, os abrigos de Azraq estavam conectados à rede regular de eletricidade.</p>
<p><strong>Com a energia solar, a agência da ONU espera reinvestir o dinheiro em outras iniciativas para atender as necessidades dos refugiados. O projeto também evitará o lançamento na atmosfera de 2.370 toneladas de gás carbônico.</strong></p>
<p>Até o princípio de 2018, a central será expandida para chegar às residências de todos os 36 mil moradores de Azraq.</p>
<p>A nova rede de energia vai transformar a vida dos sírios que enfrentam circunstâncias difíceis no campo de refugiados na Jordânia,&nbsp;localizado no norte do deserto. Nos últimos dois anos, os residentes do acampamento dependiam de lanternas solares portáteis para iluminar suas casas e não tinham meios de conservar comida ou refrigerar seus abrigos no calor extremo. Apenas no início de 2017, a rede elétrica foi conectada ao local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_15094" aria-describedby="caption-attachment-15094" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-15094 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-1.jpg" alt="campo de refugiados na Jordânia com energia solar" width="600" height="336"></a><figcaption id="caption-attachment-15094" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Refugiados sírios têm benefícios com a abertura da instalação solar no campo de acolhimento de Azraq, na Jordânia. Foto: Fundação IKEA/Vingaland AB</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fatima, uma mãe solteira de 52 anos que veio da área rural de Damasco, está no campo desde 2015 com seus dois filhos adultos. “Na Síria, estávamos acostumados a um estilo de vida particular, e fomos separados disso no momento em que nos tornamos refugiados”, conta. “Quem está acostumado a ter eletricidade não tem ideia do quão difícil é viver sem.”</p>
<p>A refugiada e os filhos já investiram em uma geladeira de segunda mão, em uma máquina de lavar e em ventiladores elétricos, que dividem entre três abrigos. “Antes disso, quando cozinhávamos uma refeição, tínhamos que jogar fora os restos porque não havia como guardá-los”, explica Fatima.</p>
<p>“Quando ficávamos com muito calor, tínhamos que jogar água nas nossas roupas para poder se esfriar. Agora podemos ouvir música e tomar um copo de água gelada, e a nossa rotina não acaba quando o sol se põe”, acrescenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Construção da usina solar deu emprego para refugiados</h2>
<p>A construção da instalação solar também foi uma oportunidade de gerar renda e oferecer treinamento para mais de 50 refugiados no campo. Eles foram empregados sob supervisão da companhia solar jordaniana Mustakbal, para ajudar a erguer a central.</p>
<p>Mohammad, de 20 anos, é do subúrbio de Ghouta, em Damasco, e veio para Azraq em março de 2014. Ele foi forçado a sair da escola aos 14 anos, depois que o conflito na Síria estourou. Atualmente, o jovem frequenta o sétimo ano.</p>
<p>Apesar de não ter qualificações, o refugiado recebeu treinamento metalúrgico no acampamento e foi um dos escolhidos para montar as estruturas que dão apoio aos painéis solares, além de ajudar também na instalação dos circuitos eletrônicos. Como resultado, ele ganhou uma experiência profissional que já o ajudou a encontrar trabalhos ocasionais fora do campo.</p>
<figure id="attachment_15098" aria-describedby="caption-attachment-15098" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-15098" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/CAMPO-DE-REFUGIADO-COM-ENERGIA-SOLAR-2.jpg" alt="campo de refugiados na Jordânia com energia solar" width="600" height="337"></a><figcaption id="caption-attachment-15098" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Fundação IKEA</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Não tive a oportunidade de terminar minha educação por causa da guerra e do exílio, mas isto me deu uma habilidade prática que poderei, com sorte, usar no futuro”, afirma Mohammad. “Se voltarmos para a Síria, a infraestrutura estará destruída, mas esta é a tecnologia que podemos usar para reconstruí-la.”</p>
<p><strong>A instalação solar de Azraq é conectada com a rede nacional, o que significa que qualquer eletricidade gerada que não for usada pode voltar para a rede sem custo, apoiando as necessidades de energia do país de acolhimento.</strong></p>
<p>“Iluminar o campo não é apenas uma conquista simbólica, mas fornece também um ambiente mais seguro a todos os residentes do campo, cria oportunidades de subsistência e dá oportunidade para as crianças de estudar depois que escurece. Acima de tudo, permite aos residentes do campo a ter vidas mais dignas”, explica a vice-chefe do ACNUR, Kelly T. Clements.</p>
<p>Para o representante da agência da ONU na Jordânia, Stefano Severe, “o estabelecimento das placas de energia solar é um exemplo notável de cooperação entre um governo acolhedor, uma organização privada e o ACNUR”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="https://nacoesunidas.org/campo-de-refugiados-na-jordania-se-torna-o-primeiro-no-mundo-a-funcionar-com-energia-limpa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>


