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	<title>bioconstrução Archives - SustentArqui</title>
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	<title>bioconstrução Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Norma técnica da taipa de pilão entra em vigor &#8211; ABNT NBR 17014:2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 20:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[taipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tão aguarda norma técnica da taipa de pilão entrou em vigor no dia 6 de janeiro de 2022. A ABNT NBR 17014:2022 estabelece os requisitos e as condições gerais, controle e aceitação desta técnica de construção com terra. Já falamos aqui das diversas vantagens do uso da taipa de pilão na construção, entre elas, [&#8230;]</p>
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<p>A tão aguarda norma técnica da taipa de pilão entrou em vigor no dia 6 de janeiro de 2022. A ABNT NBR 17014:2022 estabelece os requisitos e as condições gerais, controle e aceitação desta técnica de <a href="https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">construção com terra</a>.</p>



<p>Já falamos aqui das diversas vantagens do uso da <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taipa de pilão</a></strong> na construção, entre elas, proporcionar um&nbsp;<strong>ambiente saudáve</strong>l e um excelente isolamento termoacústico. Mas uma das críticas era justamente a falta de normatização.</p>



<p>Pelas diretrizes da ABNT destaca-se a construção de uma norma pautada na participação equilibrada das seguintes Partes Interessadas (PI): (1) Produtor; (2) Consumidor Intermediário; (3) Consumidor Final; (4) Órgãos Técnicos; (5) Fornecedor de Insumos; (6) Órgão regulador/regulamentador/acreditador; (7) Organismo de avaliação da conformidade; (8) Fornecedor do serviço; (9) Empresa de Capacitação; (10) Empresa onde o sistema será implantado; (11) Empresa implantadora do sistema; (12) Pessoas objeto da qualificação; (13) Empresa que fornece a mão de obra; (14) empresa que utiliza a mão de obra.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="978" height="388" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao.jpg" alt="norma técnica da taipa de pilão" class="wp-image-28223" srcset="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao.jpg 978w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao-300x119.jpg 300w, https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2022/01/norma-tecnica-da-taipa-de-pilao-768x305.jpg 768w" sizes="(max-width: 978px) 100vw, 978px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Histórico da normatização da construção com terra até a Norma técnica da taipa de pilão</strong></h2>



<p>Entre os anos de 1984 e 1989, as 14 normas para solo-cimento, material frequentemente empregado na produção de blocos de terra comprimida, foram as primeiras normas para construção com terra publicadas no Brasil, sob a coordenação do CEPED (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Bahia), IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de S. Paulo) e ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).</p>



<p>Mais especificamente, 5 destas normas que tratam sobre BTC (Bloco de Terra Comprimida), foram revisadas entre 2010-2013, com a colaboração de membros da RTB, os quais fizeram parte do “Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados” (ABNT/CB-18).</p>



<p>No dia 23 de janeiro de 2020, foi publicada mais uma norma, para outra técnica de construção com terra, a “ABNT NBR 16814:2020 – Adobe – Requisitos e métodos de ensaio”. A discussão através da “Comissão de Estudo Construções com terra – CE-002:123.009” (vinculada ao “Comitê Brasileiro da Construção Civil” – ABNT/CB-02), baseada em um texto-base discutido na Rede TerraBrasil, durou 6 anos, sob a coordenação do prof. Obede B. Faria e com auxílio de Normando Perazzo e Célia Neves.</p>



<p>No dia 21 de agosto de 2020, a Comissão foi reativada sob o legado e finalização da coordenação do prof. Obede e o começo dos novos trabalhos para a discussão da proposta do projeto de Norma da Taipa sob coordenação da profa. Ana Paula Milani e continuidade do secretariado de Andrea Naguissa Yuba. E no final de 2021 o projeto da norma foi enviado à consulta nacional. </p>



<p>Agora já podemos comemorar que está em vigor, e pode ser consultada diretamente no<a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?Q=NVE0aHBYNHJDaEo1ZzA3TVFTNXBydkJrUHVYUWZ4LzAvMHo2eWNDQ3dDQT0=" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> site da ABNT</a>.</p>





<p></p>



<p>Fontes: ABNT e <a href="https://redeterrabrasil.net.br/normas-para-construcoes-com-terra-abnt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Terra Brasil</a></p>
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		<title>Casa das Birutas &#8211; bioconstrução premiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 22:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[bioarquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura brasileira sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[EXEMPLOS DE CASAS SUSTENTÁVEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa das Birutas localizada em uma ecovila em Piracaia, interior de São Paulo, foi erguida utilizando diversas técnicas de bioconstrução. O projeto do escritório Gera Brasil foi um dos destaques no Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura &#8211; Habitat Sustentável 2019, categorial residencial. Cada dia mais pessoas buscam uma vida sustentável, que tenha na integração com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Casa das Birutas localizada em uma ecovila em Piracaia, interior de São Paulo, foi erguida utilizando diversas técnicas de bioconstrução. O projeto do escritório Gera Brasil foi um dos destaques no Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura &#8211; Habitat Sustentável 2019, categorial residencial.</p>



<p>Cada dia mais pessoas buscam uma vida sustentável, que tenha na integração com a natureza a base para a alimentação, moradia e subsistência. Este projeto reúne todas essas características e mostra como tecnologias simples podem promover a sustentabilidade</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Segundo os arquitetos &#8220;A Bioconstrução é uma nova forma das pessoas pensarem a construção respeitando o fluxo dos sistemas naturais como era feito no passado. Através dela cooperamos para a redução de impactos ambientais, otimizamos os recursos financeiros e contribuímos com a conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida dos usuários.&#8221;</strong></p></blockquote>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Soluções sustentáveis da Casa das Birutas:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Eficiência energética</strong></h3>



<div class="wp-block-image wp-image-19431 size-full"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="600" height="312" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/casa-das-birutas-eficiência-energetica-e1551387675275.png" alt="casa das birutas eficiência energética" class="wp-image-19431"/></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Para o desempenho da envoltória foi determinado por meio de simulação computacional dos ambientes de permanência prolongada do projeto Conforme tabela do <a href="https://sustentarqui.com.br/selo-procel-edificacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PROCEL</strong></a> a envoltória de Casa das Birutas atende o Nível A de desempenho pelo método de simulação.</h4>



<p>A meta de eficiência energética é uma redução de 70% no custo energético do imóvel.</p>



<p>Características consideradas: cobertura leve isolada, aquecimento solar da edificação, vedações internas pesadas e permitir a insolação dos ambientes</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Gestão das Águas</strong></h3>



<div class="wp-block-image wp-image-19432 size-full"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="600" height="406" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/casa-das-birutas-águas-e1551388387145.png" alt="sistemas de águas de reuso" class="wp-image-19432"/></figure></div>



<p>A água potável que vem da nascente está reservada apenas para fins nobres, gerando uma economia de 36% no seu consumo.</p>



<p>A <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">água da chuva</a></strong> é acumulada e utilizada nas descargas dos vasos sanitários e rega. A água negra e restos de alimentos são enviados ao BSI (Biossistema Integrado) que fabricará o biogás.</p>



<p>O paisagismo se transformou em agrofloresta, raízes e drenos absorverão as <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aguas-cinzas-o-que-sao-e-dicas-de-reuso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">águas cinzas</a></strong> purificando-as e devolvendo-as limpas ao lençol freático.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Paisagismo Sustentável</strong></h3>



<div class="wp-block-image wp-image-19433 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="427" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/casa-das-birutas-paisagismo-sustentável-e1551388633594.png" alt="paisagismo sustentável" class="wp-image-19433"/></figure></div>



<p>O projeto paisagístico respeitou o relevo natural e utilizou técnicas de agrofloresta para produzir alimentos e tratar as águas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Sistema Construtivo e Materiais</strong></h3>



<div class="wp-block-image wp-image-19434 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="536" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/casa-das-birutas-sistema-construtivo-e-materiais-e1551389060729.png" alt="casa das birutas sistema construtivo e materiais" class="wp-image-19434"/></figure></div>



<p><strong>• Gridshell em bambu</strong><br>Sua força vem de uma treliça dupla, autoportante. Para ser executada, uma estrutura auxiliar em bambu é montada. Sobre ela vão se organizando e amarrando as varas que formam a treliça definitiva. Pouco a pouco esta estrutura preliminar vai sendo desmontada e assim que a estrutura toda se acomoda, a cobertura está pronta.</p>



<p><strong>• Tijolo aparente</strong><br>Tijolos em barro produzidos localmente e um uma olaria familiar, a poucos quilômetros da obra</p>



<p><strong>• Estrutura e decks de madeira legalizada</strong><br>Contribuindo para a redução do processo de devastação de florestas, todas as madeiras empregadas na obra possuem documento de origem florestal (DOF) e nota fiscal de compra, exceto as de demolição ou reuso</p>



<p><strong>• Telha Shingle&nbsp;</strong><br>Esta foi a única telha que nos atendeu nos quesitos beleza, leveza, flexibilidade, estanqueidade, rapidez na instalação e manutenção da cor por um período de 10 anos. Sob as telhas há um isolamento que garante a estanqueidade e conforto térmico do sistema.</p>



<p><strong>• Painéis de vidro com película de controle solar</strong></p>



<p><strong>• Assoalho de madeira sobre contrapiso</strong></p>



<p><strong>• Contrapiso em concreto e malha 15 x 15 cm</strong></p>



<p><strong>• Painel SIP da LP e=9cm com acabamento em chapa cimentícea para laje</strong></p>



<p><strong>• Piso em garrafa</strong><br>Visando reduzir a extração de recursos naturais, utilizamos diversos produtos de conteúdo reciclado, como portas, janelas de demolição e mais de 6.000 garrafas que estão instaladas nas escadas e no piso inferior do imóvel (área de oficina).</p>



<p><strong>• <a href="https://sustentarqui.com.br/hiperadobe-o-que-e-vantagens/">Hiperadobe</a> &#8211; terra ensacada</strong><br>Executada com terra retirada das escavações</p>



<p><strong>• Reaproveitamento de material &#8211; pontaletes de madeira e garrafas</strong></p>



