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	<title>Urbanismo Sustentável - Artigos - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>Urbanismo Sustentável - Artigos - SustentArqui</title>
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		<title>Telhados verdes contra microplásticos: estudo aponta mais uma vantagem do sistema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[telhado verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo destaca outra importante vantagem dos telhados verdes, além de embelezarem os espaços urbanos, eles também podem atuar como aliados no combate à poluição por microplásticos nas cidades. Recentemente, uma pesquisa publicada em 11 de junho de 2025 na Communications Earth &#38; Environment, revelou que eles podem filtrar os microplásticos atmosféricos durante chuvas [&#8230;]</p>
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<p><strong><strong>U</strong>m novo estudo destaca outra importante</strong> <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/02/telhados-verdes-vantagens-e-desvantagens-1.png">vantagem dos telhados verdes</a>, <strong>além de embelezarem os espaços urbanos</strong>, eles também podem atuar como aliados no combate à poluição por microplásticos nas cidades.</strong></p>



<p>Recentemente, uma pesquisa publicada em 11 de junho de 2025 na <a href="https://www.nature.com/articles/s43247-025-02407-w">Communications Earth &amp; Environment,</a> revelou que eles podem filtrar os microplásticos atmosféricos durante chuvas simuladas, com base em experimentos de laboratório reproduzíveis em ambientes urbanos como Xangai.</p>



<p>Dessa forma, o estudo posiciona o uso de vegetação nos telhados como uma estratégia regenerativa, capaz de melhorar a qualidade do ar e da água urbanos, além disso, antecipa diretrizes para futuras gestões e projetos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a luta contra os micriplásticos é importante?</strong></h2>



<p>Você já parou para pensar para onde vão as pequenas partículas de plástico que se soltam de embalagens, roupas sintéticas e pneus? Esses fragmentos minúsculos, chamados microplásticos, estão por toda parte — não só nos oceanos, mas também no ar, no solo e até na água da chuva.</p>



<p>Esse tipo de poluição está crescendo rapidamente e é um problema diretamente ligado ao nosso modo de vida urbano. </p>



<p>Nas cidades costeiras, por exemplo, os microplásticos chegam por várias rotas: deposição atmosférica, transporte de águas pluviais, aporte fluvial e ação das ondas marinhas, com a precipitação atmosférica e o escoamento de águas pluviais. Ou seja, tanto o ar quanto a água atuam como “estradas” para espalhar essas partículas.</p>



<p><strong>E o problema não é só ambiental. <strong>Isso porque</strong> esses microplásticos estão presentes no ar, consequentemente, podemos inalar essas partículas sem perceber, o que representa um risco para a nossa saúde.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os telhados verdes funcionam contra os microplásticos?</strong></h2>



<p>O experimento simulou chuvas com níveis de poluição comparáveis aos da cidade de Xangai<strong>,</strong> então os pesquisadores instalaram telhados verdes com diferentes tipos de plantas. Em seguida, mediram a quantidade de microplásticos retidos por esses sistemas. </p>



<p><strong>Os resultados foram impressionantes: até 97,5% das partículas presentes na água da chuva foram capturadas</strong> <strong>pelos telhados verdes</strong>. </p>



<p>Isso demonstra o potencial dessa solução para impedir que essas partículas cheguem aos sistemas de drenagem urbanos ou corpos d&#8217;água.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="829" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1.png" alt="telhados verdes contra microplasticos " class="wp-image-30412" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1.png 700w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1-253x300.png 253w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Esquema da configuração experimental. Fonte: Communications Earth &amp; Environment</mark></figcaption></figure>



<p>A grande maioria dos microplásticos foi retida nos primeiros 40 mm no substrato, enquanto a vegetação (folhas, raízes) desempenhou um papel secundário, mas eficaz, criando superfícies de deposição e absorvendo umidade.</p>



<p>Além disso, observou-se que a eficiência do sistema melhorou com a maior intensidade de chuva. Ou seja, quanto maior o volume de água, maior a quantidade de microplásticos retidos. Em outras palavras, quanto mais a assistência de um telhado verde for necessária, mais útil ele será.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="700" height="415" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1.png" alt="telhados verdes contra microplasticos" class="wp-image-30420" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1.png 700w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Telhados verdes e microplásticos: prós e contras</strong></h2>



<p><strong>Embora os telhados verdes tenham benefícios já comprovados — ecológicos, térmicos e na filtragem atmosferica—  ainda enfrentam importantes desafios na luta contra os microplásticos.</strong></p>



<p>Isso porque componentes plásticos utilizados nesse sistema de infraestrutura verde, como mantas de polipropileno, podem se degradar com o tempo, liberando mais microplásticos no ambiente.</p>



<p>Além disso, é importante que a manutenção seja periódica, dessa forma evita-se a saturação do solo e a possível liberação de partículas acumuladas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="700" height="381" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1.png" alt="Esquema da análise do comportamento de microplásticos em módulos de telhado verde" class="wp-image-30425" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1.png 700w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1-300x163.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Esquema da análise do comportamento de microplásticos em módulos de telhado verde &#8211; Fonte: nature.com</mark></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações para projetos de telhados verdes regenerativos</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Plano de manutenção: </strong>Substituição periódica do substrato, com gestão responsável dos resíduos.</li>



<li><strong>Uso de materiais sem plástico:</strong> fibras naturais ou geotêxteis biodegradáveis ​​com alta retenção</li>



<li><strong>Incorporação de fauna</strong> <strong>microrregenerativa</strong>: minhocas ou larvas que auxiliam na degradação do MP.</li>



<li><strong>Projeto otimizado do substrato:</strong> camada efetiva de 40 a 60 mm, materiais naturais, boa porosidade inicial.</li>



<li><strong>Seleção de vegetação densa</strong>: Utilizar espécies nativas que promovam a retenção.</li>



<li><strong>Monitoramento ambiental</strong>: Estações meteorológicas e análise de MP para medir a eficácia local.</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>No estudo realizado em Xangai, com 3,56 milhões de m² de telhados verdes, a retenção anual de MP pode chegar a dezenas de bilhões de partículas — o equivalente a mais de 56 toneladas por ano.</p>



<p><strong>Embora os resultados sejam promissores, a extrapolação para outras cidades requer considerações sobre clima, projeto do telhado, espécies vegetais e gestão urbana.</strong></p>



<p>Em resumo, os dados revelados pelo estudo reforçam a necessidade urgente de políticas públicas que incentivem a implementação de telhados verdes nas cidades.</p>



<p>🌿 <strong>Incorporar soluções como telhados verdes contribui ativamente para um futuro urbano mais sustentável. O momento de transformar nossas cidades é agora.</strong></p>



<p></p>



<p>Também pode te interressar:</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/ferramenta-analisa-a-relacao-custo-beneficio-dos-telhados-verdes/">Ferramenta analisa a relação custo-benefício dos telhados verdes</a></p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/telhados-verdes-em-nova-iorque-nas-escolas/">Telhados verdes em Nova Iorque fazem parte do aprendizado de escolas</a></p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/telhados-verdes-preservacao-das-abelhas/">Telhados verdes podem ser aliados na preservação das abelhas</a></p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/substratos-para-telhados-verdes-com-bagaco-de-cana-e-fibra-de-coco-criados-por-biologa-da-usp/">Substratos para telhados verdes com bagaço de cana e fibra de coco criados por Bióloga da USP</a></p>
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		<title>Requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área. Leia também: Manejo sustentável [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área.</p>



<p><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/">Leia também:  Manejo sustentável de águas pluviais</a></strong></p>



<p>No trecho entre as ruas Santa Isabel e Cunha Horta,<strong> serão instalados Jardins de Chuva e floreiras, além dos pilares que receberão trepadeiras</strong>. Também haverá espaço para ponto de aluguel de bicicletas. A ciclofaixa da via será mantida. A previsão de duração da obra é de 30 dias.</p>



<p>Na quadra entre as ruas Santa Isabel e Jaguaribe, o projeto prevê ainda um bolsão para taxistas, cuja dimensão será analisada pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os Jardins de Chuva do Minhocão serão ligados à rede de drenagem superficial da Rua Amaral Gurgel.</strong> </h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="605" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Minhocao-com-solucoes-baseadas-na-natureza-1024x605.jpeg" alt="Minhocão com soluções baseadas na natureza" class="wp-image-30394"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem: Prefeitura de SP</mark></figcaption></figure>



<p>Dessa forma, as estruturas vão cumprir a função de aumentar a área permeável da região mesmo localizadas em espaço coberto. As obras foram iniciadas no sábado (7) e são realizadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras.</p>



<p><strong>Atualmente, São Paulo conta com 420 jardins de chuva e a meta da Prefeitura é chegar a mil jardins até 2028.</strong></p>



<p>Essas estruturas são compostas por reservatórios subterrâneos que armazenam a água da chuva, ajudando a desafogar o sistema de escoamento que, normalmente, direcionaria a água para os bueiros.</p>



<p>Esses jardins são formados por três camadas principais: um poço de infiltração com aproximadamente um metro de profundidade, uma estrutura composta por pedras grandes, brita e solo, e, por fim, a camada superficial com flores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criticas a requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</strong></h3>



<p>Depois das polêmicas vagas de estacionamento, a Prefeitura de São Paulo iniciou nesta semana a construção de jardins de chuva embaixo do elevado João Goulart, no Centro da capital paulista.</p>



<p>A nota não explica por que construir jardins de chuva &#8211; áreas permeáveis, com tratamento paisagístico &#8211; sob um viaduto, onde não chove e nem há radiação solar para o desenvolvimento das plantas. O objetivo mais evidente, segundo o site Mobilize, parece ser a criação de barreiras que impeçam a ocupação dos baixos do viaduto pelas barracas, carriolas, colchões e cobertores de pessoas em situação de rua.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Futuro do Minhocão</strong></h3>



<p>Enquanto isso, o futuro do viaduto Presidente João Goulart, o Minhocão, no centro de São Paulo, e os impactos da desativação do elevado foram debatidos nesta quarta-feira (11) em evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo.</p>



<p>No Plano Diretor do município, aprovado em 2024, a desativação do Minhocão está prevista para ocorrer até 2029. Segundo a prefeitura de São Paulo, isso seria possível com a construção de um corredor de 6,9 quilômetros chamado de Boulevard Marquês de São Vicente.</p>



<p>Atualmente, o viaduto funciona como via expressa para veículos apenas nos dias úteis até às 20h. Após esse horário e aos finais de semana e feriados, o Minhocão é fechado para automóveis e aberto para o público das 7h às 22h, funcionando como um espaço para caminhada, corrida e lazer.</p>