<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/">Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU premia projetos urbanos sustentáveis &#8211; Plano Diretor de SP é um dos vencedores</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 18:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2017/03/14/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os projetos urbanos sustentáveis premiados pela Convocação Pública de Práticas Inovadoras da Nova Agenda Urbana priorizaram o equilíbrio entre o urbano e a natureza, o desenho de espaços públicos que valorizem a convivência urbana e o incentivo à mobilidade não motorizada e pública. Uma das iniciativas premiadas durante cerimônia organizada pelo ONU-Habitat e parceiros em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/">ONU premia projetos urbanos sustentáveis &#8211; Plano Diretor de SP é um dos vencedores</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os projetos urbanos sustentáveis premiados pela Convocação Pública de Práticas Inovadoras da Nova Agenda Urbana priorizaram o equilíbrio entre o urbano e a natureza, o desenho de espaços públicos que valorizem a convivência urbana e o incentivo à mobilidade não motorizada e pública.</strong></p>
<p>Uma das iniciativas premiadas durante cerimônia organizada pelo ONU-Habitat e parceiros em Medellín, na Colômbia, foi o <strong><a href="http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/novo-plano-diretor-de-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo</a></strong>, apresentado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.</p>
<figure id="attachment_6014" aria-describedby="caption-attachment-6014" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/PlanoDiretorSaoPaulo-e1413484354598.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6014 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/10/PlanoDiretorSaoPaulo-e1413484354598.jpg" alt="Plano Diretor Sao Paulo - projetos urbanos sustentáveis" width="600" height="332" /></a><figcaption id="caption-attachment-6014" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Visão futurista da cidade em um dos corredores de transportes do projeto &#8211; Imagem: Divulgação</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<p>A chamada pública é fruto de uma parceria entre o ONU-Habitat e o governo da Espanha, o Foro Iberoamericano de Melhores Práticas, a Federação Latino-Americana de Cidades, Municípios e Associações (FLACMA) e a rede Mercociudades.</p>
<p>Segundo a agência da ONU, a chamada pública foi uma oportunidade de facilitar o entendimento sobre a Nova Agenda Urbana e conhecer novas práticas da região latino-americana que abordam conceitos de desenvolvimento urbano sustentável.</p>
<h4>A iniciativa também foi uma primeira chance de discutir a Nova Agenda Urbana no nível local. Os projetos tinham como foco espaços públicos e verdes, mobilidade, recuperação de áreas degradadas, sensibilização e empoderamento, assentamentos informais e habitação popular.</h4>
<p>Depois de analisar 146 candidaturas de 16 países, o comitê de avaliação <strong>selecionou quatro projetos vencedores de Brasil, Costa Rica, Equador e Porto Rico.</strong> A cerimônia de premiação ocorreu em Medellín dia 23 de fevereiro, na Colômbia, com a participação de profissionais, acadêmicos, autoridades e estudantes.</p>
<p>Na ocasião, a Coordenadora do Programa de Melhores Práticas para América Latina e Caribe do ONU-Habitat, Carolina Guimarães, falou sobre a importância de e as práticas premiadas continuarem inovando e inspirando, adaptando-se às necessidades e ao contexto no longo prazo.</p>
<p>“Se mostrou evidente que dentro da Nova Agenda Urbana existe espaço para os vários tamanhos de cidades e, em especial, para cidades secundárias, que têm até 500 mil habitantes”, afirmou Carolina. “Essas podem e devem prover boas condições de vida para seus habitantes”, completou.</p>
<p> </p>
<h2>Projetos urbanos sustentáveis premiados</h2>
<p>O <strong>Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo,</strong> apresentado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, foi uma das quatro iniciativas premiadas.</p>
<p>Segundo o ONU-Habitat, o plano foi contemplado por seu propósito de <strong>“tornar a cidade mais humana, moderna e equilibrada, através do emprego e da moradia, para enfrentar as desigualdades socioterritoriais”.</strong></p>
<p>Para isso, a iniciativa defende um projeto mais democrático e inclusivo de cidade, além de ambientalmente responsável, produtivo e, sobretudo, com vistas a melhorar a qualidade de vida das pessoas, segundo o programa da ONU.</p>
<p>Na cerimônia de premiação, Patricia Marra Sepe, geóloga da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento da Prefeitura de São Paulo, afirmou que mesmo sendo uma megalópole, a capital paulista compartilha dos mesmos conceitos de desenvolvimento urbano das demais iniciativas desenvolvidas em cidades menores.</p>