<p><strong>• Gerenciamento de resíduos</strong></p>



<div class="wp-block-image wp-image-19435 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="559" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/casa-das-birutas-sustentabilidade-e1551389787578.png" alt="casa das birutas sustentabilidade" class="wp-image-19435"/></figure></div>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>No projeto da Casa das Birutas ( referente ao vento) não só a casa foi pensada de forma sustentável, mas também o terreno e o seu uso. </strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Nela ao mesmo tempo que usamos o banheiro ou descartamos resto dos alimentos, estamos produzindo gás para a cozinha. Quando tomamos banho, já estamos regando o pomar. Quando abrimos um buraco no solo, guardamos a terra para fazer uma parede ou um reboque. Se tomamos um vinho guardamos a garrafa para fazer dela degraus no terreno acidentado&#8230; E assim foi que pensamos no projeto onde toda ação teria uma reação. A terra da fundação virou muro de contenção, a madeira da fundação, parede do depósito de obra. Toda água que utilizamos volta limpa para o solo, quer maior ganho que este? Que este projeto inspire muitos outros neste sentido&#8221; declara os arquitetos</p></blockquote>



<div class="wp-block-image wp-image-19439 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/20181113-IMG_7303-e1551391036899.jpg" alt="casa das birutas fachada" class="wp-image-19439"/></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-19437 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="1200" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/20180702-IMG_4823-e1551391279803.jpg" alt="detalhe de bambu" class="wp-image-19437"/></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-19441 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/20180810-IMG_5196-e1551391238532.jpg" alt="casa das birutas fachada" class="wp-image-19441"/></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/20181113-IMG_7390-e1551391327922.jpg" alt="casa das birutas " class="wp-image-19440"/></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-19442 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="566" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/P2_Corte-Trans_300dpi-e1551391836201.png" alt="casa das birutas corte" class="wp-image-19442"/><figcaption>No corte observamos que relevo natural foi respeitado, a vista para o horizonte foi priorizada, a acessibilidade a residência foi considerada, as técnicas de tratamento e infiltração das águas foram aplicadas e os resíduos foram transformados.</figcaption></figure></div>



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<div class="wp-block-image size-full wp-image-19445"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="298" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/P8_Planta_Terreo_300dpi-e1551392138771.png" alt="Planta Térreo casa das birutas" class="wp-image-19445"/><figcaption>Planta Térreo</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-19446 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="298" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/P8_Planta_Inferior_300dpi-e1551392599845.png" alt="planta baixa residencia sustentável" class="wp-image-19446"/><figcaption>Planta Inferior</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-19443 size-full"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="1168" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/02/P6_Esquemas_300dpi-e1551392486441.png" alt="esquemas construtivos" class="wp-image-19443"/><figcaption>Cortes esquemáticos</figcaption></figure></div>



<p>Texto, imagens e fotos: <a href="http://gerabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gera Brasil</a></p>



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		<title>Casa ecológica na Bahia segue a metodologia da arquitetura orgânica </title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/casa-ecologica-arquitetura-organica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 14:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[EXEMPLOS DE CASAS SUSTENTÁVEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa casa ecológica na Bahia foi desenhada com a metodologia da arquitetura orgânica&#160;e está localizada em uma fazenda que segue os princípios sustentáveis.&#160; O foco deste trabalho foi unir a arquitetura orgânica a soluções de baixo impacto na construção civil, concretizando o sonho de uma família de construir uma moradia que respeite o ser humano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><b>Essa casa ecológica na Bahia foi desenhada com a metodologia da arquitetura orgânica&nbsp;e está localizada em uma fazenda que segue os princípios sustentáveis.&nbsp;</b></p>



<p>O foco deste trabalho foi unir a arquitetura orgânica a soluções de baixo impacto na construção civil, concretizando o sonho de uma família de construir uma moradia que respeite o ser humano e todo o meio ambiente do entorno.</p>



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<p>Projetada para um casal com dois filhos, o desenho da casa foi dividido em duas áreas bem definidas e separadas: pública e privadas, ligadas por um hall de entrada.</p>



<p>A área pública é um espaço aberto, atendendo às necessidades da família com uma vida social bastante ativa; onde está a cozinha, hall e sala de jantar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-planta.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-planta.jpg" alt="casa ecológica Irina planta" class="wp-image-16749"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Planta baixa</figcaption></figure>



<p>Pensando na integração com a natureza, foram projetadas varandas espaçosas que conectam com uma bela vista para a floresta, e o jardim está localizado para aproveitar ao máximo o sol, satisfazendo a demanda dos pais de quererem acompanhar de dentro de casa as crianças brincando lá fora.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-maquete-e1517955370401.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-maquete-e1517955370401.jpg" alt="casa ecológica Irina maquete" class="wp-image-16758"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Maquete</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Escolha de Materiais</h2>



<p><strong>As escolhas de materiais e técnicas utilizadas seguem princípios sustentáveis, desde a chegada dos insumos até os resíduos da obra.</strong></p>



<p>Boa parte do madeiramento da casa foi obtido de material demolido, e o restante através do manejo de árvores caídas dentro da propriedade, respeitando a legislação ambiental neste quesito.</p>



<p>Outra escolha de material sustentável foi o uso de bambu Guadua nas colunas e vigas do telhado, trazendo singular beleza e leveza para suportar a carga exercida pelo teto verde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">As paredes desta casa ecológica na Bahia de <a href="https://sustentarqui.com.br/hiperadobe-o-que-e-vantagens/">hiperadobe</a> junto com o telhado verde criaram uma considerável massa térmica na casa, permitindo que permaneça fresca no verão.</h3>



<figure class="wp-block-image aligncenter wp-image-18978 size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="651" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-hiperadobe-1-1-1024x651.jpg" alt="hiperadobe " class="wp-image-18978"/></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-e1517954547806.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-e1517954547806.jpg" alt="casa de terra em construção" class="wp-image-16747"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-2a-e1517954594684.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-2a-e1517954594684.jpg" alt="casa ecológica Irina" class="wp-image-16746"/></a></figure>



<p>As paredes são mistas entre hiperadobe (terra compactada) – além de ser elemento estrutural e térmico, facilitou as formas curvas da casa – e tijolos de solo-cimento, comprados de uma pequena fábrica familiar, fortalecendo a economia local.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A execução do projeto permitiu também a capacitação de bioconstrução da equipe local.</h5>



<p>As paredes de terra crua, rebocos e tintas de argila permitem manter o nível de umidade mais adequado para saúde do ser humano.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-da-construcao-com-terra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira as vantagens da construção com terra</a></h3>



<p>A estrutura de bambu e madeira são do próprio local. Projetada com colmos de bambu tratado da espécie Guadua Angustifolia com diâmetro externo de 12cm e parede de 20mm para aguentar&nbsp;os dois tetos vivos, sendo um com cerca de 122,00 m2 e outro com 132,00 m2.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter wp-image-16785"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-bambu.jpg" alt="casa ecológica bambu" class="wp-image-16785"/></figure>



<p><strong>O desafio foi descobrir qual o vão máximo que poderia ser adotado pelos elementos estruturais destes telhados . </strong></p>



<p>Apesar da norma técnica de construção com bambu estar em trâmite junto à ABNT, até o presente momento não temos nenhuma rotina de cálculo em vigência, por isso os cálculos foram baseados na norma peruana (diseño y construcción con bambu) e feito um paralelo com a NBR 7190 (projeto de estruturas de madeira), através de uma adaptação das análises de Estado Limite Último e Estado Limite de Serviço.</p>



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<p>Ao fim, o resultado permitiu que a obra tivesse uma estrutura mais enxuta e segura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;</h3>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-porta.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-porta.jpg" alt="croqui Irina porta" class="wp-image-16750"/></a><figcaption class="wp-element-caption">croqui</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-1a-e1517954395128.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-construcao-1a-e1517954395128.jpg" alt="hiperadobe construcao" class="wp-image-16745"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Telhado Verde</h2>



<p>O <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teto verde</a> é uma técnica que permite transformar a cobertura da casa em um lindo jardim, diminuindo a área de impermeabilização da residência que está situada próxima a uma área de proteção ambiental. Sendo outra vantagem deste tipo de telhado diminuir o aquecimento e perda de umidade na localidade, auxiliando a manter temperatura agradável da casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O desenho do <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">telhado verde</a> com um espaço aberto permite a iluminação e <a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ventilação natural</a> em toda casa.</h3>



<figure class="wp-block-image aligncenter wp-image-18984 size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="277" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-teto-verde-2a-1-e1547569116446.jpg" alt="casa ecológica na Bahia TELHADO VERDE" class="wp-image-18984"/></figure>



<p><strong>Todo o telhado da casa ecológica<a href="https://sustentarqui.com.br/dicas/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> capta as águas da chuva</a></strong>, sendo conduzida e armazenada em uma cisterna de 40 mil litros, reutilizada para irrigação do próprio jardim do telhado e do sistema agroflorestal implantado no lote.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-teto-verde-a.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-teto-verde-a.jpg" alt="casa com teto verde " class="wp-image-16753"/></a><figcaption class="wp-element-caption">telhado verde</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Energia</h2>



<p>O aquecimento da água de banho foi feito com coletores solares e armazenada em um boiler, diminuindo significativamente o consumo de energia elétrica.</p>



<p>Dispensando o chuveiro elétrico foi possível fazer a charmosa ducha com raízes (rizoma) de bambu no banheiro do casal.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-banheiro-1-e1517954463912.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-banheiro-1-e1517954463912.jpg" alt="banheiro ecológico" class="wp-image-16743"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-banheiro.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-banheiro.jpg" alt="casa ecológica Irina banheiro 1" class="wp-image-16744"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Gestão da água</h2>



<h4 class="wp-block-heading">O tema dos cuidados com a água foi central no modelo construtivo da casa ecológica. Por isso ás águas geradas em esgoto foram divididas em dois sistemas.</h4>



<p>O tratamento das <strong><a href="https://sustentarqui.com.br/aguas-cinzas-o-que-sao-e-dicas-de-reuso/" rel="noopener">águas cinzas</a></strong> é feito com círculos de bananeiras e as águas servidas dos vasos sanitários vão para uma fossa de evapotranspiração integrando com o desenho permacultural de terreno.</p>



<p>A água utilizada para descarga é destinada para uma bacia de evapo transpiração, método que não permite a infiltração do esgoto para o solo já que o tanque receptor é impermeabilizado, sendo filtrada e absorvida por bananeiras na superfície que vai consumir e evaporar a água por suas grandes folhas, e ainda gera alimento perfeitamente comestível.</p>



<p>Já ás águas cinzas (banhos, pias e tanques) são destinadas a dois ciclos de bananeiras, passando antes por pequenos biodigestores.</p>