<p>Fonte: <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/se/w/prefeitura-inicia-requalifica%C3%A7%C3%A3o-da-amaral-gurgel-sob-o-minhoc%C3%A3o-com-solu%C3%A7%C3%B5es-baseadas-na-natureza">Prefeitura de SP</a>, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/especialistas-debatem-impactos-da-desativacao-do-minhocao-em-sao-paulo">Agencia Brasil</a> e <a href="https://mobilize.org.br/noticias/14354/prefeitura-constroi-jardins-de-chuva-sob-minhocao-de-sp.html">Mobilize</a></p>



<p></p>
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		<title>Programa Cidades Verdes Resilientes promete planejamento aliado à sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas para um planejamento urbano mais resiliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Programa Cidades Verdes Resilientes?</strong></h2>



<p><strong>O Programa Cidades Verdes Resilientes visa aumentar a capacidade de enfrentamento das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima.</strong></p>



<p> A iniciativa envolve ações conjuntas dos Ministérios das Cidades, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A estratégia federal pretende potencializar a atuação dos três órgãos e mobilizar entes subnacionais para cumprir os compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ação interministerial tem por objetivo a construção de uma estratégia federal, bem como mobilizar os entes subnacionais diante dos compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano aliado à sustentabilidade.</strong> </h4>



<p>O programa adotará uma estratégia de governança compartilhada, com revezamento de coordenação entre os três ministérios por meio de um Comitê Gestor interinstitucional. O colegiado será instituído por meio de Portaria Interministerial e incluirá representantes de estados e municípios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="371" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-resilientes-e1720277176884.webp" alt="programa cidades verdes resilientes" class="wp-image-30322"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo</strong></h3>



<p>Atualmente, mais da metade da população mundial habita setores urbanos (ONU, 2015), e, no Brasil, esse número aumenta cada vez mais. Somente em 2023, o Brasil apresentou um recorde em desastres naturais hidrológicos e geológicos, com mais de 1.000 ocorrências e um impacto direto na vida de mais de 500 mil habitantes (MCTI, 2024).</p>



<p>Com isso, torna-se fundamental a ênfase do programa na própria população das cidades brasileiras, em especial nas regiões periféricas, com ação direta voltada à redução das desigualdades considerando sua grande diversidade e relações em termos de gênero, raça, idade, deficiência, renda e geolocalização, além do trabalho direto na diversidade dos recortes territoriais com atuação específica para cidades metropolitanas, médias cidades amazônicas e cidades com alta vulnerabilidade climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ação do Programa Cidades Verdes Resilientes</strong></h3>



<p>O programa conta com a estruturação de abordagens temáticas territoriais prioritárias para articulação nos municípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Áreas verdes urbanas e cobertura vegetal;</strong></li>



<li><strong>Uso e ocupação sustentável do solo;</strong></li>



<li><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/">Infraestrutura verde</a> e Soluções Baseadas na Natureza (SbN);</strong></li>



<li><strong>Eficiência energética e tecnologias de baixo carbono;</strong></li>



<li><strong>Mobilidade sustentável;</strong></li>
</ul>



<p>Onde, para cada abordagem, serão definidas ações dentro das 5 linhas estratégicas: Articulação Institucional, Orientações Técnicas e Normativas (através da construção participativa de um marco normativo), Capacitação, Educação Urbano-Ambiental e Informação, Fomento de projetos e Financiamentos, no intuito de aprimorar a implementação do programa de forma que aumente o engajamento institucional e promova a participação coletiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Participação ativa</strong></h3>



<p>A elaboração da versão final do PCVR conta com a participação ativa e direta de representantes federais, municipais e da sociedade civil em oficinas e fóruns temáticos que visam a construção de conhecimento conjunta a partir das linhas estratégicas.</p>



<p>As ações previstas incluem articulação institucional, capacitações, orientações e normativos, captação de recursos e fomento a projetos de intervenções municipais, com foco em temas como qualidade ambiental urbana, resiliência climática, redução de desigualdades socioambientais e prevenção de desastres climáticos. Os recursos para o programa virão de diversas fontes, incluindo internacionais, e do Orçamento Geral da União (OGU), conforme definido pelo plano de ação do Comitê Gestor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="671" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-1024x671.jpg" alt="cerimônia dia do meio ambiente" class="wp-image-30323"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Cerimônia realizada no Palácio do Planalto em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente marcou o lançamento do Decreto que altera o Programa Cidades Verdes Resilientes. A cerimônia aconteceu nesta quarta-feira (5) e contou com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Jader Filho, das Cidades, e Marina Silva, do Meio Ambiente, entre outras autoridades.</mark></figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/dia-mundial-do-meio-ambiente-2013-ministerio-das-cidades-assina-decreto-do-programa-cidades-verdes-em-cerimonia-no-palacio-do-planalto">Ministério das Cidades</a> e <a href="https://www.andusbrasil.org.br/atuacao/nivel-nacional/fase-2/programa-cidades-verdes-resilientes">Andus</a></p>



<p>Imagem da capa &#8211; <a href="https://www.redus.org.br/programa-cidades-verdes-resilientes">Redus</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curitiba ganha o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 11:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[smart city]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a [&#8230;]</p>
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<p><strong>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). </strong></p>



<p>As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a Prefeitura incentivando o desenvolvimento socioeconômico da cidade com políticas públicas e programas em todos os setores que promovem a melhora da qualidade de vida dos curitibanos.</p>



<p><br><strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/curitiba/">Curitiba </a>é, historicamente, referência em inovação</strong> e, a partir de 2017, com a criação do Vale do Pinhão, estendemos o pensamento inovador para a transformação tecnológica dos serviços públicos e nos tornarmos também referência em cidade inteligente. Para nós, o fomento à sustentabilidade, ao empreendedorismo e ao bem-estar é prioridade dentro de um processo social”, destaca o prefeito Rafael Greca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça as iniciativas que garantiram a Curitiba o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Vale do Pinhão</h3>



<p>Criado em 2017 pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é o movimento que integrou o ecossistema de inovação curitibano. Entre as ações da Prefeitura e da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação no Vale do Pinhão estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O programa Cidade das Startups contribui para o desenvolvimento de suas 604 startups, sendo três delas (Ebanx, Olist e MadeiraMadeira) unicórnios, companhias com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.</li>



<li>Entre os incentivos ao empreendedorismo, estão as capacitações constantes e gratuitas oferecidas pelos programas Bom Negócio e Curitiba Empreendedora e Empreendedora Curitibana.</li>



<li>Os nove Espaços Empreendedor realizam 991 atendimentos diários aos 210 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) formalizados de Curitiba.</li>



<li>Os programas 1º Empregotech e o Empregotech 40+ oferecem formação para o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação (TI).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Pirâmide Solar</h3>



<p>A Pirâmide Solar de Curitiba é a <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aterro-sanitario-e-transformado-em-usina-solar-em-curitiba/">primeira usina fotovoltaica instalada sobre um aterro desativado</a> </strong>da América Latina. Em seis meses de operação, a Pirâmide Solar de Curitiba, no bairro Caximba, gerou 2.048,985 MWh (megawatts/hora), resultando em uma economia de R$1,17 milhão aos cofres públicos municipais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Revolução Digital</h3>



<p>Promovendo a inclusão digital dos curitibanos, o Wi-fi Curitiba oferece internet pública gratuita em 310 pontos da cidade. Também fazem parte dos recursos digitais em favor do cidadão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com o e-Cidadão, base de dados da Prefeitura que, o curitibano tem acesso a 36 aplicações para solicitar serviços digitais da Prefeitura de Curitiba, de forma segura e simples;</li>



<li>Pelo novo site da Prefeitura, o cidadão pode fazer emissão de notas fiscais; consulta e emissão de boletos do IPTU e Dívida Ativa, entre outros;</li>



<li>Pela Agenda Online é outra ferramenta que facilita a vida do curitibano, em que é possível ter hora marcada para serviços presenciais de diversos serviços municipais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Cidade na palma da mão</h3>



<p>Também foram lançados pela Prefeitura, a partir de 2017, aplicativos que vêm levando serviços e informações do município para a palma da mão dos curitibanos, como Saúde Já, Curitiba App, 156 e Nota Curitibana.</p>



<p>No trânsito, o EstaR agora é eletrônico, com a compra de crédito por aplicativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma nova empresa em 2 horas</h3>



<p>Curitiba reduziu, nos últimos anos, o tempo de abertura de uma nova empresa para, em média, duas horas, resultado da integração digital de serviços. Veja outras ações inovadoras que facilitam a vida de quem empreende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curitiba foi a primeira cidade do país a oferecer um coworking público, com as três unidades do Worktiba, que já abrigou 266 empresas em estágio inicial.</li>



<li>A Prefeitura ampliou para 606 atividades inclusas na Lei de Liberdade Econômica, que têm dispensa de alvarás;</li>



<li>A retomada do Tecnoparque reduz o repasse do ISS (Imposto Sobre Serviço) de 5% para 2% para empresas de base tecnológica instaladas em Curitiba para realizarem projetos de inovação;</li>



<li>O Fundo de Aval Garantidor de Curitiba já alavancou R$ 20,2 milhões em empréstimos;</li>



<li>O Invest Curitiba abre portas de oportunidades de investimentos nacionais e internacionais a empresas curitibanas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Gestão moderna e participativa</h3>



<p>Com a inédita Parceria Público-Privada (PPP) para a modernização da iluminação pública, Curitiba inovou com a adoção de um novo modelo de gestão que vai renovar os 160 mil pontos de iluminação da cidade.</p>



<p>A cidade também inovou com a criação do Programa Fala Curitiba, que integra a população nas decisões do que é prioridade dos investimentos municipais. O cidadão participa via internet, nas reuniões nos bairros ou nos pontos móveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pioneirismo no 5G</h3>



<p>Curitiba é a cidade com maior uso do 5G no país e uma das primeiras capitais do país a receber, em 2022, o sinal da nova tecnologia de transmissão de dados via internet.</p>



<p>Isso porque Curitiba se antecipou em modernizar as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia celular na cidade, ainda em 2019.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bairro Novo da Caximba</h3>



<p>O projeto do Bairro Novo da Caximba, que está trocando palafitas irregulares por um bairro inteligente para 1.693 famílias em uma Área de Preservação Ambiental, é um dos exemplos do comprometimento da Prefeitura em projetos que visam a recuperação do ambiente urbano, a redução de emissões de gases e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cidade Educadora</h3>