<p>“Foi interessante ver de maneira concreta a diversidade de temas e pontos de vista para abordar diferentes objetivos do desenvolvimento urbano no nível local apresentados pelos projetos”, disse, por sua vez, a Coordenadora do Programa de Melhores Práticas para América Latina e Caribe, Carolina Guimarães.</p>
<p>O projeto <strong>Fideicomiso de la Tierra del Caño Martín Peña, de San Juan, Porto Rico</strong>, também foi premiado. A iniciativa busca recuperar um corpo de água degradado por meio do desenvolvimento integral e equitativo de oito comunidades (30 mil pessoas), em assentamentos informais, a partir da participação cidadã e alianças público-privadas. O projeto também busca regularizar a terra assegurando moradia adequada e o não deslocamento pelo aumento do valor da terra.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ONU-PENA-e1489515895401.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14464" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ONU-PENA-e1489515895401.jpg" alt="projetos urbanos sustentáveis - MARTIN PENA" width="600" height="338" /></a></p>
<p>O <strong>Plano de Melhoramento Integral de Bairros Periféricos de Cuenca</strong>, apresentado pelo Governo Autônomo Descentralizado Municipal de Cuenca, no Equador, também foi premiado. O projeto tem como objetivo melhorar o habitat de dez bairros vulneráveis e periféricos priorizados da cidade de Cuenca, realizado mediante processo participativo com a população; através de um modelo integral de atuação baseado na Nova Agenda Urbana, que busca ser replicável em outros entornos.</p>
<p>Já os <strong>Espaços de Dulzura, do município de Curridabat, na Costa Rica</strong>, tem como objetivo estabelecer a conservação natural como atividade urbana por meio da criação de redes de centralidades nos bairros que integram a natureza na vida das comunidades. O projeto contempla a renovação de espaços públicos existentes e o desenho e construção de áreas e redes complementares novas a partir do trabalho de equipes multidisciplinares e processos participativos com as comunidades beneficiadas.</p>
<p><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ONU-ESPACIO-Dulzura.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14449" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ONU-ESPACIO-Dulzura.png" alt="projetos urbanos sustentáveis" width="478" height="293" /></a></p>
<p> </p>
<p>Outros quatro projetos urbanos sustentáveis receberam menção honrosa pela organização. O programa de moradia <strong>Desenvolvimento Social Comunitário nos Lares de Soacha</strong> (Colômbia); <strong>Construção de Comunidades para o Cumprimento do Direito ao Projeto Integrado, de Cochabamba</strong> (Bolívia); <strong>Reciclando Lares Urbanos com Alugueis Tutelados, de Buenos Aires</strong> (Argentina) e o <strong>Parque Linear Rachel de Queiroz, de Fortaleza</strong> (Brasil).</p>
<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/projetos-urbanos-premiados-pela-onu-valorizam-espacos-publicos-e-mobilidade-nao-motorizada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>


<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/">ONU premia projetos urbanos sustentáveis &#8211; Plano Diretor de SP é um dos vencedores</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/onu-premia-projetos-urbanos-sustentaveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CURB: Ferramenta ajuda cidades a serem mais sustentáveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 14:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2016/10/13/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>CURB é uma ferramenta lançada pelo Banco Mundial para ajudar cidades na busca por desenvolvimento sustentável. A iniciativa do Banco Mundial e parceiros simula implementação de projetos que buscam soluções mais limpas para problemas urbanos, tendo em vista que os centros urbanos são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de gases causadores do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/">CURB: Ferramenta ajuda cidades a serem mais sustentáveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>CURB é uma ferramenta lançada pelo Banco Mundial para ajudar cidades na busca por desenvolvimento sustentável.</h2>
<p>A iniciativa do <a href="http://www.worldbank.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco Mundial</a> e parceiros simula implementação de projetos que buscam soluções mais limpas para problemas urbanos, tendo em vista que os centros urbanos são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, e as populações vulneráveis desses&nbsp;centros serão algumas das mais afetadas pelas mudanças do clima,</p>