<p><strong>O ponto chave destes dois métodos de tratamento, é que boa parte da água é evaporada, entrando no ciclo das águas de chuva, restabelecendo todo sistema novamente, sem falar nas bananas docinhas que eles geram.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Paisagismo Sustentável</h2>



<p>O território do Litoral Sul da Bahia onde está localizada a casa ecológica destaca-se pela sua altíssima biodiversidade. A Floresta Atlântica aí situada é referida como um contínuo de distribuição de espécies de árvores estratificada e tem uma das mais importantes e ameaçadas biota de floresta tropical do mundo.</p>



<p><strong>Nesse contexto, ações de Restauração Florestal foram realizadas para reverter o quadro de degradação resultante de empreendimentos impactantes nessas paisagens. </strong></p>



<p>O projeto de paisagismo para o terreno, de 6.000m², foi pensado como um modelo para promover os processos ecológicos em escala local e de paisagem.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-montagem.png"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-montagem.png" alt="casa ecológica na bahia" class="wp-image-16786"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-quarto-e1517955478845.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-quarto-e1517955478845.jpg" alt="casa ecológica Irina quarto" class="wp-image-16759"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-fachada-pronta-a.jpg"><img decoding="async" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/02/casa-ecológica-Irina-fachada-pronta-a.jpg" alt="casa ecológica Irina" class="wp-image-16784"/></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;</h3>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica da Casa ecológica:</h3>



<p>Ano: 2016<br>Estado: concluido<br>Construtor: Jefferson Cruz<br>Consultoria em Cálculo estrutural: IBIRÁ Engenharia Estrutural e Bioconstrução<br>Paisagismo: Annamaria Binazzi, arquitecta, Jonatas Santos Santana, biólogo,Lucas Daneo, técnicoa</p>



<p>Texto e fotos enviadas pela equipe</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://sustentarqui.com.br/construcao/projeto-ecologico-para-um-centro-de-gestantes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também o projeto ecológico para um centro de gestantes na Bahia </a></h4>



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		<title>Vantagens da construção com terra</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/</link>
					<comments>https://sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 19:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[construção com terra]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção com terra é uma das técnica mais antigas do mundo para edificar, e um dos primeiros materiais a ser utilizado no mundo para este fim, e apresenta diversas vantagens do ponto de vista da sustentabilidade. Diversas culturas antigas utilizaram diferentes técnicas de construção com barro. Inclusive várias delas foram amplamente utilizadas durante a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A construção com terra é uma das técnica mais antigas do mundo para edificar, e um dos primeiros materiais a ser utilizado no mundo para este fim, e apresenta diversas vantagens do ponto de vista da sustentabilidade.</strong></p>
<p>Diversas culturas antigas utilizaram diferentes técnicas de construção com barro. Inclusive várias delas foram amplamente utilizadas durante a colonização do Brasil, sendo deixadas de lado após a industrialização.</p>
<h3>Existem diversas técnicas de construção com terra, como por exemplo, a <a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/">taipa de pilão</a>, pau a pique, adobe, superadobe e <a href="https://sustentarqui.com.br/hiperadobe-o-que-e-vantagens/">hiperadobe</a>.</h3>
<p><figure id="attachment_16541" aria-describedby="caption-attachment-16541" style="width: 1236px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #999999;" href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tijolos-de-adobe.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16541 size-full" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tijolos-de-adobe.jpg" alt="adobe - construção com terra" width="1236" height="593" /></a><figcaption id="caption-attachment-16541" class="wp-caption-text">Confecção de tijolos de adobe</figcaption></figure></p>
<h2><strong>Confira 10 vantagens da construção com terra:</strong></h2>
<h3><strong>1  &#8211; Proporciona um ambiente saudável</strong></h3>
<p>Ambientes construídos com terra tendem a ser mais salubres, pela <strong>pouca variação de umidade</strong>. O barro é capaz de absorver e desabsorver a umidade mais rápido e numa maior extensão do que qualquer outro material de construção, podem absorver até 30 vezes mais umidade do que o tijolo cozido.</p>
<p><strong>A terra não é tóxica, não é poluente e &#8220;respira&#8221;</strong>,isso cria edifícios mais saudáveis, com melhor qualidade de ar interno e mais favoráveis ​​às pessoas.</p>
<h3><strong>2 &#8211; Isolamento termoacústico</strong></h3>
<p>A espessura e a densidade do material significam que a penetração de calor (ou frio) da parede é muito lenta e a temperatura interna do edifício permanece relativamente estável.</p>
<p>Além disso, a espessura e a densidade das paredes de terra diminuem significantemente a transmissão do ruído.</p>
<h3><strong>3 &#8211; Diminui a poluição ambiental</strong></h3>
<p>A preparação, transporte e manuseio de barro numa obra requer apenas 1% da energia necessária para a produção, e transporte de tijolos cozidos ou concreto armado.</p>
<p>Se a edificação utilizar terra escavada do próprio terreno, ou de local próximo, não há sequer poluição causada pelo transporte deste material.</p>
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<h3><strong>4 &#8211; Material natural e reutilizável</strong></h3>
<p>O barro pode ser reciclado inúmeras vezes durante um período extremamente longo. O barro seco pode ser reutilizado após imersão em água, por isso nunca se torna um material residual que prejudica o meio ambiente.</p>
<h3><strong>5 &#8211; A construção com terra é econômica</strong></h3>
<p>Em comparação com outros materiais de construção, podem-se diminuir os custos ao se utilizar o barro escavado. Mesmo que seja transportado de outros lugares, continuará a ser mais econômico do que os materiais industriais.</p>
<p>E economiza combustíveis fósseis, pois não possui queima em sua produção;</p>
<p>Além disso, devido ao seu grande poder de isolamento térmico, diminui a necessidade de climatização artificial, como ar condicionados e aquecedores.</p>
<h3><strong>6 &#8211; Facilidade para autoconstrução</strong></h3>
<p>As técnicas de construção com terra podem ser geralmente executadas por não profissionais,<strong> desde que o processo de construção seja supervisionado por uma pessoa com experiência.</strong></p>
<p>Além disso, como os processos requerem apenas ferramentas baratas e máquinas, são ideais para a autoconstrução.</p>
<h3><strong>7 &#8211; Preserva a madeira e outros materiais orgânicos</strong></h3>
<p>Devido ao baixo teor de umidade, de 0,4 a 6% em peso, e a sua elevada capilaridade, o barro conserva os elementos da madeira, que permanecem em contato com os mesmos mantendo-os secos. Os fungos e os insetos não danificarão essa madeira, já que os insetos precisam de<br />
um mínimo de 14% a 18% de umidade para manter a vida, e os fungos mais do que 20% (Möhler 1978, p. 18). Da mesma maneira, o barro consegue preservar pequenas quantidades de palha quando misturadas a ele.</p>
<h3><strong>8 &#8211; Baixa manutenção e Durabilidade</strong></h3>
<p>Depois que as pardes de terra são construídas e seladas, elas não devem precisar de mais manutenção por pelo menos 10-20 anos, quando será necessário aplicar outra camada de selante natural, que é um processo fácil.</p>
<p>O barro é um material que não entra em ciclo de degeneração, além disso as paredes feitas com o material costumam ser grossas e fortes, portando duráveis. Há exemplo de construções milenares feitas com o material, que continuam de pé.</p>
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<h3><strong>9 &#8211; A prova de fogo</strong></h3>
<p>A terra não é um material combustível, o que garante as construções de barro uma maior segurança contra incêndios.</p>
<h3><strong>10 &#8211; Proteção das ondas eletromagnéticas de alta frequência</strong></h3>
<p>A parede de terra funciona como um escudo de campos eletromagnéticos prejudiciais e radiação.</p>
<h2><strong>Algumas desvantagens da construção com terra:</strong></h2>
<h4><strong>&#8211; Falta de padronização</strong></h4>
<p>As características da terra variam de um local para outro, e a preparação da mistura correta para uma aplicação específica, também pode ser diferente. É preciso conhecimento para saber a composição específica, poder avaliar as suas características e alterá-las.</p>
<h4><strong>&#8211; Não é um material impermeável</strong></h4>
<p>Devemos evitar o contato do barro com água, protegendo de chuvas e geadas, especialmente quando estiver ainda úmido. O ideal é que as paredes de terra sejam protegidas por beirais, e algum selante natural.</p>
<h4><strong>&#8211; Contrai quando seca</strong></h4>
<p>Devido à evaporação da água utilizada para preparar a mistura, poderão ocorrer fissuras ao secar. A retração pode diminuir reduzindo a quantidade de água e argila, optimizando a composição granulométrica, ou mediante o emprego de aditivos.</p>
<h4><strong>&#8211; Falta de cultura da utilização do material</strong></h4>
<p>A construção com terra geralmente está associada à pobreza e às construções precárias e provisórias.</p>
<p>Alguns países como a <a href="https://sustentarqui.com.br/tag/australia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Austrália</a>, estão incentivando o retorno da aplicação desse material. No Brasil também temos alguns arquitetos que estão levantando essa bandeira, mostrando que a construção com terra pode fazer casas bonitas, confortáveis e até luxuosas.</p>
<p><figure id="attachment_6608" aria-describedby="caption-attachment-6608" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/12/casa-de-terra-Australia2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6608 size-full" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/12/casa-de-terra-Australia2.jpg" alt="casa de terra Australia" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-6608" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Exemplo de construção moderna com terra na Austrália &#8211; Foto: Steffen Welsch Architects</span></figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_11969" aria-describedby="caption-attachment-11969" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11969 size-full" src="https://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável.jpg" alt="casa responsável" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-11969" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Interior de uma casa construída com terra em Atibaia -SP &#8211; Projeto Michel Habib</span></figcaption></figure></p>
<h2><a href="http://sustentarqui.com.br/tag/construcao-com-terra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja alguns exemplos de construções com terr</a>a</h2>
<h5>Fonte: Manual de Construção com Terra :<a href="https://www.americanas.com.br/produto/10730798/manual-de-construcao-com-terra-uma-arquitetura-sustentavel?afpid=177035620869-6662&amp;epar=4AD7-0B94-6391&amp;lmdsid=721435620869-6662&amp;opn=AFLACOM&amp;publisherid=22689275&amp;sellerId=00776574000660&amp;utm_source=Lomadee" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> uma Arquitetura Sustentável de Gernot Minke</a></h5>
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		<title>Curso de bio-arquitetura no Instituto Tibá Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 20:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Johan Van Lengen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Curso de bio-arquitetura é destinado a&#160;todos aqueles que desejam aprender a construir com as próprias mãos.&#160;O Instituto Tibá RIO , com Johan e Marc van Lengen, Tomaz Lotufo, e Cobi Shalev têm o prazer de oferecer esta oportunidade de troca de conhecimentos! A sede do Tibá se encontra num belíssimo vale de floresta da mata [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O&nbsp;Curso de bio-arquitetura é destinado a&nbsp;todos aqueles que desejam aprender a construir com as próprias mãos.&nbsp;O Instituto Tibá RIO , com <a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/johan-van-lengen-entrevista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Johan</a> e Marc van Lengen, Tomaz Lotufo, e Cobi Shalev têm o prazer de oferecer esta oportunidade de troca de conhecimentos! </strong></p>
<p>A sede do Tibá se encontra num belíssimo vale de floresta da mata atlântica na cidade de Bom Jardim, próximo a Nova Friburgo. Uma natureza exuberante que acolhe e traz a calma para se concentrar nos aprendizados.</p>
<h3><a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/curso-de-bioarquitetura-no-tiba/">Relacionado: Veja como foi a nossa experiência neste curso</a></h3>
<p><strong>Serão abordadas técnicas sustentáveis com o intuito de explicar o conceito de bio-arquitetura</strong> através da combinação de materiais tradicionais (como terra e bambu) e não tradicionais (cimento e plasto-cimento).</p>
<p>Perfeito para um primeiro contato com os métodos mais antigos de construção ou para colocar em prática os conceitos do &#8220;<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/manual-do-arquiteto-descalco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Manual do Arquiteto Descalço</strong></a>&#8220;. É ideal também para quem está buscando novas idéias ou simplesmente quer construir de forma saudável e sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tópicos do curso de bio-arquitetura:</h2>
<p><strong>Prática em:</strong></p>
<p><strong>• Adobe • Pau-a-pique• Cob • Hiperadobe• Construção de Teto Verde• Bambu • Filtro Biológico • Plastocimento • Revestimento e Pintura Natural • Alfa/Beta</strong></p>
<p><strong>Vivência:</strong></p>
<p><strong>• Sanitário Seco &#8220;Bason&#8221;• Técnica de piso-laje &#8220;Cascaje&#8221; • Reciclagem • Água • Geobiologia• Arquitetura Intuitiva</strong><br />
O curso de bio-arquitetura de quatro dias custa R$ 1200,00 por pessoa. Podendo ser pago com R$ 300,00 de entrada para reservar sua vaga e três cheques pré-datados de R$ 300,00 para 30, 60, e 90 dias, a serem entregues no início do curso.</p>
<p>Desconto especial de 20% para jovens ate 26 anos! Curso : R$ 960,00. Podendo ser pago com R$ 240,00 de entrada para reservar sua vaga e três cheques pré-datados de R$ 240,00, para 30. 60. e 90 dias, a serem entregues no inicio do curso. <strong>Vagas limitadas.</strong></p>
<p><strong>No curso esta incluído hospedagem em quartos compartilhados, alimentação (ovo-lacto-vegetariano e PANC) e material.</strong></p>
<p>O<strong>&nbsp;<a href="http://www.tibario.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TIBÁ</a></strong> oferece por curso, duas bolsas educacionais (50% do valor do curso) para as pessoas de baixa renda. Para receber o beneficio, os interessados devem comprovar de alguma forma relevante a condição de baixa renda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.tibario.com/bio-arquitetura" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAÇA AQUI A SUA INSCRIÇÃO&nbsp;NO CURSO</a></strong></h3>
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		<title>Uso da taipa de pilão na Austrália e as diferenças para o método tradicional</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-na-australia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2017 18:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[australia]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[taipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;uso e o desenvolvimento atuais da taipa de pilão na Austrália, mais precisamente, em experiências vivenciadas e desenvolvidas em Melbourne, estado de Victoria. A vasta produção de construções com terra atualmente na Austrália tem suas origens na segunda metade do século XIX, quando a taipa se torna uma técnica extremamente popular em inúmeras regiões da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O&nbsp;uso e o desenvolvimento atuais da <a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/">taipa de pilão</a> na Austrália, mais precisamente, em experiências vivenciadas e desenvolvidas em Melbourne, estado de Victoria.</strong></p>