<p>Desde 2017, a Prefeitura está expandindo o acesso ao ensino em tempo integral. Atualmente, são 153 unidades de ensino com essa opção, chegando a 100% das unidades até o final. A cidade também é parte do grupo das Cidades Educadoras.</p>



<p>A Educação também inova no cadastro online para o ingresso de novas crianças na rede municipal de ensino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eletromobilidade</h3>



<p>O transporte público de Curitiba está na fase dos testes dos ônibus elétricos, que vão operar a partir de 2024. A cidade já tem eletromobilidade na frota da Guarda Municipal e em táxis.</p>



<p>A cidade oferta o uso de 500 bicicletas compartilhadas, mecânicas e elétricas, é ativado a partir de aplicativo;</p>



<p>O Projeto Inter 2 aponta para a evolução do transporte público de Curitiba ao requalificar mais de 38 km de percurso do Inter 2 e do Interbairros II, com impacto em 28 bairros da capital com obras de infraestrutura viária e as novas estações, os prismas solares, serão polos inteligentes e de integração do sistema de transporte multimodal de Curitiba (ônibus, bicicleta, patinetes, táxis, transporte por aplicativo).</p>



<p>Com o programa Caminhar Melhor, projeto de requalificação de calçadas, a Prefeitura reafirma a prioridade dada ao pedestre. 100 km de calçadas acessíveis, além de investimento em 400 km em estrutura cicloviária.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura maker</h3>



<p>Nos últimos seis anos, a Prefeitura criou e multiplicou locais que incentivam o pensamento inovador e a cultura maker (do “faça você mesmo”).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Fab Lab do Cajuru é o espaço maker aberto à população para o desenvolvimento de projetos criativos e que já colaborou em 224 projetos.</li>



<li>Curitiba tem outras 33 oficinas de criatividade abertas a estudantes, profissionais da rede municipal de ensino e à comunidade para projetos “mãos na massa”, nos 32 Faróis do Saber e Inovação Laboratório Pedagógico de Inovação.</li>



<li>Os curitibinhas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), contam com os Faróis Móveis, oficinas maker em um carrinho em forma de farol.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Alimentação saudável e para todos</h3>



<p>Desde 2017 Curitiba se destaca por seu compromisso com a segurança alimentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São 35 unidades de Armazéns da Família, que beneficiam 360 mil famílias com a comercialização de alimentos em média 30% mais baratos;</li>



<li>11 Sacolões da Família, com frutas, verduras e legumes com preço de referência a R$ 3,69 o quilo.</li>



<li>5 Restaurantes Populares, que oferecem 4,7 mil refeições diárias a R$3.</li>



<li></li>



<li>A <a href="https://sustentarqui.com.br/fazenda-urbana-em-curitiba-tera-cursos-de-agricultura-urbana-sustentavel/"><strong>Fazenda Urbana do Cajuru</strong></a> é exemplo de cultivo e uso integral dos alimentos, desde o plantio à compostagem. No ano que vem será inaugurada a Fazenda Urbana da CIC.</li>



<li>150 hortas urbanas, locais em que 17,9 mil pessoas cultivam 1.576 toneladas/ano de alimentos frescos e sem agrotóxicos.</li>



<li>5 unidades do programa Mesa Solidária que servem 1,1 mil refeições diárias gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.</li>



<li>1 mil toneladas de produtos arrecadados pelo Banco de Alimentos de Curitiba em 3 anos, repassados a 70 instituições.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" data-id="30093" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp" alt="FAZENDA URBANA EM CURITIBA" class="wp-image-30093" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp 800w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-300x200.webp 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fazenda Urbana do Cajuru</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Referência em Smart City</h3>



<p>Desde 2018, Curitiba é palco da versão brasileira Smart City Expo, maior evento mundial sobre cidades inteligentes. Em sua quarta edição, em março deste ano, contou com 15 mil participantes. A próxima edição do <strong><a href="https://smartcityexpocuritiba.com/">Smart City Expo Curitiba</a> será entre 20 e 22 de março de 2024</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde 4.1</h3>



<p>Curitiba, primeira capital do Brasil a oferecer videoconsulta para a covid-19, já havia sido pioneira ao ser a primeira do país a ter prontuário eletrônico integrado, nos anos 1990.</p>



<p>Hoje o SUS Curitibano é vanguarda em serviços que usam a tecnologia em favor do indivíduo, dentro do modelo da Saúde 4.1, como o Aplicativo Saúde Já e a Central Saúde Já, em que o usuário faz teleatendimento ou videochamada, sem sair de casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Capital da sustentabilidade</h3>



<p>No cuidado ao meio ambiente, Curitiba segue também tem ações pioneiras e modelares como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Curitiba Mais Energia populariza o uso de energia renovável com Pirâmide Solar, a instalação dos painéis fotovoltaicos em diversos pontos da cidade e a miniusina hidrelétrica CGH Nicolau Kluppel.</li>



<li></li>



<li>Os programas 100 mil árvores e o Amigo dos Rios contribuem para tornar a capital uma cidade neutra em emissões até 2050.</li>



<li></li>



<li><strong>Os 90 pontos dos Jardins de Mel incentivam a preservação das abelhas nativas sem ferrão, responsáveis por 90% da polinização</strong></li>



<li></li>



<li>A Família Folhas é um dos projetos de Educação Ambiental para a população, que também conta com ações pioneiras de coleta consciente, Lixo que Não é Lixo, Câmbio Verde e Ecocidadão, e 103 pontos de troca do Câmbio Verde beneficiam 5 mil pessoas com 55 toneladas/mês de hortifrútis trocados por material reciclável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Urbanismo Digital</h3>



<p>Hoje, quase 100% dos serviços do Urbanismo em Curitiba são online, como solicitação de alvarás, certidões e licenças para obras e reformas, potencial construtivo, instalação de publicidades, correção e atualização de dados cadastrais; licenças para food truck.</p>



<p>Criada com a mesma tecnologia da Nasa, a plataforma GeoCuritiba agrega aplicativos, painéis, mapas e dados geográficos utilizados na gestão territorial da cidade.</p>



<p>Curitiba está desenvolvendo o Hipervisor, plataforma que vai atuar como &#8220;cérebro inteligente da cidade&#8221; e vai permitir a convergência de dados para monitoramento, análise e prevenção de ocorrências de diferentes áreas na cidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Muralha Digital</h3>



<p>Na área de segurança, a Muralha Digital, programa da Prefeitura é destaque em inovação, ao aliar alia policiamento e tecnologia da informação com a Central de Controle Operacional (CCO) conectada a cerca de 1,9 mil câmeras instaladas em locais estratégicos com fluxo de pessoas, que já reduziram em 40% a criminalidade onde estão dispostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura e esporte</h3>



<p>O Portal curitiba em Movimento simplificou a matrícula em atividades físicas, de esporte e esporte e lazer ofertadas pelo município.</p>



<p>Na Cultura, a capital paranaense foi a primeira a lançar os editais da Lei Paulo Gustavo, com R$14,7 milhões em recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destino Turístico Inteligente (DTI)</h3>



<p>A cidade se destaca como Destino Turístico Inteligente (DTI) e com uma ação inovadora da Prefeitura, Curitiba passou a receber os principais shows internacionais, como Coldplay, Metallica, Paul McCartney. Em 2017, por determinação do prefeito Greca, o Imposto Sobre Serviços (ISS) foi reduzido para eventos, consolidando a cidade na rota de grandes apresentações artísticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Já conhece a Cidade Mais Inteligente do Mundo? Vale a visita 😉</h4>



<p>Fonte: <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/">Prefeitura de Curitiba</a></p>
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		<item>
		<title>Regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos. Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes. O Institute for Global Health (ISGlobal) publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A regra 3/30/300 proposta pelo silvicultor urbano Cecil Konijnendijk, tem sido amplamente promovida por muitos planejadores urbanos.</strong></p>



<p>Os desafios globais atuais, como a mudança climática e a pandemia do COVID-19 resultaram em uma maior conscientização sobre a importância dos espaços verdes.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<p>O I<a href="https://www.isglobal.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nstitute for Global Health (ISGlobal)</a> publicou um estudo, realizado em Barcelona, ​​que mostra que morar perto de árvores e áreas verdes está correlacionado com melhor saúde mental e menor uso de drogas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">A regra 3/30/300 para criar cidades mais saudáveis ​​inclui três pontos:</mark></h2>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">1- Ter 3 árvores decentes visíveis de cada casa</mark></strong></p>



<p>. Pesquisas recentes comprovam a importância do verde visível para o bem-estar e a saúde mental.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">2-  Morar em um bairro com pelo menos 30% de cobertura verde </mark></strong></p>



<p>. A pesquisa mostra uma conexão entre a cobertura da copa das árvores e, por exemplo, o resfriamento do ambiente, um melhor ambiente de ar e saúde mental e física. Ao tornar mais verdes os bairros, também incentivamos os residentes a passar mais tempo fora de casa. O que também promove a coesão social.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#a8db7b" class="has-inline-color">3- Estar a menos de 300 metros de um parque ou espaço verde</mark></strong></p>



<p>. As pessoas devem ter acesso, com uma caminhada segura de 5 a 10 minutos, a um espaço verde de alta qualidade. Isso é a recomendação do Escritório Regional Europeu da Organização Mundial da Saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/beneficios-das-arvores-cidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Leia também: Benefícios das árvores para as cidades e pessoas</strong></a></h4>



<p>Playgrounds, ciclovias e parques acessíveis, por exemplo, garantem que as pessoas se encontrem, se movimentem e relaxem mais. Um ambiente de vida saudável também é um ambiente de vida atraente. </p>



<p><strong>A vegetação na cidade não só tem um efeito positivo na saúde, mas também contribui para um clima de vida e negócios atraente. Além disso, oferece oportunidades para reduzir o estresse térmico e as inundações.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg" alt="BarcelonaParc_de_la_Ciutadella" class="wp-image-29526" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/07/regra-3-30-300-Barcelona-_Parc_de_la_Ciutadella-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"> <mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">BarcelonaParc_de_la_Ciutadella</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estudo feito em Barcelona</strong></h2>



<p>A pesquisa liderada pelo ISGlobal baseou-se em uma amostra de 3.145 habitantes de Barcelona com idades entre 15 e 97 anos, recrutados aleatoriamente.</p>