<p>Para ajudar municípios a encontrar alternativas de desenvolvimento mais limpas, o organismo financeiro e parceiros lançaram em setembro, durante a <a href="http://www.climateweeknyc.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Semana Climática de Nova York</a>, uma ferramenta que ajuda gestores a planejar projetos urbanísticos sustentáveis. Chamada <strong>“Ação Climática para a Sustentabilidade Urbana”, a<a href="http://www.worldbank.org/en/topic/urbandevelopment/brief/the-curb-tool-climate-action-for-urban-sustainability" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> CURB</a></strong> é uma plataforma quer suprir lacunas de informações sobre as cidades e fornecer soluções realistas.</p>
<h4>“A CURB oferece análises adaptadas que podem ajudar as autoridades urbanas a mais facilmente identificar, priorizar e planejar formas econômicas e eficientes para reduzir as emissões”, explicou o gerente de políticas climáticas do Banco Mundial e responsável pela concepção da ferramenta, Stephen Hammer.</h4>
<p>A partir de uma base de dados, a plataforma estima o custo, viabilidade e impacto de diversas ações para combater as mudanças do clima. O sistema é capaz de avaliar sistemas de transporte e projetos de adaptação de edifícios, além de levar em conta mudanças tecnológicas e políticas nas simulações de diferentes cenários urbanos.</p>
<p>A CURB também calcula retornos de investimento, o que pode ajudar as cidades a criar empregos, melhorar a própria subsistência e aumentar a resiliência a riscos climáticos, especialmente para as pessoas de baixa renda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Argentina é pioneira no uso da CURB</h3>
<p>Buenos Aires foi a primeira cidade da América Latina a testar a iniciativa do Banco Mundial, que está ajudando a capital da Argentina a avançar seu plano atual de preparação para as mudanças do clima.</p>
<p>“Os gráficos de fácil utilização, projeções financeiras e outras características da CURB podem ajudar os planejadores urbanos a melhorar a comunicação e a coordenação no governo da cidade”, afirmou a assessora em sustentabilidade do governo municipal, Inés Lockhart. “Essa ferramenta é perfeita para ajudar a cidade a analisar novas ações potenciais de uma forma mais eficiente.”</p>
<p>Tal como em muitas outras cidades grandes, Buenos Aires tinha um problema de congestionamento gigantesco. Apesar do sistema sofisticado de transporte público, os usuários costumavam passar horas no tráfego devido ao número elevado de veículos nas ruas. Isso afetava diretamente a vida dos motoristas, reduzia a eficiência da cidade e contribuía para aumentar as taxas de emissões de CO2.</p>
<p>Para enfrentar os desafios do clima e da eficiência, Buenos Aires adotou medidas como a criação do sistema de Transporte Rápido por Ônibus (BRT) e um programa de uso compartilhado de bicicletas. Embora a cidade tenha conseguido realizações monumentais nos últimos anos, ainda resta muito para reduzir a pegada de carbono e atingir as metas climáticas.</p>
<h3>Dados inexistentes? Isso não é problema</h3>
<p>Um dos destaques da CURB são os dados substitutos: se a cidade carecer de informações, o sistema permite aos usuários utilizar dados de municípios ou países semelhantes. O objetivo é permitir que todos os centros urbanos possam utilizar a ferramenta, independentemente do tamanho ou nível de renda.</p>
<p>“Trata-se de uma das muitas características do projeto que atendem à necessidade de tornar todos os aspectos da ferramenta prontamente acessíveis a seu público-alvo principal: funcionários do governo local”, afirmou o especialista urbano do Banco Mundial, Silpa Kaza.</p>
<p>Além de Buenos Aires, mais de 100 cidades de diferentes partes do planeta – incluindo Joanesburgo, Bangalore e Chennai – estão usando ou se comprometeram a usar a CURB, que será alimentada com informações dos governos municipais. A plataforma é desenvolvida em parceria com o Grupo C40 de Liderança Climática das Cidades e o Grupo de Prefeitos, que devem difundir a CURB pelo mundo.</p>
<h5>Entenda como funciona a CURB no vídeo abaixo (em inglês):</h5>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wwVySQ9PwA0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A CURB é um produto do trabalho da Força-Tarefa do Banco Mundial para Catalisar a Ação Climática, em parceria com o Grupo C40 de Liderança Climática das Cidades (C40), AECOM Consulting e Grupo de Prefeitos. Essa iniciativa acompanha o relatório de 2012 do Banco Mundial <a href="https://openknowledge.worldbank.org/handle/10986/11860" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;Turn Down the Heat&#8221; </a>(Reduzir o Calor), que adverte para os riscos de um mundo 4°C mais quente.</p>
<p>Para saber mais sobe a CURB, visite <a href="http://www.worldbank.org/curb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.worldbank.org/curb</a> (em inglês)</p>
<p>Fonte:<a href="https://nacoesunidas.org/banco-mundial-lanca-ferramenta-para-ajudar-cidades-na-busca-por-desenvolvimento-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a>&nbsp;e <a href="http://www.worldbank.org/pt/news/feature/2016/09/22/new-data-driven-planning-tool-helps-cities-advance-climate-action" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco Mundial</a></p>