<p>A vasta produção de construções com terra atualmente na Austrália tem suas origens na segunda metade do século XIX, quando a taipa se torna uma técnica extremamente popular em inúmeras regiões da Austrália, essa recente produção arquitetônica com terra tem prosperado talvez pela falta de história do uso da terra em construções, o que difere de outros países onde se relaciona ao patrimônio histórico e edificações precárias ou de baixa renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Apesar de existirem outras técnicas em terra neste país, como o adobe, os blocos cortados e as técnicas mistas, é fato que a taipa de pilão predomina na arquitetura contemporânea australiana, resultando em um dos países que mais investiu na regulamentação, na investigação universitária e na implementação atual de inúmeros projetos” (FERNANDES et al., p.20, 2013).</strong></p>
</blockquote>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a produção da taipa de pilão na Austrália:</strong></h2>



<p>Para iniciar a discussão sobre a produção da taipa é preciso atentar-se para uma cadeia produtiva que está estruturada em três fatores aqui ressaltados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>obtenção do material</strong></li>



<li><strong>fabricação da forma</strong></li>



<li><strong>expertise dos técnicos e construtores. </strong></li>
</ul>



<p>Esses últimos dois pontos estão relacionados de modo inextrincável, pois foi a partir da prática de construtores e técnicos que houve o desenvolvimento do sistema construtivo, resultando na alteração da fabricação e concepção das fôrmas, componente central para a produção de paredes em taipa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/casa-de-terra-eco-eficiente/">Relacionado:&nbsp;Casa de terra eco-eficiente na Austrália</a></h3>



<p><strong>Atualmente, muitos arquitetos e engenheiros australianos já sabem como projetar e calcular para o uso da taipa, o que fomenta e amplia a produção</strong>, e consequentemente, possibilita que mais construtores saibam como trabalhar, e mais produtos e equipamentos relacionados a produção da taipa possam se aprimorar para a otimização da produção desta técnica, que pode ser destacado como importante contribuição da prática australiana.</p>



<p>Sobre a obtenção do material de construção, a terra, é importante pontuar que não se restringe apenas àquela presente no canteiro de obras.</p>



<p><strong>Na Austrália os fornecedores de solo e agregados de construção, geralmente empresas com função de fornecer material para pavimentação de vias e rodovias, localizadas nas intermediações entre campo e cidade, são responsáveis também por providenciar material para a produção da taipa.</strong></p>



<p>Essas empresas fornecem diferentes tipos de agregados, geralmente tipos de cascalho, sedimentos de rochas, barro arenoso e argiloso com diversas granulometrias, além de triturarem e reutilizarem concreto e tijolos maciços.</p>



<p>A diversidade e disponibilidade de solos e agregados são fundamentais para a produção e difusão das paredes de taipa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/projeto-ecologico-taipa-moradias-australia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Projeto ecológico utiliza taipa em moradias na Austrália</a></h3>



<p>Depois de se observar a obtenção do material e ponderar sinteticamente sobre sua execução, concentra-se nas especificidades das formas usadas para a execução das paredes, pois estas são diferentes das destinadas à construção em concreto armado.</p>



<p>Geralmente, as formas em questão são produzidas pelos próprios construtores toda em madeira ou com um esqueleto metálico, conforme se verá de forma detalhada no item a seguir. (Figura 2). Além de uma imagem ilustrativa dos principais instrumentos e ferramentas necessárias para a realização da obra.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG1.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG1.png" alt="uso da taipa de pilão na austrália " class="wp-image-15706"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 1. Equipamentos necessários para a execução da taipa de pilão com terra estabilizada</span><br><span style="color: #999999;">(Foto: Oliver Petrovic, 2014). Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG2.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG2.png" alt="formas metalicas para taipa " class="wp-image-15707"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figuras 2 e 3. Fabricação de formas metálicas e utilização das formas na execução (Fotos: Rodrigo Rocha, 2015). Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças entre o&nbsp;uso da taipa de pilão na Austrália e o método tradicional:</strong></h2>



<p>O método de construção da taipa de pilão na Austrália com terra estabilizada traz alterações importantes se comparada com a técnica tradicional de se construir com terra apiloada.</p>



<p><strong>Destacam-se dois pontos principais: a estabilização da terra e a fabricação das formas, sem contar a compactação mecanizada que confere efetividade e adequação a produção contemporânea.</strong></p>



<p>O procedimento tradicional para a execução de obras em terra compactada é feito a partir de fôrmas de madeira travadas por guias verticais externas, fixas ou móveis, preenchidas com uma mistura de solo com estabilizantes naturais, a argila já presente no solo utilizado ou a cal.</p>



<p><strong>Já a prática australiana além de utilizar cimento como principal estabilizante, utiliza travamento horizontal das fôrmas metálicas</strong>, não havendo necessidade do uso de guias externas para seu travamento.</p>



<p>Isso permite ao construtor apiloar o material de fora, sobre plataformas metálicas apoiadas em cantoneiras também metálicas engastadas nas próprias fôrmas.</p>



<p>Essa alteração traz importantes mudanças para o sistema construtivo de taipa de pilão, pois confere agilidade ao processo de construção, possibilitando um trabalho contínuo e eficiente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma outra alteração, em termos estéticos e econômicos, está no fato de que com essas fôrmas as paredes podem ter até 20 cm de espessura, mais esbeltas do que as realizadas pela técnica tradicional, geralmente com um mínimo de 30 cm.</strong></h4>



<p>Há também mudança na concepção e desempenho estrutural da parede. <strong>Na técnica tradicional a terra apiloada se mantém por seu peso próprio</strong>, pois a resistência da parede está na grande inércia de sua massa, sendo assim, resiste apenas aos esforços de compressão.</p>



<p><strong>Já na prática contemporânea a parede de taipa passa a funcionar de outra maneira, ela é resistente a tração, que varia de quando está somente estabilizada com cimento</strong> ou ainda armada com barras de aço, o que proporciona um aumento considerável de sua resistência a outros esforços, como veremos a seguir.</p>



<p><strong>Mistura e massa ideais – os tipos de terra e o uso do cimento e da água:</strong><br><strong> A estabilização da taipa de pilão com o uso de cimento possibilita aplicação em ambientes externos, assim como elimina a necessidade de se rebocar ou revestir a parede.</strong></p>