<p>O estado de saúde mental foi avaliado com o Questionário de Saúde Geral de 12 itens (GHQ-12). Dezoito por cento dos participantes relataram problemas de saúde mental e 8,3% relataram ter visitado um psicólogo no ano anterior. Além disso, 9,4% relataram uso de tranquilizantes ou sedativos e 8,1% relataram ter usado antidepressivos nos últimos dois dias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“O estudo descobriu que há relativamente pouco espaço verde em Barcelona e que a regra <strong>3/30/300</strong> satisfaz apenas uma pequena porcentagem de pessoas, apesar de seus efeitos benéficos para a saúde mental”, explicou o diretor da ISGlobal e principal autora do estudo.</h4>



<p>“Dada a estrutura urbana de Barcelona e sua densidade populacional (16.000 habitantes por quilômetro quadrado), há pouco espaço disponível para parques e espaços abertos. Assim, os espaços passíveis de alteração são as ruas e as coberturas dos edifícios&#8221;</p>



<p>“A questão é até que ponto 30% de cobertura de copa das árvores é viável, especialmente em cidades compactas?”, concluíram os pesquisadores.</p>



<p><strong>Segundo a equipe de pesquisa, estudos semelhantes devem ser realizados em cidades com mais cobertura arbórea do que Barcelona. Já que a falta de espaço verde da cidade, limita a capacidade de avaliar o aspecto da regra 3/30/300.</strong></p>



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<p>Para baixar o estudo completo, acesse <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0013935122017145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esse link</a>.</p>
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		<title>Jardins filtrantes em Recife despoluem águas de riacho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Despoluição de rios]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia. Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Jardins filtrantes em Recife estão despoluindo as águas do riacho do Cavouco, que nascem dentro da Universidade Federal de Pernambuco e desaguam no rio Capibaribe. A tecnologia sustentável usa plantas aquáticas nativas e tanques de pedras para filtragem de aproximadamente 360 mil litros de água por dia.</p>



<p>Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros quadrados (m²), em um trecho deste afluente do Capibaribe, que corta o Parque do Caiara, na Iputinga, Zona Oeste da capital pernambucana.</p>



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<p>O projeto dos jardins filtrantes foi implantado pela Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aries), uma organização social de inovação, sem fins lucrativos. A execução foi possível devido à cooperação internacional com a CITInova, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pasta trabalha para que o modelo dos jardins filtrantes em Recife seja reproduzido em outras cidades brasileiras.</strong></h4>



<p>O custo da ação foi de U$$ 1,4 milhão, aproximadamente R$ 7 milhões, financiados pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) mantido com doações de países industrializados e apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>



<p>As obras dos jardins filtrantes em Recife tiveram início em 2022, e o sistema começou a operar, de fato, em fevereiro deste ano. A implantação total do projeto está prevista para abril, com a capacidade de filtragem mantida em cerca de 360 mil litros de água/dia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="466" data-id="29418" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg" alt="Parque do Caiara" class="wp-image-29418" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-2-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="507" data-id="29417" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg" alt="Parque do Caiara," class="wp-image-29417" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-1-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="491" data-id="29419" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg" alt="Jardins filtrantes em Recife" class="wp-image-29419" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3.jpg 754w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Jardins-filtrantes-em-Recife-3-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Giselle Cahú Aries/CITinova</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Solução Baseada na Natureza</h2>



<h4 class="wp-block-heading">A tecnologia aplicada nos Jardins Filtrantes em Recife é uma inovação francesa patenteada pela Phytorestore, que utiliza plantas cuidadosamente selecionadas para remover poluentes da água por meio de um processo de fitorremediação. </h4>



<p>Baseada em recursos naturais, com uso basicamente de pedras, areia e plantas aquáticas, por onde fluem as águas.</p>



<p>Primeiramente a absorção dos nutrientes é feita pelas raízes dos vegetais, associada à passagem da água suja por cinco tanques de pedras, com diferentes substratos. Como resultado acontece a remoção e detenção de resíduos sólidos, como metais.</p>



<p>A água então é tratada sem química. Este processo de filtragem, principalmente de esgoto, é contínuo. Ao mesmo tempo em que a água do riacho do Cavouco entra no sistema, há água purificada saindo e sendo devolvida ao Capibaribe.</p>



<p>Para este projeto do riacho do Cavouco foram empregadas 7,5 mil mudas de 36 tipos de macrófitas aquáticas nativas da região – como Heliconia psittacorum, Pontederia cordata, Canna generalis, Thalia geniculata, Echinodorus grandiflorus e Nymphea sp –, plantadas nas pedras dos tanques.</p>



<p><strong>As espécies foram selecionadas considerando a resistência ao clima local e o paisagismo projetado para o Parque do Caiara. Este tipo de vegetação macrófita contribui para a manutenção da biodiversidade e pode servir como indicador da qualidade da água.</strong></p>



<p>A tecnologia é semelhante à empregada na despoluição do rio Sena, da cidade de Paris, na França, que foi visitada por representantes da Aries. Mariana aponta que no Brasil a experiência já desperta interesse, por exemplo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFP) e da cidade de Florianópolis (SC) para futura implantação. “Tem havido muita curiosidade”.</p>



<p><a href="https://sustentarqui.com.br/despoluicao-rio-tiete-inspirado-rio-sena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia também: Despoluição do Rio Tietê será inspirado no Rio Sena</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados dos Jardins Filtrantes em Recife</h2>



<p>A expectativa da Agência Aries é de que o projeto sustentável possa reduzir entre 90% e 95% a poluição das águas do riacho do Cavouco.</p>



<p>A diretora Mariana conta que testes químicos de monitoramento já estão sendo realizados para aferir a qualidade de amostras da água do riacho. Mas que visualmente, a água cinzenta está dando lugar a um líquido bem menos turvo.</p>



<p><strong>“Já no primeiro resultado, na entrada do sistema de filtragem, a gente vê, a olho nu, a diferença da qualidade da água. E principalmente na saída, quando essa água volta ao riacho e vai desaguar no [rio] Capibaribe”.</strong></p>



<p>De acordo com Mariana, a oxigenação das águas do Cavouco aumentou com o sistema inovador e, também está mudando o microclima local. “Está cheio de sapos lá, beija-flores, capivaras e peixes. A vida está chegando”.</p>



<p>“O projeto é uma gota no oceano. Mas, é uma gota de contribuição importante porque melhora a qualidade de vida do peixe que está ali, tem capivara, jacaré e vários animais que vivem no local. É um rio urbano e que sofre com as consequências da poluição. Mas, o [Capibaribe] que é tão importante para o Recife ainda é muito poluído”, constata Mariana.</p>



<p>O monitoramento da qualidade dessas águas do riacho vai ser frequente, já que novos sistemas serão instalados nos próximos meses, na entrada e na saída dos jardins filtrantes.</p>



<p>Fontes: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/jardins-filtrantes-despoluem-aguas-de-riacho-que-desagua-no-capibaribe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a> e <a href="https://citinova.mcti.gov.br/jardins-filtrantes-comecam-a-ser-construidos-no-recife/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CITinova</a></p>



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		<title>5 benefícios ambientais do transporte público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental.<br />
Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público:</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">1. Menos poluição do ar</mark></strong></h3>



<p>Os veículos normalmente liberam uma libra de CO2 para cada milha percorrida. Ao usar o transporte público, não são apenas as emissões de CO2 de um indivíduo ou de uma família que diminuem, mas também há efeitos positivos em escalas em toda a cidade e em todo o país. </p>



<p>As estimativas mostram que o uso do transporte público nos EUA economiza até 37 milhões de toneladas métricas de CO2 todos os anos. </p>



<p>Através de aumentos moderados de cidadãos optando por transporte público ou bicicletas em vez de veículos particulares, esse número pode aumentar de seis para 14 milhões de toneladas. Isso diminui os poluentes atmosféricos e pode melhorar drasticamente a qualidade do ar, principalmente em ambientes urbanos.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">2. Poluição sonora reduzida</mark></strong></h3>



<p>Para além da redução da poluição atmosférica, a limitação da utilização de viaturas particulares traduz-se também na diminuição da poluição sonora, sobretudo nas vias de tráfego intenso. </p>



<p>Isso é benéfico para nós e para os animais da região, pois ruídos altos e perturbadores podem afetar os ritmos circadianos e o sono, o que, consequentemente, afeta a saúde e o bem-estar geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color"><strong>3. Comunidades mais saudáveis</strong></mark></h3>



<p>Menos poluição atmosférica e sonora são melhores para a saúde e o bem-estar humano, especialmente no que diz respeito a condições crônicas, como doenças respiratórias. </p>



<p>Um ambiente mais limpo também é benéfico para a biodiversidade, particularmente em áreas urbanas onde sua sobrevivência é ameaçada por fatores induzidos pelo homem. </p>



<p>Além disso, menos poluição também permite que as plantas sequestrem grandes quantidades de CO2, o que beneficia ainda mais o planeta.</p>



<p>Ao mudar para o transporte público e/ou modos de transporte não baseados em combustível, como andar de bicicleta ou caminhar, as pessoas também se beneficiam do aumento do exercício. </p>



<p>Quando melhora-se a qualidade do ar, as pessoas também passam mais tempo ao ar livre, o que impacta positivamente o bem-estar físico e mental.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">4. Diminuição do congestionamento do tráfego</mark></strong></h3>



<p>O transporte público pode ajudar a reduzir o congestionamento nas áreas urbanas. Estudos mostram que nos EUA em 2011, o seu uso economizou 865 milhões de horas de viagem. É provável que esses números tenham aumentado nos últimos anos. </p>



<p><strong>O congestionamento não só atrapalha os deslocamentos e prejudica o meio ambiente, mas também custa caro!</strong> Sem o transporte público, os custos de congestionamento em 2011 teriam aumentado de US$ 121 bilhões para US$ 142 bilhões em quase 500 áreas urbanas nos EUA.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">5. Menos dependência de combustível e menos produtos químicos nocivos</mark></strong></h3>



<p>Embora haja uma adoção crescente de energia verde em vários setores, a indústria de transporte depende fortemente de combustíveis. Na verdade, os combustíveis à base de petróleo ainda representam 90% de todos os combustíveis para transporte. </p>



<p>Além disso, menos carros também limitam o uso de anticongelante e outros fluidos, que são prejudiciais ao meio ambiente. Esses poluentes são drasticamente reduzidos através do uso do transporte público.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29398" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO ONIBUS LONDRES" class="wp-image-29398" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">ônibus híbrido em Londres</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29396" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO TRAM VIA barcelona" class="wp-image-29396" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg 678w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tranvia (VLT) em Barcelona</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que precisamos de um melhor planejamento urbano para incentivar o uso do transporte público</h2>