<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/">CURB: Ferramenta ajuda cidades a serem mais sustentáveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/curb-ferramenta-cidades-sustentaveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 20:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2016/02/23/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), em parceria com o governo brasileiro, disponibilizou estudos sobre Sustentabilidade urbana: impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes. As pesquisas foram organizadas em três tomos:   Volume 1. Mobilidade Urbana Documento organizado em quatro partes. Após a apresentação, a segunda parte reúne conceitos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/">Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A <a href="https://nacoesunidas.org/agencia/onu-habitat/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU-Habitat</a> (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), em parceria com o governo brasileiro, disponibilizou estudos sobre Sustentabilidade urbana: impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes. As pesquisas foram organizadas em três tomos:</h4>
<p> </p>
<h2>Volume 1. Mobilidade Urbana</h2>
<p>Documento organizado em quatro partes. Após a apresentação, a segunda parte reúne conceitos e entendimentos sobre mobilidade, em especial, os reflexos decorrentes das transformações urbanas, em<br />grande parte, provocadas pelas mudanças na economia e nas formas de produção das últimas décadas.<br />Constam ainda dessa parte considerações referentes às condições atuais de mobilidade, particularmente observadas nos grandes centros de países emergentes.</p>
<p>Em seguida, o documento discute os eixos centrais para a efetivação da desejada mobilidade urbana sustentável – notadamente o planejamento setorial e as concepções de rede de transporte público; o financiamento da mobilidade; a eficiência de gestão do sistema de mobilidade urbana, controle e transparência; e o sistema de mobilidade como suporte para o desenvolvimento sustentável. São esses os eixos em torno dos quais as políticas públicas de mobilidade deverão tecer suas discussões e formulações de alternativas em contextos diversos.</p>
<p>Por fim, discutem-se as barreiras e as dificuldades para a implantação de política sustentável de mobilidade urbana, que não se restringem às evidentes questões tecnológicas, pois, em grande parte, já dispõem de solução, mas às barreiras econômicas, sociais e mesmo culturais que deverão se integrar com as temáticas de desenvolvimento urbano e de cidades sustentáveis.</p>
<figure id="attachment_11084" aria-describedby="caption-attachment-11084" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #999999;" href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-2-e1456272204986.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11084" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-2-e1456272204986.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="470" /></a><figcaption id="caption-attachment-11084" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<h2>Volume 2. Saneamento básico</h2>
<p>Estudo elaborado por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Cidades e do ONU-Habitat, visa discutir os possíveis impactos de processos de mudanças, em especial relacionadas ao crescimento econômico, sobre o setor de saneamento, em suas diversas características, desde política pública até infraestrutura sanitária, abordando as diversas esferas federativas. Sua elaboração relaciona-se simultaneamente com a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20, junho/2012) e com o VI Fórum Urbano Mundial (Nápoles, setembro/2012). O apelo à economia verde e à estrutura institucional para a sustentabilidade, da Rio+20, e ao tema das cidades, incluindo os quatro eixos temáticos a serem tratados no VI Fórum – planejamento urbano; equidade e prosperidade; cidades produtivas; mobilidade urbana, energia e ambiente – claramente se articulam com a discussão aqui desenvolvida.</p>
<figure id="attachment_11085" aria-describedby="caption-attachment-11085" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #999999;" href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-1-e1456272167431.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11085" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-1-e1456272167431.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="500" /></a><figcaption id="caption-attachment-11085" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<h2>Volume 3. Habitação Social e Sustentabilidade Urbana</h2>
<p>A problemática ambiental urbana deve ser o elemento capaz de unificar todas as ações urbanísticas,<br />nos mais diversos setores, em torno de um único desafio: construir cidades ambientalmente e socialmente justas para as nossas próximas gerações.</p>