<p>De acordo com Daniela Ciancio e Christopher Beckett (2015), a<strong> quantidade aceitável é de 5% a 15% de cimento</strong>, em termos de garantia de esforços estruturais, longevidade, estabilização e capacidade de suportar cargas em compressão.</p>



<p>Segundo Steve Dobson (2015), o teor de umidade é relativo ao tipo de mistura e compactação, objetivando a máxima densidade seca para se garantir uma resistência à compressão de 2,5 a 5 MPa (25 a 50 kgf/cm²), o suficiente para utilizar a Taipa como alvenaria de vedação, de acordo com George Frederick Middleton (1992).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG3.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG3.png" alt="uso da taipa de pilão na austrália " class="wp-image-15708"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 4. Exemplo de parede curva armada com poliestireno extrudado, resistência térmica de 2,5 m² K/W, viga de Taipa armada com fita de espuma de EPDM expandido com junta de dilatação.</span><br><span style="color: #999999;">(Fotos: Oliver Petrovic e Rodrigo Rocha, 2014). Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<p>Os tipos de solos utilizados na Austrália variam de acordo com as necessidades do projeto e da utilização das paredes, de acordo com Middleton G. F (1992) normalmente se utilizam um ou dois tipos de solos, sendo estes com máximo de 2% de matéria orgânica, livre de folhas e gravetos, entre 5 e 20% de argila, incluindo barro e silte, mínimo de 30% de areia e pedras não superiores a 40 mm e um teor de umidade entre 4 e 12%.</p>



<p>Em alguns casos utiliza-se também concreto triturado, assim como tijolos maciços triturados como agregados, materiais provenientes de desperdícios e restos de construções convencionais.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Alguns detalhes de projeto:</h3>



<p><strong>Conhecer as possibilidades e saber projetar para Taipa de pilão é essencial para um projeto adequado às necessidades e às capacidades da técnica,</strong> que se assemelha ao concreto armado, pois se trata de paredes autoportantes, com propriedades estruturais suficientes para suportar cargas de compressão.</p>



<p>De acordo com Ciancio e Beckett (2015), essa técnica atinge cerca de 1 MPa (10 kgf/cm2) a 47 MPa (470 kgf/cm2), variação dada pela granulometria dos agregados, pressão de compactação e quantidade de cimento e água no traço.<br>A utilização de perfil metálico em “T” possibilita vãos de até 10 m (figuras 5 e 6). Para vãos com até 4 m sugere-se utilizar apenas dois vergalhões de aço de 12 mm a cada 20 cm na horizontal, conectando as paredes laterais e suportando o movimento de tração da viga (figura 4).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG4.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG4.png" alt="uso da taipa" class="wp-image-15709"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 5 – Execução de Taipa de pilão sobre viga metálica em “T” e colunas metálicas embutidas.</span><br><span style="color: #999999;">(Fotos: Rodrigo Rocha e Oliver Petrovic, 2014). Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG5.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG5.png" alt="uso da taipa de pilão na austrália" class="wp-image-15710"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 6 – Exemplos de execução de vigas de Taipa acima de vigas metálicas em “T”</span><br><span style="color: #999999;">(Fonte: Rodrigo Rocha, 2015).Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<p>Com um projeto executivo finalizado é possível executar as instalações elétricas e hidráulicas dentro das paredes, porém qualquer alteração futura torna-se inviável, como mostra a Figura 7.</p>



<p>Ligações com vigas e pilares estruturais possibilita a terra estabilizada interagir com outros materiais como aço e madeira, assim como com outras técnicas construtivas no caso do concreto armado, conforme ilustra a Figura 8.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG7.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG7.png" alt="uso da taipa " class="wp-image-15711"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 7. Exemplos de detalhes de instalação elétrica embutida, coluna metálica embutida e contraste com aço corten (Foto: Rodrigo Rocha, 2015) Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG8.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG8.png" alt=" taipa de pilão na austrália " class="wp-image-15712"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 8. Exemplos de conexões de piso em madeira e viga metálica para cobertura</span><br><span style="color: #999999;">(Fotos: Oliver Petrovic, 2014.)Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a execução:</strong></h3>



<p>A execução pode ser entendida como simples e pode ser descrita de maneira resumida por um sistema construtivo que envolve apenas quatro construtores no canteiro: dois profissionais com experiência em carpintaria, alvenaria e concreto armado, e os outros dois podendo ser iniciantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong> Faz-se necessário ressaltar a importância da etapa de projeto, que define a paginação das formas e distância entre juntas de dilatação, além de resolver detalhes arquitetônicos, conexões estruturais, elétricas e hidráulicas.</strong></h4>



<p><strong>De maneira simplificada, a execução da taipa pode ser descrita em duas etapas:</strong></p>



<p><strong>Na primeira etapa é feita a montagem das formas para todo o material de preenchimento ser colocado em camadas</strong>, que serão apiloadas até uma altura de 15 a 20 centímetros sucessivamente, até se atingir a altura final da parede.</p>



<p>Percebe-se que a altura das camadas define a quantidade de linhas de compactação, evidentes na face da parede, conforme ilustra a Figura 1.</p>



<p><strong> A segunda etapa ocorre no dia seguinte, quando é realizada a retirada das formas, ou a desforma</strong>, que marca o início do processo de cura da parede. Após esta última etapa, não há a necessidade de fazer qualquer acabamento ou impermeabilização de paredes, apesar de ser recorrente a aplicação de duas demãos de hidrofugante transparente em suas faces acabadas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG9.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uso-da-taipa-de-pilão-na-austrália-FIG9.png" alt="uso da taipa" class="wp-image-15713"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Figura 9. Tipos diferentes de terra estabilizada compactada na fachada da construtora</span><br><span style="color: #999999;">Olnee Constructions (Foto: Rodrigo Rocha, 2015). Fonte: arquivo pessoal.</span></figcaption></figure>



<p>O tempo de cura da parede vai depender das quantidades de cimento e argila contidas na mistura, assim como condições climáticas locais, <strong>estudos comprovam que a taipa de pilão não estabilizada pode levar 2 anos para curar e finalizar a retração, mas com o uso do cimento este tempo diminui para até 30 dias. </strong></p>



<p>Dependendo da quantidade de água na mistura, sugere-se que em épocas ou locais com temperaturas elevadas e umidade relativa do ar baixas, umedecer as paredes nos dias seguintes à desforma, para não ocorrer retrações rápidas e bruscas, o que poderá desencadear fissuras e trincas na parede em função da dilatação da reação química entre os componentes da mistura.</p>



<p><strong>Considerações finais:</strong><br><strong>O mote deste breve trabalho é o de divulgação de uma possibilidade de se construir com terra atualmente. </strong></p>



<p><strong>Importante frisar que o uso do cimento como estabilizante dificulta o descarte da parede em parte</strong>, já que numa cadeia produtiva estruturada, como a australiana, a parede descartada pode ser triturada e reutilizada como agregado para outras finalidades ou mesmo para outras paredes com terra estabilizada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Espera-se, com este estudo, incentivar a pesquisa e a aplicação desta técnica construtiva no meio acadêmico e profissional, ampliando a utilização da terra crua ou estabilizada como maneira de mitigar o impacto ambiental provocado pela indústria da construção.</h4>



<p><strong>Autores do artigo:</strong><br><strong>Rodrigo Rocha</strong>, arquiteto e urbanista, atua como arquiteto projetista na <a href="https://www.earthhouseaustralia.com.au/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Earth House Australia</a> e Olnee Constructions em Melbourne, Austrália. Graduado pela Escola da Cidade, São Paulo em 2011. Possui formação complementar em Permacultura, PDC realizado na UNESP-Botucatu em 2011.<br><strong>Pedro Henryque Melo</strong>, arquiteto e urbanista, mestrando em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU. Graduado pela Universidade Estadual de Goiás – UEG em 2015. Possui formação complementar em Permacultura, PDC realizado na UNESP-Botucatu em 2011.</p>



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<p></p>
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		<title>Bioarquitetura no Tibá: mais que um curso, uma experiência de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 21:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Johan Van Lengen]]></category>
		<category><![CDATA[Tibá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 15 a 18 de junho de 2017 tive o prazer de participar do curso de Bioarquitetura no Tibá Rio,&#160;instituto fundado por&#160;Johan Van Lengen, autor do famoso livro Manual do Arquiteto Descalço. Johan nasceu na Holanda, se formou em arquitetura nos Estados Unidos, morou em muitos países, mas foi no México, onde passou muitos anos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>De 15 a 18 de junho de 2017 tive o prazer de participar do curso de Bioarquitetura no <a href="http://www.tibario.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tibá Rio,</a>&nbsp;instituto fundado por&nbsp;Johan Van Lengen, autor do famoso livro <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/manual-do-arquiteto-descalco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Manual do Arquiteto Descalço</a>.</strong></p>



<p>Johan nasceu na Holanda, se formou em arquitetura nos Estados Unidos, morou em muitos países, mas foi no México, onde passou muitos anos e teve maior contato com a bioarquitetura, que escreveu o seu livro best-seller.</p>



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<p>Depois de algumas passagens pelo Brasil, o arquiteto resolveu estabelecer aqui a sua residência e há 30 anos, junto com a sua esposa Rose, fundou o&nbsp;Tibá &#8211;&nbsp;Instituto de Tecnologia Intuitiva e Bio-Arquitetura – um centro de ensino para a disseminação de uma vivência&nbsp;mais integrada com a natureza, situado em um belo sítio em Bom Jardim, na região serrana do&nbsp;Rio de Janeiro.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Tibá-Rio.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Tibá-Rio.png" alt="curso de bioarquitetura no Tibá Rio" class="wp-image-15381"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">Práticas&nbsp;ensinadas no curso de Bioarquitetura no Tibá:</h3>



<p><strong>• Adobe  • Pau-a-pique • Cob • <a href="https://sustentarqui.com.br/hiperadobe-o-que-e-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hiperadobe</a> • Construção de Teto Verde • Bambu • Filtro Biológico • Plastocimento • Revestimento e Pintura Natural  • Técnica de piso-laje &#8220;Cascaje&#8221;• Arquitetura Intuitiva • Alfa/Beta</strong></p>



<p>Nas aulas de bio construção&nbsp;aprendemos a teoria e também botamos a mão na massa, literalmente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/construção-domo-geodésico-1.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/construção-domo-geodésico-1.png" alt="construção domo geodésico no curso de bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15344"/></a></figure></div>