<p>Existem três razões principais: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>.densidade, </li>



<li>.acessibilidade </li>



<li>e caminhabilidade. </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>densidade </strong>de uma cidade afeta diretamente a forma como os serviços de transporte público são fornecidos. </h4>



<p>Por exemplo, em <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a></strong>, 30% das viagens e deslocamentos diários são realizados em transporte público. Por outro lado, em Atlanta, esse número cai para 4%. Como Barcelona é 30 vezes mais densa que Atlanta, é mais fácil fornecer serviços de transporte público confiáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>acessibilidade</strong> é outro fator chave que impacta se o transporte público for utilizado. </h4>



<p>Em uma comparação entre Pequim, Londres e Nova York, embora Pequim tenha a maior densidade populacional no centro da cidade, seu uso de transporte público é significativamente menor do que nas outras duas grandes cidades. </p>



<p>Isso ocorre porque o número de empregos e serviços que podem ser alcançados a uma distância conveniente a pé (aproximadamente 20 minutos) é significativamente menor em Pequim, em comparação com Nova York e Londres. Pequim também tem ruas muito largas, grandes quarteirões e prédios distantes das bordas das ruas, o que também afeta o acesso aos espaços públicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Finalmente, a <strong>caminhabilidade e o ambiente urbano </strong>das cidades são outro componente que impacta a forma como as pessoas se locomovem. </h4>



<p>Estudos mostram que ruas bem conservadas, movimentadas e seguras incentivam os pedestres a se locomover. </p>



<p>Por outro lado, estradas largas, calçadas estreitas ou mal conservadas e menos árvores tornam as ruas menos transitáveis. É neste tipo de ambientes urbanos que as pessoas estão significativamente menos propensas a usar o transporte público, mesmo que esteja localizado a apenas 100 metros de distância de sua casa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="513" data-id="29399" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png" alt="BRT na Barra da Tijuca - Rio de Janeiro" class="wp-image-29399" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png 950w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-300x162.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-768x415.png 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption class="wp-element-caption">BRT na Barra da Tijuca &#8211; Rio de Janeiro</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Atualmente, as cidades em desenvolvimento estão construindo mais infraestrutura de transporte público para diminuir o uso de veículos particulares. </h4>



<p>Embora esses esforços sejam importantes, os governos também devem entender que fatores pertencentes ao tecido urbano também afetam se e como o transporte público é usado. </p>



<p>Assim, investimentos também devem ser feitos para melhorar os ambientes públicos para incentivar o seu uso, como resultado teremos cidades e comunidades mais saudáveis.</p>



<p><br>Fontes: <a href="https://inhabitat.com/better-public-transport-systems-are-key-for-greener-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inhabitat</a> e <a href="https://transportation.ucla.edu/blog/5-environmental-benefits-sustainable-transportation" rel="sponsored nofollow">UCLA</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" data-id="29395" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png" alt="campanha barcelona transport public tmb" class="wp-image-29395" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-300x198.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-768x507.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1536x1013.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1.png 1816w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Campanha a favor do transporte público em Barcelona &#8211; Imagem: Divulgação TMB &#8211; Cristina Bueno (PTP)</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p><br></p>



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		<title>Guia de infraestrutura verde e azul &#8211; para cidades sustentáveis</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 11:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura verde]]></category>
		<category><![CDATA[GUIA]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi criado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), junto à organização Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), e outros parceiros, diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O objetivo é realizar um passo a passo de como tornar cidades sustentáveis, com foco em melhorar a governança local em relação a: Alimentação, Água e Energia (FWE). </strong></h4>



<p>De acordo com o pesquisador à frente do projeto, José Puppim, a urbanização acelerada sem planejamento, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade podem gerar insegurança alimentar e escassez de água e energia, uma vez que o consumo desses três elementos vai aumentar significativamente nas próximas décadas. </p>



<p>“Esses são alguns dos temas que mais preocupam a população mundial na atualidade e que podem gerar grandes consequências para os próximos anos, principalmente dentro das cidades”, destaca Puppim. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura verde e azul</strong></h2>



<p>José Puppim afirma que antes de se considerar o Guia, é necessário entender o que são essas infraestruturas e por que esses elementos foram selecionados como parâmetros. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura verde </strong>é mais voltada para <a href="https://sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas e agricultura urbanas</a>,<a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/"> <strong>telhados verdes</strong></a>, plantações nas ruas, conservação de áreas etc.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>infraestrutura azul</strong> é voltada para o sistema de águas urbanas, como regiões urbanas alagadas, lagos e lagoas, rios urbanos, ecossistemas da costa a exemplo de mangues e baías, o sistema de drenagem urbano, entre outros”.  </li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="697" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg" alt="Guia de infraestrutura verde e azul CONCEITO" class="wp-image-29219" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-1024x697.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-300x204.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1-768x522.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-CONCEITO-1.jpg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O pesquisador também explica a importância dos três sistemas que compõem o projeto: “é estimado um aumento grande no consumo tanto de alimentos, quanto de água e energia para os próximos 50 anos e boa parte desse consumo vem das cidades. </p>



<p>Em termos de governança fica evidente que as cidades costumam ter pouca gestão desses sistemas. Por exemplo, grande parte dos alimentos vem de fora das cidades, a gestão do sistema hídrico costuma ser estadual, enquanto a de energia, federal. </p>



<p>Assim, fica evidente como as cidades possuem pouca governança sobre os sistemas, o que as impedem de governar ‘green and blue infrastructure’”, disse Puppim.  </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Considerando-se os três sistemas, o Guia de Infraestrutura Verde e Azul (GBI, do inglês Green and Blue Infrastructure) propõe melhores práticas de governança em categorias como:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Provisionamento (serviços de água, medicinais, matérias-primas), </li>



<li>Regulação (temperaturas locais, índices de carbono, desperdício de água) </li>



<li>Cultural (recreação, saúde, estética), além de servir de suporte para a preservação de espécies e seus habitats nas cidades.  </li>
</ul>



<p>Os temas que englobam “Food, Water and Energy”, presentes no GBI, estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="595" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg" alt="MANUAL PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS FAPESP " class="wp-image-29220" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-1024x595.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-300x174.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1-768x446.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-FAPESP-1.jpg 1241w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Fruto de pesquisa apoiada pela FAPESP, publicação foi lançada em dezembro, durante a última Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (imagem: reprodução)</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construindo o Guia </strong></h2>



<p>O estudo que deu origem ao Guia foi iniciado através das seguintes perguntas: </p>



<p><strong>“Onde estamos?” e “Para onde queremos ir e como melhorar a governança das cidades para chegarmos lá?”.</strong> </p>



<p>Primeiro foram identificados os desafios e problemas a serem enfrentados, e a partir daí, foram analisados os impactos que afetam a população, bem como os possíveis parceiros capazes de serem engajados na luta contra esses problemas. </p>



<p>Essa iniciativa tornou possível configurar uma base de ações, que incluiu a criação de diferentes times, estratégias, cenários, identificação de ferramentas, indicadores, recursos etc. </p>



<p> Após as devidas constatações acerca dos desafios e as possíveis formas de serem solucionados, o projeto chegou a sua fase de implementação, que envolve comunicar os respectivos planos, aplicar as soluções propostas, testar alternativas e registrar esse processo passo a passo. </p>



<p>Essa fase envolve o reporte constante de todo o percurso e o monitoramento das ações e resultados por parte dos pesquisadores. </p>



<h5 class="wp-block-heading"></h5>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos  </h2>



<p>O guia é voltado para comunidades, governos, líderes e pesquisadores e utiliza-se da integração do conhecimento sobre os sistemas de alimentos, água e energia, e a sua melhor administração, para evitar desperdícios e gerar políticas públicas. </p>



<h4 class="wp-block-heading">No total, 10 cidades ao redor do mundo foram inicialmente selecionadas pelos pesquisadores para aplicação das diferentes lições em “Food, Water and Energy”. Posteriormente estas lições poderão ser utilizadas por outras cidades com o auxílio do Guia de Infraestrutura Verde e Azul.</h4>



<p> A expectativa é que mais de 30 cidades utilizem o Guia, entre elas, no Brasil, estão São José dos Campos (SP), que está mais imersa na utilização das ferramentas e Florianópolis (SC), que já deu início a um novo programa de segurança alimentar baseado neste estudo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças  </h2>



<p>Puppim relembra que por meio das mudanças climáticas e o crescimento constante da demanda, esses recursos já deixaram cidades reféns em crises de água, energia e alimentos. </p>



<p>Por isso, a ideia deste projeto é entender como uma melhor gestão da Infraestrutura Verde e Azul pode evitar a escassez destes recursos. </p>



<p>“Criamos formas de desenvolver cidades de maneira sustentável nos três fatores, com o intuito de torná-las mais eficientes no consumo de Alimentos, Água e Energia, utilizando modelos que já existem”, destacou o pesquisador ao mencionar que o Guia foi oficialmente lançado no dia 14 de dezembro, após ser apresentado em um evento na CDB COP-15 da ONU.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A elaboração do Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi apoiada pelo JPI Urban Europe e Belmont Forum, programa que congrega 30 financiadores, englobando diversos projetos para tornar cidades sustentáveis, utilizando-se das infraestruturas verde e azul.</h5>



<p>A participação da FGV neste Guia é direcionada para governança, ou seja, focada em entender como os municípios estão lidando com os sistemas de Alimentação, Água e Energia, e como é possível melhorar a gestão desses recursos, a fim de reduzir os riscos de escassez no suprimento e tornar a cidade mais sustentável. </p>



<p>O estudo liderado pela FGV faz parte de um projeto maior, o IFWEN (Iniciativas Inovadoras para Governar Água, Alimentos e Energia em Cidades). Trata-se de um consórcio liderado pela FGV EAESP, que inclui a Universidade de Yale, a Universidade de Estocolmo (Stockholm Resilience Center-SRC), o ICLEI – Governos Locais para Sustentabilidade, a Universidade de Ming-Chuan (Taiwan, China), e a The Nature of the Cities. Ele é financiado por seis agências de pesquisa, incluindo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a National Science Foundation (NSF), entre outras.</p>



<p><strong>Para conferir o guia completo, <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/32062" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse o site</a>.</strong></p>