<p>Quais são então as perspectivas que se apresentam para responder a esse desafio? Qual a possibilidade de mudar tais paradigmas e, sobretudo, de encontrar caminhos que respondam às especificidades do nosso crescimento? Qual o papel, nesse processo, dos profissionais urbanos, dos agentes empreendedores, dos poderes públicos nas diferentes esferas de governo, da própria sociedade? São essas algumas das questões que este documento procura responder.</p>
<figure id="attachment_11082" aria-describedby="caption-attachment-11082" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-3-e1456271826883.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11082" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-3-e1456271826883.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="509" /></a><figcaption id="caption-attachment-11082" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<p>A publicação e a condução dos trabalhos contaram com a participação dos ministérios do Meio Ambiente, das Cidades e das Relações Exteriores. A iniciativa pretende compreender os impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências para o processo de urbanização em países emergentes, especialmente o Brasil.</p>
<p>A ONU-Habitat acredita que os documentos terão um papel importante no processo de preparação do país para a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que acontece daqui a sete meses, em Quito, no Equador.</p>
<p>As informações contidas nas pesquisas podem fornecer, ainda, orientações quanto às funções das cidades que privilegiarem, em suas agendas, temas como sustentabilidade, igualdade de gênero, inclusão, justiça socioambiental e bem-estar, avalia o representante da agência da ONU no Brasil, Rayne Ferretti.</p>
<h3><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/desenvolvimento-sustent%C3%A1vel/category/155-publica%C3%A7%C3%B5es-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-sustentabilidade-urbana" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Acesse os estudos aqui</strong></a></h3>
<p> </p>
<p>Via <a href="https://nacoesunidas.org/onu-habitat-e-governo-do-brasil-publicam-estudos-sobre-desenvolvimento-urbano-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU Habitat</a></p>


<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/">Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projetos de construções sustentáveis serão financiados pela ONU</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 14:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos à construção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2015/12/11/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ONU vai financiar&#160;projetos de construções sustentáveis,&#160;governos e ONGs de países em desenvolvimento estão convidados a participar. O Quadro Decenal de Programas de Consumo e Produção Sustentáveis da ONU (10YFP, na sigla em inglês) abriu, semana passada&#160;(03/12) chamada para apoiar projetos na área ambiental destinada a órgãos públicos e organizações não governamentais. Esta é a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/">Projetos de construções sustentáveis serão financiados pela ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A ONU vai financiar&nbsp;projetos de construções sustentáveis,&nbsp;governos e ONGs de países em desenvolvimento estão convidados a participar.</h2>
<p>O Quadro Decenal de Programas de Consumo e Produção Sustentáveis da <a href="http://nacoesunidas.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a> (10YFP, na sigla em inglês) abriu, semana passada&nbsp;(03/12) chamada para apoiar projetos na área ambiental destinada a órgãos públicos e organizações não governamentais. Esta é a quinta chamada do 10YFP e, nesta edição,<strong> é voltada para propostas sobre edifícios e construções sustentáveis.</strong></p>
<p>Governos e organizações não governamentais em países em desenvolvimento ou com economias em transição estão convidados a participar. O total de recursos disponíveis é de US$ 500.000. A duração dos projetos deve ser de, no mínimo, 12 meses e, no máximo, 24 meses. Os projetos apresentados podem variar entre US$ 100.000 (mínimo) e US$ 200.000 (máximo). <strong>O prazo final para apresentação das propostas é dia 4 de fevereiro de 2016.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O FUNDO:</strong></p>
<p>O Fundo do 10YFP tem como objetivos receber e mobilizar recursos (públicos e privados) de uma forma estável, sustentável e programada para o desenvolvimento de programas de consumo e produção sustentáveis em países em desenvolvimento ou países com economias de transição, e promover a alocação transparente desses recursos.</p>
<p>Segundo a diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis do MMA, Raquel Breda, o apoio da cooperação internacional para a execução de projetos tem sido muito importante para a promoção de práticas mais sustentáveis de produção e de consumo no Brasil e em outros países em desenvolvimento.</p>