<p>Começamos aprendendo como cortar bambus no local. Logo montamos uma <strong>estrutura geodésica</strong> fazendo uma trama com tiras feitas dos mesmos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/construção-do-domo-geodésico.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/construção-do-domo-geodésico.png" alt="construção do domo geodésico curso de bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15345"/></a></figure></div>



<p>Logo o&nbsp;bioarquiteto e professor Tomas&nbsp;Lotufo ensinou como preparar a massa de<strong> plastocimento</strong> (solução desenvolvida por Johan Van Landen nos anos 80), e como aplicar o material, que foi utilizado para revestir o domo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/tijolos-de-adobe-tibá.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/tijolos-de-adobe-tibá.jpg" alt="curso de bioarquitetura no Tibá - tijolo de adobe" class="wp-image-15347"/></a></figure></div>



<p>Como bons arquitetos descalços, também colocamos os pés na massa&nbsp;(terra, areia, palha, água e esterco),&nbsp;preparamos a mistura e colocamos em formas de madeira para a&nbsp;confecção de <strong>tijolos de adobe.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hiperadome-muro-de-arrimo.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hiperadome-muro-de-arrimo.png" alt="hiperadobe muro de arrimo" class="wp-image-15355"/></a></figure></div>



<p>Utilizamos outra técnica de bioarquitetura; o<strong> hiperadobe</strong>; para fazer um muro de arrimo, compactando a terra em sacos&nbsp;Raschel (material utilizado para sacos de frutas&nbsp;e legumes nas feiras).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/cascaje.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/cascaje.png" alt="Cascaje (casca + laje) - curso de bioarquitetura no Tibá " class="wp-image-15357"/></a></figure></div>



<p>Também aprendemos a montar uma <strong>cascaje</strong> (casca + laje), outra técnica desenvolvida por Johan para fazer lajes pré-moldadas utilizando menos cimento</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/tinta-de-terra-tibá.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/tinta-de-terra-tibá.png" alt="tinta de terra tibá" class="wp-image-15363"/></a></figure></div>



<p>Por fim, aprendemos como fazer <strong>revestimentos e tinta de terra</strong>,&nbsp;logo aplicamos&nbsp;as diferentes misturas nas paredes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O curso prático&nbsp;de bioarquitetura no Tibá foi ministrado por Cobi Shalev, Tomas Lotufo e Marc Van Lengen; filho de Johan. O pai deu aulas de técnicas intuitivas e lições de vida durante as deliciosas refeições vegetarianas, preparadas pela sua nora Aga e sua ajudante.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/johan-e-marc-van-lengen.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/johan-e-marc-van-lengen.jpg" alt="johan e marc van lengen curso de bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15380"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Marc van Lengen lecionando ao lado de seu pai, Joahan</span></figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/cobi-ensinando-as-vantagens-de-construir-com-terra.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/cobi-ensinando-as-vantagens-de-construir-com-terra.jpg" alt="" class="wp-image-15349"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Professor Cobi Shalev , bio construtor especialista em construções com terra, explicando as vantagens do sistema.</span></figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/johan-van-lengen-alfabeta.png"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/johan-van-lengen-alfabeta.png" alt="curso de bioarquitetura no Tibá - johan van lengen alfabeta" class="wp-image-15356"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Johan Van Lengen ensinado a técnica intuitiva Alfa/Beta &#8211; método que ajuda a despertar o potencial criativo trabalhando com os dois hemisférios do cérebro </span></figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/almoço.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/almoço.jpg" alt="almoço no curso de bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15272"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Refeições ovo-lacto-vegetarianas e PANC com produtos locais.</span></figcaption></figure></div>



<p>Além de todos os ensinamentos técnicos, conviver quatro dias com os professores, que tinham tanta história para contar, e com todos que participaram do curso foi um grande aprendizado. </p>



<p>Pessoas de diferentes partes do mundo, de distintas profissões, todos estavam ali em busca de construir um mundo com menos impacto ambiental e social.</p>



<p><strong>O local&nbsp;faz por merecer a origem da palavra Tibá&nbsp;na língua tupi, que quer dizer &#8220;lugar onde muita gente se encontra&#8221;</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/alunos-tibá.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/alunos-tibá.jpg" alt="Turma do curso de Bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15375"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Turma do curso de Bioarquitetura no Tibá &#8211; 15 a 18 de junho de 2017</span></figcaption></figure></div>



<p>Ainda teve uma fogueira na última noite, uma grande&nbsp;confraternização para celebrar os momentos vividos ali.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fogueira-tibá.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fogueira-tibá.jpg" alt="curso de bioarquitetura no Tibá" class="wp-image-15350"/></a></figure></div>



<p><strong>No final dessa linda experiência, ainda tive a honra de fazer&nbsp;uma breve<a href="http://sustentarqui.com.br/noticias/johan-van-lengen-entrevista/"> entrevista com o Johan Van Lengen, veja aqu</a>i.</strong></p>



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		<title>Imersão de Bioconstrução no Cerrado &#8211;  1ª Edição</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/imersao-de-bioconstrucao-no-cerrado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 20:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira edição da imersão de bioconstrução no Cerrado&#160;acontecerá de 08 a 28 de julho na cidade de Olhos D’Água. Com a positiva onda de debates sobre sustentabilidade e reflexão sobre resíduos gerados na construção civil, o número de pessoas interessadas em construir para si mesmo de maneira mais saudável ou se profissionalizar na bioconstrução [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A primeira edição da imersão de bioconstrução no Cerrado&nbsp;acontecerá de 08 a 28 de julho na cidade de Olhos D’Água.</strong></p>
<p>Com a positiva onda de debates sobre sustentabilidade e reflexão sobre resíduos gerados na construção civil, o número de pessoas interessadas em construir para si mesmo de maneira mais saudável ou se profissionalizar na bioconstrução vem aumentando a cada dia.</p>
<p>Para atender a procura de quem quer se aprofundar um pouco mais, um pouco além dos cursos rápidos, foi criado&nbsp;esse período de imersão de bioconstrução. Serão três semanas de teoria e mão na massa (e pé também!).</p>
<p>Além das técnicas com terra crua e seus benefícios, serão apresentados conceitos básicos, como alicerce, estrutura, construção de paredes, cobertura de ferrocimento entre outros tópicos essenciais para quem quer iniciar a própria moradia.<br />
<strong>Orientador: Cobi Shalev</strong><br />
Especializado em adobe, cob, rebocos naturais e fibrocimento, seu primeiro contato com a bioconstrução foi em 2006, em uma fazenda de permacultura localizada em Israel, onde construiu sua primeira casa subterrânea feita de cob e materiais reciclados.</p>
<p><strong>Facilitador: Renato Botelho</strong><br />
Finalizado o PDC em SP de onde se sentiu inspirado, participou do curso de bioarquitetura ministrado por Cobi Shalev e desde então iniciou alguns projetos para se aprofundar no assunto trabalhando com Cobi em Olhos D’Água &#8211; GO.</p>
<h3>Exercício prático&nbsp;da imersão de bioconstrução no Cerrado</h3>
<p>Será construído um muro de aproximadamente 25 metros experimentando o processo completo, desde cavar as valas até as telhas de ferrocimento. Esse processo equivale a parte estrutural de uma casa de terra crua. Dessa maneira a ideia é&nbsp;passar a confiança para que se&nbsp;possa começar a experimentar e construir por conta própria. A ideia do muro é fazer dele um&nbsp;laboratório para várias técnicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>A atividade consiste nas seguintes práticas:</strong></h4>
<p>• Testes estruturais da terra<br />
• Produção de adobes<br />
• Manuseio da madeira (preparo dos mourões, cortes, montagem e impermeabilização)<br />
• Preparo das estacas, níveis e valas<br />
• Alicerce de pedra (assentamento de pedras)<br />
• Preparo da massa (pisar a terra)<br />
• Prática de pau-a-pique<br />
• Prática de taipa de pilão<br />
• Prática de assentamento de adobes<br />
• Produção das coberturas de ferrocimento<br />
• Aplicação da cobertura<br />
• Aplicação de reboco natural</p>
<p>Além do muro haverá&nbsp;a construção de um banco de terra ensacada (hiperadobe) e tintas naturais!</p>
<h4>A&nbsp;teoria será dada em campo, durante a&nbsp;prática. Como a imersão de bioconstrução tem a intenção de ser uma vivência de obra, o ritmo será próximo de uma. O grupo será pequeno para melhor aproveitamento, entre 5 e 8 pessoas comprometidas e dispostas a esta experiência.</h4>
<p>Investimento: R$1.200 (o valor pode ser dividido em até 3x um sinal de R$300)</p>
<p>O que está incluso no valor:<br />
Hospedagem em quarto compartilhado ou camping<br />
3 refeições diárias durante a semana, de segunda a sexta<br />
Local:<br />
Olhos D’Água &#8211; GO<br />
(1h30 distante de Brasília)</p>
<p>Olhos D’Água é um pequeno distrito de Alexânia. A cidade é bem simples e tranquila, conta com alguns bares e restaurantes, com bastante natureza do cerrado brasileiro em seu entorno. É fácil chegar ao rio para se banhar. Ainda mantém casinhas de adobe tombadas como patrimônio histórico para apreciar e aprender mais.</p>
<p><strong>Mais infos e inscrições:</strong><br />
<strong> adamabioarquitetura@gmail.com</strong><br />
<strong> <a href="http://www.adama.arq.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.adama.arq.br</a></strong></p>
<p>https://www.facebook.com/adamaarq/videos/298064277300504/</p>
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		<item>
		<title>Casa de terra premiada na Espanha reduziu em 50% as emissões de CO2 da construção</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/casa-de-terra-premiada-na-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 20:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[EXEMPLOS DE CASAS SUSTENTÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[construção com terra]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[casa de terra]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa casa de terra premiada na Espanha é um belo exemplo de que a arquitetura moderna pode receber os&#160;inúmeros benefícios estéticos, ecológicos e financeiros da construção ecológica. O projeto foi recentemente premiado&#160;com o Terra Award 2016&#160;, o prêmio internacional da arquitetura contemporânea de terra,&#160;na categoria de habitação individual.&#160; Apresentado como uma &#8220;a casa contemporânea vernacular [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Essa casa de terra premiada na Espanha é um belo exemplo de que a arquitetura moderna pode receber os&nbsp;inúmeros benefícios estéticos, ecológicos e financeiros da construção ecológica. </strong></p>