<p>Siga com a gente e descubra <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas-de-praticas-sustentaveis/">30 práticas sustentáveis</a>!</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original <a href="https://agencia.fapesp.br/guia-aponta-caminhos-para-tornar-as-cidades-mais-sustentaveis/40644/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Garagem subaquática para bicicletas é inaugurada em Amsterdã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 11:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Amsterdã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amsterdã, conhecida também como a cidade das bicicletas, inaugurou recentemente uma incrível garagem subaquática exclusiva para o meio de transporte preferido de 35% da população. &#160; Na cidade holandesa é normal ter grandes estacionamentos somente para as bicicletas, a novidade é que a obra foi construída sob as águas do canal, que separa as duas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Amsterdã, conhecida também como a<strong><a href="https://sustentarqui.com.br/amsterdam-a-cidade-das-bicicletas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> cidade das bicicletas</a></strong>, inaugurou recentemente uma incrível garagem subaquática exclusiva para o meio de transporte preferido de 35% da população.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Na cidade holandesa é normal ter grandes estacionamentos somente para as bicicletas, a novidade é que a obra foi construída sob as águas do canal, que separa as duas partes (Amsterdam-Noord e Amsterdam-Zuid) da cidade. E está localizada nas proximidades da Estação Central de trens da cidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A garagem subaquática tem capacidade para guardar 6.300 bikes pessoais e 700 de uso compartilhado; tudo para facilitar a primeira ou última viagem de trem.</strong></h4>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="29072" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101-1024x768.jpeg" alt="IJboulevard estacionamento para bikes" class="wp-image-29072" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101-1024x768.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101-300x225.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101-768x576.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101-1536x1152.jpeg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1-scaled-e1675334556101.jpeg 1560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">As bikes azuis e amarelas são parte de um programa nacional de compartilhamento integrado ao transporte público. <br>Foto: Thomas Ricker/The Verge</figcaption></figure>
</figure>



<p>Além das 7 mil vagas abertas nesta primeira fase do projeto, uma nova ala do estacionamento será inaugurada, com mais 4 mil vagas, totalizando 11 mil vagas.</p>



<p>A estrutura pode parecer exagerada, mas não para as cidades holandesas que estão, gradativamente, deixando os automóveis pessoais no passado. <strong>Dados indicam que aproximadamente 35% dos habitantes de <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/amsterda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amsterdã</a> usam bicicletas diariamente.</strong></p>



<p>O projeto do estacionamento &#8220;IJboulevard&#8221;, assinado pelo escritório de arquitetura <a href="https://venhoevencs.nl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VenhoevenCS</a>, em colaboração com o Museu de Amsterdã, levou quatro anos para ser construído. O investimento dispensado ao projeto é de 60 milhões de euros </p>



<h3 class="wp-block-heading">Na página dos arquitetos tem as seguintes informações sobre o espetacular projeto da garagem subaquática:</h3>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prioridade para bicicletas e pedestres</strong></h2>



<p>O IJboulevard oferece mais espaço público para pedestres em torno do centro de transporte mais movimentado da cidade. </p>



<p>O projeto inclui 6.000 m2 de novo espaço público acima do solo, criado pelo armazenamento de bicicletas debaixo d&#8217;água. </p>



<p>A cobertura do estacionamento forma o novo boulevard ao longo do rio IJ, criando uma nova passarela e espaço de convivência para moradores e visitantes, com áreas de estar e vista para o rio IJ.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29074" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-1-e1675335752242-1024x683.jpg" alt="IJboulevard GARAGEM SUBAQUATICA PARA BICICLETAS em amsterdã" class="wp-image-29074" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-1-e1675335752242-1024x683.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-1-e1675335752242-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-1-e1675335752242-768x512.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-1-e1675335752242.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">crédito da imagem: VenhoevenCS</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conexão estrutural e visual</strong></h2>



<p>O interior do IJboulevard apresenta um design caracterizado por linhas fluidas e formas arredondadas detalhadas, criando uma estética acolhedora e convidativa. </p>



<p>O uso de paredes de madeira, iluminação sutil e uma paleta de cores calma ajudam na clareza e orientação.</p>



<p>As entradas são finalizadas com a mesma pedra natural cinza escura do boulevard, proporcionando uma transição perfeita entre os espaços internos e externos. </p>



<p><strong>As escadas com grandes superfícies de vidro permitem a entrada de luz natural e proporcionam uma visão do estacionamento a partir da avenida de pedestres. </strong></p>



<p>O design bem iluminado e sem colunas, as longas linhas de visão e a posição proeminente do escritório do gerente contribuirão para uma sensação de segurança para os usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentável e com a natureza inclusiva</strong></h2>



<p>IJboulevard é um projeto sustentável e ecológico que integra baixo consumo de energia, materiais sustentáveis e recursos que promovem a biodiversidade. </p>



<p>Ele também incorpora recursos que imitam habitats naturais para promover a biodiversidade e apoiar a vida aquática. </p>



<p>O projeto inclui elementos como cabanas biológicas, madeira, esteiras de coco e concreto poroso entre os suportes das estacas subaquáticas para fornecer abrigo e superfícies para o crescimento de plantas aquáticas, com o objetivo de melhorar a saúde geral do rio.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="506" data-id="29075" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-detalhe-1024x506.jpg" alt="GARAGEM SUBAQUATICA PARA BICICLETAS detalhe" class="wp-image-29075" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-detalhe-1024x506.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-detalhe-300x148.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-detalhe-768x380.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GARAGEM-SUBAQUATICA-PARA-BICICLETAS-detalhe.jpg 1485w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">crédito da imagem: VenhoevenCS</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>De acordo com o site The Verge, que visitou o local, a garagem subaquática é gratuita nas primeiras 24 horas, e depois custa € 1,35 (cerca de R$ 7,48) para cada dia adicional.</p>



<p>O acesso à garagem é por meio de uma ciclovia no nível da rua, que leva à entrada acima do solo da estrutura subaquática. Uma placa mostra o número de vagas disponíveis e duas esteiras rolantes que descem abaixo da linha d’água levam a pessoa até a entrada do espaço.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="29071" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1024x768.jpeg" alt="estacionamento para bicicletas em amsterdã" class="wp-image-29071" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1024x768.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-300x225.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-768x576.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda-1-2048x1536.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="29079" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda_entrada-1024x768.jpeg" alt="GARAGEM SUBAQUATICA PARA BICICLETAS em amsterdã" class="wp-image-29079" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda_entrada-1024x768.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda_entrada-300x225.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda_entrada-768x576.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/02/estacionamento-para-bicicletas-em-amsterda_entrada.jpeg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Esteira rolante automática dá acesso à garagem subaquática. Ao fundo, vista da Estação Central de Amsterdã. Fotos: Thomas Ricker/The Verge</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>Fontes: <a href="https://www.mobilize.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mobilize</a>, <a href="https://www.theverge.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Verge</a> e <a href="https://venhoevencs.nl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VenhoevenCS</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>PRESERVAR, RECICLAR E ZELAR: A importância de políticas públicas ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ester Carro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades sustenáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As cidades produzem um grande número de lixo e entulho que no final não se sabe de fato para onde são destinados, por vezes os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento e as</strong> <strong>consequências são diversas, ainda falta muito trabalho de conscientização na base e políticas públicas ambientais que auxiliem em programas de reciclagem e manutenção de áreas urbanas livres.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite>“A cidade segrega e expele – quem ela não quer lá dentro, ela joga para a favela, para a periferia, para as bordas e, lá nas bordas, essa coisa vai se resolver, como se fosse um fermento, vai tendo uma compostagem nas bordas e que não vai virar mangue. Essa cidade é um organismo monstruoso.” Ailton Krenak</cite></blockquote>



<p>Os espaços livres existentes nas favelas de São Paulo, são escassos, geralmente com o solo intraurbano impermeabilizado e elevada densidade construtiva. Apresentam-se com baixa qualidade, ausência de arborização e mobiliário urbano, baixa atratividade de uso, poucas calçadas e, mesmo as existentes, são extremamente pequenas, dificultando o acesso, grande parte das ruas, vielas e lajes. Muitos constituem vazios urbanos degradados, com escassez de opções de lazer e condições precárias de saneamento.</p>



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<p>Existe uma apropriação dos espaços livres públicos restantes, seja dos poucos canteiros ou calçadas, de forma improvisada pelos moradores, servindo como meio de estar e ficar, para atividades do ócio, conversas e troca de relação devido à ausência de qualquer espaço adequado ao convívio.</p>



<p>Na <a href="https://www.fazendinhando.org/jardim-colombo"><strong>Fazendinha,</strong> antigo lixão situada na favela do Jardim Colombo</a> em São Paulo, por exemplo, percebe-se que a participação está mudando a relação dos moradores com o futuro parque; se antes a área era vista por muitos como um lugar de ninguém, passa, agora, a ser vista por cada um como o seu lugar e, as pessoas tenderão a zelar por ele. (figura 01)</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png" alt="A importância de políticas públicas ambientais - Favela fazendinha" class="wp-image-28618" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1024x683.png 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-300x200.png 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-768x512.png 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-1536x1024.png 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-Fazendinha-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 1: Parque Fazendinha, Jardim Colombo, São Paulo – SP &#8211; Fonte: Kamilla Bianca</span></figcaption></figure>



<p>Os espaços vazios são formados por vielas, ruas, áreas verdes, quintais, escadarias, encostas, etc. E os espaços cheios, em sua maioria, ocupados por moradias com uma densidade demográfica alta, ou seja, muitas pessoas por metro quadrado.</p>



<p>O sistema viário é constituído pelos percursos realizados apenas por pedestres, conhecidas como vielas. Essas vielas, muitas vezes em forma de escadarias adentram em locais muito acidentados, difíceis de serem vencidos por outro tipo de locomoção e são, sem exceção, muito estreitas. Quando estão presentes, as calçadas descontínuas, além de disputadas pelo comércio ambulante e pelos veículos.</p>



<p>Percebe-se que os terrenos subutilizados se tornam depósitos de grande quantidade de lixo e entulho; a coleta seletiva da Prefeitura é irregular, bem como a manutenção desses espaços dentro das favelas, o que ocasiona incêndios. </p>



<p>Outro problema gerado pela presença de detritos nos terrenos abandonados ocorre nas épocas de chuva, quando a enxurrada pode carregá-los contribuindo com o entupimento de bueiros e assoreamento do córrego próximo, provocando alagamentos na região.</p>