<blockquote><p><strong>”A 5ª chamada visa apoiar ações voltadas à sustentabilidade do setor da construção, à redução dos impactos ambientais e climáticos, e ao aumento da resiliência das edificações e da infraestrutura, entre outros objetivos”, explica. “E chega em um momento particularmente estratégico em função da intensificação do processo de urbanização e da crescente ocorrência e da intensificação de fenômenos climáticos e de riscos ambientais”, conclui.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:Assessoria de Comunicação (<a href="http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&amp;id=1345" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ascom/MMA</a>) &#8211; Por Marta Moraes – Editor: Marco Moreira</p>


<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/">Projetos de construções sustentáveis serão financiados pela ONU</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/projetos-de-construcoes-sustentaveis-serao-financiados-pela-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU tem vagas para curso gratuito em energias renováveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 20:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2015/09/18/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Visando promover a formação de profissionais no setor, o observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), desenvolveu um curso gratuito em energias renováveis. A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), por meio do Observatório de Energias Renováveis para América [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/">ONU tem vagas para curso gratuito em energias renováveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Visando promover a formação de profissionais no setor, o observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (<a href="http://nacoesunidas.org/agencia/onudi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONUDI</a>), desenvolveu um curso gratuito em energias renováveis.</h4>
<p>A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), por meio do Observatório de Energias Renováveis para América Latina e Caribe, oferece vagas no programa de capacitação técnica sobre Energias Renováveis. O curso é aberto, <strong>online e gratuito,</strong> e fornece certificado digital para os participantes aprovados. Mais de 40.000 usuários de 133 países já participaram do curso, que está com as inscrições reabertas.</p>
<p>Após realizar a formação completa, os alunos serão capazes de desenvolver projetos de energia renovável. Os módulos podem ser feitos em português, inglês e espanhol e abordam os seguintes temas: <strong>Energia e Mudanças Climáticas; Energia Mini-Eólica; Biogás; Energia Mini-Hidrelétrica; Energia Solar Térmica; Energia Solar Fotovoltaica; Eficiência Energética em Edifícios.</strong></p>
<p>Todos os tópicos fornecem uma revisão técnica sobre os diferentes temas e tecnologias, assim como suas aplicações e visão regional, incluindo a análise de exemplos práticos. Os cursos utilizam didática inovadora e participativa e tem foco na América Latina e Caribe.</p>
<p>Com a capacitação, a ONUDI tem o objetivo de promover informação relacionada às energias limpas e oferecer conhecimentos atualizados sobre tecnologias energéticas aos profissionais e gestores de políticas. Os cursos foram elaborados por instituições mundialmente renomadas no setor de energias renováveis e eficiência energética e é homologado pela <a href="http://nacoesunidas.org/agencia/onudi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONUDI</a>, <a href="http://www.usal.es/webusal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Universidade de Salamanca</a>, <a href="http://www.upm.es/institucional" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Universidade Politécnica de Madri</a>, <a href="http://www.ciemat.es/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centro CIEMAT</a> e pela<a href="http://www.ceddet.org/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Fundação CEDDET</a>.</p>
<p>Faça sua inscrição <a href="http://www.renenergyobservatory.org/br/programa-de-capacitacao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>&nbsp;ou pelo site <a href="http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/mooc-energias-renovaveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">veduga</a></p>
<p>Veja o vídeo de apresentação:<br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/shkUfh0IPqQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/onu-reabre-inscricoes-para-curso-tecnico-gratuito-em-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nações Unidas</a></p>
<p>The post <a href="https://sustentarqui.com.br/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/">ONU tem vagas para curso gratuito em energias renováveis</a> appeared first on <a href="https://sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sustentarqui.com.br/onu-tem-vagas-para-curso-gratuito-em-energias-renovaveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