<p>O projeto foi recentemente premiado&nbsp;com o <strong><a rel="noopener noreferrer" href="http://terra-award.org/" target="_blank"><em>Terra Award 2016</em>&nbsp;</a>, o prêmio internacional da arquitetura contemporânea de terra,&nbsp;</strong>na categoria de habitação individual.&nbsp;</p>



<p>Apresentado como uma &#8220;a casa contemporânea vernacular do século XXI&#8221;, o projeto incorpora uma grande variedade de estratégias de economia de energia e de recursos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-1.jpg" alt="casa de terra  na espanha" class="wp-image-14734"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha.jpg" alt="casa de terra premiada na espanha" class="wp-image-14739"/></a></figure></div>



<p>A pedra, a terra e a palha usadas na construção compreendem 80 por cento do peso da casa, e todos os materiais de construção, incluindo a madeira, a lã de ovelha e a cal hidráulica, foram adquiridas&nbsp;dentro de um raio de 150 quilômetros.</p>



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<p>Utilizar <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/privilegie-materiais-regionais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>materiais regionais</strong></a>, além de apoiar os fornecedores locais,&nbsp;reduz drasticamente a distância que os mesmos têm de percorrer e, assim, a quantidade de emissões de gases de efeito estufa enviadas para a atmosfera.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A arquiteta responsável pelo projeto da casa de terra premiada, Àngels Castellernau, relatou que a análise do ciclo de vida desta construção em particular, mostrou uma redução de 50 por cento nas emissões.</h3>



<p>A casa possui também uma sistema de&nbsp;coleta e<strong><a rel="noopener noreferrer" href="http://sustentarqui.com.br/dicas/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank"> reutilização da água da chuva</a></strong> e&nbsp;uma caldeira de biomassa, projetados para aproveitar ao máximo os recursos naturais disponíveis. </p>



<p>As janelas estrategicamente colocadas, maximizam a quantidade de luz e <strong><a rel="noopener noreferrer" href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank">ventilação natural</a></strong> que atinge o interior, reduzindo ainda mais o uso de energia.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada.jpg" alt="casa de terra premiada interior" class="wp-image-14740"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-2.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-2.jpg" alt="casa de terra premiada interior" class="wp-image-14735"/></a></figure></div>



<p>Os revestimentos interiores são feitos com rebocos de argila local e pisos de madeira de pinus.&nbsp;</p>



<p>Toda marcenaria e as proteções solares da fachada também são feitas com esse tipo de madeira de reflorestamento.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-detalhe-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-detalhe-1.jpg" alt="casa de terra premiada na espanha" class="wp-image-14737"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-detalhe.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-detalhe.jpg" alt="casa de terra premiada na espanha detalhe" class="wp-image-14738"/></a></figure></div>



<p>Em sua busca para pesquisar a arquitetura tradicional local durante a última década, a arquiteta proprietária do <strong><a href="http://arquitectura.edraculturaynatura.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Edra Arquitectura km0</a></strong>, refinou velhas técnicas e desenvolveu novas, muitas das quais ela testou nesta construção, que é sua própria&nbsp;residência.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A&nbsp;casa de&nbsp;terra premiada está inspirada nas&nbsp;construções antigas&nbsp;da região, no que diz respeito&nbsp;a orientação, morfologia e&nbsp;materiais locais.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-4.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/04/casa-de-terra-premiada-na-espanha-4.jpg" alt="casa de terra na espanha" class="wp-image-14736"/></a></figure></div>



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<p>Fotos: Xavier d&#8217;Arquer &#8211; Doblestudio</p>
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		<title>Jovem refugiado constrói moradias resistentes com garrafas de plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 22:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento de materiais]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento]]></category>
		<category><![CDATA[casas de garrafas pet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tateh Lehbib Breica, um refugiado de um campo do Saara Ocidental, constrói moradias resistentes com garrafas de plásticos que iriam para o lixo. O material permite erguer residências mais resistentes às chuvas e às tempestades de areia da região. Ajudado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o rapaz está construindo 25 unidades residenciais que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Tateh Lehbib Breica, um refugiado de um campo do Saara Ocidental, constrói moradias resistentes com garrafas de plásticos que iriam para o lixo.</strong></p>



<p>O material permite erguer residências mais resistentes às chuvas e às tempestades de areia da região. Ajudado pela Agência da ONU para Refugiados (<a href="http://www.acnur.org/portugues/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ACNUR</a>), o rapaz está construindo 25 unidades residenciais que darão abrigo a deslocados forçados vulneráveis.</p>



<p><strong>Com um mestrado em eficiência energética, o refugiado Tateh Lehbib Breica planejava construir uma casa reaproveitando recursos e respeitando o meio ambiente.</strong> O jovem de 27 anos pensava em erguer uma residência no deserto, usando garrafas plásticas descartadas para plantar mudas no jardim do terraço.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/boliviana-constroi-ecocasa-com-garrafas-pet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Relacionado:&nbsp;Boliviana constrói ecocasa social com garrafas PET</strong></a></h4>



<p>A ideia inicial, porém, revelou-se inviável, devido ao formato circular do telhado. Tateh se viu, então, rodeado de garrafas que haviam perdido seu propósito.</p>



<p>“Perguntei a mim mesmo: ‘O que posso fazer com essas garrafas?’”, lembra o rapaz, que nasceu e cresceu no campo de refugiados de Awserd. Com uma bolsa de estudos, Tateh frequentou uma universidade em Argel, capital da Argélia, e depois entrou para o mestrado em uma faculdade espanhola.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>“Eu lembrei de um documentário que eu tinha visto, durante meus estudos universitários, sobre construir usando garrafas de plástico, e pensei: ‘Por que não tentar isso?’”</strong></p></blockquote>



<p>Oferecer habitação adequada, capaz de resistir às duras condições climáticas do deserto, é um desafio no campo de Awserd. O acampamento é um dos cinco na região que circunda Tindouf, província argelina, e que abriga refugiados que escaparam da Guerra do Saara Ocidental, há mais de 40 anos.</p>



<p>Casas feitas com tijolos de argila são vulneráveis às fortes chuvas que periodicamente atingem o deserto do Saara. Ao final de 2015, uma tempestade demoliu milhares de moradias. </p>



<p>As frequentes tempestades de areia — chamadas “haboobs” — também atingem as residências e tradicionais barracas. A poeira é tanta que a população é chamada a evacuar temporariamente certas áreas.</p>



<p><strong>A primeira casa construída por Tateh usando garrafas do lixo era para sua avó idosa</strong>, que tem dificuldade para caminhar. A senhora ficou ferida ao ser levada para um centro comunitário durante uma tempestade de areia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Além de ter maior resistência estrutural à água, a casa circular de paredes espessas provou ser melhor para bloquear a areia e a poeira das “haboobs”.</h3>



<p>O interesse de Tateh em construir com recipientes de plástico descartáveis lhe rendeu o apelido de “Majnoun al qarurat”, o “Louco das garrafas”. O aspecto peculiar da estrutura e as publicações do rapaz no Facebook renderam às casas uma fama que ultrapassou os limites da zona rural.</p>



<p>Entre os que se interessaram pelos benefícios da casa e vieram conferi-la de perto, estavam alguns funcionários da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/casas-de-garrafas-pet-panama/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Casas de garrafas pet compõe vila no Panamá&nbsp;</a></h4>



<p>“Após as chuvas pesadas de outubro de 2015 que danificaram e destruíram dezenas de milhares de casas construídas com tijolos de argila, o ACNUR vem trabalhando com os saarauís (nome dado aos refugiados do Saara Ocidental) no aprimoramento das técnicas de construção, para melhor resistir ao clima severo desta região”, explicou a coordenadora sênior do ACNUR em Tindouf, Juliette Murekeyisoni.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Incentivamos o uso de tijolos fortificados com cimento e, agora, estamos estimulando o uso de garrafas de plástico”, acrescentou a representante do organismo internacional.</p></blockquote>



<p>O oficial de Abrigo do ACNUR, Otis Moore, explica que as garrafas de plástico são opções melhores do que as casas de blocos de argila e do que as tendas familiares tradicionais utilizadas pela maioria dos saarauís.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>“Como as casas de argila podem ser destruídas por chuva pesada ou prolongada, o uso de garrafas de plástico cria estruturas mais duráveis. Adotamos a forma circular porque é aerodinâmica e pode resistir a tempestades de forma mais eficaz”, explicou o especialista.</strong></p></blockquote>



<p>Atualmente, em um projeto financiado pelo Fundo de Inovação do ACNUR, Tateh está trabalhando para construir 25 casas usando garrafas de plástico em cinco campos — Awserd, Boujdour, Dakhla, Smara e Laayoune. As residências serão destinadas a pessoas vulneráveis.</p>



<p><strong>Em reconhecimento pelo seu projeto criativo, o refugiado recebeu recentemente o prêmio de Personalidade do Ano de 2016 de uma revista local.</strong> O apelido que lhe foi dado no campo pegou: “As pessoas ainda me veem como o cara obcecado com a reciclagem de garrafas e construção de casas incomuns”, confessa o rapaz.</p>



<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/refugiado-usa-garrafas-de-plastico-para-construir-moradias-resistentes-ao-clima-do-deserto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>



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		<title>Bill Mollison: o &#8220;Pai&#8221; da permacultura</title>
		<link>https://sustentarqui.com.br/bill-mollison-o-pai-da-permacultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 23:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[permacultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://burburyteste.com.br/projetos/sustentarqui/2016/09/26/bill-mollison-o-pai-da-permacultura/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bill Mollison, considerado o “Pai” da permacultura, foi um dos mais influentes pensadores do mundo em abordagens lideradas para o desenvolvimento sustentável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Bill Mollison, considerado o “Pai” da <a href="https://sustentarqui.com.br/bill-mollison-o-pai-da-permacultura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">permacultura</a> , morreu no último sábado (24/09), com 88 anos de idade, em Hobart, na Austrália, onde viveu os seus últimos anos.  Bill Mollison foi um dos mais influentes pensadores do mundo em abordagens lideradas para o desenvolvimento sustentável.</h4>