<p><strong>De acordo com dados do IBGE (2011) os resíduos sólidos representam um dos mais importantes subprodutos da vida nas cidades, destacando-se, junto com os gases do efeito estufa, entre os principais causadores de impactos ambientais oriundos da industrialização e urbanização. </strong></p>



<p>Mais de 3.300 municípios utilizam destinações inadequadas para os resíduos sólidos urbanos, sendo que os vazadouros a céu aberto (“lixões”) são empregados por 50,8% dos municípios no Brasil.</p>



<p>Recentemente o jornal New York Times (2022) publicou uma matéria contextualizando a problemática dos grandes lixões clandestinos e aterros sanitários, dentre eles o Senegal que está inundado com os resíduos plásticos de outros países, assim como com os seus próprios. </p>



<p>Em Mbeubeuss (figura 02), mais de 2.000 catadores de lixo, ganham a vida encontrando, preparando e transportando os resíduos para reciclagem, essa economia informal é que sustenta milhares de famílias senegalesas.</p>



<p>O Senegal é apenas um dos muitos países que tentam limpar, formalizar o sistema de eliminação de resíduos e adotar a reciclagem em maior escala. Até 2023, diz a União Africana, o objetivo é que 50% dos resíduos utilizados nas cidades africanas sejam reciclados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1016" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg" alt="A importância de políticas públicas ambientais - lixão" class="wp-image-28619" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-1024x1016.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-300x298.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-150x150.jpeg 150w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao-768x762.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/A-importancia-de-politicas-publicas-ambientais-lixao.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><span style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Figura 2: Aterro sanitário em Mbeubeuss, Senegal &#8211; Foto: Finbarr O´Reilly</span></figcaption></figure>



<p>Nas comunidades indígenas revela-se a importância da demarcação da terra indígena para a preservação dos recursos naturais, da identidade, tradições, culturas, para a cura e a produção de alimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na aldeia Tenondé não tinha mais nada, não tinha milho guarani, não tinha essa diversidade de batatas e agora podemos ter tudo isso e podemos envolver os alunos que estão na aldeia e mostrar a eles que dá para ir à roça, preparar a terra, depois plantar, depois colher, depois comer, porque aqui é o território deles. Temos tempo para ensinar, temos tempo para comer juntos. Tudo isso é importante porque, para nós, o futuro é indígena.</p>



<p>Para a terra indígena quando não tem terra, tudo fica perdido, muitas coisas ruins começam a acontecer na aldeia. O envolvimento dos jovens com drogas e bebida alcoólica é facilitado, assim como a desorganização social e a questão da fome, porque não tem espaço para plantar. Quando temos terra demarcada, o nosso trabalho, a nossa preocupação, é trabalhar pela sustentabilidade, pela autonomia alimentar e, principalmente, pela natureza, pela água limpa, pelos bichos e pelos animais, entre os quais alguns podemos comer de vez em quando e outros, não – enfim, trabalhamos por tudo aquilo que fortalece a concepção de vida guarani nesta terra.” JERÁ GUARANI, Habitar o Antropoceno, p. 12.</p>
</blockquote>



<p><br>A legislação ambiental brasileira é uma das mais bem elaboradas, mas com áreas “preservadas” que se encontram sem utilização, fechadas e muitas ao final estão à mercê do mercado imobiliário, com construções para a classe média-alta expandindo-se de maneira inconsequente e indiferente as reais necessidades da sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">É urgente o desenvolvimento de políticas públicas ambientais com planos de lei para a preservação e manutenção das poucas áreas livres urbanas existentes, de territórios indígenas e áreas verdes com ações de recuperação de áreas degradadas.</h2>



<p><br>Destaca-se a importância de planos ou projetos participativos, que tenham como base a parceria e a partilha de poder de decisão, construindo-se coletivamente cronogramas e estratégias de ações combinadas, seguem abaixo algumas diretrizes de conscientização e participação popular:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Envolver os moradores de cada territór</strong>i<strong>o, no desenvolvimento de projetos ambientais </strong>desde o princípio para que participem nos processos de tomada de decisões e melhor gerirem as áreas identificadas e mapeadas por órgãos públicos;</li>



<li><strong>Organizar um grupo da comunidade e selecionar guardiãs</strong> de preferência aqueles que apresentam alta pré-disposição em participar, solicitando a dedicação de no mínimo 6 horas semanais para monitorarem o desenvolvimento das ações;</li>



<li><strong>Realizar oficinas e encontros para debates e discussões</strong> afim de criar elos de confiança e fortalecimento do grupo;</li>



<li><strong>Promover cursos de capacitação de educação ambiental</strong>, jardinagem, manutenção do espaço livre urbano, ferramentas práticas para analisar a qualidade da água, gestão de resíduos, além da criação de jardins flutuantes e hortas comunitárias;</li>



<li><strong>Estimular a relação de proximidade entre a população e os espaços livres</strong>, explorando-se o potencial paisagístico e características da flora que são benéficas à população como sombra, frutos, propriedades medicinais, beleza e convite à brincadeira.<br></li>
</ul>



<p><strong>Preservar a terra é sobreviver, é criar relações comunitárias e participativas, é pensar em outras possibilidades de construir e habitar, é diminuir a segregação que as grandes cidades instauraram, diminuir muros e criar conexões que potencialize a mobilidade e a integração social das áreas levando em consideração as necessidades de cada território.</strong></p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Ester Carro &#8211; Arquiteta e ativista urbana</p>
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		<item>
		<title>Rio de janeiro lança Distrito de Baixa Emissão no Centro para melhorar a qualidade de vida da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 20:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, lançou, nesta quarta-feira (29/6), o Distrito de Baixa Emissão, no Centro da cidade, uma área delimitada com o objetivo de implementar ações para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de seguir rumo ao compromisso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, lançou, nesta quarta-feira (29/6), o Distrito de Baixa Emissão, no Centro da cidade, uma área delimitada com o objetivo de implementar ações para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de seguir rumo ao <a href="https://sustentarqui.com.br/rio-se-compromete-a-reduzir-emissao-de-gases-do-efeito-estufa-na-c40/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compromisso de desenvolvimento sustentável </a>e melhorar a qualidade do ar e a saúde dos cariocas.</p>



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<p>Atualmente, mais de 30 cidades no mundo assinaram esse compromisso e, no Brasil, o Rio de Janeiro foi a primeira. O lançamento marca o Mês do Meio Ambiente, programado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com a realização de intervenções temporárias para que pedestres e ciclistas usufruam dos benefícios das vias.</p>



<p>– Criar esse distrito de baixa emissão de gases é mais um desafio que a Prefeitura tem nesses próximos anos. É um trabalho muito complexo, mas acreditamos que, até 2024, já tenhamos concluído a primeira fase do Distrito – afirmou o prefeito em exercício e secretário municipal de Meio Ambiente, Nilton Caldeira.</p>



<p><strong>No Distrito serão priorizadas soluções para impulsionar o desenvolvimento sustentável e o cumprimento da agenda climática, ajudando a construir uma cidade ambientalmente responsável.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1024x682.jpeg" alt="Distrito de Baixa Emissão no Centro do Rio de Janeiro" class="wp-image-28602" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1024x682.jpeg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-300x200.jpeg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-768x512.jpeg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-1536x1023.jpeg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Distrito-de-Baixa-Emissao-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>– Lançamos hoje a pedra fundamental do distrito neutro. É um projeto grande, que vai até 2030, e em que são mobilizados diferentes órgãos da Prefeitura para trabalhar nesta redução de gases de efeito estufa na região central da cidade – disse o subsecretário de Planejamento e Acompanhamento de Resultados da Secretaria de Fazenda e Planejamento, Jean Caris.</p>



<p>De acordo com o decreto, a regulamentação do Distrito está alinhada ao <a href="https://sustentarqui.com.br/prefeitura-do-rio-plano-de-mobilidade-urbana-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática da Cidade do Rio de Janeiro (PDS). </a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A iniciativa também integra o Programa Reviver Centro, que tem como objetivos a melhoria dos espaços públicos e a promoção do uso residencial.</h2>



<p>Com 2,3 Km², o Distrito, delimitado por este programa, fica localizado entre a Avenida Beira Mar e a Avenida Marechal Floriano, e entre o Campo de Santana e a Orla Conde. A implantação do Distrito de Baixa Emissão no Centro será feita em fases até 2030.</p>



<p>A primeira fase, iniciada agora, consiste na requalificação de 35 mil metros quadrados de área pública no Centro, no início do monitoramento da qualidade do ar e de GEE, e será finalizada em 2024. </p>



<p>Além disso, estão sendo desenvolvidas outras ações, como: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>implantação de ciclovias, </li><li>elaboração do plano de mobilidade limpa, </li><li>aumento de áreas verdes, </li><li>projetos educativos para engajamento da população </li><li>início da circulação de caminhões elétricos de coleta de resíduos.</li></ul>



<p>Esta iniciativa também está alinhada com a campanha global Cidades Pedaláveis, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP), da qual o município do Rio participa como uma das cidades líderes. </p>



<p>O objetivo da campanha é ampliar e unificar importantes iniciativas ligadas à mobilidade por bicicleta, para garantir que esta se consolide como opção de transporte seguro, acessível e com emissão zero. </p>



<p>Para isto, as cidades líderes devem se empenhar em projetar e instalar infraestrutura, adotar políticas e destinar recursos para que as pessoas vivam perto de estruturas cicloviárias. Ao final do evento, um grupo de pessoas participou de uma bicicletada, num circuito de dois quilômetros pela área do Distrito.</p>



<p><strong>A ideia é ter uma cidade mais cooperativa, moderna e preparada para a liderança no enfrentamento às desigualdades, à mudança do clima e outros grandes desafios atuais. </strong></p>



<p>Para que o Distrito fosse criado, foram estudados casos de outros locais no mundo, como Londres e Medellín, também desenvolvidos em áreas centrais da cidade.</p>



<p>A implementação do Distrito será coordenada pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, tendo como órgãos centrais parceiros as secretarias de Planejamento Urbano, de Transporte, de Infraestrutura, de Meio Ambiente e o Instituto Pereira Passos. Além disso, outros órgãos também participarão das ações, como a CET-Rio e a Comlurb. O projeto também conta com o apoio de instituições externas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira algumas ações da 1ª fase</h2>



<p>Secretaria de Fazenda e Planejamento: Lançamento do decreto de regulamentação do DBE-Centro e licitação para locação de 30 carros elétricos e 10 de representação para frota municipal.</p>



<p>Secretarias de Planejamento Urbano e de Infraestrutura: áreas de requalificação urbana da primeira fase.</p>



<p>CET-Rio: Diversas ciclovias serão implantadas de 2022 a 2024. Existiam 3,2 km na área correspondente ao distrito e, neste ano, foram feitos mais 2,3 km, totalizando 5,5 km. Outros 1,9 km serão implementados até 2024.</p>



<p>Secretaria de Transporte: Plano de mobilidade limpa, que contempla, por exemplo, eixos estratégicos como políticas de gestão da circulação e estacionamento, transporte público zero emissões e mobilidade não-motorizada (pedestres e ciclistas).</p>



<p>Secretaria de Meio Ambiente e Fundação Parques e Jardins: Plano de monitoramento da qualidade do ar, aumento de vegetação e ações de educação ambiental.</p>



<p>Comlurb: Coleta de baixa emissão de resíduos através do uso de veículos elétricos.</p>



<p>Instituto Pereira Passos e Secretaria de Meio Ambiente: Plano de Monitoramento de GEE.</p>



<p></p>



<p><strong>Rio tem papel fundamental na agenda sustentável nos últimos anos.</strong> <strong>A cidade do Rio ganhou um protagonismo na agenda climática nas últimas décadas recebendo eventos como a Cúpula da Terra, em 1992; e a Rio+20, em 2021, um evento que marcou a agenda da economia verde e do desenvolvimento sustentável. </strong></p>



<p>Em março deste ano, foi realizado o evento de lançamento Rio+30 Cidades, conferência focada em discutir o futuro das cidades, que será realizada em outubro. O evento marcará os 30 anos da realização da Rio 92, a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, um marco nas discussões globais ambientais. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O Distrito de Baixa Emissão será um dos projetos apresentados na Rio+30 Cidades.</h2>



<p>O <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/prefeitura-do-rio-plano-de-mobilidade-urbana-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática da Prefeitura</a> </strong>foi baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – ONU Habitat, incluindo os seus <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). </a></p>



<p></p>



<p>É resultado de um processo participativo, que contou com o engajamento de cariocas que querem um futuro melhor para a cidade e entendem que as responsabilidades são compartilhadas.</p>



<p></p>



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<p>Fonte: Alexandre Macieira/ <a href="https://prefeitura.rio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura do Rio</a></p>
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		<title>Bairro &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; recebe certificação LEED inédita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2022 19:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Edificações com certificação LEED no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[edificações com certificação LEED]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bairro sustentável &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; localizado na Costa Esmeralda, no litoral de Santa Catarina, foi o primeiro no mundo a obter a certificação LEED for Communities: Plan and Design nível Platinum – o mais elevado do selo, que é referência mundial em sustentabilidade. Inspirado em tendências mundiais de planejamento urbano que privilegiam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bairro sustentável &#8211; projeto de Jaime Lerner &#8211; localizado na Costa Esmeralda, no litoral de Santa Catarina, foi o primeiro no mundo a obter a  <a href="https://sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">certificação  LEED</a> for Communities: Plan and Design <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/leed-platinum/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nível Platinum</a> – o mais elevado do selo,  que é referência mundial em sustentabilidade.</strong></p>



<p>Inspirado em tendências mundiais de planejamento urbano que privilegiam as relações humanas, une espaços de moradia, trabalho, educação, lazer e cultura apoiados por uma infraestrutura de alta tecnologia. </p>



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</script></p>



<p>O Vivapark Porto Belo, projeto de Jaime Lerner juntamente com paisagismo de Juliana Castro, contará com uma área verde de mais de 138 mil m2 .</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1024x576.jpg" alt="Bairro sustentável - projeto de Jaime Lerner - VivaPark" data-id="28374" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28374" class="wp-image-28374" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1024x576.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark-1536x864.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-projeto-de-Jaime-Lerner-VivaPark.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="554" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-1024x554.jpg" alt="Bairro sustentável - projeto de Jaime Lerner - VivaPark" data-id="28370" data-full-url="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark.jpg" data-link="https://sustentarqui.com.br/?attachment_id=28370" class="wp-image-28370" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-1024x554.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-300x162.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark-768x415.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Bairro-sustentavel-vivapark.jpg 1093w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul></figure>



<p>O empreendimento   Vivapark Porto Belo, da empresa catarinense Vokkan , possui padrão internacional de sustentabilidade por meio da certificação LEED for Communities, principal sistema global de avaliação de qualidade de vida em uma comunidade, e alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. </p>



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<p></p>



<p><strong>A conquista catarinense coloca o mercado imobiliário brasileiro em um novo contexto e consolida o projeto como um case de sucesso a ser seguido no País e no mundo. </strong></p>



<p>“Ao nosso lado estão projetos como Milano Porta Nuova, bairro onde está localizado o famoso edifício<a href="https://sustentarqui.com.br/bosque-vertical-em-milao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Bosco Verticale</a> na Itália, ou o distrito aeroportuário de Atlanta, nos Estados Unidos” afirma Roderjan Volaco, CEO da Vokkan.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1024x576.jpg" alt="urbanismo sustentável em Santa Catarina" class="wp-image-28360" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1024x576.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-300x169.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-768x432.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-1536x864.jpg 1536w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/vivaparkportobelo-vokkan-haus-gazetadopovo-divulgacao-2-1-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://horadeportobelosc.com.br/2022/04/07/projeto-quer-criar-banco-de-materiais-de-construcao-em-balneario-camboriu/"></a></h3>



<p>“Com essa conquista, o Vivapark presenteia todos os profissionais e empresas que atuam no movimento de Green Building destacando Brasil no cenário internacional, visto que a certificação LEED está presente em 180 países”, diz Felipe Faria, CEO do Green Building Council Brasil, e complementa, “<strong>o Vivapark comprova que podemos alinhar desenvolvimento econômico e qualidade de vida com responsabilidade ambiental</strong>. No empreendimento, a cultura da sustentabilidade e qualidade de vida estão enraizadas e seguramente beneficiará seus moradores, e os demais públicos relacionados”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong>“Vivapark é um chamado para viver este espaço, viver bem, onde a sustentabilidade e o encontro entre as pessoas acontecem de maneira bem feita.” </strong></p><cite><strong>Jaime Lerner</strong></cite></blockquote></figure>



<p>No empreendimento, a cultura da sustentabilidade e qualidade de vida estão enraizadas e seguramente beneficiará seus moradores, e os demais públicos relacionados”. Para obter a certificação, foram analisados 36 quesitos. Ao final do processo de avaliação, o Vivapark Porto Belo atingiu 87 pontos dos 110 possíveis.</p>



<p><strong>“Além de conquistar o nível mais elevado de certificação, o Vivapark Porto Belo chegou no mais alto score já registrado no mundo até hoje nessa tipologia. Para possibilitar isso, o projeto precisa comprovar o seu compromisso com a qualidade de vida, sustentabilidade e eficiência através de diferenciais como uma elevada taxa de áreas verdes por habitante, conectividade entre todos os pontos do bairro, mobilidade urbana, baixas emissões de gases do efeito estufa e gestão excelente dos recursos hídricos”, afirma Eduardo Mattos, sócio da Forte, consultoria responsável pelo processo de certificação.</strong></p>



<p>Entre os itens avaliados, destacam-se: Qualidade de Vida e Inovação, onde o Vivapark atingiu a pontuação máxima; Processos Integrados, com quatro pontos dos cinco possíveis e Sistemas Naturais e Ecologia, 11 pontos dos 13 possíveis. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="Saiba como funciona a certificação LEED" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relacionado: Saiba como funciona a certificação LEED</a></h3>



<p><strong>Outro item de destaque foi a qualificação obtida em Transporte e Uso da Terra, 16 pontos dos 18 possíveis e nota máxima nos subquesitos Transporte Misto e Walkability – ou seja, o maior protagonismo para pedestres nas vias de circulação, um dos pilares do projeto urbanístico assinado pelo arquiteto Jaime Lerner. </strong></p>



<p>O Vivapark Porto Belo também obteve pontuações elevadas em critérios como Eficiência Hídrica, com 5 pontos dos 12 possíveis; Energia Limpa, 25 de 31; Recursos Materiais, 7 de 11; e Prioridade Regional, 3 de 4.</p>



<p>Em todo o mundo, apenas 103 projetos estão em processo de certificação LEED na categoria Cities &amp; Communities. De todos os projetos avaliados, apenas oito possuem a certificação recém-obtida pelo empreendimento, o que dá a dimensão do patamar atingido pelo bairro parque a nível global de sustentabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre Jaime Lerner</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-1024x682.jpg" alt="jaime lerner arquiteto e urbanista" class="wp-image-28382" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-1024x682.jpg 1024w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-300x200.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner-768x511.jpg 768w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/04/jaime-lerner.jpg 1290w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">PHOTO: HEULER ANDREY/AGENCE FRANCE-PRESSE/GETTY IMAGES </span></figcaption></figure></div>



<p>Jaime Lerner era arquiteto e urbanista e foi três vezes prefeito da Cidade de Curitiba, onde liderou a revolução urbana que fez da cidade referencia nacional e internacional em planejamento urbano, principalmente em transporte, meio ambiente, programas sociais e projetos urbanísticos. </p>



<p><strong>Pelo reconhecimento de sua obra recebeu diversos prêmios e títulos internacionais com destaque para o Prêmio Máximo das Nações Unidas para o Meio Ambiente</strong> (1990), UNICEF Criança e Paz (1996), o 2001 World Technology Award for Transportantion, o 2002 Sir Robert Mathew Prize for the Improvement of Quality of Human Settlements, pela União Internacional dos Arquitetos, e o Premio Volvo Environment Prize 2004. </p>



<p><strong>Em 2010 foi nominado pela revista Time um dos 25 Pensadores mais Influentes do mundo</strong> e em 2011, em reconhecimento por sua liderança, visão e contribuição no campo da mobilidade urbana sustentável ele recebeu o prêmio Leadership in Transport Award, agraciado pelo International Transport Forum at the OECD.</p>



<p></p>



<p>Fotos e imagens: Divulgação</p>



<p>Fontes: <a href="https://www.jaimelerner.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">JLAA</a> , <a href="https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/bairro-planejado-projetado-por-jaime-lerner-e-o-1o-do-mundo-a-conquistar-selo-de-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gazeta do Povo</a>, <a href="https://jornalfolhalitoral.com.br/vokkan-empreendimento-catarinense-vivapark-porto-belo-vira-case-mundial-em-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Folha Litoral</a></p>



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