<p>Bruce Charles Mollison, o <strong>Bill Mollison</strong>, nasceu em&nbsp;1928 em&nbsp;Stanley, Tasmania &#8211; Australia. Desde pequeno começou a trabalhar na padaria da família, sempre determinado, aos 26 anos se uniu ao <strong>CSIRO</strong> (Organização para a Pesquisa Científica do Reino Unido) onde ganhou amplo conhecimento de investigação e pesquisa.</p>



<p>O retorno ao trabalho de campo, no fim dos anos 60, descobriu que os seres humanos poderiam projetar sistemas sustentáveis ​​que permitissem viver dentro de suas possibilidades e para toda a vida selvagem. </p>



<p>Ele morava numa pequena vila no interior da Tasmânia, onde pescava, plantava e criava animais para sua alimentação. Ao mesmo tempo trabalhou com a Comissão de Pesca e voltou à Universidade. </p>



<p>Ao receber seu diploma em bio-geografia, ele foi nomeado para a Universidade da Tasmânia, onde mais tarde desenvolveu a unidade da Psicologia Ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">“Pai” da permacultura</h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Bill Mollison</strong> foi professor da Universidade da Tasmânia em 1974, junto com <strong>David Holmgren</strong>, fizeram uma pesquisa para resgatar&nbsp;os saberes ancestrais e os modos tradicionais do relacionamento com a terra e, criaram a <strong>permacultura</strong>.</h4>



<p>A pesquisa culminou em uma publicação em 1978 dos livros&nbsp;<strong>Permacultura Um</strong>, e um ano depois, o livro&nbsp;<strong>Permacultura Dois</strong>.</p>



<p>O conteúdo dos livros defende o conceito de <strong>&#8220;trabalhar com, e não contra a natureza&#8221;</strong>, e informações úteis, à produção de alimentos, favoreceu o cultivo de espécies adaptadas às condições locais. </p>



<p>O sistema adota técnicas ambientalmente amigáveis, incluindo a renúncia à utilização de produtos químicos, projeto do jardim pensativo, imitando os ecossistemas naturais e incorpora a reciclagem e a utilização de resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/pindorama-livro-sobre-permacultura/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Instituto Pindorama apresenta livro sobre permacultura&nbsp;</a></h3>



<figure class="wp-block-image alignnone"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/09/HolmgrenBrookmanFeature-2-1024x510-e1474927567122.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/09/HolmgrenBrookmanFeature-2-1024x510-e1474927567122.jpg" alt="holmgrenbrookmanfeature-2-1024x510" class="wp-image-13261"/></a><figcaption><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">David Holmgren e Bill Mollison</span></figcaption></figure>



<p>Bill deixou a Universidade em 1978, e fundou o <a href="http://permaculturenews.org/%20" target="_blank" rel="noopener"><em>Permacultura Institute</em></a>, onde formou diversos profissionais e <strong>dedicou todas as suas energias para promover o sistema de permacultura e difundir a ideia e princípios em todo o mundo</strong>. </p>



<p>Ele ensinou&nbsp;milhares de estudantes, e contribuiu com muitos artigos, relatórios e recomendações para projetos de parques, aglomerados urbanos e órgãos governamentais locais.</p>



<p>Reconhecido com diversos prêmios, entre eles em 1981 o <a href="http://rightlivelihoodaward2016.org/" target="_blank" rel="noopener">Right Livelihood Award</a>&nbsp;(Prêmio da Sustentabilidade) &#8211; chamado de &#8220;Prêmio Nobel Alternativo&#8221;.</p>
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		<title>Projeto responsável: inspiração e exemplo de bioarquitetura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 12:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[EXEMPLOS DE CASAS SUSTENTÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[bioarquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[construção ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[construção com terra]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura brasileira sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[casa de terra]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Projeto&#160;responsável foi aplicado em uma residência localizada em Atibaia/SP, desenvolvido pelo arquiteto Michel Habib, que batizou com este nome por terem sidos&#160;adotados&#160;sistemas construtivos ecologicamente corretos, ricos culturalmente e com atitudes socialmente justas. Michel é arquiteto especializado em bioconstrução e elaborou o projeto responsável para construir a sua própria residência, certo dos inúmeros&#160;benefícios de se morar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O&nbsp;Projeto&nbsp;responsável foi aplicado em uma residência localizada em Atibaia/SP, desenvolvido pelo arquiteto <a href="http://www.mhbioarquitetura.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Michel Habib</a>, que batizou com este nome por terem sidos&nbsp;adotados&nbsp;sistemas construtivos ecologicamente corretos, ricos culturalmente e com atitudes socialmente justas</strong>.</p>



<p>Michel é arquiteto especializado em bioconstrução e elaborou o projeto responsável para construir a sua própria residência, certo dos inúmeros&nbsp;benefícios de se morar em uma casa ecológica .</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-1.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-1.jpg" alt="casa responsável Michael Habib" class="wp-image-11938"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável.jpg" alt="casa ecológica interior" class="wp-image-11969"/></a></figure></div>



<p>Seguindo os conceitos da boa arquitetura, antes de dar início a&nbsp;construção, foram estudados&nbsp;os ventos, a insolação e as riquezas naturais do terreno, adotando&nbsp;sistemas passivos para aproveitar ao máximo tais recursos, no intuito de construir uma casa confortável mas ecológica.</p>



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<p><strong>Várias técnicas construtivas de bioarquitetura foram aplicadas na casa; como <a href="https://sustentarqui.com.br/taipa-de-pilao-o-que-e-como-fazer-quais-sao-suas-vantagens/">taipa de pilão</a>, pau a pique com ripados de bambu, adobe e reboco de terra e cal.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-resposavel-tecnicas-de-bioarquitetura.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-resposavel-tecnicas-de-bioarquitetura.jpg" alt="detalhes construtivos com terra" class="wp-image-12061"/></a></figure></div>



<p>A mistura dessas técnicas não só serviu como&nbsp;exemplos de aplicação, mas também conferiu a casa diferentes texturas que trouxeram um interessante efeito estético.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsavel-9.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsavel-9.jpg" alt="casa responsável bioarquitetura" class="wp-image-11940"/></a></figure></div>



<p>Os recursos foram utilizados de maneira responsável, todas as madeiras são de origem de demolição ou de reflorestamento, o bambu, que é uma planta de rápido crescimento e abundante na região também foi muito usado na construção e decoração.</p>



<p>Além da terra, quase todos os materiais aplicados foram adquiridos próximos ao local, muitos deles foram reutilizados; por exemplo as telhas foram&nbsp;interceptadas de uma demolição, garrafas de vidro foram utilizadas para fazer vãos de luz, entre outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A construção de&nbsp;terra, o <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">telhado verde</a>, e os&nbsp;sistemas de iluminação e <a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ventilação natural</a>&nbsp;garantem&nbsp;o&nbsp;controle&nbsp;da temperatura e umidade dos ambientes internos, o que influi diretamente na saúde dos ocupantes e na&nbsp;economia&nbsp;de energia.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-11.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-11.jpg" alt="casa responsável atibaia" class="wp-image-11941"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-atibaia.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-atibaia.jpg" alt="projeto responsável atibaia" class="wp-image-11970"/></a></figure></div>



<p>A <strong>gestão da água</strong> também foi bem estudada no projeto responsável, um sistema de<a href="http://sustentarqui.com.br/dicas/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>coleta e uso da água da chuva</strong> </a>tratada para fins não potáveis foi instalado.</p>



<p>Além disso no&nbsp;jardim é possível observar detalhes que compõem a bacia de evapotranspiração para<strong> tratamento das águas negras e o sistema de tratamento das <a href="https://sustentarqui.com.br/aguas-cinzas-o-que-sao-e-dicas-de-reuso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">águas cinzas</a></strong>, assim como uma grande horta e a plantação de bambu.</p>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-jardim-e1463000558878.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-jardim-e1463000558878.jpg" alt="circulo de bananeiras" class="wp-image-12014"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-jardim-horta.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-jardim-horta.jpg" alt="Projeto Responsável: jardim horta" class="wp-image-12015"/></a></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">O projeto responsável, também é sustentável, e segue o tripé de valorização dos aspectos econômicos, sociais e ambientais.</h2>



<p>A economia se deu através da utilização de materiais reaproveitados, regionais, mais baratos e eficientes, e principalmente na diminuição dos custos de manutenção da casa.</p>



<p><strong>No âmbito social, foi dada preferência para a&nbsp;mão de obra local, que foi capacitada, Michel ensinou aos trabalhadores&nbsp;técnicas de bioconstrução.</strong></p>



<p>O aspecto ambiental foi o mais beneficiado por todas as razões já citadas acima, além disso, desde a construção houve a preocupação de gerar uma quantidade mínima&nbsp;de resíduos, o que era inevitável foi separado para reciclagem.</p>



<p>Tudo foi pensado para causar&nbsp;o menor impacto ambiental possível!</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/projeto-casa-responsável.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/projeto-casa-responsável.jpg" alt="projeto casa responsável" class="wp-image-12101"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-10.jpg"><img decoding="async" src="http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/casa-responsável-10.jpg" alt="detalhes casa ecológica" class="wp-image-11939"/></a></figure></div>



<p><strong>De acordo com o arquiteto, a casa responsável teve aproximadamente o&nbsp;mesmo custo final de uma casa construída convencionalmente no mesmo padrão, com o total de R$1.800 R$/m², o qual inclui mão de obra, gerenciamento, materiais e serviços terceirizados.&nbsp;Mas o custo de manutenção é muito menor devido a alta eficiência energética alcançada.</strong></p>



<p>As obras começaram em 2012 e terminaram em 2014, o resultado foi uma&nbsp;residência com&nbsp;250 m², duas suítes, um banheiro, dois dormitórios, um lavabo, sala de jantar e de estar, área de serviço, despensa, cozinha integrada, varanda gourmet, mezanino, um salão e garagem para dois carros.</p>



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<p>Seguindo a proposta didática do projeto responsável, o arquiteto recebe eventualmente em sua casa&nbsp;profissionais e estudantes do Brasil e exterior para apresentar a edificação&nbsp;e&nbsp;conversar&nbsp;sobre bioarquitetura.</p>



<p>Michel também dá cursos de construção ecológica Brasil afora para disseminar a cultura da autoconstrução. Belo exemplo!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outro exemplo de bioarquitetura é esse<a href="http://sustentarqui.com.br/construcao/projeto-ecologico-para-um-centro-de-gestantes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&nbsp;projeto ecológico para um centro de gestantes na Bahia&nbsp;. Confira!</a></h4>



<p>Fotos:&nbsp;Michael Habib</p>
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